Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quinta-feira, 1 de Julho de 2010
Ecologia, Direitos dos Animais, Consumo de Carne e Fome no Mundo - Debate publico com Dr. Fernando Nobre
PPA - Almada on Vimeo.
A revista Cultura ENTRE Culturas agradece ao Dr. Fernando Nobre por ter aceite o convite para debater e expor publicamente as suas posições, enquanto candidato à Presidência da Republica, sobre questões de crucial importância no momento actual como é o caso da ecologia, dos direitos dos animais, do consumo de carne e da fome no mundo.

Este debate publico teve lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 24 de Junho de 2010, e foi moderado pelo Prof. Dr. Paulo Borges.

Foi uma iniciativa da revista Cultura ENTRE Culturas e teve o apoio do Partido Pelos Animais e do Movimento Outro Portugal.

Links relacionados
:
Cultura ENTRE Culturas - arevistaentre.blogspot.com/
PPA - partidopelosanimais.com/partido-pelos-animais/108-debate-publico-com-o-dr-fernando-nobre.html
Movimento Outro Portugal - umoutroportugal.blogspot.com/
Dr. Fernando Nobre - fernandonobre.blogs.sapo.pt/ :: fernandonobre.org/
Documentário Meat The Truth - meatthetruth.nl/index.html


publicado por Maluvfx às 14:36
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Quinta-feira, 17 de Junho de 2010
Ecojornalistas exibem 'Green' nesta quinta em Porto Alegre
O Núcleo de Ecojornalistas do RS inicia as comemorações dos seus 20 anos de atuação, e a primeira atividade é a exibição gratuita do premiado documentário ‘Green’ nesta quinta-feira, 17, finalizando com um breve debate. O evento começa às 19h, no auditório Glênio Peres da Câmara dos Vereadores de Porto Alegre.

Com muita sensibilidade e conhecimento do ambiente, o produtor e diretor Patrick Rouxel conseguiu fazer um filme que reflete bem sobre direitos animais e sua relação com o meio ambiente. Sem diálogos, Green expressa a necessidade de mudarmos nossa postura perante as demais formas de vida.

Fonte: VAL

Sobre o Filme:


A população de orangotangos , que alguns pesquisadores consideram nossos primos mais próximos, não passa de 7 mil indivíduos dispersos pela ilha de Sumatra, na Indonésia. É uma fração ínfima da população que existia há cinquenta anos, e ela continua a cair rapidamente.


O gigantesco tsunami de 2004 foi particularmente desastroso para a conservação da espécie, uma vez que muitos habitantes do litoral tiveram que se refugiar em áreas da ilha até então preservadas e porque aumentou o desmatamento para a reconstrução da infraestrutura destruída. Os orangotangos também são caçados para servir de alimento, porque invadem plantações nas bordas de suas reservas ou para serem convertidos em animais de estimação.

Mas as principais inimigas dos orangotangos são as madeireiras e a indústria do óleo de palma (no Brasil mais conhecido como óleo de dendê, aquele mesmo dos acarajés). Um documentário recém-lançado e que já foi premiado em uma dúzia de festivais mostra como a economia reduz o já diminuto habitat desses primatas. Trata-se do filme Green, que narra a via crúcis e os últimos dias de uma fêmea resgatada de uma floresta destruída. Ele é curto (48 minutos), sem texto e e pode ser baixado gratuitamente. O director/produtor francês Patrick Rouxel também fez um levantamento das empresas que exploram a madeira e o óleo de palma da Indonésia – incluindo muitos produtores de biodiesel -, lista que ele expõe no website da produção.


publicado por Maluvfx às 23:36
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Começa com você!

... sei que não posso salvar todas as estrelas-do-mar 
mas... podemos fazer muita diferença! 
* SWU (Starts With U)

tags:

publicado por Maluvfx às 13:52
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Domingo, 13 de Junho de 2010
Alimentação por um planeta melhor
Confinamento Animal: Impactos da Pecuária no Meio Ambiente e Bem-Estar animal
Encontro inédito da Humane Society International sugere que nutrição é uma das chaves para conservar o ecossistema e a qualidade de vida
É cada vez mais certo: o que você escolhe como refeição tem impacto direto não apenas sobre sua saúde, mas sobre a dos animais e do planeta. No fim de semana de 29 de maio a Campanha pelo Fim do Confinamento Intensivo Animal realizou um evento inédito para discutir essa relação. O encontro “Impactos da Pecuária Brasileira no Meio Ambiente e no Bem-Estar Animal” foi promovido pela International Humane Society (HSI) com o apoio da ARCA Brasil e trouxe informações relevantes sobre o assunto.

Da esq. para a dir.: Marly Winckler,

Guilherme Carvalho, Rui Rocha e Paulo Maia.



“A pecuária industrial cria, transporta e abate 65 bilhões de animais por ano em todo o mundo, número muito superior a qualquer outra área da relação com os animais, como circos, indústrias de pesquisas e de cosméticos ou mesmo cães e gatos e o tráfico de animais silvestres. Apesar disso, são exatamente os animais de produção os mais negligenciados pelo grande público - e até mesmo por ONGs de proteção animal, ainda muito centradas nos animais ditos de companhia.”, comenta o biólogo Guilherme Carvalho, consultor da HSI e responsável pelo evento, voltado militantes e representantes de entidades de proteção animal. Durante a palestra ele falou sobre a realidade dos animais submetidos ao sistema de confinamento intensivo, entre eles, as galinhas poedeiras criadas em gaiolas em baterias e as porcas matrizes nas celas de gestação. Um documentário sobre o assunto produzido pela HSI foi exibido para a platéia (assista abaixo “O Confinamento Intensivo em 1 minuto”).
Uma das alternativas mais eficazes para sair desses sistemas é optar por alimentos produzidos de forma orgânica ou em regimes livres de gaiolas (saiba como escolher ovos produzidos com menos sofrimento). A outra, comprovadamente mais saudável e que envolve um menor custo, é a adoção da dieta vegetariana. Esse foi o tema da segunda palestra, “Impactos da Alimentação Centrada na Carne Sobre a Saúde, o Meio Ambiente e os Animais”, ministrada por Marly Winckler, presidente daSociedade Vegetariana Brasileira (SVB).

“Hoje é possível defender a alimentação sem carne com respaldo científico. A Associação Dietética Americana (ADA), órgão representativo dos nutricionistas dos Estados Unidos e Canada, confirma que dietas vegetarianas apropriadamente planejadas são saudáveis, adequadas em termos nutricionais e apresentam benefícios para saúde na prevenção e no tratamento de determinadas doenças”, explica Marly. Durante sua palestra, a ativista apresentou estudos de impacto feitos por associações médicas e nutricionistas demonstrando que a dieta vegetariana reduz o risco de doenças crônicas e degenerativas como: cardiopatias, câncer, diabetes, obesidade, osteoporose, doenças da vesícula biliar e hipertensão, além de aumentar a média da expectativa de vida em nove anos.

Rui Rocha, presidente do Instituto Floresta Viva, sediado em Ilhéus (BA) deu ênfase ao impacto da criação de gado de corte no meio ambiente. “Dados do Ministério de Tecnologia confirmam que a pecuária bovina, que usa hoje 199 milhões de hectares e faz do Brasil o 2º maior produtor do mundo, tem grande impacto na emissão de CO2, seja com o desmatamento gerado com a criação dos animais, seja com os gases de sua digestão.”, expôs o ambientalista. Ele, trouxe dados do Imazom (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) que fazem uma relação direta entre a criação do gado, o preço do produto e o desmatamento. Em anos em que a carne é valorizada, o desmatamento é ainda maior.


Rui Rocha: 
É necessário fazer projeções futuras com as mudanças 
que queremos fazer e o planeta que queremos ter.

Outra preocupação trazida por Rui é com a água gasta com as produções. “Esse é um tema muito delicado, que influencia nas flutuações climáticas. O microclima do cerrado, por exemplo, pode ser afetado pela expansão desordenada da pecuária no centro-oeste”, afirma. Para ele, a solução está em uma mudança de perspectivas: “É preciso recuperar o elo entre a sociedade rural e urbana e ao mesmo tempo mudar o sistema que permeia essas relações, baseado na produção industrial”.

E sobre a comunicação e seu papel para levar essas possibilidades de uma vida mais saudável e humana ao maior número de pessoas possível, Paulo Maia, ambientalista e jornalista desenvolveu a palestra “A mídia como ferramenta de formação de massa crítica a respeito dos impactos da pecuária”.

Quem não esteve presente, mas tem interesse em participar do tema, pode fazê-lo pela internet. “O grupo de trabalho formado no encontro que está de braços abertos para novos participantes na página www.meetup.com/hsibrasil”, convida Guilherme Carvalho.


publicado por Maluvfx às 20:58
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Quinta-feira, 10 de Junho de 2010
LimparPortugal - Mãos à Obra
10 de Junho, Dia de Portugal, dos Portugueses e do carácter da cultura e
da nossa história, a que chamamos, Portugalidade.


Portugalidade é uma maneira diferenciada de estar no mundo e de interagir com ele,
foi assim ao longo da história, encurralados no extremo de um
continente tivemos a visão de nos lançarmos no desconhecido e por
“mares nunca antes navegados” demos novos Mundos ao Mundo. Fomos a
primeira nação verdadeiramente global, recebíamos mercadorias dos 4
cantos do planeta, porcelanas e especiarias do Oriente, marfim e café
de África, ouro, prata, milho, batata e tabaco das Américas.

Com esse espírito, há quase um ano, no dia 13 de Julho de 2009, algures na Internet foi feito o seguinte comentário:

"Boas.
Ora aqui está uma excelente iniciativa!
Que tal organizarmos uma coisa no género? Voluntários precisam-se!
http://www.youtube.com/watch?v=T7GzfMD6LHs

E três amigos decidiram, com o carácter que define o povo português, com o
espírito de aventura, fazer diferente...

Sem movimentar um único cêntimo, no dia 20 de Março de 2010, mais de
100.000 voluntários recolheram cerca de 70.000 toneladas e
consciencializaram Portugal para a realidade dos resíduos indevidamente
depositados nas belas paisagens deste nosso país.

Esta onda cívica criada não poderá "morrer na praia".

Treze dos membros da Coordenação Nacional do Projecto Limpar Portugal vão de
novo meter “Mãos à Obra” e de corpo e alma, vão de novo lançar-se à
aventura.

Após algum descanso e ponderação, seguindo os princípios base do Projecto Limpar Portugal é criada uma associação,
sem qualquer fim lucrativo, sem movimentação de numerário, para dar
continuidade à onda cívica.

A rede social, enquanto se mostrar necessária e no que dependa dos treze, vai continuar a existir, sem
necessidade de qualquer preocupação dos restantes voluntários.

No próximo dia 13 de Julho, esteja atento e se disponível, voluntarie-se
mais uma vez e mostre o que sente por Portugal.

Vamos continuar a Mudar Portugal!

LimparPortugal - Mãos à Obra
A Coordenação Nacional do Projecto Limpar Portugal

Visite LimparPortugal - Mãos à Obra em: http://limparportugal.ning.com/?xg_source=msg_mes_network
 


publicado por Maluvfx às 03:19
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

LimparPortugal - Mãos à Obra
10 de Junho, Dia de Portugal, dos Portugueses e do carácter da cultura e
da nossa história, a que chamamos, Portugalidade.


Portugalidade é uma maneira diferenciada de estar no mundo e de interagir com ele,
foi assim ao longo da história, encurralados no extremo de um
continente tivemos a visão de nos lançarmos no desconhecido e por
“mares nunca antes navegados” demos novos Mundos ao Mundo. Fomos a
primeira nação verdadeiramente global, recebíamos mercadorias dos 4
cantos do planeta, porcelanas e especiarias do Oriente, marfim e café
de África, ouro, prata, milho, batata e tabaco das Américas.

Com esse espírito, há quase um ano, no dia 13 de Julho de 2009, algures na Internet foi feito o seguinte comentário:

"Boas.
Ora aqui está uma excelente iniciativa!
Que tal organizarmos uma coisa no género? Voluntários precisam-se!
http://www.youtube.com/watch?v=T7GzfMD6LHs

E três amigos decidiram, com o carácter que define o povo português, com o
espírito de aventura, fazer diferente...

Sem movimentar um único cêntimo, no dia 20 de Março de 2010, mais de
100.000 voluntários recolheram cerca de 70.000 toneladas e
consciencializaram Portugal para a realidade dos resíduos indevidamente
depositados nas belas paisagens deste nosso país.

Esta onda cívica criada não poderá "morrer na praia".

Treze dos membros da Coordenação Nacional do Projecto Limpar Portugal vão de
novo meter “Mãos à Obra” e de corpo e alma, vão de novo lançar-se à
aventura.

Após algum descanso e ponderação, seguindo os princípios base do Projecto Limpar Portugal é criada uma associação,
sem qualquer fim lucrativo, sem movimentação de numerário, para dar
continuidade à onda cívica.

A rede social, enquanto se mostrar necessária e no que dependa dos treze, vai continuar a existir, sem
necessidade de qualquer preocupação dos restantes voluntários.

No próximo dia 13 de Julho, esteja atento e se disponível, voluntarie-se
mais uma vez e mostre o que sente por Portugal.

Vamos continuar a Mudar Portugal!

LimparPortugal - Mãos à Obra
A Coordenação Nacional do Projecto Limpar Portugal

Visite LimparPortugal - Mãos à Obra em: http://limparportugal.ning.com/?xg_source=msg_mes_network
 


publicado por Maluvfx às 03:19
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Segunda-feira, 7 de Junho de 2010
Texto-diálogo com o artigo ‘Dia Mundial do Meio Ambiente: puxada de descarga e torta na cara da natureza’
Foto: Rafael Santini





por Claudia Lulkin, econutricionista vegana e educadora popular

Dia Mundial do Meio Ambiente’! Radical! Como “auto-intitulada” ambientalista, concordo com tua visão!
Uma amiga ecologista sentencia:
Fazemos cocô na água….

E o lixo??? Uma nojeira!

Meu auto-título de ambientalista me cobra o tomar algumas atitudes práticas no dia-a-dia como a COMPOSTAGEM. Acho que é nisso que sou mais ecologista….

Me pretendo a refazer florestas. Recriar o solo rico da floresta com resíduos vegetais (descobri que há uma adubação vegana…). Também tenho comprado buchas vegetais para lavar louça e utilizar sabões vegetais feitos por grupos de mulheres do povo.

Tenho feito pequeninos jardins… Dedico a grana de meus trabalhos a trabalhos de amigos, a idéias e ativismo, em artesanatos populares e um tanto de meu esforço também vai para os supermercados…

Cuido da utilização da água. E a torneira da pia da cozinha vai direto para a terra, já que moro num pequenino sítio urbano em pequena área da- ainda- Mata Atlântica da Serra do Mar, nas “montanhas” de Porto Alegre (como todos já sabem mas não ainda não foram lá. Ou por falta de convite, possivelmente, ou mais ênfase, quem sabe…).

Sabem, tb, que estive acampada debaixo de chuvaradas na Aldeia da Paz e construindo a cozinha toda feita em barro. Epassei o fórum todo de pés descalços pois o barro grudava de tal jeito que não sobrava tira de chinelo (era alto verão…).

Dormi em vários sleeping bag- colchonetes, na beira de fogueiras, debaixo de luas cheias.

A própria ecologista…

MAS QUANDO AMIG@S BIÓLOG@s “conscientes” me falam de que toda a comida de evento que fizeram era NATURAL e que a galera, naturalmente, matou um boi para a comida….tive um “teto”. O cristal se rompeu, na exata hora…

Como nós veganos somos compassivos e tolerantes, voltei a estar com ess@s amig@s e continuar construindo uma espiral de ervas num jardim que vem ficando cada vez mais bonito e mais integrado á natureza do povo do Morro da Cruz.

Enquantos olhos vidrados e mentes facetadas da multidão que “tira o tapete”, que concorre pelo sorteio do “bife”, que enfia a faca, que “carnea”, que “abate”, o mar de sangue pútrido corre e corrompe…


Compassivamente pela PAZ pelos animais pelas pessoas de intenção e de atitude.




publicado por Maluvfx às 23:41
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Domingo, 6 de Junho de 2010
Dia Mundial do Meio Ambiente: “Muitas espécies. Um planeta. Um futuro”

Os gorilas são uma das espécies seriamente ameaçadas. Foto: AP
“Muitas espécies. Um planeta. Um futuro”. Esse é o slogan que marca o Dia Mundial do Meio Ambiente, que é comemorado hoje. A preocupação com a vida selvagem tem como objetivo reforçar a reflexão sobre o Ano Internacional da Biodiversidade, celebrado em 2010.
Um acordo assinado numa conferência mundial em Johannesburgo em 2002 previa o comprometimento das principais nações do planeta em reduzir em 90% o número de espécies ameaçadas de extinção em 8 anos. Nenhum país conseguiu cumprir a meta – atualmente milhares de espécies estão ameaçadas de extinção – quase 300 delas apenas no Brasil. Contribuem para este quadro deplorável a exploração comercial, expansão populacional desordenada e desastres ambientais – o vazamento de petróleo no Golfo do México, fora de controle desde abril, é a maior catástrofe ambiental da história, com a morte de milhões de animais, entre aves e espécies marinhas nos Estados Unidos.
O Dia Mundial do Meio Ambiente tem suas ações concentradas em Ruanda, na África, país que luta para preservar sua excepcional fauna da extinção, que conta com 50 espécies ameaçadas. No mundo todo serão realizados eventos, concertos e palestras para celebrar a data. Em São Paulo, o Parque Villa Lobos e o Jardim Botânico prepararam programação especial para a data.
Gorilas
Em relatório e documentário recentes, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, adverte para ação urgente necessária para proteção dos gorilas da Bacia do Congo.
Segundo a agência da ONU, se nada for feito para fortalecer as leis ambientais e combater a caça, eles podem desaparecer da região nos próximos 15 anos.
O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972, durante a Conferência Mundial do Clima em Estocolmo, para estimular ações mundiais para preservação da fauna e da flora.
Extinção em massa
Ban ressaltou que é preciso parar com a extinção em massa e aumentar a sensibilização sobre a importância vital de espécies que habitam os solos do planeta, florestas, oceanos, recifes de corais e montanhas.
Um novo site lançado pela ONU nesta sexta-feira vai incluir inventários de gases de efeito estufa de 49 organizações das Nações Unidas, com dicas e ferramentas para redução das emissões de carbono.
Com informações de Urbanpost e EcoAgência
via ANDA


publicado por Maluvfx às 00:22
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Sábado, 5 de Junho de 2010
...


publicado por Maluvfx às 23:55
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Dia Mundial do Meio Ambiente: puxada de descarga e torta na cara da natureza
Vanguarda Abolicionista - Marcio de Almeida Bueno

Tal como no Natal, com aquelas deprimentes mensagens repassadas por gente que sequer conheço, o tal do Dia do Meio Ambiente também gera um frenesi extra em algumas pessoas. ‘Vamos nos conscientizar’ e outras frases bestas entopem a caixa de emails, o Tweeter e outros menos votados. Eu me pergunto se eu tenho algo a ver com isso. Que meio ambiente é esse, sempre apresentado em uma imagem com fundo verde, ou em papel reciclado, ou em anúncios de página inteira de revista? Tem algo a ver comigo? Nunca gostei de acampar, fazer trilha, dormir em barraca, sujar os pés ou sentir falta de um banheiro por perto. Não me considero ecologista, e olho com desconfiança a todo que se apresenta como tal.
Explico.




Todo caçador se apresenta como ‘o verdadeiro ecologista’, toda empresa que não sabe mais de onde arrancar simpatia/dinheiro, lança um produto ‘ecológico’, toda produção industrial fantasia em poder puxar a descarga e se livrar dos resíduos diários – alguns fazem isso, mesmo que tenha um projeto de educação ambiental em escolas, todo candidato a cargos políticos se diz um preocupado com o meio ambiente, mesmo que seja da bancada ruralista ou receba verbas de campanha das piores empresas poluentes, todo cidadão que se diz preocupado com a Amazônia, com a mancha de óleo no Golfo do México e com o futuro dos pandas, frita bife em uma liturgia cotidiana.
Selos de boi verde, carne orgânica e até ‘costela de ovelha ecológica’ – sim, juro que já vi isso – não são correntes na mesa de ninguém, e mesmo se fossem me parecem mais um ’soprar o merthiolate para não arder’ na consciência das pessoas. Este boi nasceu para morrer e acabou no forno da casa de pessoas felizes, mas era verde.
O termo em si se desgastou horrores, e a parcela de bem-intencionados talvez perceba isso, e note que há outros botões a serem apertados, como o anti-especismo e o veganismo. Daí se pode encher a boca para falar que está começando uma vida que tende a ser correta dentro das relações. Pelo menos naquilo que é mais imediato, próximo, constante, como a alimentação. Os animais silvestres também padecem no momento que se abre espaço para pasto de animais domesticados. Todos vão empacotar, então não adianta usar camiseta com estampa de consciência ecológica no sábado de manhã, se não houve uma visão crítica de si e do impacto que a própria existência causa, ou pode causar, nos demais co-habitantes do planeta – os que andam de quatro, voam ou nadam, por exemplo.
Cada vez que se puxa a descarga da privada, é uma torta na cara da natureza – mas, friso, não vejo natureza como um cartão postal de fundo verde, mas um local onde estará um animal não-humano, que não percebe que aquele chão está imundo e tem metais pesados, que aquela água está coberta de óleo ou meleca vindo de curtume. É complicado começar a pensar que o WC é um cadafalso para as paisagens que aparecem na National Geographic, mas esse pensamento é necessário. Mas o que já está disponível para consumo, como uma vivência vegana, não pode ser considerado algo utópico, eco-chato, excêntrico e fanático. É subversivo, pois este é um mundo violento, indiferente, explorador, sem empatia ou compaixão, então toda postura ética passa a ser subversiva. Como cumprimentar com um sorriso aquele vizinho ‘com cara de poucos amigos’. Não vou deixar de ser quem eu sou por ele estar de cara amarrada, não vou jogar o jogo do outro.
E como funciona isso na ecologia?
Questionar as tradições de consumo de produtos de origem animal, testados em animais, causadores de tantos estragos ambientais como o couro, pensar nas conexões entre o consumo de embalagens, plástico, papés, roupas, celulares etc e aquelas imagens de lixão que aparecem na televisão, e causam espanto aos incautos. Foi o vizinho que não nos dá ‘bom-dia’, que comprou tudo aquilo?


publicado por Maluvfx às 23:23
link do post | comentar | favorito
 O que é? |


mais sobre mim
pesquisar
 
Maio 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

12
13
14
16
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30
31


posts recentes

Resistir a um bom bife pa...

«Sacos de plástico Reduzi...

«Sacos de plástico Reduzi...

Earth Song

Earth Song

Ecochatos e agrochatos

Maioria dos brasileiros d...

Ecologia? Não, obrigado, ...

Ecologia, Direitos dos An...

Ecologia, Direitos dos An...

arquivos

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Setembro 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Setembro 2008

Agosto 2008

Junho 2008

Fevereiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Setembro 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Maio 2006

Dezembro 2005

Outubro 2003

Julho 2002

tags

todas as tags

favoritos

ANTI-TOURADAS

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds