Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sábado, 13 de Abril de 2013
Por isso é muito difícil recuperá-los para a ética.
Os animais juvenis são especialmente influenciados, " impregnados" pelas experiências que vivem nos primeiros tempos da sua vida.
Por exemplo e assim na confiança que podem desenvolver por outros seres, pessoas, etc. e hábitos que adquirem.

 Muitos dos aficionados são-no porque deste pequeninos têm que nadar na onda viciada da cruel tauromaquia dos seus sítios.
Por isso é muito difícil recuperá-los para a ética. Há que tentar recuperá-los com argumentos de bom senso e ciência, ou pô-los à margem para que se interroguem do porquê.

A melhor das estratégias seria a educação ou palestras sobre respeito pelos animais já nas escolas, influindo nos alunos com repercussão nos pais, professores, comunicação social e provocando reacções tipo tiros nos pés dos aficionados.
Por agora, ao que se assiste é à venda da "banha de cobra" cruel da tauromaquia em escolas autorizada por municípios, directores de escolas, "Ministério da Educação", principalmente nos municípios que se baptizam de "aficionados".

A indústria tauromáquica tem muitos apoios e bastante capacidade de corromper influentes. Com as garraiadas esperam e conseguem alimentar a praga tauromáquica

por Vasco Reis, médico veterinário


publicado por Maluvfx às 06:55
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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012
Festa Brava, o Aficionado, o Cavaleiro e o Touro
O Aficionado

Sentado, de pé, ou mesmo agarrado às grades, com as marcas das grades, do ferro destas a cravarem-se-lhe nas mãos, treme descontrolado, desordenadamente, chega a apetecer-lhe tirar a camisola, mas como é civilizado normalmente não o faz. Vai praguejando, contorce-se por dentro e a sua expressão facial, o seu sorriso retorcido, ostenta deformação, delírio, tal é a raiva, tal é a sede de prazer, a eminência em que julga estar de vir a sentir prazer, de se sentir grande, poderoso, dominador.

Quando o toureiro, a pé ou a cavalo, não importa, não lhe importa a ele, entra na arena para enfrentar o touro, ele sente-se personificado no toureiro. Imagina-se no lugar dele, na carne dele, a esventrar a carne do touro, a domina-lo, humilha-lo, e, quando o público, todo o público da arena, já em êxtase insistisse um bocadinho, a matá-lo num acto de coragem louvado, mesmo invejado por todos os outros. Aí imagina-se, vê-se a ele mesmo como invencível, só de imaginar a vida do touro a esvair-se, diante dos seus olhos os olhos do touro a perderem a vida, e ele o responsável supremo por isso.

Acontece que para supremo deleite do aficionado tais imagens a percorrerem-lhe a mente são apenas o princípio de algo maior, de algo real. Assim que o primeiro ferro é cravado com força, com determinação, com garra, nas costas do touro, o deleite do aficionado cresce infinitamente. Apenas porque, o que ele imaginou torna-se real, o touro a contorcer-se de dor no preciso momento em que o ferro lhe perfura a carne e o sangue esguicha, para a seguir tentar, em vão, ripostar contra o opressor, para tentar desesperado fugir dali, sem se ter apercebido que está cercado, fechado, fodido, que são 10 mil contra um, 10 mil a desejar-lhe dor, humilhação e morte. E diga-se, torna-se realidade ainda com mais brutalidade, com mais barulho, do que ele era capaz de antes imaginar, daí a sua histeria suprema. Chega a passar-lhe pela cabeça em tais momentos invadir a arena e espancar sozinho o touro a pontapé e cuspidelas, porque afinal, em tais momentos ele vê-se a si próprio como capaz de subjugar o mundo inteiro pela sua força, isto apesar da barriga proeminente e das hemorróidas.

Contudo em certas ocasiões mais raras, mais especiais, o melhor ainda vem depois quando, à sua frente, o touro é trespassado por uma espada, fina, comprida, letal, e depois de cuspir sangue, de se sentir desnorteado a sufocar no próprio sangue, e de tentar uns últimos passos a direito, cai no chão e se contorce desesperado, humilhado, ofendido, antes de por fim morrer ao som das palmas, do êxtase, mesmo de delírio. Nessas raras ocasiões o aficionado sente uma alegria tal, que chega a sentir-se a sair de si, lágrimas de emoção aparecem-lhe nos olhos entre gritos que bem podiam ser de urso e vivas ao toureiro, que afinal de contas, agora que pensava mais a sério nisso, com 2 ou 3 horas de treino bem podia ser ele.

O Cavaleiro

Claro que o Cavaleiro sente medo antes de entrar na arena, medo de falhar, medo até de ser colhido pelo brutamontes cruel que é o touro. Pelo que durante certas fracções de segundo chega mesmo a ponderar desistir, mas depois esbofeteia-se, mentalmente claro, a ele próprio, pergunta a si mesmo se é um homem ou é um rato, também mentalmente, claro, mas mesmo assim de forma cortês. Com base naquilo que considera serem a sua honra e coragem infinitas, chega a sentir um certa vergonha, que claro nunca confidencia a ninguém, por essa sua hesitação momentânea, e lá entra com ar pedante, orgulhoso, mesmo pré triunfal, na arena, contudo, pelo sim pelo não, as calças são castanhas.

Uma vez na arena há que lhe dar o devido mérito, ele é o único que ali está por vontade, para o touro e para o seu amado cavalo, comida, vacas/ éguas q.b. e descanso, estaria ok.

Enquanto investe em direcção ao touro um nervoso miudinho que chega mesmo a concretizar-se em calafrios, acompanha-o, trata-se da eminência da glória, ou da chacota. Sabe que não pode falhar, sobretudo, e é isso que lhe chega a causar os calafrios porque seria para ele insuportável a chacota, ou mesmo apenas a ausência de aplausos que viria das bancadas, mas o que ainda resta nele de racional, talvez de humano, diz-lhe que pode falhar, e isso é para ele extremamente doloroso. Há medida que o confronto se aproxima irremediavelmente tal nervoso, tal medo torna-se insuportável, tão insuportável que desaparece momentaneamente, e no instante decisivo tudo se apaga do seu cérebro que luta apenas por manter vivo o seu estúpido corpo. Nesse instante existe apenas na sua mente a bandarilha e o dorso da besta, a glória ou a chacota, o sangue, a agonia, as contorções, a humilhação, virão depois. A isso o cavaleiro apelida, com toda a sinceridade que a sua alma pode abarcar, de uma infinita coragem.

Tal como para o aficionado também para o Cavaleiro o momento de matar o touro no meio de uma arena repleta, talvez devesse aqui chamá-lo de Rejoneador mas não vou entrar agora em tais mariquices, é especialmente marcante, de um deleite que toca, transcendente mesmo. Avança a galope em direcção à besta impiedosa sentindo até uma certa raiva, cortês pois claro, em relação à mesma, que a bravura sem razão, sem raiva ao menos, é apenas estupidez. Piedade? Isso é para os fracos e cobardolas, ele despreza essa gente, cuspir-lhes-ia em cima se tivesse hipótese e se tal não afectasse o seu lado mais cortês, diga-se, quase de um galanteador. Até que, encarando-o senão nos olhos, ao menos nos cornos, cortados pois claro mas que mesmo assim aleijam, lhe crava entre a junção dos ossos do pescoço os 90 centímetros da sua delicada lança da morte. Os aficionados deliram, contorcem-se, gritam, embora com um toquezinho de inveja, o seu nome, ele delira um pouco mais que todos eles, afinal, é ele que está a ser ovacionado enquanto a meio metro de si o touro, 500 kg de carne acaba de se esvair em sangue pela boca, desespera por se manter em pé, por se manter vivo, mas cai, inevitavelmente, morto. E ele sabe que foi o responsável supremo desse tombo, dessa arte suprema que é a morte na arena, por isso mais do que se sentir, bravo, corajoso, valente, enfim, um verdadeiro herói, e disso ele nunca duvidou, sente-se, ao menos por breves momentos, imortal, vergou a natureza, vergaria o mundo.

Repara apenas no final ao passar a mão pela cara que fez um pequeno golpe pouco acima do maxilar, suficiente para muito pouco, mas ainda assim o bastante por lhe atestar a cara e agora a mão direita de sangue, o público em júbilo aplaude ainda mais, que afinal todo o verdadeiro herói também sofre, ao menos um bocadinho. Depois das últimas vénias e antes de abandonar a arena olha uma última vez para o touro, inerte, a ser arrastado pelos cavalos, quase que chega a sentir uma ponta de misericórdia pelo animal, mas diga-se em favor do nosso herói que a sua infinita bravura não permite que tal sentimento chegue a vias de facto, e assim segue para mais uma serena noite de sono, que amanhã o Sol brilhará de novo.


O Touro

Não percebe onde está, só sabe que está escuro, completamente escuro na sala onde o fecharam, o tempo passa, passa muito tempo mesmo, ele não imagina quanto, ele é burro e não tem a noção do tempo como nós, apenas quer fugir dali, quer desesperadamente fugir dali, mas não consegue, ele é burro e não sabe abrir uma fechadura como nós. Começa a entrar em desespero, mija-se e caga-se de medo, começa a sentir muita fome, apesar de a sua memória não ser tão prodigiosa como a nossa, sente uma tremenda vontade de voltar a ver luz, de pastar alguma coisa, então se tudo isso fosse com uma vaca por perto, aí beleza.

Acabam por o tirar de lá, profundamente confuso pouca resistência oferece a que o atem todo com cordas grossas, mas atam-no com muita força, com tanta força que sente as própria patas a ceder, não percebe nada do que se passa, do que querem dele, mas ao menos está vivo, e ainda se sente capaz de fugir dali para nunca mais lá voltar. De um momento para o outro aproxima-se dele com uma serra, ele não percebe o que aquilo é e para que serve, mas o seu instinto diz-lhe que ele deve ter medo, e ele obedece, mija-se mais uma vez enquanto se contorce de dor para se tentar em vão libertar daquelas estúpidas amarras. Começam a serrar-lhe os cornos, a dor imensa, agonizante, apenas é superada pelo meio, e pelo pasmo, porque lhe estão a fazer aquilo? Os cornos são dele, ele precisa deles. Tenta marrar com eles, com o que resta deles, marrar nos 4 homens que lhos estão a cortar, implora na muda linguagem dele que parem, mas não consegue nada.

Já no meio da arena continua sem perceber nada, ou melhor, percebe ainda menos, milhares de criaturas em toda a volta a emitir sons esquisitos com a boca e com as mãos, corre desajeitado em volta de toda a arena numa busca desesperada por uma saída. Chega a, em desespero, bater com o que lhe resta dos cornos nas delimitações da arena, não encontra saída, fica ainda mais aflito, magoaram-no, prenderam-no, cortaram-lhe os cornos, mas pronto, desde que agora o deixem fugir dali para sempre por ele fica tudo bem, amigos como dantes.  Ele é o escolhido, o centro das atenções, o verdadeiro rei da festa, mas ele sentia-se tão bem enquanto touro anónimo.

Criaturas como as que estão do lado de fora, como as que lhe cortaram os cornos, entram também na arena e dirigem-se para ele ora a pé ora a galope, começam por emitir uns sons que ele não entende, são criaturas mais pequenas que ele mas ele tem medo delas, convenhamos que ele nunca se gabou da sua bravura. Mesmo assim corre atrás delas com o que lhe resta dos cornos, não sabe exactamente porquê mas certo é que dali não consegue fugir, o seu instinto, que naquele momento apenas deseja continuar a viver, incita-o a tal, como se tivesse que os derrubar para ter alguma hipótese de fuga. Mas falha, falha totalmente, são eles quem lhe espetam umas coisas floridas e finas nas costas, o que lhe dó imensamente, em tais momentos ele contorce-se antes de tentar ripostar com uma nova marrada desajeitada. Com tudo nesses momentos de imensa agonia para ele é quando as criaturas do lado de fora emitem ainda mais ruído, um ruído tão alto que o apavora ainda mais. Ele é burro como já foi dito pelo que não entende por que o fazem.

Já estava exausto, há muito que teria gasto lágrimas e súplicas se as tivesse para usar, mas ao menos ainda estava vivo, e isso para ele era tudo o que importava, quando uma nova criatura que por qualquer razão que o seu intelecto limitado não entendia o assustava ainda mais que aos outas , entrou pedante e orgulhosa na arena. Tal criatura baralhou-o, cansou-o, fê-lo desesperar ao limite, com movimentos que só ele, estúpida besta, não percebia serem extremamente graciosos. O seu instinto dizia-lhe para acertar ao menos uma vez com os seus cornos mutilados para lhe mostrar que se devia ir embora, que ele se ia defender até ao fim e que era perigoso, mas ele simplesmente não consegui-a, falhava sempre, estava demasiado exausto.  

O touro estava já de cabeça vergada, tal era o cansaço e a dor, quanto ao medo que, pode levar um humano a desistir mas nunca o animal, era tão extremo que o fazia tremer sem já sequer lutar para ao menos encarar nos olhos a criatura que o oprimia. Tudo isso poupou trabalho ao matador que assim apenas teve que, com toda a classe e graciosidade, espetar a espada mesmo abaixo do pescoço do touro, trespassando-o.

Nesse último momento, antes do seu suspiro final, animem-se agora, aficionados, cavaleiros, toureiros, rejoneadores, e ademais figurantes, todos vocês venceram. Porque nesse momento, com as costas desfeitas por arpões que lhe rasgaram a carne, ainda a tremer de dor, medo, desespero, enquanto se esvaia em soluços de sangue pela própria boca, o touro, que apesar de burro daria tudo para aproveitar até à ultima gota este milagre que é a vida, desistiu e desejou que aqueles últimos segundos fossem breves. Apenas triste, triste com a puta da sorte que lhe calhou na rifa.

Fonte: parecejunho.blogspot.pt


publicado por Maluvfx às 06:26
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Terça-feira, 11 de Setembro de 2012
(des)Argumentos: Touradas IV
DEFENSORES DOS ANIMAIS: A tourada é um ato bárbaro indigno de pessoas civilizadas que desrespeitam os mais elementares direitos de todos os seres vivos da Terra: viver sem sofrimento.

AFICIONADOS: A tourada é um nobre espetáculo em que um ser humano enfrenta um animal selvagem, com técnica, coragem, elegência, num ritual com milénios.

ARGUMENTOS EM DEFESA DAS TOURADAS
1 - Se não houvessem touradas e os seus adeptos, os touros bravos já estavam extintos.
2 - Quem não gosta ou não concorda, tem a opção de não ver. Pois, quem gosta não tem o direito de ver?
3 - As touradas são uma tradição antiga e por isso deve ser defendidas e perpetuadas.
4 - Está cientificamente que os touros não sofrem durante as touradas.
5 - O que se exige nua tourada de um touro é apenas que seja fiel à natureza com que nasceu.
6 - Se quem gosta respeita, ou devia respeitar quem não gosta, quem não gosta deve respeitar quem não gosta.
7 - A arte de tourear é uma arte bonita.
8 - As touradas enaltecem a nobreza do touro.

in PENSAR AZUL, Alves, F; Arêdes J.; Carvalho J.


publicado por Maluvfx às 06:46
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2012
Eis um "case study"!
Note-se o que acontece quando se troca cultura por tortura:



Vale a pena ouvir esta curta entrevista do valente cavaleiro que investiu contra cidadãos pacíficos, para avaliar o que vai na cabeça destas pessoas:
"Eu penso que é uma tradição secular, temos de mantê-la, há várias,… nós… eu penso que é um pouco o intuito do povo português perder aquilo que é nosso… imitarmos os outros, e enquanto que devia ser ao contrário… e eu creio que… não podemos deixar nós, eu e outras pessoas como eu, que estão directamente ligadas à festa, que isso aconteça.
Mas por vezes as pessoas argumentam que os touros sofrem… quer dizer… não sei se os touros sofrem,… o que é um facto é que os touros começam a ser lidados e nós cravámos dois, três ferros compridos e os touros investem sempre sobre o castigo.

Portanto, se um touro… se nós dermos um pontapé a um cão, o cão a seguir vai fugir e não vai voltar a levar outro, não é? Portanto, está provado, que o castigo que os touros sofrem, não… quer dizer, sofrem… ou que os touros estão sujeitos, não os faz sofrer, assim tanto como as pessoas pensam apesar de ver o sangue a correr… eu creio que é isto… que é que eu posso acrescentar mais?

Eu acho, na minha opinião isto acaba por ser o essencial…"

Cavaleiro Marcelo Mendes(*)


Brilhante!
(*)
Tauricida!
Torcionário!
Lixo humano com alta toxicidade mental, amorfo, contaminador social!!!


"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa
daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que
observam e deixam o mal acontecer."

Albert Einstein


publicado por Maluvfx às 08:12
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Sábado, 1 de Setembro de 2012
E ninguém gosta mais dos touros que os aficonados.. olha se não gostassem!
 O Estoque: Um instrumento de tortura proibido nas touradas à portuguesa, mas que se pode utilizar e se utiliza, tal como aconteceu hoje, em Barrancos - Portugal (?) 

O estoque/espada é um instrumento que incorpora uma lâmina pontiaguda de 80 cm. A sua função é cortar a veia cava caudal e a aorta posterior, localizadas na cavidade torácica, mas, de acordo com um estudo realizado em Espanha, ela não é devidamente cumprida em cerca de 80% das ocorrências.

Na maior parte dos casos, o que sucede é serem danificados nervos que comprometem o sistema músculo-esquelético da caixa torácica, o que, associado a grandes lesões do pulmão, provoca uma dramática dificuldade respiratória. Nestes casos, o sangue passa do pulmão para os brônquios e partir daí chega à traqueia e sai pela boca e pelo nariz.

Acontece ainda, com alguma frequência, a espada tocar a parte externa dos pulmões e o bovino engolir o seu próprio sangue; e chega a acontecer a lâmina entrar no fígado e/ou no estômago do animal!

A estocada que esta foto documenta foi efectuada há uns anos por um aprendiz de matador, em Barrancos, e não foi bem sucedida. A vítima acabou por ser abatida, sob aplausos, com uma dezena de punhaladas na cabeça, por via da “puntilla” - um outro instrumento de tortura.

Fonte:  Marinhenses Anti-touradas


publicado por Maluvfx às 14:05
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Domingo, 19 de Agosto de 2012
Homenagem com tortura!
Paulo Futre ganhaste dinheiro com esta homenagem, eles pagaram-te para tu lá ires, e tu lá foste...ganhaste dinheiro, mas também perdest um seguidor no facebook, vale o que vale, eu nem dou dinheiro!
E agora digo, Paulo Futre peseteiro, trocaste a dignidade humana, o avanço civilizacional, pelo tem bem pessoal, desejo que te transformes em humano rapidamente...mas não te iludas... segundo a teoria de Darwin os ratos não evoluem para humanos!
por Pedro Freitas


publicado por Maluvfx às 20:48
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2012
“Tourear É Reduzir um Touro a Nada!"
“Tourear é dar lide a um toiro, é dar-lhe toureio, é dominá-lo, impor-lhe a nossa vontade, dar cabo dele, reduzi-lo a nada. O verdadeiro toureio, por conseguinte, é aquele em que o toureiro toureia o toiro. Toureá-lo não é enfeitá-lo, repito: é dominá-lo, vencê-lo.”
D. Bernardo da Costa (Mesquitella)

Este é o animal que eles querem reduzir a nada! 
Tourear é reduzir um touro a nada! Com estas palavras escritas por um aficionado, não precisamos de argumentos para abolir a tauromaquia.
Prótouro
 Pelos touros em liberdade 


publicado por Maluvfx às 09:39
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