Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Domingo, 2 de Setembro de 2012
Caça
Caçar é assustar, ferir, provocar sofrimento e matar.
No entanto, há quem chame desporto a esta actividade, que pode provocar paixão e ser elogiada. Envolve muitas verbas.
Pois, se há gosto no contacto com a natureza e no exercício físico, isso pode acontecer sem a arma a tiracolo ou apontada, aumentando até o desfrutar.
Para muito gente, os animais vivos são bem mais belos e interessantes do que mortos e ensanguentados. Pode disparar-se também, mas com máquinas fotográficas ou de filmar e assim conseguirem-se, de modo pacífico, belos trofeus em imagens.
O tiro ao alvo é uma boa alternativa para treino da pontaria, para fazer o gosto ao dedo, para proporcionar convívio.
Hoje em dia, a caça em Portugal mal se justifica para servir as pessoas que se alimentam de carne pois, em geral, para se obter o mesmo valor nutritivo é preciso abaterem-se muito mais animais dentre as espécies cinegéticas do que animais das espécies domesticadas criadas para servirem de alimento. Poupar-se-iam, portanto, muito mais vidas no caso de opção por esta possibilidade. Aliás, o consumo de carne é dispensável e nem é dos alimentos mais saudáveis. A experiência dos vegetarianos e dos veganos demonstra isso mesmo, enquanto poupa o sacrifício de animais.
A caça provoca enorme susto aos animais, sejam eles alvejados ou não. Mesmo se a morte for rápida, trata-se sempre de um impacto violentíssimo.
Se o animal ficar ferido, sem morte rápida, ficará em terrível sofrimento.
Espécies cinegéticas podem ser criadas para serem lançadas perante os canos de caçadores, sofrendo estes animais os mesmos choques.
Não falta sofrimento durante a criação em recintos fechados e apertados.
Cartuchos e restos de projécteis espalhados pela natureza são prejudiciais, provocando poluição física e visual.
Acontecem acidentes que vitimam pessoas.
Muitos cães de caça estão sujeitos a condições deficientes de tratamento e de manutenção. Alimentação, espaço, protecção contra intempéries, contenção, desparasitação, etc. muitas vezes não permitem uma razoável qualidade de vida para estes animais.
Num acto de profunda crueldade, muitos cães de caça são abandonados, porque não satisfazem o caçador. Outros são abatidos com maior ou menor sofrimento.
Em Portugal existem milhares de caçadores, no meio de cerca de 10 milhões de portugueses. Dentre estes últimos, a maior parte não tem simpatia pela actividade, muitos sentem-se por ela incomodados e abominam-na, mas pouco se manifestam contra ela.
Legislação recente reconhece o direito à não caça em terrenos de quem o requerer.
A caça incomoda pelo ruído, pela perturbação do ambiente, pelo perigo e, também muito, pela angústia e revolta que provoca a quem está consciente do dizimar e do sofrimento que provoca em animais sencientes, dotados de sistema nervoso comparável ao dos caçadores.

Vasco Reis
médico veterinário


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Domingo, 5 de Junho de 2011
WSPA e seu abate humanitário


Não há nada mais humano do que chamar o assassinato de uma espécie dominada de “abate humanitário”. Esse sadismo é típico do ser humano, quando tenta se sentir bem ao fazer uma coisa ruim. No programa Globo Rural deste domingo foi veiculada uma matéria que mostra a forma asquerosa como a WSPA, auto denominada “Sociedade Mundial de Proteção Animal”, ministra cursos para ensinar os criadores de animais a lucrarem ainda mais com sua morte.
Sim, a WSPA usa o dinheiro de doações para pagar profissionais para ficar dentro de abatedouros ensinando como “matar com menos dor”, afim de melhorar a produção e o lucro da empresa.
Certamente muitas pessoas que acreditam na WSPA não sabem os detalhes de suas ações. Mas tá aí, passou na Globo. É só conferir neste link:http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2011/06/praticas-amenizam-sofrimento-de-aves-e-porcos-durante-abate.html
Eu sugiro que você, leitor, assista ao vídeo inteiro e tire suas próprias conclusões para, só então, tomar partido. Acho que a minha posição sobre este tipo de atitude já está clara. Uma sociedade que deveria proteger os animais ensina a matar.
Vamos imaginar que os animais mostrados na reportagem fossem, respectivamente, cachorros, gatos e pandas. Será que a musiquinha do final seria feliz também?
123
Fonte: Vista-se



publicado por Maluvfx às 09:00
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WSPA e seu abate humanitário


Não há nada mais humano do que chamar o assassinato de uma espécie dominada de “abate humanitário”. Esse sadismo é típico do ser humano, quando tenta se sentir bem ao fazer uma coisa ruim. No programa Globo Rural deste domingo foi veiculada uma matéria que mostra a forma asquerosa como a WSPA, auto denominada “Sociedade Mundial de Proteção Animal”, ministra cursos para ensinar os criadores de animais a lucrarem ainda mais com sua morte.
Sim, a WSPA usa o dinheiro de doações para pagar profissionais para ficar dentro de abatedouros ensinando como “matar com menos dor”, afim de melhorar a produção e o lucro da empresa.
Certamente muitas pessoas que acreditam na WSPA não sabem os detalhes de suas ações. Mas tá aí, passou na Globo. É só conferir neste link:http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2011/06/praticas-amenizam-sofrimento-de-aves-e-porcos-durante-abate.html
Eu sugiro que você, leitor, assista ao vídeo inteiro e tire suas próprias conclusões para, só então, tomar partido. Acho que a minha posição sobre este tipo de atitude já está clara. Uma sociedade que deveria proteger os animais ensina a matar.
Vamos imaginar que os animais mostrados na reportagem fossem, respectivamente, cachorros, gatos e pandas. Será que a musiquinha do final seria feliz também?
123
Fonte: Vista-se



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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2005
Número de animais MORTOS para consumo humano
Com base nas estatísticas da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations - http://www.fao.org ) sobre Agricultura (Statistical Databases – Agriculture), o Secretariado da União Vegetariana Europeia (EVU), num comunicado recente, apresentou o número de animais mortos no mundo para consumo humano durante o ano de 2003. Os números foram estabelecidos a partir de relatórios provenientes de mais de 210 países. Mas deve ter-se em atenção que alguns países e territórios não fornecem dados.

Animais abatidos em 2003 (por ordem decrescente):
- Galinhas e frangos: 45 biliões e 900 milhões
- Patos: 2 biliões e 260 milhões
- Porcos: 1 bilião e 240 milhões
- Coelhos: 857 milhões
- Perus: 691 milhões
- Gansos: 533 milhões
- Carneiros, ovelhas, cordeiros: 515 milhões
- Cabras: 345 milhões
- Bois, vacas, vitelos: 292 milhões
- Roedores: 65 milhões
- Pombos e outras aves: 63 milhões
- Búfalos: 23 milhões
- Cavalos: 4 milhões
- Asnos, mulas, machos: 3 milhões
- Camelos e outros camelídeos: 2 milhões

A soma de todos estes números prefazem um total de mais de 50 biliões de animais, sem ter em conta os animais aquáticos (peixes e crustáceos).
Os números referem-se apenas aos animais abatidos nos matadouros. Excluem-se os animais de criação extensiva (geralmente para consumo doméstico) assim como os que são alvo da caça, difíceis de contabilizar por não haver qualquer tipo de controlo.
Tendo em conta que um omnívoro consome em média 95 animais por ano e que a população mundial não-vegetariana é de biliões, depreende-se que o número exacto de animais mortos para a alimentação humana será muito superior àquele que os dados da FAO nos fornece. Sabe-se que só nos EUA se consomem anualmente mais de 10 biliões de animais.
Sendo que a esperança média de vida em Portugal é de 75 anos, um omnívoro consome cerca de 7100 animais durante a sua vida.

Fonte

Subprodutos animais não destinados ao consumo humano



TERRÁQUEOS (Earthlings) é um filme-documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em relação aos animais (para estimação, alimentação, vestuário, diversão e desenvolvimento científico), mas também ilustra nosso completo desrespeito para com os assim chamados "provedores não-humanos".

Este filme é narrado por Joaquin Phoenix (GLADIADOR) e possui trilha sonora composta pelo instrumentista, dj e compositor Moby. Com um profundo estudo dentro das pet-shops, criatórios de filhotes e abrigos de animais, bem como em fazendas industriais, no comércio de couro e peles, indústria de esporte e entreterimento, e finalmente na carreira médica e científica, TERRÁQUEOS usa câmeras escondidas e filmagens inéditas para narrar as práticas diárias de algumas das maiores indústrias do mundo, as quais dependem de animais para lucrar.

Impactante, informativo e provocando reflexões, TERRÁQUEOS é de longe o mais completo documentário jamais produzido sobre a conexão entre natureza, animais, e interesses econômicos. Há vários filmes importantes sobre os direitos dos animais, mas este supera os demais.
TERRÁQUEOS tem que ser assistido. Altamente recomendado!

Documentário A Carne é Fraca
É um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa. “Alguma vez você já pensou sobre a trajetória de um bife antes de chegar ao seu prato? Nós pesquisamos isso para você e contamos neste documentário aquilo que não é divulgado. Saiba dos impactos que esse ato – aparentemente banal – de consumir carne representa para a sua saúde, para os animais e para o Planeta.” – Sinopse feita pelos produtores

O documentário que fez o músico Ozzy Osbourne se tornar vegano! Documentário que aborda um dos grandes problemas da sociedade moderna: os graves problemas de saúde que afetam parte significativa da população causados por um cardápio de alimentos de origem animal.



É um pequeno e excelente documentário educativo que apresenta importantes informações sobre questões éticas, ambientais, sustentabilidade e sociais dentro da temática do vegetarianismo e do consumo de produtos, que representa um assunto urgente e de vital importância para a sobrevivência de todo o planeta e da espécie humana, para o presente e o futuro.
Não contém cenas fortes.

É um documentário que faz um adendo aos filmes anteriores sobre as mudanças climáticas que têm ignorado repetidamente uma das mais importantes causas da mudança climática: a pecuária intensiva. O documentário demonstra com dados que a criação de gado gera mais emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo que todos os carros, caminhões, trens, barcos e aviões somados. Feito pelo “Partido dos Animais” da Holanda.



"Depois de ver com seus próprios olhos o cruel processo de criação de animais para virarem comida, você entenderá por que milhões de pessoas decidiram deixar a carne fora de seus pratos. Para sempre." Em uma narração comovente, o ator e ativista Alec Baldwin revela a verdade por trás da invenção mais cruel da humanidade - a criação de animais para alimento.



publicado por Maluvfx às 09:03
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Número de animais MORTOS para consumo humano
Com base nas estatísticas da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations - http://www.fao.org ) sobre Agricultura (Statistical Databases – Agriculture), o Secretariado da União Vegetariana Europeia (EVU), num comunicado recente, apresentou o número de animais mortos no mundo para consumo humano durante o ano de 2003. Os números foram estabelecidos a partir de relatórios provenientes de mais de 210 países. Mas deve ter-se em atenção que alguns países e territórios não fornecem dados.

Animais abatidos em 2003 (por ordem decrescente):
- Galinhas e frangos: 45 biliões e 900 milhões
- Patos: 2 biliões e 260 milhões
- Porcos: 1 bilião e 240 milhões
- Coelhos: 857 milhões
- Perus: 691 milhões
- Gansos: 533 milhões
- Carneiros, ovelhas, cordeiros: 515 milhões
- Cabras: 345 milhões
- Bois, vacas, vitelos: 292 milhões
- Roedores: 65 milhões
- Pombos e outras aves: 63 milhões
- Búfalos: 23 milhões
- Cavalos: 4 milhões
- Asnos, mulas, machos: 3 milhões
- Camelos e outros camelídeos: 2 milhões

A soma de todos estes números prefazem um total de mais de 50 biliões de animais, sem ter em conta os animais aquáticos (peixes e crustáceos).
Os números referem-se apenas aos animais abatidos nos matadouros. Excluem-se os animais de criação extensiva (geralmente para consumo doméstico) assim como os que são alvo da caça, difíceis de contabilizar por não haver qualquer tipo de controlo.
Tendo em conta que um omnívoro consome em média 95 animais por ano e que a população mundial não-vegetariana é de biliões, depreende-se que o número exacto de animais mortos para a alimentação humana será muito superior àquele que os dados da FAO nos fornece. Sabe-se que só nos EUA se consomem anualmente mais de 10 biliões de animais.
Sendo que a esperança média de vida em Portugal é de 75 anos, um omnívoro consome cerca de 7100 animais durante a sua vida.

Fonte

Subprodutos animais não destinados ao consumo humano



TERRÁQUEOS (Earthlings) é um filme-documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em relação aos animais (para estimação, alimentação, vestuário, diversão e desenvolvimento científico), mas também ilustra nosso completo desrespeito para com os assim chamados "provedores não-humanos".

Este filme é narrado por Joaquin Phoenix (GLADIADOR) e possui trilha sonora composta pelo instrumentista, dj e compositor Moby. Com um profundo estudo dentro das pet-shops, criatórios de filhotes e abrigos de animais, bem como em fazendas industriais, no comércio de couro e peles, indústria de esporte e entreterimento, e finalmente na carreira médica e científica, TERRÁQUEOS usa câmeras escondidas e filmagens inéditas para narrar as práticas diárias de algumas das maiores indústrias do mundo, as quais dependem de animais para lucrar.

Impactante, informativo e provocando reflexões, TERRÁQUEOS é de longe o mais completo documentário jamais produzido sobre a conexão entre natureza, animais, e interesses econômicos. Há vários filmes importantes sobre os direitos dos animais, mas este supera os demais.
TERRÁQUEOS tem que ser assistido. Altamente recomendado!

Documentário A Carne é Fraca
É um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa. “Alguma vez você já pensou sobre a trajetória de um bife antes de chegar ao seu prato? Nós pesquisamos isso para você e contamos neste documentário aquilo que não é divulgado. Saiba dos impactos que esse ato – aparentemente banal – de consumir carne representa para a sua saúde, para os animais e para o Planeta.” – Sinopse feita pelos produtores

O documentário que fez o músico Ozzy Osbourne se tornar vegano! Documentário que aborda um dos grandes problemas da sociedade moderna: os graves problemas de saúde que afetam parte significativa da população causados por um cardápio de alimentos de origem animal.



É um pequeno e excelente documentário educativo que apresenta importantes informações sobre questões éticas, ambientais, sustentabilidade e sociais dentro da temática do vegetarianismo e do consumo de produtos, que representa um assunto urgente e de vital importância para a sobrevivência de todo o planeta e da espécie humana, para o presente e o futuro.
Não contém cenas fortes.

É um documentário que faz um adendo aos filmes anteriores sobre as mudanças climáticas que têm ignorado repetidamente uma das mais importantes causas da mudança climática: a pecuária intensiva. O documentário demonstra com dados que a criação de gado gera mais emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo que todos os carros, caminhões, trens, barcos e aviões somados. Feito pelo “Partido dos Animais” da Holanda.



"Depois de ver com seus próprios olhos o cruel processo de criação de animais para virarem comida, você entenderá por que milhões de pessoas decidiram deixar a carne fora de seus pratos. Para sempre." Em uma narração comovente, o ator e ativista Alec Baldwin revela a verdade por trás da invenção mais cruel da humanidade - a criação de animais para alimento.



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