Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.
Quarta-feira, 4 de Abril de 2007
Moita Flores assume que fumou haxixe enquanto estava de serviço na PJ
Não resistiu experimentar a droga mesmo ali à mão
em 04/04/2007

O presidente da Câmara Municipal de Santarém assumiu ter fumado, há cerca de 25 anos, o seu “primeiro e único” charro de haxixe. Francisco Moita Flores escolheu uma conferência com o tema “Os Pais e a Educação” para revelar que não resistiu a experimentar droga – numa altura em que era inspector da Polícia Judiciária...
“Estava a falar sobre crianças em risco e contei uma história sem importância”, diz ao 24horas.
O episódio aconteceu no coração da Serra de Loulé (Algarve). Moita Flores estava na PJ e, com um colega de trabalho, guarda o carregamento de 400 quilos de haxixe que tinha sido apreendido a um grupo de traficantes que acabara de ser detido e remetido à justiça.
“Foi um assalto à mão armada que houve. Nós andávamos por ali. Aquilo [o haxixe] estava espalhado no chão e eu nunca tinha experimentado. Estivemos uma noite inteira ali”, conta. Surgiu então a ideia. “E se a gente provasse?”, perguntou o então jovem inspector Moita Flores ao colega. Avançaram, mas não ficaram satisfeitos.
“Experimentei e não achei graça nenhuma”, relata o autarca. Na altura, recorda, teria 24 ou 25 anos. “Aquilo foi uma coisa mal feita, com certeza. Não soube a nada. O certo é que nunca mais fumei”, garante Moita Flores, 25 anos depois.
A plateia do Teatro Sá da Bandeira que assistia, na noite de quinta-feira da semana passada, à conferência em que Moita Flores fez a revelação, reagiu bem.
“Estou perfeitamente à-vontade para falar disso. Não senti absolutamente nenhum pudor em contar
a história. Era o que faltava”, sublinha o autarca ao 24horas, justificando:
“Há 25 anos aquilo [consumo de drogas] era um mito”. Além disso, acrescenta, “aquilo nem chegou a ser um consumo”.
O caso foi ontem noticiado pelo jornal on-line “O Mirante”. Moita Flores garante que, em Santarém, ninguém lhe apontou o dedo pela experiência que revelou: “Só a minha secretária é que falou comigo sobre isso, divertindo-me”.

Olhe Sr. Presidente da Câmara de Santarém, desculpe lá o Sr também...não tinha nada que contar este episódio.....
Moita Flores assumiu fumar haxixe enquanto estava de serviço na PJ

O Preisdente da Câmara Municipal de Santarém, assumiu ter fumado, há cerca de 25 anos, o seu "primeiro e único" charro de haxixe. Francisco Moita Flores escolheu uma conferência com o tema "Os pais e a educação" para revelar que não resistiu a experimentar droga - numa altura em que era Inspector da Policia Judiciária.

"Estava a falar sobre crianças em risco e contei uma história sem importância", diz ao 24horas.

O episódio aconteceu na Serra de Loulé (Algarve). Moita Flores estava na PJ e, com um colega de trabalho, guarda o carregamento de 400 kilos de haxixe que tinha sido apreendido a um grupo de traficantes que acabara de ser detido e remetido à Justiça.

"Foi um assalto à mão armada que houve. Nós andávamos por ali.Aquilo (o haxixe) estava espalhado no chão e eu nunca tinha experimentado.Estivemos uma noite inteira ali", conta. Surgiu então a ideia. "E se a gente provasse?" perguntou então o jovem Inspector Moita Flores ao colega. Avançaram mas não ficaram satisfeitos. "experimentei mas não achei graça nenhuma", relata o autarca.Na altura, recorda, teris 24 ou 25 anos.

"Aquilo foi uma coisa mal feita com certeza, não soube a nada. O certo é q nunca mais fumei", garante Moita Flores 25 anos depois.

A plateia do teatro Sá da bandeira que assistia, na noite de quinta feira da semana passada, à conferência em que Moita Flores fez a revelação, reagiu bem.

"Estou perfeitamente à vontade para falar disso. Não senti absolutamente nehum pudor em contar a história. Era o que faltava", sublinhou o autarca ao 24horas, justificando: "Há 25 anos aquilo (consumo de drogas) era um mito". Além disso acrescenta, "aquilo nem chegou a ser um consumo".

O caso foi ontem noticiado pelo jornal on-line "O Mirante". Moita Flores garante que em Santarém ninguém lhe apontou o dedo pela experiência que revelou."só a minha secretária é que falou comigo sobre isso, divertindo-me."


publicado por Maluvfx às 04:42
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