Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
Morrissey é eleito como personalidade que mais defende os animais
O cantor Morrissey, ex-Smiths,
é um dos vegetarianos mais famosos
do showbizz
O cantor Morrissey, ex-Smiths, é um dos vegetarianos mais famosos do showbizz. A cada show, o britânico leva para o palco uma mensagem sobre os direitos animais. Afinal, não é qualquer cantor que consegue transformar a frase “Meat Is Murder” em música e ainda transformá-la num hino.

O cantor acaba de receber um título do PETA, ONG voltada para o tratamento correto de animais. Morrissey foi escolhido como a personalidade do rock inglês que mais defende os animais. Esse título já foi entregue a dublê de atriz, Pamela Anderson, e ao ator e ex-007, Sir Roger Moore.

Fonte: ANDA

Morrissey named PETA UK's Person of the Year
Morrissey


publicado por Maluvfx às 17:03
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Sábado, 26 de Junho de 2010
Você vai ser o quê?
Por Douglas Dunn*
A transformação de um pai descrente

"Você vai ser o quê?" Estamos em 1990 e Jo Ann, minha filha de 15 anos, acaba de anunciar que decidiu tomar-se vegetariana. Logo ela, cujo prato favorito é um bife suculento? Esta menina que, no aniversário de 6 anos, podia escolher qualquer restaurante mas preferia o McDonald's? E agora não quer mais comer carne! Já havia sido bem ruim quando ela se declarou ambientalista e começou a catar garrafas vazias na rua — e no lixo do vizinho — trazendo-as para casa para reciclagem. Será que precisava escolher uma causa que vai perturbar nossas refeições?



Procuro me lembrar que Jo Ann já é bem crescida para tomar certas decisões. De qualquer modo, não adiantaria nada eu tentar impedir; isso só a tornaria mais decidida. Sei bem como ela é — eu a criei sozinho, desde pequenina até aos 13 anos, quando me casei de novo. Essa novidade de querer tornar-se vegetariana é só um capricho — vai passar logo. Enquanto isso, resolvo testar sua sinceridade. "Tudo bem", eu disse a ela... "Mas não quero que comprometa sua saúde. Vou respeitar sua decisão, mas se você para de comer carne, tem que pesquisar e preparar refeições saudáveis."

Dias depois, examinamos juntos sua "pesquisa". Jo Ann planejou refeições tão nutritivas quanto as anteriores, com todos os nutrientes nas quantidades recomendadas, mas com menos gorduras e sem colesterol. E mais fibras. Talvez essa nova alimentação não seja tão ruim assim. Sei que eu mesmo poderia melhorar alguns hábitos alimentares: costumo comer dois hambúrgueres gordurosos no almoço e, sempre que temos alguma coisa para comemorar, vamos para a churrascaria, onde peço um belo rodízio. Se eu quiser manter a credibilidade, preciso ver bem o que como. Acabo de cancelar a reserva na churrascaria para a sexta-feira. Iremos a um restaurante especializado em sopas.

Uma manhã, Jo Ann vem conversar enquanto faço trampolim e abdominais. Há cinco anos faço esses exercícios três vezes por semana e musculação nos outros dias. "Pai, você não acha que faria muito mais pela sua saúde se, além dos exercícios, parasse de comer carne?", diz ela, sem muita sutileza. "Como boa comida caseira, como sempre fiz", respondo, respirando forte. "O que foi bom durante gerações é bom para mim. Não conserte o que não está quebrado!" "O que quer dizer com 'o que não está quebrado'?", Jo Ann protesta. "Tio Lowel e Tio Charlie morreram de enfarte. Vovô teve um derrame além do enfarte. Nenhum deles era muito velho. Em alguns países, as pessoas vivem mais de cem anos, mas em nossa família todos morrem com 50 ou 60 anos." Ela não menciona meus dois avôs, que morreram de enfarte antes dela nascer. "Bom, é possível que esteja quebrado", respondo.

Resolvo trocar meu almoço de hambúrgueres por batata assada e salada. No Dia das Mães, quando Jo Ann já era vegetariana há um mês, foi visitar a mãe dela. Sua mãe (ainda menos entusiasmada com a nova dieta que eu) preparara o antigo prato predileto de Jo Ann — bifes grossos e suculentos. Mesmo em se tratando de um dia especial e correndo o risco de magoar a mãe, Jo Ann não comeu nem um pedacinho. Tenho que admirar sua determinação.

Resolvo comer menos carne vermelha. De agora em diante, carne vermelha só nos fins de semana. Não sou o único a fazer exercícios. Jo Ann é uma grande atleta. Como ginasta, ela participou de competições durante vários anos e até ganhou medalha de bronze numa competição estadual. Mas tenho medo que a falta de proteína animal afete sua força e resistência. E, afeta mesmo, ela está com mais energia do que nunca! Para mim, não faz sentido.

"Como é que você vai fortalecer os músculos, se diminui as proteínas?", pergunto. Ela tem resposta para tudo. "Os elefantes são vegetarianos. E eles têm um bocado de músculos. Assim como os animais que você come — bois e porcos — e são completamente vegetarianos." "Mas querida", protesto, "bois, porcos e elefantes são diferentes de seres humanos. Para eles, é natural crescer e obter força com alimentos vegetais." Jo Ann não se deixa abalar. "Gorilas e orangotangos são bem parecidos com os seres humanos, não é? E eles são quase totalmente vegetarianos."

Ela me mostra um livro de receitas vegetarianas que encontrou. "Aqui diz que nós, os humanos, não temos gosto natural para a carne. Temos que aprender a gostar", ela diz. "Imagine que está caminhando numa floresta. De repente, você se depara com um animal morto. Qual é a sua reação? Você está com fome? Um verdadeiro carnívoro, como um lobo ou leão da montanha, lamberia os beiços. Eles gostam de comer carne crua, inclusive as entranhas." "Isto é repugnante", protesto. "Exatamente", exclama ela num tom vitorioso. "Mas não seria repugnante para um verdadeiro carnívoro".

"Você acha natural que seres humanos comam carne? Então coloque no berço de uma criança de dois anos uma maçã e um pintinho vivo e veja qual ela vai comer e com qual vai brincar. Faça o mesmo com um gatinho; ele vai brincar com a maça e matar e comer o pintinho?" Jo Ann percebe que marcou um ponto. "Não colocamos mostarda nas maçãs", ela continua. "Não colocamos ketchup nas laranjas. Não cozinhamos nozes em molhos e temperos. Comemos cruas, como são. Mas precisamos disfarçar a carne porque ela realmente é revoltante. Será que isso não mostra que, para nós, comer carne não é natural?"

Resolvo parar de comer carne vermelha. Nos fins de semana e em ocasiões especiais, só comerei peixe ou frango. Às vezes, passo semanas a fio sem comer carne, peixe ou frango e não sinto a mínima falta. Ganho de presente de aniversário o livro de John Robbins, "Diet for a New America" (Dieta para a Nova América). Como abre os olhos! Leio o livro de capa a capa. É isento de "modismos" ou fanatismo. Além de questões sobre saúde e boa forma, o livro levanta um ponto do qual eu nunca ouvira falar — comer carne prejudica o meio ambiente além de ser, economicamente, um desperdício. Custa caro produzir carne e acabamos recebendo os nutrientes vegetais "de segunda mão", diluídos e mal filtrados pelo aparelho digestivo da vaca, do porco e do frango, animais vegetarianos que comemos.

A quantidade diária de cereais usada para alimentar o gado de abate, só nos Estados Unidos, seria suficiente para fornecer dois pães por dia para cada habitante do mundo inteiro! Produzir meio quilo de carne requer perto de 10.000 litros de água — doze vezes mais água do que precisa o vegetariano que consome laticínios.

Talvez não fosse má idéia deixar carne, peixe e frango apenas para ocasiões especiais. Decido comer carne apenas nos feriados ou quando somos convidados. Além de preocupar-se com saúde e meio ambiente, minha filha adora animais. Um dos motivos principais para deixar de comer carne é que não queria matá-los. Foi nesse ponto que eu a peguei! "Você vive dizendo que os vegetarianos respeitam a vida, mas você come plantas!", exclamo. "Plantas também são seres vivos!" "Ora, papai!", ela exclama impaciente. "Você não sabe nada de biologia? Quando comemos animais, nós os matamos. Mas, quando comemos frutas, nozes, grãos e vários legumes, não matamos a planta. Ao contrário, ajudamos sua reprodução ao retirar uma parte e ajudando a espalhar as sementes. Se não comemos a fruta, a noz, a semente, a planta deixa cair no chão para dar às sementes oportunidade de germinar. Mas ela prefere que outras criaturas ajudem a espalhá-las o mais longe possível."

No Ano Novo de 1991, Jo Ann, agora com 16 anos de idade, completa nove meses como vegetariana e continua forte e sadia. Uma das minhas resoluções para o Ano Novo é que também deixarei de comer carne. Até agora não tenho comido carne vermelha, frango ou peixe e não tenho sentido a menor falta. Ao escrever este artigo, Jo Ann (agora com 17 anos) é vegetariana há um ano e meio. Eu e minha mulher há quase um ano. Estamos todos fortes e sadios e não sentimos mais a mesma atração por nossos antigos pratos favoritos. Embora Jo Ann não seja mais uma criança, uma frase me vem à mente, "... uma criancinha lhes mostrará o caminho." Pois é, meu velho.

*Douglas Dunn - Consultor em comunicação e escritor em Oceanside, Califórnia

Fonte: Revista Vegetarian Times, novembro de 1991. Publicado em Um Assassinato Perfeitamente Legal - Nossa Alimentação, organizado por Hildegard Bromberg Richter, Paulus, São Paulo, 1997
Cantinho Vegetariano


publicado por Maluvfx às 19:29
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010
O veganismo pela via da educação


Eric Prescott Foto: sem crédito
Eric Prescott é um ativista vegano que mora em Boston, nos Estados Unidos, onde atua através da Boston Vegan Association, que ele co-fundou. Abolicionista, Eric concentra seus esforços em educação vegana. Um de seus projetos é um documentário chamado I’m Vegan(Sou Vegano), que reúne depoimentos subjetivos de veganos com o objetivo de desfazer preconceitos sobre o veganismo. 
Nessa entrevista exclusiva dada ao repórter da ANDA, Lobo Pasolini, Prescott fala sobre seu trabalho, as formas efetivas de ajudar para que as pessoas se tornem veganas e dá conselhos e sugestões para outros ativistas e aqueles que desejam se juntar à causa animal.
ANDA – Qual a forma mais efetiva de conseguir que as pessoas se tornem veganas e respeitem os animais como entidades livres?
Eric Prescott- Se o objetivo é conseguir que os humanos respeitem os não humanos como indivíduos senscientes com o direito moral de não ser propriedade, então os meios devem lembrar os fins para serem eficazes. Em outras palavras, nosso ativismo vegano deve girar em torno de educação de direitos animais abolicionistas e não de argumentos que não conduzam a uma visão abolicionista. Sendo assim, nós devemos educar as pessoas para que eles levem os interesses dos animais a sério, particularmente o interesse deles em não serem usados como propriedade humana. Na maioria dos casos, isso quer dizer ajudá-los a “ligar os pontos”. Muitas pessoas pensam que elas respeitam os animais. Por exemplo, elas pensam que é errado fazer mal aos animais (como gatos e cães) sem necessidade, mas elas não vêem que usar e consumir partes animais e produtos derivados também faz mal aos animais. Se nós conseguirmos ajudar-las a fazer essa conexão, nós teremos uma chance maior que as pessoas escolham o veganismo em solidariedade com o interesse dos animais de não serem usados como propriedade. A medida que mais pessoas pararem de usar animais porque elas acreditam que a exploração animal é errada, nós efetivamente faremos crescer um movimento abolicionista.
ANDA – Como o legista e filósofo Gary Francione, você é bastante crítico de reformas bem-estaristas como o abate humanitário, ovos de galinhas criadas “fora de gaiolas” etc. Qual é o problema com essas idéias e tendências e como elas podem obstruir o caminho até os direitos animais de fato?
Eric Prescott- Eu vou recapitular alguns pontos centrais de Francione aqui, porque eu não tenho nada para acrescentar ao que ele já escreveu. Primeiro, tentar reformar um sistema que considera os animais propriedade legitimiza o sistema, cuja premissa é que é moralmente justificável usar animais para o nosso benefício. A visão de direitos nos compele a desafiar essa presunção fundamental, e não conseguiremos isso enquanto ignorarmos a raiz do problema e focarmos em campanhas de reforma que nunca acabam. Como Francione diz, bemestarismo apenas leva a mais bemestarismo. Além do mais, essas campanhas tendem a beneficiar os exploradores de animais. Como Francione já demonstrou, as únicas reformas adotadas pela indústria são aquelas que geram benefícios de custo. É claro que está em seu interesse econômico explorar os animais de formar mais eficiente. Além disso, essas reformas tendem a proteger os exploradores de animais ao dar ao público a impressão de que os animais estão sendo “bem” tratados. Assim, reformas aliviam a consciência do público. Por fim, essas campanhas não protegem significativamente os interesses dos animais de não sofrerem. Os animais ainda são considerados propriedades e seus interesses são subjugados aos interesses dos seus “proprietários” humanos. Galinhas criadas fora de jaulas ainda sofrem muito como resultado de sua exploração. Fazer campanha por ovos de galinhas criadas fora de gaiolas ou por abate em atmosfera controlada é fazer campanha para causar sofrimento aos animais de uma forma e não de outra. Não tem nada a ver com proteger de forma significativa o interesse do animal de não ser propriedade. Com nosso tempo e recursos limitados, nós devemos focar nossos esforços na raiz do sofrimento animal, que é, em primeiro lugar, o fato de que nós os usamos. Recursos usados em reformas são recursos que poderiam ser usados para fazer crescer o movimento abolicionista através da educação vegana.
ANDA – O foco no sofrimento animal é um dos instrumentos principais do ativismo vegano. Em sua opinião, qual a eficácia das investigações de câmera escondida que mostram animais sendo abusados, torturados e mortos?
Eric Prescott – Eu sou um tanto quanto dividido nessa questão. Eu acho que mostrar evidência que os animais sofrem através do seu uso rotineiro é uma maneira forte de provar para as pessoas que a exploração animal, na melhor das hipóteses, machuca. Eu não acho que investigações em vídeo mostrando animais sendo feridos de formas atípicas são úteis para o abolicionista porque a ênfase nesse caso é em abuso e não no uso padrão. Isso pode dar a impressão que o problema é que o animal não está sendo usado devidamente e não de que o problema é que o animal está sendo usado como propriedade. Além disso, é fácil perder de vista o problema subjacente quando o foco é nos males individuais causados aos vários animais explorados para usos diversos. Essa é a razão pela qual eu acredito que é importante focar em uso rotineiro e explicar nesses casos porque o dano ocorre, amarrando isso com o argumento pela abolição da condição de propriedade dos animais. Algumas pessoas talvez não queiram ver esse tipo de imagem, e talvez prefiram ler sobre o assunto ou ouvir da boca de um ativista. Panfletos podem ser úteis também. A chave da questão é educação sobre a questão fundamental da exploração institucional, e quaisquer materiais usados no ativismo devem sempre trazer isso a tona e não simplesmente focar no modo como os animais são (mal) tratados.
ANDA – O que você diria a um vegetariano/uma vegetariana que resiste a tornar-se vegano?
Eric Prescott – Para os vegetarianos éticos (em contraste com os vegetarianos pela saúde), eu parto do mesmo princípio com eles de que nós dois entendemos que eles são vegetarianos porque nós acreditamos que é errado causar mal desnecessário aos animais. Então eu demonstro que ovo e laticínios são desnecessários e que essas indústrias fazem mal aos animais, e desfaço o mito de que os animais não são mortos por essas indústrias. Daí é uma questão de ajudá-los a entender que os animais sempre sofrerão enquanto eles forem usados como propriedade. Sendo assim, a única forma de evitar esse mal é não usá-los para nenhum propósito, isso é, tornar-se vegano.
ANDA – Diante de tantos obstáculos e enorme resistência cultural, o que os ativistas podem fazer para permanecer motivados?
Eric Prescott – Eu não posso dizer o que funciona para todo mundo, mas o que me mantém motivado é saber que eu simplesmente não posso não fazer algo. Eu não posso permanecer em silêncio. Eu não acredito que nós devemos permanecer em silêncio sobre o sexismo, racismo e assim por diante, e o mesmo se aplica ao especismo. Claro, é motivante saber que muitas pessoas tornaram-se veganas por causa do meu trabalho ou influência, mas mesmo se eu não soubesse sobre essas pessoas (e deve haver várias sobre as quais eu não sei), ainda assim eu permaneceria motivado pela minha certeza de que eu tenho que falar contra a injustiça. Eu também tento ser realista. Tudo o que eu posso fazer é me educar bem e depois educar os outros para plantar as sementes da mudança vegana. Algumas pessoas serão receptivas logo de cara, outras não. Não devemos perder o estímulo se não conseguirmos convencer todo mundo que encontramos a tornarem-se veganos. É além de nossa habilidade convencer todo mundo a mudar, mas nós podemos dar-lhes informação que pode convencê-los a mudar seu comportamento por vontade própria. Elas são responsáveis por suas decisões.
ANDA – O que você diria para aqueles que desejam tornar-se ativistas veganos?
Eric Prescott – Eduque-se. Leia seus livros e o blog abolitionistapproach.com [que inclui textos emportuguês. Uma versão traduzida do blog encontra-se aqui]. Esse material dá uma noção boa da abordagem abolicionista e o ajudará a tornar-se um ativista vegano mais eficiente.

ANDALogo da ANDA » Agência de Notícias de Direitos Animais


publicado por Maluvfx às 14:43
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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010
Moby em POA * Feeling so real


Moby almoçou e jantou no Restaurante Casa Verde!


Moby toca hoje em Porto Alegre, sou fã de suas músicas eletrônicas maravilhosas.
É um ativista pelos direitos dos animais e um dos mais importantes músicos da música eletrônica.
Moby toca teclado, guitarra e baixo. A obra Moby Dick, de Herman Melville deu nome ao artista de música eletrônica Richard Melville Hall "Moby" em referência ao parentesco entre o autor da obra e o músico.(Ele é neto do escritor). E também pelo fato da baleia (Moby Dick é um cachalote macho) ser caçada na história. Como ativista pelos animais, ele é contra a caça de baleias.Suas músicas foram trilha sonora do Documentário Terráqueos (Earthlings). O mais contundente documentário até hoje feito denunciando a exploração dos animais do planeta. Narrado por Joaquin Phoenix, que ganhou o Oscar.
Moby é vegano e ativista pela causa animal, e hoje almoçou e jantou no restaurante Casa Verde.
É uma grande honra tê-lo aqui na cidade, sou fã de suas músicas profundas e interessantes. Com certeza o show será o máximo!
O Moby inovou ao usar em suas músicas trechos de gravações do folclore negro do início do século 20 nos Estados Unidos. Ficou tão perfeito que foi sucesso total. Músicas perdidas no tempo foram misturadas a toques eletrônicos muito bem bolados.
Ele mistura 
soulblues e electrônica em uma combinação perfeita.O mais legal de suas músicas é que elas são reflexivas, mas também podemos dançar até cair com suas batidas eletrônicas. É uma mistura de tudo o que é harmônico e moderno.Sou fã de suas músicas desde que vi o filme Terráqueos, no qual toda a trilha sonora é Moby, nos faz admirar o mundo, odiar a humanidade e amar a qualidade e profundidade de suas produções.Quando o filme acabou minha vida mudou. Tudo ao meu redor foi visto de uma maneira diferente. Minha vida mudou para melhor, novas pessoas entraram nela. Para ficar.
E Moby é o músico que marcou esta fase da minha vida com suas músicas limpas, claras e eletrônicas.


Este é um disco punk, não é muito meu estilo, mesmo assim é bom. Vale a pena conhecer este músico de muitas qualidades e estilos musicais.
O restante da discografia e músicas para ouvir podem ser encontradas no site do Moby

Visite seu site:http://www.moby.com/e saiba por que muitos adoram a música que ele faz.





Moby durante show em POAFoto: Félix Zucco
Félix Zucco
Foi genial (e não menos que isso) o show de Moby ontem à noite em Porto Alegre. Passados 17 anos desde sua primeira vinda à cidade, o norte-americano fez uma apresentação ainda mais espetacular do que aquela realizada em 1993, quando ainda era um ilustre desconhecido para a maior parte das pessoas. Neste 2010, Moby é um dos artistas mais importantes e influentes da música pop - e provou isso ao vivo. 


Dominando palco, público e banda o músico, DJ e produtor nova-iorquino orquestrou uma ode à cultura eletrônica a partir de instrumentos acústicos (bateria, percussão, cordas) e de elementos digitais (teclados, seqüenciadores) making us feeling so real. Com guitarra em punho, o multinstrumentista tornou-se em um guitar hero clubber, transformando o Pepsi On Stage em uma rave urbana clássica, as we were in 93 naquele galpão velho da zona norte onde rolou a L&M Music.


Depois do climão sacro criado com a instrumental A seated night, do último álbum,Wait for Me, o show dá início a uma sequência absurda de hits: Extreme ways,MistakeIn my heart (linda, com Joy Malcon perfeita no vocal), Bodyrock (explosiva),Go (atualizada e revitalizada), Why does my heart feel so bad?Pale horsesPorcelain(dedicada a todos que estavam no local e precedida por um pedido de desculpas feito por Moby “por ser um americano ignorante que não sabe falar português” aliado a acordes de All Apologies, do Nirvana) e We are all made of stars (com o músico mandando ver na guitarra).


Na segunda metade do show, Lift me up e Natural Blues levantaram a galera, que cantou junto uma versão de Walk on the wild side (do Velvet Underground; foi legal, mas achei deslocada no setlist). Também rolou um cover de Whole Lotta Love, do Led Zeppelin. Disco Lies e The stars (na mesma ordem em que aparecem em Last Night) fecharam o bloco.


O bis foi com In this world (mais um show dentro do show a cargo da vocalista), Honeye a urgente Feeling so real, promovendo uma total volta no tempo e uma grande homenagem aos early ravers de POA – uma época livre de playboys, pitboys, patricinhas eletrônicas, alpinistas sociais e paraquedistas da noite.


Ao final, uma crucificação simbólica do artista (Deus, fé e religião são temas frequentes na obra do músico) com direção de luz perfeita e alto grau de emoção. Se você não viu Moby na capital gaúcha em 93 tudo bem, ontem você viu algo muito mais inspirador e determinante. Forte candidato a show do ano na cidade!





A noite abriu com os DJs Ka-hara e Cevallos, da NEON, e com Mixhell. No encerramento, o povo se jogou com os DJs Landosystem e Chaves, da DISC-O-NEXO, e Schutz (I love discorock).


A turnê de Moby segue para Curitiba (hoje, dia 21), São Paulo (23) e Rio de Janeiro (24).


Vídeos: houve um erro no crédito das músicas. Os títulos corretos são os que estão escritos no post e não os que aparecem nas legendas das imagens. Correção em breve. Desculpae!


Extreme ways



Mistake



In my heart



>>>>> Leia e ouça uma entrevista com Moby


publicado por Maluvfx às 22:15
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Segunda-feira, 8 de Março de 2010
Estudo sobre Ativismo Vegetariano na Internet


A publicitária vegana Milena Pacheco divulgou recentemente os textos da monografia que a fizeram obter - com nota máxima - o título de bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda pelo Instituto Superior de Ciências Aplicadas, em Limeira, interior de São Paulo. Nos textos há um profundo estudo sobre as divulgações do vegetarianismo através da internet, com bastante material comentado aqui do Vista-se.
Clique no botão VIEW IN FULLSCREEN na caixa abaixo | Para voltar pressione ESC em seu teclado




Se você está lendo isso em seu e-mail, clique aqui
Mimlena Pacheco
“Como em todo vegetariano(a), a vontade de divulgar a ideologia “cruelty free” me acompanha em todos os momentos. Ao final da longa jornada universitária, veio a liberdade da escolha de um tema para o trabalho de conclusão de curso.
Logo de cara, surgiu a ideia de juntar o útil ao agradável e resolvi escrever sobre nossa ideologia e a divulgar durante a apresentação do trabalho para aqueles que não a conheciam e estivessem ali presentes, assim como disponibilizá-la posteriormente. Recebi elogios vindos dos professores, dos alunos, dos pais de alunos ali presentes e de todos aqueles que me apoiaram durante essa jornada.
Muitos vieram me perguntar sobre o assunto e demonstraram interesses em se tornarem vegetarianos, pedindo dicas de receitas, produtos, nutrição, lojas, etc., e isso nos mostra o quanto é importante seguir em frente com nosso ativismo, seja online ou “nas ruas”, pois ainda há muita gente que precisa despertar sua consciência para a realidade. Agradeço a todos que contribuíram e que contribuem para a libertação animal.
Dedico esse trabalho a todos aqueles que lutam pela ética no tratamento da causa animal e buscam, com isso, fazer das pessoas e do planeta que habitamos um lugar melhor.” Milena Pacheco.
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publicado por Maluvfx às 23:14
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