Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.
Domingo, 27 de Novembro de 2011
Quer ganhar peso?
Consumir mais proteína, mas carboidratos e gordura

Tabela de Calorias

Caloria=energia
Os principais alimentos energéticos são:

Gorduras, cujo metabolismo de 1 grama libera 9 Calorias.
Carboidratos, cujo metabolismo de 1 grama libera 4 Calorias.
Proteínas, cujo metabolismo de 1 grama libera 4 Calorias.


Nos macronutrientes é que estão os valores calóricos dos alimentos.

Os carbohidratos, presentes nos pães, cereais, biscoitos, frutas, massas e tubérculos, têm propriedades energéticas, sendo, na sua maioria, convertidos em glicose. Cada grama de carboidratos fornece 4 kcal ao organismo. 
As proteínas, encontradas em vegetais como feijões, lentilha, grão, ervilha, soja e seus derivados, em especial o tofu (proteína vegetal), são essenciais pois regulam a concentração muscular, a produção de anticorpos, a dilatação e contração dos vasos sangüíneos, processo que regula a pressão arterial, entre outras funções. Contém 4 kcal por grama. 
As gorduras e os óleos vegetais, são os nutrientes mais calóricos: cada grama possui 9 kcal. Razão pela qual devemos procurar consumi-las com moderação, embora sejam importantes pelo fornecimento de ácidos gordos(omega 3, omega 6, omega 9) e favorecerem a assimilação de importantes vitaminas.



Proteínas

Sementes: Linhaça, abóbora, girassol.
Grãos: Ervilhas, feijões, lentilhas, amendoins, grão de bico, soja, além de nozes, amêndoas, Castanha-do-pará, castanhas de caju.
Cereais: Trigo (pães, massa), aveia, centeio, milho, arroz.
Derivados de soja: Tofu, tempeh, proteína texturizada de soja (PTS), leite de soja.

Carboidratos

Há 3 tipos principais de carboidratos: açucares simples, amidos e fibras dietéticas.

Os açucares são encontrados nas frutas, amidos são encontrados em cereais, grãos, e alguns vegetais, como a batata. Carboidratos não refinados , obtidos a partir de cereais integrais são de melhor qualidade, por conterem fibras e vitaminas do complexo B. Fontes comuns de carboidratos são pães e massas em geral.

Gorduras e óleos

Apesar de serem prejudiciais em quantidade excessiva, um certa quantidade é necessária para o corpo. As gorduras vegetais tendem a ser mais insaturadas, sendo um dos benefícios mais evidentes da dieta vegetariana. Entre as gorduras mono-insaturadas, destaca-se o azeite de oliva. Entre as poliinsaturadas, o óleo de girassol e de linho (linho dourado ou linhaça).


Mais proteínas


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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011
Dia de Acção de Graças por....
... TODA A BELEZA E BIODIVERSIDADE DO PLANETA!
Owl taking flight

...  TODOS OS ANIMAIS ABUSADOS QUE FORAM RESGATADOS!
IFAW helping rescue horses

... TODO O AMOR INCONDICIONAL E PELAS LIÇÕES DE VIDA QUE OS ANIMAIS NOS DÃO TODOS OS DIAS!!!
IFAW helping companion animals

... TODA A DEDICAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS!!!!
IFAW rescuing dolpins

... TODO O APOIO DE ANÓNIMOS QUE FAZEM A DIFERENÇA!!!
IFAW helping companion animals


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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011
Vasco Reis reclamou junto do presidente do grupo parlamentar do CDS/PP Nuno Magalhães da interpelação de João Almeida sobre tauromaquia
Vasco Reis reclamou junto do presidente do grupo parlamentar do CDS/PP Nuno Magalhães da interpelação de João Almeida sobre tauromaquia

Carta que Vasco Reis, médico veterinário, fez chegar ao presidente do grupo parlamentar do CDS/PP, Nuno Magalhães, sobre a intervenção do deputado daquele partido, João Almeida, na interpelação ao secretário de Estado da Cultura durante o debate na comisão parlamentar sobre o Orçamento de Estado para 2012.


Exmo. Senhor Deputado Nuno Magalhães
Dgmo. Presidente do Grupo Parlamentar CDS/PP


A intervenção veemente do Senhor Deputado João Almeida em favor da tauromaquia revelou um profundo desconhecimento científico ou uma total indiferença pelo terrível sofrimento de touros e de cavalos; uma atroz ausência de compaixão e de sentido de ética; uma forte faceta oportunista e uma falta de vergonha e de respeito pelas muitas pessoas conscientes, que por justas razões abominam tal actividade, que só existe para gáudio de pessoas viciadas em violência e crueldade, para exibicionismo, para negócio em nome da tradição e até em vários sítios para inovação.
O acompanhamento por 25 pessoas que se retrataram como aficionados e elementos influentes da tauromaquia, feito nas galerias da AR durante a respectiva alocução, ilustra o papel do deputado como emissário deste grupo, pelos vistos, por ele bem avisado e com ele bem concertado. 
O senso comum induz e a ciência confirma que os animais utilizados, touros e cavalos, sofrem muito psicológica e fisicamente antes, durante e depois das corridas. E muitos mais sofrerão em lides privadas para "treino e diversão tauromáquicos" por este país fora.
São estes seres dotados de fisiologia e de sistema nervoso semelhante aos do Senhor Deputado e, pelo menos, tanto como ele, sensíveis a claustrofobia, susto, medo, fúria, dor, esgotamento, infecção, doença, etc., mas que os aficionados pretendem ignorar e que deixa muita gente indiferente. 
Muito mais haveria a argumentar, mas que até aborrece repetir, de tão óbvio.
Tratou-se, portanto, na minha opinião, de um acontecimento vergonhoso para o Senhor Deputado, para o seu Grupo Parlamentar, para o seu Partido, para o nosso Parlamento, para a reputação do nosso país, quiçá em nome de uma liberdade democrática que tem permitido a crueldade como espectáculo e que aceita agora esta sua apaixonada defesa na sede da nossa democracia, a Assembleia da República, sem que vozes da indignação se tenham feito ouvir. 
Assino-me como um dos muitos porugueses que se envergonham deste acontecimento e que lastimam também a repercussão que isso vai ter no mundo evoluído.

Vasco Reis, médico veterinário
Aljezur

Fonte


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Vasco Reis reclamou junto do presidente do grupo parlamentar do CDS/PP Nuno Magalhães da interpelação de João Almeida sobre tauromaquia
Vasco Reis reclamou junto do presidente do grupo parlamentar do CDS/PP Nuno Magalhães da interpelação de João Almeida sobre tauromaquia

Carta que Vasco Reis, médico veterinário, fez chegar ao presidente do grupo parlamentar do CDS/PP, Nuno Magalhães, sobre a intervenção do deputado daquele partido, João Almeida, na interpelação ao secretário de Estado da Cultura durante o debate na comisão parlamentar sobre o Orçamento de Estado para 2012.


Exmo. Senhor Deputado Nuno Magalhães
Dgmo. Presidente do Grupo Parlamentar CDS/PP


A intervenção veemente do Senhor Deputado João Almeida em favor da tauromaquia revelou um profundo desconhecimento científico ou uma total indiferença pelo terrível sofrimento de touros e de cavalos; uma atroz ausência de compaixão e de sentido de ética; uma forte faceta oportunista e uma falta de vergonha e de respeito pelas muitas pessoas conscientes, que por justas razões abominam tal actividade, que só existe para gáudio de pessoas viciadas em violência e crueldade, para exibicionismo, para negócio em nome da tradição e até em vários sítios para inovação.
O acompanhamento por 25 pessoas que se retrataram como aficionados e elementos influentes da tauromaquia, feito nas galerias da AR durante a respectiva alocução, ilustra o papel do deputado como emissário deste grupo, pelos vistos, por ele bem avisado e com ele bem concertado. 
O senso comum induz e a ciência confirma que os animais utilizados, touros e cavalos, sofrem muito psicológica e fisicamente antes, durante e depois das corridas. E muitos mais sofrerão em lides privadas para "treino e diversão tauromáquicos" por este país fora.
São estes seres dotados de fisiologia e de sistema nervoso semelhante aos do Senhor Deputado e, pelo menos, tanto como ele, sensíveis a claustrofobia, susto, medo, fúria, dor, esgotamento, infecção, doença, etc., mas que os aficionados pretendem ignorar e que deixa muita gente indiferente. 
Muito mais haveria a argumentar, mas que até aborrece repetir, de tão óbvio.
Tratou-se, portanto, na minha opinião, de um acontecimento vergonhoso para o Senhor Deputado, para o seu Grupo Parlamentar, para o seu Partido, para o nosso Parlamento, para a reputação do nosso país, quiçá em nome de uma liberdade democrática que tem permitido a crueldade como espectáculo e que aceita agora esta sua apaixonada defesa na sede da nossa democracia, a Assembleia da República, sem que vozes da indignação se tenham feito ouvir. 
Assino-me como um dos muitos porugueses que se envergonham deste acontecimento e que lastimam também a repercussão que isso vai ter no mundo evoluído.

Vasco Reis, médico veterinário
Aljezur

Fonte


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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
CURSO DE FORMAÇÃO "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide"
CURSO DE FORMAÇÃO "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide"
2010-11-27
Image

A Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa, em parceria com a AMVAT (Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas) está a organizar um curso de formação intitulado “O Médico Veterinário e o Toiro de Lide”. No conjunto, esta formação, com uma duração de 135 horas, é constituída por três cursos distintos, destinados a Médicos Veterinários e a alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária, para um total de 50 participantes. Cada curso confere 3 ECTS. A participação nos três cursos confere a atribuição de um Diploma: “O Médico Veterinário e o Toiro de Lide”.

Estes cursos serão realizados na Faculdade de Medicina Veterinária, da Universidade Técnica de Lisboa. Contudo, 50% do tempo corresponde a uma componente de formação prática, a decorrer em diferentes ganadarias.

Programa resumido e datas de realização:

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Maneio e Características Morfofuncionais do Toiro” Programa: Cultura taurina. História da tauromaquia. O toiro Bravo em Portugal. Associação de Criadores de Toiros de Lide. Padrão da raça. Particularidades morfo-funcionais. Melhoramento genético e diversidade genética na raça Brava. Comportamento animal. Fisiologia da dor. O stress no toiro de lide. Maneio alimentar e reprodutivo.
Datas: 19 e 20, 26 e 27 de Novembro e 3 e 4 de Dezembro de 2010

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Actividade Veterinária nos Espectáculos Taurinos” Programa: Cultura taurina. A evolução do toiro de lide. Espectáculos taurinos. Actuação do Médico Veterinários nos espectáculos taurinos. Regulamento. Exame clínico do toiro: causas de rejeição. Apreciação do toiro no campo e durante a lide.
Datas: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de Março de 2011

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Actividade Veterinária nas Ganadarias” Programa: Cultura taurina. Principais problemas clínicos no toiro. Estado sanitário do gado bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro bravo em Portugal.
Datas: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de Novembro de 2011.

por  Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa


O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias
Instituição: Universidade Técnica de Lisboa - UTL
Unidade: Faculdade de Medicina Veterinária
Área: Ciências Agrárias
Descrição: O exercício da actividade médico-veterinária na área da produção e utilização do Toiro de Lide exige dos profissionais um saber diferenciado sobre a raça Brava que as estruturas curriculares dos cursos de Medicina Veterinária normalmente não ministram. A Faculdade de Medicina Veterinária (FMV) e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas (AMVAT) uniram esforços para oferecer, pela primeira vez, um curso capaz de responder justamente a essa necessidade de formação. A realização deste curso representa uma oportunidade única de aquisição de conhecimentos indispensáveis ao exercício profissional nesta área. O Curso corresponde a 3 ECTS (Solicitação de avaliação final).
Tipo de Curso: Formação Continuada / Extensão
Acesso: Presencial
Custo: ¬ 250,00
Duração: 6 Dia(s)
Início do Curso: 18/11/2011
Fim do Curso: 03/12/2011
Temas: Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro.Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.
Público Alvo: Médicos Veterinários. Alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária.
Professores: Júlio Cavaco Faísca - FMV Luísa Mendes Jorge - FMV Daniel Patacho de Matos - AMVAT João Costa Ferreira - AMVAT
Fonte



O Médico Veterinário e o Toiro de Lide -Actividade Veterinária nas Ganadarias

Escrito por Teresa Inácio
13-Jul-2010
18 Nov-2011
Datas de realização do Curso:
18 e 19, 25 e 26 de Novembro de 2011 e 2 e 3 de Dezembro de 2011
Introdução:
O exercício da actividade médico-veterinária na área da produção e utilização do Toiro de Lide exige dos profissionais um saber diferenciado sobre a raça Brava que as estruturas curriculares dos cursos de Medicina Veterinária normalmente não ministram. A Faculdade de Medicina Veterinária (FMV) e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas (AMVAT) uniram esforços para oferecer, pela primeira vez, um curso capaz de responder justamente a essa necessidade de formação.
A realização deste curso representa uma oportunidade única de aquisição de conhecimentos indispensáveis ao exercício profissional nesta área.

O Curso corresponde a 3 ECTS (Solicitação de avaliação final).
Organização:
FMV e AMVAT

Coordenação:
Júlio Cavaco Faísca - FMV | jcfaisca@fmv.utl.pt
Luísa Mendes Jorge - FMV | lmjorge@fmv.utl.pt
Daniel Patacho de Matos - AMVAT
João Costa Ferreira - AMVAT

Conteúdo Programático:
Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro.Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.

Público Alvo
Médicos Veterinários.
Alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária.

Programa 6ªFeira (18.11.11)
13:30 | Entrega de documentação.
14:00 | Abertura do Curso.
14:30 | Cultura Taurina: O cavalo no mundo dos toiros.
João Costa Ferreira
15:30 | Doenças infecciosas. Tuberculose. Paratuberculose.
Fernando Boinas
17:00 | Doenças parasitárias.
Luís M. Carvalho
18:00 | Estado Sanitário do gado Bravo. Planos Sanitários Oficiais.
António Pina Fonseca
Sábado (19.11.11)
9:00 | Visita a Ganadaria. Lote de vacas para intervenção de sanidade.Almoço Treino de cavalos de toureio.
6ªFeira (25.11.11)
14:00 | Contenção e Anestesia.
António Albarran
16:00 | Apresentção e discussão de casos clínicos.
António Albarran
Francisco Lira
Vasco Brito Paes
Sábado (26.11.11)
9:00 | Visita a Ganadaria.
Resolução cirúrgica de casos clínicos.
6ªFeira (2.12.11)
14:00 | A produção de toiros nos Açores. Corrida à corda.
Vielmino Ventura
16:30 | A falta de força nos toiros.
Aniceto Méndez Sánchez
18:00 | Aspectos económicos da produção do toiro de lide.
António Veiga Teixeira
Sábado (3.12.11)
9:00 | Visita a Ganadaria.
Resolução cirúrgica de casos clínicos.
18:00 | Avaliação

Inscrições:
Médicos Veterinários: 250€
Médicos Veterinários sócios AMVAT: 200€
Médicos Veterinários recém-graduados e alunos de MIMV: 125€
Limite máximo de inscrições: 50
Limite minímo de inscrições : 30

Secretariado:
Teresa Inácio
telf. 213652805 | fax: 213652810
e-mail: tbaltazar@fmv.utl.pt
Fonte



Faculdade de Veterinária organiza Curso de Formação Contínua sobre o tema "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade veterinária nos espectáculos taurinos"
17 de Março, 2011

A Faculdade de Medicina Veterinária organiza, em parceria com a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas o Curso de Formação Contínua sobre o tema "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade veterinária nos espectáculos taurinos".

Fonte

........


Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas organizam o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide
Organizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas está a decorrer o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias.

O curso debruça-se, de acordo com o conteúdo programático, sobre a «Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro. Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.»

por Francisco Vieira
........



TENHAM VERGONHA, SENHORES VETERINÁRIOS! 

 FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E A ASSOCIAÇÃO DE MÉDICOS VETERINÁRIOS DE ACTIVIDADES TAURINAS ORGANIZAM O CURSO «O MÉDICO VETERINÁRIO E O TOIRO DE LIDE»

Organizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas está a decorrer o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias.

O curso debruça-se, de acordo com o conteúdo programático, sobre a «Cultura Taurina. Principais problemas clínicos no toiro. Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.»

***
Esta notícia chegou-me via e-mail, por Posterous Spaces.
Escusado será dizer que fiquei perplexa.
Indignada, até!
Porquê?

Porque um VETERINÁRIO que se preze não defende “toiros de lide”. Tem o DEVER, sim, de os defender das mãos dos seus torturadores – o homem predador.

Recuperar animais após os espectáculos taurinos? Para depois voltarem a ser massacrados?
Isto é uma anedota, ou quê?
Onde está a vossa ÉTICA ANIMAL?

RASGUEM os vossos diplomas e vão picar pedras, que é mais adequado à vossa vocação de verdugos.

TENHAM VERGONHA, senhores veterinariozinhos!

por Isabel A. Ferreira


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CURSO DE FORMAÇÃO "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide"
CURSO DE FORMAÇÃO "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide"
2010-11-27
Image

A Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa, em parceria com a AMVAT (Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas) está a organizar um curso de formação intitulado “O Médico Veterinário e o Toiro de Lide”. No conjunto, esta formação, com uma duração de 135 horas, é constituída por três cursos distintos, destinados a Médicos Veterinários e a alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária, para um total de 50 participantes. Cada curso confere 3 ECTS. A participação nos três cursos confere a atribuição de um Diploma: “O Médico Veterinário e o Toiro de Lide”.

Estes cursos serão realizados na Faculdade de Medicina Veterinária, da Universidade Técnica de Lisboa. Contudo, 50% do tempo corresponde a uma componente de formação prática, a decorrer em diferentes ganadarias.

Programa resumido e datas de realização:

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Maneio e Características Morfofuncionais do Toiro” Programa: Cultura taurina. História da tauromaquia. O toiro Bravo em Portugal. Associação de Criadores de Toiros de Lide. Padrão da raça. Particularidades morfo-funcionais. Melhoramento genético e diversidade genética na raça Brava. Comportamento animal. Fisiologia da dor. O stress no toiro de lide. Maneio alimentar e reprodutivo.
Datas: 19 e 20, 26 e 27 de Novembro e 3 e 4 de Dezembro de 2010

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Actividade Veterinária nos Espectáculos Taurinos” Programa: Cultura taurina. A evolução do toiro de lide. Espectáculos taurinos. Actuação do Médico Veterinários nos espectáculos taurinos. Regulamento. Exame clínico do toiro: causas de rejeição. Apreciação do toiro no campo e durante a lide.
Datas: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de Março de 2011

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Actividade Veterinária nas Ganadarias” Programa: Cultura taurina. Principais problemas clínicos no toiro. Estado sanitário do gado bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro bravo em Portugal.
Datas: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de Novembro de 2011.

por  Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa


O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias
Instituição: Universidade Técnica de Lisboa - UTL
Unidade: Faculdade de Medicina Veterinária
Área: Ciências Agrárias
Descrição: O exercício da actividade médico-veterinária na área da produção e utilização do Toiro de Lide exige dos profissionais um saber diferenciado sobre a raça Brava que as estruturas curriculares dos cursos de Medicina Veterinária normalmente não ministram. A Faculdade de Medicina Veterinária (FMV) e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas (AMVAT) uniram esforços para oferecer, pela primeira vez, um curso capaz de responder justamente a essa necessidade de formação. A realização deste curso representa uma oportunidade única de aquisição de conhecimentos indispensáveis ao exercício profissional nesta área. O Curso corresponde a 3 ECTS (Solicitação de avaliação final).
Tipo de Curso: Formação Continuada / Extensão
Acesso: Presencial
Custo: ¬ 250,00
Duração: 6 Dia(s)
Início do Curso: 18/11/2011
Fim do Curso: 03/12/2011
Temas: Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro.Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.
Público Alvo: Médicos Veterinários. Alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária.
Professores: Júlio Cavaco Faísca - FMV Luísa Mendes Jorge - FMV Daniel Patacho de Matos - AMVAT João Costa Ferreira - AMVAT
Fonte



O Médico Veterinário e o Toiro de Lide -Actividade Veterinária nas Ganadarias

Escrito por Teresa Inácio
13-Jul-2010
18 Nov-2011
Datas de realização do Curso:
18 e 19, 25 e 26 de Novembro de 2011 e 2 e 3 de Dezembro de 2011
Introdução:
O exercício da actividade médico-veterinária na área da produção e utilização do Toiro de Lide exige dos profissionais um saber diferenciado sobre a raça Brava que as estruturas curriculares dos cursos de Medicina Veterinária normalmente não ministram. A Faculdade de Medicina Veterinária (FMV) e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas (AMVAT) uniram esforços para oferecer, pela primeira vez, um curso capaz de responder justamente a essa necessidade de formação.
A realização deste curso representa uma oportunidade única de aquisição de conhecimentos indispensáveis ao exercício profissional nesta área.

O Curso corresponde a 3 ECTS (Solicitação de avaliação final).
Organização:
FMV e AMVAT

Coordenação:
Júlio Cavaco Faísca - FMV | jcfaisca@fmv.utl.pt
Luísa Mendes Jorge - FMV | lmjorge@fmv.utl.pt
Daniel Patacho de Matos - AMVAT
João Costa Ferreira - AMVAT

Conteúdo Programático:
Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro.Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.

Público Alvo
Médicos Veterinários.
Alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária.

Programa 6ªFeira (18.11.11)
13:30 | Entrega de documentação.
14:00 | Abertura do Curso.
14:30 | Cultura Taurina: O cavalo no mundo dos toiros.
João Costa Ferreira
15:30 | Doenças infecciosas. Tuberculose. Paratuberculose.
Fernando Boinas
17:00 | Doenças parasitárias.
Luís M. Carvalho
18:00 | Estado Sanitário do gado Bravo. Planos Sanitários Oficiais.
António Pina Fonseca
Sábado (19.11.11)
9:00 | Visita a Ganadaria. Lote de vacas para intervenção de sanidade.Almoço Treino de cavalos de toureio.
6ªFeira (25.11.11)
14:00 | Contenção e Anestesia.
António Albarran
16:00 | Apresentção e discussão de casos clínicos.
António Albarran
Francisco Lira
Vasco Brito Paes
Sábado (26.11.11)
9:00 | Visita a Ganadaria.
Resolução cirúrgica de casos clínicos.
6ªFeira (2.12.11)
14:00 | A produção de toiros nos Açores. Corrida à corda.
Vielmino Ventura
16:30 | A falta de força nos toiros.
Aniceto Méndez Sánchez
18:00 | Aspectos económicos da produção do toiro de lide.
António Veiga Teixeira
Sábado (3.12.11)
9:00 | Visita a Ganadaria.
Resolução cirúrgica de casos clínicos.
18:00 | Avaliação

Inscrições:
Médicos Veterinários: 250€
Médicos Veterinários sócios AMVAT: 200€
Médicos Veterinários recém-graduados e alunos de MIMV: 125€
Limite máximo de inscrições: 50
Limite minímo de inscrições : 30

Secretariado:
Teresa Inácio
telf. 213652805 | fax: 213652810
e-mail: tbaltazar@fmv.utl.pt
Fonte



Faculdade de Veterinária organiza Curso de Formação Contínua sobre o tema "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade veterinária nos espectáculos taurinos"
17 de Março, 2011

A Faculdade de Medicina Veterinária organiza, em parceria com a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas o Curso de Formação Contínua sobre o tema "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade veterinária nos espectáculos taurinos".

Fonte

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Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas organizam o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide
Organizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas está a decorrer o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias.

O curso debruça-se, de acordo com o conteúdo programático, sobre a «Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro. Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.»

por Francisco Vieira
........



TENHAM VERGONHA, SENHORES VETERINÁRIOS! 

 FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E A ASSOCIAÇÃO DE MÉDICOS VETERINÁRIOS DE ACTIVIDADES TAURINAS ORGANIZAM O CURSO «O MÉDICO VETERINÁRIO E O TOIRO DE LIDE»

Organizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas está a decorrer o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias.

O curso debruça-se, de acordo com o conteúdo programático, sobre a «Cultura Taurina. Principais problemas clínicos no toiro. Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.»

***
Esta notícia chegou-me via e-mail, por Posterous Spaces.
Escusado será dizer que fiquei perplexa.
Indignada, até!
Porquê?

Porque um VETERINÁRIO que se preze não defende “toiros de lide”. Tem o DEVER, sim, de os defender das mãos dos seus torturadores – o homem predador.

Recuperar animais após os espectáculos taurinos? Para depois voltarem a ser massacrados?
Isto é uma anedota, ou quê?
Onde está a vossa ÉTICA ANIMAL?

RASGUEM os vossos diplomas e vão picar pedras, que é mais adequado à vossa vocação de verdugos.

TENHAM VERGONHA, senhores veterinariozinhos!

por Isabel A. Ferreira


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Gelatina Vegetal Agar-agar

A gelatina seca em folhas ou em pó absorve o líquido que está em contato e incha, ao aquecer o líquido se dissolve e ao resfriar aumenta a viscosidade solidificando em um gel. Este estado de gel é reversível quando se aumenta a temperatura, o que quer dizer é que nunca se poderia comer uma gelatina quente. Certo?

Era, até que a equipe do El Bulli pesquisando produtos gelatinizantes chegaram ao agar-agar derivado de uma alga e de sabor neutro, abrindo o mundo das gelatinas quentes, podendo criar preparações antes impensáveis e com dose ínfima do produto. O agar-agar também pode ser usado como emulsionante para a preparação de espumas.

O agar-agar é insolúvel em água fria porém expande-se consideravelmente e absorve uma quantidade de água de cerca de até vinte vezes o seu próprio peso (ótimo para dietas). A dissolução em água quente é rápida a temperaturas de 95º a 100º C e pode-se observar a formação de um gel firme a concentrações tão baixas quanto 0,50%.

A força de gel do agar-agar é influenciada pelos fatores concentração, tempo, pH e conteúdo deaçúcar. O pH afeta notadamente a força de gel do agar-agar: o decréscimo do pH (soluções mais  ácidas) diminui a força de gel. O conteúdo de açúcar também tem um efeito considerável sobre o gel de agar-agar, pois seu aumento resulta em um gel com maior dureza porém com menor coesão (mais frágil).

 Utilização do agar-agar:
- agar-agar não se dissolve à frio, incorporar o pó ao líquido próximo do ponto de ebulição, como se faz com maisena.
- gel do agar-agar endurece apenas abaixo de 40°C, deixar resfriá-lo após a solubilização quente sem manipular (refrigerador)
-  gel uma vez formado, somenta vai se fundir a temperaturas de  90°C, o que permite que se aqueça o gel ou a mousse em temperaturas entre 70 e 80°C  antes de levar à mesa sem que haja qualquer alteração na estrutura. Aqueça em salamandra ou grill. O agar-agar pode ser usado em gelatinas frias, mas seu maior potencial é para gelatinas quentes.

Para facilitar o manuseio, dissolva o pó em uma quanntidade pequena de líquido e depois incorpore á receita posteriormente.
O agar-agar forma um gel que a textura se chama gelatina e a preparação de aspic. As porções volumosas deste gel dão a impressão de carnosas assim de preferência à qualidade degustativa  e não a quantidade, apresentando o aspic em cubos ou lâminas de 6 a 10 ml. Para casos de drinks gelificados, sirva em cálices do tipo de vinho do porto ou para eventos use aqueles copinhos plásticos pequenos que servem brigadeiro. A gelatina de agar-agar pode ficar esperando para ser servida sem perder a textura mesmo sem refrigeração.

Atenção: o agar-agar resulta em uma gelatina frágil e de pouca flexibilidade, cuidado quando for manuseá-la ou tentar usá-la como película exterior da preparação pois pode quebrar ao curvar.

As proporções indicadas de agar-agar para 500 ml de líquido que não seja ácido e nem álcool são:
Textura muito macia: 0,8 gr
Textura macia;        1,6 gr
O mais usado:         2,5 gr
Textura dura:          5,0 gr.
Textura muito dura:  7,0 gr




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Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
CARTA ABERTA AOS DEPUTADOS DA NAÇÃO PORTUGUESA
Barrancos - Touro de morte, área da Cultura Portuguesa?...
Assunto: Massacre de Touros (vulgo “Arte Tauromáquica”) em Portugal

Deputados:

Não vou seguir a norma do “Exmos. Senhores”, porque estou tão indignada com o que se passa nessa Assembleia, que acho que não merecem esta consideração da minha parte. Vá lá, nem todos.
Mas os que podiam dizer algo mais, ficam calados. E isso é péssimo. É cumplicidade.

Pois sei que o meu País está atravessar uma grave crise provocada por gente sem qualquer dignidade, que em vez de governar, desgoverna, e depois o povo é que paga.

Sei, por isso, que o momento não será o mais apropriado, mas ainda assim vou aproveitá-lo, porque esporadicamente um ou outro deputado pega no assunto pela rama e lança a sua acha, muito mal achada, e as coisas ficam por ali mesmo.

De que têm medo, deputados da Nação?

Um deputado medroso não devia ter assento numa Assembleia onde se tem a obrigação de DEFENDER a DIGNIDADE do nosso País.

Vou referir uma intervenção feita por João Almeida, deputado do CDS/PP (um partido que promove Massacres de Touros e tem como principal aficionado o Dr. Paulo Portas), que interpelou o Secretário de Estado da Cultura (?), Francisco José Viegas, sobre esse assunto, disparando uma série de disparates, indignos na boca de um Deputado da Nação.

Primeiro, referiu-se à Tauromaquia como «cultura essencial; um sector da nossa cultura; uma área da Cultura Portuguesa». PASMEI!

Eu, que estudei História, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tive uma cadeira de Cultura Portuguesa, ministrada pelo Professor Doutor Silva Dias, já falecido, e nunca a Tauromaquia foi integrada no nosso estudo. Deveria?

Depois João Almeida falou num sector NÃO SUBSIDIADO (e repetiu-se).

MENTIU, o João Almeida. Porquanto sabemos que as autarquias (isto é público) subsidiam estes actos violentos e sangrentos que não dignificam a Nação. UMA VERGONHA!

A alturas tantas, falou em “gostar ou não gostar” destes massacres, assim como se estivesse a falar de gostar ou não gostar de gelado de baunilha.

Que inconsciência! Que vazio mental!


João Almeida falou em nome de quem? Do interesse de quem?

Dos ganadeiros? E isso interessa à Nação?

Então, como ficamos, senhor Secretário de Estado? Temos ou não temos de defender “este património cultural português”? Quis saber João Almeida.

Francisco José Viegas, intelectual da nossa praça, titubeou, e denominou a Tortura de Touros de “Arte Tauromáquica”, e depois não disse nada de interesse para aqui ser reproduzido.

Arte Tauromáquica, Francisco José Viegas? Arte comparável à Arte Musical? À Arte da Dança? À Arte Cinematográfica? À Arte Teatral? À Arte Literária? À Arte Pictórica?

O acto de torturar violentamente um ser vivo será “arte” que mereça ser tratada pelo Secretário de Estado da Cultura, quando a verdadeira Cultura da Nação está de rastos?... Nem Ministério da Cultura existe, porque num país de incultos que interesse terá um Ministério da Cultura? Será esse o raciocínio?

Um deputado que vá para a Assembleia da República defender a VIOLÊNCIA GRATUITA E O SADISMO sobre um ser vivo, não tem competência para representar a Nação Portuguesa e os Portugueses. Melhor será demitir-se, porque não se ajusta ao cargo para o qual foi eleito, isto é, para defender valores humanos, valores que dignifiquem a Nação, e não valores imorais e violentos.

Os deputados do Partido «Os Verdes» estão caladinhos. Já até houve um que defendeu a Tortura dos Touros. Serão tão “verdes” quanto dizem? Estou em crer que serão tão negros quanto os outros.
UMA VERGONHA.

Já ouvi falar em fazer um referendo sobre a questão.

Penso que a vida e os valores humanos são dados tão adquiridos que não são referendáveis. É uma indignidade perguntar: és pela morte ou pela vida? És pela paz ou pela violência e pela tortura? Que no fundo é isso que vai perguntar-se num referendo sobre Tauromaquia, pergunta que vai embrulhada em papel de prata, para não parecer mal.

QUE VERGONHA!

O Massacre de Touros deve ser abolido não porque o povo quer ou não quer, ou porque o povo gosta ou não gosta. Mas simplesmente porque é algo imoral, primitivo e indigno de uma sociedade civilizada, e porque os animais não humanos não são objectos nem propriedade dos ditos homens, para que estes decidam da sua vida ou da sua morte. Eles nascem livres e livres devem viver no seu habitat. Têm esse direito inalienável.

Por isso, DEPUTADOS DA NAÇÃO, tenham vergonha e acabem de uma vez por todas com esta nódoa negra da sociedade portuguesa, que de “cultura” não tem nada. Acabem com esta ABERRAÇÃO SOCIAL. Façam algo de positivo pelo nosso País, e coloquem-no na lista dos países civilizados.

Não queiram, igualmente, constar da lista dos ignorantes que não sabem que um Touro é um animal tal como todos nós. E que o seu SOFRIMENTO é real, tão real quanto o nosso.

Por que têm de ceder ao lobby tauromáquico? Não tenham medo de dizer NÃO. Não sejam MEDROSOS E COVARDES tal como são os TORTURADORES DE TOUROS (vulgo toureiros).

Ao defenderem a tauromaquia estão a defender a “festa” da ignorância, da crueldade, do tribalismo, da tradição retrógrada, do vazio de ética, da discriminação especista, assentando tudo no sofrimento atroz do Touro e também do Cavalo.

TENHAM VERGONHA, DEPUTADOS DA NAÇÃO.

Pelo menos uma vez na vida HONREM o lugar que ocupam, porque isto não é uma questão de gostar ou não gostar de Massacres de Touros.

ISTO É UMA QUESTÃO CIVILIZACIONAL.

CIVILIZEM-SE, DEPUTADOS DA NAÇÃO.

EVOLUAM!

ESTAMOS NO SÉCULO XXI, DEPOIS DE CRISTO. NÃO SABIAM?...

Barrancos - Arte Tauromáquica, sector da nossa cultura?...

por Isabel A. Ferreira in Arco de Medina


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CARTA ABERTA AOS DEPUTADOS DA NAÇÃO PORTUGUESA
Barrancos - Touro de morte, área da Cultura Portuguesa?...
Assunto: Massacre de Touros (vulgo “Arte Tauromáquica”) em Portugal

Deputados:

Não vou seguir a norma do “Exmos. Senhores”, porque estou tão indignada com o que se passa nessa Assembleia, que acho que não merecem esta consideração da minha parte. Vá lá, nem todos.
Mas os que podiam dizer algo mais, ficam calados. E isso é péssimo. É cumplicidade.

Pois sei que o meu País está atravessar uma grave crise provocada por gente sem qualquer dignidade, que em vez de governar, desgoverna, e depois o povo é que paga.

Sei, por isso, que o momento não será o mais apropriado, mas ainda assim vou aproveitá-lo, porque esporadicamente um ou outro deputado pega no assunto pela rama e lança a sua acha, muito mal achada, e as coisas ficam por ali mesmo.

De que têm medo, deputados da Nação?

Um deputado medroso não devia ter assento numa Assembleia onde se tem a obrigação de DEFENDER a DIGNIDADE do nosso País.

Vou referir uma intervenção feita por João Almeida, deputado do CDS/PP (um partido que promove Massacres de Touros e tem como principal aficionado o Dr. Paulo Portas), que interpelou o Secretário de Estado da Cultura (?), Francisco José Viegas, sobre esse assunto, disparando uma série de disparates, indignos na boca de um Deputado da Nação.

Primeiro, referiu-se à Tauromaquia como «cultura essencial; um sector da nossa cultura; uma área da Cultura Portuguesa». PASMEI!

Eu, que estudei História, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tive uma cadeira de Cultura Portuguesa, ministrada pelo Professor Doutor Silva Dias, já falecido, e nunca a Tauromaquia foi integrada no nosso estudo. Deveria?

Depois João Almeida falou num sector NÃO SUBSIDIADO (e repetiu-se).

MENTIU, o João Almeida. Porquanto sabemos que as autarquias (isto é público) subsidiam estes actos violentos e sangrentos que não dignificam a Nação. UMA VERGONHA!

A alturas tantas, falou em “gostar ou não gostar” destes massacres, assim como se estivesse a falar de gostar ou não gostar de gelado de baunilha.

Que inconsciência! Que vazio mental!


João Almeida falou em nome de quem? Do interesse de quem?

Dos ganadeiros? E isso interessa à Nação?

Então, como ficamos, senhor Secretário de Estado? Temos ou não temos de defender “este património cultural português”? Quis saber João Almeida.

Francisco José Viegas, intelectual da nossa praça, titubeou, e denominou a Tortura de Touros de “Arte Tauromáquica”, e depois não disse nada de interesse para aqui ser reproduzido.

Arte Tauromáquica, Francisco José Viegas? Arte comparável à Arte Musical? À Arte da Dança? À Arte Cinematográfica? À Arte Teatral? À Arte Literária? À Arte Pictórica?

O acto de torturar violentamente um ser vivo será “arte” que mereça ser tratada pelo Secretário de Estado da Cultura, quando a verdadeira Cultura da Nação está de rastos?... Nem Ministério da Cultura existe, porque num país de incultos que interesse terá um Ministério da Cultura? Será esse o raciocínio?

Um deputado que vá para a Assembleia da República defender a VIOLÊNCIA GRATUITA E O SADISMO sobre um ser vivo, não tem competência para representar a Nação Portuguesa e os Portugueses. Melhor será demitir-se, porque não se ajusta ao cargo para o qual foi eleito, isto é, para defender valores humanos, valores que dignifiquem a Nação, e não valores imorais e violentos.

Os deputados do Partido «Os Verdes» estão caladinhos. Já até houve um que defendeu a Tortura dos Touros. Serão tão “verdes” quanto dizem? Estou em crer que serão tão negros quanto os outros.
UMA VERGONHA.

Já ouvi falar em fazer um referendo sobre a questão.

Penso que a vida e os valores humanos são dados tão adquiridos que não são referendáveis. É uma indignidade perguntar: és pela morte ou pela vida? És pela paz ou pela violência e pela tortura? Que no fundo é isso que vai perguntar-se num referendo sobre Tauromaquia, pergunta que vai embrulhada em papel de prata, para não parecer mal.

QUE VERGONHA!

O Massacre de Touros deve ser abolido não porque o povo quer ou não quer, ou porque o povo gosta ou não gosta. Mas simplesmente porque é algo imoral, primitivo e indigno de uma sociedade civilizada, e porque os animais não humanos não são objectos nem propriedade dos ditos homens, para que estes decidam da sua vida ou da sua morte. Eles nascem livres e livres devem viver no seu habitat. Têm esse direito inalienável.

Por isso, DEPUTADOS DA NAÇÃO, tenham vergonha e acabem de uma vez por todas com esta nódoa negra da sociedade portuguesa, que de “cultura” não tem nada. Acabem com esta ABERRAÇÃO SOCIAL. Façam algo de positivo pelo nosso País, e coloquem-no na lista dos países civilizados.

Não queiram, igualmente, constar da lista dos ignorantes que não sabem que um Touro é um animal tal como todos nós. E que o seu SOFRIMENTO é real, tão real quanto o nosso.

Por que têm de ceder ao lobby tauromáquico? Não tenham medo de dizer NÃO. Não sejam MEDROSOS E COVARDES tal como são os TORTURADORES DE TOUROS (vulgo toureiros).

Ao defenderem a tauromaquia estão a defender a “festa” da ignorância, da crueldade, do tribalismo, da tradição retrógrada, do vazio de ética, da discriminação especista, assentando tudo no sofrimento atroz do Touro e também do Cavalo.

TENHAM VERGONHA, DEPUTADOS DA NAÇÃO.

Pelo menos uma vez na vida HONREM o lugar que ocupam, porque isto não é uma questão de gostar ou não gostar de Massacres de Touros.

ISTO É UMA QUESTÃO CIVILIZACIONAL.

CIVILIZEM-SE, DEPUTADOS DA NAÇÃO.

EVOLUAM!

ESTAMOS NO SÉCULO XXI, DEPOIS DE CRISTO. NÃO SABIAM?...

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por Isabel A. Ferreira in Arco de Medina


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