Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.
Domingo, 30 de Outubro de 2011
Corrida de Touros à Portuguesa
Na corrida de touros à portuguesa os cavaleiros vestem-se com trajes do século XVIII e os forcados vestem-se como os rapazes do fim do século XIX. Foi no tempo de Filipe III que foram introduzidos na arena, pela primeira vez, os coches de gala.


Cortesias


As cortesias marcam o início da corrida de touros à portuguesa. No início da corrida todos os intervenientes (cavaleiros, forcados, bandarilheiros, novilheiros, campinos e outros intervenientes) entram na arena e cumprimentam o público, a direcção da corrida e figuras eminentes presentes na praça. Nas corridas de gala à antiga portuguesa a indumentária é de rigor e na arena desfilam coches puxados por cavalos luxuosamente aparelhados.



Lide a cavalo


Todo o decorrer da corrida de touros à portuguesa consiste na "lide" de seis touros, habitualmente. Cada um dos touros é lidado por um cavaleiro tauromáquico, que tem um determinado tempo durante o qual poderá cravar um número variável de farpas compridas (no início), curtas e de palmo (ainda mais pequenas) no dorso do animal.



Lide a pé


Os touros podem alternativamente ser "lidados" por um toureiro a pé (embora isto seja menos comum nas touradas portuguesas), que também crava as bandarilhas, um par em simultâneo, no dorso do touro. Outra faceta da lide a pé envolve o uso de uma pequena capa (a muleta) e de um estoque. Em Portugal é proibida a morte do touro na praça (com excepção da vila de Barrancos), mas noutros países a lide a pé culmina na morte, por estocada, do animal.



Pega


Após a lide do touro pelo cavaleiro tauromáquico é comum entrar em cena o bandarilheiro que efectua algumas manobras com um capote posicionando o touro para a pega. De seguida entram em cena os forcados. Os forcados são um grupo amador que enfrenta o touro a pé com o objectivo de conseguir imobilizar o touro unicamente à força de braços. Oito homens entram na arena, sendo o primeiro o forcado da cara, seguindo-se os chamados ajudas, primeiro e segundo ajuda (os mais determinantes) e demais forcados que também ajudam na pega, terminando no rabejador que segura no rabo do touro, procurando deter o avanço do animal e fixá-lo num determinado local para quando os seus ajudantes o largarem este não invista sobre eles. A pega é consumada quando o forcado da cara se mantenha seguro nos cornos do touro e este seja detido e imobilizado pelos seus companheiros. Nas touradas em que os touros são lidados a pé não existe pega.


Críticas

Grupos de defesa dos direitos animais criticam a prática da tourada, pois consideram-na um acto de crueldade sem justificação que não se insere dentro das tradições humanistas.

Em Portugal, quatro autarquias proibiram a realização de touradas nos seus concelhos, Viana do Castelo, Braga, Cascais e Sintra.
Na Espanha, o Estado onde as touradas são mais tradicionais, existem zonas nas que estão proibidas. Em primeiro lugar foram as Ilhas Canárias, com a aprovação em 1991 da Lei de Protecção de Animais e, duas décadas depois, em julho do 2010, o parlamento de Catalunha aprovou uma Iniciativa Legislativa Popular - com 180 000 adesões - que proibia estas práticas, com a excepção dos Bous al Carrer.


No Brasil até o século XX

Porto Alegre teve tanto corridas de touros como touradas em praça de touros situada no Campo da Redenção, que hoje abriga parque de mesmo nome. Com cavaleiros, bandarilheiros, forcados e pega, assim como pantomimas tauromáquicas, eram consideradas eventos sociais, recreativos e artísticos, atraindo humildes e abonados.

A informação disponível não permite saber se o animal era sacrificado na apresentação.

Havia praças de touros em São Paulo, Santos, Cuiabá, Curitiba, Salvador e no Rio de Janeiro, então capital nacional. Nela em 1922, dentre as festividades do centenário da independência, realizaram-se touradas com registro cinematográfico.

Foram proibidas em 1934 por Getúlio Vargas, juntamente com as rinhas de galo


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Como é uma tourada?
TouradaCorrida de touros, Barcelona (c.1890) A tourada é um espectáculo tradicional de Portugal, Espanha e França, bem comum de alguns países da América Latina: México, Colômbia, Peru, Venezuela e Guatemala. O essencial do espectáculo consiste na lide de touros bravos através de técnicas conhecidas como arte tauromáquica.


História
Na cultura da Península Ibérica, o Circo de Termes parece ter sido um local sagrado onde os celtiberos praticavam o sacrifício ritual dos touros. A estela de Clunia é mais antiga representação do confronto de um guerreiro com um touro.

As representações taurinas de variadas fontes arqueológicas encontradas na Península Ibérica tais como os vasos de Líria, as esculturas dos Berrões, a bicha de Balazote ou o touro de Mourão estão quase sempre relacionadas com as noções de força, bravura, poder, fecundidade e vida que simbolizam o sentido ritual e sagrado que o touro ibérico teve na Península.

A palavra tauromaquia é oriunda do grego ta???µa??a - tauromachia (combate com touros). O registo pictórico mais antigo da realização de espectáculos com touros remete à ilha de Creta (Knossos). Esta arte está presente em diferentes vestígios desde a antiguidade clássica, sendo conhecido o afresco da tourada no palácio de Cnossos em Creta.

A maior praça de touros do mundo é a "Plaza de Toros México" localizada na cidade do México e a maior praça europeia é a "Plaza de Toros de las Ventas", em Madrid. Numa tourada, todos os touros têm pelo menos quatro anos de idade. Quando os touros lidados ainda não fizeram os 4 anos diz-se que é uma novilhada.

A lide varia de país para país, em Portugal tem duas fases: a chamada lide a cavalo ou menos corrente a lide a pé e posteriormente a pega. A primeira é levada a cabo por um cavaleiro, lidando o touro. A lide consiste na colocação de ferros, ditos farpas, de tamanhos variáveis, começando com ferros longos e culminando frequentemente com ferros muito curtos, ditos "de palmo".

Em Portugal as touradas foram proibidas no tempo do Marquês de Pombal, após uma em que faleceu uma grande figura nobiliárquica estimada pelo monarca D. José. Voltaram a ser permitidas anos mais tarde, mas sendo proibidos os chamados touros de morte, onde o touro não pode ser morto em praça pública. Em 2002 a lei foi alterada para permitir os touros de morte em locais justificados pela tradição, como na vila de Barrancos.

Júlio César durante a exibição do venatio introduziu uma espécie de "tourada", onde cavaleiros da Tessália perseguiam diversos touros dentro de uma arena, até os touros ficarem cansados o suficiente para serem seguros pelos cornos e depois executados. O uso de uma capa, num confronto de capa e espada com um animal, numa arena, está registado pela primeira vez na época do imperador Cláudio.


publicado por Maluvfx às 09:55
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Como é uma tourada?
TouradaCorrida de touros, Barcelona (c.1890) A tourada é um espectáculo tradicional de Portugal, Espanha e França, bem comum de alguns países da América Latina: México, Colômbia, Peru, Venezuela e Guatemala. O essencial do espectáculo consiste na lide de touros bravos através de técnicas conhecidas como arte tauromáquica.


História
Na cultura da Península Ibérica, o Circo de Termes parece ter sido um local sagrado onde os celtiberos praticavam o sacrifício ritual dos touros. A estela de Clunia é mais antiga representação do confronto de um guerreiro com um touro.

As representações taurinas de variadas fontes arqueológicas encontradas na Península Ibérica tais como os vasos de Líria, as esculturas dos Berrões, a bicha de Balazote ou o touro de Mourão estão quase sempre relacionadas com as noções de força, bravura, poder, fecundidade e vida que simbolizam o sentido ritual e sagrado que o touro ibérico teve na Península.

A palavra tauromaquia é oriunda do grego ta???µa??a - tauromachia (combate com touros). O registo pictórico mais antigo da realização de espectáculos com touros remete à ilha de Creta (Knossos). Esta arte está presente em diferentes vestígios desde a antiguidade clássica, sendo conhecido o afresco da tourada no palácio de Cnossos em Creta.

A maior praça de touros do mundo é a "Plaza de Toros México" localizada na cidade do México e a maior praça europeia é a "Plaza de Toros de las Ventas", em Madrid. Numa tourada, todos os touros têm pelo menos quatro anos de idade. Quando os touros lidados ainda não fizeram os 4 anos diz-se que é uma novilhada.

A lide varia de país para país, em Portugal tem duas fases: a chamada lide a cavalo ou menos corrente a lide a pé e posteriormente a pega. A primeira é levada a cabo por um cavaleiro, lidando o touro. A lide consiste na colocação de ferros, ditos farpas, de tamanhos variáveis, começando com ferros longos e culminando frequentemente com ferros muito curtos, ditos "de palmo".

Em Portugal as touradas foram proibidas no tempo do Marquês de Pombal, após uma em que faleceu uma grande figura nobiliárquica estimada pelo monarca D. José. Voltaram a ser permitidas anos mais tarde, mas sendo proibidos os chamados touros de morte, onde o touro não pode ser morto em praça pública. Em 2002 a lei foi alterada para permitir os touros de morte em locais justificados pela tradição, como na vila de Barrancos.

Júlio César durante a exibição do venatio introduziu uma espécie de "tourada", onde cavaleiros da Tessália perseguiam diversos touros dentro de uma arena, até os touros ficarem cansados o suficiente para serem seguros pelos cornos e depois executados. O uso de uma capa, num confronto de capa e espada com um animal, numa arena, está registado pela primeira vez na época do imperador Cláudio.


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Sábado, 29 de Outubro de 2011
Veganismo
Veganismo é uma filosofia de vida motivada por convicções éticas com base nos direitos animais, que procura evitar exploração ou abuso dos mesmos, através do boicote a atividades e produtos considerados especistas.

O termo inglês vegan (pronuncia-se vígan) foi criado em 1944, numa reunião organizada por Donald Watson (1910 - 2005) envolvendo 6 pessoas (após desfiliarem-se da The Vegetarian Society por diferenças ideológicas), onde ficou decidido criar uma nova sociedade (The Vegan Society) e adotar um novo termo para definir a si próprios.
Trata-se de uma corruptela da palavra "vegetarian", em que se consideram as 3 primeiras letras e as 2 últimas para formar a palavra vegan.
Em português se consideram as três primeiras e as três últimas letras (vegetariano), na formação do termo vegano (s.m. adepto do veganismo - fem. vegana).

Ideologia

Os veganos boicotam qualquer produto de origem animal (alimentar ou não), além de produtos que tenham sido testados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos de manufactura.
Para o vegano, animais não existem para os humanos, assim como o negro não existe para o branco nem a mulher para o homem. Cada animal é dono de sua própria vida, tendo assim o direito de não ser tratado como propriedade (enfeite, entretenimento, comida, cobaia, mercadoria, etc). Dessa forma veganos propõem uma analogia entre especismo, racismo, sexismo e outras formas de preconceito e discriminação.
Preferem usar os termos "animais não-humanos" ou "seres sencientes", em vez de "irracionais".
Muito importante diferenciar a ideologia vegana da dieta vegetariana. Veganismo não é dieta, mas sim uma ideologia baseada nos direitos animais, que obviamente pressupõe uma alimentação estritamente vegetariana.

Vestuário, adornos, etc
Artigos em peles, couro, lã, seda, camurça ou outros materiais de origem animal (como adornos de pérolas, plumas, penas, ossos, pêlos, marfim, etc) são preteridos, pois implicam a morte e/ou exploração dos animais que lhes deram origem. Sendo assim, um vegano se veste de tecidos de origem vegetal (algodão, linho, etc) ou sintéticos (poliéster, etc), mantendo o cuidado de não exagerar com consumismos que também, mesmo que indiretamente, geram degradação/negação aos animais.

Alimentação
Excluem da sua dieta carnes, gelatina, lacticínios, ovos, mel e quaisquer alimentos de origem animal. Consomem basicamente cereais, frutas, legumes, vegetais, hortaliças, algas, cogumelos e qualquer produto, industrializado ou não, desde que não contenha nenhum ingrediente de origem animal.

Medicamentos, cosméticos, higiene e limpeza
Evitam o uso de medicamentos, cosméticos e produtos de higiene e limpeza que tenham sido testados em animais. Não tomam vacinas ou soros, mas podem violar os princípios veganos quando alternativas não estiverem disponíveis, ou em caso de emergência ou urgência. Alguns optam pela fitoterapia, homeopatia ou qualquer tratamento alternativo.
O vegano defende o surgimento de alternativas para experiências laboratoriais, como testes in vitro, cultura de tecidos e modelos computacionais.
São divulgadas entre a comunidade vegana extensas listas de marcas e empresas de cosméticos e produtos de limpeza e higiene pessoal não testados em animais.

Entretenimento
Circos com animais, rodeios, vaquejadas, touradas e jardins zoológicos, também são boicotados pois implicam escravidão, posse, deslocamento do animal de seu habitat natural, privação de seus costumes e comunidades, adestramento forçoso e sofrimento.
Não caçam, não promovem nenhum tipo de pesca, e boicotam qualquer "desporto" que envolva animais não-humanos. Muitos seguem o princípio político da não-violência.

Dia Mundial Vegano

O dia 1 de Novembro é marcado pelo Dia Mundial Vegano ("World Vegan Day", em inglês), que é comemorado desde 1994, quando a Vegan Society da Inglaterra comemorou 50 anos de criação.
Em 2004 o evento marcou o 60º aniversário da sociedade, e o 10º aniversário do feriado.


publicado por Maluvfx às 16:39
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1 de Novembro - Dia Mundial do Veganismo
O mundo tem comemorado o Dia Mundial do Veganismo a 1 de Novembro, desde o quinquagésimo aniversário da Vegan Society (Sociedade Vegana do Reino Unido) em 1994. Desde essa data que a cada ano se realizam mais e maiores celebrações, sobretudo no Reino Unido.

O veganismo vai muito além da alimentação, pois os seus seguidores não excluem apenas os produtos de origem animal da dieta (carne, peixe, ovos, leite, mel), mas também o uso de produtos derivados de animais (roupa, cosméticos, artesanato) ou de produtos testados em animais (cosméticos, medicamentos). Os veganos são ainda contra todo o tipo de exploração animal: touradas, circos com animais, caça, pesca, jardins zoológicos, etc.
Para saber mais sobre a filosofia vegana, lê o artigo.

Nos últimos anos o número de veganos tem aumentado em todo o mundo. Para muitos o vegetarianismo passou a ser apenas um degrau intermédio, que permite fazer a transição entre a dieta omnívora e o veganismo.
Tal como preconiza a Vegan Society, também os veganos defendem que a sua filosofia de vida pode fazer a diferença para a saúde, as pessoas, os animais e o meio ambiente.


Para divulgar o Dia Mundial do Veganismo, a Vegan Society criou inclusive uma página - World Vegan Day dedicada a essa data. Divulgam-se actividades que se realizam em todo o mundo para comemorar esse dia, há um fórum para partilhar ideias, disponibiliza-se material para divulgação do veganismo, entre outras coisas.


Para que possas festejar este dia da melhor forma, deixamos-te algumas ideias:
- divulga este dia em sítios, listas de correio electrónico e fóruns;
- organiza um piquenique vegano;
- organiza uma festa vegana;
- promove uma competição desportiva (futebol, voleibol, natação, atletismo) entre veganos ou aberta a todos;
- organiza palestras ou conferências sobre o veganismo;
- mostra um filme “amigo do veganismo” num local público;
- “veganiza” as receitas tradicionais da tua zona e divulga-as pelos teus amigos e familiares;
- prepara um jantar especial e convida os teus amigos;
- prepara um folheto a explicar o que é o veganismo e distribui em locais públicos;
- dá a conhecer esta data em meios de comunicação social.

Referências:
WorldVeganDay
Vegan Society
Sociedade Vegan - Portugal


publicado por Maluvfx às 16:27
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As verborreias de Chaubet
27 Outubro 2011 12:35
Os "Quixotes" não desistem. Nós também não.

Todos temos direito de nos expressar livremente.
Quem nos ler ou ouvir, é que pode considerar se o fazemos dizendo patetices, se somos, ou não, pretensiosos, provocadores, oportunistas, se sentimos, ou não, com sinceridade o tema que abordamos. Se é somente dar nas vistas o que procuramos. Por essa razão nunca liguei aos sites anti-taurinos existentes na net.

Todavia um amigo sugeriu-me que lhes desse atenção. " Tu, eu, e todos os que gostam de touradas são apelidados de pedófilos, torturadores, selvagens, cavernícolas, bestas humanas - sádicos - bombistas (!!!) - canibais(!?) - representantes da extrema direita - tauricídas (neologismo bem achado talvez já presente no novo acordo ortográfico)) - sinistros - criminosos - vergonhosos - labregos - sanguinários - bacocos - nazis - vândalos - gente do tempo da pedra lascada - ignominiosos ( título que por pouco vulgar é igualmente de apreciar) - talibãs - bárbaros, etc., etc." - Pelos vistos pouparam-nos as mães que, nestas circunstâncias, costumam ser chamadas à baila. Sempre depreciativamente. Claro. Lindos meninos!

Tendo simpatia e consideração por muitos anti-touradas, conhecendo a sua educação e nível intelectual, não acredito que tal linguagem, baixa e agressiva, lhes pudesse ser, atribuída. Esta, é outra gente.

Assim, com a tolerância que a idade e experiência de vida me deram, comecei por encarar com humor e indiferença estes exageros, objetivamente, ofensivos. São jovens Senhor! Perdoai-lhes. Disse para mim mesmo com bonomia.

A não ser os dois termos mais rebuscados que salientei, todos os outros já foram utilizados por mim. Quando era jovem e em circunstâncias extremas. Com uma diferença, disse-os cara a cara. Pessoalmente. É verdade que não havia Internet mas, mesmo que houvesse, numa circunstância destas, o meu "ADN" impedia-me de a utilizar. Marialvices... dirão. Pois que sejam... Cobardia é que não é.

Chamada a minha atenção para os sites anti-taurinos, logo me lembrei, como já disse, e espero que o de La Mancha, o imortal Cavaleiro da Triste Figura me perdoe, de apelidar os "anti", de "Quixotes". .

Montados no Rocinante, que será o padecimento do toiro. Pindéricas mas sempre ruidosas e coreografadas manifestações anti-taurinas à porta das praças, funcionando como lança. A P.S.P. delimitando um espaço para os "Quixotes", simboliza o fiel escudeiro Sancho Pança que tudo fazia para desculpar os disparates do seu amo.

Pois dizem os "Quixotes", no site onde se lia "TOURADAS SÓ NA CAMA" (frase infeliz -pelo menos-que após a ter denunciado, saiu do site) referindo-se a uma iniciativa da PRÓ-TOIRO: "Nós já conhecemos todas as justificações que apresentam". Pois os taurinos dizem o mesmo da argumentação dos "Quixotes".

Os do "TOURADAS SÓ NA CAMA" têm até o desplante de desafiar os taurinos a manifestarem-se. A responderem às suas provocações que parecem estarem gravadas numa cassete. Sempre iguais.
O curioso é que, avisam, para fazer o comentário é preciso conta do google e o mesmo ser pré-visualizado. Depois, com o maior descaramento, dizem que os taurinos não respondem por recear os do "TOURADAS SÓ NA CAMA". Por mim tentei, não dentro dos moldes capciosamente impostos, é verdade, mas o meu texto foi recusado.
Afinal quem tem medo?

Brevemente irei falar sobre a bandeira que serve de capa aos "Quixotes", aos "anti", os tais maus tratos infligidos aos toiros. Não o faço agora por ir já longa a "conversa".

Porém uma última coisa. O site ex- "TOURADAS SÓ NA CAMA", está sempre a insistir para que se justifiquem os espetáculos tauromáquicos cientificamente. O que os taurinos não são capazes de fazer. Dizem.

Também eu tenho pedido que me expliquem, científica ou logicamente, qual a razão porque o toiro não reage como os outros animais. Não foge quando lhe espetam as bandarilhas ou lhe cravam as puyas. Até vai ao seu encontro. Será masoquismo como já perguntei?. Será que os do elegante e extinto dito "TOURADAS SÓ NA CAMA " me podem explicar este insólito comportamento?

Os taurinos têm uma explicação. Aliás já a apresentei. Até aqui nenhum dos sites "anti" a contestou. O que me deixa, simultaneamente, vaidoso e desiludido. Afinal quem responde ao cite? Depois de nos terem insultado, chamado tantos nomes desagradáveis ninguém arranca? Ninguem sai do burladero?



21 Outubro 2011 09:15
BOFETADA DE LUVA BRANCA

Dia 13 de outubro, os taurinos, deram valente bofetada, de luva branca, aos anti-taurinos, os persistentes "Quixotes".

A SRUCP, toureiros, forcados, ganaderos, autoridades tauromáquicas,o cornetim, pessoal dos curros e de arena, a banda, enfim, todos colaboraram graciosamente num evento com objectivos humanitários. Angariar fundos para que a fundação de solidariedade social L.VIDA, pudesse continuar a prestar assistência a uma zona de Moçambique onde a fome se faz sentir intensamente.
A ideia do evento partiu de Helena Ribeiro Telles, Presidente da Fundação L.Vida. Sem ser essa a finalidade, serviu no entanto, para se avaliar a boa formação da FAMÍLIA TELLES, os seus bons sentimentos. Conhecendo bem o seu patriarca, foi grande satisfação verificar que as suas qualidades perduravam em toda a sua descendência. Helena, António,Manuel e João Ribeiro Telles, seus filhos e seus netos, em boas maneiras e sentimentos, mostrarm-se à sua altura.
O prestígio de que desfruta o nome Ribeiro Telles, encontrou eco na pronta disponibilidade de Ruiz Miguel, toureiro espanhol de invulgar carreira. Mostrando o prazer com que colaborava num projecto solidário, não contente com a primeira actuação, dispôs-se a tourear mais um ( OLÉ!). Vítor Mendes nome grande da nossa Tauromaquia, sempre presente em acções deste tipo e Pedrito de Portugal, deram concretização ao projecto. O público, quase esgotando a praça, compensou bem todo o esforço feito: CONSEGUIU-SE GANHO SUFICIENTE PARA, DURANTE 24 MESES; ALIMENTAR 250 CRIANÇAS DE MOÇAMBIQUE.

Bastava este facto anunciado aos microfones para TODOS -assistentes e artistas saírem satisfeitos e orgulhosos do que tinham feito, mas foi um espectáculo calmo e agradável o que também ajudou. Assistiu-se até a mais um pormenor sensibilizante. Quando João Ribeiro Telles foi convidado pelo filho a cravar um ferro. Bom bonito de ver. Para mais o ferro foi bem cravado. À antiga.
Ora enquanto tudo isto se processava, em frente à praça de toiros, a turba do costume provocava e insultava quem se dirigia ao espectáculo, apesar deste ter uma finalidade beneficente.Estarão os animais acima dos humanos? Pode não se acudir ao sofrimento de crianças para se evitar o sofrimento dos toiros? ( sofrimento de que falaremos noutra ocasião e que é mais imaginado que real).
O sucesso do espectáculo foi uma autêntica bofetada de luva branca para esses irresponsáveis e praguejantes "Quixotes". Embora sem muita esperança, espero que tenham aprendido alguma coisa com este exemplo. Pelo menos a não serem tal agressivos e mal criados


15 Outubro 2011 23:46
Ainda os Quixotes

Continuando a minha peregrinação pelos sites pró e anti taurinos, verifico que da parte destes últimos há uma atitude de desafio, de desejo de confrontação que, mesmo não tendo razão, seria salutar se processada nos moldes éticamente exigíveis.

Todos temos direito a defender as nossas ideias, tomando porém o cuidado de não ultrapassarmos os limites da boa educação.Até porque, causas nobres,como aquela que os anti-touradas abraçaram evitar o sofrimento de um animal - num país de bons costumes e gente boa é sempre bem recebida.

No entanto não é por apelidar de assassinos, cobardes, sanguinários, torturadores, sádicos, vampiros, e outros nomes do mesmo quilate, que os anti-touradas ganham a "batalha". Pelo contrário.

Este comportamento, se não tem feito perder aderentes, pelo menos não atrai outros. São sempre os mesmos "quase" trinta ou, quando muito, quarenta elementos, que vejo à porta das praças a provocar os aficionados. Vejo-os tantas vezes que, mentalmente, até já os cumprimento.

Depois, as coreografadas manifestações com gente despida coberta de sangue, um individuo amarrado a um poste indiciando ser alvo de tortura, um homem de gatas com um ferro nas costas, vomitando sangue, simulando o sofrimento do toiro e outras no género, são imagens imaginativas e realmente agressivas. Todavia só servem para folclore. Para dar nas vistas.

São estes patéticos e folclóricos expedientes, com o seu quê de ridículo, que me fizeram lembrar o imortal cavaleiro que ficou conhecido pelo da " TRISTE FIGURA". Analogia que me levou a apelidar de QUIXOTES estes contestatários. É pena porém, que um problema destes seja tratado de forma tão leviana e superficial. Vamos pois a coisas sérias.

Os Quixotes, têm como base da sua contestação às touradas, o sofrimento dos toiros. Outras razões invocam, mas esta é a que lhes dá força e, perante os ingénuos e crédulos que os vêem, um certo coeficiente de simpatia, julgando que as atitudes que os Quixotes tomam, são motivadas por sentimentos humanitários.

Não! existe mais desejo de exibição e protagonismo que tais sentimentos. É pois essa máscara que, como taurino, tentarei desmistificar. Mostrar o aproveitamento oportunista que é feito de casos pontuais, como deturpam a realidade, dando-lhes uma falsa interpretação. Também, a forma agressiva e ditatorial como os Quixotes querem impor o seu ponto de vista, não hesitando em recorrer à calunia e má educação.

Explicam essa atitude, com a respeitável e altruísta declaração de que é a dor que os taurinos infligem ao toiro que os motiva. Conseguem assim, manhosamente, aliciar os menos atentos ou esclarecidos. Isto porque, na verdade, estão longe de serem altruístas os sentimentos que os inspiram. Inveja e frustração, estão na génese de todo o seu procedimento.

É um espetáculo de élites, cruel, bárbaro, sanguinário. Dizem. Recentemente, demonstrando a vitalidade e aceitação e força do espetáculo tauromáquico, a lotação das praças do Campo Pequeno e Vila Franca de Xira esgotou. Isto apesar das encarniçadas campanhas anti-touradas dos Quixotes.

Quererá isto dizer que a élite nacional é mais numerosa que se pensa? Depois, com opiniões desbocadas e precipitadas, classificando de forma hostil os que vão às touradas, se eles lhes ligassem, não os estariam a ofender? Onde estão as boas maneiras que pessoas tão preconceituosas é suposto terem?

Os Quixotes dizem, com ar de censura, que a tourada existe por ser uma fonte de rendimento para alguns. Esses alguns não são só os que vêm anunciados em grandes parangonas nos jornais.São centenas de profissionais e famílias. Mas isto não vale a pena contestar. É demasiado superficial. Aliás agrava-se quando sugerem que esses profissionais podiam arranjar outra coisa para trabalhar. Com estas ilações, dá para perguntar de onde vieram estes extra terrestres. Em que país ou mundo viviam. Não há pachorra!

Outra: "espetáculo aleatório que incita à violência". É raríssimo verem-se desacatos nas praças de toiros. E a prova de que os aficionados estão imunes a esse pretenso incitamento à violência, está no facto de não reagirem às as provocações que os Quixotes lhes fazem. Ignoram-nos.(para desespero destes...)

Não! O que incita os Quixotes, não são sentimentos nobres. É sim Inveja pelo que os toureiros ganham e pelo protagonismo que adquirem. Frustação por não terem valor para alcançarem o mesmo. Prepotência por pretenderem impor a sua vontade. Egoismo por não quererem dar aos outros liberdade de pensarem e agirem como entenderem. Vaidade porque, com uma auto valorização pretensiosa, serem incapazes de reconhecer que erram. Agressivos pela forma pejorativa e desafiadora como tratam os taurinos. Por procederem utilizando técnicas de agitação, meios radicais para se manifestarem - a invasão de arenas, a vandalização de estátuas de toureiros; de praças de toiros, são exemplos dessa agressividade.

Por último: um senhor escreveu que "as touradas, um sinal de incivilidade, existem há dois séculos".Digo eu - é preciso que tenham realmente muito valor e apoio popular, para tal sobrevivência. Mas os Quixotes do século XXI, irresponsavelmente, apregoando humanas e candidas intenções, com o falacioso pretexto de acabar com o sofrimento do toiro,pretendem o seu fim.

Proximamente irei ocupar-me com mais profundidade desta parte, do sofrimento do toiro. À qual os Quixotes se agarram como percebe à rocha, pois é a única que lhes dá alguma força. Mesmo assim, muito longe da que pensam.



07 de Outubro de 2011 
O S Q U I X O T E S - ARTIGO DE CHAUBET

Como já disse,comecei a viajar pelos sites anti-taurinos. Ainda bem que o fiz. Tive ocasião de verificar o entusiasmo, a persistência, o tom pretensioso e arrogante dos seus textos. Fizeram-me lembrar D. Quixote de La Mancha, o Cavaleiro da Triste Figura, que o génio de Cervantes criou. De tal forma que resolvi batisá-los de QUIXOTES.

O célebre fidalgo, montado no seu Rocinante, empunhando a sua lança e acompanhado pelo tolerante criado Sancho Pança, lutava por motivos que considerava nobres e contra inimigos imaginários..

Também os Quixotes a que me refiro, montados no discutível sofrimento dos toiros, tendo como lança, ridículas, barulhentas e inconsequentes manifestações e, principalmente, a net como escoadouro, batem-se por uma causa que, arbitrariamente,argumentam, ser justa. A Democracia (bem haja!) permitindo que se manifestem à-vontade, é o Sancho Pança .

Em anteriores situações, a P.S.P. viu que os Quixotes se aproximavam dos que se preparavam para assistir às touradas, tentando dissuadi-los de o fazer.Isso, por vezes, dava lugar a cenas desagradáveis. Realista e cordatanuma ação semelhante à que faria o bom escudeiro Sancho Pança criou, digamos, um perímetro de segurança vigiado pela P.S.P., de onde os Quixotes não podem sair.

É daí que eles vociferam insultos e provocações aos taurinos, tentando motivá-los para reações de confronto. Teriam assim oportunidade de confirmar o que lhes chamam: "desordeiros, ordinários, sedentos de sangue, torturadores, etc, etc". Só respeitam a Mãe dos "pró-toiros" e, mesmo assim...nem sempre.

Estes, sabendo o que eles querem e seguindo o principio de que não nos ofende quem quer, passam indiferentes às provocações. O que mais desespera os Quixotes. No entanto não desistem.

Tal como o seu alter-ego que enfrentava moinhos de vento ou tudo que visse à frente e considerasse inimigo fosse qual fosse o seu tamanho, igualmente os Quixotes se atiram a uma instituíção com milhares de anos de existência, que tem milhões de simpatisantes, movimenta e dá trabalho a outros tantos.

A média, por baixo, de espectadores por tourada, ronda os quatro mil. Os Quixotes, nas suas manifestações anti-touradas, nunca conseguem reunir mais do que trinta ou quarenta aderentes.

Quer dizer, a apoiar a Tauromaquia, o espectáculo tauromáquico, quatro mil pessoas, a repudiá-lo, nem dez por cento desse número. David contra o gigante Golias. Mas sem a pedra e a fisga que o levaram a vencer o gigante. Quer dizer, sem gente que lhes ligue. C. Pequeno e V. Franca esgotados provam isso.

Posto tudo isto, devo dizer que vou continuar a ler os sites dos Quixotes. Talvez mesmo a responder-lhes. Alguns têm aspeto agradável e, de uma forma geral, são bem intencionados - passando por cima dos nomes desagradáveis que chamam aos "pró" onde eu, obviamente, estou incluido. Não lhes dou importância. Considero-os infantil tática de "guerra". Em conjuntura muito pior, sem comparação, houve que dissesse: "PERDOAI-LHES SENHOR!". Quem sou eu para não fazer o mesmo.

Por outro lado, os textos e comportamentos agressivos dos Quixotes, porque a agressão é sinal de fraqueza, dá-me a certeza de que estão conscientes de perderem a "batalha". Já estrebucham, mas não se querem dar por vencidos. O que lhes fica bem. Até porque entretêm.

Até breve!


7 DE OUTUBRO DE 2011
A opinião de "Chaubet" O S Q U I X O T E S


08 Outubro 2011 19:20
O S Q U I X O T E S





3 DE OUTUBRO DE 2011
A OPINIÃO DE CHAUBET: "SERÁ O TOIRO MASOQUISTA?"

Uma passagem por vários sites "anti-taurinos" ou "anti-touradas",
levou-me a constatar que se servem todos do mesmo discurso para
atacar e tentar acabar com o espetáculo tauromáquico.

Encobrindo outras razões menos nobres como inveja, frustração ou
desejo de protagonismo, usam como ponta de lança desse objetivo, os
maus tratos sofridos pelos toiros nesses eventos. Ora vamos lá
especular um pouco sobre este argumento.

Os "anti-taurinos" ou "anti-touradas", travestidos de piedosas
carpideiras, alegam que são impiedosos e inaceitáveis os tormentos
porque passam os toiros quando na arena.

Os "pró-toiros" e "pró-touradas", respondem que o toiro debaixo da
excitação em que está, mal sente a dor. Sou aficionado. Obviamente
estou de acordo com os "pró".

Não possuo os conhecimentos científicos evocados por alguns dos que
mandam mensagens para os sites "anti" a apoiá-los. Porém, o saber
que me dá a experiência analitica do comportamento do toiro durante a
lide, leva-me a pergutar aos "anti": "como explicam o facto do toiro
estar a ser "picado" , as "puyas" e bandarilhas a rasgarem-lhe o corpo
e não fugir como faria qualquer outro animal? Pelo contrário. Insiste
e investe como se apreciasse o castigo.

SERÁ POR MASOQUISMO OU ESTARÃO CERTOS OS TAURINOS ?

Espero que os eruditos dos sites "anti", me esclareçam.

Seja como for. Por uma ou outra razão, o certo é que a atitude do
toiro leva a concluir que não sente as dores com a intensidade que os
"anti" evocam. Aconselho-os, por esse motivo, a arranjarem outra
bandeira. Em termos futebolisticos, outro ponta de lança para atacar
as touradas. O do sofrimento do toiro está desacreditado. Basta pensar
um bocadinho.

Por outro lado os "anti", servem-se da Declaração Universal dos
Direitos dos Animais, para agredir os "pró". Ora essa mesma
Declaração, diz "O respeito pelos animais, está ligado ao respeito dos
homens pelo seu semelhante" e, no artº 4º: "toda a privação de
liberdade , é contrária a esse mesmo direito".

Assim também nós, os "pró", a podemos utilizar a nosso favor. É a
altura de exijirmos que os "anti" nos respeitem como pessoas, seus
semelhantes, e respeitem a lliberdade, o direito, de escolhermos o que
apreciamos. A não sermos incomodados `à porta das praças de toiros,
por uma ou duas dúzias de ululantes "anti", insultando e provocando.




27 Setembro 2011 
Touradas só...

Como já disse, os "anti-touradas" são em reduzido número em comparação com os "pró-touradas".
Todavia são persistentes e agressivos. Há dias e pela primeira vez, dei uma vista de olhos pela "net" para ver quantos sites tinham. São mais que pensava. Porém não vale a pena perder muito tempo. Todos têm os mesmos argumentos e a mesma linguagem ofensiva. Talvez a falta de imaginação que apresentam, seja causada pela falta de razão e convicção. De sincera motivação. No entanto são persistentes. Parece ter-se tornado moda, certamente porque dá nas vistas, ser-se "anti-touradas".

Também eu resolvi ser teimosa e persistentemente "anti" "anti-touradas". Sempre que considerar ter ocasião, não me calarei. Defenderei com unhas e dentes o meu espetáculo favorito que, por discutíveis razões, me quererem privar. Intentar contra os meus direitos.

Temos grupos como a "PRÓ TOIROS" a defender a Tauromaquia mas, creio, tudo que seja feito nesse sentido nunca será demasiado...(eles não param). Assim: T O U R A D A S  S Ó   N A    C A M A"

Não sou visitante dos sites "anti-taurinos". A maioria deles previsivelmente dirigidos por alguns dos barulhentos "anti" , que se apresentam à porta das praças de toiros, adjectivando pejorativamente os que, pacificamente, se dirigem ao espectáculo.

Não sou masoquista. Sabendo que iria ler os mesmos estafados argumentos, insultos e provocações habitualmente utilizados pelos "anti", para classificar os "pró" ,não tenho qualquer interesse em os ler.

Todavia um dia destes, para ocupar tempo que sobrava, bisbilhotei um dos referidos site. Porque sou aficionado, digamos, o "inimigo". "CAPT-CAMPANHA ANTI-TOURADAS PORTUGAL.

Só me movia a curiosidade e a ociosidade. Não havia qualquer intenção ou objetivo. Porém, se tal intuito me movesse, após ler a primeira página, logo teria desistido da ideia.

Por baixo de frases demonstrativas de pretensioso narcisismo outras, capciosamente, tentando provocar respostas dos "pró-touradas" que valorizassem o site. Todavia o machismo, mau gosto e presunção, da frase que se segue, invalida qualquer hipótese ou desejo de diálogo.

" T O U R A D A S   S Ó   N A   C A M A"

Por aqui se pode avaliar o nível destes contestatários da Tauromaquia, que têm o atrevimento de reinvidicar sentimentos e comportamentos nobres e altruístas. Até de admirar e aplaudir, sim. Quando são sinceros e desinteressados, expostos de forma educada e clara. É pena que os "anti" não procedam assim. O site CAPT-CAMPANHA ANTI-TOURADAS PORTUGAL, com a bonita, imaginativa e apelativa apresentação que tem, bem merecia outro aproveitamento.

Encontro nele um paralelismo com uma sanita que vi num hotel de luxo da Baviera Francesa. Em mármore de Carrara cor de rosa. Decorada com flores em tom esverdeado. Tampa preta de madeira envernizada. Aparência sofisticada como a do CAPT-CAMPANHA ANTI-TOURADAS PORTUGAL. Considero por isso um desperdício o aproveitamento que dela se faz. Tal como o site já referido. Não deve servir só de escoador de coisas sem importância ou relevância. Desperdícios."




26 Setembro 2011 
Cinzenta ou Cor-de-Rosa?!

Numa das muitas discussões, umas mais saudáveis que outras, que por vezes tenho com um amigo, dizia-me ele:
"Tu e a maior parte das pessoas vivem num mundo cinzento. Só já conseguem ver os defeitos! Se tiverem um espírito diferente e forem verdadeiramente apaixonados pelo mundo do toiro conseguem chegar a casa depois de uma corrida miserável e dizer: viste como o Morante dava as passadas no paseillo? como o Pablo passou a mão pelas orelhas do Pirata com ternura? como o forcado beijou a flor que lhe atiraram na volta? como o toiro se arrancou de largo? como os cabrestos se portaram bem? reparaste naquele pormenor na casaca do António? na troca de olhares entre o forcado da cara e o primeiro ajuda antes de saltarem para a arena? Enfim... os românticos da festa... somos uma espécie em vias de extinção!"

Apesar da insensatez de me julgar 'cinzenta' e pouco romântica tenho que admitir que concordo com o que me disse. São pormenores como aqueles, pequenos mas muito válidos, que contribuem para a paixão por esta Festa imensa que é a dos toiros. Mas, e há sempre um mas, digo-vos o mesmo que lhe disse a ele: que apesar desses pormenores que nos emocionam, o toureio não se resume a isso. Pois de que me vale as passadas do cavalo, se os ferros resultarem...passados?! A emoção que advém da Festa não pode nem deve cingir-se unicamente a pormenores extra-toureio, ou estaremos a perder o essencial de uma Corrida de Toiros, o próprio Toureio!

Óbvio que me emociono e muito com pormenores, mal de mim se isso não acontecesse, mas se sou cinzenta no que escrevo é porque tento nos escritos reflectir o que se passa na arena em termos artísticos e não limitar-me a escrever sobre bordados.

Mais razão tem ele, quando me diz que os 'românticos da festa' são espécie em extinção. São eles e os toiros bravos. Cada vez mais transformado num ambiente de interesses e diversão, abona-se a quantidade em detrimento da qualidade. Já não se criam toiros para que transmitam emoção, criam-se toiros como quem cria galinhas num aviário. O importante é que se vendam e que satisfaçam as necessidades dos artistas, que os querem cada vez mais cómodos, mais mansos, para que as exibições sejam mais ricas em adornos que 'tapem' as carências e falhas no que ao tourear diz respeito.

Acham que falo por falar? Então vejam como isto já é tão óbvio quando num artigo publicado este sábado no jornal Expresso, onde dão conta do fim das corridas em Barcelona, acrescentam: "ao que se soma o declínio da qualidade dos touros - submetidos a manipulações que os tornam menos bravos, por exigência dos toureiros". Pois é, os anti-taurinos destroem mas nós, os taurinos, ajudamos à Festa.

Quando termino de escrever este texto, já Barcelona se despediu dos toiros. E apesar da derrota, que não aflige só a Catalunha mas a todos os que amamos a Festa dos Toiros, mantem-se a esperança que seja um afastamento temporário. E contam as notícias que em Barcelona este fim-de-semana pormenores houve muitos, emoção mais ainda, mas toureio de verdade também!

Mas se no País vizinho se chorou pela despedida do toureio, consta-me que por cá, em Coruche, se chorou pelo 'aparecimento' do toureio de verdade e de toiros verdadeiramente bravos. Não tendo lá estado para ver, os comentários de quem viu fazem sentir que foi enorme o que aconteceu. Provavelmente a lide do ano em Portugal. Daquelas que dão alento a quem como eu, e segundo o meu amigo, vê tudo cinzento.

E portanto, quero esclarecer ao meu amigo que não se trata de ser cinzenta ou cor-de-rosa, de só ver defeitos ou pormenores, mas sim, de sentir a Festa no seu conjunto e principalmente sentir felicidade quando o Toureio é de verdade e bem feito.

Não estive em Barcelona, não estive em Coruche, mas emocionei-me só de saber o que por lá se passou.
Afinal, também estou em extinção: sou uma Romântica da Festa!




20 Setembro 2011 
A DOR COMO PRETEXTO

Não é a dor psicológica, aquela que se sente mas não se vê. Nem a de cotovelo.
Embora esta já levante suspeitas, pois é muito frequente entre a gente dos toiros. Principalmente na que se intitula anti-taurina. Nem a dor de alma. Ou aquela que se sente quando a pessoa que se ama nos troca por outro amor.
Não! A dor que os "anti" invocam, é a dor física.

O sangue a brotar dos buracos provocados pelos ferros e bandarilhas que os "cruéis" cavaleiros e toureiros a pé cravam no dorso do toiro, comove-os. Dizem... Os Forcados são os únicos que escapam a estes ataques. Até os olham com certa simpatia.
Pudera, sabem que é neles que os toiros se podem vingar dos "tormentos" sofridos.Quem os manda meter em touradas. Dirão com irónica satisfação.
Mas...pergunto eu, sendo os "anti" racionais, como julgo que são, como podem avaliar o sofrimento de um irracional? Dizem eles:"o toiro mostra sentir dor quando lhe cravam os ferros ou as bandarilhas no corpo".

Na minha opinião, não é bem assim. O toiro está em tal estado de exaltação, de fúria, que mal sente a dor. Quer é retaliar. Castigar quem o provoca.
Na defesa deste raciocínio: "um animal, quando lhe causam dor, reage para se defender, ou foge quando reconhece não se conseguir livrar de quem o aflige. Com este extraordinário fenómeno da Natureza, não é isso que se passa".

Mesmo com o ferro do "picador" a penetrar-lhe o corpo o toiro, não desiste de empurrar, de investir. Para acabar com esta situação, é necessário os bandarilheiros irem buscá-lo. Desviá-lo de quem o está a atormentar". Como já disse, qualquer outro animal, em situação semelhante, procura é fugir. Ou tem um comportamento defensivo e não de ataque.

Parece-me pois ser de admitir que o toiro, agredindo em vez de fugir, o faz devido ao estado de exaltação em se se encontra. Não sente a tal dor que os "anti" imaginam. Aliás muitas vezes, mesmo os humanos, demonstram que, quando se está concentrado ou entusiasmado por alcançar qualquer objetivo, quase não se sente a dor.

Dentro da Tauromaquia os exemplos são muitos. Desde o Forcado que, desfeiteado com violência, continua a tentar a pega, parecendo não sentir as dores causadas pelas tentativas falhadas, ao toureiro colhido com gravidade, que não vai para a enfermaria sem primeiro matar o toiro. Mas não é só aqui que tal se passa.

No box, no raguebi, no karaté, em todas as modalidades em que haja confronto físico se vê idênticas atitudes. O desejo de alcançar o êxito, a luta para o obter, põe a adrenalina em ebulição, fazendo-os quase imunes à dor. Com o toiro passa-se o mesmo.

Que autoridade tenho para dizer isto? A mesma que os "anti" têm para dizer o contrário. Porem-se no lugar dos toiros e, por observação visual, sentirem as dores por eles, parece-me pouco racional. Ou será que, tendo a estranha faculdade de conseguir falar com os animais, lhes ouvem os queixumes?

Quanto a mim no entanto, esta preocupação pelo sofrimento dos toiros, não passa de um falso pretexto usado pelos "anti" para tomarem posições que lhes dêem protagonismo. Pretensão que, apesar de se potenciar no meio tauromáquico,. Mas que no entanto, embora a potencie não é seu exclusivo.
Em breve por outro ângulo, voltarei a contrariar os "anti" que continuam com provocatórias e insultuosas arruaças junto às praças de toiros. Tentam reações violentas dos taurinos, para as poderem usar depois para os desprestigiar.

Os pró-touradas porém, inteligentemente, frustrando-lhes as expectativas, não reagem. Apenas olham com indiferença as suas ridículas e infantis manifestações.

Mas "eles" não se calam e o seguro morreu de velho. Fim das touradas em Viana do Castelo, proibição das corridas na Catalunha e no Equador, devem servir de alerta para os aficionados. A indiferença pode não chegar...

Apesar de estar prevista para o próximo dia 25 de setembro a reabertura da praça de toiros de Azambuja; estar em processo de renovação a de Estremoz; terem voltado os espetáculos tauromáquicos a Zalamea de La Serena, depois de 49 anos de suspensão. Os toiros serem sido considerados "BEM DE INTERESSE CULTURAL em Castilla Mancha, tudo a manifestar a força e vitalidade da FESTA, não devemos parar.

Há que desacreditar os anti-taurinos. Chamar a atenção para o verdadeiro motivo que os norteia -o PROTAGONISMO.

A dor dos toiros, o seu sofrimento, o falso pretexto que utilizam.






18 de Agosto de 2011 
Artigo de opinião bombástico: "Chaubet" mete a carne no assador! 
P O R T U G A L I D A D E

Tenho verificado que a revista espanhola "6TOIROS6", tem um hábito insólito, estranho e, até, suspeito. Ao publicitar os espetáculos tauromáquicos que se realizam em Portugal, descaracteriza-os. Nunca faz referência aos forcados. Precisamente aqueles que o identificam, cujo ineditismo e valor demonstrado desinteressadamente, tanta admiração despertam.


Vendo que nada se faz para a modificar tal situação, recorri à Associação Nacional dos Grupos de Forcados (ANGF). Vocacionada para defender e valorizar o Forcado, decerto não deixaria de levar em conta a minha observação. Não respondeu à carta que enviei. Pode ser que por falta de tempo.O caso das bandarilhas à espanhola, há vários anos em discussão, é um dos que mais tempo lhes rouba.

Sem qualquer resolução à vista, continuam a ser um potencial perigo, a fazer vítimas. A última foi João Salvação. Ficou sem uma vista. Mas há mais casos a tratar. Para a ANGF, de maior importancia que estes "pequenos" percalços.

A complexa escolha de quem deve ou não entrar na ANGF. A mão pesada para os que prevaricam, saem fora do que está regulamentado. Ultimamente o intrincado assunto dos "burladeros" que, colocados dentro da arena, é um risco acrescido para os pegadores.

Ao Campo Pequeno a obrigatoriedade de os tirar da arena, já foi comunicada. Agora penso que estará em estudo a forma de fazer o mesmo aos "burladeros" das praças desmontáveis. Estes ainda maior ameaça para os forcados, dado o tamanho da arena. E o problema da praça do Algarve, do ex-Matador Fernando dos Santos, que tem "burladeros" dentro da arena e fixos?

Há igualmente o estribo da trincheira da praça de Alcochete em alvenaria, presumivelmente culpado da morte de um Forcado? Irá ser substituído?

É humano que com todas estas prioridades, a ANGF, não ligue à circunstância de não serem anunciados Forcados nos programas publicados na "6TOROS6". Mas que é uma desconsideração, é.

Estava conformado. A ANGF não pode ou não quer responder, nem toma qualquer iniciativa para resolver tal imbróglio...paciência. Não é da sua resposta que estou à espera. Por mim desabafo e... pronto. Fico satisfeito.O que realmente gostava é que estes problemas fossem resolvidos. Posto isto, o que me fez voltar a escrever foi, mais uma vez, a "6TOIROS6".

Então não está lá uma critica a uma corrida que teve lugar no Campo Pequeno -21/julho - e não vêm mencionados os Forcados! E, por ironia, o autor do texto, assina como Manuel "LUSITANO".


Que "nuestros hermanos" não porem o nome dos forcados nos programas a publicitar as corridas que cá se fazem, ..... Porém, uma pessoa que se identifica como LUSITANO, fazer o mesmo é que custa a engolir. Tanto que me levou a exagerado parelelismo. A recordar o comportamento de Miguel de Vasconcelos.


publicado por Maluvfx às 04:29
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011
Ingredientes de Origem Animal
Os ingredientes de origem animal estão onde menos se espera, pelo que, como consumidores veganos, temos de estar particularmente atentos ao que compramos. Ler os rótulos poderá parecer tarefa cansativa ao início, mas, ao fim de algum tempo, verás que até é rápido e fácil. Como em tudo na vida, é uma questão de prática e de hábito.


Etiqueta de ProdutoLer o Rótulo de Um Produto

Por vezes, basta olhares para a informação nutricional dos produtos. Se um produto listar uma percentagem de colesterol superior a 0%, então podes voltar a pô-lo logo na prateleira, pois é certo que tem algum ingrediente de origem animal (alguns vegetais contêm colesterol, mas em quantidades desprezáveis). Contudo, o inverso não é válido: o facto de um produto não ter colesterol, por si só, não permite concluir que esse produto é vegano.

Para confirmares se um produto é vegano, percorre a lista de ingredientes. Verás que os ingredientes de origem animal mais óbvios saltam logo à vista: soro de leite, leite em pó, gema de ovo, caldo de carne, etc. Se não encontrares nenhum destes ingredientes, procura com mais atenção os ingredientes "escondidos": gelatina, caseína, albumina, etc. Em caso de dúvida sobre um ingrediente, a opção mais sensata é não comprar esse produto.

Não te deixes confundir por termos como "natural" ou "biológico". O facto de um produto ser rotulado como natural ou biológico não significa que não tem ingredientes de origem animal.

Por vezes, os ingredientes de alguns produtos mudam (por exemplo, pão que passa a conter soro de leite), pelo que é bom ires confirmando periodicamente os ingredientes dos produtos que antes sabias serem veganos para te certificares de que continuam a não incluir nenhum ingrediente de origem animal.

Uma coisa é certa: ler atentamente os ingredientes de um produto é algo que deveria ser feito por todos os consumidores, sejam eles veganos ou não. Afinal, é de nosso interesse sabermos o que estamos a ingerir.

Ingredientes de Origem Animal Comuns em Alimentos

ácido láctico
potencialmente não vegano; apesar do nome, o mais comum é ser de origem vegetal (obtido através da fermentação de amido de milho ou açúcar de beterraba).

albumina
potencialmente não vegano; o mais comum é ser albumina de ovo. Evitar, a menos que haja indicação de que é de origem vegetal.

aroma natural
potencialmente não vegano; o “aroma natural” pode ser qualquer coisa, incluindo subprodutos de carne. Evitar, a menos que haja indicação de que é de origem vegetal.

carmim/ácido carmínico
não vegano; extraído de insectos esmagados (cochonilha) e usado como corante.

caseína
não vegano; derivado de leite animal.

gelatina
não vegano; produzido a partir de ossos e ligamentos de animais.

glicerina
potencialmente não vegano; pode ser produzida a partir de gordura animal ou ser de origem
vegetal/sintética.

lactose
não vegano; derivado de leite animal.

lecitina
potencialmente não vegano; se for vegetal, o mais comum é ser listado como “lecitina de soja”.

ómega-3
potencialmente não vegano; se não for de origem vegetal, haverá provavelmente alguma indicação de que é proveniente de óleo de peixe.

soro de leite
não vegano; derivado de leite animal.

vitamina A
potencialmente não vegano; normalmente, é de origem sintética ou de origem animal (retinol). A alternativa vegetal são os carotenos (provitamina A).

vitamina D3
não vegano; normalmente, a vitamina D3 é obtida a partir de cera de lã de ovelha (lanolina) ou de óleo de peixe. A alternativa vegetal é a vitamina D2.

Informações Adicionais
Muitas vezes, não é possível concluir se um produto é vegano ou não analisando os ingredientes, pois há ingredientes que tanto podem ser de origem animal como de origem vegetal. Nesses casos, podes tentar procurar na Internet informação sobre se esse produto específico é adequado para veganos ou contactar o fabricante, perguntando se os ingredientes em questão são de origem animal ou vegetal.

Aditivos de Origem Animal

No recurso Food-Info.net, da Universidade de Wageningen - Holanda, encontras uma lista dos aditivos (os famosos números E) que costumam ser de origem animal:

Lista de Aditivos de Origem Animal (em inglês)

Uma forma de não teres de te preocupar muito com estes aditivos é dares preferência aos alimentos naturais e evitares os produtos (muito) processados. E a tua saúde também agradece.

Fonte


publicado por Maluvfx às 06:30
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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011
Resposta ao artigo de Chaubet: A OPINIÃO DE CHAUBET: "SERÁ O TOIRO MASOQUISTA?"
Texto original:
A OPINIÃO DE CHAUBET: "SERÁ O TOIRO MASOQUISTA?"

Uma passagem por vários sites "anti-taurinos" ou "anti-touradas", levou-me a constatar que se servem todos do mesmo discurso para atacar e tentar acabar com o espetáculo tauromáquico.

Encobrindo outras razões menos nobres como inveja, frustração ou desejo de protagonismo, usam como ponta de lança desse objetivo, os maus tratos sofridos pelos toiros nesses eventos. Ora vamos lá especular um pouco sobre este argumento.

Os "anti-taurinos" ou "anti-touradas", travestidos de piedosas carpideiras, alegam que são impiedosos e inaceitáveis os tormentos porque passam os toiros quando na arena.

Os "pró-toiros" e "pró-touradas", respondem que o toiro debaixo da excitação em que está, mal sente a dor. Sou aficionado. Obviamente estou de acordo com os "pró".

Não possuo os conhecimentos científicos evocados por alguns dos que mandam mensagens para os sites "anti" a apoiá-los. Porém, o saber que me dá a experiência analitica do comportamento do toiro durante a lide, leva-me a pergutar aos "anti": "como explicam o facto do toiro estar a ser "picado" , as "puyas" e bandarilhas a rasgarem-lhe o corpo e não fugir como faria qualquer outro animal? Pelo contrário. Insiste e investe como se apreciasse o castigo.

SERÁ POR MASOQUISMO OU ESTARÃO CERTOS OS TAURINOS ?

Espero que os eruditos dos sites "anti", me esclareçam.

Seja como for. Por uma ou outra razão, o certo é que a atitude do toiro leva a concluir que não sente as dores com a intensidade que os "anti" evocam. Aconselho-os, por esse motivo, a arranjarem outra bandeira. Em termos futebolisticos, outro ponta de lança para atacar as touradas. O do sofrimento do toiro está desacreditado. Basta pensar um bocadinho.

Por outro lado os "anti", servem-se da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, para agredir os "pró". Ora essa mesma Declaração, diz "O respeito pelos animais, está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante" e, no artº 4º: "toda a privação de liberdade , é contrária a esse mesmo direito".

Assim também nós, os "pró", a podemos utilizar a nosso favor. É a altura de exijirmos que os "anti" nos respeitem como pessoas, seus semelhantes, e respeitem a lliberdade, o direito, de escolhermos o que apreciamos. A não sermos incomodados `à porta das praças de toiros, por uma ou duas dúzias de ululantes "anti", insultando e provocando.

Carlos Patrício Álvares (Chaubet)

Resposta:

Os taurinos gostam do "espectáculo" e inventam "razões" para negar o abuso e a crueldade que a tourada representa para o touro e para o cavalo; que tanto indigna pessoas conscientes e solidárias; que prejudica a educação da juventude e o nível civilizacional da sociedade e que desclassifica o país e os portugueses.
Os argumentos por eles apresentados são tão falaciosos e traduzem tamanha ignorância, que seriam ridículos, se não fossem trazidos a propósito da bárbara tourada.
Pois aprenda o sr. Chaubet, que o touro se presta à luta por naturalíssimo instinto de luta, de competição e de defesa por se sentir atacado e ferido, exactamente como acontece com galos, cães (não seleccionados por "sagazes" criadores para serem bravos) em lutas organizadas por chamados humanos, acontece na natureza em todos os momentos e também naturalmente entre seres humanos que, se não forem covardes, reagem para a porrada ao apanharem uma boa estalada. Já terá conhecimento de quão perigosos são animais feridos nas abjectas caçadas africanas, que se escondem e se atiram aos incautos perseguidores apesar ou antes, por causa do enorme sofrimento que lhes foram causados anteriormente?
Segundo a lógica do sr. Chaubet os galos, após as primeiras bicadas; os cães após as primeiras dentadas; os boxeurs após os primeiros murros sofridos, deixariam a luta e fugiriam cada um para seu lado.
Convido o sr. Chaubet a estar no curro de recolha dos touros lidados, como eu estive, e testemunhar em que estado de "frescura" e de "satisfação" eles voltam da lide e com que crueza lhes são retirados as fapas "artisticamente" cravadas pelos ídolos da tauromaquia.

Vasco Reis, médico veterinário experiente e conhecedor do que afirma com base científica.



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publicado por Maluvfx às 10:09
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Resposta ao artigo de Chaubet: A OPINIÃO DE CHAUBET: "SERÁ O TOIRO MASOQUISTA?"
Texto original:

A OPINIÃO DE CHAUBET: "SERÁ O TOIRO MASOQUISTA?"




Uma passagem por vários sites "anti-taurinos" ou "anti-touradas", levou-me a constatar que se servem todos do mesmo discurso para atacar e tentar acabar com o espetáculo tauromáquico.


Encobrindo outras razões menos nobres como inveja, frustração ou desejo de protagonismo, usam como ponta de lança desse objetivo, os maus tratos sofridos pelos toiros nesses eventos. Ora vamos lá especular um pouco sobre este argumento.


Os "anti-taurinos" ou "anti-touradas", travestidos de piedosas carpideiras, alegam que são impiedosos e inaceitáveis os tormentos porque passam os toiros quando na arena.


Os "pró-toiros" e "pró-touradas", respondem que o toiro debaixo da excitação em que está, mal sente a dor. Sou aficionado. Obviamente estou de acordo com os "pró".


Não possuo os conhecimentos científicos evocados por alguns dos que mandam mensagens para os sites "anti" a apoiá-los. Porém, o saber que me dá a experiência analitica do comportamento do toiro durante a lide, leva-me a pergutar aos "anti": "como explicam o facto do toiro estar a ser "picado" , as "puyas" e bandarilhas a rasgarem-lhe o corpo e não fugir como faria qualquer outro animal? Pelo contrário. Insiste e investe como se apreciasse o castigo.


SERÁ POR MASOQUISMO OU ESTARÃO CERTOS OS TAURINOS ?


Espero que os eruditos dos sites "anti", me esclareçam.


Seja como for. Por uma ou outra razão, o certo é que a atitude do toiro leva a concluir que não sente as dores com a intensidade que os "anti" evocam. Aconselho-os, por esse motivo, a arranjarem outra bandeira. Em termos futebolisticos, outro ponta de lança para atacar as touradas. O do sofrimento do toiro está desacreditado. Basta pensar um bocadinho.


Por outro lado os "anti", servem-se da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, para agredir os "pró". Ora essa mesma Declaração, diz "O respeito pelos animais, está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante" e, no artº 4º: "toda a privação de liberdade , é contrária a esse mesmo direito".


Assim também nós, os "pró", a podemos utilizar a nosso favor. É a altura de exijirmos que os "anti" nos respeitem como pessoas, seus semelhantes, e respeitem a lliberdade, o direito, de escolhermos o que apreciamos. A não sermos incomodados `à porta das praças de toiros, por uma ou duas dúzias de ululantes "anti", insultando e provocando.




Carlos Patrício Álvares (Chaubet)

Resposta:

Os taurinos gostam do "espectáculo" e inventam "razões" para negar o abuso e a crueldade que a tourada representa para o touro e para o cavalo; que tanto indigna pessoas conscientes e solidárias; que prejudica a educação da juventude e o nível civilizacional da sociedade e que desclassifica o país e os portugueses.
Os argumentos por eles apresentados são tão falaciosos e traduzem tamanha ignorância, que seriam ridículos, se não fossem trazidos a propósito da bárbara tourada.
Pois aprenda o sr. Chaubet, que o touro se presta à luta por naturalíssimo instinto de luta, de competição e de defesa por se sentir atacado e ferido, exactamente como acontece com galos, cães (não seleccionados por "sagazes" criadores para serem bravos) em lutas organizadas por chamados humanos, acontece na natureza em todos os momentos e também naturalmente entre seres humanos que, se não forem covardes, reagem para a porrada ao apanharem uma boa estalada. Já terá conhecimento de quão perigosos são animais feridos nas abjectas caçadas africanas, que se escondem e se atiram aos incautos perseguidores apesar ou antes, por causa do enorme sofrimento que lhes foram causados anteriormente?
Segundo a lógica do sr. Chaubet os galos, após as primeiras bicadas; os cães após as primeiras dentadas; os boxeurs após os primeiros murros sofridos, deixariam a luta e fugiriam cada um para seu lado.
Convido o sr. Chaubet a estar no curro de recolha dos touros lidados, como eu estive, e testemunhar em que estado de "frescura" e de "satisfação" eles voltam da lide e com que crueza lhes são retirados as fapas "artisticamente" cravadas pelos ídolos da tauromaquia.




Vasco Reis, médico veterinário experiente e conhecedor do que afirma com base científica.


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Alimentos/Produtos Veganos
Fazer uma alimentação vegana não se resume a eliminar a carne, o peixe, os lacticínios, os ovos e outros produtos de origem animal. É preciso introduzir outros alimentos que tomem o lugar dos eliminados para não ficarmos com uma dieta nutricionalmente pobre — sobretudo se a nossa dieta já não era muito variada anteriormente.


Como vegano, podes descobrir todo um novo mundo de ingredientes e sabores. Uma coisa que a tua dieta não terá de ser é monótona! Contudo, não tens de mudar a tua alimentação radicalmente de um dia para o outro. Podes perfeitamente continuar a fazer os pratos que já fazias trocando os produtos de origem animal por produtos de origem vegetal e continuar a basear a tua alimentação em alimentos tradicionais como o feijão, o grão-de-bico, as lentilhas, o arroz e os legumes.





Cereais Integrais

Cereais Integrais
Numa dieta equilibrada, a principal fonte de energia (hidratos de carbono) devem ser os cereais integrais, nomeadamente arroz, trigo (massa, pão), aveia e milhete, entre outros. Claro que os veganos podem perfeitamente consumir cereais refinados (brancos), mas as alternativas integrais são muito mais ricas em nutrientes (nomeadamente minerais e vitaminas) e, por conseguinte, melhores opções.
Às vezes, ficamos com a ideia de que os alimentos integrais não sabem muito bem, mas a verdade é que são muito mais ricos em sabor. É uma questão de cozinhar e temperar os alimentos ao nosso gosto e também uma questão de hábito. Quando te habituares à riqueza do sabor dos alimentos integrais, vais provavelmente achar que os alimentos refinados têm um sabor muito pouco interessante.

Hortaliças e Fruta

Hortaliças
As hortaliças e a fruta são extremamente importantes para a saúde e devem fazer parte da dieta diária de qualquer pessoa. Os legumes de folha verde escura são muito ricos em nutrientes importantes, nomeadamente vitaminas, ferro, cálcio e outros minerais, sendo recomendável consumi-los todos os dias. A tradicional sopa é uma excelente forma de consumir diversas hortaliças em conjunto e é fácil obter um sabor que nos agrade, combinando várias hortaliças e utilizando ervas aromáticas — as sopas não têm certamente de ser insossas, como algumas sopas de cantina que deixam os estudantes traumatizados...
A fruta, claro está, também é muito importante. Se não gostares muito de comer fruta individualmente, experimenta fazer uma salada de diversos frutos, de modo a misturar diferentes sabores. Por exemplo, uma combinação de banana, kiwi, maçã e laranja é uma escolha acertada. Se mexeres bem a fruta na saladeira, ainda mais saboroso fica.

Leguminosas

Leguminosas
As leguminosas devem ser a fonte de proteína de eleição dos veganos. Mas, além de serem uma excelente fonte de proteína, as leguminosas são também ricas em fibra e minerais (incluindo ferro).
As leguminosas incluem diversos tipos de feijão/grão: feijão preto, feijão encarnado, feijão frade, feijão azuki, feijão mung, grão-de-bico, lentilhas castanhas, lentilhas verdes, lentilhas amarelas, ervilhas, tofu e tempeh (feitos de feijão de soja), entre outros. A escolha é muito variada e as formas de cozinhar as leguminosas também o são: desde comer o feijão simples (cozido), passando pela feijoada ou chili vegano, até ao hummus (preparado de grão-de-bico e tahini).

Tofu

Tofu
O tofu é um alimento feito a partir de feijões de soja, água e um agente coagulante. Tem origem na China, onde já é utilizado há milhares de anos. O tofu é uma excelente fonte de proteína e de cálcio. É um alimento com um sabor neutro, mas que absorve muito facilmente diferentes sabores, o que o torna num alimento extremamente versátil que tanto pode ser utilizado em pratos salgados como doces.
Normalmente, o tofu vende-se embalado com água. Depois de aberto, o tofu não utilizado pode voltar a ser armazenado no frigorífico, imerso em água num recipiente fechado.

Seitan

Seitan
O seitan é um alimento rico em proteína feito à base de glúten de trigo e utilizado na Ásia há centenas de anos. Embora seja feito de trigo, não tem grandes semelhanças com o pão. Quando cozinhado, o seitan tem um aspecto e textura extremamente idênticos aos da carne.
Normalmente, o seitan vende-se embalado com água. Depois de aberto, o seitan não utilizado pode voltar a ser armazenado no frigorífico, imerso em água num recipiente fechado.

Quinoa

Quinoa
A quinoa é um alimento nativo da América do Sul, conhecido como o "ouro dos Incas". Embora seja conhecida como cereal, trata-se de uma semente de excelente valor nutricional. É muito rica em proteínas, incluindo todas as proteínas essenciais, o que faz dela um alimento bastante adequado para os veganos. A quinoa é também muito rica em fibra, magnésio, ferro e fósforo, e é isenta de glúten, sendo por isso um alimento de fácil digestão.
A preparação da quinoa é idêntica à dos cereais integrais (como o arroz), mas a sua cozedura é bastante mais rápida (15-20 minutos).

Tahini

Tahini
O tahini é uma pasta feita a partir de sementes de sésamo sem casca e tem origem no Médio Oriente, onde é utilizado há centenas de anos. Existem pastas de sésamo feitas a partir de sementes de sésamo com casca, mas são mais amargas e espessas do que o tahini.
O tahini é idêntico à manteiga de amendoim em consistência e também em sabor, mas tem um valor nutricional superior. É muito rico em cálcio, sendo muito popular sobretudo como ingrediente para fazer hummus. O hummus é um alimento típico do Médio Oriente, feito à base de grão-de-bico e tahini. É delicioso, especialmente quando saboreado com azeitonas pretas.

Tempeh

Tempeh
O tempeh é um dos alimentos de soja mais saudáveis. É altamente nutritivo, rico em proteína, cálcio e isoflavonóides, e com muito baixo teor de gordura. É feito a partir de feijão de soja integral, cozinhado e fermentado.
Trata-se de um aglomerado firme e compacto, sendo recomendável cortá-lo em rodelas ou pequenos cubos para o cozinhar, por exemplo, num refogado. Ao contrário do tofu, tem um sabor distinto (pode ser necessário algum tempo até nos habituarmos ao seu sabor característico), sendo por vezes incluídos cereais na sua produção.

Molho de Soja (Shoyu)

Molho de Soja
O molho de soja é um condimento utilizado em substituição do sal e foi originalmente criado na China há milhares de anos. O molho de soja é feito com soja fermentada, trigo, sal e água.
No Japão, o molho de soja é denominado shoyu, sendo este o molho de soja mais popular de boa qualidade que se encontra à venda em Portugal. Também de origem japonesa, o tamari é outro molho de soja popular, mas com um sabor mais forte e sem trigo (ou com quantidade muito reduzida de trigo).
Dado que contém sal, o molho de soja deve ser utilizado com moderação. No entanto, o molho de soja permite conferir um sabor agradável e característico aos alimentos com menor quantidade de sal do que se fosse utilizado sal por si só.

Miso

Miso
O miso é uma pasta feita de feijões de soja fermentados ao longo de semanas ou anos. Por se tratar de um alimento feito de soja fermentada, o miso é um alimento rico em vários minerais, tais como o magnésio, zinco e cobre, para além de apresentar diversos benefícios para a saúde. A fermentação do feijão de soja pode ser efectuada em conjunto com outro cereal, como o arroz, a cevada ou o trigo, o que confere um sabor diferente e mais suave ao miso.
É originário do Japão, onde é amplamente utilizado na cozinha tradicional há largas centenas de anos. Pode ser utilizado como condimento (substituindo o sal) em diversos pratos, sendo o mais comum a sopa.

Proteína de Soja Texturizada/Soja Granulada

Proteína de Soja
A proteína de soja texturizada (ou soja granulada) é uma fonte de proteína muito económica criada a partir de farinha de soja por um processo industrial. A proteína de soja texturizada é também rica em ferro, cálcio, fibra e zinco. Dado que se trata de um alimento desidratado, a proteína de soja texturizada tem de ser reidratada em água quente durante uns 10 minutos ou durante o processo de cozedura.
A proteína de soja texturizada tem cerca de 50% de proteína (antes de ser reidratada) e, depois de cozinhada, tem uma textura idêntica à de carne picada. Para além do granulado fino, existe também proteína de soja texturizada em pedaços maiores (mas não costuma ficar tão saborosa).
Dado que se trata de um alimento bastante processado, não é muito recomendável como opção frequente.

Leite Vegetal

Bebida Soja
O leite vegetal mais popular entre os veganos é o leite de soja, mas também existe leite de aveia, leite de arroz e leite de amêndoa, entre outros. Os diferentes leites veganos têm sabores bastantes distintos e os leites de soja também variam bastante de sabor consoante a marca.
A maioria dos leites vegetais é enriquecida com cálcio numa quantidade idêntica ao existente no leite de vaca, pelo que esses leites vegetais são uma fonte de cálcio equiparável ao leite de vaca.
Não te assustes se experimentares algum leite de que não gostes. Quase de certeza que há outros leites vegetais com um sabor que te agrade mais (os leites de soja simples mais saborosos costumam ser os que incluem aroma de maçã).

Iogurte Vegetal

Iogurte Soja
Existem muitos iogurtes vegetais à disposição dos veganos que são tão ou mais saborosos que as alternativas de origem animal. A maioria dos iogurtes veganos é feita de soja e contém as benéficas bactérias probióticas que ajudam a fortalecer a flora intestinal. Não confundir os iogurtes com as sobremesas de soja: os iogurtes são nutricionalmente mais interessantes, pois tratam-se de alimentos fermentados.
Para além dos iogurtes veganos que é possível encontrar nas lojas de produtos naturais/dietéticos, existem diversos iogurtes vegetais na maioria dos supermercados. Algumas marcas disponíveis em supermercados incluem: Alpro, Soja Sun, Danone Savia e Soywell (Lidl).

Margarina Vegana

Margarina Vegana
A margarina é um alimento muito popular para barrar o pão, mas a maioria das margarinas vegetais não são veganas, pois contêm soro de leite (para além de vitamina D e A, que poderão ser também de origem animal).
Felizmente, podes encontrar margarina Alpro, que é vegana, à venda na maioria dos supermercados e hipermercados. As lojas de produtos naturais/dietéticos costumam ter outras alternativas veganas e biológicas, como a margarina Vitaquell ou a margarina Provamel.

Queijo Vegetal

Queijo de Soja
Para muitos veganos, o queijo é o alimento de origem animal que mais lhes custou abandonar. No entanto, cada vez há mais oferta de queijos vegetais com um sabor muito idêntico ao queijo de origem animal, pelo que podes continuar a desfrutar de um paladar semelhante ao do queijo sem contribuíres para a exploração animal.
Existem queijos veganos de diversos sabores e consistências, sendo inclusive possível utilizá-los em pizas veganas. Por exemplo, podes usar o queijo vegetal Mozarella da Provida, previamente misturado com azeite e água (fica em creme). 30 g de queijo + 30 g de azeite + 80-100 g de água misturados com a varinha dá um creme interessante para piza ou outro cozinhado. Mas é importante usar um azeite com acidez muito baixa (0,5 ou menos), senão fica a saber a azeite (que não é o objectivo).

Maionese Vegetal

Maionese Vegetal
Podes encontrar maionese vegana da marca Granovita (Mayola) à venda nas lojas de produtos naturais/dietéticos e maionese vegana da marca Diese à venda na maioria dos supermercados e hipermercados.
Ao contrário do que possa parecer, também é relativamente simples fazer maionese vegetal caseira. Basta utilizares uma quantidade idêntica de azeite ou óleo vegetal e de leite de soja, um pouco de sumo de limão ou vinagre, e uma pitada de sal e pimenta. Mistura todos os ingredientes com uma varinha ou robô de cozinha, excepto o óleo, o qual deve ir sendo gradualmente acrescentado à mistura (enquanto está a ser mexida) até obteres a consistência desejada para a maionese.

Salsichas Vegetais

Salsichas Vegetais
Existem salsichas veganas que são tão ou mais saborosas do que as versões de origem animal. Mas, lamentavelmente, a maioria das salsichas sem carne à venda no mercado contém albumina de ovo.
Uma marca que tem excelentes salsichas veganas é a Taifun (que podes encontrar em algumas lojas de produtos biológicos). Outra marca com salsichas veganas é a Viana, sendo possível encontrá-las nas lojas Celeiro ou encomendar através da Dietimport.

Hambúrgueres Vegetais

Hambúrgueres Vegetais
Os veganos também podem comer hambúrgueres com batatas fritas quando lhes apetece! Existem diversas marcas que vendem hambúrgueres veganos. A Natursoy tem alguns hambúrgueres veganos muito bons, mas nem todos os hambúrgueres da marca são integralmente vegetais. Outra marca com hambúrgueres veganos é a La Finestra Sul Cielo (à venda em algumas lojas de produtos biológicos).
Podes encontrar (ou encomendar) hambúrgueres veganos em lojas de produtos naturais/dietéticos.

Enchidos e Fumados Vegetais

Enchidos e Fumados Vegetais
Os tradicionais chouriço ou farinheira de carne também estão disponíveis em versões veganas e o sabor é capaz de enganar os mais distraídos. Se quiseres fazer uma feijoada para deixar os omnívoros de boca aberta, o chouriço vegetal é uma boa opção.
Encontram-se à venda em lojas de produtos naturais/dietéticos e também em hipermercados.

Preparados Orientais

Preparados Orientais
Existem alguns preparados orientais (incidentalmente) veganos, tais como crepes chineses e chamuças, que podes encontrar em supermercados e hipermercados e que podem ser bastante práticos quando se pretende elaborar uma refeição rapidamente ou para usar como aperitivo.
Os crepes chineses da marca Maggi são veganos e encontram-se à venda na maioria dos supermercados e hipermercados. No Lidl, podes encontrar embalagens com 8 chamuças e 8bhajji de cebola veganos bastante bons — o produto encontra-se na zona dos congelados e denomina-se Vitasia: 16 mini-snacks indianos.

Fonte: Muda o Mundo


publicado por Maluvfx às 04:55
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