Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sábado, 3 de Março de 2012
O circo não é diversão... para os animais!
“Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado, apenas a sombra de sua beleza perdida.”
1937, Julia Allen Field

O circo não é divertimento para todos

Para os menos atentos o circo transparece uma imagem de animação onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são torturados, abusados e mantidos prisioneiros para quase toda vida em nome do entretenimento.

Cães, elefantes, ursos, camelos, cobras, macacos, araras, papagaios, focas, cavalos, girafas, lamas, cabras, zebras, bovinos, póneis, tigres, pumas e leões, são as espécies animais que mais facilmente se podem encontrar em circos de todo o mundo. Estas mesmas espécies são maltratadas e mantidas famintas, em estado de desnutrição contínua. Passam a vida aprisionados em espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira, dolorosa e stressante. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat, e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas. Outros foram comprados a jardins zoológicos e a outros circos.

O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Para além da fome os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa, e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória). Todo o aborrecimento pelo qual os animais passam é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, muitas vezes superlotadas, nas quais mal se podem movimentar. A ansiedade e o stress resultantes das pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência dos treinos a que são submetidos fazem com que fiquem com distúrbios comportamentais (tornam-se apáticos e neuróticos). Repetem permanentemente movimentos estereotipados, auto mutilam-se e, por vezes, até ocorre canibalismo.

No seu meio selvagem, e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.

Os circos nada oferecem de pedagógico: crianças são ensinadas a olhar para os animais como objectos de exibição, que se expõem, se exploram e dos quais se abusa. As crianças podem aprender mais sobre os animais e o seu comportamento natural em documentários sobre a vida selvagem.


Apresentam-se de seguida algumas espécies animais e os abusos dos quais são vítimas:


Elefante amarradoElefantes:

- Antes de chegarem ao Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não se podem mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.

- Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
- Os elefantes são animais que vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto pelos seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.

- Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilómetros diariamente.

- No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características da depressão causada pelo cativeiro.

"Como fazer para conseguir a atenção de um elefante de 5 toneladas? Surre-o. Eis como".
Saul Kitchener, director do San Francisco Zoological Gardens



Tigre dentro de jaulaLeões, Tigres e outros Felinos:



- De acordo com Henry Ringling North, no seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a pedestais e são enroladas cordas nas suas gargantas, para que tenham a sensação de estarem a sufocar.

- São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.

- Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.

- Passam a maior parte de suas vidas dentro de pequenas jaulas.

Alguns circos alimentam os felinos com cães e gatos abandonados.


Ursos:


Urso numa bicicleta
- Têm o nariz partido durante o “treino”

- As suas patas são queimadas, para os forçar a ficar sobre duas patas

- São obrigados a pisar chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música

- Durante o “espectáculo” os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treino” e começam a movimentar-se, dando a impressão de estarem a dançar

- Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 da sua língua cortada

- Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro

- Alguns ursos auto mutilam-se, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas


Macacos:



Macaco atrás de grades
- Apresentam o mesmo comportamento das crianças que sofrem abusos

- Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano

- São agredidos de modo a obedecer e obedecem apenas por medo

- Roer unhas e auto mutilação são comportamentos frequentemente encontrados em macacos cativos

- Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.

Cavalos, camelos, bois, cabras, póneis, burros e lamas:


Cavalo esquelético
- São açoitados e impedidos de fazer caminhadas

- Não são alimentados devidamente

- São agredidos para aprender



Todos os animais de circo:
- Não têm férias nem assistência veterinária adequada

- São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilómetros sem descanso, etc..

- Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treino”: choques eléctricos, chicotadas, privação de água e comida.

- Encontram-se sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças


Como ajudar?
Há várias coisas que podes fazer para reduzir o sofrimento dos animais. Pode ser algo tão simples como escrever uma carta ou fazer um telefonema num esforço para alterar o modo como estas instituições tratam os animais.

O que acontece aos animais se saírem do circo?
O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes. Os animais resgatados dos circos são geralmente reinseridos nos seus habitats naturais e em parques protegidos (ou santuários), que reúnem as mesmas condições.

É possível um circo existir sem animais?
Perfeitamente! O circo “Cirque du Soleil”, que foi fundado em 1984 por Guy Laliberté, tem um misto de números de circo e entretenimento de rua. Ao longo das duas últimas décadas o Cirque du Soleil transformou-se num império de divertimento e deu a esta arte um novo sopro de vida, uma vez que defende um circo sem animais, “Não estamos bem certos se o lugar de um elefante ou de um tigre é ficar enjaulado metade da vida ou apresentar-se ao Mundo fazendo acrobacias.” Este circo tem actualmente 2400 empregados e 500 artistas de mais de 40 países. Cerca de 600 mil pessoas assistem às suas peripécias Mundo afora. O circo está muito mais saudável do que antes, porque as pessoas precisam de sonhar e ter esperança, e é disso que falamos!”.


Alguns circos com animais:
- Circo Victor Hugo Cardinalli
- Circo Roberto Cardinali
- Circo Atlas
- Circo Chen
- Circo Di Napoli
- Circo Stankowich
- Circo Garcia
- Circo Bim Bobo
- Circo Moscow
- Circo Beto Carreiro
- Circo Vostock
- Circo De Roma


Alguns circos SEM animais:
- Circolando - R. Pinto Bessa, 122, Armazém 8 (Porto) - junto à estação de Campanhã; telefones: 225189157 e 934182945
- Kopinxas - Grupo de animação circense (Aveiro) http://www.kopinxas.com/ telefones: 936277013 e 913677966
- Trupilariante Companhia de teatro-Circo (Lisboa) http://www.trupilariante.com , e-mail: trupilariante@trupilariante.com telefone: 218460738 fax: 218 150 688
- Kabong (Porto) - telefone: 962710061
- Cia
- Clawnesca Cara Melada
- Cia Pavanelli: http://www.ciapavanelli.com.br
- Circo da Alegria: http://www.circodaalegria.com.br
- Circo Dança Teatro Intrépida Trup: http://www.intrepidatrupe.hpg.ig.com.br
- Circo Girassol: http://www.circogirassol.com.br
- Circo Gran Bartholo
- Circo Mínimo: http://www.circominimo.com.br
- Circo Navegador: http://www.circonavegador.com.br
- Circo Popular do Brasil
- Circo Spacial: http://www.spacial.com.br
- Circo Teatro Musical
- Furunfunfum: http://www.furunfunfum.com.br
- Circo Trapézio: http://www.circotrapezio.hpg.ig.com.br
- Circo Vox: http://www.circovox.com.br
- Circodélico: http://www.circodelico.com
- Cirque Ahbaui: http://www.cirqueahbaui.com
- Cirque du Soleil http://www.cirquedusoleil.com/
- Companhia Teatral e Circence Trupe Sapeka: http://www.trupesapeka.cjb.net
- Parlapatões, Patifes & Paspalhões: http://www.terravista.pt/ilhadomel/5115


Referências:
http://animaisdecirco.freeservers.com/
http://www.animal.org.pt/
http://www.circuses.com/animals.html
http://www.wolfkatt.freeservers.com/custom3.html
http://fund.org/uploads/fs_ent1.pdf
http://www.urbi.ubi.pt/000530/edicao/emorb_circo.html
http://animaisdecirco.freeservers.com/circos_sem_animais.html


Centro Vegetariano


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O circo não é diversão... para os animais!
“Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado, apenas a sombra de sua beleza perdida.”
1937, Julia Allen Field

O circo não é divertimento para todos

Para os menos atentos o circo transparece uma imagem de animação onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são torturados, abusados e mantidos prisioneiros para quase toda vida em nome do entretenimento.

Cães, elefantes, ursos, camelos, cobras, macacos, araras, papagaios, focas, cavalos, girafas, lamas, cabras, zebras, bovinos, póneis, tigres, pumas e leões, são as espécies animais que mais facilmente se podem encontrar em circos de todo o mundo. Estas mesmas espécies são maltratadas e mantidas famintas, em estado de desnutrição contínua. Passam a vida aprisionados em espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira, dolorosa e stressante. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat, e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas. Outros foram comprados a jardins zoológicos e a outros circos.

O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Para além da fome os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa, e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória). Todo o aborrecimento pelo qual os animais passam é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, muitas vezes superlotadas, nas quais mal se podem movimentar. A ansiedade e o stress resultantes das pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência dos treinos a que são submetidos fazem com que fiquem com distúrbios comportamentais (tornam-se apáticos e neuróticos). Repetem permanentemente movimentos estereotipados, auto mutilam-se e, por vezes, até ocorre canibalismo.

No seu meio selvagem, e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.

Os circos nada oferecem de pedagógico: crianças são ensinadas a olhar para os animais como objectos de exibição, que se expõem, se exploram e dos quais se abusa. As crianças podem aprender mais sobre os animais e o seu comportamento natural em documentários sobre a vida selvagem.


Apresentam-se de seguida algumas espécies animais e os abusos dos quais são vítimas:


Elefante amarradoElefantes:

- Antes de chegarem ao Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não se podem mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.

- Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
- Os elefantes são animais que vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto pelos seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.

- Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilómetros diariamente.

- No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características da depressão causada pelo cativeiro.

"Como fazer para conseguir a atenção de um elefante de 5 toneladas? Surre-o. Eis como".
Saul Kitchener, director do San Francisco Zoological Gardens



Tigre dentro de jaulaLeões, Tigres e outros Felinos:



- De acordo com Henry Ringling North, no seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a pedestais e são enroladas cordas nas suas gargantas, para que tenham a sensação de estarem a sufocar.

- São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.

- Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.

- Passam a maior parte de suas vidas dentro de pequenas jaulas.

Alguns circos alimentam os felinos com cães e gatos abandonados.


Ursos:


Urso numa bicicleta
- Têm o nariz partido durante o “treino”

- As suas patas são queimadas, para os forçar a ficar sobre duas patas

- São obrigados a pisar chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música

- Durante o “espectáculo” os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treino” e começam a movimentar-se, dando a impressão de estarem a dançar

- Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 da sua língua cortada

- Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro

- Alguns ursos auto mutilam-se, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas


Macacos:



Macaco atrás de grades
- Apresentam o mesmo comportamento das crianças que sofrem abusos

- Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano

- São agredidos de modo a obedecer e obedecem apenas por medo

- Roer unhas e auto mutilação são comportamentos frequentemente encontrados em macacos cativos

- Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.

Cavalos, camelos, bois, cabras, póneis, burros e lamas:


Cavalo esquelético
- São açoitados e impedidos de fazer caminhadas

- Não são alimentados devidamente

- São agredidos para aprender



Todos os animais de circo:
- Não têm férias nem assistência veterinária adequada

- São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilómetros sem descanso, etc..

- Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treino”: choques eléctricos, chicotadas, privação de água e comida.

- Encontram-se sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças


Como ajudar?
Há várias coisas que podes fazer para reduzir o sofrimento dos animais. Pode ser algo tão simples como escrever uma carta ou fazer um telefonema num esforço para alterar o modo como estas instituições tratam os animais.

O que acontece aos animais se saírem do circo?
O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes. Os animais resgatados dos circos são geralmente reinseridos nos seus habitats naturais e em parques protegidos (ou santuários), que reúnem as mesmas condições.

É possível um circo existir sem animais?
Perfeitamente! O circo “Cirque du Soleil”, que foi fundado em 1984 por Guy Laliberté, tem um misto de números de circo e entretenimento de rua. Ao longo das duas últimas décadas o Cirque du Soleil transformou-se num império de divertimento e deu a esta arte um novo sopro de vida, uma vez que defende um circo sem animais, “Não estamos bem certos se o lugar de um elefante ou de um tigre é ficar enjaulado metade da vida ou apresentar-se ao Mundo fazendo acrobacias.” Este circo tem actualmente 2400 empregados e 500 artistas de mais de 40 países. Cerca de 600 mil pessoas assistem às suas peripécias Mundo afora. O circo está muito mais saudável do que antes, porque as pessoas precisam de sonhar e ter esperança, e é disso que falamos!”.


Alguns circos com animais:
- Circo Victor Hugo Cardinalli
- Circo Roberto Cardinali
- Circo Atlas
- Circo Chen
- Circo Di Napoli
- Circo Stankowich
- Circo Garcia
- Circo Bim Bobo
- Circo Moscow
- Circo Beto Carreiro
- Circo Vostock
- Circo De Roma


Alguns circos SEM animais:
- Circolando - R. Pinto Bessa, 122, Armazém 8 (Porto) - junto à estação de Campanhã; telefones: 225189157 e 934182945
- Kopinxas - Grupo de animação circense (Aveiro) http://www.kopinxas.com/ telefones: 936277013 e 913677966
- Trupilariante Companhia de teatro-Circo (Lisboa) http://www.trupilariante.com , e-mail: trupilariante@trupilariante.com telefone: 218460738 fax: 218 150 688
- Kabong (Porto) - telefone: 962710061
- Cia
- Clawnesca Cara Melada
- Cia Pavanelli: http://www.ciapavanelli.com.br
- Circo da Alegria: http://www.circodaalegria.com.br
- Circo Dança Teatro Intrépida Trup: http://www.intrepidatrupe.hpg.ig.com.br
- Circo Girassol: http://www.circogirassol.com.br
- Circo Gran Bartholo
- Circo Mínimo: http://www.circominimo.com.br
- Circo Navegador: http://www.circonavegador.com.br
- Circo Popular do Brasil
- Circo Spacial: http://www.spacial.com.br
- Circo Teatro Musical
- Furunfunfum: http://www.furunfunfum.com.br
- Circo Trapézio: http://www.circotrapezio.hpg.ig.com.br
- Circo Vox: http://www.circovox.com.br
- Circodélico: http://www.circodelico.com
- Cirque Ahbaui: http://www.cirqueahbaui.com
- Cirque du Soleil http://www.cirquedusoleil.com/
- Companhia Teatral e Circence Trupe Sapeka: http://www.trupesapeka.cjb.net
- Parlapatões, Patifes & Paspalhões: http://www.terravista.pt/ilhadomel/5115


Referências:
http://animaisdecirco.freeservers.com/
http://www.animal.org.pt/
http://www.circuses.com/animals.html
http://www.wolfkatt.freeservers.com/custom3.html
http://fund.org/uploads/fs_ent1.pdf
http://www.urbi.ubi.pt/000530/edicao/emorb_circo.html
http://animaisdecirco.freeservers.com/circos_sem_animais.html


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Segunda-feira, 26 de Julho de 2010
Os animais e o circo
Por Mário Nunes

Recentemente, e finalmente, foi publicada legislação que proíbe a aquisição de animais de certo porte e perigosos pelos proprietários dos circos e a reprodução dos que possuem em “eterno” cativeiro. Uma lei que, no nosso entendimento, já deveria existir há mais tempo e que vai terminar com o sofrimento permanente de seres vivos, enjaulados e que, para gáudio de alguns, são molestados todos os dias.
Aplaudimos o legislador e o Governo, porque não basta o animal – exemplo do tigre, do leão, do elefante ou cavalo – passar a vida dentro de uma gaiola (sem dimensões) à inclemência do tempo (frio ou calor), ter alimentação, quantas vezes insuficiente, ser “admoestado” e obrigado pela coação a aprender determinados gestos e atitudes, para em público se portar como máquina articulada (autêntico robot), sujeitar-se à iluminação intensa das luzes de um palco, “ignorar” os barulhos dos espetadores e aceitar o tratamento de intimidação por parte do domador para poder cumprir os “ensinamentos” recebidos e, assim, “alegrar” e surpreender a assistência. E, de terra em terra, de vozearia em vozearia, de holofote em cadeia de lâmpadas, de sofrimento em sofrimento, peregrina, peregrina, até à inutilidade, até ser “objeto” sem valor, acabando os seus dias na mais deplorável existência. Infelizes animais.

Mas, se o circo em Portugal fica impedido de utilizar animais para divertir alguns, lembramos aqueles que em residências, em espaços exíguos ou acorrentados à entrada de portas, garagens, portões e outros sítios (exemplo de cães), logo em cativeiro forçado, cumprem o seu ciclo de vida, quantas vezes abandonados na velhice ou na doença que os atormenta, escorraçados do dono e atirados borda fora, num pinhal ou na cidade ou aldeia.

Há mais de um ano junto da casa onde vivemos, apareceu um gato preto de estimação. Indesejado, possivelmente, pelos donos, e assustado com os automóveis, com o ladrar dos cães que “passeiam” à trela dos possuidores, com fome, miava, miava, miava e fugia à aproximação das pessoas. Passada a presença fugaz do transeunte, regressava ao lugar que escolhera para “habitar”, possivelmente o sítio em que fora abandonado. Nós e outros vizinhos passámos a acarinhar o animal e a dar-lhe alimento. O gato, gradualmente, foi esquecendo os ingratos donos, passou a vaguear pelo bairro e, atualmente, é conhecido e acarinhado numa vasta área da Solum. Onde dorme não sabemos. Contudo, todas as noites vem debaixo da nossa janela para receber a “ceia”.

Ora, caros leitores, este pequeno episódio alusivo a um ser vivo que foi lançado à rua, reflete o universo de milhares e milhares de diferentes animais que sofrem, porque alguém desejou ter um “brinquedo” e farto ou sem possibilidades de o sustentar, encontrou a rua, longe da residência, como o lugar propício para se livrar da sua companhia.

Quando vemos jovens “peregrinos” aventurados à sua sorte por motivo da droga e de outros vícios e outras circunstâncias adversas, acompanhados, geralmente, de cães, associamos à sua situação o ditado popular “o pobre procura o pobre”, neste caso são dois abandonados que se associam para vencer a adversidade. Tenhamos sensibilidade para tratar bem os animais.
Fonte: O Despertar


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Os animais e o circo
Por Mário Nunes

Recentemente, e finalmente, foi publicada legislação que proíbe a aquisição de animais de certo porte e perigosos pelos proprietários dos circos e a reprodução dos que possuem em “eterno” cativeiro. Uma lei que, no nosso entendimento, já deveria existir há mais tempo e que vai terminar com o sofrimento permanente de seres vivos, enjaulados e que, para gáudio de alguns, são molestados todos os dias.
Aplaudimos o legislador e o Governo, porque não basta o animal – exemplo do tigre, do leão, do elefante ou cavalo – passar a vida dentro de uma gaiola (sem dimensões) à inclemência do tempo (frio ou calor), ter alimentação, quantas vezes insuficiente, ser “admoestado” e obrigado pela coação a aprender determinados gestos e atitudes, para em público se portar como máquina articulada (autêntico robot), sujeitar-se à iluminação intensa das luzes de um palco, “ignorar” os barulhos dos espetadores e aceitar o tratamento de intimidação por parte do domador para poder cumprir os “ensinamentos” recebidos e, assim, “alegrar” e surpreender a assistência. E, de terra em terra, de vozearia em vozearia, de holofote em cadeia de lâmpadas, de sofrimento em sofrimento, peregrina, peregrina, até à inutilidade, até ser “objeto” sem valor, acabando os seus dias na mais deplorável existência. Infelizes animais.

Mas, se o circo em Portugal fica impedido de utilizar animais para divertir alguns, lembramos aqueles que em residências, em espaços exíguos ou acorrentados à entrada de portas, garagens, portões e outros sítios (exemplo de cães), logo em cativeiro forçado, cumprem o seu ciclo de vida, quantas vezes abandonados na velhice ou na doença que os atormenta, escorraçados do dono e atirados borda fora, num pinhal ou na cidade ou aldeia.

Há mais de um ano junto da casa onde vivemos, apareceu um gato preto de estimação. Indesejado, possivelmente, pelos donos, e assustado com os automóveis, com o ladrar dos cães que “passeiam” à trela dos possuidores, com fome, miava, miava, miava e fugia à aproximação das pessoas. Passada a presença fugaz do transeunte, regressava ao lugar que escolhera para “habitar”, possivelmente o sítio em que fora abandonado. Nós e outros vizinhos passámos a acarinhar o animal e a dar-lhe alimento. O gato, gradualmente, foi esquecendo os ingratos donos, passou a vaguear pelo bairro e, atualmente, é conhecido e acarinhado numa vasta área da Solum. Onde dorme não sabemos. Contudo, todas as noites vem debaixo da nossa janela para receber a “ceia”.

Ora, caros leitores, este pequeno episódio alusivo a um ser vivo que foi lançado à rua, reflete o universo de milhares e milhares de diferentes animais que sofrem, porque alguém desejou ter um “brinquedo” e farto ou sem possibilidades de o sustentar, encontrou a rua, longe da residência, como o lugar propício para se livrar da sua companhia.

Quando vemos jovens “peregrinos” aventurados à sua sorte por motivo da droga e de outros vícios e outras circunstâncias adversas, acompanhados, geralmente, de cães, associamos à sua situação o ditado popular “o pobre procura o pobre”, neste caso são dois abandonados que se associam para vencer a adversidade. Tenhamos sensibilidade para tratar bem os animais.
Fonte: O Despertar


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Sábado, 8 de Maio de 2010
Cidades Livres de Circos com Animais!

Organización internacional para la defensa de los derechos de todos los animales

Cidade de Zarate, na Argentina, declara-se livre de circos com animais




O Conselho Deliberativo de Zarate, na Argentina, ouviu o pedido dos cidadãos e aprovou nesta semana, por 16 votos a 2, o fim de circos com animais na cidade.
Depois do circo Kroner se instalar na cidade e agredir integrantes da organização AnimaNaturalis (leia notícia publicada na ANDA aqui), ativistas e líderes locais começaram a impulsionar um decreto para proibir circos com animais.
Ativista agredida por funcionários do Circo Kroener (Imagem: AnimaNaturalis)
Zarate agora se une a outras cidades, províncias e países que tomaram uma posição contra a crueldade com animais e entenderam a influência desse tipo de espetáculo com a educação e a ética dos cidadãos, incentivando atrações circenses que promovem o desenvolvimento artístico, e não a exploração de animais.
Os circos representam a prisão de animais, onde as crianças vêem os animais como se fossem objetos, obrigados a realizar atividades que não fazem parte da sua natureza, e que só realizam devido às privações e subjugação.
Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, acreditamos que esse é mais um passo para que todas as cidades se conscientizem da crueldade existente nos circos, e finalmente declarem-se livres de espetáculos baseados na exploração e no sofrimento dos animais.
Com informações de AnimaNaturalis
via ANDA


VITÓRIA! Vic, Espanha, cidade Livre de Circos com Animais!




AnimaNaturalis
logra que Vic se declare libre de circos con animales, en el pleno celebrado hoy y gracias a la moción presentada por el grupo de ICV en el Ayuntamiento de Vic. 




Entre los más de 30 municipios libres de circos con animales en España, esta vez se suma la ciudad de Vic, capital de la comarca de Osona dentro de la provincia de Barcelona.
¡Éxito! Vic se declara libre de circos con animalesVic era hasta ahora una parada obligatoria para varios circos con animales, y hace tan solo unas semanas el Circo Italiano estuvo varios días instalado dentro de la ciudad. AnimaNaturalis fuimos informados de ello y solicitamos una reunión con miembros del Ayuntamiento.
El jueves 29 de abril, la portavoz de la campaña de Circos sin Animales de AnimaNaturalis, Aïda Gascón, se reunió con el concejal de ICV Xevi Tornafoch y participó en una rueda de prensa en Vic para declarar el municipio libre de circos con animales. Todos los medios de prensa, radio y televisión de Vic cubrieron la noticia y también fuimos invitados a una entrevista en el programa La Terrassa de El 9TV por la noche.
Luego, AnimaNaturalis inició movilizaciones para lograr que los concejales de los diferentes grupos politicos recibieran un gran alud de correos electrónicos en sus buzones, pidiendo que Vic prohibiera los circos con animales.
La votación en el pleno: compleja y polémica
No ha sido fácil, ¡pero lo logramos! Gracias a esta presión mediática y a las cientos de quejas y peticiones que recibieron los concejales del Ayuntamiento en sus correos electrónicos en tan solo una semana, hoy Vic se ha declarado libre de circos con animales, en el pleno celebrado esta mañana y gracias a la moción presentada y defendida por el grupo de ICV en el Ayuntamiento de Vic, y que ha contado con los votos favorables de ERC y la CUP, mientras el PSC y CIU se abstenían, y los miembros de la PxC votaban en contra.
Desde AnimaNaturalis queremos agradecer el apoyo de todos quienes están participando en la campaña, y esta vez muy especialmente a Arnau Martí, asesor de ICV de la Diputación de Barcelona, a Xevi Tornafoch de ICV en el Ayuntamiento de Vic, y a Arnau Mas, ciudadano de Vic que nos alertó de la presencia del circo en su municipio.





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Cidades Livres de Circos com Animais!

Organización internacional para la defensa de los derechos de todos los animales

Cidade de Zarate, na Argentina, declara-se livre de circos com animais




O Conselho Deliberativo de Zarate, na Argentina, ouviu o pedido dos cidadãos e aprovou nesta semana, por 16 votos a 2, o fim de circos com animais na cidade.
Depois do circo Kroner se instalar na cidade e agredir integrantes da organização AnimaNaturalis (leia notícia publicada na ANDA aqui), ativistas e líderes locais começaram a impulsionar um decreto para proibir circos com animais.
Ativista agredida por funcionários do Circo Kroener (Imagem: AnimaNaturalis)
Zarate agora se une a outras cidades, províncias e países que tomaram uma posição contra a crueldade com animais e entenderam a influência desse tipo de espetáculo com a educação e a ética dos cidadãos, incentivando atrações circenses que promovem o desenvolvimento artístico, e não a exploração de animais.
Os circos representam a prisão de animais, onde as crianças vêem os animais como se fossem objetos, obrigados a realizar atividades que não fazem parte da sua natureza, e que só realizam devido às privações e subjugação.
Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, acreditamos que esse é mais um passo para que todas as cidades se conscientizem da crueldade existente nos circos, e finalmente declarem-se livres de espetáculos baseados na exploração e no sofrimento dos animais.
Com informações de AnimaNaturalis
via ANDA


VITÓRIA! Vic, Espanha, cidade Livre de Circos com Animais!




AnimaNaturalis
logra que Vic se declare libre de circos con animales, en el pleno celebrado hoy y gracias a la moción presentada por el grupo de ICV en el Ayuntamiento de Vic. 




Entre los más de 30 municipios libres de circos con animales en España, esta vez se suma la ciudad de Vic, capital de la comarca de Osona dentro de la provincia de Barcelona.
¡Éxito! Vic se declara libre de circos con animalesVic era hasta ahora una parada obligatoria para varios circos con animales, y hace tan solo unas semanas el Circo Italiano estuvo varios días instalado dentro de la ciudad. AnimaNaturalis fuimos informados de ello y solicitamos una reunión con miembros del Ayuntamiento.
El jueves 29 de abril, la portavoz de la campaña de Circos sin Animales de AnimaNaturalis, Aïda Gascón, se reunió con el concejal de ICV Xevi Tornafoch y participó en una rueda de prensa en Vic para declarar el municipio libre de circos con animales. Todos los medios de prensa, radio y televisión de Vic cubrieron la noticia y también fuimos invitados a una entrevista en el programa La Terrassa de El 9TV por la noche.
Luego, AnimaNaturalis inició movilizaciones para lograr que los concejales de los diferentes grupos politicos recibieran un gran alud de correos electrónicos en sus buzones, pidiendo que Vic prohibiera los circos con animales.
La votación en el pleno: compleja y polémica
No ha sido fácil, ¡pero lo logramos! Gracias a esta presión mediática y a las cientos de quejas y peticiones que recibieron los concejales del Ayuntamiento en sus correos electrónicos en tan solo una semana, hoy Vic se ha declarado libre de circos con animales, en el pleno celebrado esta mañana y gracias a la moción presentada y defendida por el grupo de ICV en el Ayuntamiento de Vic, y que ha contado con los votos favorables de ERC y la CUP, mientras el PSC y CIU se abstenían, y los miembros de la PxC votaban en contra.
Desde AnimaNaturalis queremos agradecer el apoyo de todos quienes están participando en la campaña, y esta vez muy especialmente a Arnau Martí, asesor de ICV de la Diputación de Barcelona, a Xevi Tornafoch de ICV en el Ayuntamiento de Vic, y a Arnau Mas, ciudadano de Vic que nos alertó de la presencia del circo en su municipio.





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