Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quinta-feira, 1 de Julho de 2010
Ecologia, Direitos dos Animais, Consumo de Carne e Fome no Mundo - Debate publico com Dr. Fernando Nobre
PPA - Almada on Vimeo.
A revista Cultura ENTRE Culturas agradece ao Dr. Fernando Nobre por ter aceite o convite para debater e expor publicamente as suas posições, enquanto candidato à Presidência da Republica, sobre questões de crucial importância no momento actual como é o caso da ecologia, dos direitos dos animais, do consumo de carne e da fome no mundo.

Este debate publico teve lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 24 de Junho de 2010, e foi moderado pelo Prof. Dr. Paulo Borges.

Foi uma iniciativa da revista Cultura ENTRE Culturas e teve o apoio do Partido Pelos Animais e do Movimento Outro Portugal.

Links relacionados
:
Cultura ENTRE Culturas - arevistaentre.blogspot.com/
PPA - partidopelosanimais.com/partido-pelos-animais/108-debate-publico-com-o-dr-fernando-nobre.html
Movimento Outro Portugal - umoutroportugal.blogspot.com/
Dr. Fernando Nobre - fernandonobre.blogs.sapo.pt/ :: fernandonobre.org/
Documentário Meat The Truth - meatthetruth.nl/index.html


publicado por Maluvfx às 14:36
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Sábado, 12 de Junho de 2010
Direitos dos Animais
com Heitor Lourenço, Paulo Borges e Miguel Moutinho




publicado por Maluvfx às 09:38
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Quarta-feira, 19 de Maio de 2010
O QUE É SER UM PROTETOR DE ANIMAIS?


Hoje em dia a proteção animal virou um modismo. Muita gente acha bacana dizer que é “Protetor de Animais”, mas o que exatamente ser um “Protetor de Animais”?

Para começar gostaria de esclarecer que proteger animais não é chamar uma ONG ou ligar para um protetor independente quando um animal está sendo mal tratado. Proteger animais também não é ficar no computador apenas repassando pedidos de ajuda, nem se sentir no direito de exigir e cobrar que pessoas ligadas a causa façam o que você considera certo fazer. Estas são apenas formas de divulgar ações e necessidades ligadas a causa, e não a proteção em sua essência.

Em primeiro lugar é importante saber que protetores de animais são pessoas iguais a você, eles trabalham, estudam, possuem família, filhos, quintal pequeno, moram em apartamento em alguns casos, mas decidiram arregaçar as mangas e fazer a diferença. Um dia desses eu ouvi que “ser protetor de animais é um apostolado”, e isso significa você dedicar sua vida, seu tempo e seu dinheiro a uma causa que muito provavelmente “nunca” lhe trará nenhum retorno material. Consiste também em mudar seus hábitos alimentares (parar de consumir carne), hábitos de diversão (rodeios, vaquejadas, touradas, feiras de exposição, de exploração, de competição, etc.), hábitos de consumo (roupas de origem animal como casacos de pele, etc.), hábitos em geral.

O “protetor de animais” muda sua visão em relação a vida, passa a respeitar toda forma de vida, passa a lutar pela defesa dos direitos dos animais, pela castração, pela adoção, por leis mais rígidas e que os defendam, pela conscientização da população, contra a exploração animal em todas as suas formas, contra o comercio de animais, etc.

Ninguém muda estes hábitos facilmente, nenhuma pessoa que conheço  amanheceu e disse: a partir de hoje sou um protetor de animais e vou deixar de fazer tudo o que fiz a minha vida inteira. A vontade de ajudar nos impulsiona a levantar e ir, com o tempo criamos cada vez mais a consciência em relação aos assuntos relacionados à causa, nossos hábitos são mudados aos poucos e gradativamente. É uma luta pessoal contra nós mesmo, e em alguns casos, contra nossos familiares que não conseguem entender e aceitar essa mudança.

Ser um “protetor de animais” é ter responsabilidade social de maneira totalmente independente da caridade. Promover a conscientização em relação ao respeito dos animais é uma das bandeiras mais importantes da causa, fazer com que as pessoas enxerguem que o animal tem uma vida que precisa ser respeitada, é uma batalha constante. Os animais existem da mesma maneira que todos nós, possuem suas individualidades e não estão aqui para nos servir.

Os defensores dos animais devem ser felizes com sua bandeira, devem se orgulhar do que fazem. Se defender animais te trouxer algum tipo de angústia, talvez seja a hora de repensar e mudar de causa. Os animais precisam de pessoas sensatas, que estejam sempre empenhadas em aprender, que estejam dispostas a tentar mudar o mundo, mas se conseguirem mudar apenas a pessoa que está ao seu lado, já fizeram muito mais do que 99% da população. Os animais não podem se defender, eles só têm a nós, seres humanos, para defendê-los, e exatamente por isso temos que nos manter equilibrados para fazê-lo, e fazer com prazer, paixão e de maneira otimista. Pessoas agressivas e desacreditadas, não apenas na causa animais mas em todas as causas, geralmente não conseguem atingir seus objetivos na sociedade, pois não conseguem desenvolver o potencial necessário para valorizar a causa que defendem.
Tenha sempre a frente, e como referência, pessoas inseridas na causa e que desenvolvam um trabalho baseado na seriedade e, acima de tudo, idoneidade. Fuja dos falsos protetores, pessoas que estão inseridas na causa tentando tirar benefícios materiais ou prestígio. Acredite em você e em seus objetivos, arregace as mangas e faça, não tenha projetos alimentados apenas pela esperança, estabeleça objetivos e metas, faça você também a diferença. Pense qual a melhor forma de ajudar os animais, quais os seus pontos fortes, se você gostaria de trabalhar com resgates, com adoção, com maus tratos, com educação, contra exploração, etc. Acredite em você, e dê o seu melhor.
Abrace uma causa, qualquer causa, mas faça-o com responsabilidade e de coração aberto. Mude seus conceitos, abandone os preconceitos e faça a diferença.

Existem 3 tipos de pessoas:As que fazem acontecer, as que deixam acontecer e as que perguntam o que aconteceu? (John Richardson Jr)

PROTEÇÃO ANIMAL --- Lilian Rockenbach pelos Direitos dos Animais


publicado por Maluvfx às 14:47
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
 O que é? |

Sábado, 8 de Maio de 2010
A indigestão da ética
A vida dos animais, de J. M. Coetzee *
Cristovão Tezza



A literatura do sul-africano J. M. Coetzee, que, sem muito alarde, vem sendo editado no Brasil já há alguns anos - os romances Desonra (Companhia das Letras), A idade do ferro (Rocco), O mestre de Petersburgo (Best-seller), entre outros -, pode nos dar alguma medida do que de mais refinado existe na literatura contemporânea. Coetzee explora ao máximo aquela faixa estreita que restou à linguagem do romance como o espaço por excelência da relação entre ética e estética na interpretação ficcional do mundo, um espaço que talvez não possa ser preenchido com a mesma força por nenhuma outra linguagem. Coetzee é um pessimista visceral, mas sem ênfase. Em seus livros, a investigação sobre a miséria, a dor e a solidão humanas - que lembra o olhar impiedoso do inglês William Golding, de O senhor das moscas - é menos o resultado cerebral de uma visão de mundo fria, derivada da razão, e mais uma sensação quase que silenciosa, mesmo discreta, dos limites sempre rotos da dignidade humana. E há nele, contrabalançando o conforto civilizatório do ponto de vista do primeiro mundo, a realidade estúpida da África do Sul de sua formação (ele nasceu em 1940) - pode-se dizer que a brutalidade lógica do apartheid, configurada pela abstração do Estado e absorvida no cotidiano das pessoas, deu a Coetzee a dimensão de sua literatura, mesmo quando o seu tema não está na África. Como se a África do Sul tivesse simplesmente regulamentado e despersonalizado, para uma eficácia indolor, algum sonho universal de segregação que bate no coração dos homens.



Em A vida dos animais, lançado agora pela Companhia das Letras, esse mesmo universo está presente, mas num texto de perspectiva completamente distinta. Trata-se de duas palestras que Coetzee - ele mesmo professor de literatura na Cidade do Cabo - apresentou na Universidade de Princeton: "Os filósofos e os animais" e "Os poetas e os animais". As conferências vêm acompanhadas de uma introdução e de mais quatro curtas reflexões acadêmicas de especialistas comentando os textos de Coetzee. O tema genérico das palestras é a relação entre os homens e os animais, acentuando-se o ponto de vista de que a morte dos animais para a alimentação humana é um crime ético. Tudo parece indicar que o texto de Coetzee, aliás um vegetariano convicto, é mais um libelo monótono dos messiânicos prontos a afirmarem a própria grandeza e o caminho da salvação diante da miséria alheia. Previsivelmente, as conferências afirmam a desconfiança do mundo da razão e da cultura, que afinal justificam a matança sistemática dos animais; o problema dessa desconfiança está no fato de que, extraída a razão, por limitação ou incompetência, acabamos por não saber nas mãos de quem, ou de quê, ficará o reconhecimento do mundo "justo". Da religião? Da pura intuição?


Acontece que Coetzee tem um recurso extraordinário para escapar desta armadilha acadêmica, recusando-se a se colocar diretamente no papel de conferencista e negando a própria autoridade para decidir a questão. Ele faz isso ficcionalizando a palestra; cria uma velha conferencista, Elizabeth Costello, como ele romancista famosa, que é convidada por uma universidade imaginária para falar sobre literatura mas que prefere falar sobre a matança dos animais. Fica hospedada na casa de um filho com quem tem problemas de relacionamento e de uma nora que a detesta, e é através desses pontos de vista que entramos em contato com a teimosa conferencista. Assim, todo o discurso de Elizabeth (descrita pelo filho como uma mulher chata, no mínimo incômoda) passa a ser ficcionalmente refratado. E é justo nessa dimensão que a questão ética ganha o seu verdadeiro relevo, o fato de que a ética (como de resto todo o universo dos valores que nos guiam) só pode ser considerada no território comum entre as pessoas e não como afirmação isolada de uma autoridade "pensante". Não se trata de relativismo (isto é, todas as opiniões seriam iguais se todas as pessoas são iguais), porque Elizabeth afirma plenamente seus pontos de vista e os defende com firmeza contra outras opiniões; acontece que, como na vida, nosso acesso a esses pontos de vista se faz pelos olhares alheios que lhe dão sentido e referência. Enfim, não podemos desconsiderar o lugar de onde estamos para avaliar Elizabeth.


Assim, o que parece apenas um recurso literário "pós-moderno", como sugere a reflexão de Marjorie Garber incluída no volume, o que reduziria a questão a um mero distanciamento e não comprometimento de Coetzee com o problema que levanta, passa a ser a afirmação da prosa romanesca como um caminho possível de reconhecimento do mundo que assume a impossibilidade de uma última palavra. Isto é, num mundo em que Deus não pode ser tomado como pressuposto e em que a razão não pode ser considerada em abstrato (porque os homens não vivem em abstrato), toda afirmação ganha a incerta estatura humana. Nesse plano, cada palavra encontra sua contra-palavra; por exemplo, a comparação de Elizabeth da matança dos animais com os métodos de Treblinka ("uma empresa metafísica dedicada a nada além da morte e da destruição") é rebatida com simplicidade pelo poeta Abraham Stern, que por um bilhete se recusa a almoçar com ela ("essa inversão insulta a memória dos mortos"; "a senhora disse que é velha demais para perder tempo com frivolidades. O mesmo vale para mim".)


A tensão ficcional que povoa a curta narrativa de Coetzee nada tem da frieza técnica de uma conferência. Assim, mesmo os carnívoros inveterados (como o resenhista) encontrarão no texto um belo exercício de sensibilidade e inteligência para pensar nossos hábitos alimentares, colocando em foco não as idéias, mas as pessoas. E o livro é enriquecido por reflexões que dão o contraponto acadêmico, ou científico, à fábula de Coetzee. A melhor é a de Peter Singer, que mimetiza o método de Coetzee para melhor entendê-lo; e a mais fraca, a de Barbara Smuts, cuja rica experiência de antropóloga com babuínos infelizmente se reduz no livro a uma defesa da convivência pessoal entre homens e animais, entregando-se a um sentimentalismo que passa muito longe da discussão proposta por Coetzee.


Prisioneiros de guerra


"As pessoas reclamam que tratamos os animais como objetos, mas na verdade tratamos os animais como prisioneiros de guerra. Você sabia que quando foram abertos os primeiros zoológicos, os tratadores tinham de proteger os animais dos ataques dos espectadores? Os espectadores sentiam que os animais estavam ali para serem insultados e humilhados, como prisioneiros em uma marcha triunfal. Já promovemos uma guerra contra os animais, que chamamos de caça. Essa guerra foi travada ao longo de milhões de anos. Só a vencemos definitivamente quando inventamos as armas de fogo. Só quando a vitória foi absoluta é que pudemos nos permitir cultivar a compaixão. Mas a nossa compaixão é muito rarefeita."
Trecho de A Vida dos Animais
* John Maxwell Coetzee  foi Nobel de Literatura de 2003; 1º sul-africano a receber o Booker Prize por duas vezes. Há vários de seus livros traduzidos no Brasil e em Portugal.





in  


Deus salve a galinha

Numa obra intrigante, J.M. Coetzee
passa em revista o debate sobre
os direitos dos animais
Jerônimo Teixeira
Vai ser um problema para os bibliotecários: em que estante colocar A Vida dos Animais? (tradução de José Rubens Siqueira; Companhia das Letras; 148 páginas; 19,50 reais) Esse livrinho incômodo faz por merecer seu lugar na prateleira de ficção, mas também entra com desenvoltura na seção de ensaios, de filosofia, de bioética e até na de crítica literária. Mas, enquanto nosso bibliotecário hipotético revisa classificações, você, leitor, já terá descoberto o lugar ideal para a obra do sul-africano J.M. Coetzee: a mesa-de-cabeceira.

Coetzee, 62 anos, é conhecido no Brasil por romances como Desonra, que recebeu o prestigioso Booker Prize em 1999 e narra os tormentos sofridos por um professor universitário demitido depois de se envolver sexualmente com uma aluna. Já A Vida dos Animais foi fruto de um convite para proferir uma série de conferências na Universidade Princeton. No lugar de uma palestra convencional, Coetzee criou a história de Elizabeth Costello, escritora australiana também convidada a falar numa universidade americana. Temos assim uma conferência dentro de uma conferência, o que dá ao autor a oportunidade de apresentar as teses mais radicais sem referendá-las.

Tal como seu criador, Elizabeth quebra as expectativas da platéia que vem ouvir uma escritora consagrada falar de seu ofício. Ela cita Swift, Rilke, Kafka, mas seu assunto central são os direitos dos bichos. Vegetariana radical, ela considera o abate de animais uma monstruosidade comparável ao holocausto judeu. Essa analogia polêmica provoca a indignação de Abraham Stern, poeta judeu que se recusa a comparecer a um jantar em homenagem à conferencista. A escritora ainda enfrenta oposição na própria família. Para sua nora – Norma, professora de filosofia desempregada –, a defesa dos animais é uma baboseira irracional.

O livro traz um apêndice com textos de quatro acadêmicos (reais, não ficcionais) de diferentes áreas que discutem as teses de Coetzee/Elizabeth. Professora de literatura, Marjorie Garber procura mostrar que a analogia entre o holocausto e a indústria da carne não é inédita. Wendy Doniger, professora de história das religiões, revisa as interdições ao consumo de carne em diferentes culturas. A primatologista Barbara Smuts nota uma ausência na argumentação: no esforço de denunciar um crime, a possibilidade de afeto entre homens e animais ficou esquecida. Aproveita a deixa para falar de suas experiências entre os babuínos, na África.

Mas a resposta mais interessante é a do filósofo Peter Singer, especialista em bioética. Singer criou um diálogo fictício com uma filha adolescente para apresentar sua refutação às teses de Elizabeth. Sim, refutação: mesmo esse grande paladino da bicharada acredita que dona Costello vai longe demais. Você ainda pode apreciar seu bife com fritas sem se sentir o Eichmann das vacas. Apesar da pregação doidivanas da protagonista, A Vida dos Animais não é um panfleto ecologista. O autor nem sequer dá uma palavra final sobre os dilemas que levanta. Coetzee limita-se a colocar idéias em choque. Idéias extremas, que não cabem em uma camiseta do Greenpeace.


publicado por Maluvfx às 16:47
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Quarta-feira, 5 de Maio de 2010
Petição FIM DO EMBARQUE DE ANIMAIS VIVOS
Bovinos são transportados entre o Brasil e o Oriente Médio em condições que fariam os filmes de época que mostram a escravidão durante o império romano parecer filme de Walt Disney. Eu geralmente apoio apenas campanhas abolicionistas, mas em casos extremos como esse eu faço uma exceção. Eu sei que esses animais, se ficarem no Brasil, serão cruelmente assassinados também. Mas se for possível evitar que eles sejam submetidos a essa jornada de horrores e ao abate em país muçulmano, é melhor. Existem níveis de crueldade, e o transporte de animais é o mais alto.




Assine a petição











Contra a crueldade

Assine a petição pelo fim dos navios-currais

01 de maio de 2010


Amigos do Grupo pela Abolição do Especismo (GAE), pedimos a todos os que concordarem com a petição pelo fim dos navios-currais que assinem a petição:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N1986
Dez mil bovinos estão sendo embarcados para uma viagem de um mês no navio-curral até o Egito (leia notícia publicada aqui na ANDA).

Qualquer dúvida, escrevam para gae.portoalegre@gmail.com


publicado por Maluvfx às 17:22
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

EMBARQUE DE ANIMAIS VIVOS: PROTESTE!

InfoSentiens

Mensagem enviada pelo GAE - Grupo pela Abolição do Especismo, de Porto Alegre/RS
ESTÁ VENDO ESTE FOCINHO? 

Este é um dos dez mil bovinos que neste momento estão amontoados em um navio-curral de vários andares, viajando em direção ao Egito e não é para conhecer as pirâmides.

Eles estão submetidos às piores condições, nas quais passarão quase um mês, tempo que dura esta viagem absurda. Tudo porque estão sendo exportados como se fossem coisas, como se não tivessem apego à vida, como se não estivessem em pânico, como este da foto, que busca um pouco de ar, tem a sorte de estar numa beirada, e tenta entender onde está, entender como foi parar tão longe de onde vivera até então e o que fez para merecer estar ali. Sem seus conhecidos, sem a alimentação que estava acostumado a buscar nos campos, sem um espacinho para deitar e ruminar.

Está esmagado, porque o lucro depende de quantos cabem em cada compartimento. Não sabe ainda que muitos morrerão no caminho e serão jogados no mar, que talvez ele seja um deles e que morrer no caminho talvez seja um prêmio. Quem não morrer prosseguirá, dia após dia, até chegar ao ponto final onde não encontrará pastagens verdejantes, mas sim os homens que os conduzirão à morte.

Como são mortos os bois no Egito? Nem imaginamos. Talvez seja até pior do que é no Brasil.

Quem tem o direito de tirar as vidas destes animais que nada fazem a não ser se submeter a tudo? Que crime eles cometeram que não o de serem dóceis? O de ter uma carne que os egípcios e os brasileiros e tantos outros gostam de ter à mesa por nunca terem pensado nos direitos animais ou por puro egoísmo.

Se você concorda que esse comércio tem que parar, tente fazer duas coisas:
Lembrando: só assinar é muito pouco. É incindir sobre apenas um aspecto da crueldade e da exploração animal. A forma de realmente mostrar que os animais importam para você, todos os animais, é se tornando vegano.

Grupo pela Abolição do Especismo GAE
www.gaepoa.org


publicado por Maluvfx às 17:21
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Segunda-feira, 12 de Abril de 2010
Joss Stone despe-se pelos animais

Joss Stone despe-se pelos animais -
Cantora britânica posou nua para campanha da PETA, organização defensora dos direitos dos animais. Recorde as fotos do concerto de Stone em Lisboa em Fevereiro.
Joss Stone posou nua para uma campanha da PETA, organização internacional de defesa dos direitos dos animais. As fotografias ainda não foram divulgadas mas a campanha deverá ser tornada pública durante este ano.
Stone insurge-se desta forma contra a utilização de pele de urso negro nos chapéus dos guardas reais britânicos. Segundo declarações de uma fonte próxima da cantora ao jornal Sunday Mirror, "Ela foi fotografada deitada em cima da bandeira do Reino Unido sem nada vestido. São imagens lindíssimas e ela estava sentiu-se muito confortável sem roupa vestida".
A mesma fonte disse ainda: "Ela detesta o facto de os ursos negros canadianos serem chacinados para que a sua pele seja utilizada na confecção dos chapéus cerimoniais dos guardas da Rainha. Por essa razão, decidiu despir-se para a campanha".
Stone, de 23 anos, editou em 2009 o álbum Colour Me Free! e veio a Portugal apresentá-lo ao vivo, em Fevereiro passado, nos Coliseus de Lisboa e Porto. Recorde abaixo as fotografias do concerto de Lisboa.


publicado por Maluvfx às 23:40
link do post | comentar | favorito
 O que é? |


mais sobre mim
pesquisar
 
Maio 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

12
13
14
16
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30
31


posts recentes

Os animais têm direitos?

Cábula para o especialist...

Cresce número de jovens p...

Direitos morais dos anima...

Direitos morais dos anima...

Com... Sequências (2)

Com... Sequências (2)

Nuas no Mundial pelos dir...

Ecologia, Direitos dos An...

Ecologia, Direitos dos An...

arquivos

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Setembro 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Setembro 2008

Agosto 2008

Junho 2008

Fevereiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Setembro 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Maio 2006

Dezembro 2005

Outubro 2003

Julho 2002

tags

todas as tags

favoritos

ANTI-TOURADAS

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds