Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Terça-feira, 16 de Março de 2010
Verónicas, chicuelinas e cultura
Verónicas, chicuelinas e cultura



2010-03-09

Uma associação de forcados amadores "lá do Sul" organizou um espectáculo de beneficência que - é evidente - seria constituído por um festival taurino. Um dos beneficiados (mas que despudor!) seria uma associação… de amigos dos animais. Que, vá lá!, teve o bom senso de recusar a ajuda de "um festival que tortura animais".
A tal não ter acontecido, aceitar-se-ia que, a seguir, e para ajudar qualquer associação de apoio às vítimas da violência doméstica, um clube de boxe sugerisse conseguir fundos com um combate entre um homem e uma mulher (de preferência ele de luvas e ela de mãos nuas).

Estas minhas considerações devem-se, se calhar, ao facto de ser um bota-de-elástico que não aprecia espectáculos tão… tão… (falta-me o adjectivo!) como a tourada ou o boxe. Ora sucede que este até é conhecido por "nobre arte" e aquela é considerada por muitos como uma das mais nobres ainda tradições nacionais (e é por isso que mesmo uma TV oficial como a RTP não tem problemas em nos brindar com transmissões directas e integrais da arte de bem cavalgar toda a sela e torturar todo o touro).

Mas estarei errado - pelo menos pensará a ministra da Cultura, pois acaba de criar uma Secção de Tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura. Houve quem se indignasse - mas, afinal, não será Gabriela Canavilhas que está certa? Os passos elegantes dos cavaleiros não serão um autêntico ballet? O sangue que jorra dos golpes das bandarilhas não lembrará teatro de tragédia do melhor? O amontoado de forcados dominando o touro não sugerirá uma obra de estatuária? O coro dos olés não pedirá meças aos coros wagnerianos?

Portanto!... Há de facto que olhar estes assuntos de cultura com espírito aberto, moderno, como, aparentemente, o da ministra.

Fonte


publicado por Maluvfx às 13:46
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2010-03-09

Uma associação de forcados amadores "lá do Sul" organizou um espectáculo de beneficência que - é evidente - seria constituído por um festival taurino. Um dos beneficiados (mas que despudor!) seria uma associação… de amigos dos animais. Que, vá lá!, teve o bom senso de recusar a ajuda de "um festival que tortura animais".
A tal não ter acontecido, aceitar-se-ia que, a seguir, e para ajudar qualquer associação de apoio às vítimas da violência doméstica, um clube de boxe sugerisse conseguir fundos com um combate entre um homem e uma mulher (de preferência ele de luvas e ela de mãos nuas).

Estas minhas considerações devem-se, se calhar, ao facto de ser um bota-de-elástico que não aprecia espectáculos tão… tão… (falta-me o adjectivo!) como a tourada ou o boxe. Ora sucede que este até é conhecido por "nobre arte" e aquela é considerada por muitos como uma das mais nobres ainda tradições nacionais (e é por isso que mesmo uma TV oficial como a RTP não tem problemas em nos brindar com transmissões directas e integrais da arte de bem cavalgar toda a sela e torturar todo o touro).

Mas estarei errado - pelo menos pensará a ministra da Cultura, pois acaba de criar uma Secção de Tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura. Houve quem se indignasse - mas, afinal, não será Gabriela Canavilhas que está certa? Os passos elegantes dos cavaleiros não serão um autêntico ballet? O sangue que jorra dos golpes das bandarilhas não lembrará teatro de tragédia do melhor? O amontoado de forcados dominando o touro não sugerirá uma obra de estatuária? O coro dos olés não pedirá meças aos coros wagnerianos?

Portanto!... Há de facto que olhar estes assuntos de cultura com espírito aberto, moderno, como, aparentemente, o da ministra.

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2010-03-09

Uma associação de forcados amadores "lá do Sul" organizou um espectáculo de beneficência que - é evidente - seria constituído por um festival taurino. Um dos beneficiados (mas que despudor!) seria uma associação… de amigos dos animais. Que, vá lá!, teve o bom senso de recusar a ajuda de "um festival que tortura animais".
A tal não ter acontecido, aceitar-se-ia que, a seguir, e para ajudar qualquer associação de apoio às vítimas da violência doméstica, um clube de boxe sugerisse conseguir fundos com um combate entre um homem e uma mulher (de preferência ele de luvas e ela de mãos nuas).


Estas minhas considerações devem-se, se calhar, ao facto de ser um bota-de-elástico que não aprecia espectáculos tão… tão… (falta-me o adjectivo!) como a tourada ou o boxe. Ora sucede que este até é conhecido por "nobre arte" e aquela é considerada por muitos como uma das mais nobres ainda tradições nacionais (e é por isso que mesmo uma TV oficial como a RTP não tem problemas em nos brindar com transmissões directas e integrais da arte de bem cavalgar toda a sela e torturar todo o touro).

Mas estarei errado - pelo menos pensará a ministra da Cultura, pois acaba de criar uma Secção de Tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura. Houve quem se indignasse - mas, afinal, não será Gabriela Canavilhas que está certa? Os passos elegantes dos cavaleiros não serão um autêntico ballet? O sangue que jorra dos golpes das bandarilhas não lembrará teatro de tragédia do melhor? O amontoado de forcados dominando o touro não sugerirá uma obra de estatuária? O coro dos olés não pedirá meças aos coros wagnerianos?

Portanto!... Há de facto que olhar estes assuntos de cultura com espírito aberto, moderno, como, aparentemente, o da ministra.

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Segunda-feira, 15 de Março de 2010
Secção de Tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura gera petições contraditórias
A preservação da fauna bovina e a tradição são alguns dos argumentos dos defensores da tourada



A intenção, anunciada pelo Ministério da Cultura, de criar uma secção de Tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura (CNC) está a gerar reacções diversas, com duas petições de sentido contrário a correrem na Internet

A primeira, lançada pelo Partido Pelos Animais, rejeita a criação da secção. A segunda apoia a iniciativa da ministra Gabriela Canavilhas, realçando a necessidade de preservar esta actividade cultural.



A propósito das petições, que poderão ser discutidas no Parlamento se atingirem os 5000 subscritores, circulam vários apelos na Internet.
O Partido Pelos Animais contesta a intenção do Governo, frisando que a ciência "reconhece os animais como seres capazes de sentir dor e prazer". E lembra o decreto da rainha D. Maria II (1836), que considera as touradas "um divertimento bárbaro e impróprio de nações civilizadas".

O movimento diz que a lei 92/95 proíbe "todas as violências injustificadas contra animais" e defende que as actividades tauromáquicas "são - ou deveriam ser - ilegais". Acrescenta que, segundo um estudo do ISCTE, de 2007, "a maioria" dos portugueses é contra a tauromaquia.

A petição refere que "a existência de touradas no século XXI constitui um embaraço para Portugal" e que cabe ao Estado e ao Ministério da Cultura "promover e apoiar actividades culturais e artísticas que contribuam para a formação e desenvolvimento pessoal e social dos cidadãos, não a crueldade para com os animais e o fomento da violência".

Os promotores opõem-se à atribuição de quaisquer dinheiros públicos à indústria tauromáquica e reclamam o "cancelamento" da anunciada criação da secção de Tauromaquia no CNC.

Os aficionados lançaram uma petição a defender a secção. O documento será enviado ao primeiro-ministro, ministro da Presidência e ministra da Cultura. Sublinha que a secção é importante para defesa da "tradição e da cultura em Portugal" e pela "preservação de fauna e flora, pelo ambiente, companheirismo e amizade que ensina, pelas famílias que dela sobrevivem, pelas acções comunitárias que organiza e ajuda e pela actividade económica que gera".

No site Fórum Touradas, há também quem sugira o envio de uma missiva ao Governo e aos grupos parlamentares, dizendo que a tauromaquia sempre foi reconhecida como arte e que "é dever do Estado proteger e promover o seu património cultural e artístico".

Publico


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Secção de Tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura gera petições contraditórias
A preservação da fauna bovina e a tradição são alguns dos argumentos dos defensores da tourada



A intenção, anunciada pelo Ministério da Cultura, de criar uma secção de Tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura (CNC) está a gerar reacções diversas, com duas petições de sentido contrário a correrem na Internet

A primeira, lançada pelo Partido Pelos Animais, rejeita a criação da secção. A segunda apoia a iniciativa da ministra Gabriela Canavilhas, realçando a necessidade de preservar esta actividade cultural.



A propósito das petições, que poderão ser discutidas no Parlamento se atingirem os 5000 subscritores, circulam vários apelos na Internet.
O Partido Pelos Animais contesta a intenção do Governo, frisando que a ciência "reconhece os animais como seres capazes de sentir dor e prazer". E lembra o decreto da rainha D. Maria II (1836), que considera as touradas "um divertimento bárbaro e impróprio de nações civilizadas".

O movimento diz que a lei 92/95 proíbe "todas as violências injustificadas contra animais" e defende que as actividades tauromáquicas "são - ou deveriam ser - ilegais". Acrescenta que, segundo um estudo do ISCTE, de 2007, "a maioria" dos portugueses é contra a tauromaquia.

A petição refere que "a existência de touradas no século XXI constitui um embaraço para Portugal" e que cabe ao Estado e ao Ministério da Cultura "promover e apoiar actividades culturais e artísticas que contribuam para a formação e desenvolvimento pessoal e social dos cidadãos, não a crueldade para com os animais e o fomento da violência".

Os promotores opõem-se à atribuição de quaisquer dinheiros públicos à indústria tauromáquica e reclamam o "cancelamento" da anunciada criação da secção de Tauromaquia no CNC.

Os aficionados lançaram uma petição a defender a secção. O documento será enviado ao primeiro-ministro, ministro da Presidência e ministra da Cultura. Sublinha que a secção é importante para defesa da "tradição e da cultura em Portugal" e pela "preservação de fauna e flora, pelo ambiente, companheirismo e amizade que ensina, pelas famílias que dela sobrevivem, pelas acções comunitárias que organiza e ajuda e pela actividade económica que gera".

No site Fórum Touradas, há também quem sugira o envio de uma missiva ao Governo e aos grupos parlamentares, dizendo que a tauromaquia sempre foi reconhecida como arte e que "é dever do Estado proteger e promover o seu património cultural e artístico".

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Secção de Tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura gera petições contraditórias
A preservação da fauna bovina e a tradição são alguns dos argumentos dos defensores da tourada



A intenção, anunciada pelo Ministério da Cultura, de criar uma secção de Tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura (CNC) está a gerar reacções diversas, com duas petições de sentido contrário a correrem na Internet

A primeira, lançada pelo Partido Pelos Animais, rejeita a criação da secção. A segunda apoia a iniciativa da ministra Gabriela Canavilhas, realçando a necessidade de preservar esta actividade cultural.



A propósito das petições, que poderão ser discutidas no Parlamento se atingirem os 5000 subscritores, circulam vários apelos na Internet.
O Partido Pelos Animais contesta a intenção do Governo, frisando que a ciência "reconhece os animais como seres capazes de sentir dor e prazer". E lembra o decreto da rainha D. Maria II (1836), que considera as touradas "um divertimento bárbaro e impróprio de nações civilizadas".

O movimento diz que a lei 92/95 proíbe "todas as violências injustificadas contra animais" e defende que as actividades tauromáquicas "são - ou deveriam ser - ilegais". Acrescenta que, segundo um estudo do ISCTE, de 2007, "a maioria" dos portugueses é contra a tauromaquia.

A petição refere que "a existência de touradas no século XXI constitui um embaraço para Portugal" e que cabe ao Estado e ao Ministério da Cultura "promover e apoiar actividades culturais e artísticas que contribuam para a formação e desenvolvimento pessoal e social dos cidadãos, não a crueldade para com os animais e o fomento da violência".

Os promotores opõem-se à atribuição de quaisquer dinheiros públicos à indústria tauromáquica e reclamam o "cancelamento" da anunciada criação da secção de Tauromaquia no CNC.

Os aficionados lançaram uma petição a defender a secção. O documento será enviado ao primeiro-ministro, ministro da Presidência e ministra da Cultura. Sublinha que a secção é importante para defesa da "tradição e da cultura em Portugal" e pela "preservação de fauna e flora, pelo ambiente, companheirismo e amizade que ensina, pelas famílias que dela sobrevivem, pelas acções comunitárias que organiza e ajuda e pela actividade económica que gera".

No site Fórum Touradas, há também quem sugira o envio de uma missiva ao Governo e aos grupos parlamentares, dizendo que a tauromaquia sempre foi reconhecida como arte e que "é dever do Estado proteger e promover o seu património cultural e artístico".

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PPA responde à justificação de Gabriela Canavilhas para a criação da secção de tauromaquia no CNC

Tendo tido conhecimento através de vários órgãos de comunicação social da resposta da ministra da Cultura Gabriela Canavilhas às críticas de que tem sido alvo pela criação de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura (CNC), o Partido Pelos Animais não pode deixar de contra-argumentar perante aquilo que consideramos declarações verdadeiramente irrisórias para justificar o injustificável.
Afirmar que a secção foi criada para "regular" a actividade tauromáquica é uma clara distorção dos factos e uma tentativa deliberada de induzir em erro os portugueses. Por se encontrar sob a alçada da Inspecção-Geral das Actividades Culturais, a tauromaquia já se encontra regulada pelo Ministério da Cultura, não havendo qualquer necessidade de uma secção permanente para esse efeito. Compare-se, já agora, essa afirmação com o regozijo dos defensores das touradas após o anúncio da criação da secção, claramente expresso em blogs, sites e outros meios de comunicação. Não há dúvida de que, se há coisa que os profissionais de qualquer sector acolhem de braços abertos, é maior regulamentação...
A acreditar, contudo, nas palavras da Sra. ministra, actividades como a música ligeira, a música clássica, o teatro, o folclore ou os espectáculos de variedades, todas elas com número de espectadores superior ao registado pela tauromaquia (dados das Estatísticas da Cultura, 2008, do INE), também não se encontram reguladas, já que não têm qualquer secção do Conselho Nacional de Cultura a si dedicadas. O teatro e a dança estão incluídos na recém-criada secção das artes, mas as outras áreas mencionadas não merecem qualquer tipo de referência em qualquer das secções actualmente existentes no CNC.
Apreciamos, contudo, a afirmação de Gabriela Canavilhas segundo a qual não tem posição pessoal em relação à tauromaquia. Sendo do conhecimento público que a ministra é aficionada, é com agrado que constatamos o seu embaraço em admitir publicamente essa posição, revelador de que tem noção de que a defesa e promoção da tauromaquia são, cada vez mais, negativamente consideradas pela opinião pública.
O Partido Pelos Animais apresentará brevemente para apreciação em plenário da Assembleia da República uma petição contra a criação da secção de tauromaquia no CNC, já subscrita por mais de 7000 cidadãos, e continuará a lutar pela reversão desta indecorosa decisão, pois torturar animais, seres cientificamente reconhecidos como capazes de sentir dor, não é nem nunca poderá ser visto como uma manifestação de cultura.



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PPA responde à justificação de Gabriela Canavilhas para a criação da secção de tauromaquia no CNC

Tendo tido conhecimento através de vários órgãos de comunicação social da resposta da ministra da Cultura Gabriela Canavilhas às críticas de que tem sido alvo pela criação de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura (CNC), o Partido Pelos Animais não pode deixar de contra-argumentar perante aquilo que consideramos declarações verdadeiramente irrisórias para justificar o injustificável.
Afirmar que a secção foi criada para "regular" a actividade tauromáquica é uma clara distorção dos factos e uma tentativa deliberada de induzir em erro os portugueses. Por se encontrar sob a alçada da Inspecção-Geral das Actividades Culturais, a tauromaquia já se encontra regulada pelo Ministério da Cultura, não havendo qualquer necessidade de uma secção permanente para esse efeito. Compare-se, já agora, essa afirmação com o regozijo dos defensores das touradas após o anúncio da criação da secção, claramente expresso em blogs, sites e outros meios de comunicação. Não há dúvida de que, se há coisa que os profissionais de qualquer sector acolhem de braços abertos, é maior regulamentação...
A acreditar, contudo, nas palavras da Sra. ministra, actividades como a música ligeira, a música clássica, o teatro, o folclore ou os espectáculos de variedades, todas elas com número de espectadores superior ao registado pela tauromaquia (dados das Estatísticas da Cultura, 2008, do INE), também não se encontram reguladas, já que não têm qualquer secção do Conselho Nacional de Cultura a si dedicadas. O teatro e a dança estão incluídos na recém-criada secção das artes, mas as outras áreas mencionadas não merecem qualquer tipo de referência em qualquer das secções actualmente existentes no CNC.
Apreciamos, contudo, a afirmação de Gabriela Canavilhas segundo a qual não tem posição pessoal em relação à tauromaquia. Sendo do conhecimento público que a ministra é aficionada, é com agrado que constatamos o seu embaraço em admitir publicamente essa posição, revelador de que tem noção de que a defesa e promoção da tauromaquia são, cada vez mais, negativamente consideradas pela opinião pública.
O Partido Pelos Animais apresentará brevemente para apreciação em plenário da Assembleia da República uma petição contra a criação da secção de tauromaquia no CNC, já subscrita por mais de 7000 cidadãos, e continuará a lutar pela reversão desta indecorosa decisão, pois torturar animais, seres cientificamente reconhecidos como capazes de sentir dor, não é nem nunca poderá ser visto como uma manifestação de cultura.



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PPA responde à justificação de Gabriela Canavilhas para a criação da secção de tauromaquia no CNC

Tendo tido conhecimento através de vários órgãos de comunicação social da resposta da ministra da Cultura Gabriela Canavilhas às críticas de que tem sido alvo pela criação de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura (CNC), o Partido Pelos Animais não pode deixar de contra-argumentar perante aquilo que consideramos declarações verdadeiramente irrisórias para justificar o injustificável.
Afirmar que a secção foi criada para "regular" a actividade tauromáquica é uma clara distorção dos factos e uma tentativa deliberada de induzir em erro os portugueses. Por se encontrar sob a alçada da Inspecção-Geral das Actividades Culturais, a tauromaquia já se encontra regulada pelo Ministério da Cultura, não havendo qualquer necessidade de uma secção permanente para esse efeito. Compare-se, já agora, essa afirmação com o regozijo dos defensores das touradas após o anúncio da criação da secção, claramente expresso em blogs, sites e outros meios de comunicação. Não há dúvida de que, se há coisa que os profissionais de qualquer sector acolhem de braços abertos, é maior regulamentação...
A acreditar, contudo, nas palavras da Sra. ministra, actividades como a música ligeira, a música clássica, o teatro, o folclore ou os espectáculos de variedades, todas elas com número de espectadores superior ao registado pela tauromaquia (dados das Estatísticas da Cultura, 2008, do INE), também não se encontram reguladas, já que não têm qualquer secção do Conselho Nacional de Cultura a si dedicadas. O teatro e a dança estão incluídos na recém-criada secção das artes, mas as outras áreas mencionadas não merecem qualquer tipo de referência em qualquer das secções actualmente existentes no CNC.
Apreciamos, contudo, a afirmação de Gabriela Canavilhas segundo a qual não tem posição pessoal em relação à tauromaquia. Sendo do conhecimento público que a ministra é aficionada, é com agrado que constatamos o seu embaraço em admitir publicamente essa posição, revelador de que tem noção de que a defesa e promoção da tauromaquia são, cada vez mais, negativamente consideradas pela opinião pública.
O Partido Pelos Animais apresentará brevemente para apreciação em plenário da Assembleia da República uma petição contra a criação da secção de tauromaquia no CNC, já subscrita por mais de 7000 cidadãos, e continuará a lutar pela reversão desta indecorosa decisão, pois torturar animais, seres cientificamente reconhecidos como capazes de sentir dor, não é nem nunca poderá ser visto como uma manifestação de cultura.



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Domingo, 14 de Março de 2010
Sandra Cóias opõe-se à criação de uma secção de tauromaquia no CNC

Leia a declarção da actriz e modelo Sandra Cóias contra a criação de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura.


"Exmos. Senhores,

Hoje, mais do que nunca vivemos num período muito frágil da nossa história aqui na Terra, milhares de anos de evolução, e pouco ainda aprendemos. Especialmente com os erros ou com os maus exemplos dos outros.

Todos dependemos de todos.

Somos todos importantes, com direito à vida ao respeito e à liberdade. Se cada um de nós soubesse qual o verdadeiro significado de se Ser Humano, não estaria certamente a receber esta carta nem eu a teria escrito.

Quero dizer que lamento, como ser humano, mulher, cidadã e actriz neste país, saber que não se vai fazer mais pelo Ensino nem pela Educação Ambiental, que não vamos apoiar mais iniciativas para ajudar Portugal a ser um exemplo a nível ambiental por exemplo, mas, que o Ministério da Cultura criou uma secção de tauromaquia no Concelho Nacional de Cultura.

Tempos houve, em que pessoas nos tentaram ensinar o que hoje com tanto desenvolvimento, nós ainda não conseguimos aprender. Que é, o respeito por todos os seres.

"A GRANDEZA DE UMA NAÇÃO PODE SER JULGADA PELO MODO QUE SEUS ANIMAIS SÃO TRATADOS" - Mahatma Gandhi

"VIRÁ O DIA EM QUE A MATANÇA DE UM ANIMAL SERÁ CONSIDERADA CRIME TANTO QUANTO O ASSASSINATO DE UM HOMEM" - Leonardo da Vinci

"QUANDO O HOMEM APRENDER A RESPEITAR ATÉ O MENOR SER DA CRIAÇÃO, SEJA ANIMAL OU VEGETAL, NINGUÉM PRECISARÁ ENSINÁ-LO A AMAR SEU SEMELHANTE" - Albert Schwweitzer ( Nobel da Paz de 1952 ).

Gostaria apenas de lembrar que a tourada é um espectáculo que viola abertamente os artigos 3º, 4º e 10º da Declaração Universal dos Direitos dos Animais - aprovada pela UNESCO e pela ONU - é um espectáculo moralmente condenável e degradante para o touro, os toureiros e o público e que apenas contribui para uma imagem negativa de Portugal.

Os meus sinceros cumprimentos,
Sandra Cóias"












via Partido Pelos Animais


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