Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Domingo, 4 de Julho de 2010
Ecologia, Direitos dos Animais, Consumo de Carne e Fome no Mundo - Debate publico com Dr. Fernando Nobre
PPA - Almada on Vimeo.
A revista Cultura ENTRE Culturas agradece ao Dr. Fernando Nobre por ter aceite o convite para debater e expor publicamente as suas posições, enquanto candidato à Presidência da Republica, sobre questões de crucial importância no momento actual como é o caso da ecologia, dos direitos dos animais, do consumo de carne e da fome no mundo.

Este debate publico teve lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 24 de Junho de 2010, e foi moderado pelo Prof. Dr. Paulo Borges.

Foi uma iniciativa da revista Cultura ENTRE Culturas e teve o apoio do Partido Pelos Animais e do Movimento Outro Portugal.

Links relacionados
:
Cultura ENTRE Culturas - arevistaentre.blogspot.com/
PPA - partidopelosanimais.com/partido-pelos-animais/108-debate-publico-com-o-dr-fernando-nobre.html
Movimento Outro Portugal - umoutroportugal.blogspot.com/
Dr. Fernando Nobre - fernandonobre.blogs.sapo.pt/ :: fernandonobre.org/
Documentário Meat The Truth - meatthetruth.nl/index.html


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Ecologia, Direitos dos Animais, Consumo de Carne e Fome no Mundo - Debate publico com Dr. Fernando Nobre
PPA - Almada on Vimeo.
A revista Cultura ENTRE Culturas agradece ao Dr. Fernando Nobre por ter aceite o convite para debater e expor publicamente as suas posições, enquanto candidato à Presidência da Republica, sobre questões de crucial importância no momento actual como é o caso da ecologia, dos direitos dos animais, do consumo de carne e da fome no mundo.

Este debate publico teve lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 24 de Junho de 2010, e foi moderado pelo Prof. Dr. Paulo Borges.

Foi uma iniciativa da revista Cultura ENTRE Culturas e teve o apoio do Partido Pelos Animais e do Movimento Outro Portugal.

Links relacionados
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Cultura ENTRE Culturas - arevistaentre.blogspot.com/
PPA - partidopelosanimais.com/partido-pelos-animais/108-debate-publico-com-o-dr-fernando-nobre.html
Movimento Outro Portugal - umoutroportugal.blogspot.com/
Dr. Fernando Nobre - fernandonobre.blogs.sapo.pt/ :: fernandonobre.org/
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Quinta-feira, 1 de Julho de 2010
Ecologia, Direitos dos Animais, Consumo de Carne e Fome no Mundo - Debate publico com Dr. Fernando Nobre
PPA - Almada on Vimeo.
A revista Cultura ENTRE Culturas agradece ao Dr. Fernando Nobre por ter aceite o convite para debater e expor publicamente as suas posições, enquanto candidato à Presidência da Republica, sobre questões de crucial importância no momento actual como é o caso da ecologia, dos direitos dos animais, do consumo de carne e da fome no mundo.

Este debate publico teve lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 24 de Junho de 2010, e foi moderado pelo Prof. Dr. Paulo Borges.

Foi uma iniciativa da revista Cultura ENTRE Culturas e teve o apoio do Partido Pelos Animais e do Movimento Outro Portugal.

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Cultura ENTRE Culturas - arevistaentre.blogspot.com/
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Movimento Outro Portugal - umoutroportugal.blogspot.com/
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Domingo, 20 de Junho de 2010
Ambiente e Vegetarianismo de mãos dadas
Ambiente e Vegetarianismo de mãos dadas
É cada vez mais importante ajudar o ambiente e se concentrar em questões ambientais, de forma a assegurar um bom e saudável futuro para as próximas gerações. Poupar energia & água, adoptar fontes de energia naturais, reciclar, são todos comportamentos que se deve adoptar. Contudo, também pela alimentação passa essa ajuda para o planeta se tornar mais saudável. Como? Comendo menos carne vermelha, comer mais vegetais.

Como o consumo carne vermelha é prejudicial:

  • Estudos indicam que as carnes dos animais ruminantes como os porcos e vacas libertam uma grande quantidade de gás metano (gás do efeito estufa) no meio ambiente devido à flatulência da digestão da celulose.
  • Milhares de florestas são deitadas abaixo para dar lugar a pastagens.
  • Para produzir quilos de carne vermelha são necessários 20 a 45 litros de água (alimentar, lavar, limpar, etc.) enquanto que carne branca precisa apenas de 10 litros .


O vegetarianismo é visto como a melhor alternativa que se pode adoptar: é um estilo de vida, levado a cabo por variados motivos, de índole económica, de saúde, ética, religiosa e ambiental. São vários os tipos de vegetarianos. Saiba mais aqui.
Na Internet, existem muitos vídeos que podem ajudar a compreender melhor sobre o que é ser vegetariano. (1) (2)

Se não quer seguir um estilo de vida vegetariano ou vegan (apenas e exclusivamente vegetais), é aconselhável moderar o consumo das carnes.
Dica: Se comer uma vez por semana comida vegetariana, já está a contribuir para um planeta mais saudável, e para a sua própria saúde.
(1)
(2)

Dossiers - Meio Ambiente 


publicado por Maluvfx às 00:34
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Domingo, 6 de Junho de 2010
Livro de crônicas ambientais aborda questão animal
Por Carol Keppler (da Redação)
Imagem: Divulgação
Textos doces, divertidos e ricamente ilustrados compõem “Meio Ambiente por Inteiro”, livro lançado na última terça-feira, 01, no salão da Fundec, em Sorocaba, de autoria do professor e ambientalista Gabriel Bitencourt.
As crônicas apresentadas em sua coluna semanal na rádio Jovem Pan de Sorocaba transformaram-se em deliciosos textos que concretizam a ideologia do autor. Impresso em papel reciclado, está sendo vendido a um valor acessível a todos os bolsos (R$5,00) e pronto para servir como material de reflexão a educadores e demais formadores de opinião.
Em breve discurso, o também colunista da ANDA revelou ao público outra forma de por em prática seus ideais: toda a renda obtida com a venda do livro será doada ao Projeto Mucky, ONG que trata de pequenos primatas vítimas do tráfico e outras formas de maus-tratos e sobre a qual dedicou um de seus textos.
Foto: Vippe
Além deste, outros textos tratam da questão animal, causa pela qual Gabriel vem trabalhando intensamente nos últimos anos com grandes conquistas e realizações.
O público presente aprovou o material e apoiou a causa – na noite, a venda de livros alcançou R$500,00 já levados por Lívia Maria Botar, fundadora do projeto, para alimentar alguns dos macaquinhos.
O pequeno livro carrega a grande relevância de apontar responsabilidades e provocar reflexões sobre o que pode e deve ser feito em relação aos problemas socioambientais e, principalmente, por nossos amigos animais.
Fonte: ANDA 


publicado por Maluvfx às 23:23
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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010
ONU recomenda dieta vegana para combater mudanças climáticas
Fazenda em Mato Grosso

Uma mudança global para uma dieta vegana é vital para salvar o mundo da fome, pobreza de combustíveis e os piores impactos da mudança climática, diz um novo relatório da ONU. A previsão é de que a populção mundial chegue a 9.1 bilhões de pessoas em 2050 e o apeite por carne e laticínios é insustentável, diz o relatório do programa ambiental da ONU (UNEP).



A agricultura, particularmente produtos de carne e laticínios, é responsável pelo consumo de cerca de 70% da água doce do mundo, 38% do uso de terra e 19% das emissões de gases estufa, diz o relatório que foi lançado para coincidir com o dia do meio ambiente no próximo sábado (05 de junho).

Diz o relatório: “Espera-se que os impactos da agricultura cresçam sustancialmente devido ao crescimento da população e o crescimento do consumo de produtos animais. Ao contrário dos combustíveis fósseis, é difícil producar alternativas: as pessoas têm que comer. Uma redução substancial de impactos somente seria possível com uma mudança de dieta, eliminando produtos animais.”

O painel de especialistas categorizou produtos, recursos e atividades econômicas e de transporte de acordo com seus impactos ambientais. A agricultura se equiparou com o consumo de combustível fóssil porque ambos crescem rapidamente com o mais crescimento econômico, eles disseram.

Professor Edgar Hertwich, o principal autor do relatório, disse: “Produtos animais causam mais dano que produzir minerais de construção como areia e cimento, plásticos e metais. Biomassa e plantações para animais causam tanto dano quanto queimar combustíveis fóssil.”

Ernst von Weizsaecker, um dos cientistas que lideraram o painel, disse: “Crescente afluência está levando a um maior consumo de carne e laticínios – os rebanhos agora consomem boa parte das colheitas do mundo e, por inferência, uma grande quantidade de água doce, fertilizantes e pesticidas.”

Fonte: Guardian
via Lobo Repórter


publicado por Maluvfx às 20:13
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Sábado, 22 de Maio de 2010
Dia Internacional da Biodiversidade
Biodiversidade

A biodiversidade engloba a variedade de genes, espécies e ecossistemas que constituem a vida no planeta. Assiste-se a uma perda constante deste conjunto, com extinções e destruições com profundas consequências para o mundo natural e o bem-estar humano. 

As principais causas são as alterações nos habitats naturais, resultantes dos sistemas intensivos de produção agrícola, da construção, da exploração de pedreiras, da sobrexploração das florestas, oceanos, rios, lagos e solos, da introdução de espécies alóctones invasivas, da poluição e, cada vez mais, das alterações climáticas globais. Vários estudos recentes da AEA mostram que se não forem envidados mais esforços políticos significativos, é improvável que esse objectivo seja atingido.






Alterações Climáticas e Perda de Biodiversidade: Portugal Será um dos Países da Europa mais Afectados
A Terra está a perder biodiversidade a uma taxa sem precedentes. No Dia Internacional da Biodiversidade, 22 de Maio, as alterações climáticas voltam a constituir a preocupação central assumindo-se como uma das maiores ameaças à diversidade de vida no Planeta, juntamente com a destruição de habitats, poluição e proliferação de espécies invasoras.
A Terra está a perder biodiversidade a uma taxa sem precedentes. No Dia Internacional da Biodiversidade, 22 de Maio, as alterações climáticas voltam a constituir a preocupação central assumindo-se como uma das maiores ameaças à diversidade de vida no Planeta, juntamente com a destruição de habitats, poluição e proliferação de espécies invasoras.

Península Ibérica: zonas húmidas e anfíbios entre os mais afectados
Na Europa, a subida do nível do mar poderá ser até 50 % mais acentuada do que a média global. Cerca de 20% das zonas húmidas podem correr o risco de desaparecer até 2080, arrastando as espécies animais e vegetais que delas dependem. Os ecossistemas mediterrânicos, incluindo os de Portugal, estão entre os mais vulneráveis a uma subida de 2 a 5º C, sob um efeito combinado da seca e dos fogos florestais.
No Sul da Europa, o potencial hidroeléctrico diminuirá entre 20 a 50 % até 2070, o que é particularmente alarmante no caso de Portugal, se pensarmos que o Governo tenciona construir mais barragens.
A isto somam-se mudanças drásticas na distribuição das espécies animais. Os anfíbios na Península Ibérica serão especialmente afectados e condenados a viver em áreas cada vez mais limitadas, tal como os répteis, que dependem de charcos e pântanos para a sua reprodução. Quanto às florestas já estão a sofrer dos Verões excessivamente quentes e consecutivos incêndios florestais, aos quais se irá juntar a problemática da escassez de água.

Que resposta para estes problemas?
Dada a dimensão e inter-relações do problema das alterações climáticas, é necessária uma forte vontade e determinação colectiva aos vários níveis; global, nacional e local. Concretamente é importante preservar a biodiversidade especialmente sensível às alterações climáticas, criar refúgios e preservar habitats que permitam uma adaptação de longo termo (ex: vales fechados onde algumas espécies possam migrar em altitude), estabelecer redes de áreas protegidas terrestres, aquáticas e marinhas que tenham em linha de conta as alterações climáticas previstas, reforçar a investigação sobre as ligações alterações climáticas-biodiversidade, e integrar plenamente a biodiversidade nos planos de mitigação e adaptação que cada país deve criar.

Portugal – um caminho estruturante na Conservação da Natureza é preciso
A nível europeu e mesmo nacional algumas iniciativas voluntárias estão em curso, mas é necessário actualizar as Directivas já existentes. Portugal é reconhecido como um dos países da Europa com maior riqueza ao nível da biodiversidade. Porém, nos últimos anos temos vindo a constatar um desinvestimento na Conservação da Natureza levando a graves problemas na gestão das áreas protegidas e na preservação dos habitats. As alterações climáticas, que se fazem sentir cada vez mais, associadas à ausência de medidas adequadas de gestão de espécies e habitats e ao desregrado ordenamento do território, poderão fazer com que Portugal perca parte substancial da sua riqueza biológica.

Os serviços prestados pela Biodiversidade
A diversidade biológica é a base da vida na Terra e um dos pilares do desenvolvimento sustentável. A riqueza e variedade da vida tornam possível o “fornecimento de serviços” dos quais dependemos: água potável, alimento, abrigo, medicamentos e vestuário. Os ambientes ricos em biodiversidade são mais resistentes quando atingidos por uma calamidade natural. Tudo isto é de particular importância para os cidadãos mais pobres do mundo, pelo que sem a conservação e uso sustentável da biodiversidade não será possível atingir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. A avaliação dos ecossistemas do mundo e seus serviços feita num estudo à escala mundial permitiu a identificação das alterações climáticas como a maior causa da perda de biodiversidade do nosso planeta, em conjunto com a alteração do padrão de uso dos solos.

A nova grande ameaça à Biodiversidade. Uns conseguirão adaptar-se...
As alterações climáticas já estão a forçar a biodiversidade a adaptar-se, seja através de mudanças de habitat, alterações nos ciclos de vida, ou o desenvolvimento de novas características físicas. Os impactes já observados incluem por exemplo o branqueamento de corais causados pelo aumento de temperaturas do mar, que está a causar a morte de recifes de coral da Austrália às Caraíbas. As aves são bons indicadores das alterações climáticas: algumas espécies já adiantaram a sua época de nidificação, outras movem-se, desaparecendo totalmente das áreas originais. As populações de urso polar estão a ficar em risco à medida que o alimento se torna cada vez mais difícil de caçar. Outras espécies enfrentam desafios mais singulares: o sexo das tartarugas marinhas por exemplo, depende da temperatura, sendo que as temperaturas mais quentes fazem aumentar o número de fêmeas em detrimento dos machos.

Outros não... 1 milhão de espécies sob risco de extinção
Porém nem todas as espécies conseguem adaptar-se e nesse caso enfrentam a extinção. As previsões apontam que até cerca de 1 milhão de espécies ficará extinta como resultado das alterações climáticas. Os recentemente extintos Sapo-dourado e a Rã-parteira-gástrica - descoberta em 1972 na Austrália - já foram identificados como as primeiras vítimas das alterações climáticas. Várias espécies de montanha vêem também ameaçada a sua sobrevivência, o que poderá conduzir à extinção de espécies endémicas. Um estudo feito com 1.350 espécies de plantas de montanhas europeias prevê que a taxa de extinção possa atingir os 60%.

A Biodiversidade também é necessária no combate às alterações climáticas
A ligação entre a biodiversidade e as alterações climáticas funcionam em ambos sentidos: a biodiversitdade é ameaçada pelas alterações climáticas induzidas pelo Homem, mas os recursos da biodiversidade podem reduzir os impactes sobre as pessoas e produção agrícola; a conservação dos habitats pode reduzir a quantidade de CO2 libertado na atmosfera. Estima-se que a desflorestação actual seja responsável por 20% das emissões de CO2. Conservar certas espécies como mangais e culturas agrícolas resistentes à seca pode reduzir impactes desastrosos, tais como as inundações e a fome. Aumentando a resistência dos ecosssitemas podemos melhorar a sua capacidade para nos fornecerem serviços vitais sob a pressão das alterações climáticas. 


Ano Internacional da Biodiversidade


publicado por Maluvfx às 06:03
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Dia Internacional da Biodiversidade
Biodiversidade

A biodiversidade engloba a variedade de genes, espécies e ecossistemas que constituem a vida no planeta. Assiste-se a uma perda constante deste conjunto, com extinções e destruições com profundas consequências para o mundo natural e o bem-estar humano. 

As principais causas são as alterações nos habitats naturais, resultantes dos sistemas intensivos de produção agrícola, da construção, da exploração de pedreiras, da sobrexploração das florestas, oceanos, rios, lagos e solos, da introdução de espécies alóctones invasivas, da poluição e, cada vez mais, das alterações climáticas globais. Vários estudos recentes da AEA mostram que se não forem envidados mais esforços políticos significativos, é improvável que esse objectivo seja atingido.






Alterações Climáticas e Perda de Biodiversidade: Portugal Será um dos Países da Europa mais Afectados
A Terra está a perder biodiversidade a uma taxa sem precedentes. No Dia Internacional da Biodiversidade, 22 de Maio, as alterações climáticas voltam a constituir a preocupação central assumindo-se como uma das maiores ameaças à diversidade de vida no Planeta, juntamente com a destruição de habitats, poluição e proliferação de espécies invasoras.
A Terra está a perder biodiversidade a uma taxa sem precedentes. No Dia Internacional da Biodiversidade, 22 de Maio, as alterações climáticas voltam a constituir a preocupação central assumindo-se como uma das maiores ameaças à diversidade de vida no Planeta, juntamente com a destruição de habitats, poluição e proliferação de espécies invasoras.

Península Ibérica: zonas húmidas e anfíbios entre os mais afectados
Na Europa, a subida do nível do mar poderá ser até 50 % mais acentuada do que a média global. Cerca de 20% das zonas húmidas podem correr o risco de desaparecer até 2080, arrastando as espécies animais e vegetais que delas dependem. Os ecossistemas mediterrânicos, incluindo os de Portugal, estão entre os mais vulneráveis a uma subida de 2 a 5º C, sob um efeito combinado da seca e dos fogos florestais.
No Sul da Europa, o potencial hidroeléctrico diminuirá entre 20 a 50 % até 2070, o que é particularmente alarmante no caso de Portugal, se pensarmos que o Governo tenciona construir mais barragens.
A isto somam-se mudanças drásticas na distribuição das espécies animais. Os anfíbios na Península Ibérica serão especialmente afectados e condenados a viver em áreas cada vez mais limitadas, tal como os répteis, que dependem de charcos e pântanos para a sua reprodução. Quanto às florestas já estão a sofrer dos Verões excessivamente quentes e consecutivos incêndios florestais, aos quais se irá juntar a problemática da escassez de água.

Que resposta para estes problemas?
Dada a dimensão e inter-relações do problema das alterações climáticas, é necessária uma forte vontade e determinação colectiva aos vários níveis; global, nacional e local. Concretamente é importante preservar a biodiversidade especialmente sensível às alterações climáticas, criar refúgios e preservar habitats que permitam uma adaptação de longo termo (ex: vales fechados onde algumas espécies possam migrar em altitude), estabelecer redes de áreas protegidas terrestres, aquáticas e marinhas que tenham em linha de conta as alterações climáticas previstas, reforçar a investigação sobre as ligações alterações climáticas-biodiversidade, e integrar plenamente a biodiversidade nos planos de mitigação e adaptação que cada país deve criar.

Portugal – um caminho estruturante na Conservação da Natureza é preciso
A nível europeu e mesmo nacional algumas iniciativas voluntárias estão em curso, mas é necessário actualizar as Directivas já existentes. Portugal é reconhecido como um dos países da Europa com maior riqueza ao nível da biodiversidade. Porém, nos últimos anos temos vindo a constatar um desinvestimento na Conservação da Natureza levando a graves problemas na gestão das áreas protegidas e na preservação dos habitats. As alterações climáticas, que se fazem sentir cada vez mais, associadas à ausência de medidas adequadas de gestão de espécies e habitats e ao desregrado ordenamento do território, poderão fazer com que Portugal perca parte substancial da sua riqueza biológica.

Os serviços prestados pela Biodiversidade
A diversidade biológica é a base da vida na Terra e um dos pilares do desenvolvimento sustentável. A riqueza e variedade da vida tornam possível o “fornecimento de serviços” dos quais dependemos: água potável, alimento, abrigo, medicamentos e vestuário. Os ambientes ricos em biodiversidade são mais resistentes quando atingidos por uma calamidade natural. Tudo isto é de particular importância para os cidadãos mais pobres do mundo, pelo que sem a conservação e uso sustentável da biodiversidade não será possível atingir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. A avaliação dos ecossistemas do mundo e seus serviços feita num estudo à escala mundial permitiu a identificação das alterações climáticas como a maior causa da perda de biodiversidade do nosso planeta, em conjunto com a alteração do padrão de uso dos solos.

A nova grande ameaça à Biodiversidade. Uns conseguirão adaptar-se...
As alterações climáticas já estão a forçar a biodiversidade a adaptar-se, seja através de mudanças de habitat, alterações nos ciclos de vida, ou o desenvolvimento de novas características físicas. Os impactes já observados incluem por exemplo o branqueamento de corais causados pelo aumento de temperaturas do mar, que está a causar a morte de recifes de coral da Austrália às Caraíbas. As aves são bons indicadores das alterações climáticas: algumas espécies já adiantaram a sua época de nidificação, outras movem-se, desaparecendo totalmente das áreas originais. As populações de urso polar estão a ficar em risco à medida que o alimento se torna cada vez mais difícil de caçar. Outras espécies enfrentam desafios mais singulares: o sexo das tartarugas marinhas por exemplo, depende da temperatura, sendo que as temperaturas mais quentes fazem aumentar o número de fêmeas em detrimento dos machos.

Outros não... 1 milhão de espécies sob risco de extinção
Porém nem todas as espécies conseguem adaptar-se e nesse caso enfrentam a extinção. As previsões apontam que até cerca de 1 milhão de espécies ficará extinta como resultado das alterações climáticas. Os recentemente extintos Sapo-dourado e a Rã-parteira-gástrica - descoberta em 1972 na Austrália - já foram identificados como as primeiras vítimas das alterações climáticas. Várias espécies de montanha vêem também ameaçada a sua sobrevivência, o que poderá conduzir à extinção de espécies endémicas. Um estudo feito com 1.350 espécies de plantas de montanhas europeias prevê que a taxa de extinção possa atingir os 60%.

A Biodiversidade também é necessária no combate às alterações climáticas
A ligação entre a biodiversidade e as alterações climáticas funcionam em ambos sentidos: a biodiversitdade é ameaçada pelas alterações climáticas induzidas pelo Homem, mas os recursos da biodiversidade podem reduzir os impactes sobre as pessoas e produção agrícola; a conservação dos habitats pode reduzir a quantidade de CO2 libertado na atmosfera. Estima-se que a desflorestação actual seja responsável por 20% das emissões de CO2. Conservar certas espécies como mangais e culturas agrícolas resistentes à seca pode reduzir impactes desastrosos, tais como as inundações e a fome. Aumentando a resistência dos ecosssitemas podemos melhorar a sua capacidade para nos fornecerem serviços vitais sob a pressão das alterações climáticas. 


Ano Internacional da Biodiversidade


publicado por Maluvfx às 06:03
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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010
BP forçada a admitir que o vazamento é maior!
Sucesso na recolha de óleo com um tubo de sucção com 1 milha de comprimento, mostra que o vazamento pode ser muito pior do que se pensava.
Casualty
Membros da Guarda Costeira com um pelicano marrom morto encontrado em uma Breton Island, La, praia, onde as barreiras foram colocadas para afastar a maré de petróleo. As autoridades disseram que o pássaro tinha óleo em suas asas. (Carolyn Cole, Los Angeles Times / 20 de maio de 2010)



A empresa admitiu efetivamente na quinta-feira que foi inserido um tubo no óleoduto quebrado e está ligado para recolher em volta de 5.000 barris de petróleo e 15 milhões ft³( mais de 4000.000 litros) de gás por dia, até mesmo com um vídeo ao vivo mostrando que grandes quantidades de petróleo continuam a aparecer nas águas do Golfo.

"Ainda há vazamento de petróleo. Nós não estamos dizendo o contrário", disse o porta-voz da BP, Mark Proegler, na quinta-feira.

Depois que a companhia lançou um vídeo do vazamento na semana passada, cientistas independentes estimaram a quantidade de petróleo 'vomitando' no Golfo poderia ser 14 vezes maior do que os 5.00-barris-por-dia, número oficialmente usado para descrever derramamento de há um mês.
...

Os legisladores de Capitol Hill que investigam o desastre também publicaram um vídeo do vazamento da BP, apelidado Spillcam por um assessor do Congresso.
...
Os funcionários federais reconheceram que não se sabe muito sobre os efeitos ambientais do dispersante a longo prazo, mas reconhecem que o petróleo era muito mais tóxico e representa uma grande ameaça à vida marinha, fauna, pântanos e manguezais.


A EPA (Environmental Protection Agency) também publicou em seu site os resultados dos testes da BP, concluindo que os dois tipos de dispersante COREXIT usados até agora foram eficazes e não representa risco significativo para a vida marinha. A EPA não explicou a aparente contradição entre a sua ordem e os resultados do teste.
...

A BP disse que estava cumprindo a ordem e testam produtos alternativos durante algum tempo.

Bruce Gebhardt é presidente da U.S.. Polychemical Corp, que fabrica Dispersit, um produto à base de água que se revelou mais eficaz e menos tóxico, em ensaios da EPA, do que a COREXIT . Disse ainda que a sua empresa foi contactada pela BP há duas semanas atrás, e forneceram amostras.

Na quinta-feira, Gebhardt, esgotado, disse que o seu escritório em Nova York havia sido 'inundado' com chamadas, incluindo as da BP. "Eles queriam saber o quanto podemos fazer e quão rápido nós poderíamos chegar lá", disse ele, acrescentando que a BP não tinha decidido para qual dispersante mudar.


Tradução de мαŀų™®
Fonte



Mancha de óleo ameaça mais de 600 espécies animais nos EUA



ANDA



publicado por Maluvfx às 13:17
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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010
Consequências ambientais do consumo de carne

Muitos não entendem por que tanta preocupação com o sofrimento dos animais que servem de comida, acreditando que a função deles é nos servir, acima de qualquer outra, mas será que deve ser assim? Pensando sobre o abate dos animais de uma maneira geral, imaginamos que não faz muita diferença que uma pessoa pare de comer carne, uma vez que esse hábito existen desde a antiguidade e não desaparecerá do dia para a noite. É verdade! Assim, como fará pouca diferença se apenas uma pessoa deixar de usar seu carro por um dia para poluir menos. Mas se todos pensarmos assim, como fica a conservação do planeta? Aonde vai parar a destruição dos nossos recursos naturais?


Poucos sabem que a pecuária é responsável pelo desmatamento de grandes áreas dos nossos principais ecossistemas, isto é, a mata atlântica, a Amazônia, e o cerrado. Muitos criadores de gado desmatam grandes áreas de floresta para servir de pasto. Com o tempo, as queimadas e o pisoteio do próprio gado dão origem a processos erosivos e, mais tarde, à degradação total do solo. A área atualmente utilizada para pasto seria muito mais útil se utilizada para plantio e essa área é tão extensa, que se fosse usada para o plantio de vegetais e grãos, não haveria fome no mundo. Além disso, só a quantidade de grãos usados para alimentar o gado, já seria suficiente para que muitos não passassem fome. Como se isso não fosse suficiente para pensarmos a respeito, a quantidade de água usada para a criação de gado é milhares de vezes maior à usada para a mesma quantidade de vegetais. Todos sabemos que a água já é um problema para muitos países, o Brasil, por enquanto, pode se considerar um privilegiado, mas isso não significa que possamos desperdiçar um recurso tão importante que, num futuro próximo, pode nos fazer falta.Muitos países ricos não têm produção de gado ou suínos por não terem água suficiente para a criação, e importam por preços baixos esses “produtos” de nós, país dos terceiro mundo, que estamos gastando a nossa água para “sustentá-los”.

Desmatamento de área verde para pasto com consequência de processo erosivo
Além do impacto ambiental, há ainda outro ponto a se considerar: o sofrimento animal. Não, não é demagogia, isso realmente acontece. Eles não apenas morrem para nos alimentar, mas eles morrem sozinhos e aterrorizados. Os ambientes em que são criados normalmente são sujos, pequenos e propícios à dispersão de doenças. Por isso, muitos tomam remédios em quantidade, remédios estes que permanecem na carne ingerida. Alguns criadores usam até mesmo agrotóxicos no pêlo do gado, para eliminação dos carrapatos.

Os bovinos, pouco antes de morrer, entram num pequeno corredor que os levará ao abate, muitos se desesperam e tentam, em vão, escalar a parede ou fazer o caminho de volta. Enquanto caminham para a morte, suas pupilas se dilatam (o que denota seu medo) e eles ouvem os mugidos sofridos de seus companheiros, seu desespero faz com que liberem toxinas em seu próprio organismo, que serão ingeridas com a carne. Alguns permanecem vivos até o último momento, quando seus corpos são cortados em pedaços. As vacas leiteiras são constantemente “engravidadas” para produzirem o leite. Os seus bezerrinhos são separados da mãe assim que nascem para que não consumam esse leite. Muitos crescem subnutridos e tristes e, devido a essas condições, são sacrificados, pois não “servem para nada”.
Algumas pessoas deixam de comer carne vermelha e comem apenas a carne “branca” acreditando que as aves e os peixes não sofrem tanto. Estão enganados. Os pintinhos são produzidos aos milhares em estufas, sem sequer conhecerem o aconchego de uma mãe. Quando nascem, são “selecionados”: aqueles que servem, são criados, e aqueles que não servem são jogados num balaio com restos de cascas de ovos, e são triturados vivos e transformados em ração, embora tivessem condições de sobreviverem, eles são cruelmente maltratados e assassinados, pois não são comercialmente “viáveis”. Eu fico me perguntando: que sentido tem uma vida dessas? Nascer sozinho com milhares de outros iguais a você, sem saber o que é o carinho materno, e morrer cruelmente, sem piedade, para servir de comida para outros animais!
Os suínos também sofrem muito. São criados em espaços pequenos, em que quase não conseguem se mexer e apanham constantemente. Na hora do abate, muitos são jogados em água fervente ou têm suas vísceras retiradas, ainda vivos. Eles não têm direito sequer a uma morte sem dor. E, por fim, os peixes, crustáceos e animais marinhos e lacustres em geral, que não gritam de dor, mas certamente a sentem tanto quanto os outros animais, tanto quanto eu e você. A maioria das pessoas sequer se dá conta de que eles morrem asfixiados. Pense só por um segundo na sensação da asfixia e responda: o que você acha?

Além disso, tem a questão da saúde. Ao contrário dos que muitos pensam, deixar de comer carne não vai te deixar anêmico, (a não ser que você já tenha anemia). Também não te faltarão proteínas, na verdade, o grande problema da nossa sociedade atual é o excesso de proteínas e não a falta. A carne ingerida por milhões de pessoas todos os dias pode ter pertencido a animais doentes ou anêmicos, e isso acontece constantemente. Pense num hambúrguer, que é um amontoado de carne moída, você acha realmente que ali no meio só tem carne, e carne “de primeira”? Você não acredita que a indústria se beneficie do fato de que ninguém vai saber o que exatamente tem ali? Eu acredito, e já fiz a minha escolha. Não estou pedindo para que você se torne vegetariano, essa é uma escolha sua, mas peço que você se informe e faça essa escolha conscientemente.
Reportagens relacionadas:
Por que criminalizar a pecuária na Amazônia?
Greenpeace fala sobre o gado na Amazônia
Revista Época: os bois comerão a Amazônia em 20 anos


publicado por Maluvfx às 19:39
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