Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quinta-feira, 18 de Outubro de 2012
Sou vegetarian@, sou mais feliz!
comer veggiesTem sido bem documentado que as pessoas que escolhem uma dieta vegetariana desfrutar de saúde superior com menor risco para uma variedade de desordens, tais como diabetes, doenças cardíacas e câncer. Ora, a ciência nos presenteou com mais um motivo para escolher o vegetariano saudável lifestyle.
Um novo estudo publicado em Journal Nutrition  associou o estilo de vida vegetariano com estados de humor saudável. Acontece que os vegetarianos não são apenas muito mais saudável do que o resto da população, aparentemente, são muito mais felizes também. Como é que este desafio encontrar recomendações atuais?

As dietas vegetarianas excluir peixe, muito elogiado como uma das principais fontes alimentares de gorduras omega-3. Os ácidos graxos ômega-3 são nutrientes essenciais que não podem ser sintetizados no organismo e deve ser obtido a partir de fontes dietéticas.

Gorduras omega-3, sob a forma de DHA e EPA são reguladores críticos da estrutura do cérebro ea função das células. Omnivorous dietas baixas em EPA e DHA têm sido associadas a estados de humor comprometido.

De acordo com os pesquisadores da Arizona State University, os vegetarianos em seu estudo experimentou a emoção significativamente menos negativo do que os onívoros. Esta é uma boa notícia para todos, porque consumir peixe é muitas vezes objecto de avisos de saúde do governo.

Os oceanos estão cada vez mais poluído e conter níveis inaceitáveis de contaminantes, tais como dioxinas e PCP, e um estudo recente do governo mostrou generalizada contaminação por mercúrio dos peixes nos rios em três os E.U. Consumir peixe de viveiro também pode ser problemático, como a criação de peixes desta forma depende em uma dieta processados e requer o uso de antibióticos e outros elementos para evitar a propagação da doença.

Nozes, sementes e óleos vegetais poliinsaturados são fontes ricas de vitaminas lipossolúveis e ácidos graxos essenciais e, de fato, as gorduras omega em alimentos de origem vegetal pode ser ainda mais importante para sua saúde do que a encontrada em peixes.

Um estudo da Universidade Estadual da Pensilvânia demonstraram que os ácidos graxos ômega-3 de fontes vegetais realmente promover a formação óssea e podem ajudar a reduzir o risco de osteoporose por inibição da perda óssea excessiva.

A gordura Omega-3 na forma de ácido alfa-linolénico (ALA) é encontrado vegetais folhosos verde escuro, nozes, sementes, e uma variedade de óleos vegetais.

Fontes vegetais de ácidos graxos essenciais:

  • Vegetais folhosos verde escuro
  • Linhaça
  • Óleo de linhaça (também chamado óleo de linhaça)
  • As sementes de Chia
  • As sementes de abóbora
  • Sementes de girassol
  • O óleo de canola
  • O óleo de cânhamo
  • O óleo de soja
  • O germe de trigo
  • Soja
  • Tofu
  • Tempeh


Além disso, fontes vegetais deste nutriente essencial também tendem a ser rico em vitamina E, que tem muitos benefícios, incluindo a promoção da saúde cardiovascular.

Certamente, os vegetarianos atingir óptima saúde por consumir refeições à base de plantas. Eles são mais magros e têm mais energia do que suas contrapartes e onívoros agora é evidente que eles gozam de um estado de humor saudável, também.

Marie Oser é autora e escritora de best-seller, produtora, e apresentadora de VegTV

Tradução de √єgєταяīαηīىмσ э Éтicα™®
Fonte


publicado por Maluvfx às 16:56
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Domingo, 17 de Outubro de 2010
"Earthlings" (Terráqueos)


O vencedor do Prêmio Nobel, Isaac Bashevis Singer (1904-1991), escreveu, em seu livro de maior sucesso, "Enemies", o seguinte: "Por mais que Herman tivesse testemunhado o abate de animais e peixes, ele sempre tinha o mesmo pensamento: no seu comportamento em relação aos animais, todos os homens são nazistas. A presunção com a qual o homem pode fazer o que quiser com outras espécies exemplifica as teorias racistas mais extremas, a lei do mais forte." A comparação com o Holocausto é intencional e óbvia. Um grupo de seres vivos angustia nas mãos de outro. Embora alguns possam argumentar que o sofrimento de animais não possa ser comparado ao sofrimento dos judeus e escravos, há, de fato, um paralelo. E para os prisioneiros e vítimas deste assassinato em massa, o seu holocausto está longe do fim. Escrito, produzido e dirigido por Shaun Monson e narrado por Joaquin Phoenix, este vídeo em inglês, com legendas em português, é uma produção da Nation Earth Organization.


publicado por Maluvfx às 11:58
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Quarta-feira, 7 de Julho de 2010
VEGetariANISMO ÉTICO
o respeito pelos animais começa no prato de cada um

Vegetarianismo Pelos Animais
Home
Todos os dias são abatidos milhões de animas para alimentação humana. Este incomensurável sofrimento que se inflige aos animais é completamente injustificado, pois os humanos não têm nenhuma necessidade de se alimentarem de animais.
Se somos contra crueldade desnecessária e violência gratuita, devemos também ser contra a utilização de animais na indústria alimentar. Está nas mãos de cada um de nós, aqui e agora, demarcarmo-nos desta crueldade, adoptando uma dieta vegetariana.
O vegetarianismo ético é a aplicação prática na nossa vida do princípio do respeito pelos animais e do princípio da não-violência. O vegetarianismo ético não é como uma moda passageira que se adopta e depois se esquece, é uma questão de princípios e os princípios são para toda a vida.





Porquê Ser Vegetariano?

Galo
Ao contrário do que muitas pessoas ainda julgam, o ser humano não tem nenhuma necessidade de se alimentar de outros animais; fazê-mo-lo apenas por costume, por comodismo ou para satisfazer o nosso paladar. Uma dieta vegetariana bem planeada é tão ou mais saudável do que uma dieta omnívora bem planeada.
A maior parte de nós nunca ponderou sequer porque motivo come aquilo que come e com que justificação o faz. Limitamo-nos a comer o mesmo que os nossos pais comem, o mesmo que os nossos familiares e amigos comem, ou aquilo que a indústria alimentar nos impinge.
Chegou a altura de pensarmos pela nossa própria cabeça. As nossas acções têm consequências e a consequência de comermos produtos de origem animal é o sofrimento injustificado de milhares de animais.

Não Se Trata de Caridade, Trata-se de Respeito

O vegetarianismo ético é a base do respeito pelos animais. É a aplicação na nossa vida do princípio da não-violência e da justiça para com os seres de outras espécies.
Não temos necessariamente de gostar de animais nem de ser caridosos para com os animais, mas sim de respeitá-los. Da mesma forma que não temos obrigação de ajudar as pessoas sem-abrigo, também não temos obrigação de ajudar um cão que vemos abandonado na rua, por exemplo. No entanto, ainda que não façamos absolutamente nada para ajudar os animais, a nossa obrigação ética mínima é fazer aquilo que estiver ao nosso alcance para não os prejudicar. E a coisa mais importante que podemos fazer para poupar sofrimento aos animais é adoptar uma dieta vegetariana.




Questões Frequentes


Salmão

O que é o vegetarianismo ético?

vegetarianismo ético é uma dieta baseada em vegetais, que exclui os animais e os produtos de origem animal. Diz-se ético, porque não é motivado por questões de gosto (costuma dizer-se que os vegetarianos não gostam de carne, o que não é rigoroso) nem por questões de saúde (embora nos devamos obviamente preocupar com a saúde). O vegetarianismo ético é motivado pelo respeito pelos animais e/ou por questões ambientais que afectam os direitos dos humanos e não-humanos que habitam este planeta.
O objectivo de um vegetariano ético deve ser adoptar uma dieta estritamente vegetariana (ou vegana) excluindo da sua alimentação, para além da carne e do peixe, os ovos e os lacticínios. A indústria de produção de ovos e lacticínios acaba por causar mais sofrimento aos animais do que a produção de carne. Causa mais sofrimento, porque, no caso dos lacticínios e dos ovos, os animais vivem (miseravelmente) durante mais tempo antes de serem também eles abatidos e comidos.
Apesar de o vegetarianismo estrito ser a atitude mais coerente a tomar, a maioria dos vegetarianos abandonou primeiro a carne e o peixe e só passado bastante tempo deixou por completo os lacticínios e/ou os ovos. O importante é reduzir progressivamente o consumo de produtos de origem animal e não cair no erro de pensar que só a carne e o peixe é que são condenáveis. Muito provavelmente, há mais sofrimento num copo de leite do que num bife.
Porcos

Por que motivo merecem os animais respeito?

Os animais merecem ser respeitados, porque são, em muitos aspectos fundamentais, idênticos aos humanos. Na verdade, qualquer pessoa que conviva de perto com um animal pode constatar a complexidade do seu lado psicológico e como cada animal tem uma personalidade única. É por isso que não conseguimos conceber comer um cão ou um gato. Contudo, é tão errado e injustificável comer um cão como comer um porco. Na verdade, os porcos até são mais inteligentes do que os cães.
Hoje em dia, é consensual que muitos animais (nomeadamente os animais utilizados na indústria alimentar) são seres conscientes da dor e do prazer, seres que se podem alegrar ou entristecer, seres com memória do passado e com capacidade de antecipar o futuro, seres que aprendem, seres com uma vida própria que lhes pode correr melhor ou pior. Em suma, são seres que possuem as características necessárias e relevantes para merecerem o nosso respeito. Como tal, é eticamente indefensável infligir-lhes sofrimento desnecessário, mas é precisamente isso que fazemos ao alimentarmo-nos deles.

Porquê deixar de comer animais em vez de pedir que sejam tratados condignamente?

Há dois problemas com esta visão. Por um lado, sugere que não há nenhum problema em continuar a criar, explorar e matar os animais, desde que o façamos com um mínimo de sofrimento para os animais. Na nossa opinião, a exploração dos animais é injustificável em si mesma, independentemente da forma como fazemos essa exploração e por mais que tentemos adornar a imagem.
Por outro lado, esta visão sugere que é possível continuar a explorar os animais (ou, mais precisamente, a explorar cada vez mais animais, já que esta indústria tem tido um crescimento exponencial) sem lhes causar grande sofrimento, o que é completamente ingénuo (algo que os anglo-saxónicos apelidam de wishful thinking).
Segundo um relatório da ONU, prevê-se que tanto a produção de carne como a produção de leite dupliquempelo ano 2050 (relativamente aos valores de 2000). A produção de carne aumentará de 229 milhões de toneladas para 465 milhões de toneladas, enquanto que a produção de leite aumentará de 580 milhões de toneladas para 1043 milhões de toneladas. Isto traduz-se em muitos mais milhões de animais a viverem vidas de sofrimento constante.
Vitelas
A esperança seria alguma eventual legislação de bem-estar animal que obrigasse a indústria a tratar os animais condignamente. Mas é mais provável as galinhas ganharem dentes do que isso acontecer. A indústria de exploração dos animais é uma indústria poderosíssima com um lóbi a condizer. Esse lóbi tem força mais do que suficiente para impedir qualquer medida legislativa que se pudesse traduzir numa melhoria significativa no bem-estar dos animais (oferecer bem-estar aos animais custa dinheiro). O que se verifica na prática é que as leis de bem-estar animal só são aprovadas quando não há oposição da indústria alimentar. As melhorias que se vão conseguindo através de legislação eliminam algumas práticas de crueldade mais gritante, mas a vida dos animais continua a ser um inferno. Nos EUA e no Reino Unido, por exemplo, onde já há legislação de bem-estar animal há mais de um século, cada vez há mais animais a sofrer e das piores formas possíveis (explorados em massa e em absoluto desrespeito pela sua natureza).
Ninguém vai proteger por nós os animais utilizados na indústria alimentar. Esses animais são apenas recursos descartáveisnuma indústria que nunca será uma indústria compassiva. Para a indústria alimentar, o único valor dos animais é o seu valor comercial, o qual é insignificante face aos custos de funcionamento e ao valor das instalações. Mesmo para quem defenda apenas o bem-estar animal e não os direitos dos animais, o vegetarianismo ético constitui o único meio realmente eficaz de poupar sofrimento aos animais utilizados na indústria alimentar.

Porquê poupar sofrimento aos animais se as plantas também são seres vivos?

A resposta é tão óbvia que é quase desnecessária. O argumento (se é que se pode chamar a isso argumento ) de que as plantas são seres vivos e, por conseguinte, também sofrem, é um argumento absolutamente inválido. Claro que as plantas são seres vivos (como também o são as bactérias e outros organismos unicelulares, por exemplo), mas ninguém defende que ser-se um «ser vivo» seja condição suficiente para se ter a capacidade de sofrer — para um ser sofrer é necessário que tenha uma mente e um sistema nervoso, o que obviamente não é o caso das plantas.
Claro que se, por absurdo, as plantas sofressem, o vegetarianismo continuaria a ser a escolha mais acertada, uma vez que quem é vegetariano tem uma dieta muito mais eficiente, ao passo que os omnívoros consomem indirectamente muitas mais plantas (utilizadas na alimentação dos animais).

Porquê adoptar uma dieta que não é a dieta “natural” dos humanos?

Os humanos são animais omnívoros, mas têm características fisiológicas muito mais próximas dos animais herbívoros do que dos carnívoros. Ser omnívoro não significa que se tenha de comer carne ou outros produtos de origem animal, significa apenas que conseguimos digerir esses alimentos. Os produtos de origem animal não só não são necessários para uma dieta equilibrada, como têm muitos efeitos nocivos para a saúde humana.
Cenouras
Mas não há vários nutricionistas que dizem que é preciso comer carne/peixe/beber leite?
Sim, há, mas estão a precisar de actualizar os seus conhecimentos (se calhar, ainda não os actualizaram desde que saíram da faculdade ). A posição da Associação Americana de Nutrição e da associação Nutricionistas do Canadá é que «uma dietaestritamente vegetariana (vegana) e outros tipos dedietas vegetarianas bem planeadas são apropriadas para todas as fases da vida, incluindo gravidez, aleitamento, primeira infância, infância, e adolescência» e que «as dietas vegetarianas oferecem diversas vantagens nutricionais».
Claro que a dieta vegetariana não é nenhuma dieta milagrosa que cure ou previna todas as doenças e nos faça viver até aos 120 anos — como alguns vegetarianos bem-intencionados, mas demasiado entusiastas, nos parecem querer sugerir. Como em qualquer outra dieta, é preciso um planeamento adequado para se conseguir uma nutrição equilibrada. Na verdade, numa dieta estritamente vegetariana, é preciso um planeamento mais cuidadoso do que numa dieta omnívora. Porém, a recompensa desse "esforço" é sabermos que estamos a contribuir decisivamente para termos uma saúde melhor e um planeta mais sustentável, ao mesmo tempo que aplicamos efectivamente na nossa vida o princípio do respeito pelos outros animais.

Porquê negar a evolução natural do homem que se baseou na dieta omnívora?

Não colocando em causa a necessidade que os humanos possam ter tido de se alimentar de carne em tempos passados, hoje em dia não há nenhuma necessidade de continuarmos a fazê-lo, antes pelo contrário. Adoptar uma dieta vegetariana é continuar a evoluir. Por um lado, evoluir em direcção a uma sociedade mais justa e pacífica, onde seja dado aos animais não-humanos o respeito que eles merecem. E, por outro lado, evoluir em direcção a um planeta mais sustentável, onde seja possível alimentar mais pessoas, ao mesmo tempo que se reduzem os fortes impactos negativos no ambiente resultantes da criação de animais para consumo humano.

Porquê abdicar de comer animais se os humanos estão no topo da cadeia alimentar?

Ninguém nega que os humanos têm capacidade para dominar os outros animais. Mas uma coisa é ter poder, outra coisa muito distinta é ter razão. O facto de uma pessoa conseguir subjugar outra pessoa mais fraca do que ela não lhe dá o direito de o fazer. Do mesmo modo, o poder que nós temos sobre os outros animais não nos confere o direito de os comer ou explorar.
Aviário

Porquê deixar de comer animais se eles próprios se comem uns aos outros?

Esta questão é engraçada, porque aquilo que os animais não-humanos fazem é normalmente dado como exemplo daquilo que os humanos se devem abster de fazer (já que somos supostamente superiores). Contudo, quando nos convém, invertemos rapidamente os papéis para tentar arranjar alguma desculpa.
A verdade é que aquilo que os outros fazem (sejam humanos ou não-humanos) não serve de justificação para as nossas acções — a menos que ainda estejamos na escola primária.
Para os animais que comem outros animais não existe nenhuma escolha moral subjacente a essa acção. No entanto, nós, humanos, temos a capacidade e o poder para escolher moralmente. E se nós podemos escolher não causar sofrimento, e ainda assim escolhemos causar sofrimento, será que não há nada de errado nisso?

Porquê preocuparmo-nos com os animais quando há problemas mais graves?

O facto de existirem problemas mais graves do que outros não é de forma nenhumadesculpa para ignorarmos os problemas menos graves.
O que é mais importante? O problema da fome extrema em África ou o problema da perda de poder de compra dos trabalhadores? Seguramente, o problema da fome extrema é mais grave, mas significa isso que devemos deixar de lutar por aumentos salariais justos para as classes mais desfavorecidas? Claro que não. Do mesmo modo, podemos respeitar os direitos dos animais ao mesmo tempo que ajudamos a combater outros problemas, sejam eles mais ou menos graves.
É engraçado que não se ouve ninguém perguntar "porque gastas tanto dinheiro para ver jogos de futebol quando podias ajudar as crianças que morrem de fome?" ou "porque passas o tempo a ver televisão quando podias fazer voluntariado para ajudar pessoas necessitadas?". Ninguém critica essas pessoas, porque elas não incomodam a consciência de ninguém. Paradoxalmente, são aqueles que fazem alguma coisa por uma mudança na sociedade que são sempre alvo destas críticas — e quem faz as críticas são normalmente os mais comodistas da sociedade.

Qual a relação da dieta vegetariana com o ambiente? E com o problema da fome?

A dieta vegetariana é uma dieta muito mais eficiente em termos energéticos e em termos de poupança de recursos naturais do que a dieta omnívora. Tal facto explica-se muito facilmente: ao comermos animais, estamos a comer indirectamente os vegetais de que esses animais se alimentaram. Se comermos directamente os vegetais, o processo é várias vezes mais eficiente.
Com idênticos recursos naturais, podemos alimentar muitas mais pessoas com uma dieta vegetariana do que com uma dieta omnívora. O vegetarianismo não vai resolver o problema da fome no mundo, mas é seguramente um passo na direcção certa.
No que concerne ao ambiente, uma dieta vegetariana contribui para minorar diversos problemas muito graves, nomeadamente o aquecimento global e a desflorestação (a principal causa de ambos é a criação de animais para alimentação), a falta de água potável (quase 1/10 de toda a água potável utilizada pelo homem a nível mundial é utilizada para criação de animais para alimentação) e a poluição (uma das principais, senão a principal causa de poluição dos recursos hídricos é também a criação de animais para alimentação).

Informações Adicionais
Para mais informações sobre direitos dos animais e as motivações do vegetarianismo ético, consulte as perguntas frequentes (FAQ) sobre direitos dos animais no site da Associação Pelos Animais.


publicado por Maluvfx às 14:25
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Domingo, 27 de Junho de 2010
O que faríamos com os bois?
Uma das perguntas mais bobas daqueles que argumentam contra o vegetarianismo é: “Se todos fossem vegetarianos, o que faríamos com os bois?
Em primeiro lugar, é bom se perguntar se todos iriam ser vegetarianos ao mesmo tempo. Se não, a resposta seria simples: baseado nos princípios da oferta e da demanda, à medida em que o consumo caísse, a produção também diminuiria. É bom lembrar que grande parte dos nascimentos de “animais de corte” é provocado ou mesmo forçado, por inseminação(*).



Infelizmente, a nossa sociedade passou a industrializar a vida e submetê-la ao mesmo tratamento dado a uma mercadoria qualquer. Quando vou a um hipermercado e observo de uma forma diferente o quão sinistra é a seção de frios. Pedaços de cadáveres expostos. Restos de animais que não só morreram mas tiveram sua existência forçada para este macabro propósito, e no meio da história, uma sub-vida sujeita, em muitos casos, a maus tratos e uma morte desumana (existem mesmo assassinatos “humanos”?).
Se, por outro lado, a abstenção da carne fosse brusca, o que a causaria? Uma doença pior que as gripes aviária e suína ou a vaca louca? A constatação e divulgação pública e ampla da relação entre o consumo de carne e doenças graves? Uma onda de consciência humanitária? Seja o que for, já seria motivo suficiente para parar o consumo primeiro e perguntar depois o que fazer.
O fato é que a humanidade nem cogita a possibilidade. 
“O direito de matar um veado ou uma vaca é a única coisa sobre a qual a humanidade inteira manifesta acordo unânime, mesmo durante as guerras mais sangrentas” 
- Milan Kundera. 
Mas se um dia isso for mudado, por qualquer motivo que seja, devemos estar cientes de que temos todos, creófilos e vegetarianos (mesmo os assim natos), uma imensa dívida para com todos os animais.
Criar reservas bovinas seria uma possibilidade. Somente em poucas reservas na África e em alguns lugares isolados do planeta existem bovinos vivendo livres na natureza e quase ninguém se incomoda com este fato. E o controle populacional? Gente… Essa é uma conta que temos o dever de pagar.
O engraçado (trágico, na verdade) é ver alguns amig@s que se indignam com a pesca de baleias e golfinhos pelos japoneses que pode ser vista na Discovery enquanto comem seu sanduíche de presunto. Vai entender a humanidade…

(*)Site da ASBIA (Associação Brasileira de Inseminação Artificial). Em outras seções do mesmo site, você pode acompanhar a “evolução” da inseminação artificial no Brasil. Já não basta mais achar-se no direito de dispor da vida dos animais. Já não basta mais usurpar o leite, que não é feito para alimentar seres humanos, mas bezerros. Agora se tem que desrespeitar a natureza do animal e violar as vacas para que engravidem de acordo com os caprichos dos seres humanos. É isto que você quer consumir?


publicado por Maluvfx às 02:38
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Sábado, 26 de Junho de 2010
O mundo vegetariano de amanhã(?)
Acho que o mundo vegetariano será o mundo do futuro.
Sem poluição, sem destruição das florestas para implantação de novos pastos, portanto sem o terrível aquecimento global.
Ao mesmo tempo será um mundo onde não se conhecerá mais parte das doenças, como as cardíacas, câncer e outras originadas da alimentação de carne. Ao mesmo tempo, o homem terá alcançado sua maior vitória, "o pensamento finalmente vence a brutalidade da indústria da pecuária". O homem perceberá a importância da ética, compreenderá o valor da vida.
Mas este mundo que no momento parece de sonho, na verdade já começou em todo o mundo. É o mundo dos vegetarianos. No momento, parecem mais sonhadores, sofrem indiferença, críticas e as vezes até perseguições. Encontram pela frente uma sociedade embrutecida por milénios de tradições cruéis. Tradições que festejam a alegria de casamentos, Natal, aniversários e muitas outras datas, com a morte. Sim, a morte de animais para que pessoas se alegrem comendo-os sem a menor necessidade, apenas por seguir tradições brutas e cruéis. Muitas pessoas alegam gostar dos animais. Até os tem como animais domésticos. Mas se são carnívoros, são um pouco hipócritas, pois quando alguém compra carne, paga também embutido no preço da carne, o salário daquele que matou o animal. Paga a morte!
Como alguém pode cuidar de um animal, até com conforto, enquanto paga para matar outro?

A vinda de um novo mundo, totalmente vegetariano é um processo demorado, mas sem retorno. No futuro os vegetarianos de hoje, serão consideradas pessoas muito adiante em seu tempo. Que já pensavam e agiam como se estivessem já no futuro. É algo semelhante ao que aconteceu com a escravidão humana. Aqueles que trezentos anos atrás falavam na libertação dos escravos, sem dúvidas, estavam adiante de seu tempo, pois toda a sociedade achava a existência da escravidão a coisa mais normal do mundo. O mesmo se pode dizer hoje com relação a libertação animal.

Portanto, a escravidão ainda não terminou, apenas mudou de senhores e de escravos. Hoje os senhores são as indústrias alimentícias, o agro-negócio e os escravos os animais. Isto, de uma forma ainda mais brutal, pois estes, não só trabalham, mas são mortos para proveito da indústria.
Portanto, ser vegetariano hoje, é ser uma pessoa adiante de seu tempo. O contrário também se pode dizer. Não ser vegetariano, é ser uma pessoa atrasada no tempo, uma pessoa que praticamente concorda com a escravidão e nem sequer tem opinião própria. Não se detém um instante para pensar nos benefícios do vegetarianismo e no valor da vida de cada animal, prefere seguir ao lado dos que praticam as tradições mais ridículas e sem sentido.


publicado por Maluvfx às 20:01
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Sexta-feira, 25 de Junho de 2010
Animais de 'estimação' versus Animais de 'refeição'
por Maria de Lourdes Feitor
Na China é costume comer cães.  Eles são criados com esse intuito. No ocidente comem porcos, coelhos, ovelhas, vacas, galinhas… só não comem os animais ditos “de estimação” ou “de companhia”. Porquê?  Mas quem disse que um coelho ou um porco não podem ser animais de companhia? Se você criasse um coelhinho, você depois o comeria? E um porquinho? E um cavalo? Um cordeiro, quando pequeno, é um bichinho tão fofo, tão dócil…você pode comê-los porque você os criou?? Você comeria seu cachorrinho, seu gatinho quando ficassem adultos?
No ocidente, também já se comem todos os animais 'normais', 'estranhos', com pêlo, com escama, com penas, e já se adoptam coelhos, porcos, répteis, peixes, aves, todos os animais que possamos imaginar, muitos deles em vias de extinção, adquiridos de forma ilegal. Mas 'penas têm as galinhas' e muitos seres humanos acham que estes animais não são dignos de pena! De compaixão! Do direito que qualquer animal tem, a liberdade, a VIDA!!!
Porque é que os homens, seres dotados de “inteligência superior” ainda são coniventes com a morte de seres que sentem e demonstram emoções como carinho, medo, felicidade, sofrimento e principalmente afecto para com aqueles que muitas vezes só os criam com a intenção de usá-los como comida? 
Como é possível esses homens, seres dotados de raciocínio, não quererem ver que não precisamos de Animais nas nossas refeições? Podemos ser saudáveis, e somos, sem causar sofrimento a outros animais!
Não é correto proteger uns e comer outros!… 
Todos os animais sentem e todos tem direitos e precisam de proteção. Como é possível dizer: “Eu cuido desse cachorro." E depois comer a carne de um bezerro que foi 'roubado' da mãe?
Este é assunto que merece muita reflexão, principalmente pelos ditos 'protectores' dos animais que só protegem animais de estimação negando a todos os outros o direito de serem protegidos e respeitados, negando-lhes o direito à Liberdade e à Vida!


Reflita!
Pense nisso porque os animais merecem!



publicado por Maluvfx às 13:59
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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010
Porquê o vegetarianismo?
 Pela Ética - Seria imoral dizer que devemos respeitar os seres humanos por suas capacidades intelectuais, por sua capacidade de compreender equações matemáticas ou de utilizar a fala. Devemos, isto sim, respeitar os interesses dos seres humanos por sua capacidade de manifestar afetos, de sofrer pela angústia e pela solidão, de sentir medo, fome e dor. Pelos mesmos motivos devemos igualmente ter respeito pelos animais. Respeitá-los porque almejam a liberdade. Por possuírem a capacidade natural de realizar-se quando livres em seu ambiente natural. Respeitá-los porque, como nós, estabelecem laços afetivos entre si e são capazes de sentir medo, fome e dor. Mesmo que fosse moralmente correto considerar os animais como criaturas inferiores, seríamos obrigados a admitir que eles podem sofrer pela brutalidade e falta de compaixão humana.
Nas grandes fazendas mecanizadas, animais vivem durante toda a vida em alojamentos exíguos, onde muitas vezes não podem sequer dar mais que alguns passos em uma ou outra direção. Não recebem cuidados veterinários, são impedidos de sentir a relva sob as patas e até de ver a luz do sol. Estes seres que vivem e sentem, cujos sentidos são tão parecidos com os nossos, sofrem e morrem à velocidade de milhões por dia, para servir de matéria-prima à indústria dos produtos de origem animal.
Podemos fazer algo contra isso. Consumir carne, ovos e laticínios é desnecessário para nós. Devemos abandonar este hábito principalmente porque o atual sistema de produção maciça destes produtos causa dor, aflição e, finalmente, a morte de milhões de animais a cada dia. Quando nos sentamos à mesa, temos uma escolha a fazer: podemos contribuir para com a continuação dos horrores das unidades de criação intensiva e dos matadouros ou, adotando uma dieta vegetariana, assumir uma postura de respeito pela vida.

Pelos animais - Apenas no Brasil, diariamente, cerca de 11 milhões de animais são mortos nos abatedouros. Além da morte violenta e injusta, recebem ainda tratamento desumano durante toda a vida. Mutilados e mantidos em instalações superlotadas, são manipulados sem escrúpulos de forma a produzir maiores lucros para os criadores.

Pelo meio ambiente - Com a constante necessidade por áreas de pasto cada vez maiores, as atividades pecuaristas são atualmente responsáveis por cerca de 30% do atual ritmo de desmatamento das florestas equatoriais. Nos Estados Unidos, a criação de animais para consumo requer mais que a metade da água utilizada no país, além de ser a atividade que mais polui o solo agricultável e as fontes de recursos hídricos.

Pela saúde - Pesquisas têm demonstrado que dietas vegetarianas podem proporcionar melhores condições para uma vida mais longa e saudável. Estatisticamente, é entre os consumidores de carne, ovos e laticínios que há maior incidência de males cardiovasculares, artrite, diabetes e osteoporose. A carne vermelha, em especial, é a segunda maior causa de câncer, perdendo apenas para o fumo. 35% de todas as mortes causadas por câncer se devem, em grande parte, à ingestão de produtos cárneos.

Você sabe o que acontece?

Criação Intensiva - O sistema de criação intensiva, largamente utilizado na produção de carne, ovos e laticínios, exige que os animais sejam submetidos a um alto grau de confinamento. São mantidos permanentemente presos, em compartimentos exíguos, e raramente vêem a luz do sol. Muitos deles são mutilados, sempre a sangue frio, sem aplicação de qualquer anestésico. Recebem doses maciças de químicos (hormônios e antibióticos), para que produzam mais, cresçam mais rapidamente e suportem as péssimas condições de vida. Sofrem de doenças ósseas, pelo excesso de peso e falta de mobilidade. São, enfim, tratados como peças de uma máquina cuja função é a de converter ração barata em carne, ovos e leite mais caros.

Frangos - Frangos utilizados na produção de carne são normalmente criados em grandes galpões superlotados. Os criadores removem até um terço de seus bicos, utilizando para isto lâminas de aço quente. O procedimento é doloroso e tem por objetivo evitar que os ataques de uns aos outros causem mortes e ferimentos dentro do criadouro, pois o stress a que são submetidos desencadeia comportamentos agressivos. Muitos morrem de fome por perder a capacidade de alimentar-se com o bico reduzido.

Galinhas poedeiras - Nas grandes granjas de produção de ovos, as galinhas são mantidas em pequenas gaiolas de arame, onde não há espaço sequer para que estiquem as asas. Ferimentos decorrentes do atrito entre seus corpos e as grades da gaiola são comuns. Pintos machos de raças poedeiras não possuem valor comercial, pois não crescem rapidamente ou não chegam ao tamanho suficiente para sua utilização na indústria da carne. Em consequência disto, são simplesmente descartados. Algumas companhias abatem as avezinhas recém-nascidas com a utilização de gases tóxicos. Em outros estabelecimentos, práticas mais cruéis: os pintos machos são moídos vivos para servir de alimentação a outros animais, ou jogados ainda conscientes em embalagens plásticas, onde sufocam-se uns sob os outros.

Porcos - Porcos são castrados, desdentados e, como muitas vezes passam a morder os rabos uns dos outros em virtude do confinamento, têm ainda esta parte da anatomia amputada. Como já sabemos, tudo é feito sem o uso de anestésicos – a regra é baratear ao máximo o processo. O piso inadequado das pocilgas, geralmente laminado ou de concreto, muitas vezes causa dolorosos ferimentos nas patas dos animais. Sabe-se que os criadores de porcos costumam economizar na ração das fêmeas destinadas à procriação, fornecendo-lhes apenas o mínimo necessário ao processo reprodutivo.

Bovinos - Em geral bois e vacas são mantidos em cercados que não possuem abrigo contra o tempo. Isto pode constituir um grave problema em zonas que apresentam inverno rigoroso, podendo levar muitos animais mesmo à morte. Bovinos são ferrados e têm os chifres extraídos a sangue frio. Os machos, em sua grande maioria, são castrados. Em muitas unidades de criação, as fêmeas leiteiras são mantidas sob severas condições de confinamento, passando grande parte de suas vidas em estábulos diminutos, sem espaço sequer para que se virem ou andem alguns passos em qualquer direcção.

Vitelos - A carne de vitela é um subproduto da indústria do leite. As vacas precisam gerar para lactar, mas os bezerros machos (vitelos) das raças leiteiras são desprezados pelos criadores, pois não produzem leite nem rendem bem se utilizados na produção de carne. A maneira pela qual a criação destes filhotes torna-se rentável é a seguinte: depois de separados das mães com apenas alguns dias de vida, são confinados em pequenos alojamentos individuais, onde mal podem mover-se. Recebem alimentação contendo pouquíssimo ou nenhum ferro. Anêmicos e absolutamente sedentários, produzem carne tenra e clara, que alcança bom valor comercial. São abatidos normalmente com dezesseis a vinte semanas de vida.


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Domingo, 23 de Dezembro de 2007
Vegetarianismo Ético
O vegetarianismo merece pelo menos ser considerado como uma hipótese séria para uma atitude mais justa perante os animais, os seres humanos, e o próprio planeta.
Peter Singer, no início do seu mundialmente famoso livro “Libertação Animal”, por muitos considerado a Bíblia do vegetarianismo, conta um episódio passado no Reino Unido em que uma defensora dos direitos dos animais o convidou para lanchar e conversar sobre o tema da defesa animal, e lhe serviu sanduíches de fiambre.
Em 1989, 14 anos mais tarde, na edição revista do livro Peter Singer assinala que felizmente hoje em dia os ativistas do Movimento de Libertação Animal e os membros das Associações de Defesa Animal são já todos vegetarianos e não servem sanduíches de fiambre aos seus convidados.
Embora isso possa ser verdade no Reino Unido, não o é certamente em muitos outros países. Na realidade, muitas (atrevo-me mesmo a dizer a maioria) das pessoas que simpatizam com a causa da defesa dos animais e é contra as formas de exploração de que milhões de animais são vítimas às mãos dos humanos, continua a contribuir para a mais brutal de todas estas formas de exploração, e que maior sofrimento causa ao maior número de animais em todo o mundo: a indústria da criação intensiva de animais para alimentação.
Há vários motivos para que seja assim:
  1. A maioria das pessoas nunca visitou um matadouro ou uma unidade de criação intensiva de animais, logo nunca viu (nem ouviu) a agonia prolongada que constitui a vida das vacas, porcos e galinhas que sofrem dentro deles, até o dia em que sofrem uma morte cruel e lenta no momento do abate.
  2. A força do hábito. Quase todas as pessoas são habituadas desde a infância a comer carne e não só lhes custa a imaginar como poderiam sobreviver sem ela, como não desejam abandonar o prazer que retiram das refeições compostas por carnes de animais.
  3. As pessoas tendem a simpatizar mais e a sentir mais compaixão pelos animais que lhes são mais próximos e com quem convivem diariamente (cães e gatos) do que com aqueles que nunca tocaram ou observaram de perto. Daí que fiquem chocadas com a criação de cães e gatos para alimentação em alguns países asiáticos mas não se choquem com a criação muito mais maciça e brutal de outros mamíferos como as vacas ou os porcos para o mesmo fim.
A estes motivos acresce um outro, que se prende com o fato de muitas pessoas se preocuparem com os animais apenas por gostarem deles. Por sentirem compaixão por eles, por se enternecerem com o olhar desolado dos cães abandonados com que se cruzam. No fundo, por se sentirem sentimentalmente ligados a eles.
Gostam mais do seu animal de estimação do que de todos os outros animais da mesma espécie, gostam mais de gatos do que de cães ou mais de cães do que de porcos, e dirigem a sua consideração e instinto de proteção apenas aos animais da sua preferência.
Assim, não baseiam a sua conduta perante os animais em princípios éticos ou morais, mas nas suas emoções.
Na realidade, todos os animais merecem ser tratados de acordo com o seu valor intrínseco, independentemente da nossa simpatia por eles. Devem ser respeitados enquanto indivíduos que são capazes de sentir dor e prazer, e que por isso não podem ser considerados como meros instrumentos de satisfação dos nossos interesses. É um princípio de Justiça básico que assim o exige.
Apesar disso, o homem continua a matar e torturar animais em larga escala para satisfazer os seus interesses mais supérfluos, sendo o mais cruel e gritante exemplo disso a criação em série de animais em condições absolutamente desumanas para satisfazer as suas preferências gastronômicas.
Penso que hoje em dia, ao contrário do que se passava há uns anos atrás em que os defensores do vegetarianismo tinham que procurar persuadir as pessoas de que o regime vegetariano é saudável apresentando uma miríade de tabelas de valores nutricionais dos alimentos, declarações de organismos de saúde internacionais e de nutricionistas reputados, etc, já não é necessário procurar fundamentar a afirmação de que o regime alimentar vegetariano é saudável e nutricionalmente adequado à alimentação dos seres humanos. É a própria OMS que o afirma e informação avalizada sobre o tema pode ser encontrada em livros e publicações da especialidade e na internet.
Ultrapassado este primeiro obstáculo, existe também um importante argumento a ter em conta para a adopção do regime alimentar vegetariano: o argumento ecológico.
Deixo apenas alguns dados para análise:
  1. Os vegetais fornecem pelo menos 10 vezes mais proteínas por hectare do que a carne.
  2. Mais de metade da água consumida nos Estados Unidos é gasta na criação de gado.
  3. Meio quilo de carne exige 50 vezes mais água do que a quantidade equivalente de trigo, concluindo a revista Newsweek que “a água necessária a um boi de 500 kg faria flutuar um contratorpedeiro”.
  4. A criação intensiva de animais é a indústria responsável por uma parte substancial da poluição dos nossos recursos hídricos.
  5. Nos últimos 25 anos foram destruídas quase metade das florestas tropicais da América do Norte para plantações de cereais, destinadas para alimentação do gado.
  6. Por fim, citando Peter Singer, o maior argumento de todos, uma vez que se aplica tanto aos defensores dos animais como a quem estende as suas preocupações éticas apenas aos seres humanos: “a comida desperdiçada na produção de animais nas nações ricas seria suficiente, se fosse adequadamente distribuída, para pôr fim tanto à fome como à subnutrição em todo o mundo”. Daí que seja lícito afirmar que o respeito pelos animais não é concorrente com o respeito pelos seres humanos. É, pelo contrário, complementar.
Por tudo isto, o vegetarianismo merece pelo menos ser considerado como uma hipótese séria para uma atitude mais justa perante os animais, os seres humanos, e o próprio planeta.
Por último, uma palavra às pessoas que aceitam os argumentos acima expostos mas que afirmam que não vale a pena deixar de comer carne porque “uma só pessoa deixar de comer carne não vai diminuir o número de animais que é criado nas unidades de criação intensiva” ou que “o animal que têm no prato já está morto e nada o pode ressuscitar”:
É evidente que a criação intensiva de animais não vai acabar de um momento para o outro, assim como é inverosímil pensarmos que todas as pessoas se vão tornar vegetarianas de uma só vez.
Cada pessoa consome em média 4.022 animais ao longo de toda a sua vida. O máximo que podemos almejar, e essa será já uma grande vitória, é juntarmo-nos aos milhões de pessoas que já tomaram essa decisão e se recusam a comer a carne de animais torturados e mortos e, assim, diminuir gradualmente a procura de produtos animais, diminuindo o lucro obtido por esta indústria e levando a que menos animais sejam criados intensivamente e abatidos no futuro.
A este argumento acresce um outro, talvez ainda mais importante, para deixarmos de consumir produtos derivados da indústria da carne: o fato de estarmos fazendo a coisa certa; de sabermos que não estamos contribuindo de forma direta para o florescimento de uma atividade que causa um sofrimento intenso a milhões de animais todos os anos. Madre Teresa de Calcutá dizia: “o meu trabalho pode ser uma gota no oceano, mas sem ele o oceano seria menor”.


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Terça-feira, 1 de Maio de 2007
Eu sou Vegetariana!
Porquê o vegetarianismo....



“Nada beneficiará tanto a saúde humana e aumentará as hipóteses de sobrevivência da vida na Terra quanto a evolução para uma dieta vegetariana.

A ordem da vida vegetariana, pelos seus efeitos físicos, influenciará o temperamento dos homens de uma tal maneira que melhorará em muito o destino da humanidade.”
Albert Einstein 


Sou amiúde confrontada com o porquê da minha "opção" pelo vegetarianismo. Em primeiro lugar, tenho que confessar uma grande dificuldade em senti-lo como uma opção. É algo que se tornou de tal forma basilar que alimentar-me de outro ser sensível não está sequer em consideração. Em segundo lugar, sinto que aquilo que comemos influi de tal forma no futuro da nossa espécie e de toda a vida à face da Terra que, sendo opcional - no mais estrito respeito pelas liberdades individuais de cada um, deverá, no mínimo, ser uma decisão consciente e informada.
Sinto que só posso afirmar que a minha escolha é livre quando alicerçada num profundo conhecimento do que a minha opção representa.
Essa opção é literalmente entre a vida e a morte.
Exerçamos, então, o nosso direito de escolha. Em consciência.



É importante para um vegetariano/vegano que tenha uma opinião esclarecida sobre alimentação e as transformações que irão ocorrer.
Entre outras razões para adotarmos uma dieta vegetariana destacam-se as seguintes: anatômicas e fisiológicas; higiênicas, de saúde, econômicas, estéticas, ecológicas, éticas, espirituais e religiosas.
( ler texto explicativo - "Razões para uma dieta vegetariana")

Pelos Animais:


"Enquanto nós próprios formos o túmulo vivo de seres
assassinados, como poderemos aspirar a quaisquer condições ideais neste planeta?"


George Bernard Shaw 





"A arma terrestre mais violenta é o garfo de mesa."
Mahatma Gandhi 




Quantos de nós teremos noção do que realmente nos chega ao prato? Acredita que poucos. É a nossa humanidade que trespassamos a cada garfada. Os animais criados actualmente para consumo humano vivem existências de profundo e constante sofrimento, enclausurados, raramente ou nunca vendo a luz do dia, praticamente sem liberdade de movimento, numa óptica puramente lucrativa e de maximização do espaço, sujeitos a todo o tipo de privações e práticas brutais que permitam aumentar a produtividade das explorações.

Acredito que enquanto explorarmos, torturarmos, submetermos a todo o tipo
de práticas brutais e desumanas, e finalmente matarmos, outros seres sensíveis,
seja por hábito, vaidade, lucro ou tradição, não nos será possível abolir as
mesmas práticas entre humanos.



A banalização da morte e do sofrimento traz mais morte e sofrimento, assim como a prática do amor e da compaixão nos torna seres mais compassivos.



A escolha é SUA!


Pela sua Saúde:



"Os Homens cavam as suas sepulturas com os próprios
Dentes e morrem mais destes Instrumentos fatídicos que das Armas dos seus Inimigos"



Thomas Moffett, 

Melhoria da Saúde, 1600 D.C 


"A compaixão pelos animais está íntimamente ligada a bondade de carácter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem."
Arthur Schopenhauer 



Em poucas palavras, nós somos o que comemos!
Não acredite em tudo o que ouve. Ser vegetariano não implica ter uma dieta desequilibrada.
Está mais do que provado que o vegetarianismo é benéfico para a saúde.

Não obstante a quantidade de químicos ministrada aos animais para os
manter vivos até ao momento do abate, é quase garantido que numa dieta não
vegetariana estará a alimentar-se de animais doentes, ou produtos deles
derivados, assim como dos resíduos do que lhes foi ministrado. Por outro lado, o consumo de gorduras saturadas e o colesterol presentes nos alimentos de origem animal, inexistentes numa dieta vegana, estão, entre outros factores ligados à alimentação omnívora, directamente relacionados com o surgimento de doenças responsáveis por grande parte das mortes no mundo, dito desenvolvido. Doenças cardiovasculares! Cancro da próstata! Cancro do cólon! Obesidade! 

Exagero?

Infelizmente a lista não se fica por aqui. Similar impacto tem vindo a ser detectado em relação aos cancros da mama e do pulmão, diabetes, hipoglicemia, esclerose múltipla, úlceras, artrites, pedra no rim,
hipertensão, e um nunca mais acabar de maleitas, de guerras que vamos perdendo todos os dias e que eram em muitos casos evitáveis.

Conseguem imaginar os recursos consumidos pela doença e o seu combate?


Pelo Ambiente e aspectos Humanitários:





"Vive de forma simples para que outros possam
simplesmente viver"
 Ghandi 

"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que
fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer."
Albert Einstein 

Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem.
Agora é necessário civilizar o homem em relação à natureza e aos animais.
Victor Hugo 

Os números valem mais que mil palavras...
reconhecem que o passo mais importante que um indivíduo pode dar no sentido de salvar o planeta é tornar-se vegetariano.




"Nós não herdamos a terra dos nossos antepassados, tomamo-la emprestada dos nossos filhos"




Essa opção é literalmente entre a vida e a morte. Exerçamos, então, o nosso direito de escolha.


Em consciência.

REFLECTE!


- Pensa sobre o respeito por todos os Animais.
- Pensa a respeito do teu corpo.
- Pensa sobre a Terra.
- Despe-te de preconceitos e evita ideias convencionais.
- Considera o impacto das escolhas alimentares no mundo ao teu redor.
- Sobre vegetais; um boi consome muito mais vegetais do que um vegetariano.
- Sobre fazermos parte da cadeia alimentar; gostaria de saber qual outro animal cria suas presas?




"Que Todos Sejam Alimentados, Que Todos Sejam Curados,
Que Todos Sejam Amados"
John Robbins
Finalizando
O senso comum diz-nos e no fundo sabemos que os nossos amigos animais têm o mesmo tipo de sentimentos e desejos que nós e que não devemos matar nem ferir outros para os comermos.


Ajude a atingir o reconhecimento mundial que os animais merecem; eles podem sentir dor, podem sofrer e nós temos a responsabilidade em pôr um ponto final nesta crueldade em todo o mundo.


Aquele que se preocupa realmente em melhorar a si mesmo e com o
destino da humanidade não se satisfaz apenas com teorias. Sente necessidade de promover mudanças positivas que influenciem a ordem do mundo. Isto significa que devemos mudar CONCRETAMENTE nossas vidas naquilo que vamos percebendo como o melhor, e não ficar apenas no proselitismo.


Podemos não fazer a diferença para todos os animais, mas fazemos a nossa parte.


- Como o beija-flor que tenta apagar o incêndio de uma floresta,
somente porque somos uma minoria que tenta fazer algo, nosso esforço é inválido?


- Como o menino que recolhia as estrelas-do-mar que estavam na areia e as devolvia ao mar?


Para quê esse esforço?!?!?


Sei q não vou mudar o Mundo mas tento melhorar e me preocupo.


Sei q não posso apagar todos os incêndios, sei que não posso salvar todas as estrelas-do-mar mas... podemos fazer muita diferença!


A escolha é minha.


É sua.


É de todos nós.


Cabe-nos decidir em que mundo queremos viver e que legado pretendemos deixar aos nossos filhos.


Sabemos fazer melhor, estou certa!





"Pensamos demasiadamente e
Sentimos muito pouco…
Necessitamos mais de humildade
Que de máquinas.
Mais de bondade e ternura
Que de inteligência.
Sem isso,
A vida se tornará violenta e
Tudo se perderá."
Charles Chaplin 


publicado por Maluvfx às 05:40
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Domingo, 1 de Abril de 2007
Seja VEGetariANO: Em defesa de toda a Vida!!!



SEJA VEGETARIANO
EM DEFESA DE TODA A VIDA
Nossas ações tem o poder de mudar a nossa realidade e a realidade daqueles que nos cercam. Dentre elas, o ato de alimentar-se pode ser mais poderoso do que muitos imaginam. Cada vez que nos sentamos à mesa, plantamos a saúde que iremos colher no futuro, decidimos o destino de centenas de animais inocentes e ainda determinamos o impacto que causaremos no planeta.



FAÇA ISSO PELOS ANIMAIS!
A indústria de carne distorce os fatos e faz propagandas bonitinhas, mas a verdade é uma só: Todos os anos, bilhões de seres inocentes e sensíveis são submetidos a maus tratos, confinamento, manejo brutal e morte cruel, com a única finalidade de satisfazer à gula de uns e ao apetite financeiro de outros. Porcos, vacas, galinhas, perus, peixes, coelhos, cabritos... Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas eles sentem dor, medo, angústia...

FAÇA ISSO PELA SAÚDE!
Quem não come carne corre menos riscos de sofrer com doenças do coração, desenvolver câncer e enfrentar problemas como obesidade, diabetes e hipertensão. Também fica livre de outras doenças diretamente relacionadas ao consumo da carne, tais como a doença da vaca louca e a gripe aviária, que já fizeram milhares de vítimas no mundo todo.

FAÇA ISSO PELO MEIO-AMBIENTE!
Você sabia que florestas inteiras são devastadas para darem lugar a pastos? E que a emissão de gás metano contido nos arrotos, flatulências e fezes dos milhões de animais que ocupam as fazendas de criação, é uma das principais causas da poluição do ar e da destruição da camada de ozônio e consequentemente do aquecimento global? Pense nisso!

FAÇA ISSO CONTRA A FOME MUNDIAL!
A maior parte dos grãos e da soja produzida hoje no planeta destina-se à produção de rações utilizadas na engorda dos animais de corte. Se estes grãos fossem usados diretamente na alimentação humana, haveria comida mais do que suficiente para todas as pessoas do mundo. Parece utopia, mas não é!
Acabar com a fome é possível e o segredo é o uso racional de nossos recursos!

FAÇA ISSO PELOS SEUS FILHOS!
Ao livrar seus filhos do consumo de carne, você não estará beneficiando somente a saúde deles. Você também estará contribuindo para que eles vivam num planeta melhor: a indústria da carne é a maior poluidor das águas e destruidora do solo. Essa devastação pode comprometer de maneira irreversível a sobrevivência dos seus filhos e dos filhos dos seus filhos.

ABRA O SEU CORAÇÃO!
Junte-se aos ambientalistas, militantes da causa animal e outros ativistas do mundo todo. Esta é uma luta pela construção de um futuro livre de devastação, violência, dor e crueldade. Participe! Ao invés de consumir um 'alimento' que causa danos à saúde, aos animais e ao planeta, faça como milhões de pessoas em todo o mundo e escolha alimentar-se de frutas, verduras, grãos e legumes. De quebra, você ainda descobrirá as delícias que esta culinária tão rica oferece.


publicado por Maluvfx às 12:03
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