Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sábado, 25 de Agosto de 2012
"Sejam Pró-ativos: A Inação e a Indiferença Não São Opções" por Marc Bekoff
“Embora haja muitas pequenas e fáceis ações que possamos realizar para ajudar os animais, duas coisas que já não são aceitáveis são a inação e a indiferença. Atingimos o ponto em que já chega, ou na verdade, em que o que já chega é demasiado - causamos muitíssimo sofrimento e dor desnecessários no mundo. Existem canários em minas de carvão por todo o mundo a dizerem-nos que há algo de profundamente errado. 
O laureado Nobel e pacifista Elie Wiesel encoraja-nos: «Tomem partido. A neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. O silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado.» O silêncio é mortal para os animais. Há um sentido de urgência – o tempo não está a nosso favor. A indiferença sai muito cara. Temos de agir agora com compaixão e amor por este magnífico mundo.
Naturalmente, não deveremos deixar que a raiva nos guie. Temos de nos manter ativistas com compaixão, constantemente. É isso que nos dá verdadeiro impacto para influenciar os outros, mas também nos ajuda a nós mesmos. Sermos bondosos faz-nos sentir bem; é uma experiência profunda, e mesmo espiritual, espalhar a compaixão, a bondade e o amor. E também é contagioso. Temos de ser bondosos e simpáticos e cooperarmos uns com os outros, para podermos definir e trabalhar com objetivos comuns, mesmo quando discordarmos a respeito da via exata. Nunca poderemos ser demasiado bondosos, nem ninguém é perfeito. A humildade e a via para avançar é reconhecermos as nossas próprias imperfeições, mesmo quando procuramos a mudança nas ações dos outros. Devemos questionar a ação de uma pessoa e não atacarmos as pessoas em si.
Todos os dias, devemos procurar oportunidades para fazermos algo pelos animais e criarmos oportunidades para que os outros o façam. Quando o fizermos, precisamos de ser pacientes, pois, desde que estejamos a deslocar-nos na direção certa, as coisas melhorarão para os animais e para a Terra. Tal como vimos, o ativismo tem custos – como o assédio, a intimidação e a frustração - , mas estes são o preço de colocarmos as nossas crenças em ação para impedirmos a crueldade e salvarmos vidas. Protestem suave, mas insistentemente; mudem tanto as ações como os espíritos e os corações. As mudanças que são impostas têm em geral pouca duração e fazem pouca diferença.
Muitas vezes, são precisos numerosos esforços para acumular o ímpeto necessário para produzir as profundas modificações na atitude e no espírito que faz verdadeiramente a diferença. É importante ouvir todas as opiniões. Isto é importante para ajudar a encontrar e a resolver as causas na raiz dos problemas, mas é também uma tática inteligente. Temos de dominar os argumentos dos opositores.
Apenas conhecendo as táticas e os argumentos dos vossos opositores é que conseguirão montar uma ofensiva com sucesso. 
(...)
De facto, os problemas respeitantes aos animais são tão vastos que exigem soluções pró-ativas criativas mergulhadas em profunda humildade, compaixão, cuidado, respeito e amor. Não podemos permitir que as nossas preocupações e os nossos medos nos tornem inativos e pessimistas e não podemos ceder ao cinismo.
(...) 
Precisamos de nos concentrar em sermos positivos em tempos difíceis e desafiadores e não deixarmos que a nossa frustração nos leve a melhor. Temos de agir localmente e pensar globalmente. 
Finalmente, é essencial lembrar que cada indivíduo conta e que cada indivíduo faz a diferença. Tal como observa Margaret Mead: «Nunca duvidem de que um pequeno grupo de cidadãos refletidos e empenhados pode mudar o mundo. Na realidade, tem sido a única coisa que o tem conseguido.» É também importante lembrar que Gandhi tinha razão – por muito que as pessoas lutem contra vocês, se acreditarem no que estão a fazer, acabarão por vencer.”

Manifesto dos Animais” por Marc Bekoff (2010) (*)

MATP

(*)
Título: Manifesto dos Animais
Autor: Marc Bekoff

Marc Bekoff, o maior especialista do mundo em emoções animais, mostra-nos que melhorar a forma como tratamos os animais implica repensar muitas das nossas decisões diárias e «expandirmos a nossa pegada de compaixão». Demonstra que os animais experimentam um vasto leque de emoções, incluindo a empatia e a compaixão, e que sabem distinguir claramente o certo do errado. Impelido por imperativos morais e pelas realidades ambientais que nos pressionam, Bekoff apresenta seis razões essenciais para mudarmos a forma como tratamos os animais – estejam eles em quintas industriais, em laboratórios, em circos, ou na nossa natureza ameaçada:

1. Todos os animais partilham a Terra e temos de coexistir.
2. Os animais pensam e sentem.
3. Os animais têm e merecem compaixão.
4. A ligação origina respeito, a alienação origina desrespeito.
5. O nosso mundo não tem compaixão para com os animais.
6. Agir com compaixão ajuda todos os seres e o nosso mundo. Se os animais falassem, seria este, possivelmente, o seu Manifesto.


Sobre o autor:
MARC BEKOFF é professor de Ecologia e Biologia Evolucionária na Universidade do Colorado, Fellow da Animal Behavior Society e ex-Fellow Guggenheim. Em 2009, tornou-se membro do corpo docente da Humane Society University e professor residente do University of Denver’s Institute of Human-Animal Connection. Em 2000, foi-lhe atribuído o Exemplar Award da Animal Behavior Society, por contribuições fundamentais, a longo prazo, para a área do comportamento animal. Publicou mais de duzentos artigos científicos e 22 livros, incluindo A Vida Emocional dos Animais - publicado em Portugal também pela Estrela Polar. Em 2005, Marc foi distinguido com o Bank One Faculty Community Service Award, pelo trabalho que tem feito com crianças, cidadãos idosos e reclusos.


http://www.fnac.pt/Manifesto-dos-animais-Marc-Bekoff/a309226

http://www.psychologytoday.com/blog/animal-emotions/201205/animal-consciousness-and-science-matter

http://www.amazon.com/Marc-Bekoff/e/B000APNCC8/ref=ntt_athr_dp_pel_1/185-3155247-9901951

http://www.wook.pt/authors/detail/id/532537


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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012
Publicidade Longe da Crueldade - Mensagem Especial Anunciantes TV

Por favor, envie a mensagem abaixo sugerida, ou outra da sua autoria, para os endereços indicados. O objectivo é que seja exercida alguma pressão sobre: (1) os anunciantes da televisão que têm vindo, ao longo de 2012, a promover as suas marcas nos blocos de publicidade das touradas televisionadas; (2) as agências de meios que lhes planificam as inserções de publicidade; (3) a RTP e a TVI, que, este ano, estão a emitir corridas de touros. Se não houver interessados em anunciar nos blocos publicitários das touradas, haverá menos interesse na emissão destas, e a indústria tauromáquica sairá a perder.

Para:
dir.comercial@rtp.pt,conselho.opiniao@rtp.pt,direccao.comercial@tvi.pt,aesteves@mediacapital.pt,mcarvalho@sic.pt,atendimento@sic.pt,lourdes.galhoz@danone.com,apoiocliente@imperiobonanca.pt,bmportugal@bacardi.com,info_mbp@daimler.com,info@lactogal.pt,info@sograpevinhos.eu,mail@companhiadasquintas.pt,pt.correio@gsk.pt,recepcao@reckittbenckiser.com,theswatchgroupeuropa@swatchgroup.com,webmaster@lis.boehringer-ingelheim.com,Apoio.Cliente@telepizza.pt,apoio.ptnegocios@telecom.pt,apoiocliente@fidelidademundial.pt,apoiocliente@vodafone.com,atendimento@multicare.pt,cerealis@cerealis.pt,clientes.farma@novartis.com,consumidor@sumolcompal.pt,contacto@bayer.pt,fabricadafelicidade@refrige.pt,geral@mosqueteiros.com,geral@telecom.pt,info@aveleda.pt,info@drinksunlover.com,investor.relations@galpenergia.com,ir@zon.pt,KineraseSupport@valeant.com,marketing@multiopticas.pt,nuno.t.vieira@telecom.pt,provedor.scc@centralcervejas.pt,provedoria@jeronimo-martins.pt,provedoria@sonae.pt,Responsibility@its.jnj.com,servico_clientes@elcorteingles.pt,socialmedia@lidl.pt,suporte-siteparamim@proximity.pt,sustainabledevelopment@loreal.com,trade@zoomarine.pt,comunicacao.unicer@unicer.pt,info.portugal@carat.com,jose.cardoso@mecglobal.com,info.pt@omd.com,arena.portugal@arena-media.com.pt,zo@zenithoptimedia.pt,tomas.gonzalez-quijano@mindshareworld.com,portugal@mediacom.com,smglisboa@smgiberia.com.pt,info.lisboa@brandconnection.com,executive@executive-media.pt,media@novaexpressao.pt,antonio.duarte@maxusglobal.com,info.pt@phdnetwork.com,info.lisboa@umww.com,pedro.loureiro@mediagate.pt,alberto.rui@pt.initiative.com,mailpt@mpg.com

Cc.:
marinhenses.antitouradas@gmail.com

Exmos. Srs.,

Venho, por este meio, apelar à RTP e à TVI para que deixem de emitir touradas, e à SIC - a quem muito agradeço por ter deixado de as emitir -, para que jamais retroceda nesta matéria.

Venho, igualmente, apelar aos anunciantes da televisão para que se dissociem por completo da tauromaquia, nomeadamente, tomando todas as medidas para que, em circunstância alguma, os spots publicitários das suas campanhas sejam difundidos no intervalo imediatamente anterior ou em interrupções comerciais de qualquer espetáculo tauromáquico televisionado.

Incluo nos destinatários desta mensagem algumas agências de meios, para que também estas saibam que, embora me recuse terminantemente a assistir a atos de crueldade contra animais, vou tendo conhecimento de quais as marcas que não se estão a dissociar dos blocos de publicidade supra referidos, por intermédio de materiais como estes: http://youtu.be/fBnf-z9Ze78 e https://www.facebook.com/photo.php?fbid=452671758099726&set=a.454703424563226.106105.215151238518447&type=3&theater. E se até há pouco tempo, não sabia quais as marcas implicadas, agora que sei, qualquer aparição das mesmas me transporta mentalmente para cenários de sangue, dor, sofrimento, agonia e morte, fazendo-me perder completamente a vontade de as utilizar/consumir.

Gostaria muito que todas as estações de televisão nacionais optassem por dar o seu contributo para que Portugal seja um país onde as crianças e os jovens sejam, desde cedo, ensinados a respeitar os animais e a natureza; em vez transmitirem espetáculos violentos e deseducativos como as touradas. Gostaria também que as restantes organizações a que ora me dirijo, tivessem presente que são co-responsáveis pela sociedade em que estão inseridas, e deixassem de promover as suas marcas nos espaços em causa, por uma sociedade civilizada. Por um Portugal mais modernos e progressista que não admita espetáculos de crueldade contra os animais.

Agradecendo pela atenção dispensada e ficando na expectativa de uma resposta, que espero que seja positiva, a esta minha mensagem,
Com os melhores cumprimentos,
(Nome)
(Localidade)

= Campanha =
"Publicidade Longe da Crueldade" 



Corrida de Touros TVI - 2/08/2012

Corrida de Verão RTP - Albufeira, 8/08/2012

RTP 12-04-2012


Marinhenses Anti-touradas

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Vacadas e Garraiadas
Na tauromaquia são várias as modalidades de abuso de bovinos, tanto em âmbitos privados, como em espectáculos organizados para diversão, desde touradas até garraiadas, vacadas, etc. Para quem não saiba do que se trata, pode informar-se visionando vídeos no youtube. 
Sofrimento começa na captura e possível preparação do bovino para o espectáculo com acções, intervenções para enfraquecer o animal. Prossegue no transporte causador de pânico, claustrofobia, desgaste, até chegar à arena. O sofrimento prossegue aqui com susto, provocação por muita gente, ludíbrio por muita gente, violência física por muita gente, esgotamento anímico e físico, ferimentos (por vezes morte). Prossegue depois com mais violência na recolha, no transporte, etc.
Em algumas intituladas garraiadas, acontece o cravar de bandarilhas, farpas.

É fundamental argumentar científica, ética, cultural, socialmente ou seja, civilizadamente, para justificar o ponto de vista dos respeitadores dos animais e opositores da tauromaquia e, assim, contribuir para diminuir o sofrimento provocado pelo Homem sobre os animais não humanos.
É muito fácil rebater os argumentos do lobby tauromáquico, que para branquear o espectáculo cruel, faz uso de afirmações fantasiosas e não respeita o senso comum, a ciência e a ética.
Plantas são seres sem sistema nervoso, não sensientes e sem consciência.
Animais são seres dotados de sistema nervoso mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é perigoso e agressivo e doloroso. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa.
Portanto, medo e dor são essenciais e condição de sobrevivência.
A ciência revela que a constituição anatómica, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.
As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento.
Eles são tanto ou mais sensíveis do que nós ao medo, ao susto, ao prazer e à dor.
Descobertas recentes confirmam que animais, muito para além de mamíferos, aves , polvos, são seres inteligentes e conscientes.
O senso comum apreende isto e a ciência confirma.
É, portanto, nosso dever ético não lhes causar sofrimento desnecessário.
"A compaixão universal é o fundamento da ética" - um belo pensamento do filósofo alemão Arthur Schopenhauer.
Na tourada, o homem faz espectáculo e demonstração da sua "superioridade" provocando, fintando, ferindo com panóplia de ferros que cortam, cravam, atravessam, esgotam, por vezes matam o touro, em suma lhe provocam enorme e prolongado sofrimento, para gozo de uma assistência que se diverte com o sofrimento de um animal, aberração designada por arte, desporto, espectáculo, tradição.

Mas nesta “arte” não são somente touros e cavalos que sofrem.
São muitas as pessoas conscientes e compassivas, que por esta prática de violência e de crueldade se sentem extremamente preocupadas e indignadas e sofrem solidariamente e a consideram anti educativa, fonte de enorme vergonha para o país, atentório de reputação internacional, obstáculo dissuasor do turismo de pessoas conscientes, que se negam a visitar um país onde tais práticas, que consideram "bárbaras", acontecem!
Muitos turistas aparecem nestes espectáculos por engano e por curiosidade.
De lá saem impressionados e pensando muito negativamente sobre estes costumes sustentados por gentes portuguesas, neste nosso permissivo país.
Vacadas e garraiadas contribuem para habituar e viciar crianças e adultos ao abuso cruel exercido sobre animais, o que pode espevitar o gosto por mais violência do género e tornar-se moda. Portanto, não devem sequer realizar-se onde não são novidade e, muito menos, em sítios onde não existe tradição, como é o caso de Estoi, freguesia de Faro, na sua Feira do Cavalo.
A utilização de animais juvenis submetidos à violência de multidões, não pode ser branqueado e bagatelizado como “espectáculo que não tem sangue e é só para as crianças se divertirem". Mesmo que não tenha sangue, é responsável por muito sofrimento dos animais e contribui para a insensibilização de pessoas, principalmente de crianças, e para o gosto pela cruel tauromaquia. É indissociável de futilidade, sadismo, covardia.
Provavelmente, até serve a estratégia dos tauromáquicos visando a manutenção e a expansão da tauromaquia.

Vasco Reis,
médico veterinário
Aljezur
21.08.2012




publicado por Maluvfx às 07:14
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2012
Como querem ser chamados? Torturadores de touros e cavalos?



publicado por Maluvfx às 05:41
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Domingo, 19 de Agosto de 2012
Protestos em Viana do Castelo (actualização)
Uma centena de manifestantes no primeiro protesto do dia contra o regresso das touradas a Viana

Mais de cem pessoas protestaram esta manhã, em Viana do Castelo, contra a realização de uma corrida de touros naquela cidade, cuja câmara se declarou "antitouradas", na primeira de duas concentrações previstas para este domingo.

"O que estamos a fazer é uma festa pacífica, em contraponto contra a festa brava, mostrando a nossa solidariedade para com a autarquia", explicou Manuel Eduardo dos Santos, da Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros, promotora da manifestação.

Aquela plataforma congrega cerca de 50 associações de todo o país e garante que apesar da realização deste espetáculo, esta tarde, na primeira cidade "antitouradas" do país, o objetivo continua a ser a "abolição" das corridas de touros.

"A luta pela abolição das touradas, por via da Lei e do consenso nacional, ainda vai levar o seu tempo, não somos ingénuos. Estamos a trabalhar para, dentro desta década, conseguirmos avanços significativos", admitiu, durante o protesto desta manhã.

"s 17:00 de hoje terá início, em terrenos privados da freguesia de Areosa, Viana do Castelo, a primeira corrida de touros realizada na cidade desde 2008.

Foi viabilizada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, apesar de a autarquia insistir que a instalação da arena amovível naquele local representa uma "violação grave" de vários planos de ordenamento do território.

O protesto desta manhã, realizado no centro da cidade de Viana do Castelo, longe dos terrenos em causa, reuniu uma centena de apoiantes "sem qualquer tipo de provocação" à organização da tourada, a cargo da "Prótoiro", apenas com cartazes e palavras de ordem contra as touradas.

"A nossa estratégia é paciente, pela via legalista e da não confrontação. Não queremos mais sangue no país. Além dos animais, só queremos que mais ninguém se magoe", justificou Manuel Eduardo dos Santos.

A associação Animal integrou este protesto, classificando o dia de hoje como de "uma tristeza imensa", por ver a "vertente legal sobrepor-se à moral".

"Estamos convictos que, depois deste episódio lamentável e vergonhoso, Viana do Castelo vai continuar a ser uma cidade antitouradas. Vamos recorrer a todos os meios ao nosso alcance para que isso aconteça", afirmou Rita Silva, presidente da Animal.

Esta associação elaborou a moção aprovada, em 2009, no executivo camarário, proibindo a realização de touradas no concelho.

Na altura, fevereiro de 2009, Defensor Moura era presidente da Câmara e hoje voltou à ribalta, na linha da frente desta manifestação.

"Ninguém notou que até agora não houve tourada, por isso Viana do Castelo continuará a ser uma cidade 'antitourada', não há localização sequer para a receber", afirmou o socialista.

O ex-autarca garante que a decisão do tribunal, de permitir a instalação da arena em terrenos classificados da freguesia de Areosa é "inadmissível", por se tratar de uma área em que "nem um agricultor pode construir um casebre para guardar os seus utensílios".

"Hoje é um dia triste, mas também um ponto de revitalização da luta contra a atrocidade das touradas. Em Portugal penaliza-se quem dá uma paulada num cão mas permite-se espetar farpas num touro", apontou ainda Defensor Moura.

O presidente da direção do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) também integrou este protesto, criticando a atuação do "poderoso lóbi tauromáquico".

"Depois de perder 20 por cento do público no sul estão a tentar exportar as corridas de touros para o norte, onde essa tradição não existe", afirmou Paulo Borges.

O dirigente do PAN criticou a autorização dada pelo tribunal para a instalação da arena, classificando-o como um "apoio vergonhoso" e uma "desautorização do município".
Uma centena de manifestantes no primeiro protesto do dia contra o regresso das touradas a Viana


Manifestantes na rua em protesto contra tourada em Viana do Castelo

Cerca de 50 pessoas manifestam-se contra tourada desta tarde em Viana do Castelo. As associações de Defesa dos Animais não compreendem a decisão do Tribunal Administrativo de Braga que deu "luz verde" à tourada contrariando os planos da autarquia.

Várias associações de Defesa dos Animais começaram a juntar-se ao final da manhã no jardim da Marina, em Viana do Castelo.
Em declarações à TSF, Rita Silva, presidente da Animal, espera que mais pessoas se juntem ao protesto nas próximas horas, apesar de tudo ter sido combinado de um dia para o outro.
A Associação Animal, não compreende a decisão do Tribunal Administrativo de Braga que autorizou a tourada organizada pela federação Prótoiro, contrariando os planos da Câmara Municipal de Viana do Castelo.
A autarquia fala num «atentado ambiental» porque a arena está instalada numa área protegida.
A presidente da Animal, Rita Silva desconfia que há outros interesses em jogo.


  • A presidente da Animal, Rita Silva, fala numa decisão imoral do Tribunal Administrativo de Braga
  • Rita Silva desconfia que há interesses em jogo neste caso


«Estamos a assistir a um atentando ambiental grave, sem que ninguém faça nada. Estou perplexo», afirmou o autarca José Maria Costa



Defensor Moura junta-se a manifestantes contra “vergonhosa” autorização para tourada em Viana


Associação Animal diz que Prótoiro tem “ódio de estimação” por Defensor Moura e José Maria Costa

Este domingo de manhã, mais de 100 pessoas juntaram-se no jardim da marina de Viana do Castelo para uma manifestação pacífica contra a tourada que a freguesia da Areosa recebe esta tarde. Vestidos maioritariamente de branco e com cartazes e tshirts anti-tourada, os manifestantes quiseram passar a mensagem de que os vianenses não querem o regresso das touradas à cidade. Rita Silva, presidente da Animal, marcou presença na manifestação. Recorde-se que foi a Animal a autora da moção anti-touradas que foi aprovada pelo executivo do ex-autarca Defensor Moura em 2009. A responsável lamenta que uma questão legal se tenha sobreposto a uma questão moral.


Tourada com polémica em Viana do Castelo
Plataformas anti-tourada manifestam-se hoje contra a corrida de touros da Areosa.


Uma centena manifesta-se contra touradas em Viana

Defensor de Moura, ex-presidente da Câmara de Viana, foi um dos presentes na manifestação
Defensor de Moura, ex-presidente da Câmara de Viana,
foi um dos presentes na manifestação
Frente anti-touradas ao lado da câmara de Viana para acabar com corridas

A associação Animal, uma das organizações de defesa dos animais que está hoje em Viana do Castelo, a protestar contra a realização da tourada, em terrenos protegidos, em Areosa, garantiu que irá estar até ao fim, ao lado da Câmara, na luta pela manutenção de uma cidade livre de touradas.

Mais de cem pessoas protestaram, no jardim da marinha, no centro da cidade, contra a realização da corrida de touros, a primeira de duas concentrações previstas. A segunda está marcada para o local onde irá decorrer a tourada a partir das 17 horas na veiga de Areosa.

A presidente da Animal, associação constituída em 1994, Rita Silva, adiantou que a organização já se ofereceu como testemunha na acção principal que se irá seguir à concessão, pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga 8TAFB) da providência cautelar que permitiu à Prótoiro - Federação Portuguesa de Associações Taurinas, a instalação de uma praça amovível para a realização da corrida de touros, o que não acontecia no concelho há mais de três anos.

“A federação decidiu “pegar” com Viana para aborrecer porque nunca vieram para aqui. Não sabemos como é que vieram para aqui, com que meios. Há uma forte possibilidade de o terem conseguido por formas erradas. Nós vamos querer ir até ao fundo desta questão e descobrir porque é que o tribunal teve esta decisão que para além de imoral não é muito legal”, sustentou.

A associação que elaborou a moção aprovada, em 2009, no executivo camarário então presidido por Defensor Moura, que proibiu a realização de touradas no concelho, garantiu, através da sua presidente, que “irá apurar ao máximo quais são as ligações desta federação com esta decisão”.

Rita Silva escusou-se a adiantar mais sobre as suspeitas da Animal “para não incorrer num crime de difamação” mas assegurou que a associação não irá desistir “porque esta federação é conhecida por não ser muito séria”.

Já este ano, segundo Rita Silva, a Animal moveu uma acção contra a Prótoiro por difamação, coacção e ofensa ao bom-nome da sua presidente. De acordo com Rita Silva a Prótoiro “distribuiu uma série de imagens” suas nas redes sociais, “com uma série de textos com mentiras acusando-me de ser burlona e de estar a prejudicar a organização, em particular, e a causa da defesa dos animais, em geral”, sustentou.

“Um juiz capaz irá dar-nos razão”, adiantou Rita Silva escusando-se no entanto, a avançar com mais pormenores sobre este processo por estar em segredo de justiça.

“Escreveram coisas completamente assustadoras e bizarras. Temos registo de tudo e não há como voltarem atrás”, rematou.

Relativamente ao dia de hoje afirmou tratar-se de uma data de “uma tristeza imensa”. O dia em que a “vertente legal se sobrepôs à moral”. No entanto, manifestou-se confiante que, “depois deste episódio lamentável e vergonhoso”, Viana do Castelo vai continuar a ser uma cidade anti-touradas.

Para esta activista dos direitos dos animais, “esta federação das associações taurinas só veio para Viana por ódio de estimação ao actual e anterior presidente de Câmara”.

A Animal foi a autora, em 2009, da moção que o ex-autarca Defensor Moura fez aprovar em reunião de Câmara, apenas com os votos a favor da maioria socialista, que proibiu a realização de touradas no concelho.

Passados mais de três anos o antigo presidente e ex-candidato ás eleições presidenciais de 2011 regressou à ribalta e integrou o protesto pacifico para defender esta investida contra uma Viana livre de touradas.

“Ninguém notou que até agora não houve tourada, por isso Viana do Castelo continuará a ser uma cidade anti-touradas, não há localização sequer para a receber”, sustentou.

Para Defensor Moura, a decisão do tribunal, que autorizou a instalação da arena em terrenos classificados da freguesia de Areosa é “inadmissível”, por se tratar de uma área em que “nem um agricultor pode construir um casebre para guardar os seus utensílios”.

“Hoje é um dia triste, mas também um ponto de revitalização da luta contra a atrocidade das touradas. Em Portugal penaliza-se quem dá uma paulada num cão mas permite-se espetar farpas num touro”, sustentou.

Também presente na manifestação, o presidente da direcção do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN), Paulo Borges, criticou a actuação do “poderoso lobby tauromáquico” que, “em desespero de causa”, por ter perdido “20 por cento do público no sul está a tentar exportar as corridas de touros para o norte, onde essa tradição não existe”.Para o dirigente do PAN a autorização dada pelo tribunal para a instalação da arena, representou um “apoio vergonhoso de um tribunal que além de desautorizar um município permite uma tourada, sem uma série de licenciamento, por se tratar de um terreno classificado como Reserva Ecológica Nacional (REN) ”.

Manuel Eduardo dos Santos, da Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros, promotora da manifestação, sublinhou que trata de “uma festa pacífica, em contraponto contra a festa brava, mostrando a nossa solidariedade para com a autarquia”

A plataforma, que congrega cerca de 50 associações de todo o país e garantiu que apesar da realização deste espectáculo, na primeira cidade anti-touradas do país, o objectivo a perseguir continuará a ser a “abolição” das corridas de touros.

“É uma estratégia paciente, pacifica, legalista, não queremos mais sangue no país”, sustentou.

“A luta pela abolição das touradas, por via da Lei e do consenso nacional, ainda vai levar o seu tempo, não somos ingénuos. Estamos a trabalhar para, dentro desta década, conseguirmos avanços significativos”, admitiu.

“Vamos chegar à abolição de forma convergente, procurando consensos e através da lei”, adiantou Manuel Eduardo dos Santos, porta-voz da Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros que foi criada na sequência do movimento que venceu o concurso de causa promovido no portal do Governo.


publicado por Maluvfx às 09:46
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Sábado, 18 de Agosto de 2012
POR VIANA ANTI-TOURADAS
Defensor Moura 
Alguns jornais insistem na divulgação de que a declaração de "Viana do Castelo Cidade anti touradas" foi aprovada na Câmara Municipal apenas pelos membros do PS, esquecendo-se de referir que foi por uma maioria de dois terços da vereação! Além disso as oposições, que tinham e têm maioria na Assembleia Municipal, não apresentaram, durante três anos, qualquer proposta de revogação da deliberação . Finalmente é bom recordar que, entretanto, houve eleições autárquicas e a mesma equipa (sem mim) que votou e ia manter a deliberação, foi reeleita por mais de 50% dos vianenses!!! Mas este não é uma causa de partidos e por isso todos estão silenciosos, deixando o processo ser liderado pelo representante legitimo dos vianenses - o Presidente da Câmara José Maria Costa. Hoje todos os vianenses têm uma causa comum que os une contra a tortura sanguinária dos inocentes touros. POR VIANA ANTI-TOURADAS


publicado por Maluvfx às 17:24
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2012
COMO PODE O TRIBUNAL DESAUTORIZAR A CÂMARA MUNICIPAL ???
INACREDITÁVEL 
- Nos terrenos onde estão a ser montadas as bancadas para a tourada em Viana do Castelo (Areosa), a Lei nem sequer permite que um lavrador construa um casebre de madeira para guardar os utensilios agrícolas!
COMO PODE O TRIBUNAL DESAUTORIZAR A CÂMARA MUNICIPAL ???


Segundo o Plano Director Municipal de Viana Do Castelo os terrenos onde se está a instalar a infraestrutura para a realização da tourada classificam-se como sendo "Espaços Agrícolas", sendo também Áreas de Elevado Interesse Paisagístico.

Segundo o Regulamento desse mesmo PDM, publicando em Diário da República, 2.ª série — N.º 67 — 4 de Abril de 2008 os terrenos Agricolas Classificam-se da seguinte forma:

SECÇÃO II
Espaços Agrícolas
Artigo 13.º
Caracterização
1 — Estes espaços, delimitados na Planta de Ordenamento,
caracterizam -se pela sua aptidão agrícola actual ou potencial e destinam-se à prática da actividade agrícola.
2 — Alguns destes espaços encontram -se classificadas cumulativamente como “Áreas de Elevado Valor Paisagístico”


Acerca da Edificabilidade nestes mesmo terrenos expôe-se o seguinte no Artigo 15º do mesmo Regulamento:

"Artigo 15.º
Edificabilidade
1 — Os Espaços Agrícolas de Elevado Valor Paisagístico são non
aedificandi, não sendo permitidas quaisquer construções, de carácter
definitivo ou precário, incluindo estufas e painéis publicitários.
2 — Exceptuam -se do número anterior:
a) A construção de estruturas de apoio à actividade agrícola e aquiculturas previstas em planos de âmbito sectorial;
b) A execução de obras de conservação, reconstrução e alteração de
edifícios habitacionais existentes, admitindo -se ampliação até 20 % da área bruta de construção existente;
c) A construção de infra -estruturas e de empreendimentos turísticos
de reconhecido interesse municipal sem localização alternativa viável."


publicado por Maluvfx às 11:36
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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2012
José Maria Costa: Viana sem tourada
O presidente da autarquia de Viana do Castelo afirmou ontem estar “seguro de que não haverá tourada” a 19 de Agosto, por violação do PDM.


publicado por Maluvfx às 13:54
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Apoio dos Açores para Viana do Castelo, cidade antitourada
imagem: http://www.facebook.com/ONGANIMAL

A propósito das investidas do lobby tauromáquico, que tenta realizar uma tourada naquela que é a primeira cidade declaradamente anti-tourada do país, o Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia dos Açores (MCATA) enviou hoje uma carta de apoio ao Município de Viana do Castelo.
Olhando para Viana do Castelo como um exemplo para todos os que defendem um mundo sem barbárie, na carta enviada, o MCATA afirma estar sempre solidário com todas as entidades que combatam as pressões exercidas pelos mercados de espetáculos violentos e deseducativos, como está a acontecer com a autarquia daquela cidade.

O movimento açoriano manifestou assim o seu total apoio à posição de resistência da Câmara Municipal em manter a cidade livre de crueldade.





Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia dos Açores apoia Viana do Castelo, Cidade Antitouradas


Exmo. Sr. Eng.º José Maria Costa,
Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo:


Excelência,

Somos um Movimento Cívico, açoriano, com o objetivo de lutar pela abolição da tauromaquia nos Açores. Contudo, do mesmo modo que apelamos a todos os que defendem um mundo sem barbárie para com os animais nos apoie no nosso combate, não podemos ficar indiferente a quem noutras paragens persegue os mesmos objetivos.

Assim sendo, é sempre com orgulho que apresentamos o exemplo de Viana do Castelo, a única cidade portuguesa antitouradas e foi com muito agrado que tomámos conhecimento da não- autorização por parte da Câmara Municipal presidida por V. Exª, para a realização de uma tourada no próximo dia 19 de Agosto.

Sabendo-se das pressões exercidas sobre a Vossa Autarquia por parte de entidades sem escrúpulos que mais não pretendem do que alargar os seus mercados para um espetáculo violento e deseducativo, vimos manifestar o nosso total apoio à posição tomada pelo Vosso município de manter a não-autorização à tourada prevista.


Com os melhores cumprimentos,
MCATA


publicado por Maluvfx às 07:41
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Sábado, 11 de Agosto de 2012
Precisamos de argumentos?
por Ricardo Petinga
Os aficionados têm uma extrema dificuldade em compreender que aquilo que defendem é indefensável. Não vêem nada de errado naquilo que fazem, e se alguns o vêem, deixam que o negócio fale mais alto que a ética. Do mesmo modo, muitos outros violadores dos direitos fundamentais de seres inocentes não consideram que estão a cometer alguma imoralidade, estejam eles a molestar crianças, a explorar mulheres ou a assassinar em massa indivíduos com religiões ou orientações políticas ou sexuais diferentes. Todos esses perpetadores de crimes sentem-se sempre ou quase sempre justificados pelas suas convicções. Os aficionados ficam sempre chocados com estas comparações, e por mais que os activistas se manifestem pela defesa dos direitos dos animais, continuam a não entender que estamos apenas a tentar defender vítimas (neste caso os touros e cavalos) dos seus opressores (toureiros, forcados, ganadeiros e empresários tauromáquicos), tal como defendemos vítimas humanas. Continuam a pensar que é uma simples questão de não gostarmos de touradas e que podemos simplesmente olhar para o lado e permitir que continuem a acontecer e que eles continuem a desfrutar das mesmas, mas se o fizermos somos cúmplices da injustiça e do sofrimento de que os animais por eles explorados são vítimas. Chamam-nos fascistas e terroristas e extremistas, mas se realmente acreditam nisso deveriam olhar para a sociedade como um todo e ver que existem muitos actos que não são permitidos, que se tornaram ilegais por serem imorais, e essas proibições não podem ser consideradas como privação de liberdade porque estão na verdade a salvaguardar a liberdade de seres inocentes de não serem vitimizados por esses actos. A maior diferença entre esses actos e o acto de estropiar touros numa arena é que por enquanto, estropiar touros ainda é legal. Isso significa apenas que não chegámos ainda ao fim da nossa evolução civilizacional e que devemos continuar a lutar por essa evolução. A abolição das touradas e de quaisquer actividades de exploração animal serão passos na direcção certa, para uma sociedade mais justa, compassiva e ética.


publicado por Maluvfx às 10:05
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