Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012
Uma estranha forma de conservar...

Apesar dos aparentes benefícios que podem advir da manutenção de zoos, com animais em vias de extinção, as evidências de mal-estar dos animais em cativeiro são inequívocas.
Os jardins zoológicos voltaram a ser notícia em Agosto, pelas piores razões. Uma guarda do zoo de Colónia, Alemanha, foi morta por um tigre que escapou da sua cela e depois acabou por ser abatido pelo diretor do zoo.

A notícia poderia terminar com estas duas mortes infelizes, mas este incidente volta mais uma vez a levantar a velha discussão sobre as vantagens e desvantagens de manter zoos com animais selvagens em cativeiro.

A presença de animais em cativeiro nas sociedades humanas remonta há cerca de 25.000 anos, tendo sido os pombos os primeiros animais mantidos em cativeiro há 6.500 anos, no Iraque.

No antigo Egipto, surgiu o primeiro jardim zoológico, há 4.000 anos, possuindo 100 elefantes, 70 felinos e milhares de outros mamíferos, enquanto na China foi fundado há 3.000 anos um outro jardim zoológico enorme, conhecido como Jardins da Inteligência.

Os jardins zoológicos não tiveram sempre o suposto propósito conservacionista, que conhecemos hoje. Os primeiros zoos eram coleções particulares, promovidas pela realeza, que pretendia assim exultar o seu poder e glória em obras exuberantes e impossíveis para o homem comum. Nestes zoos, os animais eram treinados para entreterem o público, desvirtuando totalmente a sua natureza selvagem e instintos naturais.

Apesar dos aparentes benefícios que podem advir da manutenção de zoos, com animais em vias de extinção, as evidências de mal-estar dos animais em cativeiro são inequívocas: stress; comportamentos psicóticos e/ou apáticos por falta de estímulos naturais como procura de alimento, socialização e procriação; condições degradantes das jaulas; reduzido espaço das jaulas; maus tratos, danos físicos e psíquicos que impossibilitam a sua reintrodução nos habitats naturais, etc.

A missão recente dos zoos tem sido justificada pela necessidade de conservação de espécies em vias de extinção, mas é errado considerar que se conseguem salvar espécies animais, desenquadradas do seu habitat natural, muitas vezes a milhares de quilómetros de distância ou em condições climatéricas opostas às naturais. Os zoos devem funcionar localmente nas regiões onde os animais vivem, sem o aprisionamento a que os sujeitamos nos zoos.

A suposta salvação nos zoos tem sido assim um castigo para os animais cativos que dura normalmente toda a sua vida.

Os problemas de fundo na sobrevivência de espécies animais nos seus habitats naturais foi sempre o mesmo: caça regular excessiva e caça furtiva descontrolada, roubo territorial aos animais selvagens, que passaram a ter menos território de caça para obterem alimento ou a deterioração do habitat, que posteriormente promove a redução populacional e limita a reprodução não consanguínea.
Por outro lado, outro dos desafios recentes dos zoos é não contribuir para a morte acelerada das espécies animais que pretende proteger, com a proximidade excessiva de animais selvagens que nunca teriam qualquer contacto natural, como aconteceu com os dois ursos polares que faleceram com o vírus de herpes modificado EHV1 que ataca normalmente apenas as zebras. Assim, o novo risco criado pelos zoos é de estarem a criar novos vírus que podem contaminar espécies animais que nunca seriam afetadas desta maneira no seu território natural.

O caricato deste incidente na Alemanha, foi a inconsciência inicial de se ter trazido um tigre para a Europa para ser preservado e estudado, mas que acabou por ser morto como teria sido certamente no seu território natural por caçadores furtivos. A preservação da espécie e o princípio de conservação natural perderam-se pelo caminho e mais um animal foi morto, por vingança e incompreensão.

Não são zoos destes que devemos ter ou promover na nossa sociedade.

por João Pedro Santos
Ativista dos direitos dos animais



publicado por Maluvfx às 13:31
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Sexta-feira, 29 de Junho de 2012
RELAÇÃO ENTRE CRUELDADES COM SERES HUMANOS E COM ANIMAIS
Consciencializar é mais que preciso, é necessário!
Segundo o FBI, 80% dos assassinos começaram torturando animais!
Em 1998, Russell Weston entrou no Capitólio e começou a atirar ao redor, quando terminou dois policiais estavam mortos e um visitante ferido. Poucas horas antes, Weston já havia atirado em uma dúzia de gatos de rua alimentados por seu pai.



 …Albert de Salvo ( o Estrangulador de Boston) – Assassinou treze mulheres – Na juventude prendia cães e gatos em jaulas para depois atirar flechas neles.


David R. Davis – Assassinou a esposa para receber o seguro – Matou dois pôneis, jogava garrafas em gatinhos, caçava com métodos ilegais.
 …Edmund Kemper – Matou os avós, a mãe e sete mulheres – Cortou dois gatos em pedacinhos.



 …Henry L. Lucas – Matou a mãe, a companheira e um grande número de pessoas- Matava animais e fazia sexo com os cadáveres.


Jack Bassenty – Estuprou e matou três mulheres – Quando sua cadela deu cria enterrou os filhotes vivos.
 …Jeffrey Dahmer – Matou dezessete homens – Matava os animais deliberadamente com seu carro.
 (1) Esse é conhecido. É o “zumbiólogo” da psicopatia. 

Johnny Rieken – Assassino de Christina Nytsh e Ulrike Everts – Matava cães, gatos e outros animais quando tinha onze ou doze anos. 
 …Luke Woodham – Aos dezesseis anos esfaqueou a mãe e matou duas adolescentes- Incendiou seu próprio cachorro despejando um líquido inflamável na garganta e pondo fogo por fora e por dentro ao mesmo tempo.

Michael Cartier – Matou Kristen Lardner com três tiros na cabeça – Aos quatro anos de idade puxou as pernas de um coelho até saírem da articulação e jogou um gatinho através de uma janela fechada. 
 …Peter Kurten ( O monstro de Düsseldorf ) – Matou ou tentou matar mais de cinqüenta homens, mulheres e crianças – Torturava cães e fazia sexo com eles, enquanto os matava.


Randy Roth – Matou duas esposas e tentou matar a terceira – Passou esmeril elétrico em um sapo e amarrou um gato ao motor de um carro.
Richard A. Davis – Assassinou uma criança de doze anos – incendiava gatos.
 … Richard Speck – Matou oito mulheres – Jogava pássaros dentro do elevador.
(2) Esse é um daqueles casos raros em que o cara acaba assumindoseu homossexualismo – Emasculação – porque Richard Speck começou parecendo, segundo se fez crer, um “macho”, alguém que só poderia ter dois cromossomos Y, e acabou de peitinhos e calcinhas azuis, dando, assumidamente, para os presos com quem convivia. Felizmente essa desgraça já morreu! 
Richard. W. Leonard – Matava com arco e flecha ou degolando – Quando criança a avó o forçava a matar e mutilar gatos com sua cria. 
 …Rolf Diesterweg – O assassino de Kim kerkowe e Sylke Meyer – Na juventude matava lebres, gatos e outros animais.



 … Theodore R. Bundy – Matou trinta e três mulheres – Presenciava o avô sendo cruel com animais.
(3) Diga-se de passagem que ele “adorava” esse avô! 

…Nem precisamos ir muito longe para fazer as constatações acima, pois segundo o JORNAL ZERO HORA, do dia 01/06/2004, do RS, um menino de 11 anos matouMaicon Rodrigues dos Santos (menino de 6 anos), o menino assassino, confessou que matou Maicon da mesma maneira que estava habituado a matar gatinhos, degolando –o!
Entretanto, mais assustadores ainda são os recentes TIROTEIOS em diversos colégios dos Estados Unidos. Todos eles têm algo em comum:
Os adolescentes CRIMINOSOS já se haviam destacado anteriormente por atos de violência contra ANIMAIS.
Encarregados da Proteção aos Animais estão cientes desta tendência. Em São Francisco, os funcionários já estão orientados para reconhecerem o abuso infantil baseado na sua relação com o abuso animal.
Segundo dados da COMISSÃO DE COMBATE AO ABUSO INFANTIL, os moradores da cidade, muitas vezes, denunciam com maior rapidez o abuso contra animais porque são visíveis.
Segundo ALLY WALKER: 
“O abuso contra os animais é um crime a ser levado a sério com consequências graves para todos”.
Concordo plenamente com a afirmativa acima e…
Muito me surpreende, o espanto que as pessoas mostram com a nossa preocupação com a violência cometida contra os animais, espero que reflitam e que, como eu, cheguem a conclusão de que a violência contra os animais, é um grande indício de que pessoas com má índole, sempre preferem atacar primeiramente, aqueles que não falam, não podem se defender, como já foram noticiadas várias vezes, os ataques aos bebês por suas babás.
Acredito que cometer atos cruéis com os animais, é o primeiro passo para que o instinto perverso de muitos vá aos poucos se solidificando e sofisticando, ao ponto, de num dia qualquer, começar a colocar em prática com os de sua espécie, tudo o que já foi praticado anteriormente com os indefesos animais, pensando desta forma é que acredito que deve existir uma LEI DE CRIMES AMBIENTAIS:
MATAR UM ANIMAL, SEJA DE QUE MANEIRA FOR; ENVENENAR; MANTER ANIMAIS ACORRENTADOS OU AMARRADOS EM CORRENTES OU CORDAS CURTAS; DEIXÁ-LOS AO RELENTO; DEIXAR UM ANIMALSEM ÁGUA E/ OU COMIDA; DEIXÁ-LOS EM ESPAÇOS EM QUE NÃO POSSA SE MOVIMENTARABANDONÁ-LOS NA RUA OU EM QUALQUER OUTRO LUGAR; MANTER PASSARINHOS EM GAIOLAS PEQUENAS PARA O TAMANHO DELES; CASTIGAR UM ANIMAL DE FORMA CRUEL CAUSANDO DANOS FÍSICOS E/OU PSICOLÓGICOS; DEIXAR UM ANIMAL DOENTE SEM ASSISTÊNCIA VETERINÁRIA; OBRIGAR CAVALOS A CARREGAREM PESO ACIMA DE SUAS FORÇAS, CHICOTEAR CAVALOS, MACHUCÁ-LOS COM ESPORAS, ETC…
(4) Para mim, não há crueldade maior que manter passarinhos em gaiolas, seja do tamanho que for. Para mim, enquanto coisas desse tipo acontecer e acontecem no mundo inteiro, as pessoas serão permissivas com todo tipo de mal – como de fato são, no mundo inteiro.  

“HOJE VOCÊ ESTÁ SALVANDO UM ANIMAL, AMANHÃ PODERÁ SER TARDE PARA SALVAR UMA CRIANÇA, UM IDOSO, UMA MULHER, ENFIM… PESSOAS COMO NÓS!”
Por: Fátima Borges – Artista Plástica, Poetisa, Professora de Português e Teatro Infantil, Vice-presidente da Ong DAA- DEFESA ANIMAL E AMBIENTAL COM APOIO JURÍDICO.  
(5) Seu “garotinho” adora maltratar, machucar animais??  Cuidado. Ele pode ser mais que apenas um ‘mau caráter’…  

Fonte


publicado por Maluvfx às 02:52
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Sábado, 3 de Março de 2012
O circo não é diversão... para os animais!
“Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado, apenas a sombra de sua beleza perdida.”
1937, Julia Allen Field

O circo não é divertimento para todos

Para os menos atentos o circo transparece uma imagem de animação onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são torturados, abusados e mantidos prisioneiros para quase toda vida em nome do entretenimento.

Cães, elefantes, ursos, camelos, cobras, macacos, araras, papagaios, focas, cavalos, girafas, lamas, cabras, zebras, bovinos, póneis, tigres, pumas e leões, são as espécies animais que mais facilmente se podem encontrar em circos de todo o mundo. Estas mesmas espécies são maltratadas e mantidas famintas, em estado de desnutrição contínua. Passam a vida aprisionados em espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira, dolorosa e stressante. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat, e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas. Outros foram comprados a jardins zoológicos e a outros circos.

O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Para além da fome os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa, e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória). Todo o aborrecimento pelo qual os animais passam é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, muitas vezes superlotadas, nas quais mal se podem movimentar. A ansiedade e o stress resultantes das pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência dos treinos a que são submetidos fazem com que fiquem com distúrbios comportamentais (tornam-se apáticos e neuróticos). Repetem permanentemente movimentos estereotipados, auto mutilam-se e, por vezes, até ocorre canibalismo.

No seu meio selvagem, e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.

Os circos nada oferecem de pedagógico: crianças são ensinadas a olhar para os animais como objectos de exibição, que se expõem, se exploram e dos quais se abusa. As crianças podem aprender mais sobre os animais e o seu comportamento natural em documentários sobre a vida selvagem.


Apresentam-se de seguida algumas espécies animais e os abusos dos quais são vítimas:


Elefante amarradoElefantes:

- Antes de chegarem ao Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não se podem mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.

- Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
- Os elefantes são animais que vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto pelos seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.

- Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilómetros diariamente.

- No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características da depressão causada pelo cativeiro.

"Como fazer para conseguir a atenção de um elefante de 5 toneladas? Surre-o. Eis como".
Saul Kitchener, director do San Francisco Zoological Gardens



Tigre dentro de jaulaLeões, Tigres e outros Felinos:



- De acordo com Henry Ringling North, no seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a pedestais e são enroladas cordas nas suas gargantas, para que tenham a sensação de estarem a sufocar.

- São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.

- Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.

- Passam a maior parte de suas vidas dentro de pequenas jaulas.

Alguns circos alimentam os felinos com cães e gatos abandonados.


Ursos:


Urso numa bicicleta
- Têm o nariz partido durante o “treino”

- As suas patas são queimadas, para os forçar a ficar sobre duas patas

- São obrigados a pisar chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música

- Durante o “espectáculo” os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treino” e começam a movimentar-se, dando a impressão de estarem a dançar

- Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 da sua língua cortada

- Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro

- Alguns ursos auto mutilam-se, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas


Macacos:



Macaco atrás de grades
- Apresentam o mesmo comportamento das crianças que sofrem abusos

- Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano

- São agredidos de modo a obedecer e obedecem apenas por medo

- Roer unhas e auto mutilação são comportamentos frequentemente encontrados em macacos cativos

- Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.

Cavalos, camelos, bois, cabras, póneis, burros e lamas:


Cavalo esquelético
- São açoitados e impedidos de fazer caminhadas

- Não são alimentados devidamente

- São agredidos para aprender



Todos os animais de circo:
- Não têm férias nem assistência veterinária adequada

- São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilómetros sem descanso, etc..

- Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treino”: choques eléctricos, chicotadas, privação de água e comida.

- Encontram-se sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças


Como ajudar?
Há várias coisas que podes fazer para reduzir o sofrimento dos animais. Pode ser algo tão simples como escrever uma carta ou fazer um telefonema num esforço para alterar o modo como estas instituições tratam os animais.

O que acontece aos animais se saírem do circo?
O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes. Os animais resgatados dos circos são geralmente reinseridos nos seus habitats naturais e em parques protegidos (ou santuários), que reúnem as mesmas condições.

É possível um circo existir sem animais?
Perfeitamente! O circo “Cirque du Soleil”, que foi fundado em 1984 por Guy Laliberté, tem um misto de números de circo e entretenimento de rua. Ao longo das duas últimas décadas o Cirque du Soleil transformou-se num império de divertimento e deu a esta arte um novo sopro de vida, uma vez que defende um circo sem animais, “Não estamos bem certos se o lugar de um elefante ou de um tigre é ficar enjaulado metade da vida ou apresentar-se ao Mundo fazendo acrobacias.” Este circo tem actualmente 2400 empregados e 500 artistas de mais de 40 países. Cerca de 600 mil pessoas assistem às suas peripécias Mundo afora. O circo está muito mais saudável do que antes, porque as pessoas precisam de sonhar e ter esperança, e é disso que falamos!”.


Alguns circos com animais:
- Circo Victor Hugo Cardinalli
- Circo Roberto Cardinali
- Circo Atlas
- Circo Chen
- Circo Di Napoli
- Circo Stankowich
- Circo Garcia
- Circo Bim Bobo
- Circo Moscow
- Circo Beto Carreiro
- Circo Vostock
- Circo De Roma


Alguns circos SEM animais:
- Circolando - R. Pinto Bessa, 122, Armazém 8 (Porto) - junto à estação de Campanhã; telefones: 225189157 e 934182945
- Kopinxas - Grupo de animação circense (Aveiro) http://www.kopinxas.com/ telefones: 936277013 e 913677966
- Trupilariante Companhia de teatro-Circo (Lisboa) http://www.trupilariante.com , e-mail: trupilariante@trupilariante.com telefone: 218460738 fax: 218 150 688
- Kabong (Porto) - telefone: 962710061
- Cia
- Clawnesca Cara Melada
- Cia Pavanelli: http://www.ciapavanelli.com.br
- Circo da Alegria: http://www.circodaalegria.com.br
- Circo Dança Teatro Intrépida Trup: http://www.intrepidatrupe.hpg.ig.com.br
- Circo Girassol: http://www.circogirassol.com.br
- Circo Gran Bartholo
- Circo Mínimo: http://www.circominimo.com.br
- Circo Navegador: http://www.circonavegador.com.br
- Circo Popular do Brasil
- Circo Spacial: http://www.spacial.com.br
- Circo Teatro Musical
- Furunfunfum: http://www.furunfunfum.com.br
- Circo Trapézio: http://www.circotrapezio.hpg.ig.com.br
- Circo Vox: http://www.circovox.com.br
- Circodélico: http://www.circodelico.com
- Cirque Ahbaui: http://www.cirqueahbaui.com
- Cirque du Soleil http://www.cirquedusoleil.com/
- Companhia Teatral e Circence Trupe Sapeka: http://www.trupesapeka.cjb.net
- Parlapatões, Patifes & Paspalhões: http://www.terravista.pt/ilhadomel/5115


Referências:
http://animaisdecirco.freeservers.com/
http://www.animal.org.pt/
http://www.circuses.com/animals.html
http://www.wolfkatt.freeservers.com/custom3.html
http://fund.org/uploads/fs_ent1.pdf
http://www.urbi.ubi.pt/000530/edicao/emorb_circo.html
http://animaisdecirco.freeservers.com/circos_sem_animais.html


Centro Vegetariano


publicado por Maluvfx às 10:19
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O circo não é diversão... para os animais!
“Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado, apenas a sombra de sua beleza perdida.”
1937, Julia Allen Field

O circo não é divertimento para todos

Para os menos atentos o circo transparece uma imagem de animação onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são torturados, abusados e mantidos prisioneiros para quase toda vida em nome do entretenimento.

Cães, elefantes, ursos, camelos, cobras, macacos, araras, papagaios, focas, cavalos, girafas, lamas, cabras, zebras, bovinos, póneis, tigres, pumas e leões, são as espécies animais que mais facilmente se podem encontrar em circos de todo o mundo. Estas mesmas espécies são maltratadas e mantidas famintas, em estado de desnutrição contínua. Passam a vida aprisionados em espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira, dolorosa e stressante. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat, e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas. Outros foram comprados a jardins zoológicos e a outros circos.

O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Para além da fome os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa, e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória). Todo o aborrecimento pelo qual os animais passam é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, muitas vezes superlotadas, nas quais mal se podem movimentar. A ansiedade e o stress resultantes das pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência dos treinos a que são submetidos fazem com que fiquem com distúrbios comportamentais (tornam-se apáticos e neuróticos). Repetem permanentemente movimentos estereotipados, auto mutilam-se e, por vezes, até ocorre canibalismo.

No seu meio selvagem, e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.

Os circos nada oferecem de pedagógico: crianças são ensinadas a olhar para os animais como objectos de exibição, que se expõem, se exploram e dos quais se abusa. As crianças podem aprender mais sobre os animais e o seu comportamento natural em documentários sobre a vida selvagem.


Apresentam-se de seguida algumas espécies animais e os abusos dos quais são vítimas:


Elefante amarradoElefantes:

- Antes de chegarem ao Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não se podem mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.

- Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
- Os elefantes são animais que vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto pelos seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.

- Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilómetros diariamente.

- No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características da depressão causada pelo cativeiro.

"Como fazer para conseguir a atenção de um elefante de 5 toneladas? Surre-o. Eis como".
Saul Kitchener, director do San Francisco Zoological Gardens



Tigre dentro de jaulaLeões, Tigres e outros Felinos:



- De acordo com Henry Ringling North, no seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a pedestais e são enroladas cordas nas suas gargantas, para que tenham a sensação de estarem a sufocar.

- São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.

- Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.

- Passam a maior parte de suas vidas dentro de pequenas jaulas.

Alguns circos alimentam os felinos com cães e gatos abandonados.


Ursos:


Urso numa bicicleta
- Têm o nariz partido durante o “treino”

- As suas patas são queimadas, para os forçar a ficar sobre duas patas

- São obrigados a pisar chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música

- Durante o “espectáculo” os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treino” e começam a movimentar-se, dando a impressão de estarem a dançar

- Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 da sua língua cortada

- Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro

- Alguns ursos auto mutilam-se, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas


Macacos:



Macaco atrás de grades
- Apresentam o mesmo comportamento das crianças que sofrem abusos

- Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano

- São agredidos de modo a obedecer e obedecem apenas por medo

- Roer unhas e auto mutilação são comportamentos frequentemente encontrados em macacos cativos

- Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.

Cavalos, camelos, bois, cabras, póneis, burros e lamas:


Cavalo esquelético
- São açoitados e impedidos de fazer caminhadas

- Não são alimentados devidamente

- São agredidos para aprender



Todos os animais de circo:
- Não têm férias nem assistência veterinária adequada

- São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilómetros sem descanso, etc..

- Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treino”: choques eléctricos, chicotadas, privação de água e comida.

- Encontram-se sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças


Como ajudar?
Há várias coisas que podes fazer para reduzir o sofrimento dos animais. Pode ser algo tão simples como escrever uma carta ou fazer um telefonema num esforço para alterar o modo como estas instituições tratam os animais.

O que acontece aos animais se saírem do circo?
O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes. Os animais resgatados dos circos são geralmente reinseridos nos seus habitats naturais e em parques protegidos (ou santuários), que reúnem as mesmas condições.

É possível um circo existir sem animais?
Perfeitamente! O circo “Cirque du Soleil”, que foi fundado em 1984 por Guy Laliberté, tem um misto de números de circo e entretenimento de rua. Ao longo das duas últimas décadas o Cirque du Soleil transformou-se num império de divertimento e deu a esta arte um novo sopro de vida, uma vez que defende um circo sem animais, “Não estamos bem certos se o lugar de um elefante ou de um tigre é ficar enjaulado metade da vida ou apresentar-se ao Mundo fazendo acrobacias.” Este circo tem actualmente 2400 empregados e 500 artistas de mais de 40 países. Cerca de 600 mil pessoas assistem às suas peripécias Mundo afora. O circo está muito mais saudável do que antes, porque as pessoas precisam de sonhar e ter esperança, e é disso que falamos!”.


Alguns circos com animais:
- Circo Victor Hugo Cardinalli
- Circo Roberto Cardinali
- Circo Atlas
- Circo Chen
- Circo Di Napoli
- Circo Stankowich
- Circo Garcia
- Circo Bim Bobo
- Circo Moscow
- Circo Beto Carreiro
- Circo Vostock
- Circo De Roma


Alguns circos SEM animais:
- Circolando - R. Pinto Bessa, 122, Armazém 8 (Porto) - junto à estação de Campanhã; telefones: 225189157 e 934182945
- Kopinxas - Grupo de animação circense (Aveiro) http://www.kopinxas.com/ telefones: 936277013 e 913677966
- Trupilariante Companhia de teatro-Circo (Lisboa) http://www.trupilariante.com , e-mail: trupilariante@trupilariante.com telefone: 218460738 fax: 218 150 688
- Kabong (Porto) - telefone: 962710061
- Cia
- Clawnesca Cara Melada
- Cia Pavanelli: http://www.ciapavanelli.com.br
- Circo da Alegria: http://www.circodaalegria.com.br
- Circo Dança Teatro Intrépida Trup: http://www.intrepidatrupe.hpg.ig.com.br
- Circo Girassol: http://www.circogirassol.com.br
- Circo Gran Bartholo
- Circo Mínimo: http://www.circominimo.com.br
- Circo Navegador: http://www.circonavegador.com.br
- Circo Popular do Brasil
- Circo Spacial: http://www.spacial.com.br
- Circo Teatro Musical
- Furunfunfum: http://www.furunfunfum.com.br
- Circo Trapézio: http://www.circotrapezio.hpg.ig.com.br
- Circo Vox: http://www.circovox.com.br
- Circodélico: http://www.circodelico.com
- Cirque Ahbaui: http://www.cirqueahbaui.com
- Cirque du Soleil http://www.cirquedusoleil.com/
- Companhia Teatral e Circence Trupe Sapeka: http://www.trupesapeka.cjb.net
- Parlapatões, Patifes & Paspalhões: http://www.terravista.pt/ilhadomel/5115


Referências:
http://animaisdecirco.freeservers.com/
http://www.animal.org.pt/
http://www.circuses.com/animals.html
http://www.wolfkatt.freeservers.com/custom3.html
http://fund.org/uploads/fs_ent1.pdf
http://www.urbi.ubi.pt/000530/edicao/emorb_circo.html
http://animaisdecirco.freeservers.com/circos_sem_animais.html


Centro Vegetariano


publicado por Maluvfx às 10:19
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Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
O "sangue dos inocentes" também inclui os animais! ...
Hoje foi deixado este comentário numa das nossas páginas no Facebook Pele não é um símbolo de status e não posso deixar de partilhar. 
Agradecemos ao Ricardo Valério de Pina por tê-lo partilhado connosco.


Tanto se fala e se pede: "Saúde", "Felicidade", "Paz" & "Amor"; e para com a vida dos animais o que nós partilhamos? ...
Se me permitem dizer: Não me interessa religiosidades, ou meros discursos e ideologias cuja a essência efetivamente não busque melhorar a vida deles. Tomando sobre nossa consciência uma consideração às condições de destrato, desprezo e o espírito de maldade que se desenvolve, em algumas pessoas, com uma naturalidade vinda do “inferno”! Peço a todos que não permitam isto!
Que a “banalização da maldade” não chegue à natureza de nosso ser e passe de geração a geração.
E nem o senso de justiça se apague do meio de nós! Não deixem passar despercebido este “fogo destruidor” que permeia em nosso meio! E que ninguém negligencie o peso e parcela de responsabilidade! Enquanto isso, certamente ainda neste instante, animais continuam a ser maltratados de maneiras das mais diversas possíveis, desde as mais sutis e “aceitas” até aquelas mais brutais e horrendas. Onde o "lamento" ou massacre deles talvez não sensibilize mais a ninguém... “Zumbis” nos tornamos? ...Todas juntas compões histórias que muitos de nós não suportamos nem ouvir, quanto mais ver do que se trata. Pois, a possibilidade de encontrarmos “coisas desagradáveis ao coração” nos choca, imaginem vive-las na pele! Visto que cada um de nós já deve conhecer o nosso potencial não só para realizar o que é bom. Que não estejamos emudecidos, nem que “afoguemos” o nosso potencial para o bem e assim prevaleça a crueldade, a brutalidade ou qualquer tipo de maldade promovida pelo comportamento humano (o racional e dominante) sobre eles e até sobre nós mesmos. 
Pensem: Nunca teremos as “mãos limpas” pela ausência, mas pela participação ativa!
Tudo tem um propósito na Terra, como também nos Céus! São manifestação com seus mistérios. Os animais, como os homens, demonstram sentir prazer, dor, felicidade e sofrimento e diante destas coisas não há diferenças entre eles. E nisto se estruturam a saúde física e as faculdades mentais de todo ser vivo criado. Como “dominadores do planeta” é nossa responsabilidade estender, a todas as espécies, o nosso senso de justiça, a compaixão, a caridade e a mão amiga. Buscando sempre apagar o legado ou qualquer chama de crueldade que as mãos humanas fizeram ou possam vir realizar. ...Por favor, ajudem a parar com esta forma insana de muitos humanos serem! E mesmo que algumas justificativas apresentem resultados “lucrativos” para a raça humana, a dor que a eles aflige e sua incapacidade de defesa (visto o potencial humano) se tornam pilares de toda minha indignação contra elas e contra todos que em seus feitos se tornam repugnantes não só aos olhos, mas aos corações dos humanos e dos animais. Corações que batem, sangram, e sofrem nesta vida junto. 
Sem mais considerações faço destas minhas palavras e meus pensamentos, de forma a combinar minhas reflexões e outras favoráveis vindas de: Provérbios 12:10; Abraham Lincoln; Albert Schweitzer; Charles Darwin; Richard Gere e Mark Twain –Escritor.
(Autor: Sangue dos inocentes derramado!)


publicado por Maluvfx às 07:25
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O "sangue dos inocentes" também inclui os animais! ...
Hoje foi deixado este comentário numa das nossas páginas no Facebook Pele não é um símbolo de status e não posso deixar de partilhar. 
Agradecemos ao Ricardo Valério de Pina por tê-lo partilhado connosco.


Tanto se fala e se pede: "Saúde", "Felicidade", "Paz" & "Amor"; e para com a vida dos animais o que nós partilhamos? ...
Se me permitem dizer: Não me interessa religiosidades, ou meros discursos e ideologias cuja a essência efetivamente não busque melhorar a vida deles. Tomando sobre nossa consciência uma consideração às condições de destrato, desprezo e o espírito de maldade que se desenvolve, em algumas pessoas, com uma naturalidade vinda do “inferno”! Peço a todos que não permitam isto!
Que a “banalização da maldade” não chegue à natureza de nosso ser e passe de geração a geração.
E nem o senso de justiça se apague do meio de nós! Não deixem passar despercebido este “fogo destruidor” que permeia em nosso meio! E que ninguém negligencie o peso e parcela de responsabilidade! Enquanto isso, certamente ainda neste instante, animais continuam a ser maltratados de maneiras das mais diversas possíveis, desde as mais sutis e “aceitas” até aquelas mais brutais e horrendas. Onde o "lamento" ou massacre deles talvez não sensibilize mais a ninguém... “Zumbis” nos tornamos? ...Todas juntas compões histórias que muitos de nós não suportamos nem ouvir, quanto mais ver do que se trata. Pois, a possibilidade de encontrarmos “coisas desagradáveis ao coração” nos choca, imaginem vive-las na pele! Visto que cada um de nós já deve conhecer o nosso potencial não só para realizar o que é bom. Que não estejamos emudecidos, nem que “afoguemos” o nosso potencial para o bem e assim prevaleça a crueldade, a brutalidade ou qualquer tipo de maldade promovida pelo comportamento humano (o racional e dominante) sobre eles e até sobre nós mesmos. 
Pensem: Nunca teremos as “mãos limpas” pela ausência, mas pela participação ativa!
Tudo tem um propósito na Terra, como também nos Céus! São manifestação com seus mistérios. Os animais, como os homens, demonstram sentir prazer, dor, felicidade e sofrimento e diante destas coisas não há diferenças entre eles. E nisto se estruturam a saúde física e as faculdades mentais de todo ser vivo criado. Como “dominadores do planeta” é nossa responsabilidade estender, a todas as espécies, o nosso senso de justiça, a compaixão, a caridade e a mão amiga. Buscando sempre apagar o legado ou qualquer chama de crueldade que as mãos humanas fizeram ou possam vir realizar. ...Por favor, ajudem a parar com esta forma insana de muitos humanos serem! E mesmo que algumas justificativas apresentem resultados “lucrativos” para a raça humana, a dor que a eles aflige e sua incapacidade de defesa (visto o potencial humano) se tornam pilares de toda minha indignação contra elas e contra todos que em seus feitos se tornam repugnantes não só aos olhos, mas aos corações dos humanos e dos animais. Corações que batem, sangram, e sofrem nesta vida junto. 
Sem mais considerações faço destas minhas palavras e meus pensamentos, de forma a combinar minhas reflexões e outras favoráveis vindas de: Provérbios 12:10; Abraham Lincoln; Albert Schweitzer; Charles Darwin; Richard Gere e Mark Twain –Escritor.
(Autor: Sangue dos inocentes derramado!)


publicado por Maluvfx às 07:25
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Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011
Abuso Sexual de Animais: Um tema recorrente em criadouros

Escrito por: Shawna Flavell (PETA); Traduzido por Víctor Lemes.
Durante nossas investigações, trabalhadores disfarçados documentam alguns eventos extremamente sérios, perturbadores e doentes – incluindo o abuso sexual de animais, desde porcos a perus. Infelizmente, a violência sexual contra animais de fazendas não é uma ocorrência muito incomum. Devo alertá-los – o que vocês estão prestes a ver e ler não é para os fracos de coração.


Nossa investigação secreta em um criadouro de porcos em Iowa (EUA) revelou que um supervisor enfiou uma bengala na vagina de uma porca. O mesmo supervisor disse que ele introduziu com força barras de portão dentro dos ânus de alguns porcos que, segundo ele, o frustraram.

Em outro matadouro, uma investigação do PETA viu – além de outras crueldades horríveis – um trabalhador que enfiou o dedo dentro da cloaca (vagina) de um peru. Outro trabalhador fingiu estuprar um peru cujas pernas e cabeça ele tinha algemado.
Em um criadouro de perus Aviagen Turkeys, Inc., em West Virginia, a “companhia líder-mundial de criação de aves”, um trabalhador foi indiciado por crueldade em animais após ser pego em um vídeo prendendo uma perua no chão e mimetizando estuprá-la. Quando entrevistado pela polícia, ele admitiu declaradamente ter feito o mesmo com dezenas de outros perus.
Quando o escritor Jim Mason trabalhou por um dia como um criador de perus, ele descobriu que como perus tem sido geneticamente manipulados para crescer tanto a ponto de chegar ao nível de não mais poderem se acasalarem naturalmente, os empregados devem manualmente extrair o sêmen dos machos e manualmente inseminarem as fêmeas. Em explorações leiteiras, uma vaca será frequentemente e forçadamente reprimida para que, então, ela não possa escapar quando um instrumento de inseminação for introduzido em sua vagina. Empregados de fazendas de criação de porcos confinam javalis em minúsculos “carros” e os desfilam em frente à porcas para que então eles possam olhar e tocar os genitais dos animais, a fim de determinar qual é o melhro tempo para inserir o tubo de sêmens de porco nelas.
Cruel, chocante, perverso, e sádico – e este tipo de violência sexual acontece todos os dias em fazendas de criação. As indústrias de carne e lacticínios até consideram que alguns deles são as “práticas padrão”. É por isso que estamos esperando ter este cartaz publicado muito em breve, mas até lá, continuamos a insistir para que todos se tornem veganos. Ajude a acabar com esse horrível abuso de animais em matadouros/criadouros para sempre!
Image and video hosting by TinyPic(tradução do cartaz: “Sua carne já foi molestada? Descubra a verdade perturbadora em PETA.org”)


publicado por Maluvfx às 09:53
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Abuso Sexual de Animais: Um tema recorrente em criadouros

Escrito por: Shawna Flavell (PETA); Traduzido por Víctor Lemes.
Durante nossas investigações, trabalhadores disfarçados documentam alguns eventos extremamente sérios, perturbadores e doentes – incluindo o abuso sexual de animais, desde porcos a perus. Infelizmente, a violência sexual contra animais de fazendas não é uma ocorrência muito incomum. Devo alertá-los – o que vocês estão prestes a ver e ler não é para os fracos de coração.


Nossa investigação secreta em um criadouro de porcos em Iowa (EUA) revelou que um supervisor enfiou uma bengala na vagina de uma porca. O mesmo supervisor disse que ele introduziu com força barras de portão dentro dos ânus de alguns porcos que, segundo ele, o frustraram.

Em outro matadouro, uma investigação do PETA viu – além de outras crueldades horríveis – um trabalhador que enfiou o dedo dentro da cloaca (vagina) de um peru. Outro trabalhador fingiu estuprar um peru cujas pernas e cabeça ele tinha algemado.
Em um criadouro de perus Aviagen Turkeys, Inc., em West Virginia, a “companhia líder-mundial de criação de aves”, um trabalhador foi indiciado por crueldade em animais após ser pego em um vídeo prendendo uma perua no chão e mimetizando estuprá-la. Quando entrevistado pela polícia, ele admitiu declaradamente ter feito o mesmo com dezenas de outros perus.
Quando o escritor Jim Mason trabalhou por um dia como um criador de perus, ele descobriu que como perus tem sido geneticamente manipulados para crescer tanto a ponto de chegar ao nível de não mais poderem se acasalarem naturalmente, os empregados devem manualmente extrair o sêmen dos machos e manualmente inseminarem as fêmeas. Em explorações leiteiras, uma vaca será frequentemente e forçadamente reprimida para que, então, ela não possa escapar quando um instrumento de inseminação for introduzido em sua vagina. Empregados de fazendas de criação de porcos confinam javalis em minúsculos “carros” e os desfilam em frente à porcas para que então eles possam olhar e tocar os genitais dos animais, a fim de determinar qual é o melhro tempo para inserir o tubo de sêmens de porco nelas.
Cruel, chocante, perverso, e sádico – e este tipo de violência sexual acontece todos os dias em fazendas de criação. As indústrias de carne e lacticínios até consideram que alguns deles são as “práticas padrão”. É por isso que estamos esperando ter este cartaz publicado muito em breve, mas até lá, continuamos a insistir para que todos se tornem veganos. Ajude a acabar com esse horrível abuso de animais em matadouros/criadouros para sempre!
Image and video hosting by TinyPic(tradução do cartaz: “Sua carne já foi molestada? Descubra a verdade perturbadora em PETA.org”)


publicado por Maluvfx às 09:53
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Domingo, 30 de Janeiro de 2011
Os piores abusos da criação de animais em fábricas

  
Os porcos e porcas
Os porcos têm que ser mantidos no escuro cerca de 24 horas para estarem calmos.  A partir de 2002 os produtores de porcos serão obrigados a manter os porcos em pavimentos pelo menos por dois terços contínuos.  Um terço do pavimento é uma grade, para deixar o estrume esvaziar-se.  Por esta razão os porcos estão no cheiro da amoníaco o dia inteiro.  O pavimento gradeado  faz que sofram de feridas nas patas.  Como vivem quase permanente em meia ou completa escuridão  (para os manter calmos) e em jaulas muito pequenas, não estão habituados a nada e apavoram-se quando têm que ser transportados ao matadouro ou para a engorda num país distante (geralmente após 3 a 6 meses).  As piores situações são durante os transportes de longa distância. 
Sómente nos Países Baixos, cada dia aproximadamente 10,000 porcos e leitões sãotransportados ao matadouro ou para serem engordados num país distante.  Os porcos são maus viajantes. São muito sensíveis ao stress e adoecem muito fàcilmente durante a viagem.
Quando têm crias, as porcas estão entaladas entre duas barras, de modo a que não se possam voltar e cuidar dos leitões, mas apenas alimenta- los.  Isto é feito para impedir que a porca esmague os leitões, devido à falta do espaço.  Os leitões são levados à secção de desmamamento após um período de 3 a 4 semanas (em vez das 14 semanas naturais).  Na idade de aproximadamente 72 dias vão à quinta da engorda, onde 14 deles são postos num chiqueiro de 10m², geralmente num pavimento de grades sem palha.

Os machos são castrados sem anestesia, para satisfazer o mercado estrangeiro, por causa da alegada influência  das hormonas masculinas no cheiro da carne.  Este não é realmente o caso com porcos que são abatidos numa idade tão nova.
Os porcos sofrem de stress severo (sintomas por exemplo do coração e do estômago) por causa das restrições à sua liberdade de movimento.  Devido à frustração mastigam frequentemente nas redes da sua jaula.  Por sua natureza, os porcos são animais que gostam muito de brincar e são muito inteligentes.
Leia mais sobre os problemas do bem-estar dos porcos no local de CIWF (Compaixão no Mundo Pecuário).
No princípio do ano 2000, uma investigação do DAE (Serviço Holandês de Inspecções) (o serviço holandês que verifica o cumprimento da lei quanto aos animais na Holanda) mostrou que mais de 50% dos criadores de porcos violava até mesmo os regulamentos mínimos do bem- estar dos porcos e faz deliberadamente os animais sofrer.  Mais frequentemente do que não, os porcos são mantidos em cubículos muito apertados, em chiqueiros sombrios e escuros, com uma falta do material de distração. 
Mantendo os animais em gaiolas menores, os criadores de porcos podem evitar terem de comprar direitos de amoníaco.

  
As vacas leiteiras
As vacas leiteiras, em média, não vivem mais de quatro anos e meio.
Em circunstâncias normais podem viver uns trinta anos, mas o seu nível de produção diminui a partir da idade de aproximadamente seis anos.  Durante as suas vidas têm uma cria cada ano, porque esta é a única maneira de provocar a produção de leite.
A cria é removida imediatamente ou após uma semana no máximo, para impedir a formação duma ligação afectiva entre a mãe e a cria.  São mantidas em cabinas.  Estas são estruturas brancas, abobadadas, de tipo de igloo - como as  que alguns fazendeiros usam como "berçários ao ar livre".  A cabina mantem as crias isoladas umas das outras.  Nas suas primeiras oito semanas as crias têm uma tendência forte para sugar.
Como não podem beber o leite das suas mães sugariam nos corpos das outras crias.
10% das vacas têm que permanecer no estábulo a vida inteira, para obter um nível mais elevado da produção.  Se os fazendeiros não forem obrigados legalmente a levar os animais ao prado uma parte do ano, pelo ano 2015 (como esperado), 75% de todas as vacas nos Países Baixos serão sempre mantidas dentro de portas.
As crias cujo único destino é nascer para provocar a lactação das suas mães e que são escolhidas para a produção da carne, na sua maior parte alcançarão apenas a idade de 6 meses.  Alguns machos são reservado para viver mais tempo, porque alcançam o seu peso ideal para serem abatidos numa idade mais avançada (cerca de um ano e meio).
Em alguns países (p. ex. França, Alemanha, Bélgica) as crias são exportados com a idade de aproximadamente 2 semanas para serem criadas em quintas especializadas (p. ex. nos Países Baixos).
Algumas crias são colocadas em cabinas, caixas separadas ou as gaiolas toda a sua curta vida, algumas são mantidas até mais tarde em caixas pequenas.  As gaiolas são pouco maiores do que a própria vitela .  Após duas semanas a vitela já não se pode voltar na caixa pequena.  Desta maneira, os músculos da vitela não têm a possibilidade de se desenvolverem e a sua carne permanece macia.  Durante este cativeiro, a vitela não consume nenhum alimento verde, mas é alimentada com substitutos de leite com muita gordura e com gradualmente menos ferro e fibras, para manter a carne sem sangue (branca). 
Os animais frequentemente mastigam as grades das suas gaiolas e lambem nos pregos ou na sua própria pele, tentando assim obter algum ferro.
Imediatamente antes de serem abatidas, sofrem de anemia severa, têm diarreia crónica e são assim tão pouco saudáveis, que este tratamento faria que morressem eventualmente mesmo se não fossem abatidas.  As gaiolas deverão ser proibidas em 2004 na Europa.
  
Quando os pintos saem dos seus ovos na incubadora, são transportados para uma quinta de poedeiras ou de engorda, dependendo isto da sua raça e sexo.  Os pintos machos são 'inúteis' e são matados com dióxido de carbono num saco de plástico ou despedaçados.  Os pintos que vão para a bateria viverão num barracão com longas fileiras de gaiolas feitas do arames, com três ou mais andares por cima.  Os animais vivem em gaiolas pequenas, 4 galinhas atulhadas em cada;  as gaiolas têm uma dimensão de 45x50cm (como um monitor dum computador).  põem os seus ovos nos arames e não podem sequer abrir as asas.  Em consequência desta situação aflitivado debicam- se.  É para evitar isso que os seus bicos são queimados (sem anestesia).  As galinhas não têm um poleiro para dormirem e são forçadas a um ritmo disrompido de dia e noite, para as forçar a porem tantos ovos como possíveis. 
Piores ainda são as condições dos gansos e patos para a engorda:  alimentação forçada para "foie-gras" (rm-vídeo).
As galinhas de bateria vivem aproximadamente um ano, puseram entretanto uns 300 ovos e a única finalidade que lhes resta  é servir para sopa da galinha.  Veja também os fragmentos curtos de video.
Os pintos para a engorda vivem aproximadamente 6 semanas, e são então abatidos.  Neste curto período crescem de forma extremamente rápida de pintainho a galinha semi-crescida por meio de alimento especial.  A recolha das galinhas engordadas para a matançaSe vivessem  por mais tempo nestas circunstâncias, acabariam pesando demasiado e desta forma  morreriam Quando têm que ser transportados ao matadouro são pressionadas violentamente em grades, com uma grande possibilidade  de fracturas das asas e das patas. Nestas circunstâncias cheias de stress são transportadas em camiões semi-abertos até ao matadouro.  Para impedir que as galinhas tenham mais fracturas e que sangrem, muitos matadouros de aves domésticas usam uma tensão elétrica mais baixa para atordoar os frangos do que a que é legalmente obrigatória.  A carne destes frangos é vendida como carne de galinha, o que constitui um engano e crueldade. 
Na criação comercial dos perus, os animais são mantidos aos milhares num espaço pequeno e escuro.  Isto conduz frequentemente a agressões, problemas nas patas, stress, bicar de penas e a canibalismo.  Por causa da maneira intensiva de criação, não é incomum que na primeira semana de suas vidas, 40% dos perus morram!  O fim desta actividade é engordar tão rapidamente os perus como possível.  A política de produção está focada na velocidade rápida de crescimento.  Uma consequência radical desta selecção é o facto de ser impossível para estes animais copularem duma forma natural.  Os perus são demasiado pesados.  As peruas só podem ser fertilizadas por inseminação artificial.
Na Primavera os animais novos nascem nas gaiolas.  Após sete meses (quando os animais têm a sua pelagem de inverno) são mortas e esfoladas.  Durante as suas curtas vidas, os animais vivem em gaiolas que são demasiado pequenas.  Não podem correr, esconderem-se ou fugir.  Não têm nenhuma água para nadarem ou para pescarem.  Têm somente um bebedouro na sua gaiola.  As martas são predadores selvagens, e têm as mesmas tendências que as suas congéneres que vivem no estado natural.
Não é nenhuma surpresa que este tédio e frustração as enlouqueça.  Isto é demonstrado pelo comportamento  anormal que as martas desenvolvem.  Este comportamento consiste na repetição contínua de movimentos inúteis (pode ser comparado com o dos predadores que vivem em  maus jardins zoológicos, dão voltas continuamente para a frente e para trás).  Além disso, as martas mordem frequentemente na sua própria cauda ou pele.  Andam frequentemente em circulos ou giram constantemente com as suas cabeças em torno da torneira do bebedouro.
Os coelhos não são nada mais que materiais descartáveis.  Quando uma coelha já não pode ter sete criações por ano é posta de parte.  A percentagem da substituição é de cerca de 90%!  Além disso, anualmente aproximadamente 55% deles morrem por doenças.  Isto significa que há uma percentagem da substituição da coelha de 145%!  Há também uma taxa de morte elevada entre coelhos novos;  aproximadamente 15% das crias morrem antes serem afastados das suas mães.  Após isso, aproximadamente 10% delas morre.  Estas são figuras horríveis, causadas na maior parte pelo péssimo alojamento dos animais na criação intensiva do coelho. 
O transporte internacional de animais
Na nossa página de video são expostos todos os abusos durante os transportes internacionais, que duram dias.  Animais como os carneiros são transportados da Inglaterra para p. ex. a Grécia, onde são abatidos sem anestesia.  Os cavalos e os burros da Lituânia são abatidos na Itália.  Os porcos da Holanda são transportados também para países estrangeiros, p. ex. à Itália do Norte para lá serem abatidos - este único facto  fazendo que assim a sua carne retorne ao mercado holandês com a qualificação culinária de "Presunto de Parma".
Para impedir que vomitem nos camiões, os animais frequentemente não recebem nenhum alimento no dia antes ao qual são postos em transporte.
Os animais são forçados dos estábulos escuros ao camião, duma maneira muito rude.  Mesmo antes do princípio da viagem os animais já estão muito perturbados.  Na maior parte dos países  do Sul da Europa, os animais são abatidos sem anestesia ou sendo esta insuficiente.  Mas também nos matadouros na Holanda muitas galinhas sofrem esse destino. 
Também a matança ritual pelos Muçulmanos é feita frequentemente sem anestesia, o que faz que os animais sofram. 
 
A indústria pesqueira
Os golfinhos ficam presos frequentemente nas redes que têm um comprimento de algumas milhas, e não conseguem escapar à morte por afogamento lento.
Os mares são quase esvaziados e o que resta completamente perturbado .  Neste momento a quantidade total dos peixes na Terra é 50% do que costumava ser há algumas décadas.  O peixe  não é somente pescado;  é produzido também.  Alguns peixes, como os salmões, são criados em tanques flutuantes muito grandes;  esta maneira de produzir parece exactamente igual à criação em fábricas com todas suas desvantagens. 

Quando os pescadores usam redes de arrasto, não são sómente os peixes desejaveis que são pescados.  Mais do que 70% do pescado é atirado ao mar, porque os peixes são demasiado pequenos para a venda legal , ou porque a quota permitida foi alcançada, ou apenas porque o peixe não é interessante, comercialmente falando. 
Os peixes que são devolvidos ao mar já foram mortos frequentemente por esmagamento, sufocados, ou morreram doutra maneira.  Quem não está ainda chocado com o sofrimento dos peixes durante a pesca, pode referir-se à pesca adicional por exemplo de mamíferos como os golfinhos, que são pescados frequentemente na rede do atum.  As redes de arrastão destroem o fundo do mar, com a  consequência que o sistema ecológico fica completamente desiquilibrado, e perdido por muito tempo. 
http://www.animalfreedom.org/portuguese/informacao/abusos.html


publicado por Maluvfx às 03:28
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Os piores abusos da criação de animais em fábricas

  
Os porcos e porcas
Os porcos têm que ser mantidos no escuro cerca de 24 horas para estarem calmos.  A partir de 2002 os produtores de porcos serão obrigados a manter os porcos em pavimentos pelo menos por dois terços contínuos.  Um terço do pavimento é uma grade, para deixar o estrume esvaziar-se.  Por esta razão os porcos estão no cheiro da amoníaco o dia inteiro.  O pavimento gradeado  faz que sofram de feridas nas patas.  Como vivem quase permanente em meia ou completa escuridão  (para os manter calmos) e em jaulas muito pequenas, não estão habituados a nada e apavoram-se quando têm que ser transportados ao matadouro ou para a engorda num país distante (geralmente após 3 a 6 meses).  As piores situações são durante os transportes de longa distância. 
Sómente nos Países Baixos, cada dia aproximadamente 10,000 porcos e leitões sãotransportados ao matadouro ou para serem engordados num país distante.  Os porcos são maus viajantes. São muito sensíveis ao stress e adoecem muito fàcilmente durante a viagem.
Quando têm crias, as porcas estão entaladas entre duas barras, de modo a que não se possam voltar e cuidar dos leitões, mas apenas alimenta- los.  Isto é feito para impedir que a porca esmague os leitões, devido à falta do espaço.  Os leitões são levados à secção de desmamamento após um período de 3 a 4 semanas (em vez das 14 semanas naturais).  Na idade de aproximadamente 72 dias vão à quinta da engorda, onde 14 deles são postos num chiqueiro de 10m², geralmente num pavimento de grades sem palha.

Os machos são castrados sem anestesia, para satisfazer o mercado estrangeiro, por causa da alegada influência  das hormonas masculinas no cheiro da carne.  Este não é realmente o caso com porcos que são abatidos numa idade tão nova.
Os porcos sofrem de stress severo (sintomas por exemplo do coração e do estômago) por causa das restrições à sua liberdade de movimento.  Devido à frustração mastigam frequentemente nas redes da sua jaula.  Por sua natureza, os porcos são animais que gostam muito de brincar e são muito inteligentes.
Leia mais sobre os problemas do bem-estar dos porcos no local de CIWF (Compaixão no Mundo Pecuário).
No princípio do ano 2000, uma investigação do DAE (Serviço Holandês de Inspecções) (o serviço holandês que verifica o cumprimento da lei quanto aos animais na Holanda) mostrou que mais de 50% dos criadores de porcos violava até mesmo os regulamentos mínimos do bem- estar dos porcos e faz deliberadamente os animais sofrer.  Mais frequentemente do que não, os porcos são mantidos em cubículos muito apertados, em chiqueiros sombrios e escuros, com uma falta do material de distração. 
Mantendo os animais em gaiolas menores, os criadores de porcos podem evitar terem de comprar direitos de amoníaco.

  
As vacas leiteiras
As vacas leiteiras, em média, não vivem mais de quatro anos e meio.
Em circunstâncias normais podem viver uns trinta anos, mas o seu nível de produção diminui a partir da idade de aproximadamente seis anos.  Durante as suas vidas têm uma cria cada ano, porque esta é a única maneira de provocar a produção de leite.
A cria é removida imediatamente ou após uma semana no máximo, para impedir a formação duma ligação afectiva entre a mãe e a cria.  São mantidas em cabinas.  Estas são estruturas brancas, abobadadas, de tipo de igloo - como as  que alguns fazendeiros usam como "berçários ao ar livre".  A cabina mantem as crias isoladas umas das outras.  Nas suas primeiras oito semanas as crias têm uma tendência forte para sugar.
Como não podem beber o leite das suas mães sugariam nos corpos das outras crias.
10% das vacas têm que permanecer no estábulo a vida inteira, para obter um nível mais elevado da produção.  Se os fazendeiros não forem obrigados legalmente a levar os animais ao prado uma parte do ano, pelo ano 2015 (como esperado), 75% de todas as vacas nos Países Baixos serão sempre mantidas dentro de portas.
As crias cujo único destino é nascer para provocar a lactação das suas mães e que são escolhidas para a produção da carne, na sua maior parte alcançarão apenas a idade de 6 meses.  Alguns machos são reservado para viver mais tempo, porque alcançam o seu peso ideal para serem abatidos numa idade mais avançada (cerca de um ano e meio).
Em alguns países (p. ex. França, Alemanha, Bélgica) as crias são exportados com a idade de aproximadamente 2 semanas para serem criadas em quintas especializadas (p. ex. nos Países Baixos).
Algumas crias são colocadas em cabinas, caixas separadas ou as gaiolas toda a sua curta vida, algumas são mantidas até mais tarde em caixas pequenas.  As gaiolas são pouco maiores do que a própria vitela .  Após duas semanas a vitela já não se pode voltar na caixa pequena.  Desta maneira, os músculos da vitela não têm a possibilidade de se desenvolverem e a sua carne permanece macia.  Durante este cativeiro, a vitela não consume nenhum alimento verde, mas é alimentada com substitutos de leite com muita gordura e com gradualmente menos ferro e fibras, para manter a carne sem sangue (branca). 
Os animais frequentemente mastigam as grades das suas gaiolas e lambem nos pregos ou na sua própria pele, tentando assim obter algum ferro.
Imediatamente antes de serem abatidas, sofrem de anemia severa, têm diarreia crónica e são assim tão pouco saudáveis, que este tratamento faria que morressem eventualmente mesmo se não fossem abatidas.  As gaiolas deverão ser proibidas em 2004 na Europa.
  
Quando os pintos saem dos seus ovos na incubadora, são transportados para uma quinta de poedeiras ou de engorda, dependendo isto da sua raça e sexo.  Os pintos machos são 'inúteis' e são matados com dióxido de carbono num saco de plástico ou despedaçados.  Os pintos que vão para a bateria viverão num barracão com longas fileiras de gaiolas feitas do arames, com três ou mais andares por cima.  Os animais vivem em gaiolas pequenas, 4 galinhas atulhadas em cada;  as gaiolas têm uma dimensão de 45x50cm (como um monitor dum computador).  põem os seus ovos nos arames e não podem sequer abrir as asas.  Em consequência desta situação aflitivado debicam- se.  É para evitar isso que os seus bicos são queimados (sem anestesia).  As galinhas não têm um poleiro para dormirem e são forçadas a um ritmo disrompido de dia e noite, para as forçar a porem tantos ovos como possíveis. 
Piores ainda são as condições dos gansos e patos para a engorda:  alimentação forçada para "foie-gras" (rm-vídeo).
As galinhas de bateria vivem aproximadamente um ano, puseram entretanto uns 300 ovos e a única finalidade que lhes resta  é servir para sopa da galinha.  Veja também os fragmentos curtos de video.
Os pintos para a engorda vivem aproximadamente 6 semanas, e são então abatidos.  Neste curto período crescem de forma extremamente rápida de pintainho a galinha semi-crescida por meio de alimento especial.  A recolha das galinhas engordadas para a matançaSe vivessem  por mais tempo nestas circunstâncias, acabariam pesando demasiado e desta forma  morreriam Quando têm que ser transportados ao matadouro são pressionadas violentamente em grades, com uma grande possibilidade  de fracturas das asas e das patas. Nestas circunstâncias cheias de stress são transportadas em camiões semi-abertos até ao matadouro.  Para impedir que as galinhas tenham mais fracturas e que sangrem, muitos matadouros de aves domésticas usam uma tensão elétrica mais baixa para atordoar os frangos do que a que é legalmente obrigatória.  A carne destes frangos é vendida como carne de galinha, o que constitui um engano e crueldade. 
Na criação comercial dos perus, os animais são mantidos aos milhares num espaço pequeno e escuro.  Isto conduz frequentemente a agressões, problemas nas patas, stress, bicar de penas e a canibalismo.  Por causa da maneira intensiva de criação, não é incomum que na primeira semana de suas vidas, 40% dos perus morram!  O fim desta actividade é engordar tão rapidamente os perus como possível.  A política de produção está focada na velocidade rápida de crescimento.  Uma consequência radical desta selecção é o facto de ser impossível para estes animais copularem duma forma natural.  Os perus são demasiado pesados.  As peruas só podem ser fertilizadas por inseminação artificial.
Na Primavera os animais novos nascem nas gaiolas.  Após sete meses (quando os animais têm a sua pelagem de inverno) são mortas e esfoladas.  Durante as suas curtas vidas, os animais vivem em gaiolas que são demasiado pequenas.  Não podem correr, esconderem-se ou fugir.  Não têm nenhuma água para nadarem ou para pescarem.  Têm somente um bebedouro na sua gaiola.  As martas são predadores selvagens, e têm as mesmas tendências que as suas congéneres que vivem no estado natural.
Não é nenhuma surpresa que este tédio e frustração as enlouqueça.  Isto é demonstrado pelo comportamento  anormal que as martas desenvolvem.  Este comportamento consiste na repetição contínua de movimentos inúteis (pode ser comparado com o dos predadores que vivem em  maus jardins zoológicos, dão voltas continuamente para a frente e para trás).  Além disso, as martas mordem frequentemente na sua própria cauda ou pele.  Andam frequentemente em circulos ou giram constantemente com as suas cabeças em torno da torneira do bebedouro.
Os coelhos não são nada mais que materiais descartáveis.  Quando uma coelha já não pode ter sete criações por ano é posta de parte.  A percentagem da substituição é de cerca de 90%!  Além disso, anualmente aproximadamente 55% deles morrem por doenças.  Isto significa que há uma percentagem da substituição da coelha de 145%!  Há também uma taxa de morte elevada entre coelhos novos;  aproximadamente 15% das crias morrem antes serem afastados das suas mães.  Após isso, aproximadamente 10% delas morre.  Estas são figuras horríveis, causadas na maior parte pelo péssimo alojamento dos animais na criação intensiva do coelho. 
O transporte internacional de animais
Na nossa página de video são expostos todos os abusos durante os transportes internacionais, que duram dias.  Animais como os carneiros são transportados da Inglaterra para p. ex. a Grécia, onde são abatidos sem anestesia.  Os cavalos e os burros da Lituânia são abatidos na Itália.  Os porcos da Holanda são transportados também para países estrangeiros, p. ex. à Itália do Norte para lá serem abatidos - este único facto  fazendo que assim a sua carne retorne ao mercado holandês com a qualificação culinária de "Presunto de Parma".
Para impedir que vomitem nos camiões, os animais frequentemente não recebem nenhum alimento no dia antes ao qual são postos em transporte.
Os animais são forçados dos estábulos escuros ao camião, duma maneira muito rude.  Mesmo antes do princípio da viagem os animais já estão muito perturbados.  Na maior parte dos países  do Sul da Europa, os animais são abatidos sem anestesia ou sendo esta insuficiente.  Mas também nos matadouros na Holanda muitas galinhas sofrem esse destino. 
Também a matança ritual pelos Muçulmanos é feita frequentemente sem anestesia, o que faz que os animais sofram. 
 
A indústria pesqueira
Os golfinhos ficam presos frequentemente nas redes que têm um comprimento de algumas milhas, e não conseguem escapar à morte por afogamento lento.
Os mares são quase esvaziados e o que resta completamente perturbado .  Neste momento a quantidade total dos peixes na Terra é 50% do que costumava ser há algumas décadas.  O peixe  não é somente pescado;  é produzido também.  Alguns peixes, como os salmões, são criados em tanques flutuantes muito grandes;  esta maneira de produzir parece exactamente igual à criação em fábricas com todas suas desvantagens. 

Quando os pescadores usam redes de arrasto, não são sómente os peixes desejaveis que são pescados.  Mais do que 70% do pescado é atirado ao mar, porque os peixes são demasiado pequenos para a venda legal , ou porque a quota permitida foi alcançada, ou apenas porque o peixe não é interessante, comercialmente falando. 
Os peixes que são devolvidos ao mar já foram mortos frequentemente por esmagamento, sufocados, ou morreram doutra maneira.  Quem não está ainda chocado com o sofrimento dos peixes durante a pesca, pode referir-se à pesca adicional por exemplo de mamíferos como os golfinhos, que são pescados frequentemente na rede do atum.  As redes de arrastão destroem o fundo do mar, com a  consequência que o sistema ecológico fica completamente desiquilibrado, e perdido por muito tempo. 
http://www.animalfreedom.org/portuguese/informacao/abusos.html


publicado por Maluvfx às 03:28
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