Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sábado, 19 de Janeiro de 2013
Touradas na ilha Terceira: Tradição e Turismo
Touradas na ilha Terceira Tradição e Turismo por José Ormonde


publicado por Maluvfx às 08:55
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2012
Como os aficionados contribuem para a luta antitourada
Nos últimos dias, a propósito das festas de Viana do Castelo, muito se tem falado de touradas.
Em 2009, Viana do Castelo tornou-se oficialmente uma cidade antitourada, integrando a rede de cidades saudáveis. A decisão, para além de pacifica acolheu a simpatia dos Vianenses e de gente de Portugal Continental, ilhas e por outros cantos do mundo.

Nos últimos tempos, o lóbi tauromáquico tem enfrentando grandes dificuldades. Dificuldades essas que não são mais do que os frutos de um desenvolvimento social, cívico e do crescimento de uma conscencialização ecológica. Por outras palavras: progresso.


As investidas do lóbi tauromáquico para contrariar e estagnar o desenvolvimento da consciencialização social das populações têm sido um tanto desastrosas para si próprios e benéficas para a causa antitourada.
Há não muito tempo, aquando dos projetos de lei do Bloco de Esquerda e PEV, que entre eles, sugeriam o fim dos apoios públicos à tauromaquia, rapidamente saltaram vozes que juraram de pés juntos que a tauromaquia, para além de não receber um cêntimo do Estado, eram rentável para as autarquias. Essas afirmações passam a ser particularmente curiosas quando se tem conhecimento da afluência de empresários tauromáquicos à sessão pública, organizada pelo BE, para discutir as mesmas propostas. Dizem as noticias que a sessão ficou marcada por insultos por parte dos aficionados, diz, quem lá esteve, que ficou ainda marcada pela falta de capacidade de argumentação e por um vocabulário pobre e desarticulado dos aficionados, confirmando assim (e eu nunca precisei de confirmação) as personalidades tendencialmente agressivas de quem assiste a touradas, e a baixa instrução de quem não tem a capacidade de adaptar tradições à realidade atual.


Mas afinal, se as pessoas que vivem às custas das touradas não recebem apoios públicos, porque se apressaram em ir defender o seu “quinhão”? Não faz sentido, é pouco credível. Se houve quem acreditasse na inexistência de apoios deixou de acreditar. No meio das trapalhices aficionadas, ganhou a causa antitourada.

Em Viana a situação repete-se. A elevação da cidade a primeira cidade antitourada de Portugal agradou a população. Agora, os aficionados, em mais uma investida atrapalhada, sem capacidade de medir as consequências, decidem fazer uma tourada em Viana.

A população foi clara: não os querem lá. A tourada em Viana foi polémica por vários motivos: primeiro pelo desrespeito do lóbi tauromáquico pela cidade e pelas suas gente; segundo pelo desrespeito ao poder local; terceiro porque uma tourada nunca é uma coisa boa.
As condições em que o circo foi montado, gerou a indignação de muita gente, por se traduzir em mais um ataque ao poder local - afinal os tribunais podem contrariar a vontade do povo para servir interesses de lóbis? Depois de todos os ataques dos últimos tempos, ainda há quem respeite o poder local em Portugal? A população de Viana sente-se desrespeitada, viram a sua vontade violada e as suas festas manchadas. A causa antitouradas cresceu.

Outro episódio curioso são as investidas na ilha de São Miguel. Há dois dias, na minha passagem pelo aeroporto de Ponta Delgada, a caminho da minha terra natal - Angra do Heroísmo, deparei-me com um quiosque que transmitia a barbárie da minha própria terra - a tourada à corda. Primeiro chamou-me a atenção as expressões das pessoas que olhavam para um monitor. Eram turistas, provavelmente nórdicos pela cor da pele e cabelo e o seu olhar era claro como água: o repúdio total. Achei ainda curioso os comentários de senhoras com alguma idade que de forma pausada e com o sotaque próprio da ilha diziam algo como “mas perquié quéssa gente não se põe a lê um livre em vez d'a atormentá os biches? Ome, certamente!”. Prova de que não é preciso estar-se na “flor da idade” para perceber o óbvio. No aeroporto de Ponta Delgada, parece ganhar também a causa antitourada.

O desespero de quem vive à custa de uma prática bárbara como a tourada, têm-se tornado, de maneira implícita, um aliado da luta pela fim das touradas em Portugal (sem esquecer os Açores) e no Mundo. Há que saber continuar a tirar todo o proveito dele.
Os touros, cavalos e toda uma sociedade que repudia a violência gratuita, agradecem aos desesperados.



Francisca M. Ávila
Angra do Heroísmo, 21 de Agosto de 2012

Fonte


publicado por Maluvfx às 09:31
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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2012
Apoio dos Açores para Viana do Castelo, cidade antitourada
imagem: http://www.facebook.com/ONGANIMAL

A propósito das investidas do lobby tauromáquico, que tenta realizar uma tourada naquela que é a primeira cidade declaradamente anti-tourada do país, o Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia dos Açores (MCATA) enviou hoje uma carta de apoio ao Município de Viana do Castelo.
Olhando para Viana do Castelo como um exemplo para todos os que defendem um mundo sem barbárie, na carta enviada, o MCATA afirma estar sempre solidário com todas as entidades que combatam as pressões exercidas pelos mercados de espetáculos violentos e deseducativos, como está a acontecer com a autarquia daquela cidade.

O movimento açoriano manifestou assim o seu total apoio à posição de resistência da Câmara Municipal em manter a cidade livre de crueldade.





Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia dos Açores apoia Viana do Castelo, Cidade Antitouradas


Exmo. Sr. Eng.º José Maria Costa,
Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo:


Excelência,

Somos um Movimento Cívico, açoriano, com o objetivo de lutar pela abolição da tauromaquia nos Açores. Contudo, do mesmo modo que apelamos a todos os que defendem um mundo sem barbárie para com os animais nos apoie no nosso combate, não podemos ficar indiferente a quem noutras paragens persegue os mesmos objetivos.

Assim sendo, é sempre com orgulho que apresentamos o exemplo de Viana do Castelo, a única cidade portuguesa antitouradas e foi com muito agrado que tomámos conhecimento da não- autorização por parte da Câmara Municipal presidida por V. Exª, para a realização de uma tourada no próximo dia 19 de Agosto.

Sabendo-se das pressões exercidas sobre a Vossa Autarquia por parte de entidades sem escrúpulos que mais não pretendem do que alargar os seus mercados para um espetáculo violento e deseducativo, vimos manifestar o nosso total apoio à posição tomada pelo Vosso município de manter a não-autorização à tourada prevista.


Com os melhores cumprimentos,
MCATA


publicado por Maluvfx às 07:41
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Quarta-feira, 2 de Junho de 2010
Touradas nos Açores - Reflexão
Tenho andado a estudar um pouco da história das touradas nos Açores e verifico que os adeptos da festa (?) brava têm razão quando dizem que o argumento da tradição não lhes serve por razões diferentes que são:

1- Em práticamente todas as ilhas existiram "touradas" que foram desaparecendo com o evoluir da sociedade;

2- As touradas à corda já foram mais cruéis do que são hoje, devendo-se a alteração ao aumento da sensibilidade das pessoas e a imposições legais;

3- Na Terceira o argumento não serve pois o que se pretende não é mantê-la mas sim legalizar práticas não existentes como a sorte de varas e os touros de morte;

4- A única actividade tauromáquica que faz mover o povo (a maioria?) da Terceira são as touradas à corda, as outras são puro negócio para meia dúzia;

5- Os adeptos da touradas à corda são sensíveis ao sofrimento dos touros, e facilmente aceitariam medidas conducentes à minimização do mesmo;

4- Nas outras ilhas, nomeadamente em São Miguel, todas as tentativas mais recentes de introduzir touradas à corda falharam por razões sobretudo económicas. Como não é tradição neste ilha, o argumento também não serve aos pró-touradas.

Para terminar esta breve reflexão, passo a analisar a estratégia que tem sido seguida pela recente investida com o objectivo de popularizar as touradas em São Miguel.

1- Não sendo as touradas auto-sustentáveis do ponto de vista económico, o recurso tem sido à sua promoção por entidades oficiais ou por elas apoiadas directa ou indirectamente. Assim as touradas à corda têm sido promovidas em São Miguel sobretudo pela Junta de Freguesia das Capelas, cujo presidente era até recentemente presidente do IROA, Câmara Municipal da Lagoa e pela Associação Agrícola de São Miguel. Embora não possa confirmar para todas estas entidades sabe-se que nalguns casos há a mão do Director Regional do Desenvolvimento Agrário, residente na Terceira e aficionado.

2- Não negando que entre a população micaelense haja adeptos, a estratégia tem passado por começar a divulgar as touradas entre os mais frágeis quer do ponto de vista da instrução, da cultura ou dos rendimentos económicos. Não terá sido por acaso que a maioria das touradas se realizaram em zonas piscatórias, como Lagoa, Caloura ou Rabo de Peixe.

Por último, não se está a promover a pretensa ruralidade, pelo contrário está-se a fomentar a utilização de animais para divertimento, a banalisar os maus tratos, a promover o alcoolismo,etc., em suma a deseducar.

Face a esta situação não podemos ficar de braços cruzados, temos que apostar na educação junto das escolas e continuar a denunciar o mau uso de dinheiros públicos já que com eles poderíamos alterar em grande medida a situação de maus tratos e abandono de animais que tem ocorrido na nossa terra.

por Mariano Soares


publicado por Maluvfx às 08:10
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Segunda-feira, 6 de Abril de 2009
Primeiro bovino clonado em Portugal nasceu em Angra do Heroísmo
O primeiro bovino clonado em Portugal nasceu na passada Terça-feira em Angra do Heroísmo, é fêmea, chama-se “cloneta” e está de perfeita saúde disse ontem o professor universitário Moreira da Silva.Em declarações à Agência Lusa, Moreira da Silva disse que “o animal nasceu de um parto prematuro com 8 meses quando o normal é nascerem com nove meses de gestação, mas que correu bem”.A “Cloneta” é fruto de um embrião produzido “in vitro” nos laboratórios do “Grupo de Reprodução Animal” do Departamento de Ciências Agrárias - Centro de Investigação e Tecnologia Agrária da Universidade dos Açores (CITA), da Universidade dos Açores.O processo “foi inovador” no sentido de que “é realizado a partir de uma célula de um embrião com 7 dias produzido in vitro”, explicou o investigador.Segundo Moreira da Silva, responsável pelo Laboratório e Isabel Carvalhais, doutoranda que acompanhou o processo, o clone foi realizado através do conjunto “citoplasma (interior da célula) e blástomero (célula interior do embrião).O embrião levou duas semanas a ser produzido em laboratório, tendo o processo começado no final do mês de Julho do ano passado, e transferido para a vaca receptora no mês de Agosto.Moreira da Silva e Isabel Carvalhais “têm expectativa” quanto ao período de vida que o clone poderá ter uma vez que “todos os embriões produzidos in vitro são frágeis o que pode levar à morte prematura dos clones”, explicaram.O objectivo do grupo de investigadores que trabalharam nesta clonagem foi “testar e aperfeiçoar a técnica para que o Laboratório de Reprodução Animal não ficasse à margem das técnicas e tecnologias mais actualizadas”.No futuro este trabalho que incluiu também António Nobre, Sofia Pires e Ana Santos, pode ter utilidade na produção de animais de elevados valores genéticos o que pode ser uma mais valia para a região.Pode, também, ser útil “na recuperação de espécies animais que se encontrem em vias de extinção”.As investigações e os resultados conseguidos pela Universidade dos Açores deverão ter continuidade internacional uma vez que assistiram à sua conclusão Marwa Faheem, egípcia doutoranda em embriologia, e Afrooz Habibi, médica iraniana, doutoranda em anatomia humana.
O projecto foi financiado pelo governo regional e pelo Centro de Investigação e Tecnologia Agrária da Universidade dos Açores (CITA)

.Fonte: Diário dos Açores


Vaca clonada nasce na ilha Terceira 


Cloneta é o nome do primeiro bovino clonado em Portugal.
A operação bem sucedida foi levada a cabo pelo Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.

A técnica desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Agrária da Universidade dos Açores pode servir de base para a recuperação de espécies em vias de extinção.

"É uma grande vitória. Os clones, como sabe, são muito pouco persistentes; tem uma vida muito curta", explica o investigador Moreira da Silva.

A Cloneta já ultrapassou uma semana de vida.



publicado por Maluvfx às 02:03
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Primeiro bovino clonado em Portugal nasceu em Angra do Heroísmo
O primeiro bovino clonado em Portugal nasceu na passada Terça-feira em Angra do Heroísmo, é fêmea, chama-se “cloneta” e está de perfeita saúde disse ontem o professor universitário Moreira da Silva.Em declarações à Agência Lusa, Moreira da Silva disse que “o animal nasceu de um parto prematuro com 8 meses quando o normal é nascerem com nove meses de gestação, mas que correu bem”.A “Cloneta” é fruto de um embrião produzido “in vitro” nos laboratórios do “Grupo de Reprodução Animal” do Departamento de Ciências Agrárias - Centro de Investigação e Tecnologia Agrária da Universidade dos Açores (CITA), da Universidade dos Açores.O processo “foi inovador” no sentido de que “é realizado a partir de uma célula de um embrião com 7 dias produzido in vitro”, explicou o investigador.Segundo Moreira da Silva, responsável pelo Laboratório e Isabel Carvalhais, doutoranda que acompanhou o processo, o clone foi realizado através do conjunto “citoplasma (interior da célula) e blástomero (célula interior do embrião).O embrião levou duas semanas a ser produzido em laboratório, tendo o processo começado no final do mês de Julho do ano passado, e transferido para a vaca receptora no mês de Agosto.Moreira da Silva e Isabel Carvalhais “têm expectativa” quanto ao período de vida que o clone poderá ter uma vez que “todos os embriões produzidos in vitro são frágeis o que pode levar à morte prematura dos clones”, explicaram.O objectivo do grupo de investigadores que trabalharam nesta clonagem foi “testar e aperfeiçoar a técnica para que o Laboratório de Reprodução Animal não ficasse à margem das técnicas e tecnologias mais actualizadas”.No futuro este trabalho que incluiu também António Nobre, Sofia Pires e Ana Santos, pode ter utilidade na produção de animais de elevados valores genéticos o que pode ser uma mais valia para a região.Pode, também, ser útil “na recuperação de espécies animais que se encontrem em vias de extinção”.As investigações e os resultados conseguidos pela Universidade dos Açores deverão ter continuidade internacional uma vez que assistiram à sua conclusão Marwa Faheem, egípcia doutoranda em embriologia, e Afrooz Habibi, médica iraniana, doutoranda em anatomia humana.
O projecto foi financiado pelo governo regional e pelo Centro de Investigação e Tecnologia Agrária da Universidade dos Açores (CITA)

.Fonte: Diário dos Açores


Vaca clonada nasce na ilha Terceira 


Cloneta é o nome do primeiro bovino clonado em Portugal.
A operação bem sucedida foi levada a cabo pelo Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.

A técnica desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Agrária da Universidade dos Açores pode servir de base para a recuperação de espécies em vias de extinção.

"É uma grande vitória. Os clones, como sabe, são muito pouco persistentes; tem uma vida muito curta", explica o investigador Moreira da Silva.

A Cloneta já ultrapassou uma semana de vida.



publicado por Maluvfx às 02:03
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