Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Terça-feira, 23 de Outubro de 2012
"Secretário de Estado diz que um caçador é um bom conservacionista"
"Um caçador é obrigatoriamente um bom conservacionista" 

"Não podemos ter preconceitos relativamente a essas tradições (tourada), que fazem parte do povo e fazem parte do país"


Vasco Reis:
Exploração desenfreada dos recursos, do ambiente, da floresta, da tranquilidade, dos animais chamados cinegéticos, dos cavalos para corridas e apostas, dos touros e cavalos nas touradas e a encoberto, etc. Que saque do território, dos animais, das pessoas. Que país martirizado!


André Silva:
A estirpe que nos governa, seja nas finanças, na cultura, na educação, na agricultura, na saúde, ou nas florestas e natureza mede-se toda pela mesma bitola. Importa o lucro, o compadrio de famílias e associações. O bem comum, o bem de tudo e de todos não é pensado nem colocado em prática. Estes senhores, e todos os que têm governado o país nos últimos 40 anos têm que sair.

Zé Maria Miranda:
... o ex.mo S.E. devia de estar a pensar neste: 

Roberto Rico (Roberto R. Mt Noudar)


Campelo considera que a caça tem uma receita potencial forte.
Foto: Enric Vives-Rubio 
Daniel Campelo, governante responsável pelas florestas e conservação da natureza, assegura que nada está decidido quanto à abertura de portas à extensão do eucalipto no país.

No meio das pilhas de papéis que cobrem a ampla secretária de Daniel Campelo, há um documento, num dos cantos, que se destaca: uma proposta para regulamentar as apostas hípicas. É um jogo como outro qualquer, diz o secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, mas com o condão de impulsionar toda a indústria à volta do cavalo. Campelo, 52 anos, é quem está agora também à frente da conservação da natureza. Não é um novato, tendo criado, quando era presidente da Câmara de Ponte de Lima, a Paisagem Protegida da Lagoa de Bertiandos e São Pedro de Arcos. Agora, o secretário de Estado quer uma área protegida em cada concelho, gerida pelos próprios municípios.

Não se sentiu um peixe fora de água quando foi convidado para assumir a pasta da Conservação da Natureza?

Não. É uma área que sempre gostei, onde tenho algumas experiências. Mas há muitas coisas novas.

Quando foi anunciado que a conservação da natureza ficaria com as florestas, houve pessoas preocupadas que um sector ficasse submetido ao outro. A fusão está a funcionar?

É um processo gradual e lento. Uma coisa é o processo administrativo e esse está consumado com a aprovação da lei orgânica – há agora uma fase que é a de aprovação dos estatutos que ainda não está terminada – e depois há o processo de criação de ligações, a chamada “química” institucional. Faz toda a lógica a fusão destas áreas porque não é possível ter conservação da natureza sem o envolvimento dos agentes que trabalham a terra, a floresta, a caça.

Pode dar exemplos?

A prevenção e o combate a fogos florestais. Nas áreas protegidas, esse trabalho era feito pelo Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB). Agora, o esforço é feito com todos os meios humanos e materiais da antiga Autoridade Florestal e do antigo ICNB. Em algumas zonas, havia quem tivesse dotação para combustível mas não tinha viaturas e noutros locais era ao contrário.

Um dos focos de tensão entre as duas áreas é o código de arborização. Há o receio de que os interesses da floresta produtiva se sobreponham.

O receio é legítimo. Este é um projecto apresentado à discussão pública e há a preocupação em responder a constrangimentos identificados: a excessiva burocracia, o tempo excessivo para o licenciamento, as excessivas entidades a consultar. Há alguma polémica sobre como isso se pode fazer no futuro, sobre a possibilidade de não haver controlo sobre o que os proprietários vão plantar. A discussão é para sinalizar todas essas situações para que haja um documento que seja o mais consensual possível. Na segunda fase, o Governo irá olhar para o que resultar da discussão pública e terá de fazer um debate com outros organismos e depois elaborará o documento final.

Havendo Planos Regionais de Ordenamento Florestal (PROF) e estando a rever-se os Planos Directores Municipais (PDM) porque não definir logo as áreas onde plantar e o que é que se pode plantar, evitando-se a burocracia?

Os PROF já estão desajustados da realidade e foram suspensos até 2013. É preciso que haja instrumentos de gestão racional que tenha em conta a realidade. Estamos empenhados na revisão de pacotes legislativos na área da floresta e da conservação que visa fazer essa adaptação. Precisamos de estimular. Não basta ter mecanismos financeiros no Programa de Desenvolvimento Rural (Proder) se depois não houver formas de aproveitamento desse dinheiro.

O que tem acontecido em vários quadros comunitários de apoio é que o dinheiro para as florestas não é todo utilizado.

É verdade. Resulta de um programa mal ajustado à realidade nacional mas também da atitude dos proprietários pois torna-se mais barato abandonar do que gerir o espaço. Temos de criar mecanismos em que se torne mais caro abandonar a floresta do que geri-la ou entregar a gestão. É o que procuramos com a bolsa de terras. Quem gere não paga ou tem uma redução e quem não gere tem de pagar.

Mas esses benefícios só serão atribuídos depois da troika.

Sim, por causa do memorando de entendimento. Mas são só dois anos. E depois de ter sido feito o cadastro. Sem isso, todos os mecanismos são difíceis de implementar.

Já ouvimos isso de vários governantes.

Em Abril, foram criadas duas comissões: uma para fazer o cadastro e outra para a gestão activa do espaço rural e florestal. Não posso falar pelo passado. O cadastro é a ferramenta mais importante de gestão do território. Espero que este governo consiga, pelo menos, dar início a esse processo.

O cadastro é um trabalho monstruoso.

Estamos a estudar mecanismos que nos permitam fazer esse trabalho com menos peso e custo do que estava previsto. É melhor ter um cadastro com alguma imperfeição do que não ter nenhum. Há muita coisa já feita, não está é integrada. Vamos começar por aí.

Que floresta quer o Governo para o país? Prevê uma expansão dos eucaliptos?

O mais importante é tirar partido da área florestal já existente pelo melhor ordenamento. Podemos aumentar a produtividade florestal em até 300% só pela gestão da propriedade. Temos ainda um milhão e meio de hectares de áreas abandonadas, incultas e alguns matos.

A ideia é expandir a floresta?

A ideia é aproveitar essas áreas com potencial florestal e geri-las em nome da sustentabilidade ambiental, económica e social. Há áreas florestais que não têm procura comercial e não vão ser os produtores a plantar essas áreas se não houver incentivos. Não podemos convencer o produtor a fazer uma coisa que ninguém compra. Mas há necessidade de plantar floresta que não tem retorno nos mercados mas presta serviços ambientais. Essa é uma das nossas lutas na negociação dos fundos comunitários 2014-2020.

Para essa área de um milhão e meio de hectares, há metas estabelecidas para cada uma das espécies?

Quem tem de dizer isso são os planos de ordenamento florestal. Os solos não são iguais. Tudo tem de ser ajustado ao potencial que o solo e o clima têm para as plantas.

Gostaria que houvesse mais áreas protegidas?

A área protegida em Portugal é das maiores na Europa em termos percentuais – temos cerca de 22%. Temos uma boa área com garantias de protecção, queremos aumentá-la, mas não queremos criar um problema de gestão. Não basta dizer: “aqui é proibido”. As pessoas não aceitam e depois contestam.

Os próprios autarcas contestam...

Os autarcas e as pessoas.

Mas há uma animosidade de muitos autarcas contra as áreas protegidas...

Fui reunir-me com os agentes principais do Parque Nacional da Peneda Gerês, onde há conflitos antigos com esse tipo de atitude. E até há quem diga que as pessoas por raiva estragam as coisas, põem fogo, etc. Isto não pode acontecer, eles são os próprios interessados em que isso corra bem. Então temos de lhes dar responsabilidades. Há riscos? Há. Mas também há riscos quando fechamos e bloqueamos o acesso das pessoas a uma partilha. Essas áreas podem aumentar por essa estratégia: os municípios aumentam as áreas protegidas, mas empenham-se e comprometem-se com a sua gestão, directa ou indirectamente.

Tem dito que gostaria de ter uma área protegida em cada concelho. O que está a fazer para ajudar as autarquias?

Estamos a tentar motivar e estamos a ter resultados. Há municípios que começaram a descobrir esta possibilidade. Até aqui tinha de ser feito por portaria governamental e agora é uma simples decisão do município, que pode identificar um valor ou uma área a proteger, definir as regras, classificar e gerir. Cada um há-de entender no seu município qual é a especificidade da área que quer proteger e o que quer fazer dessa protecção, se quer fazer uma coisa mais turística, mais científica ou mais educativa.

Vão dar incentivos concretos às câmaras?

Gostaria que aumentasse o grau de diferenciação positiva para estas situações. Isto pode levar a uma mancha de óleo de preocupações de conservação ambiental, conservação da natureza, de valores rurais. Esses equipamentos têm muitas vezes auto-sustentabilidade económica. Essa estratégia existe noutros países onde organizações da sociedade civil podem ser responsáveis pela gestão de bens protegidos. Nós também queremos fazer isso em Portugal. Por que é que as áreas protegidas não hão-de ter uma partilha de gestão com outras entidades, porque é que há-de ser uma coisa só do Estado?

Já houve várias tentativas, por exemplo, com as câmaras no conselho directivo das áreas protegidas...

Não sei se houve. Estamos hoje a tentar que isto seja uma realidade e até passar equipamentos que estão sob a gestão do Estado para as autarquias ou entidades.

Que tipo de equipamentos?

Dormidas, visitação, as casas dos parques. Estamos a lançar estes desafios aos municípios.

Mas isto era um programa que o próprio Instituto da Conservação da Natureza estava a desenvolver, a recuperação e o aluguer das casas dos parques.

Em alguns sítios, o ICN interveio, recuperou e depois fechou as casas.

E os serviços florestais? Também têm casas espalhadas pelo país inteiro.

Já entregámos várias casas, delegámos a sua gestão a outras entidades que estão na proximidade. E gostaria que isso fosse acelerado, para evitar a degradação de património que está fechado, que tem um aproveitamento inútil. Um exemplo noutro domínio: o dos viveiros florestais e aquícolas. Estamos neste momento num processo de contratualizar com municípios a activação desses espaços para fins pedagógicos, ambientais e para fins de exploração.

Estes equipamentos têm sido entregues para turismo?

Os que estão programados para turismo da natureza podem continuar nessa modalidade. Ou para centros de interpretação ambiental ou para actividades lúdicas ou para apoio por exemplo às associações de caça, que também têm um papel importante no ordenamento florestal.

Existe uma imagem de que o caçador é antinatureza. Qual é a sua opinião?

A caça é uma das actividades mais antigas do mundo e é uma das mais antigas na floresta. Um caçador é obrigatoriamente um bom conservacionista. A caça, se for bem gerida e bem ordenada, é uma actividade perfeitamente enquadradora na exploração da floresta. É por isso que digo que não há conservação possível sem o envolvimento desses agentes. O maior programa em curso, o de reintrodução do lince, só tem possibilidade de ter sucesso se houver um compromisso entre os agricultores, os agentes florestais e os caçadores. A caça tem uma receita potencial muito forte. Há concelhos que vivem muito à custa da caça e dos caçadores.

Sabemos que quer reintroduzir corridas de cavalos urbanas em Portugal. O que é que está na forja?

Portugal e o Luxemburgo são os únicos países europeus onde não há apostas hípicas. É um jogo como outro qualquer. Mas as apostas hípicas [sustentam] o desenvolvimento rural. Portugal tem as melhores condições na Europa de clima, de pastagens e de mão-de-obra para poder ter uma fileira do cavalo forte, que é uma indústria muito potente em toda a Europa. As corridas são um motor económico para justificar o crescimento desta indústria.

Mas nem coudelaria de Alter consegue ser rentável...

Alter é uma peça que pode beneficiar deste sistema. Se a indústria do cavalo ganhar dinâmica por força da implementação do sistema de apostas hípicas, todo o negócio à volta dos cavalos cresce. E inevitavelmente Alter será um pólo beneficiado, apesar dos cavalos que ali estão não serem para este tipo de corridas.

E o que vão fazer?

Vamos alterar [a legislação] para tornar apetecível. Chegou a haver dois concursos no passado, que ficaram desertos, porque as regras não eram atractivas. Não posso neste momento adiantar mais.

As touradas também são importantes?

É outra questão. Fazem parte da nossa cultura, alimentam uma parte também do mundo rural. Não podemos ter preconceitos relativamente a essas tradições, que fazem parte do povo e fazem parte do país.

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publicado por Maluvfx às 04:43
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Domingo, 2 de Setembro de 2012
Caça
Caçar é assustar, ferir, provocar sofrimento e matar.
No entanto, há quem chame desporto a esta actividade, que pode provocar paixão e ser elogiada. Envolve muitas verbas.
Pois, se há gosto no contacto com a natureza e no exercício físico, isso pode acontecer sem a arma a tiracolo ou apontada, aumentando até o desfrutar.
Para muito gente, os animais vivos são bem mais belos e interessantes do que mortos e ensanguentados. Pode disparar-se também, mas com máquinas fotográficas ou de filmar e assim conseguirem-se, de modo pacífico, belos trofeus em imagens.
O tiro ao alvo é uma boa alternativa para treino da pontaria, para fazer o gosto ao dedo, para proporcionar convívio.
Hoje em dia, a caça em Portugal mal se justifica para servir as pessoas que se alimentam de carne pois, em geral, para se obter o mesmo valor nutritivo é preciso abaterem-se muito mais animais dentre as espécies cinegéticas do que animais das espécies domesticadas criadas para servirem de alimento. Poupar-se-iam, portanto, muito mais vidas no caso de opção por esta possibilidade. Aliás, o consumo de carne é dispensável e nem é dos alimentos mais saudáveis. A experiência dos vegetarianos e dos veganos demonstra isso mesmo, enquanto poupa o sacrifício de animais.
A caça provoca enorme susto aos animais, sejam eles alvejados ou não. Mesmo se a morte for rápida, trata-se sempre de um impacto violentíssimo.
Se o animal ficar ferido, sem morte rápida, ficará em terrível sofrimento.
Espécies cinegéticas podem ser criadas para serem lançadas perante os canos de caçadores, sofrendo estes animais os mesmos choques.
Não falta sofrimento durante a criação em recintos fechados e apertados.
Cartuchos e restos de projécteis espalhados pela natureza são prejudiciais, provocando poluição física e visual.
Acontecem acidentes que vitimam pessoas.
Muitos cães de caça estão sujeitos a condições deficientes de tratamento e de manutenção. Alimentação, espaço, protecção contra intempéries, contenção, desparasitação, etc. muitas vezes não permitem uma razoável qualidade de vida para estes animais.
Num acto de profunda crueldade, muitos cães de caça são abandonados, porque não satisfazem o caçador. Outros são abatidos com maior ou menor sofrimento.
Em Portugal existem milhares de caçadores, no meio de cerca de 10 milhões de portugueses. Dentre estes últimos, a maior parte não tem simpatia pela actividade, muitos sentem-se por ela incomodados e abominam-na, mas pouco se manifestam contra ela.
Legislação recente reconhece o direito à não caça em terrenos de quem o requerer.
A caça incomoda pelo ruído, pela perturbação do ambiente, pelo perigo e, também muito, pela angústia e revolta que provoca a quem está consciente do dizimar e do sofrimento que provoca em animais sencientes, dotados de sistema nervoso comparável ao dos caçadores.

Vasco Reis
médico veterinário


publicado por Maluvfx às 07:14
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
As baleias precisam de você!
Proteste contra a matança: 



Dinamarca: uma vergonha mundial



O mês de abril é uma época perigosa para as baleias nas águas norueguesas, pois marca o início da estação de caça. Em 2010, chegaremos ao número de 1.286 baleias minke que serão mortas com arpões explosivos e tiros. Diga à Noruega que isso é inaceitável, AGORA! 


Whalewatch.org
A Noruega é um dentre apenas três países que desafiam a proibição internacional à caça comercial das baleias, comprometendo a sua reputação como uma nação progressista, preocupada como o bem-estar animal.Tendo em vista o enorme tamanho das baleias, bem como o desafiador ambiente de caça, é simplesmente impossível que o abate seja feito de forma humanitária no mar. Os próprios dados da Noruega mostram que pelo menos uma em cada cinco baleias vivencia um longo sofrimento, agonizando até a morte. Algumas levam até mais de uma hora para sucumbirem às feridas.

Uma crueldade totalmente desnecessária. 
Uma pesquisa de opinião em 2009 apontou que a maioria dos noruegueses considera inaceitável o sofrimento acarretado pela caça às baleias, e que apenas 1% da população consome carne de baleia regularmente.

Apesar disso, a Noruega continua desafiando a proibição à caça de baleias: a cota comercial de abate em 2010 é a maior em 25 anos. O governo alega receber poucas críticas acerca da caça às baleias. É hora de mudar essa situação.
Não fique parado. Faça com que abril seja o mês das baleias, e não de seus caçadores!

Nesse mês, membros da Whalewatch (a Dyrebeskyttelsen Norge, a NOAH – for dyrs rettigheter e a WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal) enviarão um abaixo-assinado ao Primeiro-Ministro da Noruega exigindo um fim para a caça comercial de baleias. O abaixo-assinado já conta com a assinatura de milhares de noruegueses.

Ajude-nos a mostrar que o mundo está unido aos noruegueses. Assine esta carta, dizendo ao Primeiro-Ministro da Noruega que atenda a exigência de seus cidadãos, pondo um fim a essa crueldade.
A seguir verão o mar tingido de vermelho, entretanto, não é devido aos efeitos climáticos e poluição..

Se deve a crueldade com que os seres humanos, conhecidos por seres civilizados, matam centenas dos inteligentíssimos GOLFINHOS CALDERON.
Todos os anos, na Ilha de Feroe, na Dinamarca, o massacre é feito por jovens. Por que? Para demonstrar que estes mesmos jovens já chegaram a uma idade adulta e estão "maduros". 
A celebração é pura diversão para eles, onde todos participam de forma cruel ou mesmo apoiando como espectador.
O Golfinho Calderon se aproxima do homem unicamente para interagir e brincar, gesto de cordialidade e docilidade. Eles não morrem instantaneamente, são cortados algumas vezes com ganchos grossos. Neste momento os golfinhos emitem um som estridente que mais se assemelha ao choro de um recém-nascido.
Não há compaixão a dor. Os dóceis golfinhos sangram lentamente e sofrem com as enormes feridas até perderem a consciência e por fim morrem.
Então, quando mortos, os "heróis" da ilha são vistos como adultos - serão considerados racionais e direitos?!? - para eles é um ato para demonstrar maturidade.
As fotos são de cortar o coração das pessoas do bem e que desejam preservar a natureza. Vamos salvar nosso mundo!

Temporada de caça às baleias fracassa e Japão critica Sea Shepherd

Frota caçou na Antártida metade do número previsto de baleias; guerra com ambientalistas promete recrudescer em junho

A frota baleeira japonesa encerrou ontem (12) a temporada de caça na Antártida com 507 baleias, metade das 935 previstas. O capitão da frota, Shigetoshi Nishiwaki, atribuiu o fracasso da expedição de cinco meses aos ambientalistas da entidade Sea Shepherd, informam os sites da BBC e do Guardian. Em anos recentes, a Sea Shepherd, têm usado barcos para perseguir navios japoneses e impedir a captura de baleias. A tática de guerrilha teve seu ápice em janeiro, quando uma lancha hi tech da entidade, a Ady Gil, afundou depois de colidir com o navio arpoador Shonan Maru 2.
Nishiwaki disse ter ficado “furioso” com as investidas dos ambientalistas em alto-mar, que paralisaram a frota japonesa por 31 dias. “Eles dizem que protegem o mar, mas não se importam de vazar óleo ou deixar para trás de pedaços de barco”, disse, referindo-se à Ady Gil.
Fonte

Caça à baleia na Noruega será a maior em 25 anos

O governo da Noruega, que, ao lado do Japão, é um dos países que mais caçam baleias, autorizou os caçadores a matar este ano 1.286 animais, a maior cota dos últimos 25 anos. Ativistas contra a caça de baleias estão preparando protestos, já que as cotas fixadas pelo governo norueguês são unilaterais e desafiam a proibição global à caça comercial do animal.

"A decisão unilateral do governo da Noruega de permitir a maior caça em 25 anos desafia a lógica, assim como a opinião popular naquele país", disse Claire Bass, gerente de Mamíferos Marinhos da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA, na sigla em inglês).
Segundo ela, o mercado para produtos derivados da carne de baleia está em declínio. "Estipular uma cota absurdamente grande não irá mudar isso."
No Japão, o polêmico programa de "caça científica", como chama o governo, pretende matar 1.280 baleias este ano, apesar de haver grandes estoques de produtos derivados de baleias, que lotam os depósitos.
...
Fonte

Noruega está em temporada de caça de baleias
  
Neste ano os caçadores noruegueses irão matar 1.286 baleias, a cota mais alta estabelecida pelo governo da Noruega nos últimos 25 anos
  
Exposição Eye to Eye da WSPA    
Baleia Jubarte

Por Bernardo Torrico - WSPA
A WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal) considera estranhamente propício que a Noruega escolha começar outra temporada de caça de baleias no dia mundialmente conhecido como “Dia da Mentira”, como foi o primeiro de abril. Ativistas contra a caça de baleias estão ainda mais impressionados com o fato de que neste ano os caçadores noruegueses irão matar 1.286 baleias – a quota mais alta estabelecida pelo governo da Noruega nos últimos 25 anos.
“A decisão unilateral do governo da Noruega de permitir a maior caça em 25 anos desafia toda a lógica, assim como a opinião popular naquele país”, disse Claire Bass, Gerente de Programas de Mamíferos Marinhos da WSPA, que completou: “O mercado para produtos derivados da carne de baleia simplesmente não existe e estipular uma quota absurdamente grande não irá mudar isso”.
A quota deste ano é a maior desde que a Noruega começou a estipular suas próprias quotas, de maneira unilateral, desafiando a proibição global à caça comercial de baleias. E ela vem num momento em que há uma queda na demanda de carne de baleia. Na verdade, os números inflados deste ano se devem em grande parte à quota não aproveitada de 401 baleias de 2009, quando os caçadores noruegueses terminaram sua temporada de forma prematura justamente por esse colapso na demanda doméstica por carne de baleia. (nota 1)
Numa prova incontestável da queda de demanda, “Norges Råfisklag” (a associação comercial dos pescadores noruegueses), responsável por fixar anualmente os preços mínimos para a carne de baleia, viu esses preços caírem para o módico valor de 30 kroner noruegueses (aproximadamente R$8 por quilo), muito mais barato que a carne bovina por lá.
Apesar dessa evidência, a Noruega agora compete com o Japão no que diz respeito ao número de baleias que mata. Este ano o programa de “caça científica”, como chama o governo japonês, pretende matar 1.280 baleias, apesar do estoque de milhares de toneladas de produtos (não vendidos) derivados de baleias, que atualmente lotam os depósitos japoneses.
“O governo norueguês precisa parar de defender e justificar essa indústria cruel e desnecessária quando seus recursos seriam muito melhor investidos no desenvolvimento do turismo de observação de baleias, que é muito mais lucrativo, sustentável e humanitário para com as baleias”, concluiu Claire. (nota 2)
Trabalhando em conjunto com parceiros noruegueses, a WSPA organizou a exibição chamada Eye to Eye (“Olho no Olho”), com fotos de baleias em tamanho real. (nota 3) As pessoas que visitam a exposição têm manifestado sua oposição à caça de baleias na Noruega participando de um abaixo-assinado que será apresentado ao Ministério da Pesca daquele país até o final de abril, solicitando uma revisão urgente da política de caça de baleias da Noruega. A mostra, que atualmente se encontra na estação central de Oslo, já rendeu 3.600 assinaturas. Essas pessoas que assinaram e outros noruegueses concordam que a caça comercial de baleias é arcaica, desnecessária e desumana, que não tem lugar numa sociedade progressista e moderna como a da Noruega.









Greenpeace bloqueia carregamento de carne de baleia

Quinze activistas da organização ecologista Greenpeace acorrentaram-se hoje de manhã às amarras Fontede um cargueiro transportando carne de baleia com destino ao Japão no porto holandês de Roterdão.

Fonte




publicado por Maluvfx às 16:38
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Quinta-feira, 18 de Março de 2010
Red Bull faz apologia à caça

Fiquei horrorizado ao ver esse anúncio da Red Bull na TV essa tarde na Globo. Ele faz apologia à violência contra animais! Por favor, escreva para essa empresa dizendo que irá boicotá-la caso ela não retire esse anúncio


via LOBO REPÓRTER


publicado por Maluvfx às 23:31
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