Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012
Uma estranha forma de conservar...

Apesar dos aparentes benefícios que podem advir da manutenção de zoos, com animais em vias de extinção, as evidências de mal-estar dos animais em cativeiro são inequívocas.
Os jardins zoológicos voltaram a ser notícia em Agosto, pelas piores razões. Uma guarda do zoo de Colónia, Alemanha, foi morta por um tigre que escapou da sua cela e depois acabou por ser abatido pelo diretor do zoo.

A notícia poderia terminar com estas duas mortes infelizes, mas este incidente volta mais uma vez a levantar a velha discussão sobre as vantagens e desvantagens de manter zoos com animais selvagens em cativeiro.

A presença de animais em cativeiro nas sociedades humanas remonta há cerca de 25.000 anos, tendo sido os pombos os primeiros animais mantidos em cativeiro há 6.500 anos, no Iraque.

No antigo Egipto, surgiu o primeiro jardim zoológico, há 4.000 anos, possuindo 100 elefantes, 70 felinos e milhares de outros mamíferos, enquanto na China foi fundado há 3.000 anos um outro jardim zoológico enorme, conhecido como Jardins da Inteligência.

Os jardins zoológicos não tiveram sempre o suposto propósito conservacionista, que conhecemos hoje. Os primeiros zoos eram coleções particulares, promovidas pela realeza, que pretendia assim exultar o seu poder e glória em obras exuberantes e impossíveis para o homem comum. Nestes zoos, os animais eram treinados para entreterem o público, desvirtuando totalmente a sua natureza selvagem e instintos naturais.

Apesar dos aparentes benefícios que podem advir da manutenção de zoos, com animais em vias de extinção, as evidências de mal-estar dos animais em cativeiro são inequívocas: stress; comportamentos psicóticos e/ou apáticos por falta de estímulos naturais como procura de alimento, socialização e procriação; condições degradantes das jaulas; reduzido espaço das jaulas; maus tratos, danos físicos e psíquicos que impossibilitam a sua reintrodução nos habitats naturais, etc.

A missão recente dos zoos tem sido justificada pela necessidade de conservação de espécies em vias de extinção, mas é errado considerar que se conseguem salvar espécies animais, desenquadradas do seu habitat natural, muitas vezes a milhares de quilómetros de distância ou em condições climatéricas opostas às naturais. Os zoos devem funcionar localmente nas regiões onde os animais vivem, sem o aprisionamento a que os sujeitamos nos zoos.

A suposta salvação nos zoos tem sido assim um castigo para os animais cativos que dura normalmente toda a sua vida.

Os problemas de fundo na sobrevivência de espécies animais nos seus habitats naturais foi sempre o mesmo: caça regular excessiva e caça furtiva descontrolada, roubo territorial aos animais selvagens, que passaram a ter menos território de caça para obterem alimento ou a deterioração do habitat, que posteriormente promove a redução populacional e limita a reprodução não consanguínea.
Por outro lado, outro dos desafios recentes dos zoos é não contribuir para a morte acelerada das espécies animais que pretende proteger, com a proximidade excessiva de animais selvagens que nunca teriam qualquer contacto natural, como aconteceu com os dois ursos polares que faleceram com o vírus de herpes modificado EHV1 que ataca normalmente apenas as zebras. Assim, o novo risco criado pelos zoos é de estarem a criar novos vírus que podem contaminar espécies animais que nunca seriam afetadas desta maneira no seu território natural.

O caricato deste incidente na Alemanha, foi a inconsciência inicial de se ter trazido um tigre para a Europa para ser preservado e estudado, mas que acabou por ser morto como teria sido certamente no seu território natural por caçadores furtivos. A preservação da espécie e o princípio de conservação natural perderam-se pelo caminho e mais um animal foi morto, por vingança e incompreensão.

Não são zoos destes que devemos ter ou promover na nossa sociedade.

por João Pedro Santos
Ativista dos direitos dos animais



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Sábado, 3 de Março de 2012
O circo não é diversão... para os animais!
“Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado, apenas a sombra de sua beleza perdida.”
1937, Julia Allen Field

O circo não é divertimento para todos

Para os menos atentos o circo transparece uma imagem de animação onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são torturados, abusados e mantidos prisioneiros para quase toda vida em nome do entretenimento.

Cães, elefantes, ursos, camelos, cobras, macacos, araras, papagaios, focas, cavalos, girafas, lamas, cabras, zebras, bovinos, póneis, tigres, pumas e leões, são as espécies animais que mais facilmente se podem encontrar em circos de todo o mundo. Estas mesmas espécies são maltratadas e mantidas famintas, em estado de desnutrição contínua. Passam a vida aprisionados em espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira, dolorosa e stressante. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat, e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas. Outros foram comprados a jardins zoológicos e a outros circos.

O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Para além da fome os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa, e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória). Todo o aborrecimento pelo qual os animais passam é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, muitas vezes superlotadas, nas quais mal se podem movimentar. A ansiedade e o stress resultantes das pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência dos treinos a que são submetidos fazem com que fiquem com distúrbios comportamentais (tornam-se apáticos e neuróticos). Repetem permanentemente movimentos estereotipados, auto mutilam-se e, por vezes, até ocorre canibalismo.

No seu meio selvagem, e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.

Os circos nada oferecem de pedagógico: crianças são ensinadas a olhar para os animais como objectos de exibição, que se expõem, se exploram e dos quais se abusa. As crianças podem aprender mais sobre os animais e o seu comportamento natural em documentários sobre a vida selvagem.


Apresentam-se de seguida algumas espécies animais e os abusos dos quais são vítimas:


Elefante amarradoElefantes:

- Antes de chegarem ao Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não se podem mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.

- Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
- Os elefantes são animais que vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto pelos seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.

- Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilómetros diariamente.

- No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características da depressão causada pelo cativeiro.

"Como fazer para conseguir a atenção de um elefante de 5 toneladas? Surre-o. Eis como".
Saul Kitchener, director do San Francisco Zoological Gardens



Tigre dentro de jaulaLeões, Tigres e outros Felinos:



- De acordo com Henry Ringling North, no seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a pedestais e são enroladas cordas nas suas gargantas, para que tenham a sensação de estarem a sufocar.

- São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.

- Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.

- Passam a maior parte de suas vidas dentro de pequenas jaulas.

Alguns circos alimentam os felinos com cães e gatos abandonados.


Ursos:


Urso numa bicicleta
- Têm o nariz partido durante o “treino”

- As suas patas são queimadas, para os forçar a ficar sobre duas patas

- São obrigados a pisar chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música

- Durante o “espectáculo” os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treino” e começam a movimentar-se, dando a impressão de estarem a dançar

- Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 da sua língua cortada

- Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro

- Alguns ursos auto mutilam-se, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas


Macacos:



Macaco atrás de grades
- Apresentam o mesmo comportamento das crianças que sofrem abusos

- Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano

- São agredidos de modo a obedecer e obedecem apenas por medo

- Roer unhas e auto mutilação são comportamentos frequentemente encontrados em macacos cativos

- Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.

Cavalos, camelos, bois, cabras, póneis, burros e lamas:


Cavalo esquelético
- São açoitados e impedidos de fazer caminhadas

- Não são alimentados devidamente

- São agredidos para aprender



Todos os animais de circo:
- Não têm férias nem assistência veterinária adequada

- São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilómetros sem descanso, etc..

- Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treino”: choques eléctricos, chicotadas, privação de água e comida.

- Encontram-se sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças


Como ajudar?
Há várias coisas que podes fazer para reduzir o sofrimento dos animais. Pode ser algo tão simples como escrever uma carta ou fazer um telefonema num esforço para alterar o modo como estas instituições tratam os animais.

O que acontece aos animais se saírem do circo?
O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes. Os animais resgatados dos circos são geralmente reinseridos nos seus habitats naturais e em parques protegidos (ou santuários), que reúnem as mesmas condições.

É possível um circo existir sem animais?
Perfeitamente! O circo “Cirque du Soleil”, que foi fundado em 1984 por Guy Laliberté, tem um misto de números de circo e entretenimento de rua. Ao longo das duas últimas décadas o Cirque du Soleil transformou-se num império de divertimento e deu a esta arte um novo sopro de vida, uma vez que defende um circo sem animais, “Não estamos bem certos se o lugar de um elefante ou de um tigre é ficar enjaulado metade da vida ou apresentar-se ao Mundo fazendo acrobacias.” Este circo tem actualmente 2400 empregados e 500 artistas de mais de 40 países. Cerca de 600 mil pessoas assistem às suas peripécias Mundo afora. O circo está muito mais saudável do que antes, porque as pessoas precisam de sonhar e ter esperança, e é disso que falamos!”.


Alguns circos com animais:
- Circo Victor Hugo Cardinalli
- Circo Roberto Cardinali
- Circo Atlas
- Circo Chen
- Circo Di Napoli
- Circo Stankowich
- Circo Garcia
- Circo Bim Bobo
- Circo Moscow
- Circo Beto Carreiro
- Circo Vostock
- Circo De Roma


Alguns circos SEM animais:
- Circolando - R. Pinto Bessa, 122, Armazém 8 (Porto) - junto à estação de Campanhã; telefones: 225189157 e 934182945
- Kopinxas - Grupo de animação circense (Aveiro) http://www.kopinxas.com/ telefones: 936277013 e 913677966
- Trupilariante Companhia de teatro-Circo (Lisboa) http://www.trupilariante.com , e-mail: trupilariante@trupilariante.com telefone: 218460738 fax: 218 150 688
- Kabong (Porto) - telefone: 962710061
- Cia
- Clawnesca Cara Melada
- Cia Pavanelli: http://www.ciapavanelli.com.br
- Circo da Alegria: http://www.circodaalegria.com.br
- Circo Dança Teatro Intrépida Trup: http://www.intrepidatrupe.hpg.ig.com.br
- Circo Girassol: http://www.circogirassol.com.br
- Circo Gran Bartholo
- Circo Mínimo: http://www.circominimo.com.br
- Circo Navegador: http://www.circonavegador.com.br
- Circo Popular do Brasil
- Circo Spacial: http://www.spacial.com.br
- Circo Teatro Musical
- Furunfunfum: http://www.furunfunfum.com.br
- Circo Trapézio: http://www.circotrapezio.hpg.ig.com.br
- Circo Vox: http://www.circovox.com.br
- Circodélico: http://www.circodelico.com
- Cirque Ahbaui: http://www.cirqueahbaui.com
- Cirque du Soleil http://www.cirquedusoleil.com/
- Companhia Teatral e Circence Trupe Sapeka: http://www.trupesapeka.cjb.net
- Parlapatões, Patifes & Paspalhões: http://www.terravista.pt/ilhadomel/5115


Referências:
http://animaisdecirco.freeservers.com/
http://www.animal.org.pt/
http://www.circuses.com/animals.html
http://www.wolfkatt.freeservers.com/custom3.html
http://fund.org/uploads/fs_ent1.pdf
http://www.urbi.ubi.pt/000530/edicao/emorb_circo.html
http://animaisdecirco.freeservers.com/circos_sem_animais.html


Centro Vegetariano


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O circo não é diversão... para os animais!
“Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado, apenas a sombra de sua beleza perdida.”
1937, Julia Allen Field

O circo não é divertimento para todos

Para os menos atentos o circo transparece uma imagem de animação onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são torturados, abusados e mantidos prisioneiros para quase toda vida em nome do entretenimento.

Cães, elefantes, ursos, camelos, cobras, macacos, araras, papagaios, focas, cavalos, girafas, lamas, cabras, zebras, bovinos, póneis, tigres, pumas e leões, são as espécies animais que mais facilmente se podem encontrar em circos de todo o mundo. Estas mesmas espécies são maltratadas e mantidas famintas, em estado de desnutrição contínua. Passam a vida aprisionados em espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira, dolorosa e stressante. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat, e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas. Outros foram comprados a jardins zoológicos e a outros circos.

O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Para além da fome os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa, e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória). Todo o aborrecimento pelo qual os animais passam é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, muitas vezes superlotadas, nas quais mal se podem movimentar. A ansiedade e o stress resultantes das pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência dos treinos a que são submetidos fazem com que fiquem com distúrbios comportamentais (tornam-se apáticos e neuróticos). Repetem permanentemente movimentos estereotipados, auto mutilam-se e, por vezes, até ocorre canibalismo.

No seu meio selvagem, e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.

Os circos nada oferecem de pedagógico: crianças são ensinadas a olhar para os animais como objectos de exibição, que se expõem, se exploram e dos quais se abusa. As crianças podem aprender mais sobre os animais e o seu comportamento natural em documentários sobre a vida selvagem.


Apresentam-se de seguida algumas espécies animais e os abusos dos quais são vítimas:


Elefante amarradoElefantes:

- Antes de chegarem ao Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não se podem mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.

- Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
- Os elefantes são animais que vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto pelos seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.

- Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilómetros diariamente.

- No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características da depressão causada pelo cativeiro.

"Como fazer para conseguir a atenção de um elefante de 5 toneladas? Surre-o. Eis como".
Saul Kitchener, director do San Francisco Zoological Gardens



Tigre dentro de jaulaLeões, Tigres e outros Felinos:



- De acordo com Henry Ringling North, no seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a pedestais e são enroladas cordas nas suas gargantas, para que tenham a sensação de estarem a sufocar.

- São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.

- Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.

- Passam a maior parte de suas vidas dentro de pequenas jaulas.

Alguns circos alimentam os felinos com cães e gatos abandonados.


Ursos:


Urso numa bicicleta
- Têm o nariz partido durante o “treino”

- As suas patas são queimadas, para os forçar a ficar sobre duas patas

- São obrigados a pisar chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música

- Durante o “espectáculo” os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treino” e começam a movimentar-se, dando a impressão de estarem a dançar

- Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 da sua língua cortada

- Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro

- Alguns ursos auto mutilam-se, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas


Macacos:



Macaco atrás de grades
- Apresentam o mesmo comportamento das crianças que sofrem abusos

- Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano

- São agredidos de modo a obedecer e obedecem apenas por medo

- Roer unhas e auto mutilação são comportamentos frequentemente encontrados em macacos cativos

- Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.

Cavalos, camelos, bois, cabras, póneis, burros e lamas:


Cavalo esquelético
- São açoitados e impedidos de fazer caminhadas

- Não são alimentados devidamente

- São agredidos para aprender



Todos os animais de circo:
- Não têm férias nem assistência veterinária adequada

- São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilómetros sem descanso, etc..

- Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treino”: choques eléctricos, chicotadas, privação de água e comida.

- Encontram-se sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças


Como ajudar?
Há várias coisas que podes fazer para reduzir o sofrimento dos animais. Pode ser algo tão simples como escrever uma carta ou fazer um telefonema num esforço para alterar o modo como estas instituições tratam os animais.

O que acontece aos animais se saírem do circo?
O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes. Os animais resgatados dos circos são geralmente reinseridos nos seus habitats naturais e em parques protegidos (ou santuários), que reúnem as mesmas condições.

É possível um circo existir sem animais?
Perfeitamente! O circo “Cirque du Soleil”, que foi fundado em 1984 por Guy Laliberté, tem um misto de números de circo e entretenimento de rua. Ao longo das duas últimas décadas o Cirque du Soleil transformou-se num império de divertimento e deu a esta arte um novo sopro de vida, uma vez que defende um circo sem animais, “Não estamos bem certos se o lugar de um elefante ou de um tigre é ficar enjaulado metade da vida ou apresentar-se ao Mundo fazendo acrobacias.” Este circo tem actualmente 2400 empregados e 500 artistas de mais de 40 países. Cerca de 600 mil pessoas assistem às suas peripécias Mundo afora. O circo está muito mais saudável do que antes, porque as pessoas precisam de sonhar e ter esperança, e é disso que falamos!”.


Alguns circos com animais:
- Circo Victor Hugo Cardinalli
- Circo Roberto Cardinali
- Circo Atlas
- Circo Chen
- Circo Di Napoli
- Circo Stankowich
- Circo Garcia
- Circo Bim Bobo
- Circo Moscow
- Circo Beto Carreiro
- Circo Vostock
- Circo De Roma


Alguns circos SEM animais:
- Circolando - R. Pinto Bessa, 122, Armazém 8 (Porto) - junto à estação de Campanhã; telefones: 225189157 e 934182945
- Kopinxas - Grupo de animação circense (Aveiro) http://www.kopinxas.com/ telefones: 936277013 e 913677966
- Trupilariante Companhia de teatro-Circo (Lisboa) http://www.trupilariante.com , e-mail: trupilariante@trupilariante.com telefone: 218460738 fax: 218 150 688
- Kabong (Porto) - telefone: 962710061
- Cia
- Clawnesca Cara Melada
- Cia Pavanelli: http://www.ciapavanelli.com.br
- Circo da Alegria: http://www.circodaalegria.com.br
- Circo Dança Teatro Intrépida Trup: http://www.intrepidatrupe.hpg.ig.com.br
- Circo Girassol: http://www.circogirassol.com.br
- Circo Gran Bartholo
- Circo Mínimo: http://www.circominimo.com.br
- Circo Navegador: http://www.circonavegador.com.br
- Circo Popular do Brasil
- Circo Spacial: http://www.spacial.com.br
- Circo Teatro Musical
- Furunfunfum: http://www.furunfunfum.com.br
- Circo Trapézio: http://www.circotrapezio.hpg.ig.com.br
- Circo Vox: http://www.circovox.com.br
- Circodélico: http://www.circodelico.com
- Cirque Ahbaui: http://www.cirqueahbaui.com
- Cirque du Soleil http://www.cirquedusoleil.com/
- Companhia Teatral e Circence Trupe Sapeka: http://www.trupesapeka.cjb.net
- Parlapatões, Patifes & Paspalhões: http://www.terravista.pt/ilhadomel/5115


Referências:
http://animaisdecirco.freeservers.com/
http://www.animal.org.pt/
http://www.circuses.com/animals.html
http://www.wolfkatt.freeservers.com/custom3.html
http://fund.org/uploads/fs_ent1.pdf
http://www.urbi.ubi.pt/000530/edicao/emorb_circo.html
http://animaisdecirco.freeservers.com/circos_sem_animais.html


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publicado por Maluvfx às 10:19
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Sábado, 27 de Agosto de 2011
Prisioneiros até à morte... Que crime cometeram?
Está a pensar em passar um dia agradável no jardim zoológico?... Já pensou no sofrimento causado aos animais pelo seu aprisionamento?

As pessoas continuam a defender a existência dos jardins zoológicos pelo seu carácter pedagógico.
Não há nada que se aprenda neste local sobre vida natural dos animais, as suas estruturas sociais, o seu relacionamento com o meio ambiente, a sua forma de comunicação e os seus instintos e comportamentos naturais.
Na maior parte dos zoológicos assistimos ao intenso sofrimento de animais que chegam a viver mais de 30 anos em condições imundas, espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas.
O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Está provado que além de fome, os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória).

Uma das causas de aborrecimento é o facto dos animais não terem de caçar ou recolectar os seus alimentos, já que o tratador se encarrega de fornecer a alimentação. Esta situação agrava-se se pensarmos que quando estão em liberdade gastam grande parte do tempo e energia a procurar comida.
Todo este aborrecimento é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. O seu comportamento torna-se apático, neurótico (batendo em si próprio e repetindo continuamente o mesmo gesto) e estereotipado.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, os zoos não desempenham nenhum papel na conservação das espécies. O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes.
O cativeiro provoca danos físicos e psíquicos, impossibilitando uma reintrodução eficaz dos animais na natureza.
Os animais não precisam de ajuda na reprodução, precisam sim, de ajuda para sobreviver. Precisam que lhes seja dado território e nele protecção.
Que direito temos nós de condenar estes animais à prisão perpétua, a uma vida aborrecida, de aprisionamento e sofrimento?
Devemos ensinar as crianças a respeitar a vida animal. Nos zoos ensinamo-las a olhar para os animais como objectos que se expõem, se explora e de que se abusa. As crianças podem aprender muito mais sobre os animais observando o seu comportamento em filme.
No fim do dia, você pode ir embora. Para os animais fica a sentença de uma vida de sofrimento e privação.
Continuar a visitar zoológicos, é dizer sim a toda esta crueldade, e condenar a uma morte lenta e dolorosa seres inocentes.


publicado por Maluvfx às 13:24
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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010
Palma de Maiorca - Cidade espanhola se declara livre de circos com animais
Por Raquel Soldera e Lobo Pasolini (da Redação)


O plenário de Palma, na Espanha, aprovou nesta segunda-feira, 26, uma proposta para que não seja permitida a instalação de circos ou outros espetáculos que utilizem animais selvagens na cidade.

Segundo divulgado no jornal espanhol ABC, Eberhard Grosske, porta-voz do partido Bloc per Palma, defendeu a proposta de declarar a cidade de Palma livre de circos com animais, bem como incluir a necessidade de “ir conquistando espaço na convivência e respeito entre pessoas e animais”.



Foto ilustrativa mostra a tortura sofrida pelos elefantes 
nos bastidores dos circos (Reprodução/PETA Files)



Catalina Terrassa, do grupo popular, se manifestou de maneira contrária à proposta, dizendo que a legislação de Palma já protege os animais, e observou que é preciso “respeitar a legislação em vigor” e não adotar novas medidas.

Eberhard Grosske rebateu, dizendo que “não é verdade que a legislação em vigor proteja (os animais) do que está acontecendo em circos”.

“Os circos continuam com um formato totalmente ultrapassado e que se choca com os novos valores que devem reger o relacionamento com os animais”, continuou Grosske, que sublinhou a necessidade de “evoluir” e proibir que este tipo de espetáculo se realize em Palma.

Eberhard Grosske disse, ainda, que é necessário “ir conquistando espaços na convivência e respeito entre pessoas e animais.”

Llorenç Palmer, do partido Unió Mallorquina (UM) defendeu a proposta, ressaltando que os animais selvagens devem ser retirados dos circo por ser “uma aberração”, quando os pesquisadores já demonstraram que determinadas espécies não conseguem sobreviver em espaços fechados.

A proposta aprovada nesta segunda-feira torna a cidade de Palma “contrária à exibição de animais selvagens em circos”, e também insta o Parlamento a alterar a Lei de Proteção dos Animais que vivem no ambiente humano.

Palma se tornou a 37ª cidade espanhola a proibir o uso e exibição de animais selvagens e a segunda nas ilhas, que incluem Maiorca, Ibiza, Menorca e Formentera.


Fonte: AnimaNaturalis

A aprovação foi recebida com lágrimas de alegria por Ismael López, coordernador da AnimaNaturalis em Maiorca, que estava com outros 20 ativistas no plenário fazendo pressão para a aprovação da lei.

O plenário também pediu à prefeitura municipal que sejam utilizados todos os meios disponíveis para continuar garantindo a conformidade com as normas vigentes para a proteção dos animais.
Fonte: ANDA


publicado por Maluvfx às 14:45
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Segunda-feira, 26 de Julho de 2010
Os animais e o circo
Por Mário Nunes

Recentemente, e finalmente, foi publicada legislação que proíbe a aquisição de animais de certo porte e perigosos pelos proprietários dos circos e a reprodução dos que possuem em “eterno” cativeiro. Uma lei que, no nosso entendimento, já deveria existir há mais tempo e que vai terminar com o sofrimento permanente de seres vivos, enjaulados e que, para gáudio de alguns, são molestados todos os dias.
Aplaudimos o legislador e o Governo, porque não basta o animal – exemplo do tigre, do leão, do elefante ou cavalo – passar a vida dentro de uma gaiola (sem dimensões) à inclemência do tempo (frio ou calor), ter alimentação, quantas vezes insuficiente, ser “admoestado” e obrigado pela coação a aprender determinados gestos e atitudes, para em público se portar como máquina articulada (autêntico robot), sujeitar-se à iluminação intensa das luzes de um palco, “ignorar” os barulhos dos espetadores e aceitar o tratamento de intimidação por parte do domador para poder cumprir os “ensinamentos” recebidos e, assim, “alegrar” e surpreender a assistência. E, de terra em terra, de vozearia em vozearia, de holofote em cadeia de lâmpadas, de sofrimento em sofrimento, peregrina, peregrina, até à inutilidade, até ser “objeto” sem valor, acabando os seus dias na mais deplorável existência. Infelizes animais.

Mas, se o circo em Portugal fica impedido de utilizar animais para divertir alguns, lembramos aqueles que em residências, em espaços exíguos ou acorrentados à entrada de portas, garagens, portões e outros sítios (exemplo de cães), logo em cativeiro forçado, cumprem o seu ciclo de vida, quantas vezes abandonados na velhice ou na doença que os atormenta, escorraçados do dono e atirados borda fora, num pinhal ou na cidade ou aldeia.

Há mais de um ano junto da casa onde vivemos, apareceu um gato preto de estimação. Indesejado, possivelmente, pelos donos, e assustado com os automóveis, com o ladrar dos cães que “passeiam” à trela dos possuidores, com fome, miava, miava, miava e fugia à aproximação das pessoas. Passada a presença fugaz do transeunte, regressava ao lugar que escolhera para “habitar”, possivelmente o sítio em que fora abandonado. Nós e outros vizinhos passámos a acarinhar o animal e a dar-lhe alimento. O gato, gradualmente, foi esquecendo os ingratos donos, passou a vaguear pelo bairro e, atualmente, é conhecido e acarinhado numa vasta área da Solum. Onde dorme não sabemos. Contudo, todas as noites vem debaixo da nossa janela para receber a “ceia”.

Ora, caros leitores, este pequeno episódio alusivo a um ser vivo que foi lançado à rua, reflete o universo de milhares e milhares de diferentes animais que sofrem, porque alguém desejou ter um “brinquedo” e farto ou sem possibilidades de o sustentar, encontrou a rua, longe da residência, como o lugar propício para se livrar da sua companhia.

Quando vemos jovens “peregrinos” aventurados à sua sorte por motivo da droga e de outros vícios e outras circunstâncias adversas, acompanhados, geralmente, de cães, associamos à sua situação o ditado popular “o pobre procura o pobre”, neste caso são dois abandonados que se associam para vencer a adversidade. Tenhamos sensibilidade para tratar bem os animais.
Fonte: O Despertar


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Os animais e o circo
Por Mário Nunes

Recentemente, e finalmente, foi publicada legislação que proíbe a aquisição de animais de certo porte e perigosos pelos proprietários dos circos e a reprodução dos que possuem em “eterno” cativeiro. Uma lei que, no nosso entendimento, já deveria existir há mais tempo e que vai terminar com o sofrimento permanente de seres vivos, enjaulados e que, para gáudio de alguns, são molestados todos os dias.
Aplaudimos o legislador e o Governo, porque não basta o animal – exemplo do tigre, do leão, do elefante ou cavalo – passar a vida dentro de uma gaiola (sem dimensões) à inclemência do tempo (frio ou calor), ter alimentação, quantas vezes insuficiente, ser “admoestado” e obrigado pela coação a aprender determinados gestos e atitudes, para em público se portar como máquina articulada (autêntico robot), sujeitar-se à iluminação intensa das luzes de um palco, “ignorar” os barulhos dos espetadores e aceitar o tratamento de intimidação por parte do domador para poder cumprir os “ensinamentos” recebidos e, assim, “alegrar” e surpreender a assistência. E, de terra em terra, de vozearia em vozearia, de holofote em cadeia de lâmpadas, de sofrimento em sofrimento, peregrina, peregrina, até à inutilidade, até ser “objeto” sem valor, acabando os seus dias na mais deplorável existência. Infelizes animais.

Mas, se o circo em Portugal fica impedido de utilizar animais para divertir alguns, lembramos aqueles que em residências, em espaços exíguos ou acorrentados à entrada de portas, garagens, portões e outros sítios (exemplo de cães), logo em cativeiro forçado, cumprem o seu ciclo de vida, quantas vezes abandonados na velhice ou na doença que os atormenta, escorraçados do dono e atirados borda fora, num pinhal ou na cidade ou aldeia.

Há mais de um ano junto da casa onde vivemos, apareceu um gato preto de estimação. Indesejado, possivelmente, pelos donos, e assustado com os automóveis, com o ladrar dos cães que “passeiam” à trela dos possuidores, com fome, miava, miava, miava e fugia à aproximação das pessoas. Passada a presença fugaz do transeunte, regressava ao lugar que escolhera para “habitar”, possivelmente o sítio em que fora abandonado. Nós e outros vizinhos passámos a acarinhar o animal e a dar-lhe alimento. O gato, gradualmente, foi esquecendo os ingratos donos, passou a vaguear pelo bairro e, atualmente, é conhecido e acarinhado numa vasta área da Solum. Onde dorme não sabemos. Contudo, todas as noites vem debaixo da nossa janela para receber a “ceia”.

Ora, caros leitores, este pequeno episódio alusivo a um ser vivo que foi lançado à rua, reflete o universo de milhares e milhares de diferentes animais que sofrem, porque alguém desejou ter um “brinquedo” e farto ou sem possibilidades de o sustentar, encontrou a rua, longe da residência, como o lugar propício para se livrar da sua companhia.

Quando vemos jovens “peregrinos” aventurados à sua sorte por motivo da droga e de outros vícios e outras circunstâncias adversas, acompanhados, geralmente, de cães, associamos à sua situação o ditado popular “o pobre procura o pobre”, neste caso são dois abandonados que se associam para vencer a adversidade. Tenhamos sensibilidade para tratar bem os animais.
Fonte: O Despertar


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Sexta-feira, 23 de Julho de 2010
Aprovado projeto que proíbe circo de usar animais
Fernanda Deslandes
Arquivo
Projeto foi aprovado ontem.
Depois de quase três anos de polêmica, foi aprovado por unanimidade em segunda votação ontem, na Assembleia Legislativa do Paraná, o projeto de lei que proíbe a utilização de animais em espetáculos circenses que passarem pelo Estado.

Na primeira votação, apenas três deputados votaram contra o projeto. Depois de muita conversa com entidades de proteção aos animais, eles mudaram de ideia. "A beleza do circo é a arte e o trabalho do ser humano, não a escravidão e o sofrimento dos animais", lembra Soraya Simon, presidente voluntária da Sociedade Protetora dos Animais.

O projeto, de iniciativa do deputado estadual Luiz Nishimori (PSDB), segue a linha de projetos já aprovados em Curitiba e em estados como Rio de Janeiro, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Sul.

"Segundo o Ibama, os animais passam dias em jaulas de 3 metros, os macacos têm os dentes arrancados, tigres e leões têm as garras arrancadas. O elefante, por exemplo, que teria que caminhar mais de 40km por dia, passa a vida inteira parado no cativeiro, acorrentado. É isso que não pode acontecer", ressalta o deputado.

O projeto seguirá para sanção do governo estadual. Se aprovado, caso seja constatada a participação de animais selvagens ou domésticos em apresentações circenses, o espetáculo pode ser interditado, o circo perde a lincença de funcionamento e pode receber multa. O projeto recebeu duas emendas e não proíbe animais em rodeios ou exposições em feiras agropecuárias.
Novo circo

A Associação Londrinense de Circo já trabalha com a linguagem do novo circo, que não utiliza animais em suas apresentações, mas o presidente da associação, Paulo Líbano, não concorda com o projeto de lei aprovado.
"Já houve agressão há algum tempo, mas agora não tem mais disso, mesmo porque não é agredindo que se convence um animal a fazer o que você quer. O certo seria ter uma fiscalização para punir quem realmente machuca os animais, porque eu conheço muitos circos que não tratam os animais assim e serão prejudicados com a lei", garante.

Soraya discorda. "O animal selvagem só é dominado pelo medo, por isso o treinamento dele envolve tortura. Eles nasceram para viver em liberdade na natureza, e não para servir o homem", ressalta.


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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010
Alagoas é o 8º Estado a proibir animais em espetáculos de circo
A utilização de qualquer tipo de animais em espetáculos circenses foi proibida pelo governo de Alagoas, com a publicação da lei 7.173, nesta quinta-feira. Este é o oitavo Estado brasileiro a proibir a participação de animais nesses tipo de espetáculo. Quem infringir a medida poderá perder a licença de funcionário, sofrer interdição do local das apresentações, além de multa de R$ 5 mil por animal.



Os circos já são proibidos de usarem animais nos Estados da Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Espiríto Santo. De acordo com a Sociedade Mundial de Proteção Animal, também está a em tramitação a probição no Ceará e Santa Catarina.

A iniciativa partiu do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) sob alegação de conter os abusos cometidos contra os bichos. “Esses animais trabalham todos os horários e são treinados de uma forma terrível, com requintes de crueldade. Além disso, a alimentação não contém nada de especial que compense o trabalho desgastante”, disse o presidente do conselho curador do Neafa, Ismar Gato.

Gato afirmou que a iniciativa faz parte de uma campanha internacional liberada principalmente pela Sociedade Mundial de Proteção Animal, que visa também a valorização dos artistas circenses. “Muitas vezes os circos deixam de contratar artistas por que é mais barato manter os animais em condições precárias e trabalhando de graça”, disse.

De acordo com o secretário chefe do Gabinete Civil de Alagoas, Álvaro Machado, a nova lei corrige a distorção da atual legislação, e zela pela vida e bem-estar dos animais. A fiscalização será realizada pela Secretaria de Estado da Defesa Social (Seds), por intermédio das polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, e pela Secretaria de Meio Ambiente de Alagoas (IMA).

Fonte


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Segunda-feira, 21 de Junho de 2010
Projeto proíbe animais em circos


Proposta pode também vedar a realização de rodeios no estado



A Assembleia Legislativa do Paraná vota hoje pela primeira vez o projeto de lei que tenta acabar com o uso de animais selvagens em todo o estado. De autoria do deputado estadual Luiz Nishimori (PSDB), a proposta está em discussão desde 2007, e demorou a entrar em votação em parte porque há uma discussão sobre se a lei proibirá também a realização de rodeios no estado.
O projeto de Nishimori foi apresentado com a seguinte redação: “Proíbe a manutenção e a utilização de animais selváticos ou domésticos, sejam nativos ou exóticos, em espetáculos circenses ou quaisquer outros que explorem esses tipos de animais”. Com isso, muita gente entendeu que os rodeios estariam incluídos na lei. Foi apresentada, então, uma emenda para retirar os eventos da proibição.
As sanções previstas no projeto são a interdição imediata do espetáculo, o cancelamento da licença de funcionamento da empresa e o pagamento de multa. O projeto precisa ser aprovado em três votações: a primeira decide sobre a constitucionalidade. A segunda, sobre o mérito (nesse ponto são votadas as emendas); a terceira votação decide a redação final. Depois, vai ao governador para sanção.
Curitiba, Ponta Grossa e São José dos Pinhais já têm leis proibindo animais selvagens em circos. Os estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Paraíba também já contam com legislação semelhante.





publicado por Maluvfx às 16:12
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