Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.
Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011
Reduzir o colesterol
Por certo já sabe que o colesterol elevado é um dos principais factores de risco da doença cardiovascular. E que 2 em cada 3 pessoas portuguesas tem o colesterol elevado. Mas sabia que reduzir ou eliminar os hábitos tabágicos, aumentar os níveis de actividade física e ingerir alimentos fortificados com esteróis vegetais, podem contribuir para a melhoria dos valores de colesterol total e colesterol-LDL?
Avalie os seus níveis de colesterol sanguíneo com regularidade e, se os valores forem elevados, discuta com o seu médico a possibilidade de incluir na sua dieta alimentos fortificados com esteróis vegetais.

A grande incidência de doenças cardiovasculares em Portugal é uma realidade que não deixa ninguém indiferente (até porque todos nós conhecemos alguém nestas circunstâncias…). Por isso tem despoletado a investigação de estratégias terapêuticas e comportamentais – tanto do ponto de vista dietético, como em outras dimensões do estilo de vida – orientadas para a redução deste grave problema de saúde pública.

De facto, a relação entre os hábitos alimentares e os níveis de colesterol sérico e LDL-colesterol, factores de risco que mais têm contribuído para esta situação, é alvo de investigação desde longa data. Entre as descobertas realizadas nas últimas décadas, destaca-se o papel que os esteróis vegetais desempenham na redução da absorção do colesterol e melhoria dos níveis de colesterol na circulação sanguínea.

Estes esteróis estão presentes em muitos dos nossos alimentos – como os frutos, vegetais, sementes, cereais e óleos vegetais – mas em quantidades insuficientes para afectar os valores de colesterol no sangue. No sentido de colmatar esta necessidade, a indústria alimentar tem desenvolvido vários produtos alimentares fortificados com maiores quantidades de esteróis vegetais - como é o caso de alguns tipos de leite e iogurtes - que têm apresentado excelentes benefícios para a saúde quando ingeridos na dose e momentos recomendados. Assim, sobretudo se faz parte dos 70% de portugueses que tem colesterol elevado, aconselhe-se com o seu médico e complemente a sua terapêutica (se for caso disso) com alimentos fortificados com esteróis vegetais.

Procurar também adoptar uma alimentação pobre em ácidos gordos saturados e aumentar os seus níveis de actividade física; hábitos que no seu conjunto podem aumentar os valores de HDL (preferencialmente para valores superiores a 45 mg/dl) e reduzir os valores de LDL (preferencialmente para valores inferiores a 130 mg/dl) no sangue.

• Faça exercício físico com regularidade. A actividade física moderada – como a marcha rápida, jogging, natação ou um circuito de bicicleta - ajuda na manutenção dos valores de HDL em níveis elevados e na mobilização dos triglicerídeos.

• Reduza ou elimine a ingestão de alimentos ricos em gorduras saturadas, como é o caso dos lacticínios gordos, carnes vermelhas, charcutaria e óleos de palma e de coco. Por outro lado, privilegie as gorduras insaturadas, especialmente presentes no azeite e no óleo de girassol, entre outros.

• As gorduras presentes em alimentos processados e embalados (bolachas, tortas, biscoitos, batatas fritas), são também exemplos de gorduras menos saudáveis e que não favorecem o perfil lipídico.

• Se tem o colesterol elevado e não sabe em que alimentos encontrar os esteróis vegetais, procure esta designação nos rótulos dos alimentos, especialmente os cremes vegetais para barrar, leite e iogurtes.

• Como o mecanismo de actuação dos esteróis vegetais consiste na competição com o colesterol ao nível do intestino, dificultando e/ou impedindo a sua absorção, procure ingerir os alimentos enriquecidos nestes substratos em simultâneo com as principais refeições.

• Para complementar a acção dos esteróis vegetais na redução dos níveis de colesterol, ingira alimentos ricos em fibras solúveis, como as frutas, legumes, aveia, sementes e vegetais.


publicado por Maluvfx às 11:45
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Tom Regan
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Tom Regan
Filósofo especializado na teoria dos direitos dos animais. É Professor Emérito de Filosofia da Universidade da Carolina do Norte, onde ele lecionou desde 1967 até sua aposentadoria em 2001. Ativista dos direitos dos animais, publicou, entre outros The Case for Animal Rights e Animal Rights and Human Obligations (organizado juntamente com Peter Singer). Jaulas Vazias é seu primeiro livro publicado no Brasil.

1O caso dos direitos animais193
2Vozes vegetarianas: um comentário


publicado por Maluvfx às 03:25
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Tom Regan
Filósofo especializado na teoria dos direitos dos animais. É Professor Emérito de Filosofia da Universidade da Carolina do Norte, onde ele lecionou desde 1967 até sua aposentadoria em 2001. Ativista dos direitos dos animais, publicou, entre outros The Case for Animal Rights e Animal Rights and Human Obligations (organizado juntamente com Peter Singer). Jaulas Vazias é seu primeiro livro publicado no Brasil.

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Domingo, 20 de Novembro de 2011
Sérgio Greif
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Sérgio Greif - sergio_greif@yahoo.com
Biólogo formado pela UNICAMP, mestre em Alimentos e Nutrição com tese em nutrição vegetariana pela mesma universidade, docente da MBA em Gestão Ambiental da Universidade de São Caetano do Sul, ativista pelos direitos animais, vegano desde 1998, consultor em diversas ações civis publicas e audiências públicas em defesa dos direitos animais. Co-autor do livro "A Verdadeira Face da Experimentação Animal: A sua saúde em perigo" e autor de "Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação: pela ciência responsável", além de diversos artigos e ensaios referentes à nutrição vegetariana, ao modo de vida vegano, aos direitos ambientais, à bioética, à experimentação animal, aos métodos substitutivos ao uso de animais na pesquisa e na educação e aos impactos da pecuária ao meio ambiente, entre outros temas. Realiza palestras nesse mesmo tema. Membro fundador da Sociedade Vegana.


publicado por Maluvfx às 06:47
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Sérgio Greif
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Sérgio Greif - sergio_greif@yahoo.com
Biólogo formado pela UNICAMP, mestre em Alimentos e Nutrição com tese em nutrição vegetariana pela mesma universidade, docente da MBA em Gestão Ambiental da Universidade de São Caetano do Sul, ativista pelos direitos animais, vegano desde 1998, consultor em diversas ações civis publicas e audiências públicas em defesa dos direitos animais. Co-autor do livro "A Verdadeira Face da Experimentação Animal: A sua saúde em perigo" e autor de "Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação: pela ciência responsável", além de diversos artigos e ensaios referentes à nutrição vegetariana, ao modo de vida vegano, aos direitos ambientais, à bioética, à experimentação animal, aos métodos substitutivos ao uso de animais na pesquisa e na educação e aos impactos da pecuária ao meio ambiente, entre outros temas. Realiza palestras nesse mesmo tema. Membro fundador da Sociedade Vegana.


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David Olivier
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David Olivier
Britânico, ateu, utilitarista, físico por formação, afirma que "o mundo poderia estar muito melhor se fosse para todos os seres sencientes". É fundador dos Cahiers antispécistes e daVeggie Pride de Paris, e co-fundador das Estivales de la question animale e das Éditions Sentience.


1Defesa animal / libertação animal110
2Porque eu não sou ecologista231
3Mistura de gêneros95
4A natureza não escolhe


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David Olivier
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David Olivier
Britânico, ateu, utilitarista, físico por formação, afirma que "o mundo poderia estar muito melhor se fosse para todos os seres sencientes". É fundador dos Cahiers antispécistes e daVeggie Pride de Paris, e co-fundador das Estivales de la question animale e das Éditions Sentience.


1Defesa animal / libertação animal110
2Porque eu não sou ecologista231
3Mistura de gêneros95
4A natureza não escolhe


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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011
Pastinacas
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A pastinaca (também conhecida por cherivia ou cherovia) é uma raiz, parente da cenoura. Aliás, no aspecto são bastante semelhantes à cenoura; porém têm uma coloração mais pálida e um cheiro e sabor muito mais intenso – semelhante ao das nozes. Tal como as cenouras, as pastinacas são naturais da Eurasia e fazem parte da alimentação humana desde tempos antigos – sabemos que os gregos e os romanos já as incluiam na sua dieta. Até à introdução da batata, trazida do Novo Mundo, eram as pastinacas que ocupavam o seu lugar nos mais diversos pratos e receitas.

As pastinacas podem ser cozidas em água ou no vapor, assadas, estufadas, usadas para a confeccção de sobremesas, utilizadas como base de sopas e em pratos feitos na caçarola. Frequentemente, são ingeridas depois de transformadas em puré. Podem, até, substituir as batatas e as cenouras em qualquer receita. Para os mais gulosos, no caso de se adaptar receitas de bolos, convém reduzir ao açúcar, uma vez que as pastinacas são bastante doces!
Devem ter um tamanho entre pequeno e médio, e a raíz deve ter uma forma direita. Evita as que estiverem moles, as que pareçam secas, ou as que estejam manchadas.
Conservam-se bem mantidas no frigorífico, em sacos plásticos, por cerca de duas semanas.

Informação Nutricional
As pastinacas são mais ricas em vitaminas e minerais, do que a sua “prima” cenoura. Contêm pequenas quantidades de ferro e vitamina C. São particularmente ricas em potássio, com 600mg por cada 100g. As pastinacas são, também, uma excelente fonte de fibra. Cada 100g de pastinaca contém cerca de 55 calorias (230kJ) de energia.
Algumas pessoas podem desenvolver uma reacção alérgica às pastinacas. As folhas da pastinaca, podem também irritar a pele. Neste sentido é importante manuseá-las com todo o cuidado ou utilizando luvas.

Cultivo
As pastinacas não se dão em climas quentes, uma vez que o frio é necessário para o desenvolvimento e intensificação do seu sabor adocicado. Dão-se muito bem locais onde as estações do ano propícias ao crescimento das plantas são de curta duração. Preferencialmente o solo deve ser arenoso e lamacento; por oposição, solos demasiado rochosos ou argilosos não são adequados.
As sementes podem ser plantadas no ínicio da Primavera, assim que o solo esteja pronto para ser trabalhado. A sua colheita pode ser feita nos finais do Outono, (depois das primeiras geadas), e deve continuar ao longo do Inverno, até que o solo congele.
Mais do que as sementes de qualquer outro vegetal, as sementes da pastinaca deterioram-se facilmente se armazenadas por muito tempo, pelo que se aconselha o uso de sementes frescas todos os anos.

Atenção
Se andares em busca de vegetais selvagens, pelos campos ou bosques, é fácil confundir uma espécie venenosa e mortal - Conium maculatum – com as pastinacas. Por isso, aconselhamos-te a adquirires as pastinacas apenas nas superfícies comerciais.

Curiosidades
As pastinacas foram levadas para os Estados Unidos da América, pelos europeus, nos ínicios do séc. XVII, mas esta raíz de cor branco-cremoso nunca se tornou num dos petiscos preferidos, do outro lado do Atlântico.
Nos Estados Unidos da América, a maioria dos estados listaram a pastinaca selvagem como uma espécie nóxica e invasiva.
As pastinacas são usadas por alguns insectos para depositarem os seus ovos, sendo que as larvas, posteriormente, alimentar-se-ão deste vegetal.


Referências:
http://en.wikipedia.org/wiki/Parsnip
http://www.answers.com/topic/parsnip#after_ad3
Imagem retirada de http://en.wikipedia.org


publicado por Maluvfx às 06:20
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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
Tratamentos Caseiros
images/articles/fresh_herbs.jpgNa flora e na fauna do nosso planeta, várias são as espécies em habitat natural que sabem empregar recursos para se tratarem de ferimentos ou outras maleitas que as possam assolar. Para além das defesas imunitárias, o habitat circundante geralmente oferece soluções para problemas de saúde. O ser humano também aprendeu a usar e a estudar esses recursos desde há milénios, pelo que hoje em dia existem no mercado e na Internet várias publicações e especialistas que se debruçam sobre este assunto.
Não se pretende com este artigo listar exaustivamente tratamentos caseiros complexos, apenas dar ideias naturais e simples para maleitas comuns e passageiras a fim de apresentar alternativas a medicamentos convencionais e/ou métodos invasivos. Todas as sugestões são veganas.

ADVERTÊNCIAS IMPORTANTES: OS TRATAMENTOS NÃO SÃO INÓCUOS! SE HOUVER ALGUM PROBLEMA DE SAÚDE (MESMO “MERAS” ALERGIAS) OU GRAVIDEZ, DEVEM TOMAR-SE PRECAUÇÕES!

As plantas medicinais e/ou frutos, sempre que possível devem ser biológicos, avulsos e muito bem lavados e desinfectados, comprados em casas da especialidade e não colhidos na natureza sem conhecimentos. Pode ser perigoso para a saúde misturar chás para efeitos diferentes.
Os óleos essenciais não devem ser aplicados directamente na pele com a excepção do de alfazema e do de óleo de árvore do chá (tea tree oil). Os restantes devem ser sempre diluídos em óleos-base neutros, como por exemplo óleo de amêndoas doces, de jojoba ou de sésamo.
Há poucos tratamentos imediatos e de utilização única: o organismo humano precisa de tempo e repetições para os efeitos se poderem fazer sentir. Com uma alimentação cuidada, podem evitar-se muitas maleitas e os tratamentos resultam melhor num organismo cuidado.
Não é conveniente conservar os tratamentos; é aconselhável consumi-los ou aplicá-los feitos no momento.
PROBLEMA
SUGESTÕES DE TRATAMENTO
Acalmar a pele escaldada
Cozer aveia em flocos ou grãos e acrescentar tudo à água do banho de imersão.
Outra solução é juntar amido de milho à água do banho de imersão.
Acalmar e dormir melhor
Beber chá de camomila ou chá de alfazema ou chá de valeriana ou chá de verbena.
Ou ainda tomar chá de alfazema, tília e camomila (em partes iguais)
Outra solução é um banho de imersão com sal marinho.
Também ajuda massajar a nuca, a parte de trás das orelhas e a fronte com óleo essencial de alfazema e colocar 2 a 3 gotas na almofada.
Ajuda bastante efectuar respirações lentas e profundas.
Aftas
Aplicar canela em pó ou gengibre fresco directamente na afta.
Também serve 10 grãos de cacau fervidos num litro de água e bochechar.
Outra sugestão é bochechar com uma solução de 1 copo de água morna com 1 colher de chá de bicarbonato de sódio.
Afonia
Fazer gargarejos com uma chávena de água morna ou fria com 1 pitada de sal e 1 colher de café de bicarbonato de sódio.
Também resulta gargarejos com a mistura: sumo de 1 limão, 3 folhas de malva e 3 folhas de cavalinha.
Outra sugestão: beber chá de cascas de cebola.

Artrite Reumatóide
Beber chá de gengibre fresco com paus de canela.
Outra sugestão: massagens com óleo de sésamo (1 colher de sopa) a que juntas 10 gotas de óleo essencial de eucalipto, 10 gotas de óleo essencial de zimbro e 10 gotas de óleo essencial de alfazema.
Também ajuda massajar as partes afectadas com vinagre de sidra.
Beber água quente em jejum é outra sugestão.
O consumo de morangos (e outros frutos vermelhos silvestres) também é bastante adequado pois é um fruto com propriedades anti-inflamatórias.
Outra solução: liquefazer 2 fatias de ananás, sumo de 2 limões e 1 colher de sopa de hortelã. Beber 2 copos por dia.
Também ajuda consumir regularmente a especiaria curcuma pois também é anti-inflamatória e desintoxicante.
Azia
Ferver numa chávena de água durante 3 minutos 1 colher de sopa de casca ralada de limão verde e 1 colher de sopa da parte branca do limão. Beber um copo de 6 em 6 horas.
Também resulta mastigar um pedaço de batata crua e beber esse suco.
Calos
Cortar uma cebola de forma a obter pequenos quadrados ou rectângulos que se aplicam no calo. Deixar marinar 3 dias em vinagre. Aplicar no calo um quadrado ou rectângulo renovando todos os dias e prendendo uma banda de tecido.
Outra sugestão é colocar um pedaço de casca de banana verde sobre o calo, cobrir com gaze e substituir de 3 em 3 horas.
Outro tratamento é aplicar um dente de alho e sal marinho no calo durante uma noite; lavar e hidratar muito bem na manhã seguinte.
Outra solução é aplicar no calo 1 dente de alho com 1 colher de café de azeite.
Caspa
Ferver um punhado de urtigas num litro de água, deixar arrefecer e usar como última passagem na lavagem do cabelo.
Circulação sanguínea
20 cascas de uvas pretas abafadas por 3 minutos em 2 chávenas de água a ferver. Coar e beber.

Cólicas menstruais
Banho de chá de hortelã - deixar ferver por 2 minutos 3 litros de água com 3 chávenas de folhas de hortelã. Juntar 3 litros de água fria. Banhar o corpo a partir do pescoço.
Constipações e gripes
Escalda-pés (demolhar os pés em água quente com sal marinho durante cerca de meia-hora). Depois, massajar os pés com óleo de sésamo morno que ajuda a relaxar. Deve ser feito antes de deitar.
Outra sugestão é beber chá de gengibre com 1 dente de alho com casca, 1 casca de limão e erva-doce ou anis estrelado.
Outra ajuda é: liquefazer sumo de limão com 1 dente de alho, 1/2 cebola e gengibre fresco a gosto. Beber.
Outro tratamento é ferver folhas de eucalipto e colocar numa bacia essa água a ferver com as folhas. Inalar os vapores profunda e repetidamente várias vezes ao dia com uma toalha sobre a cabeça para o vapor não se escapar pelos lados.
Controlar apetite por doces
Cortar em pedaços médios cebolas, cenouras, couve lombarda (repolho ou couve coração) e nabo (opcional), na quantidade de uma chávena de cada. Colocar destapado em água a ferver sem sal por 2 ou 3 minutos. Reduzir o lume e cozinhar por 20 minutos tapado. Coar e beber morno 1 ou 2 chávenas por dia, uma delas em jejum
Diarreia
Ferver 2 goiabas vermelhas num litro de água. Beber frio.
Dor de cabeça/ Enxaqueca
Cortar uma batata crua às rodelas e colocar na testa segurando-as com uma banda de tecido em volta da cabeça até a batata aquecer e enegrecer. Convém a pessoa estar deitada num local calmo e com luz suave.
Outra solução é diluir sumo de meio limão num copo de água e beber.
Outra ajuda: ferver 1 colher de sopa de folhas de alfazema num litro de água. Tomar 3 chávenas por dia.
Outra sugestão: ferver num litro de água 2 colheres de sopa de sementes de girassol torradas. Beber uma chávena de 6 em 6 horas.
Outro tratamento é beber chá de casca de laranja.
Dores em geral
1 colher de sobremesa de folhas de sabugueiro abafadas numa chávena de água a ferver por 10 minutos. Beber de seguida.
Dores musculares de esforço
Beber chá de manjericão seco: 1 colher de chá por cada chávena, 2 chávenas antes ou depois das refeições.
Enjoo de viagens
Beber chá de gengibre antes da viagem.
Excesso de peso
Ferver 1 litro de água com 1 chávena de chá de folhas e talos de alface. Tomar 3 chávenas por dia.
Outra solução é beber chá verde.
Também ajuda comer cenoura e maçã cruas ao pequeno-almoço e cenoura e nabo cru (temperado com molho de soja) às refeições principais.
Beber chá de rábano também resulta.
Febre
Liquefazer 2 maçãs com pouca água. Beber morno.
Feridas, queimaduras, frieiras, pisaduras, calos, lábios gretados, inchaços
Cortar uma folha de aloé vera com uma faca plástica e colocar a seiva na área afectada.
Fungos nas unhas
Mergulhar as unhas afectadas em 1 parte de vinagre e 1 parte de água várias vezes ao dia. Se apenas uma parte da unha estiver afectada, pode aplicar-se o líquido com um cotonete.
Também se deve pincelar as unhas (interna e externamente) com a seguinte mistura: numa colher de sopa de óleo de laranja misturar 10 gotas de óleo essencial de alfazema, 10 gotas de óleo essencial de eucalipto e 10 gotas de óleo essencial de árvore do chá (tea tree oil), pincelar a parte afectada (bem limpa) 3 vezes por dia.
Garganta inflamada
Sumo de 3 limões com um copo de água morna. Beber e fazer gargarejos.
Outra solução: 3 colheres de sopa de casca de ananás/abacaxi picada com sumo de uma laranja e 1 copo de água a ferver por cima abafado por 3 minutos. Coar e beber.
Limpeza de feridas
Ferver folhas de eucalipto e malva em água e limpar as feridas com esta solução fria.
Manchas na pele
Aplicar sumo de morango.
Muco nos olhos (também para cães e gatos)
Embeber algodão ou gaze em chá preto ou chá de 3 anos com sal marinho (1 colher de sopa de sal marinho para 1 litro de chá) ligeiramente morno. Aplicar suavemente retirando o muco várias vezes ao dia. Secar suavemente em redor dos olhos depois de tratar.
Pé-de-atleta/Micoses/Tinha (também para cães, gatos, etc.)
Aplicar directamente óleo de essência de árvore do chá (tea tree oil) na zona afectada ou o mesmo óleo na proporção de 10 gotas com 1 colher de sopa de óleo de sésamo ou jojoba diariamente 2 a 3 vezes por dia durante cerca de 1 mês ou mais, para prevenir o reaparecimento do problema.
Outra sugestão: aplicar óleo de árvore do chá, óleo de alfazema e óleo de eucalipto numa base de óleo de jojoba 3 vezes ao dia.
Pés e pernas cansados
Escalda-pés (ver acima em constipações/gripes).
Outra sugestão: massajar com uma mistura de 2 colheres de sopa de óleo de sésamo, 10 gotas de óleo essencial de eucalipto e 10 gotas de óleo essencial de alfazema e descansar com as pernas ao alto durante 20 minutos.
Pisaduras/contusões/problemas musculares
Massajar 3 vezes ao dia com óleo de arnica.
Prisão de ventre
1 chávena de chá de ameixas secas picadas dissolvidas num copo de água quente. Beber morno.
Beber sumo de aloé vera antes de deitar (sumo: abre-se a folha de aloé, retira-se o gel e mistura-se no liquidificador 1 colher de gel para 1 copo de água).
Problemas de fígado
Beber chá de gengibre.
Outra ajuda é comer uma rodela de gengibre em jejum
Outra sugestão: chá de boldo, dente-de-leão, hortelã, gengibre em partes iguais.
O sumo de beterraba fresca é excelente para o fígado, tonificar e renovar o sangue.
Problemas digestivos
Beber chá de gengibre (não ferver o gengibre para não perder as propriedades terapêuticas. Ferver a água, juntar 6 rodelas finas de gengibre para 1 litro de água, deixar de infusão 10 a 15 minutos e beber quente em jejum ou a seguir às refeições ou quando necessitar.
Outra ajuda é o chá de alcachofra, especialmente para o fígado.
Também resulta: verter 1 chávena de chá de água a ferver numa 1 colher de sopa de hortelã picada e deixar 10 minutos. Juntar 1 colher de sobremesa de sumo de limão. Coar e beber.
Outra sugestão é abafar por 3 minutos num copo de água 5 colheres de sopa de casca de ananás/abacaxi com 10 folhas de hortelã e beber.
Outra ajuda: chá de cidreira (1 colher ½ de sopa num litro de água a ferver). Beber 4 vezes ao dia.
Resulta também: 3 colheres de sopa de alface (folhas e talos) fervidos num litro de água. Beber 5 chávenas ao dia.
Problemas urinários
Beber chá de barbas de milho.
Outra sugestão é beber chá de pés de cereja.
O chá de feijão azuki com alga kombu é excelente para este tipo de problemas.
Problemas respiratórios em geral e abcessos dentários
Aplicar papas de linhaça (desfazer ou picar sementes de linhaça e ferver essa farinha com água até ficar em papa) mornas no peito ou no abcesso durante a noite e proteger com um tecido de algodão ou toalha. Em alternativa podem envolver-se as papas em tecido e aplicar indirectamente.
Retirar picos de cactos da pele
Para aqueles picos muito finos muito difíceis de tirar com a pinça, usa cera depilatória vegana (eventualmente caseira).
Rouquidão/gengivite
1 colher e ½ de sopa de casca de romã fervida num litro de água. Bochechar e fazer gargarejos.
Outra sugestão para a rouquidão: beber chá de cascas de cebola.
Tosse/bronquite
2 colheres de sopa de rúcula coberta com uma chávena de água a ferver. Deixar repousar 10 minutos e beber.
Ferver 6 figos secos num litro de água até ficarem tenros. Beber várias vezes ao dia.
Verrugas
Colocar um dente de alho aberto ao meio sobre a verruga preso com adesivo, mudar a cada 24 horas, substituindo o alho, até que a verruga desapareça. Normalmente desaparece entre 3 a 7 dias.


Referências:
http://www.paulasoveral.net

Saúde de Bolso—Editora Alto Astral


Copyright Centro Vegetariano. Reprodução permitida desde que indicando o endereço: http://www.centrovegetariano.org/Article-533-Tratamentos%2BCaseiros.html


publicado por Maluvfx às 06:39
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Esquizofrenia Moral


"O erro da ética até o momento tem sido a crença de que esta só se deve aplicar em relação aos homens." Albert Schweitzer

A relação que os humanos estabeleceram com os animais é, no mínimo, estranha. Enquanto elegemos alguns como nossa companhia e os tratamos como se fossem membros da nossa própria família, enquanto nos maravilhamos com programas de TV e livros sobre os animais selvagens e os seus comportamentos nos seus habitats, e enquanto estudamos e recriamos os comportamentos de animais extintos há milhares de anos, reduzimos a existência de outros, unicamente àquilo que deles poderemos obter.

Os animais que exploramos e dos quais lhes retiramos centenas de produtos e inclusive a própria vida, são unicamente um produto, uma mercadoria:
A vaca é o leite. O porco é o fiambre. A galinha é o ovo.

As únicas vezes que temos acesso a estes animais é quando já se encontram desmanchados, empacotados ou envoltos em papel celofanee expostos nas prateleiras dos supermercados, ou quando nos aparecem à frente dispostos num prato.

Quanto aos animais que gostamos de ver na TV ou em livros nos seus habitats naturais, colocamo-los atrás de grades, ou obrigamo-los a realizarem truques e rotinas para nosso divertimento. E como prova suprema da nossa superioridade caçamo-los e matamo-los quase até á sua extinção.

Quando inclusive falamos em maus tratos e crueldade a animais fazemo-lo de uma forma redutora e selectiva, incluindo, geralmente, somente aqueles que escolhemos para nos estarem mais próximos. O estatuto de animais de companhia, que conferimos aos cães e aos gatos, parece dotá-los da exclusividade no que respeita à nossa preocupação moral e ao desrespeito dos seus direitos e quaisquer abusos dos quais sejam vítimas.

Por vezes esta preocupação é alargada a outra espécies, quando devido ao nosso comportamento quase causamos a sua extinção, ou quando surgem certas campanhas que conseguem atrair alguma atenção e mobilizar parte da opinião pública.

A chacina de focas que todos os anos decorre no Canadá, ou as criticas ao uso de peles e à sua indústria representam alguns exemplos desta conduta incoerente.

Não deixa, no entanto, de ser curioso que a maioria das pessoas que se pronuncia sobre os maus tratos a cães e gatos, sobre a morte das focas ou sobre o uso de peles, se remeta ao silêncio quanto ao tratamento das galinhas e porcos, sobre o abate de vitelas ou leitões ou sobre o uso de cabedal.

O que torna umas práticas condenáveis e outras aceitáveis, e o que coloca alguns animais na nossa esfera de preocupação e consideração moral enquanto remetemos outros à indiferença é contraditória e difícil de compreender, e foi definida pelo escritor e filósofo norte-americano Gary Francione como "esquizofrenia moral".

Apesar de, desde Darwin, se considerar que não existe nenhuma diferença biológica fundamental entre humanos e animais, existe a tendência de demarcar com exactidão tudo o que nos separa das restantes espécies.
As mulheres estão grávidas, as cadelas estão prenhas.
Os humanos têm cara, os animais têm focinho.
Os humanos têm sentimentos, os animais têm instinto.
Quando pretendemos inclusive ofender ou qualificar negativamente alguém é frequente recorrermos a determinadas espécies com um carácter pejorativo:
Quem não prima pela higiene é porco, apesar deste animal em condições naturais ser extremamente limpo;
Quem é pouco inteligente é burro, apesar de estes animais serem bastante inteligentes;
Uma mulher promíscua é apelidada de vaca, apesar de as vacas acasalarem somente uma vez por ano.

A mesma postura é adoptada quando o objectivo é desumanizar:
Hitler apelidava os judeus de ratos;
Os turcos otomanos denominavam os arménios de gado;
Durante a vigência do apartheid na África do Sul as pessoas de raça negra eram chamadas de macacos.
A própria palavra animal é por si só discriminatória, pois utilizamo-la para definir todas as outras espécies, e esquecemo-nos que nós próprios somos animais.

Um chimpanzé é denominado de animal, um camarão é denominado de animal.
Já nós denominamo-nos como humanos, apesar de termos mais semelhanças com um chimpanzé, com o qual compartilhamos 96% do código genético, do que as semelhanças entre um chimpanzé com um camarão.

Esta demarcação extrínseca permite tratar os animais não humanos de uma forma onde qualquer sentido de ética lhes é negado, e enraízam a crença que, o ser humano ao ser "superior" e gozar da "razão", poderá usá-los e explorá-los sem qualquer consideração sobre os seus interesses. Estas duas premissas são suficientes para legitimar qualquer comportamento e justificar o domínio.

Se tivermos em conta que não é indispensável, nem é uma questão de sobrevivência, uma alimentação com produtos derivados de animais para gozarmos de uma boa saúde (muito pelo contrário), que existem centenas de alternativas sintéticas ao couro e às peles, e que existem alternativas a espectáculos que utilizem animais como intervenientes, só para dar alguns exemplos, deveremos pensar porque é que o progresso moral da humanidade não acompanhou, por exemplo, o avanço tecnológico?
A tradição e o hábito não podem servir para justificar todos os nossos comportamentos, nem funcionar como entrave à evolução moral.
Se assim fosse ainda hoje teríamos institucionalizadas práticas que actualmente consideramos retrógradas, apesar de infelizmente ainda serem uma realidade, como a escravatura, trabalho infantil, ou a proibição de voto às mulheres.

Nunca se falou tanto em abuso, exploração e direitos dos animais, mas também nunca na nossa história foram cometidas tantas atrocidades e em números tão elevados contra eles.

Se, por um momento, nos deixássemos de centrar nas diferenças que separam os humanos e animais, veríamos que, no que é verdadeiramente essencial, somos iguais:
Todos procuramos o bem-estar; todos pretendemos evitar o sofrimento; e todos pretendemos a preservação da vida.

Partirmos deste pressuposto de igualdade, ao estabelecermos a nossa relação com os animais, seria provavelmente o maior progresso moral que a humanidade poderia realizar.

Nuno Franco, Sócio nº 9 da UPPA (Editor da Veggix Magazine)



E agora partilho aqui alguns filmes que me fizeram abrir os olhos para a realidade e tornar-me vegetariana:

TERRÁQUEOS (Earthlings) :
http://animal.org.pt/animal_media_player_Earthlings.html

“O Que Tem Realmente no seu Prato?” :

"Free Me" (Libertem-me):

Meat the Truth (Conheça a Verdade):
http://animal.org.pt/animal_media_player_MeatTruth.html

As verdades que as mentiras escondem:

E outros tantos sobre a exploração de animais para vestuário, entretenimento, alimentação, derivados, etc: http://www.tvanimal.org/index.php?lang=pt


:: Outro artigo
Esquizofrenia moral em tempos de calamidade
É desesperador quando bate uma noção da realidade que vivem hoje os animais não humanos do mundo. Não é fácil interceptar essa noção, só acontece às vezes (de fato, parece ser quase tão difícil quanto captar a noção da morte, especificamente aquela em que não se espera que exista nada além).

A situação é tão urgente quanto grave. Cerca de oito vezes mais animais do que a população humana do mundo são continuamente sujeitos a maus tratos, exploração, confinamento, morte - todo ano. A cada minuto, a cada expiração e inspiração que damos, uma quantidade inconcebível de animais sofre horrorosamente... Sangra, é amputado, perde o filho, é castrado a sangue frio, perde a mãe, recebe um ferro quente, padece de uma doença dolorosa, leva porrada, tenta abrir as asas e não consegue, tenta de novo e não consegue, tenta no dia seguinte e novamente não consegue, entra em psicose pela permanente dificuldade de se mexer...

O que é isso que vivemos hoje, agora, senão um momento de calamidade, de emergência? Um mundo em que 50 bilhões de seres sencientes são injustiçados dessa forma não se pode considerar civilizado, não pode sequer se considerar aceitável ou minimamente tolerável. A injustiça que, globalmente, se comete hoje é no mínimo comparável àquela que se infligiu em quase qualquer dado momento da história das civilizações, nas guerras, regimes totalitários, repressivos e de escravidão.


Será que, se existíssemos nos períodos em que tais abusos ocorreram de forma generalizada, algum de nós ficaria confortavelmente sentado na sua cadeira, vivendo como se o mundo fosse justo, ou como se fosse injusto mas você não pudesse fazer nada por isso? Será que dormiríamos em paz, nos omitindo diante (ou até agindo em favor) de uma realidade flagrante que destroça todos os alicerces da nossa ética, compaixão, respeito e bom senso?? Por que, então, conseguimos fazer isso hoje?

Por Deus, será que negaríamos o caráter de calamidade se essa realidade fosse majoritariamente com cachorrinhos dóceis, em vez de com porcos, bois, ovelhas, galinhas e mais galinhas?

Será que a nossa espécie, com a cognição mais sofisticada do mundo, é tão limitada e primitivamente emocional a ponto de não se impor a óbvia constatação de que cães e porcos merecem o mesmo respeito? Que cegueira é essa?!

Peço desculpas se neste texto fujo um pouco à proposta e ao estilo deste blog, mas fui invadido por uma terrível inquietude, uma sensação de estarmos profundamente enganados (até mesmo aqueles que protegem animais) por viver este mundo como se ele não fosse "tão mal", como se não estivéssemos em meio a uma calamidade dramática e inadmissível. Porque acredito que estamos. Este mundo é, sim, mais ou menos "tão mal" quanto o mundo da escravidão humana, o mundo da Segunda Guerra e do holocausto, o Brasil pós golpe de 64 e qualquer outro espaço e tempo em que se tenham cometido tamanhas injustiças, barbaridades e impropérios. Postado por Augusto Libertário em http://argumentoanimal.blogspot.com/2010/06/esquizofrenia-moral-em-tempos-de.html


© Peter Lawson/Eastnews Press Agency Ltd


publicado por Maluvfx às 04:14
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