Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.
Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011
Boa semana!!!!
Animal: 3


publicado por Maluvfx às 14:29
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 O que é? |

Qual é a sua parte na exploração animal?
Todas as ações que executamos repercutem em nossas vidas e nas vidas daqueles que nos cercam, seja em nossa comunidade ou no meio ambiente como um todo. Essas ações podem abranger desde feitos grandiosos até os nossos hábitos cotidianos.

Talvez poucos já tenham se dado conta, mas uma simples, ação que praticamos todos os dias, que é o ato de nos alimentarmos, traz importantes conseqüências para nossas vidas e para milhares de animais.

Toda vez que nos sentamos à mesa, estamos decidindo pela vida ou pela morte de milhares de animais que são explorados para a produção de alimentos. Com as nossas escolhas alimentares, podemos escolher preservar ou devastar uma área de mata nativa para dar lugar a pastos, ou campos de soja e milho que finalmente serão destinados à alimentação do gado ou de outros animais de corte. Optamos ainda por gerar mais ou menos gases de efeito estufa, que têm na pecuária um fator mais importante do que toda a poluição gerada por automóveis. Toda vez que escolhemos o que colocar no nosso prato, podemos optar por uma nutrição cheia de saúde ou por semear doenças que colheremos no futuro.

A indústria da exploração animal quer fazer parecer, através de suas propagandas muito bem estruturadas, que perus e porcos gostam de serem servidos como prato principal no Natal, e que vacas leiteiras são animais felizes que nos cedem o seu leite por livre e espontânea vontade. Essas indústrias trabalham para nos impedir de estabelecer qualquer relação entre a carne que vemos nas vitrines do açougue e os animais sensíveis e cheios de vontade de viver que são mortos nos matadouros. Essa indústria que quer promover a ideia de que seus produtos são adequados, saudáveis e necessários não está interessada na sua saúde ou maneira como esses animais são tratados, nem tampouco no impacto ambiental que isso gera, mas apenas no lucro.

O FIM DA EXPLORAÇÃO ANIMAL ESTÁ NAS MÃOS DE CONSUMIDORES COMO VOCÊ!

Enquanto consumidor, a sua alienação é a principal aliada para que todas essa injustiça continue acontecendo. Todos os elos dessa cadeia produtiva são responsáveis pela morte destes animais. Esses elos não se limitam apenas àqueles que os criam, transportam, abatem e comercializam os animais que exploram. A forma mais eficiente de pôr fim à exploração animal é acabando com a procura pelos produtos que dela derivam.

Aqueles que compram e consomem esses produtos são os principais responsáveis por essa cadeia, já que é justamente o consumidor quem tem o poder de interromper essa cadeia. Quando o consumidor não compra, o criador não cria, o transportador não transporta e o abatedor não mata. Mais do que grupos de defesa animal e até mesmo o governo, é o consumidor que detém o poder de interferir na indústria da
 exploração animal.

Assim como os seres humanos, os porcos, vacas, galinhas, perus, peixes, coelhos, cabritos e todos os outros animais são capazes de sentir fome, frio, dor, medo e angústia. Da mesma forma que não desejamos infligir essas sensações a qualquer ser humano, devemos ser coerentes e prestar igual consideração aos outros animais.

Não se trata de nos preocuparmos apenas com o modo como esses animais são explorados: se são bem ou mal tratados,se manejo é truculento ou suave, se a alimentação que eles recebem é mais ou menos balanceada, se eles têm ou não espaço suficiente. Trata- se de questionar se els deveriam ser explorados sob qualquer forma e para qualquer fim que seja, já que eles querem viver e prezam a sua liberdade tanto quanto qualquer um de nós!


AFINAL, QUEM NOS DEU ESSE DIREITO?

Aqueles que defendem que teríamos esse direito geralmente lançam mão dos mesmos argumentos que um dia já foram usados para justificar a exploração de seres humanos de acordo com sua pele, etnia ou religião. Os animais não-humanos vivem diariamente um verdadeiro holocausto
, subjugados por simplesmente terem nascido em uma espécie diferente da nossa.

A cada dia, a cada refeição, você pode fazer diferença para milhares de animais a cada ano, para saúde por toda vidas e para o planeta por todas as gerações futuras!

Visite o website e saiba mais sobre o veganismo e como você pode colaborar com por uma sociedade mais saudável e mais justa!
VEDDAS - Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade
via Jornal Vegano


publicado por Maluvfx às 12:31
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Qual é a sua parte na exploração animal?
Todas as ações que executamos repercutem em nossas vidas e nas vidas daqueles que nos cercam, seja em nossa comunidade ou no meio ambiente como um todo. Essas ações podem abranger desde feitos grandiosos até os nossos hábitos cotidianos.

Talvez poucos já tenham se dado conta, mas uma simples, ação que praticamos todos os dias, que é o ato de nos alimentarmos, traz importantes conseqüências para nossas vidas e para milhares de animais.

Toda vez que nos sentamos à mesa, estamos decidindo pela vida ou pela morte de milhares de animais que são explorados para a produção de alimentos. Com as nossas escolhas alimentares, podemos escolher preservar ou devastar uma área de mata nativa para dar lugar a pastos, ou campos de soja e milho que finalmente serão destinados à alimentação do gado ou de outros animais de corte. Optamos ainda por gerar mais ou menos gases de efeito estufa, que têm na pecuária um fator mais importante do que toda a poluição gerada por automóveis. Toda vez que escolhemos o que colocar no nosso prato, podemos optar por uma nutrição cheia de saúde ou por semear doenças que colheremos no futuro.

A indústria da exploração animal quer fazer parecer, através de suas propagandas muito bem estruturadas, que perus e porcos gostam de serem servidos como prato principal no Natal, e que vacas leiteiras são animais felizes que nos cedem o seu leite por livre e espontânea vontade. Essas indústrias trabalham para nos impedir de estabelecer qualquer relação entre a carne que vemos nas vitrines do açougue e os animais sensíveis e cheios de vontade de viver que são mortos nos matadouros. Essa indústria que quer promover a ideia de que seus produtos são adequados, saudáveis e necessários não está interessada na sua saúde ou maneira como esses animais são tratados, nem tampouco no impacto ambiental que isso gera, mas apenas no lucro.

O FIM DA EXPLORAÇÃO ANIMAL ESTÁ NAS MÃOS DE CONSUMIDORES COMO VOCÊ!

Enquanto consumidor, a sua alienação é a principal aliada para que todas essa injustiça continue acontecendo. Todos os elos dessa cadeia produtiva são responsáveis pela morte destes animais. Esses elos não se limitam apenas àqueles que os criam, transportam, abatem e comercializam os animais que exploram. A forma mais eficiente de pôr fim à exploração animal é acabando com a procura pelos produtos que dela derivam.

Aqueles que compram e consomem esses produtos são os principais responsáveis por essa cadeia, já que é justamente o consumidor quem tem o poder de interromper essa cadeia. Quando o consumidor não compra, o criador não cria, o transportador não transporta e o abatedor não mata. Mais do que grupos de defesa animal e até mesmo o governo, é o consumidor que detém o poder de interferir na indústria da
 exploração animal.

Assim como os seres humanos, os porcos, vacas, galinhas, perus, peixes, coelhos, cabritos e todos os outros animais são capazes de sentir fome, frio, dor, medo e angústia. Da mesma forma que não desejamos infligir essas sensações a qualquer ser humano, devemos ser coerentes e prestar igual consideração aos outros animais.

Não se trata de nos preocuparmos apenas com o modo como esses animais são explorados: se são bem ou mal tratados,se manejo é truculento ou suave, se a alimentação que eles recebem é mais ou menos balanceada, se eles têm ou não espaço suficiente. Trata- se de questionar se els deveriam ser explorados sob qualquer forma e para qualquer fim que seja, já que eles querem viver e prezam a sua liberdade tanto quanto qualquer um de nós!


AFINAL, QUEM NOS DEU ESSE DIREITO?

Aqueles que defendem que teríamos esse direito geralmente lançam mão dos mesmos argumentos que um dia já foram usados para justificar a exploração de seres humanos de acordo com sua pele, etnia ou religião. Os animais não-humanos vivem diariamente um verdadeiro holocausto
, subjugados por simplesmente terem nascido em uma espécie diferente da nossa.

A cada dia, a cada refeição, você pode fazer diferença para milhares de animais a cada ano, para saúde por toda vidas e para o planeta por todas as gerações futuras!

Visite o website e saiba mais sobre o veganismo e como você pode colaborar com por uma sociedade mais saudável e mais justa!
VEDDAS - Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade
via Jornal Vegano


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 O que é? |

Factos da Exploração Animal


Os humanos exploram os outros animais das mais diversas formas: utilizam-nos para se alimentarem, vestirem e calçarem; utilizam-nos para se divertirem (touradas, rodeios, circos com animais, espectáculos com animais marinhos, etc.); utilizam-nos para experimentação; e muito mais. Esta página aborda resumidamente algumas práticas na indústria alimentar, que é responsável pela esmagadora maioria da exploração animal a nível mundial.
Apesar de não ser a crueldade específica de cada forma de exploração animal que torna essa exploração injusta —toda a exploração é injusta em si mesma — é importante que tenhamos conhecimento daquilo que são as práticas correntes na indústria.
Não é possível usar os animais sem abusar deles, por mais que se tente adornar a imagem. A alternativa a toda esta exploração é muito simples: torna-te vegano. Não compactues comnenhum tipo de exploração.
Vacas Num Prado
O cenário da vaca “feliz” no prado verdejante, que
a publicidade nos tenta vender.

Agricultura “Humana”?

Numa altura em que as pessoas começam a ter alguma noção de que a exploração animal não é uma coisa bonita, a indústria responde com rótulos para aliviar a consciência dos consumidores: “criado ao ar livre”, “criado no campo”, “free range” ou “cage free”. A maioria dos consumidores quer acreditar que é possível produzir produtos animais de forma “humana”, e cai alegremente nesta ilusão criada pelo marketing da indústria de exploração animal. A verdade é que a esmagadora maioria destes animais vive vidas tão miseráveis quanto os outros animais explorados na indústria, e todos sem excepção são cruelmente abatidos quando ainda são jovens. Não tenhas dúvidas: exploração “humana” é uma coisa que não existe nem nunca irá existir.
Claro que é possível imaginar uma “quinta” familiar onde os animais têm liberdade para passar os dias no campo, muito próximo do que seria o seu comportamento natural. No entanto, mesmo nessas condições aparentemente ideais, os animais continuariam a ser sexualmente manipulados, continuariam a ser mortos no auge da sua vida, continuariam a ser transportados para o matadouro em condições que são sempre física e psicologicamente violentas, e continuariam a experienciar o aterrorizante cheiro a morte do matadouro e uma matança sem dó nem piedade.

As Vacas “Felizes”, o Leite e o Queijo

Vacas Numa Exploração de Produção de Leite
Vacas numa exploração de produção de leite.
Muitas pessoas julgam que as vacas produzem leite por obra e graça do Espírito Santo, mas a realidade é bem mais mundana.Para manter uma produção ininterrupta de leite, as vacas têm de ser repetidamente forçadas a engravidar e a dar à luz um filho.
As vacas são engravidadas através de inseminação artificial, o que envolve a introdução forçada de um braço no recto da vaca para posicionamento do útero, enquanto um instrumento para depósito do sémen é empurrado pela vagina. Para recolha do sémen, é comum utilizar-se um boi macho castrado a fazer o papel de fêmea, já que uma fêmea não conseguiria aguentar tantas montas consecutivas. O sémen é recolhido enquanto o boi reprodutor é obrigado a montar o boi castrado.
Vacas Numa Exploração de Produção de Leite
Vacas numa exploração de produção de leite.
As vacas são animais extremamente sociais e com fortes laços familiares, mas são constantemente obrigadas a ver os filhos recém-nascidos serem-lhes tirados. O processo de separação é agonizante tanto para a mãe como para o filho, e é comum ambos gritarem um para o outro enquanto são afastados.Algumas vacas emitem sons de lamento durante vários dias após lhes serem retirados os filhos.
Os vitelos macho filhos das vacas leiteiras não têm nenhuma utilidade para a exploração de leite, pelo que são vendidos para consumo e são castrados para terem uma carne mais tenra. As vitelas fêmea podem ser encaminhadas para consumo ou ficar na exploração para substituírem vacas leiteiras esgotadas.
Por volta dos 6 anos de idade, que seria apenas o princípio da idade adulta na natureza, as vacas estão esgotadas física e psicologicamente, e isso reflecte-se no declínio da produção de leite. Dado que a margem de lucro é para manter, as vacas extenuadas são rapidamente vendidas para abate.
Inseminação Artificial de uma Vaca
Procedimento de inseminação artificial de uma vaca.
Após terem passado por diversas inseminações forçadas, partos dolorosos, separações angustiantes e ordenhas sem descanso, espera-as agora o aterrorizante matadouro com o seu característico e nauseabundo cheiro a morte. Mas, antes disso, falta ainda passar pelo calvário do transporte para o matadouro. O transporte costuma ser particularmente penoso para as sofridas vacas leiteiras, uma vez que muitas padecem de dolorosas inflamações no tecido mamário (mastite) e de osteoporose. Muitas vacas ficam tão debilitadas, que nem são capazes de andar quando chegam ao matadouro.
No matadouro, as vacas são atordoadas com uma pistola que dispara um êmbolo retráctil que lhes causa uma lesão grave no cérebro e, se tiverem sorte, a perda dos sentidos. Em seguida, são içadas por uma das patas traseiras e degoladas enquanto ainda têm o coração a bater, de modo a que o sangue seja expelido para fora do corpo. Por vezes, as vacas ainda estão conscientes quando são degoladas.
Cada compra de produtos com leite, queijo ou outros lacticínios contribui para esta terrível exploração, independentemente de ser proveniente de pecuária convencional ou pecuária dita “humana”.
Livres de exploração, em santuários, as vacas podem viver vidas felizes durante mais de 20 anos.

As Galinhas, os Pintainhos e os Ovos

Galinhas
Uma moderna exploração de ovos cage free.
Muitas pessoas julgam que as galinhas são tratadas condignamente na produção de “ovos do campo”, de “ovos de galinhas em liberdade” ou de ovos cage free. Na verdade,praticamente todos os ovos cage free são produzidos em explorações industriais intensivas onde as galinhas se amontoam aos milhares em grandes armazéns escuros e passam por um inferno idêntico ao das galinhas poedeiras enjauladas. Nestes aviários, a concentração de fezes e detritos é tão elevada, que se formam gases tóxicos como o gás amoníaco ou o gás sulfídrico.
Galinhas
Corte do bico aos pintainhos.
Para haver galinhas poedeiras (ou seja, as galinhas seleccionadas para pôr ovos), é necessário chocar ovos. Como os pintainhos macho não irão pôr ovos, não têm nenhuma utilidade para uma exploração e são rejeitados logo após saírem da casca. Todos os anos, centenas de milhões de pintainhos recém-nascidos são sufocados ou triturados ainda vivos e utilizados depois em fertilizantes ou rações para outros animais (os bem conhecidos “sub-produtos animais”).
Em praticamente todas as explorações, as pintainhas são mutiladas logo após nascerem. O bico, que é altamente sensível, é-lhes cortado com uma lâmina quente para minimizar os danos que possam causar umas às outras por estarem amontoadas em espaços sobrelotados.
Galinhas
Os pintainhos macho não dão dinheiro e
são tratados como lixo.
Os ovos galados (fecundados por galos) que são utilizados para incubar os pintainhos são provenientes de galinhas que são obrigadas a acasalar continuamente com um galo até ficarem completamente esgotadas.
Seja qual for o tipo de exploração, as galinhas poedeiras são mortas assim que começam a pôr menos ovos, o que costuma acontecer por volta dos 2 anos de idade. É mais barato matar as galinhas e substituí-las por outras do que continuar a alimentar galinhas que já não produzem o máximo. Por vezes, os corpos das galinhas estão tão devastados, que as galinhas são utilizadas para rações, para fertilizantes ou são simplesmente despejadas em aterros.
Galinha a proteger os seus filhotes
Galinha a proteger os seus filhotes.
Livres de exploração, as galinhas podem viver mais de 10 anos. Em qualquer tipo de exploração, seja uma exploração convencional ou uma exploração de “galinhas do campo”, as vidas das galinhas são abruptamente interrompidas depois de uma curta existência.
Em praticamente todas as explorações, as galinhas são criadas aos milhares e levam vidas absolutamente miseráveis, impedidas de agir de acordo com os seus instintos naturais mais básicos (como esgravatar e rebolar na terra) e de socializar com outras galinhas de forma natural. Naturalmente, as galinhas fazem amizades umas com as outras, mas, amontoadas em aviários, o único comportamento possível é o da agressividade ditada pelo instinto de sobrevivência.

Os Porcos

Porcos
Porcos
Corte dos dentes aos porquinhos.
Porcos
Porcos amontoados numa suinicultura.
Porcos
Corpos de leitões no mostrador de um talho.
Os porcos são animais altamente inteligentes e sociais, mas, na indústria da suinicultura, são tratados como se não passassem de recursos inanimados que urge explorar ao máximo e no mínimo espaço de tempo. De acordo com estudos científicos, os porcos são mais inteligentes do que os cães ou do que crianças com 3 anos de idade.
As porcas criadeiras dão à luz mais de 20 porquinhos todos os anos. Os porquinhos são amamentados durante duas ou três semanas, e depois são retirados à mãe. Após passar pela dor de perder os filhotes, a mãe porca é imediatamente forçada a acasalar novamente com o porco reprodutor, pois há que manter a produtividade no máximo.
É prática generalizada os porquinhos serem cruelmente mutilados sem anestesia logo depois de nascerem. As caudas são amputadas e os dentes são cortados para minimizar os estragos que os porcos possam fazer uns aos outros. Além disso, os porcos macho destinados ao consumo são castrados, quase sempre sem recurso a nenhum tipo de anestesia.
Dentro das suiniculturas, é comum o ar estar poluído com poeira e gases irritantes resultantes das fezes dos animais. A fraca qualidade do ar, aliada à sobrelotação e às condições não-higiénicas, fazem das suiniculturas locais ideais para a proliferação de diversas doenças. É muito comum os porcos sofrerem de pneumonia e outras doenças, bem como apresentarem diversos ferimentos físicos. Para minimizar os riscos de doenças, são-lhes administrados rotineiramente antibióticos.
Contrariamente à fama que têm, os porcos são animais muito asseados. Eles gostam de rebolar na lama sobretudo para se refrescarem nos dias mais quentes. Se tiverem espaço, os porcos nunca fazem as necessidades junto do local onde comem ou onde dormem. No entanto, nas explorações pecuárias, são obrigados a viver permanentemente em cima das próprias fezes e da própria urina.
Os leitões, cuja carne é muito apreciada, são porquinhos que são cruelmente abatidos quando ainda são bebés.Estes porquinhos são mortos imediatamente após o desmame ou apenas alguns dias depois. A maioria dos leitões não chega a viver um mês.
Mas os outros porcos não vivem muito mais tempo. Na natureza, os porcos poderiam viver até aos 15 anos de idade. Nas suiniculturas, os porcos criados para alimentação não costumam passar dos 4 meses, altura em que atingem cerca de 100 quilogramas de peso. Graças às rações de engorda que lhes são dadas e ao confinamento em que são mantidos, os porcos ficam prontos para abate quando estão naquilo que seria a sua infância.
Quando chega a altura do abate, a viagem é mais um momento de profundo stress e sofrimento. Os porcos são amontoados em camiões para serem levados para o matadouro, mas muitos não resistem à dureza da viagem. No matadouro, é suposto os porcos serem atordoados antes de serem degolados. No entanto, o atordoamento nem sempre funciona bem e alguns porcos ainda estão completamente conscientes enquanto são içados pelas patas traseiras, degolados e se esvaem em sangue.

Logótipo Muda o Mundo
Rejeita a violência, abraça o veganismo.


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Factos da Exploração Animal


Os humanos exploram os outros animais das mais diversas formas: utilizam-nos para se alimentarem, vestirem e calçarem; utilizam-nos para se divertirem (touradas, rodeios, circos com animais, espectáculos com animais marinhos, etc.); utilizam-nos para experimentação; e muito mais. Esta página aborda resumidamente algumas práticas na indústria alimentar, que é responsável pela esmagadora maioria da exploração animal a nível mundial.
Apesar de não ser a crueldade específica de cada forma de exploração animal que torna essa exploração injusta —toda a exploração é injusta em si mesma — é importante que tenhamos conhecimento daquilo que são as práticas correntes na indústria.
Não é possível usar os animais sem abusar deles, por mais que se tente adornar a imagem. A alternativa a toda esta exploração é muito simples: torna-te vegano. Não compactues comnenhum tipo de exploração.
Vacas Num Prado
O cenário da vaca “feliz” no prado verdejante, que
a publicidade nos tenta vender.

Agricultura “Humana”?

Numa altura em que as pessoas começam a ter alguma noção de que a exploração animal não é uma coisa bonita, a indústria responde com rótulos para aliviar a consciência dos consumidores: “criado ao ar livre”, “criado no campo”, “free range” ou “cage free”. A maioria dos consumidores quer acreditar que é possível produzir produtos animais de forma “humana”, e cai alegremente nesta ilusão criada pelo marketing da indústria de exploração animal. A verdade é que a esmagadora maioria destes animais vive vidas tão miseráveis quanto os outros animais explorados na indústria, e todos sem excepção são cruelmente abatidos quando ainda são jovens. Não tenhas dúvidas: exploração “humana” é uma coisa que não existe nem nunca irá existir.
Claro que é possível imaginar uma “quinta” familiar onde os animais têm liberdade para passar os dias no campo, muito próximo do que seria o seu comportamento natural. No entanto, mesmo nessas condições aparentemente ideais, os animais continuariam a ser sexualmente manipulados, continuariam a ser mortos no auge da sua vida, continuariam a ser transportados para o matadouro em condições que são sempre física e psicologicamente violentas, e continuariam a experienciar o aterrorizante cheiro a morte do matadouro e uma matança sem dó nem piedade.

As Vacas “Felizes”, o Leite e o Queijo

Vacas Numa Exploração de Produção de Leite
Vacas numa exploração de produção de leite.
Muitas pessoas julgam que as vacas produzem leite por obra e graça do Espírito Santo, mas a realidade é bem mais mundana.Para manter uma produção ininterrupta de leite, as vacas têm de ser repetidamente forçadas a engravidar e a dar à luz um filho.
As vacas são engravidadas através de inseminação artificial, o que envolve a introdução forçada de um braço no recto da vaca para posicionamento do útero, enquanto um instrumento para depósito do sémen é empurrado pela vagina. Para recolha do sémen, é comum utilizar-se um boi macho castrado a fazer o papel de fêmea, já que uma fêmea não conseguiria aguentar tantas montas consecutivas. O sémen é recolhido enquanto o boi reprodutor é obrigado a montar o boi castrado.
Vacas Numa Exploração de Produção de Leite
Vacas numa exploração de produção de leite.
As vacas são animais extremamente sociais e com fortes laços familiares, mas são constantemente obrigadas a ver os filhos recém-nascidos serem-lhes tirados. O processo de separação é agonizante tanto para a mãe como para o filho, e é comum ambos gritarem um para o outro enquanto são afastados.Algumas vacas emitem sons de lamento durante vários dias após lhes serem retirados os filhos.
Os vitelos macho filhos das vacas leiteiras não têm nenhuma utilidade para a exploração de leite, pelo que são vendidos para consumo e são castrados para terem uma carne mais tenra. As vitelas fêmea podem ser encaminhadas para consumo ou ficar na exploração para substituírem vacas leiteiras esgotadas.
Por volta dos 6 anos de idade, que seria apenas o princípio da idade adulta na natureza, as vacas estão esgotadas física e psicologicamente, e isso reflecte-se no declínio da produção de leite. Dado que a margem de lucro é para manter, as vacas extenuadas são rapidamente vendidas para abate.
Inseminação Artificial de uma Vaca
Procedimento de inseminação artificial de uma vaca.
Após terem passado por diversas inseminações forçadas, partos dolorosos, separações angustiantes e ordenhas sem descanso, espera-as agora o aterrorizante matadouro com o seu característico e nauseabundo cheiro a morte. Mas, antes disso, falta ainda passar pelo calvário do transporte para o matadouro. O transporte costuma ser particularmente penoso para as sofridas vacas leiteiras, uma vez que muitas padecem de dolorosas inflamações no tecido mamário (mastite) e de osteoporose. Muitas vacas ficam tão debilitadas, que nem são capazes de andar quando chegam ao matadouro.
No matadouro, as vacas são atordoadas com uma pistola que dispara um êmbolo retráctil que lhes causa uma lesão grave no cérebro e, se tiverem sorte, a perda dos sentidos. Em seguida, são içadas por uma das patas traseiras e degoladas enquanto ainda têm o coração a bater, de modo a que o sangue seja expelido para fora do corpo. Por vezes, as vacas ainda estão conscientes quando são degoladas.
Cada compra de produtos com leite, queijo ou outros lacticínios contribui para esta terrível exploração, independentemente de ser proveniente de pecuária convencional ou pecuária dita “humana”.
Livres de exploração, em santuários, as vacas podem viver vidas felizes durante mais de 20 anos.

As Galinhas, os Pintainhos e os Ovos

Galinhas
Uma moderna exploração de ovos cage free.
Muitas pessoas julgam que as galinhas são tratadas condignamente na produção de “ovos do campo”, de “ovos de galinhas em liberdade” ou de ovos cage free. Na verdade,praticamente todos os ovos cage free são produzidos em explorações industriais intensivas onde as galinhas se amontoam aos milhares em grandes armazéns escuros e passam por um inferno idêntico ao das galinhas poedeiras enjauladas. Nestes aviários, a concentração de fezes e detritos é tão elevada, que se formam gases tóxicos como o gás amoníaco ou o gás sulfídrico.
Galinhas
Corte do bico aos pintainhos.
Para haver galinhas poedeiras (ou seja, as galinhas seleccionadas para pôr ovos), é necessário chocar ovos. Como os pintainhos macho não irão pôr ovos, não têm nenhuma utilidade para uma exploração e são rejeitados logo após saírem da casca. Todos os anos, centenas de milhões de pintainhos recém-nascidos são sufocados ou triturados ainda vivos e utilizados depois em fertilizantes ou rações para outros animais (os bem conhecidos “sub-produtos animais”).
Em praticamente todas as explorações, as pintainhas são mutiladas logo após nascerem. O bico, que é altamente sensível, é-lhes cortado com uma lâmina quente para minimizar os danos que possam causar umas às outras por estarem amontoadas em espaços sobrelotados.
Galinhas
Os pintainhos macho não dão dinheiro e
são tratados como lixo.
Os ovos galados (fecundados por galos) que são utilizados para incubar os pintainhos são provenientes de galinhas que são obrigadas a acasalar continuamente com um galo até ficarem completamente esgotadas.
Seja qual for o tipo de exploração, as galinhas poedeiras são mortas assim que começam a pôr menos ovos, o que costuma acontecer por volta dos 2 anos de idade. É mais barato matar as galinhas e substituí-las por outras do que continuar a alimentar galinhas que já não produzem o máximo. Por vezes, os corpos das galinhas estão tão devastados, que as galinhas são utilizadas para rações, para fertilizantes ou são simplesmente despejadas em aterros.
Galinha a proteger os seus filhotes
Galinha a proteger os seus filhotes.
Livres de exploração, as galinhas podem viver mais de 10 anos. Em qualquer tipo de exploração, seja uma exploração convencional ou uma exploração de “galinhas do campo”, as vidas das galinhas são abruptamente interrompidas depois de uma curta existência.
Em praticamente todas as explorações, as galinhas são criadas aos milhares e levam vidas absolutamente miseráveis, impedidas de agir de acordo com os seus instintos naturais mais básicos (como esgravatar e rebolar na terra) e de socializar com outras galinhas de forma natural. Naturalmente, as galinhas fazem amizades umas com as outras, mas, amontoadas em aviários, o único comportamento possível é o da agressividade ditada pelo instinto de sobrevivência.

Os Porcos

Porcos
Porcos
Corte dos dentes aos porquinhos.
Porcos
Porcos amontoados numa suinicultura.
Porcos
Corpos de leitões no mostrador de um talho.
Os porcos são animais altamente inteligentes e sociais, mas, na indústria da suinicultura, são tratados como se não passassem de recursos inanimados que urge explorar ao máximo e no mínimo espaço de tempo. De acordo com estudos científicos, os porcos são mais inteligentes do que os cães ou do que crianças com 3 anos de idade.
As porcas criadeiras dão à luz mais de 20 porquinhos todos os anos. Os porquinhos são amamentados durante duas ou três semanas, e depois são retirados à mãe. Após passar pela dor de perder os filhotes, a mãe porca é imediatamente forçada a acasalar novamente com o porco reprodutor, pois há que manter a produtividade no máximo.
É prática generalizada os porquinhos serem cruelmente mutilados sem anestesia logo depois de nascerem. As caudas são amputadas e os dentes são cortados para minimizar os estragos que os porcos possam fazer uns aos outros. Além disso, os porcos macho destinados ao consumo são castrados, quase sempre sem recurso a nenhum tipo de anestesia.
Dentro das suiniculturas, é comum o ar estar poluído com poeira e gases irritantes resultantes das fezes dos animais. A fraca qualidade do ar, aliada à sobrelotação e às condições não-higiénicas, fazem das suiniculturas locais ideais para a proliferação de diversas doenças. É muito comum os porcos sofrerem de pneumonia e outras doenças, bem como apresentarem diversos ferimentos físicos. Para minimizar os riscos de doenças, são-lhes administrados rotineiramente antibióticos.
Contrariamente à fama que têm, os porcos são animais muito asseados. Eles gostam de rebolar na lama sobretudo para se refrescarem nos dias mais quentes. Se tiverem espaço, os porcos nunca fazem as necessidades junto do local onde comem ou onde dormem. No entanto, nas explorações pecuárias, são obrigados a viver permanentemente em cima das próprias fezes e da própria urina.
Os leitões, cuja carne é muito apreciada, são porquinhos que são cruelmente abatidos quando ainda são bebés.Estes porquinhos são mortos imediatamente após o desmame ou apenas alguns dias depois. A maioria dos leitões não chega a viver um mês.
Mas os outros porcos não vivem muito mais tempo. Na natureza, os porcos poderiam viver até aos 15 anos de idade. Nas suiniculturas, os porcos criados para alimentação não costumam passar dos 4 meses, altura em que atingem cerca de 100 quilogramas de peso. Graças às rações de engorda que lhes são dadas e ao confinamento em que são mantidos, os porcos ficam prontos para abate quando estão naquilo que seria a sua infância.
Quando chega a altura do abate, a viagem é mais um momento de profundo stress e sofrimento. Os porcos são amontoados em camiões para serem levados para o matadouro, mas muitos não resistem à dureza da viagem. No matadouro, é suposto os porcos serem atordoados antes de serem degolados. No entanto, o atordoamento nem sempre funciona bem e alguns porcos ainda estão completamente conscientes enquanto são içados pelas patas traseiras, degolados e se esvaem em sangue.

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Domingo, 30 de Janeiro de 2011
Deputados: abonos duplicam vencimento
REGALIAS DOS POLITICOS SUECOS VS PORTUGUÊSES!!!

Em Portugal, os deputados ganham 3708 euros de salário-base, o que corresponde a 50% do vencimento do presidente da República. Os subsídios de férias e de Natal são pagos em Junho e em Novembro e têm direito a10% do salário para despesas de representação. Como também lhes são pagos abonos de transporte entre a residência e São Bento uma vez por semana, e por cada deslocação semanal ao círculo de eleição, um deputado do Porto, por exemplo, pode receber mais dois mil euros, além do ordenado.

De acordo com o "Manual do Deputado", os representantes do povo podem estar no regime de dedicação exclusiva e acumularem com o pagamento de direitos de autor, conferências, palestras, cursos breves, etc.

Como o fim da subvenção vitalícia irá abranger somente os deputados eleitos em 2009, os que perfaçam até ao final da legislatura 12 anos de funções (consecutivos ou intervalados) ainda a recebem, mas com menor valor. Quem já tinha 12 anos de funções quando a lei entrou em vigor - em Outubro de 2005 - terá uma subvenção vitalícia de 48% do ordenado base - pelo actual valor, quase 1850 euros - logo que completar 55 anos.

O Governo acautelou assim a situação de parte dos deputados do PS eleitos em 1995, com a primeira vitória de Guterres, pelo que ao fim de dez anos de actividade (até 2005) poderão auferir a pensão vitalícia que corresponde a 40% do vencimento-base - dez anos a multiplicar por 4% do vencimento base auferido quando saiu do Parlamento. A subvenção é cumulável com a pensão de aposentação ou a de reforma até ao valor do salário base de um ministro que é em 2008 de 4819,94 euros. Os subvencionados beneficiam ainda "do regime de previdência social mais favorável aplicável à Função Pública", diz o documento.

Sócrates recebe pensão vitalícia
José Sócrates tem direito à pensão vitalícia por ter 11 anos de Parlamento. Eleito pela primeira vez em 1987, esteve oito anos consecutivos em funções. Secretário de Estado do Ambiente e ministro da pasta nos Governos de Guterres, voltou em Abril de 2002, onde ficou mais três anos.

Quem tem e vai ter a subvenção
Almeida Santos (PS), Manuela Ferreira Leite, Manuel Moreira e Eduarda Azevedo (PSD), Narana Coissoró e Miguel Anacoreta Correia (CDS-PP) e Isabel Castro (PEV) já requereram a subvenção vitalícia. Outros 31 deputados, 20 dos quais do PS, poderão pedi-la, pois até ao fim de 2009 perfazem 12 anos de mandato, embora só se contabilizem os anos até 2005.

Salário cresceu 77 euros num ano
Em 2007, o vencimento-base de um deputado foi 3631,40 euros. Este ano é de 3707,65 euros , segundo a secretaria-geral da AR. Um aumento de 77 euros.

Presidir à AR dá direito a casa
O presidente da Assembleia da República (AR) recebe 80% do ordenado do presidente da República - 5.810 euros. Recebe ainda um abono mensal para despesas de representação no valor de 40% do respectivo vencimento 2950 euros, o que perfaz 8760 euros. Usufrui de residência oficial e de um veículo para uso pessoal conduzido por um motorista.

Dez têm carro com motorista
Ao presidente do Conselho de Administração (José Lello), aos quatro vices-presidentes da AR - na actual legislatura, Manuel Alegre (PS), Guilherme Silva (PSD), António Filipe (PCP) e Nuno Melo (CDS-PP) - e aos líderes parlamentares é disponibilizado um gabine pessoal, secretário e automóvel com motorista.

Benesses para a Mesa da AR
Para os quatro vice-presidentes da AR (PS, PSD, CDS e PCP) e para os membros do Conselho de Administração, o abono é de 25% do vencimento 927 euros. Os seis líderes parlamentares e os secretários da Mesa têm de abono 20% do salário: 742 euros.

Abono superior ao salário mínimo
Os vice-presidentes parlamentares com um mínimo de 20 deputados (PS e PSD), os presidentes das comissões permanentes e os vice-secretários da mesa têm de abono 15% do vencimento - 555 euros. Mais 129 euros do que o salário mínimo nacional.

Uso gratuito de correio, telefone e electricidade
Os governos civis, se solicitados, devem disponibilizar instalações para que os deputados atendam os media ou cidadãos. Os deputados podem transitar livremente pela AR, têm direito a cartão de identificação e passaporte especial e ao direito de uso e porte de arma. Podem também usar, a título gratuito, serviços postais, telecomunicações e redes electrónicas.

Ajudas de custo para os de fora
Quem reside fora dos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro e Amadora recebe 1/3 das ajudas de custo fixadas para os membros do Governo (67,24 euros) por cada dia de presença em plenário, comissões ou outras reuniões convocadas pelo presidente da AR e mais dois dias por semana.

Pára-quedistas ficam a ganhar
Os deputados que residem num círculo diferente daquele por que foram eleitos recebem ajudas de custo, até dois dias por semana, em deslocações que efectuem ao círculo, em trabalho político. Mas também os que, em missão da AR, viajem para fora de Lisboa. No país têm direito a 67,24 euros diários ou a 162,36 euros por dia se forem em serviço ao estrangeiro.

Viagens pagas todas as semanas
Quando há plenário, a quantia para despesas de transporte é igual ao número de quilómetros de uma ida e volta semanal entre a residência do parlamentar e S. Bento vezes o número de semanas do mês (quatro ou cinco) multiplicado pelo valor do quilómetro para deslocações em viatura própria. Uma viagem ao Porto são 600 quilómetros cinco vezes num mês, dá três mil. Como o quilómetro é pago a 0,39 euros, o abono desse mês é de 1170 euros.

Viver na capital também dá abono
Os deputados que residam nos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa recebem também segundo a fórmula anterior. Os quilómetros (ida e volta) são multiplicados pelas vezes que esteve em plenário e em comissões, tudo multiplicado por 0,39 euros.

Ir às ilhas com bilhetes pagos
A resolução 57/2004 em vigor, de acordo com a secretaria-geral da AR, estipula que os eleitos pelas regiões autonómas recebem o valor de uma viagem áerea semanal (ida e volta) na classe mais elevada entre o aeroporto e Lisboa, mais o valor da distância do aeroporto à residência. Por exemplo, 512 euros (tarifa da TAP para o Funchal com taxas) multiplicados por quatro ou cinco semanas, ou seja, 2048 euros. Mais o número de quilómetros (30, por exemplo) de casa ao aeroporto a dobrar (por ser ida e volta) multiplicado pelas mesmas quatro (ou cinco) semanas do mês, e a soma é multiplicada por 0,39 euros, o que dá 936 euros. Ao todo 2980 euros.

Deslocações em trabalho à parte
Ao salário-base, ajudas de custo, abono de transporte mensal há ainda a somar os montantes pela deslocação semanal em trabalho político ao círculo eleitoral pelo qual se foi eleito. Os deputados eleitos por Bragança ou Vila Real são os mais abonados.

Almoço a menos de cinco euros
Os deputados e assessores que transitoriamente trabalham para os grupos parlamentares pagam 4,65 euros de almoço, que inclui sopa, prato principal, sobremesa ou fruta. E salada à discrição. Um aumento de 0,10 euros desde 2006. Nos bares, um café custa 25 cêntimos, uma garrafa de 1,5 litro de água mineral 33 cêntimos e uma sandes de queijo 45 cêntimos.

Imunidade face à lei da Justiça
Não responde civil, criminal ou disciplinarmente pelos votos e opiniões que emitir em funções e por causa delas. Não pode ser detido ou preso sem autorização da AR, salvo por crime punível com pena de prisão superior a três anos e em flagrante delito. Indiciado por despacho de pronúncia ou equivalente, a AR decidirá se deve ou não ser suspenso para acompanhar o processo. Não pode, sem autorização da AR, ser jurado, perito ou testemunha nem ser ouvido como declarante nem como arguido, excepto neste caso quando preso em flagrante delito ou suspeito do crime a que corresponde pena superior a três anos.

Justificações para substituição
Doença prolongada, licença por maternidade ou paternidade; seguimento de processo judicial ou outro invocado na Comissão de Ética, e considerado justificado.

Suspensão pode ir até dez meses
Pedida à Comissão de Ética, deve ser inferior a 50 dias por sessão legislativa e a dez meses por legislatura. Um autarca a tempo inteiro ou a meio tempo só pode suspender o mandato por menos de 180 dias.

JORNAL DE NOTÍCIAS | 11.02.2008
Fonte: In Verbis


Petição Pela Redução das Regalias dos Políticos Portugueses



Deputados têm ao dispor 14 BMW topo de gama.

Deputados têm ao dispor 14 BMW topo de gama.





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Deputados: abonos duplicam vencimento
REGALIAS DOS POLITICOS SUECOS VS PORTUGUÊSES!!!

Em Portugal, os deputados ganham 3708 euros de salário-base, o que corresponde a 50% do vencimento do presidente da República. Os subsídios de férias e de Natal são pagos em Junho e em Novembro e têm direito a10% do salário para despesas de representação. Como também lhes são pagos abonos de transporte entre a residência e São Bento uma vez por semana, e por cada deslocação semanal ao círculo de eleição, um deputado do Porto, por exemplo, pode receber mais dois mil euros, além do ordenado.

De acordo com o "Manual do Deputado", os representantes do povo podem estar no regime de dedicação exclusiva e acumularem com o pagamento de direitos de autor, conferências, palestras, cursos breves, etc.

Como o fim da subvenção vitalícia irá abranger somente os deputados eleitos em 2009, os que perfaçam até ao final da legislatura 12 anos de funções (consecutivos ou intervalados) ainda a recebem, mas com menor valor. Quem já tinha 12 anos de funções quando a lei entrou em vigor - em Outubro de 2005 - terá uma subvenção vitalícia de 48% do ordenado base - pelo actual valor, quase 1850 euros - logo que completar 55 anos.

O Governo acautelou assim a situação de parte dos deputados do PS eleitos em 1995, com a primeira vitória de Guterres, pelo que ao fim de dez anos de actividade (até 2005) poderão auferir a pensão vitalícia que corresponde a 40% do vencimento-base - dez anos a multiplicar por 4% do vencimento base auferido quando saiu do Parlamento. A subvenção é cumulável com a pensão de aposentação ou a de reforma até ao valor do salário base de um ministro que é em 2008 de 4819,94 euros. Os subvencionados beneficiam ainda "do regime de previdência social mais favorável aplicável à Função Pública", diz o documento.

Sócrates recebe pensão vitalícia
José Sócrates tem direito à pensão vitalícia por ter 11 anos de Parlamento. Eleito pela primeira vez em 1987, esteve oito anos consecutivos em funções. Secretário de Estado do Ambiente e ministro da pasta nos Governos de Guterres, voltou em Abril de 2002, onde ficou mais três anos.

Quem tem e vai ter a subvenção
Almeida Santos (PS), Manuela Ferreira Leite, Manuel Moreira e Eduarda Azevedo (PSD), Narana Coissoró e Miguel Anacoreta Correia (CDS-PP) e Isabel Castro (PEV) já requereram a subvenção vitalícia. Outros 31 deputados, 20 dos quais do PS, poderão pedi-la, pois até ao fim de 2009 perfazem 12 anos de mandato, embora só se contabilizem os anos até 2005.

Salário cresceu 77 euros num ano
Em 2007, o vencimento-base de um deputado foi 3631,40 euros. Este ano é de 3707,65 euros , segundo a secretaria-geral da AR. Um aumento de 77 euros.

Presidir à AR dá direito a casa
O presidente da Assembleia da República (AR) recebe 80% do ordenado do presidente da República - 5.810 euros. Recebe ainda um abono mensal para despesas de representação no valor de 40% do respectivo vencimento 2950 euros, o que perfaz 8760 euros. Usufrui de residência oficial e de um veículo para uso pessoal conduzido por um motorista.

Dez têm carro com motorista
Ao presidente do Conselho de Administração (José Lello), aos quatro vices-presidentes da AR - na actual legislatura, Manuel Alegre (PS), Guilherme Silva (PSD), António Filipe (PCP) e Nuno Melo (CDS-PP) - e aos líderes parlamentares é disponibilizado um gabine pessoal, secretário e automóvel com motorista.

Benesses para a Mesa da AR
Para os quatro vice-presidentes da AR (PS, PSD, CDS e PCP) e para os membros do Conselho de Administração, o abono é de 25% do vencimento 927 euros. Os seis líderes parlamentares e os secretários da Mesa têm de abono 20% do salário: 742 euros.

Abono superior ao salário mínimo
Os vice-presidentes parlamentares com um mínimo de 20 deputados (PS e PSD), os presidentes das comissões permanentes e os vice-secretários da mesa têm de abono 15% do vencimento - 555 euros. Mais 129 euros do que o salário mínimo nacional.

Uso gratuito de correio, telefone e electricidade
Os governos civis, se solicitados, devem disponibilizar instalações para que os deputados atendam os media ou cidadãos. Os deputados podem transitar livremente pela AR, têm direito a cartão de identificação e passaporte especial e ao direito de uso e porte de arma. Podem também usar, a título gratuito, serviços postais, telecomunicações e redes electrónicas.

Ajudas de custo para os de fora
Quem reside fora dos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro e Amadora recebe 1/3 das ajudas de custo fixadas para os membros do Governo (67,24 euros) por cada dia de presença em plenário, comissões ou outras reuniões convocadas pelo presidente da AR e mais dois dias por semana.

Pára-quedistas ficam a ganhar
Os deputados que residem num círculo diferente daquele por que foram eleitos recebem ajudas de custo, até dois dias por semana, em deslocações que efectuem ao círculo, em trabalho político. Mas também os que, em missão da AR, viajem para fora de Lisboa. No país têm direito a 67,24 euros diários ou a 162,36 euros por dia se forem em serviço ao estrangeiro.

Viagens pagas todas as semanas
Quando há plenário, a quantia para despesas de transporte é igual ao número de quilómetros de uma ida e volta semanal entre a residência do parlamentar e S. Bento vezes o número de semanas do mês (quatro ou cinco) multiplicado pelo valor do quilómetro para deslocações em viatura própria. Uma viagem ao Porto são 600 quilómetros cinco vezes num mês, dá três mil. Como o quilómetro é pago a 0,39 euros, o abono desse mês é de 1170 euros.

Viver na capital também dá abono
Os deputados que residam nos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa recebem também segundo a fórmula anterior. Os quilómetros (ida e volta) são multiplicados pelas vezes que esteve em plenário e em comissões, tudo multiplicado por 0,39 euros.

Ir às ilhas com bilhetes pagos
A resolução 57/2004 em vigor, de acordo com a secretaria-geral da AR, estipula que os eleitos pelas regiões autonómas recebem o valor de uma viagem áerea semanal (ida e volta) na classe mais elevada entre o aeroporto e Lisboa, mais o valor da distância do aeroporto à residência. Por exemplo, 512 euros (tarifa da TAP para o Funchal com taxas) multiplicados por quatro ou cinco semanas, ou seja, 2048 euros. Mais o número de quilómetros (30, por exemplo) de casa ao aeroporto a dobrar (por ser ida e volta) multiplicado pelas mesmas quatro (ou cinco) semanas do mês, e a soma é multiplicada por 0,39 euros, o que dá 936 euros. Ao todo 2980 euros.

Deslocações em trabalho à parte
Ao salário-base, ajudas de custo, abono de transporte mensal há ainda a somar os montantes pela deslocação semanal em trabalho político ao círculo eleitoral pelo qual se foi eleito. Os deputados eleitos por Bragança ou Vila Real são os mais abonados.

Almoço a menos de cinco euros
Os deputados e assessores que transitoriamente trabalham para os grupos parlamentares pagam 4,65 euros de almoço, que inclui sopa, prato principal, sobremesa ou fruta. E salada à discrição. Um aumento de 0,10 euros desde 2006. Nos bares, um café custa 25 cêntimos, uma garrafa de 1,5 litro de água mineral 33 cêntimos e uma sandes de queijo 45 cêntimos.

Imunidade face à lei da Justiça
Não responde civil, criminal ou disciplinarmente pelos votos e opiniões que emitir em funções e por causa delas. Não pode ser detido ou preso sem autorização da AR, salvo por crime punível com pena de prisão superior a três anos e em flagrante delito. Indiciado por despacho de pronúncia ou equivalente, a AR decidirá se deve ou não ser suspenso para acompanhar o processo. Não pode, sem autorização da AR, ser jurado, perito ou testemunha nem ser ouvido como declarante nem como arguido, excepto neste caso quando preso em flagrante delito ou suspeito do crime a que corresponde pena superior a três anos.

Justificações para substituição
Doença prolongada, licença por maternidade ou paternidade; seguimento de processo judicial ou outro invocado na Comissão de Ética, e considerado justificado.

Suspensão pode ir até dez meses
Pedida à Comissão de Ética, deve ser inferior a 50 dias por sessão legislativa e a dez meses por legislatura. Um autarca a tempo inteiro ou a meio tempo só pode suspender o mandato por menos de 180 dias.

JORNAL DE NOTÍCIAS | 11.02.2008
Fonte: In Verbis


Petição Pela Redução das Regalias dos Políticos Portugueses



Deputados têm ao dispor 14 BMW topo de gama.

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O modelo atitude-comportamento (alimentar) no veganismo
Decisões vistas como ponderação de vantagens e desvantagens
Na base de qualquer decisão humana está um processo de avaliações de interesses, avaliações que nem todos consideram serem feitas de forma lógica. O que se vai comer hoje, ou se alguém se considera veganista é o resultado dum processo de (re)avaliação de considerações, geralmente feito muito rápidamente mas que a longo termo nos pode levar a tomar decisões diferentes.
O que para uma pessoa é uma importante emoção é para outra apenas um devaneio irracional. Todavia podemos considerar as emoções como um factor que entra em jogo na decisão de fazer ou de não fazer algo.
Neste ensaio descrevemos o comportamento alimentar humano como colocado numa linha contínua que vai de mais, passando por menos até nenhum uso de animais. Dum lado deste contínuo encontram-se considerações egoístas, por exemplo "a carne é saborosa e saudável e por isso os animais têm de sofrer, e não me importo com isso". Do outro lado do contínuo estão as considerações altruistas do veganista que tenta usar os animais o menos possível, nem sequer de forma mínima ou mesmo indirectamente, como alguns vegetarianos ainda toleram. Muitos vegetarianos ainda bebem leite enquanto que alguns veganistas nem sequer querem fotografias se forem imprimidas usando qualquer produto animal como a gelatina.
   
Factores de maior ou menor influência na decisão
Uma desvantagem importante para os veganistas é o número mais limitado de escolhas alimentares. Uma vantagem importante é uma consciência mais limpa, o que também pode ser interpretado como uma forma de egoísmo.
Considerações de ordem espiritual e de saúde podem ser razões para abolir o uso de animais, mas podem também serem abandonadas se as convicções se mudam. Pode-se sofrer duma alergia e por isso não se comer carne. Pode-se não querer ingerir hormonas, ou comer menos gorduras. São razões egoístas que não estão realmente basedas no interesse pelo bem-estar dos animais.
Factores importantes que influenciam os processos de tomada de decisões são a informação, a responsabilidade e a eficácia. Quem não sabe o que se passa na indústria alimentar e ignora os abusos que os animais nela sofrem não se apressará a deixar de comer carne. É portanto necessário sabe-lo e compreender como a comida é produzida. Também é preciso saber que há alternativas. Quem pensa que só assim se pode produzir ou pensa que a carne é necessária para a saúde não vai começar a pensar em alternativas. 
Também é preciso que essa pessoa sinta a responsabilidade que o seu comportamento alimentar tem no sofrimento do animal. Quem não a sente pode ver as consequências negativas, mas pode bem manter o seu padrão alimentar, O mesmo é válido quanto à eficácia do comportamento. "Posso fazer algo, e isso faz alguma diferença?" são as perguntas que as pessoas se põem. O natureza massiva da cultura carnívora tende a influenciar negativamente o que o indivíduo acredita poder fazer para melhorar as condições deploráveis.
Além das avaliações das vantagens e desvantagens dum certo comportamento alimentar, também o ambiente que o rodeia é um factor que entra em jogo sob a forma de pressão social. É um factor que se torna ainda mais manifesto quando uma pessoa declara ser veganista. As pessoas podem reagir apoiando ou discordando. Este ataque não significa que as pessoas não concordam com o veganista. Também pode significar que as pessoas inconscientemente notam que os seus próprios comportamentos podiam ser melhores. Para disfarçar essa falta passam ao ataque. Por isso é difícil ,especialmente para os veganistas, avaliar correctamente as reacções dos .outros
   
Resumindo num modelo
Todas as considerações acima apresentadas pertencem ao modelo atitude-comportamento conhecido e frequentemente usado na psicologia para tornar o comportamento humano compreensível De forma esquemática, e passo a passo:
  1. O conhecimento e a compreensão do que está mal leva as pessoas a pensar ou a sentir.
  2. a. As vantagens e desvantagens do comportamento alimentar actual e das alternativas visíveis são avaliadas de forma mais ou menos consciente.
    b. A opinião de pessoas importantes que o rodeiam (p.ex. conjuge, vizinhos, pais, autoridades) é objecto de conjecturas ou é averiguada e também é considerada.
  3. Se as avaliaçòes por fim são favoráveis a um comportamento alternativo, as pessoas desenvolvem intímamente a intenção de se passarem a comportar dessa forma alternativa.
  4. Simultâneamente forma-se uma opinião pessoal sobre a responsabilidade própria e a eficácia do comportamento. Se esta opinião é positiva, há uma grande probabilidade que a pessoa modifique o seu comportamento. Se a avaliação quanto a este aspecto não fôr positiva, a pessoa muda possívelmente de convicções, mas sem as põr em prática.
  5. As pessoas que decidiram tentar o comportamento alternativo, ganham experiência com ele, e isto conduz de novo a adaptações das (avaliações das) considerações que levaram à decisão.
Concluindo: Saber da existência do que está mal na bio-indústria não conduz necessáriamente à escolha de se tornar veganista, sobretudo se a avaliação das vantagens e desvantagens fôr desfavorável. Isto pode acontecer por exemplo porque se pensa que a alimentação veganista não sabe bem, ou que o efeito é nulo, porque se tem medo da opinião dos outros, porque se acha que (primeiro) devem ser as autoridades a intervir.
   
Exercer influência nas decisões das pessoas
Para quem, sendo veganista, quer persuadir outras pessoas é importante saber a posição em que estas se encontram neste processo de decisões e quais são os seus interesses. Estará o outro bem informado? O seu comportamento é coerente e conforme as suas convicções? Se não fôr é muito provável que este se sinta hostilizado se fôr frontalmente confrontado e que passe ao ataque. Nesta caso é preciso dominar a arte de mantendo uma atitude aberta, reconhecendo as razões do outro, criar uma atmosfera em que ele sinta a segurança necessária para poder expôr as suas dúvidas.
As normas sociais e a pressão que os outros exercem influenciam tanto os jovens como os adultos, Quando o adolescente se quer demarcar dos seus pais tende a comportar-se de forma oposta à deles. Quando as relações melhoram volta geralmente a aderir aos hábitos alimentares dos pais.
"Role models" são as pessoas que podem exercer uma importante função pelo seu exemplo. A cultura juvenil conhece os "straight edgers", que são os que além duma forma de vida veganista e de forma geral moderada e partilham de certos gostos musicais. Por outro lado uma visibilidade demasiado forte pode conferir um estigma que poderá ser um travão à mudança de convicções. (um "crista de galo" geralmente não é levado a sério por um "cavalheiro") É práticamente impossível transformar alguém num veganista. É mais fácil consciencializar as pessoas de que não não se pode sem vergonha abusar dos animais. Não faz sentido tentar convencer outra pessoa a adoptar uma vida veganista se a distância ao outro fôr demasido grande.. Quanto a estes casos o veganista tem de aceitar que talvez tenha razão, e que talvez lhe dêem razão, mas que na sociedade actual muitos poucos factores existem que atraiem a um estilo de vida veganista. (Manter) uma boa dose de paciência é essencial.
 
Quando um diálogo aberto entre um veganista e um carnívoro é possível, e o carnívoro está interessado nas vantagens da vida veganista porque conhece as desvantagens de comer carne, este modelo de comunicação pode ser usado.
 
Modelo de comunicação
 
  aspecto de conteúdo  
emissor aspecto de expressãomensagemaspecto de apelo receptor
  aspecto relacional  
 
Dependendo do que se sabe que o receptor acha importante (quais são os seus interesses) é possível transmitir a mensagem duma forma mais eficaz Um carnívoro pode por exemplo preocupar-se com a sua saúde (interesse 1) ou a sua consciência (interesse 2) devido a comer carne produzida pela bio-indústria.
No caso de se querer convencer alguém que deixar de, ou passar a comer menos carne causa menos sofrimento e por consequência menos objecções de consciência, pode-se aplicar o modelo acima apresentado da seguinte forma:
 
Aplicado ao veganista que quer convencer um carnívoro a comer menos carne:
 
  
Comer carne causa problemas de consciência
  
veganista
deixar de cooperar na causa do sofrimento animal deixa-me a consciência (mais) limpa
comer carne da bio-indústria causa sofrimento animal
comer menos carne dá-me uma consciência mais limpa
 carnívoro
  
um estilo de vida veganista causa menos problemas de consciência
  
 
Importante é que a mensagem seja transmitida de forma clara e compreensível. O apelo não deve restringir demasiado ou ser sentido como uma forma de imposição. É preciso ter em conta a possibilidade de dissonância cognitiva: O carnívoro vai procurar informação e argumentos que acalmem a sua consciência, em vez de procurar auxílio para mudar o seu padrão de alimentação.
Quando se quer mudar a atitude de alguém é preciso preparar bem o que fazer
Seguem-se algumas dicas:
  • Tente descobrir quais são as ideias e opiniões centrais nas quais se baseia a atitude da pessoa. Faça uma estimação de quais são os assuntos mais melindrosos e seja cuidadoso com eles. Se não mostra qualquer compreensão pelas regras normas e opiniões que alguém considera muito importantes, é muito provável que essa pessoa se feche para si.
  • Tente descobrir quais as ideias e opiniões que a pessoa tem que se baseiam em erros factuais. Tente fazê-lo ver que está equivocado.
  • Tente descobrir em que a informação as ideias e opiniões que a pessoa tem estão baseadas. Se fôr patente que ele/a está mal informado ofereça a informação crucial que ele não tem.
  • Tente descobrir que sentimentos e emoções fazem parte da atitude da pessoa. Será que há emoções e sentimentos negativos que bloqeiam uma mudança de atitude? Tente substituir estas por emoções e sentimentos positivos (cozinhe por exemplo uma deliciosa refeição vegetariana para uma pessoa que teve uma experiência desagradável com tofu mal preparado.)
  • Se alguém tiver mesmo a intenção de modificar o seu comportamento, ma algo a impede de o fazer, tente afastar este obstáculo.
E por fim: Não deixe que o óptimo se torne o inimigo do bom. Quando alguém pressionado pela sua consciência escolhe comer carne de produção biológica é melhor não azedar a relação inistindo veementemente que a pessoa faria melhor se deixasse totalmente de comer carne.


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O modelo atitude-comportamento (alimentar) no veganismo
Decisões vistas como ponderação de vantagens e desvantagens
Na base de qualquer decisão humana está um processo de avaliações de interesses, avaliações que nem todos consideram serem feitas de forma lógica. O que se vai comer hoje, ou se alguém se considera veganista é o resultado dum processo de (re)avaliação de considerações, geralmente feito muito rápidamente mas que a longo termo nos pode levar a tomar decisões diferentes.
O que para uma pessoa é uma importante emoção é para outra apenas um devaneio irracional. Todavia podemos considerar as emoções como um factor que entra em jogo na decisão de fazer ou de não fazer algo.
Neste ensaio descrevemos o comportamento alimentar humano como colocado numa linha contínua que vai de mais, passando por menos até nenhum uso de animais. Dum lado deste contínuo encontram-se considerações egoístas, por exemplo "a carne é saborosa e saudável e por isso os animais têm de sofrer, e não me importo com isso". Do outro lado do contínuo estão as considerações altruistas do veganista que tenta usar os animais o menos possível, nem sequer de forma mínima ou mesmo indirectamente, como alguns vegetarianos ainda toleram. Muitos vegetarianos ainda bebem leite enquanto que alguns veganistas nem sequer querem fotografias se forem imprimidas usando qualquer produto animal como a gelatina.
   
Factores de maior ou menor influência na decisão
Uma desvantagem importante para os veganistas é o número mais limitado de escolhas alimentares. Uma vantagem importante é uma consciência mais limpa, o que também pode ser interpretado como uma forma de egoísmo.
Considerações de ordem espiritual e de saúde podem ser razões para abolir o uso de animais, mas podem também serem abandonadas se as convicções se mudam. Pode-se sofrer duma alergia e por isso não se comer carne. Pode-se não querer ingerir hormonas, ou comer menos gorduras. São razões egoístas que não estão realmente basedas no interesse pelo bem-estar dos animais.
Factores importantes que influenciam os processos de tomada de decisões são a informação, a responsabilidade e a eficácia. Quem não sabe o que se passa na indústria alimentar e ignora os abusos que os animais nela sofrem não se apressará a deixar de comer carne. É portanto necessário sabe-lo e compreender como a comida é produzida. Também é preciso saber que há alternativas. Quem pensa que só assim se pode produzir ou pensa que a carne é necessária para a saúde não vai começar a pensar em alternativas. 
Também é preciso que essa pessoa sinta a responsabilidade que o seu comportamento alimentar tem no sofrimento do animal. Quem não a sente pode ver as consequências negativas, mas pode bem manter o seu padrão alimentar, O mesmo é válido quanto à eficácia do comportamento. "Posso fazer algo, e isso faz alguma diferença?" são as perguntas que as pessoas se põem. O natureza massiva da cultura carnívora tende a influenciar negativamente o que o indivíduo acredita poder fazer para melhorar as condições deploráveis.
Além das avaliações das vantagens e desvantagens dum certo comportamento alimentar, também o ambiente que o rodeia é um factor que entra em jogo sob a forma de pressão social. É um factor que se torna ainda mais manifesto quando uma pessoa declara ser veganista. As pessoas podem reagir apoiando ou discordando. Este ataque não significa que as pessoas não concordam com o veganista. Também pode significar que as pessoas inconscientemente notam que os seus próprios comportamentos podiam ser melhores. Para disfarçar essa falta passam ao ataque. Por isso é difícil ,especialmente para os veganistas, avaliar correctamente as reacções dos .outros
   
Resumindo num modelo
Todas as considerações acima apresentadas pertencem ao modelo atitude-comportamento conhecido e frequentemente usado na psicologia para tornar o comportamento humano compreensível De forma esquemática, e passo a passo:
  1. O conhecimento e a compreensão do que está mal leva as pessoas a pensar ou a sentir.
  2. a. As vantagens e desvantagens do comportamento alimentar actual e das alternativas visíveis são avaliadas de forma mais ou menos consciente.
    b. A opinião de pessoas importantes que o rodeiam (p.ex. conjuge, vizinhos, pais, autoridades) é objecto de conjecturas ou é averiguada e também é considerada.
  3. Se as avaliaçòes por fim são favoráveis a um comportamento alternativo, as pessoas desenvolvem intímamente a intenção de se passarem a comportar dessa forma alternativa.
  4. Simultâneamente forma-se uma opinião pessoal sobre a responsabilidade própria e a eficácia do comportamento. Se esta opinião é positiva, há uma grande probabilidade que a pessoa modifique o seu comportamento. Se a avaliação quanto a este aspecto não fôr positiva, a pessoa muda possívelmente de convicções, mas sem as põr em prática.
  5. As pessoas que decidiram tentar o comportamento alternativo, ganham experiência com ele, e isto conduz de novo a adaptações das (avaliações das) considerações que levaram à decisão.
Concluindo: Saber da existência do que está mal na bio-indústria não conduz necessáriamente à escolha de se tornar veganista, sobretudo se a avaliação das vantagens e desvantagens fôr desfavorável. Isto pode acontecer por exemplo porque se pensa que a alimentação veganista não sabe bem, ou que o efeito é nulo, porque se tem medo da opinião dos outros, porque se acha que (primeiro) devem ser as autoridades a intervir.
   
Exercer influência nas decisões das pessoas
Para quem, sendo veganista, quer persuadir outras pessoas é importante saber a posição em que estas se encontram neste processo de decisões e quais são os seus interesses. Estará o outro bem informado? O seu comportamento é coerente e conforme as suas convicções? Se não fôr é muito provável que este se sinta hostilizado se fôr frontalmente confrontado e que passe ao ataque. Nesta caso é preciso dominar a arte de mantendo uma atitude aberta, reconhecendo as razões do outro, criar uma atmosfera em que ele sinta a segurança necessária para poder expôr as suas dúvidas.
As normas sociais e a pressão que os outros exercem influenciam tanto os jovens como os adultos, Quando o adolescente se quer demarcar dos seus pais tende a comportar-se de forma oposta à deles. Quando as relações melhoram volta geralmente a aderir aos hábitos alimentares dos pais.
"Role models" são as pessoas que podem exercer uma importante função pelo seu exemplo. A cultura juvenil conhece os "straight edgers", que são os que além duma forma de vida veganista e de forma geral moderada e partilham de certos gostos musicais. Por outro lado uma visibilidade demasiado forte pode conferir um estigma que poderá ser um travão à mudança de convicções. (um "crista de galo" geralmente não é levado a sério por um "cavalheiro") É práticamente impossível transformar alguém num veganista. É mais fácil consciencializar as pessoas de que não não se pode sem vergonha abusar dos animais. Não faz sentido tentar convencer outra pessoa a adoptar uma vida veganista se a distância ao outro fôr demasido grande.. Quanto a estes casos o veganista tem de aceitar que talvez tenha razão, e que talvez lhe dêem razão, mas que na sociedade actual muitos poucos factores existem que atraiem a um estilo de vida veganista. (Manter) uma boa dose de paciência é essencial.
 
Quando um diálogo aberto entre um veganista e um carnívoro é possível, e o carnívoro está interessado nas vantagens da vida veganista porque conhece as desvantagens de comer carne, este modelo de comunicação pode ser usado.
 
Modelo de comunicação
 
  aspecto de conteúdo  
emissor aspecto de expressãomensagemaspecto de apelo receptor
  aspecto relacional  
 
Dependendo do que se sabe que o receptor acha importante (quais são os seus interesses) é possível transmitir a mensagem duma forma mais eficaz Um carnívoro pode por exemplo preocupar-se com a sua saúde (interesse 1) ou a sua consciência (interesse 2) devido a comer carne produzida pela bio-indústria.
No caso de se querer convencer alguém que deixar de, ou passar a comer menos carne causa menos sofrimento e por consequência menos objecções de consciência, pode-se aplicar o modelo acima apresentado da seguinte forma:
 
Aplicado ao veganista que quer convencer um carnívoro a comer menos carne:
 
  
Comer carne causa problemas de consciência
  
veganista
deixar de cooperar na causa do sofrimento animal deixa-me a consciência (mais) limpa
comer carne da bio-indústria causa sofrimento animal
comer menos carne dá-me uma consciência mais limpa
 carnívoro
  
um estilo de vida veganista causa menos problemas de consciência
  
 
Importante é que a mensagem seja transmitida de forma clara e compreensível. O apelo não deve restringir demasiado ou ser sentido como uma forma de imposição. É preciso ter em conta a possibilidade de dissonância cognitiva: O carnívoro vai procurar informação e argumentos que acalmem a sua consciência, em vez de procurar auxílio para mudar o seu padrão de alimentação.
Quando se quer mudar a atitude de alguém é preciso preparar bem o que fazer
Seguem-se algumas dicas:
  • Tente descobrir quais são as ideias e opiniões centrais nas quais se baseia a atitude da pessoa. Faça uma estimação de quais são os assuntos mais melindrosos e seja cuidadoso com eles. Se não mostra qualquer compreensão pelas regras normas e opiniões que alguém considera muito importantes, é muito provável que essa pessoa se feche para si.
  • Tente descobrir quais as ideias e opiniões que a pessoa tem que se baseiam em erros factuais. Tente fazê-lo ver que está equivocado.
  • Tente descobrir em que a informação as ideias e opiniões que a pessoa tem estão baseadas. Se fôr patente que ele/a está mal informado ofereça a informação crucial que ele não tem.
  • Tente descobrir que sentimentos e emoções fazem parte da atitude da pessoa. Será que há emoções e sentimentos negativos que bloqeiam uma mudança de atitude? Tente substituir estas por emoções e sentimentos positivos (cozinhe por exemplo uma deliciosa refeição vegetariana para uma pessoa que teve uma experiência desagradável com tofu mal preparado.)
  • Se alguém tiver mesmo a intenção de modificar o seu comportamento, ma algo a impede de o fazer, tente afastar este obstáculo.
E por fim: Não deixe que o óptimo se torne o inimigo do bom. Quando alguém pressionado pela sua consciência escolhe comer carne de produção biológica é melhor não azedar a relação inistindo veementemente que a pessoa faria melhor se deixasse totalmente de comer carne.


publicado por Maluvfx às 03:43
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Os piores abusos da criação de animais em fábricas

  
Os porcos e porcas
Os porcos têm que ser mantidos no escuro cerca de 24 horas para estarem calmos.  A partir de 2002 os produtores de porcos serão obrigados a manter os porcos em pavimentos pelo menos por dois terços contínuos.  Um terço do pavimento é uma grade, para deixar o estrume esvaziar-se.  Por esta razão os porcos estão no cheiro da amoníaco o dia inteiro.  O pavimento gradeado  faz que sofram de feridas nas patas.  Como vivem quase permanente em meia ou completa escuridão  (para os manter calmos) e em jaulas muito pequenas, não estão habituados a nada e apavoram-se quando têm que ser transportados ao matadouro ou para a engorda num país distante (geralmente após 3 a 6 meses).  As piores situações são durante os transportes de longa distância. 
Sómente nos Países Baixos, cada dia aproximadamente 10,000 porcos e leitões sãotransportados ao matadouro ou para serem engordados num país distante.  Os porcos são maus viajantes. São muito sensíveis ao stress e adoecem muito fàcilmente durante a viagem.
Quando têm crias, as porcas estão entaladas entre duas barras, de modo a que não se possam voltar e cuidar dos leitões, mas apenas alimenta- los.  Isto é feito para impedir que a porca esmague os leitões, devido à falta do espaço.  Os leitões são levados à secção de desmamamento após um período de 3 a 4 semanas (em vez das 14 semanas naturais).  Na idade de aproximadamente 72 dias vão à quinta da engorda, onde 14 deles são postos num chiqueiro de 10m², geralmente num pavimento de grades sem palha.

Os machos são castrados sem anestesia, para satisfazer o mercado estrangeiro, por causa da alegada influência  das hormonas masculinas no cheiro da carne.  Este não é realmente o caso com porcos que são abatidos numa idade tão nova.
Os porcos sofrem de stress severo (sintomas por exemplo do coração e do estômago) por causa das restrições à sua liberdade de movimento.  Devido à frustração mastigam frequentemente nas redes da sua jaula.  Por sua natureza, os porcos são animais que gostam muito de brincar e são muito inteligentes.
Leia mais sobre os problemas do bem-estar dos porcos no local de CIWF (Compaixão no Mundo Pecuário).
No princípio do ano 2000, uma investigação do DAE (Serviço Holandês de Inspecções) (o serviço holandês que verifica o cumprimento da lei quanto aos animais na Holanda) mostrou que mais de 50% dos criadores de porcos violava até mesmo os regulamentos mínimos do bem- estar dos porcos e faz deliberadamente os animais sofrer.  Mais frequentemente do que não, os porcos são mantidos em cubículos muito apertados, em chiqueiros sombrios e escuros, com uma falta do material de distração. 
Mantendo os animais em gaiolas menores, os criadores de porcos podem evitar terem de comprar direitos de amoníaco.

  
As vacas leiteiras
As vacas leiteiras, em média, não vivem mais de quatro anos e meio.
Em circunstâncias normais podem viver uns trinta anos, mas o seu nível de produção diminui a partir da idade de aproximadamente seis anos.  Durante as suas vidas têm uma cria cada ano, porque esta é a única maneira de provocar a produção de leite.
A cria é removida imediatamente ou após uma semana no máximo, para impedir a formação duma ligação afectiva entre a mãe e a cria.  São mantidas em cabinas.  Estas são estruturas brancas, abobadadas, de tipo de igloo - como as  que alguns fazendeiros usam como "berçários ao ar livre".  A cabina mantem as crias isoladas umas das outras.  Nas suas primeiras oito semanas as crias têm uma tendência forte para sugar.
Como não podem beber o leite das suas mães sugariam nos corpos das outras crias.
10% das vacas têm que permanecer no estábulo a vida inteira, para obter um nível mais elevado da produção.  Se os fazendeiros não forem obrigados legalmente a levar os animais ao prado uma parte do ano, pelo ano 2015 (como esperado), 75% de todas as vacas nos Países Baixos serão sempre mantidas dentro de portas.
As crias cujo único destino é nascer para provocar a lactação das suas mães e que são escolhidas para a produção da carne, na sua maior parte alcançarão apenas a idade de 6 meses.  Alguns machos são reservado para viver mais tempo, porque alcançam o seu peso ideal para serem abatidos numa idade mais avançada (cerca de um ano e meio).
Em alguns países (p. ex. França, Alemanha, Bélgica) as crias são exportados com a idade de aproximadamente 2 semanas para serem criadas em quintas especializadas (p. ex. nos Países Baixos).
Algumas crias são colocadas em cabinas, caixas separadas ou as gaiolas toda a sua curta vida, algumas são mantidas até mais tarde em caixas pequenas.  As gaiolas são pouco maiores do que a própria vitela .  Após duas semanas a vitela já não se pode voltar na caixa pequena.  Desta maneira, os músculos da vitela não têm a possibilidade de se desenvolverem e a sua carne permanece macia.  Durante este cativeiro, a vitela não consume nenhum alimento verde, mas é alimentada com substitutos de leite com muita gordura e com gradualmente menos ferro e fibras, para manter a carne sem sangue (branca). 
Os animais frequentemente mastigam as grades das suas gaiolas e lambem nos pregos ou na sua própria pele, tentando assim obter algum ferro.
Imediatamente antes de serem abatidas, sofrem de anemia severa, têm diarreia crónica e são assim tão pouco saudáveis, que este tratamento faria que morressem eventualmente mesmo se não fossem abatidas.  As gaiolas deverão ser proibidas em 2004 na Europa.
  
Quando os pintos saem dos seus ovos na incubadora, são transportados para uma quinta de poedeiras ou de engorda, dependendo isto da sua raça e sexo.  Os pintos machos são 'inúteis' e são matados com dióxido de carbono num saco de plástico ou despedaçados.  Os pintos que vão para a bateria viverão num barracão com longas fileiras de gaiolas feitas do arames, com três ou mais andares por cima.  Os animais vivem em gaiolas pequenas, 4 galinhas atulhadas em cada;  as gaiolas têm uma dimensão de 45x50cm (como um monitor dum computador).  põem os seus ovos nos arames e não podem sequer abrir as asas.  Em consequência desta situação aflitivado debicam- se.  É para evitar isso que os seus bicos são queimados (sem anestesia).  As galinhas não têm um poleiro para dormirem e são forçadas a um ritmo disrompido de dia e noite, para as forçar a porem tantos ovos como possíveis. 
Piores ainda são as condições dos gansos e patos para a engorda:  alimentação forçada para "foie-gras" (rm-vídeo).
As galinhas de bateria vivem aproximadamente um ano, puseram entretanto uns 300 ovos e a única finalidade que lhes resta  é servir para sopa da galinha.  Veja também os fragmentos curtos de video.
Os pintos para a engorda vivem aproximadamente 6 semanas, e são então abatidos.  Neste curto período crescem de forma extremamente rápida de pintainho a galinha semi-crescida por meio de alimento especial.  A recolha das galinhas engordadas para a matançaSe vivessem  por mais tempo nestas circunstâncias, acabariam pesando demasiado e desta forma  morreriam Quando têm que ser transportados ao matadouro são pressionadas violentamente em grades, com uma grande possibilidade  de fracturas das asas e das patas. Nestas circunstâncias cheias de stress são transportadas em camiões semi-abertos até ao matadouro.  Para impedir que as galinhas tenham mais fracturas e que sangrem, muitos matadouros de aves domésticas usam uma tensão elétrica mais baixa para atordoar os frangos do que a que é legalmente obrigatória.  A carne destes frangos é vendida como carne de galinha, o que constitui um engano e crueldade. 
Na criação comercial dos perus, os animais são mantidos aos milhares num espaço pequeno e escuro.  Isto conduz frequentemente a agressões, problemas nas patas, stress, bicar de penas e a canibalismo.  Por causa da maneira intensiva de criação, não é incomum que na primeira semana de suas vidas, 40% dos perus morram!  O fim desta actividade é engordar tão rapidamente os perus como possível.  A política de produção está focada na velocidade rápida de crescimento.  Uma consequência radical desta selecção é o facto de ser impossível para estes animais copularem duma forma natural.  Os perus são demasiado pesados.  As peruas só podem ser fertilizadas por inseminação artificial.
Na Primavera os animais novos nascem nas gaiolas.  Após sete meses (quando os animais têm a sua pelagem de inverno) são mortas e esfoladas.  Durante as suas curtas vidas, os animais vivem em gaiolas que são demasiado pequenas.  Não podem correr, esconderem-se ou fugir.  Não têm nenhuma água para nadarem ou para pescarem.  Têm somente um bebedouro na sua gaiola.  As martas são predadores selvagens, e têm as mesmas tendências que as suas congéneres que vivem no estado natural.
Não é nenhuma surpresa que este tédio e frustração as enlouqueça.  Isto é demonstrado pelo comportamento  anormal que as martas desenvolvem.  Este comportamento consiste na repetição contínua de movimentos inúteis (pode ser comparado com o dos predadores que vivem em  maus jardins zoológicos, dão voltas continuamente para a frente e para trás).  Além disso, as martas mordem frequentemente na sua própria cauda ou pele.  Andam frequentemente em circulos ou giram constantemente com as suas cabeças em torno da torneira do bebedouro.
Os coelhos não são nada mais que materiais descartáveis.  Quando uma coelha já não pode ter sete criações por ano é posta de parte.  A percentagem da substituição é de cerca de 90%!  Além disso, anualmente aproximadamente 55% deles morrem por doenças.  Isto significa que há uma percentagem da substituição da coelha de 145%!  Há também uma taxa de morte elevada entre coelhos novos;  aproximadamente 15% das crias morrem antes serem afastados das suas mães.  Após isso, aproximadamente 10% delas morre.  Estas são figuras horríveis, causadas na maior parte pelo péssimo alojamento dos animais na criação intensiva do coelho. 
O transporte internacional de animais
Na nossa página de video são expostos todos os abusos durante os transportes internacionais, que duram dias.  Animais como os carneiros são transportados da Inglaterra para p. ex. a Grécia, onde são abatidos sem anestesia.  Os cavalos e os burros da Lituânia são abatidos na Itália.  Os porcos da Holanda são transportados também para países estrangeiros, p. ex. à Itália do Norte para lá serem abatidos - este único facto  fazendo que assim a sua carne retorne ao mercado holandês com a qualificação culinária de "Presunto de Parma".
Para impedir que vomitem nos camiões, os animais frequentemente não recebem nenhum alimento no dia antes ao qual são postos em transporte.
Os animais são forçados dos estábulos escuros ao camião, duma maneira muito rude.  Mesmo antes do princípio da viagem os animais já estão muito perturbados.  Na maior parte dos países  do Sul da Europa, os animais são abatidos sem anestesia ou sendo esta insuficiente.  Mas também nos matadouros na Holanda muitas galinhas sofrem esse destino. 
Também a matança ritual pelos Muçulmanos é feita frequentemente sem anestesia, o que faz que os animais sofram. 
 
A indústria pesqueira
Os golfinhos ficam presos frequentemente nas redes que têm um comprimento de algumas milhas, e não conseguem escapar à morte por afogamento lento.
Os mares são quase esvaziados e o que resta completamente perturbado .  Neste momento a quantidade total dos peixes na Terra é 50% do que costumava ser há algumas décadas.  O peixe  não é somente pescado;  é produzido também.  Alguns peixes, como os salmões, são criados em tanques flutuantes muito grandes;  esta maneira de produzir parece exactamente igual à criação em fábricas com todas suas desvantagens. 

Quando os pescadores usam redes de arrasto, não são sómente os peixes desejaveis que são pescados.  Mais do que 70% do pescado é atirado ao mar, porque os peixes são demasiado pequenos para a venda legal , ou porque a quota permitida foi alcançada, ou apenas porque o peixe não é interessante, comercialmente falando. 
Os peixes que são devolvidos ao mar já foram mortos frequentemente por esmagamento, sufocados, ou morreram doutra maneira.  Quem não está ainda chocado com o sofrimento dos peixes durante a pesca, pode referir-se à pesca adicional por exemplo de mamíferos como os golfinhos, que são pescados frequentemente na rede do atum.  As redes de arrastão destroem o fundo do mar, com a  consequência que o sistema ecológico fica completamente desiquilibrado, e perdido por muito tempo. 
http://www.animalfreedom.org/portuguese/informacao/abusos.html


publicado por Maluvfx às 03:28
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