Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012
Vegan? Com todo o Prazer!


Quem são os vegans Portugueses? Já viram a reportagem que saiu hoje na revista Tabu, do jornal Sol? Uma atriz que faz bolos veganos sem ovos, sem leite, sem gordura e sem açúcara campeã nacional de halterofilismo que não come carne desde os 13 anosum ilustrador que é ativista no Movimento Segundas Sem Carneuma analista da maior empresa de telecomunicações que criou uma marca de calçado vegan; um professor que divulga o veganismo e uma ex-professora e agora blogger a tempo inteiro que faz circular centenas de receitas vegetarianas e veganas na net

"Vegan? Com todo o prazer!"


Reportagem feita pela autora do livro "Alimentação Vegetariana para Bebés e Crianças" 


publicado por Maluvfx às 17:29
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Mudanças nos Hábitos Alimentares
A nossa querida Bianca Turano, no debate do canal Futura. Descubram o veganismo. 
Abolição! 


Sala Debate - Mudanças nos Hábitos Alimentares 23/10/2012 - Bloco 1
http://www.youtube.com/watch?v=Fm1fTNdnbgg&feature=share&list=ULFm1fTNdnbgg

Sala Debate - Mudanças nos Hábitos Alimentares 23/10/2012 - Bloco 2 (com Bianca Turano)
http://www.youtube.com/watch?v=cZ24bahx0ec

Sala Debate - Mudanças nos Hábitos Alimentares 23/10/2012 - Bloco 3
http://www.youtube.com/watch?v=BrawYIJjV60


publicado por Maluvfx às 16:02
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Neurocientista afirma que animais têm consciência
Em 7 de julho de 2012, foi realizada uma Conferência, em Cambridge, a reunir neurocientistas renomados de todo o mundo, com o intuito de assinar um MANIFESTO, ou seja, um comunicado oficial, que afirma a existência de CONSCIÊNCIA em todos os mamíferos, aves e em outros indivíduos, incluindo os moluscos e polvos.

A pesquisa foi encabeçada pelo neurocientista PHILIP LOW e contou com a presença deSTEPHEN HAWKING.

PHILIP LOW afirma que, depois dessa descoberta, pretende virar VEGETARIANO.

Leia a entrevista a respeito, publicada na VEJA:

"Quais animais têm consciência? Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos. 

É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos?Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante. 

Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência?Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica. 

Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais? Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora. 

Qual é a ambição do manifesto? Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados. 

As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento?Acho que vou virar vegano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo. 

O que pode mudar com o impacto dessa descoberta? Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles."

A íntegra, em inglês, do manifesto que afirma a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como polvos.
http://fcmconference.org/img/CambridgeDeclarationOnConsciousness.pdf



Fonte: SVB - RJ


publicado por Maluvfx às 14:46
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011
Só 46% dos cereais plantados alimentam pessoas



Publicado na Folha de S. Paulo em 7 de novembro de 2011 | Quando a Terra atingiu o sexto bilhão de seres humanos habitando-a simultaneamente, em 1999, o matemático biológico Joel E. Cohen,67, guardava um certo otimismo.

Via exagero no fatalismo com que alguns estudiosos referiam-se ao futuro e achava que a pergunta que dá título a seu livro mais famoso -quantas pessoas a Terra aguenta?- não era para ser respondida com um número, mas com políticas públicas e iniciativas sociais.

Entre o sexto e o recém-alcançado sétimo bilhão, porém, a humanidade -e seus governos- pouco colaboraram para manter o otimismo do matemático, que chefia o Laboratório de Populações na Universidade Rockfeller e leciona em Columbia, ambas em Nova York.

Em entrevista, Cohen falou sobre controle populacional, educação, investimento em desenvolvimento e o uso da comida que o mundo produz hoje.

Mas o tom que era de expectativa deu lugar à premência em um planeta que, a seu ver, tem seguido uma “receita para o desastre”.

A entrevista é de Luciana Coelho e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 07-11-2011.

Eis a entrevista.

Quando chegamos aos 6 bilhões, o senhor dizia que a pergunta que dá título ao seu livro era algo em aberto. Aos 7 bilhões, continuamos sem resposta?

Agora percebemos que a mudança climática é uma ameaça à produção de comida, à vida das espécies, incluindo a humana, com mais clareza do que há 12 anos.

O progresso científico trouxe razões para nos preocuparmos mais.

Hoje também temos o maior número de famintos em 40 anos, segundo o braço da ONU para agricultura e alimentação: quase 1 bilhão.

Até recentemente, o número de pessoas cronicamente mal nutridas estava caindo, mas, nos últimos anos o preço dos alimentos subiu muito, em boa medida devido à competição com biocombustíveis e outros usos industriais da comida. Com isso, a fome aumentou.

Os biocombustíveis têm um impacto significativo? Porque a mudança climática também pesa nas colheitas.

Onde há medição, as colheitas diminuíram por causa da mudança climática. Mas acho que pesam os dois fatores, uso industrial e clima.

Outra questão é a crescente riqueza em alguns países em desenvolvimento. A quantidade de carne consumida por pessoa na Terra subiu, se não me engano, quatro vezes desde 1961. Países antes pobres, como a China, aumentaram enormemente a demanda, e muito do gado é alimentado com grãos, cultivados em terra agricultável que podia ser usada para plantar comida.

Os ricos conseguiram melhorar sua dieta, o que é bom, mas às custas dos pobres, que não têm como bancar a competição com os animais.

O que os governos de um mundo superpopuloso deveriam priorizar?

Em 2009-2010, o mundo cultivou 2,3 bilhões de toneladas métricas de cereais. Do total, 46% foi para a boca de pessoas, 34% for para animais e 18% foi para máquinas -biocombustível, plásticos. Nosso sistema econômico não precifica gente que passa fome. A fome é economicamente invisível. Não é que não possamos alimentar as pessoas -com o que se planta agora, poderíamos alimentar de 9 bilhões a 11 bilhões. O problema é que os pobres não têm renda.


O que o sr. sugere?

A primeira coisa é que todas as 215 milhões de mulheres que querem usar métodos anticoncepcionais, mas não têm sua demanda atendida, deveriam ter apoio financeiro para conseguir anticoncepcionais moderno.

Isso custaria US$ 6,7 bi ao ano para o mundo todo. Os EUA, sozinhos, gastaram US$ 6,9 bi para festejar o Halloween há uma semana [segundo a Federação Nacional de Varejistas]. Devemos dividir a conta com países ricos e pobres. Mas o mundo pode bancar isso facilmente.


E o que mais?

Assegurar que todos tenham uma educação de boa qualidade no ensino fundamental e médio, que permita às pessoas ter renda e ser trabalhadores capacitados.

Isso também melhoraria a velhice, pois gente bem educada na juventude envelhece com mais saúde. E, quando os jovens vão à escola, eles se casam mais tarde. Mulheres educadas costumam ter menos filhos, e seus filhos sobrevivem melhor. As taxas de mortalidade caem.

E a minha terceira recomendação é garantir nutrição adequada para todas as gestantes, lactantes e crianças de até cinco anos. Isso é crucial, pois se a criança passa fome antes de chegar à idade escolar, ela não aprende.

Há problemas de desenvolvimento.

Se você quiser que as crianças tenham cérebros que funcionam, é preciso assegurar que tenham acesso a boa comida. Não estamos fazendo isso. Estamos desperdiçando nossas crianças sem ver o custo econômico.

Há um conceito em economia chamado custo de oportunidade, que é o que você perde ao não explorá-la. Nosso péssimo tratamento das crianças é um custo de oportunidade enorme que não é incluído nos sistemas econômicos nacionais.

O sr. está familiarizado com os programas de transferência de renda no Brasil?

Li pouco sobre eles, mas sei que existem programas similares no México. São maravilhosos. O Brasil e o México estão entre os países mais ricos que levam a questão a sério. Na América Latina como um todo, o número médio de filhos por mulher passou de 6, nos anos 60, para 2 ou 2,1 hoje. Uma mudança enorme.

O sr. atribui isso a quê?

É uma via de mão dupla. Por um lado, as mulheres e meninas receberam mais educação, e houve quedas tremendas na taxa de fertilidade. Por outro, a queda na fertilidade faz com que haja menos crianças precisando de escola. As duas coisas andam juntas. A educação reduz a fertilidade, e a fertilidade mais baixa melhora as oportunidades para a educação, se a sociedade quiser.

Na África subsaariana e no Sul da Ásia, inclusive parte da Índia, você não vê uma queda tão drástica na fertilidade, tampouco melhoras na nutrição.

A fertilidade caiu na Europa, e a população envelheceu. O mesmo tem ocorrido na América como um todo. Mas a fertilidade ainda é alta em partes do mundo, sobretudo na Ásia, como o sr. diz. Qual o impacto, para o planeta, de uma população declinante e envelhecida de um lado e países cada vez mais superpopulosos de outro?

Você tem razão, temos pelo menos dois regimes demográficos hoje. Há mais de 50 países onde os níveis de fertilidade caíram abaixo da taxa de reposição. E há outros com crescimento rápido.

Em 1950, havia três vezes mais gente na Europa do que na África Subsaariana. Em 2010, havia 16% mais gente na África Subsaariana do que na Europa. Pelas projeções da ONU, em 2100 haverá 5 pessoas na África Subsaariana para 1 na Europa. De 3 para 1, fomos de 1 para 5 -a proporção aumentou 15 vezes.

Isso pode significar uma tremenda pressão pela imigração da África subsaariana para a Europa se a África continuar pobre. Por outro lado, se os europeus, se a China e se o resto do mundo ajudarem a África a enriquecer, isso pode significar um mercado enorme para o maquinário, os produtos e até o estilo que a Europa produz. E pode significar prosperidade.

O perfil da população mudou, mas a renda não acompanhou -menos gente tem mais, mais gente tem menos.

É lamentável. É uma situação instável ecológica, política, econômica e socialmente. É a receita para o desastre.

Números


1 bilhão
Passam fome no mundo
É o maior número de famintos em 40 anos, segundo o braço da ONU para agricultura e alimentação

2,3 bilhões
Cultivo de cereais
Foi o que o planeta produziu no biênio 2009-2010

46%
Dos 2,3 bilhões de cereais
Percentual usado para alimentar pessoas; 34% foram para animais e 18%, para produção de combustível

4 vezes
Consumo de carne
É o quanto aumentou o consumo por pessoa na Terra desde 1961




Vista-se


publicado por Maluvfx às 15:05
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Segunda-feira, 24 de Maio de 2010
Vegans Entrevista - Fábio Chaves

Olá galera, sumi mas voltei com uma surpresinha.. Há uns dias atrás bisbilhotando pelo twitter surgiu a idéia de fazer uma entrevista com o Fabio Chaves nada mais nada menos que o idealizador do projeto vista-se. E ele muito educado e simpático me concedeu. ^^
Fabio Chaves é Publicitário Interativo - comunicador especializado em internet - e músico. Idealizador do projeto Vista-se, que gera inúmeros materiais e campanhas amplamente divulgados através da web, em especial, Orkut. Com ações pontuais e imagens trabalhadas vem se destacando entre os usuários da rede desde o início de suas atividades para a divulgação do vegetarianismo, que aconteceu em abril/2007. Sua proposta é inovar os atuais meios de abordagem, apresentando maneiras interativas de falar sobre vegetarianismo. Foi palestrante do 1° Encontro Nacional de Direitos Animais (ENDA)       www.vista-se.com.br/palestra

- A Entrevista.


VegansLife: Fabio, como se tornou vegetariano e por que?


Fabio Chaves:
Minha família é do nordeste, cresci à base de "mocotó" e outras pérolas da cozinha nordestina. Eu adoro o nordeste e existem pratos veganos lá, mas os mais conhecidos, infelizmente, não são nada veganos. Embora tenha crescido assim, comecei a perceber que algo estava errado, comecei a me sentir mal ao comer carne, percebi que estava errado. Ao contrário da maioria das pessoas, o que mais me chocou de cara foi o abate de frangos. Eu tomei a decisão de não mais participar deste ciclo de crueldade enquanto assistia a um vídeo de abate de frangos. Eu já tinha visto todo o sangue, já há algum tempo pesquisava sobre animais de consumo no Google mas o que me revoltou mais foi descobrir o tamanho da cadeia, ao reparar nas máquinas avançadas e em toda a tecnologia que o homem foi capaz de criar para matar animais. Esta decisão ocorreu por volta de 2005, bem tarde em minha vida.

VL: O que pensa sobre o consumo de leite e ovos?

Fabio:
ovo-lacto vegetarianismo sem dúvida é um passo importante para quem respeita animais. Mas não é o fim da jornada. A grande maioria dos veganos já foram ovo-lacto vegetarianos então não vejo razão para acusar quem está nessa fase. Contudo, um ovo-lacto vegetariano não deve se esconder atrás do título "fase" para continuar consumindo produtos de origem animal mesmo depois de descobrir que esta indústria, a dos ovos e leite, é ainda mais cruel que a de carne.

VL: O que pensa á respeito de "educar" as crianças sobre o vegetarianismo desde cedo? ou elas devem esperar elas crescerem e optarem pelo que querem?


Fabio:
Meus pais me educaram a comer pata e fígado de boi, asas de galinhas e todo tipo de comida que eles julgavam apropriadas à minha dieta para que eu crescesse de forma saudável. É raro um pai ou uma mãe que quer o mal para seu filho. Eu amo meus pais e sei que tudo que eles fizeram nesse sentido foi pensando em me fazer bem. É a função dos pais passar para os filhos as melhores práticas de vida em várias áreas e não só na alimentação. Pais vegetarianos devem, com certeza, ensinar o que acreditam a seus filhos. Com muito critério e informação, para que a saúde da criança seja um exemplo de que a dieta vegetariana é absolutamente compatível e recomendada ao ser humano. meus filhos certamente serão veganos até que eles possam fazer suas próprias escolhas. Acredito que a chance deles optarem por comer carne seja mínima diante da criação que vou dá-los, mas se assim decidirem, continuarão sendo meus filhos e, como tais, amados ao extremo.

VL: Algumas pessoas alegam que os animais que são abatidos não sofrem, que em diversos abatedouros é só uma pancadinha e não sentem nada, poderia falar um pouco sobre?


Fabio:
Abate Humanitário não existe, ou melhor, existe: é bem coisa de ser humano mesmo fazer aquilo com animais. Quem fala mais e melhor sobre isso é o Biólogo Sérgio Greif, em seu artigo publicado aqui.

VL: Como surgiu a idéia de criar o vista-se?

Fabio:
Quando comecei a achar que algo estava errado em meu prato, descobri quase tudo que queria na internet. Como já trabalho com internet há alguns anos, achei justo devolver esta informação e multiplicar as possibilidades de as pessoas acharem conteúdo sobre vegetarianismo na web. Fiz o Vista-se para que outras pessoas tenham o que eu tive: informação.

VL: Demorou pro vista-se ganhar destaque na internet? como foi esse processo?

Fabio:
No início divulguei bastante no Orkut, fiz camisetas com temas vegetarianos e as vendia no site. Sorteava muitas delas em redes sociais, isso deu uma alavancada nos acessos, as pessoas começaram a conhecer o site pelas camisetas, mas depois resolvi focar em conteúdo e hoje o site anda com as próprias pernas, é bem conhecido entre os vegetarianos e está bem colocado no Google para consultas sobre vegetarianismo e direitos animais.

VL: Como você selecionou seus colunistas?

Fabio:
Os atuais colunistas escolhi por conhecê-los pessoalmente e saber de suas intenções. Depois percebi que muitas pessoas com bons textos queriam participar do Vista-se como colunistas, mas hoje o cadastro de colunistas é trabalhoso e por isso o número de colunistas não cresce. Em primeiríssima mão: Um novo Vista-se está sendo cuidadosamente alaborado e nele o espaço para novos colunistas vai ser o destaque principal. Basicamente, o Vista-se vai continuar com o conteúdo atual só que com muito mais participação de nutricionistas, veterinários, advogados e profissionais de todas as áreas. Portanto, se alguém aí tem boas intençòes e bons textos, guarde-os, em breve vamos ter seleções de novos colunistas no Vista-se.

VL: Qual o recado que você deixa para as pessoas que, provavelmente estão lendo isso e que gostem do assunto, tenham curiosidade e talvez vontade de se tornarem vegetarianos/veganos, mas ainda tem receio de se tornarem?

Fabio:Você tem um propósito? Se o seu propósito for forte o suficiente você conseguirá parar de explorar animais. É importante também conhecer boa comida vegana, não julgue o sabor dessa alimentação pelo primeiro prato que experimentar, vá atrás, descubra novos sabores. E, sempre: Informe-se, o tempo todo.

Agradecemos imensamente ao Fabio Chaves ter nos concedido essa entrevista. A entrevista ficou muito boa, esperamos que vocês também tenham gostado, e até semana que vem.

Fonte: Vegans Life √


publicado por Maluvfx às 16:46
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Domingo, 18 de Abril de 2010
O veganismo e o contato com a natureza
Claudia Lulkin, eco-nutricionista vegana, ativista pelos direitos animais, multicultural, mediadora social, adora o cheiro de mata, tomar banho de rio mas está em Porto Alegre no momento. Tem 54 anos, mora num sítio urbano, participou da Cooperativa Coolméia nos anos 80, teve um filho em parto de cócoras, como as índias, fez parte de movimento estudantil, foi hippie, trabalhou com dança, assessorou governos em projetos em nutrição, adora fotografia, e ainda pensa em voltar para o mato… Assim que for o momento.
ANDA – Claudia, em meio a tantas frentes em que milita, por que o veganismo? 


Claudia Lulkin –
 O veganismo é um jeito de viver que promove a vida dos animais, cuida deles, os ouve, os entende, não os “usa”. No último ato da Vanguarda Abolicionista se dizia: “animais não são produto”… São vidas pertencentes ao mesmo Planeta onde vivo. E, claro, não se alimenta deles. Pratico uma vida eco-veg, o melhor que posso dentro de uma cidade.
ANDA – Costuma dizer que seu único dogma é a libertação animal. Como transitar entre esses diferentes públicos, muitos dos quais não abrem mão da exploração dos animais? 


Claudia Lulkin – 
É um jogo diário. Todo dia há um momento de “explicações”. Ou de um lanchinho “óbvio”: passas, castanhas… frutas… ou de alguma brincadeira quando alguém fala de comer algum bichinho eu falo… coitadinho… A energia passa a rolar por si só…as pessoas começam a trazer frutas nas reuniões, inventam coisas, barras de cereais… a coisa vai pegando….  
ANDA – Em pleno Fórum Social Mundial, neste ano, você coordenou a cozinha ECOmunitária da Aldeia da Paz, servindo refeições veganas para cerca de 350 pessoas. Como isso se deu?
Claudia Lulkin – Foi muito na sincronia… Fui a uma reunião do Acampamento da Juventude, apresentada como nutricionista vegana, havia uma pessoa da Aldeia, me falou que ainda não havia quem focalizasse a cozinha e que esta seria vegana. Topei na hora. Nem tinha muita idéia de nada. Mudou minha vida! A prática da ALDEIA DA PAZ, que acontece quando pessoas se encontram para criá-la, possivelmente poucas são as que já se encontraram algum dia, é uma prática sustentável, auto-construída. Fomos construindo tudo: a Cozinha, a estrutura de limpeza da água de lavagem dos alimentos e de louça, fizemos banheiros secos, chuveiros lindos, tenda de suor, tenda da cura, geodésica onde se conheceu o calendário maia, criamos o espaço da Fogueira e abrigamos o Fogo Sagrado que fica aceso ao longo de todo o Fórum Social Mundial, cortamos lenha, buscamos…e com mínimo impacto ambiental. No final ainda plantamos nas beiradas do lago à volta da área onde estávamos com mudas nativas. Conheci muitas medicinas, gentes biodiversas, culturas de Paz. E pudemos viver por 15 dias juntos nos alimentando do  mundo vegetal. Uma sensação de total liberdade e PAZ. As fotos de alguns dos belos momentos saíram em matéria na ANDA.
ANDA – Porto Alegre é a Capital de um Estado com tradição de carne e exploração dos animais, mas paradoxalmente possui inúmeros locais vegetarianos e veganos, duas telepizzas, bares e afins, além da forte presença dos grupos ativistas. Como vê isso?
Claudia Lulkin – Porto Alegre é um lugar onde as novas idéias tomam corpo e se expandem. O naturalismo, o vegetarianismo, o movimento forte por uma agricultura orgânica tem base em POA há uns bons 35 anos ou mais. A politização e a busca de consciência sempre permearam a cultura local. Por vias “políticas” tradicionais, por vias “espirituais”, por vias das “medicinas alternativas”, das terapias não convencionais, os movimentos sociais, a expansão e experimentação de novas formas de produção de alimentos- a permacultura, a agrofloresta…. Aqui nasceu a feira ecológica, há 21 anos, base da agricultura orgânica, onde nunca foi liberado vender-se alimentos cárneos. Mesmo quando ainda não se tinha toda a clareza da situação animal.  Isso cria as condições para que vá se compreendendo as questões do momento e vá se gerando soluções.
ANDA – Segurança e soberania alimentar, de que se trata?


Claudia Lulkin –
 Segurança alimentar é o direito que todo ser humano (é uma visão especista) tem de se alimentar com qualidade todos os dias e ter condições dignas de vida. A Soberania Alimentar se amplia para o território, para um País. Que este possa ter sempre garantido o alimento de qualidade para seu povo. Recém neste ano o Direito Humano à Alimentação Adequada entrou na Constituição brasileira!!!! E o Brasil, apesar de sua riqueza natural não é um país SOBERANO EM SUA ALIMENTAÇÃO, é dependente das regras de mercado impostas pelas organizações internacionais como a OMC, o FMI, a FAO, é subserviente das empresas multinacionais que comandam a cena e, alguns, se dão bem financeiramente, com essa visão dilapidadora da natureza brasileira, das suas terras ricas, das suas águas, da sua quantidade de SOL que o Brasil tem (uma riqueza inigualável). É nesse jogo que a Amazônia é queimada impunemente, que os animais são chamados de “PECUÁRIA”, que as terras são ocupadas com soja e grãos para alimentação “do gado para abate”… e que a fome continua a grassar em pleno BERÇO ESPLENDIdo. Além da cotidiana falta de nutrientes pois a alimentação está envenenada de agroquímicos, as águas poluídas, os solos sem vida…  As palavras escondem seus verdadeiros sentidos fazendo perder o sentido da comunhão com a natureza.
ANDA – Paisagismo alimentar é uma de suas propostas. Como funciona, na prática?
Claudia Lulkin – Bom, ainda é uma idéia mas ela vai tomando corpo. É simples… é plantar em TODOS os lugares, em todos os pátios, em vazios urbanos, em pátios de hospitais, de prédios, de clubes, de escolas, colocar plantas em todos os muros, em todas as paredes, em todos os becos. Colocar árvores frutíferas, trepadeiras de flores, plantas medicinais, aromáticas, condimentares. Poderá alimentar pessoas,  pássaros, minhocas, borboletas. Vai colorir, oxigenar, hidratar e curar, e dar uma sentido do único verdadeiro tempo que é o ciclo da Vida na Natureza. E isso CURA. A PETA está falando em resgatar “the wildlife” fazendo jardins em todos os lugares. E mostra uma foto de um esquilo…Lindo! No meu pátio vem beija-flores, bem na porta de casa por conta das inúmeras flores  “lanterninha japonesa” que está bem crescida e florida nesta época (outono).
ANDA – Há décadas você lida com o lixo de forma pensada, inclusiva na arte-reciclagem. Como isso começou?
Claudia Lulkin – Tive um namorado muito vanguardeiro que me falou do LIXO pela primeira vez. Aquilo mexeu comigo. Passei a pensar sobre o consumismo… descobrir a riqueza do que se chama lixo e ficar incomodada de não poder separar os resíduos e utilizar o orgânico. Nos anos 80 a Cooperativa Coolméia alugou uma casa no bairro Bom Fim, na João Teles, pertinho do Bar Ocidente. Lá começamos a levar nosso “orgânico” e criamos um bordão “LIXO É LUXO”, que depois se popularizou. Esse movimento impulsionou ações governamentais de separação de lixo. E fui encontrando a arte-reciclagem na moda- a customização, os antigos brechós (que eram poucos), os recortes, as colagens, a pegar embalagens lindas pelas ruas e, em 2003, montar a exposição “Espelhos de Camarim”, em Brasília, um trabalho todo em arte-reciclagem de móveis, madeiras encontradas em lixo, posters, latas…, do artista plástico Rasiko, que está vivendo em Lisboa, atualmente. Para fechar o ciclo, fui assessora da Cozinha Comunitária da UTC – Unidade de Triagem e Compostagem na Lomba do Pinheiro em POA, onde hoje há uma bela horta. Minha “pós-graduação”!!!!
ANDA – Você se sente marginalizada por suas posturas?
Claudia Lulkin – Sim, ainda sou marginalizada, apesar de já receber mais avais….  
ANDA – A desobediência civil parece ser o ponto de partida para muitas mudanças necessárias no sistema. Concorda? 


Claudia Lulkin –
 Acho que a sociedade é a cara e a cabeça das pessoas. A sociedade impõe modelos, cultua o apego ao passado, tem uma dinâmica que não me faz bem, usa de uma medicina em que não acredito, não acolhe as pessoas nem os animais, trata as crianças como imbecis, pratica “tradições” cruéis, estabelece o medo, dá prioridade à economia e não a outros valores que a mim interessam… Na medida em que discordo dessas práticas e quero fazer as coisas do jeito que me fazem bem sem prejudicar ninguém e ser solidária com uma nova possibilidade de encantamento coletivo baseado na natureza, desobedeço o estabelecido como padrão.  A desobediência civil é um libelo, um posicionamento por direitos. 

ANDA – Socialmente, como fazer a população mais simples compreender e usufruir do vegetarianismo/veganismo?
foto de claudia lulkinClaudia Lulkin – Mostrando, estando junto, fazendo… sou muito Paulo Freire nessa hora. O povo é muito prático. Se come bem, gosta, se sente bem, vê que o intestino funciona, entende os argumentos pelos animais, pode aderir. Ou, pelo menos, integrar ao cardápio cotidiano. Não é com a prescrição da nutricionista do posto ou com flyers governamentais que ele assume uma mudança. É só com olho no olho e mão na panela, na terra… Depois que assume o que conhece…. incrível, só dá ótimos “feed backs”.E isso é ativismo, também.
ANDA – Quem a conhece pessoalmente sabe que você é uma jovem de 53 anos, com pique invejável. Qual o segredo? 


Claudia Lulkin –
 Quase 54… Segredo? Prazer de viver sendo desobediente, sendo ativista…. sendo ambientalista, vendo as flores nascerem, os verdes crescerem, brincando com o Pedro, meu neto, ouvindo seus papos, suas músicas, teatrando a vida com ele. Tendo uma família veg, uma alimentação saudável e MUITOS AMIGOS-IRMÃOS, de todas as idades, de todos os credos, de todas as cores.
ANDA
Entrevista de Marcio de Almeida Bueno  - VAL


Publicado em:


Em entrevista para ANDA, a eco-nutricionista vegana gaúcha Claudia Lulkin fala de sua participação nos movimentos estudantil e hippie, do tempo em que participou da Cooperativa Coolméia e como teve um filho em parto de cócoras.


publicado por Maluvfx às 20:04
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
IMPORTANTE: Debate ao vivo na Tv Cultura nesta segunda


Nessa segunda-feira, 19 de abril de 2010, às 19h, o presidente do VEDDAS, nutricionista George Guimarães, participará de um debate ao vivo no programa Login da TV Cultura, do qual participará também a nutricionista do Serviço de Informação da Carne: SIC.
O site do programa, que tem reprise no mesmo dia às 2 da manhã, é http://tvcultura.com.br/login
Os internautas sao convidados a interagir com o programa através dos canais disponíveis no site. O programa vai ao ar pela TV aberta para todo o país.
Vista-se


publicado por Maluvfx às 22:18
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Do preconceito à carência nutricional...
 Adoção radical do vegetarianismo pode se tornar um problema se não for previamente estudada


Ricardo Campos, 26, é paulista, vendedor e desde os 11 anos adota uma dieta vegetariana. Ao optar pelo cardápio que exclui qualquer tipo de carne, o jovem passou a enfrentar uma grande proplema: a discriminação, até mesmo de seus pais. "No início minha mãe era contra, pois antes de consumir o menu à base de vegetais, eu estava com anemia e para ela a eliminação da carne significaria a intensificação da doença", lembra Ricardo, que é um dos milhares de vegetarianos que sofrem ou já sofreram com a mudança na alimentação. "Ao restringir o cardápio, a pessoa enfrentará a barreira nutricional e a social. Porém após superá-las, o consumidor de folhas, frutas, leguminosas e oleaginosas poderá viver até sete anos a mais do que um indivíduo que inclui gordura animal em sua dieta", alerta o nutricionista, especializado em vegetarianismo, George Guimarães, 36.


Único vegetariano da família, Ricardo Campos se convenceu que não queria mais consumir "animais mortos", como ele mesmo define, de um modo geral, as carnes. O então adolescente, por influência de uma amiga, passou a ver vídeos que condenavam a gordura vegetal e defendiam a não eliminação de bovinos, suínos, aves ou peixes. "Do dia pra noite, decidi mudar minha dieta. Passei a ter pena e ao mesmo tempo nojo daquele tipo de alimentação que eu seguia", conta Ricardo. Mas, o jovem esbarrou com uma dúvida: o que comer, quando comer e quais os nutrientes necessários para compensar a falta da carne. "Uma pessoa não pode mudar radicalmente sua dieta sem antes pesquisar receitas, consultar nutricionistas, conversar com vegetarianos, ler artigos na internet, buscar por restaurantes especializados e elaborar uma dieta balanceada", explica George Guimarães.


Segundo ainda o nutricionista, não há como uma pessoa alterar sua rotina alimentar em menos de um trimestre. "Se tudo não for muito bem pensado, o indivíduo poderá adquirir doenças", alerta.

Apesar de ser muito jovem, Ricardo seguiu os passos certos. Ele buscou por pessoas que seguiam a dieta vegetariana, leu diversos livros que tratavam sobre o assunto e conseguiu criar a sua própria refeição. "Eu fazia tudo certinho. Comia proteína de soja, massas e verduras. Apesar da minha mãe ser contra, eu consegui convencê-la que aquele era o caminho certo. Tanto que consegui curar a minha anemia", relata Campos.


Para não passar por carência de vitaminas, encontradas nas carnes, o vegetariano deve investir em leguminosos, como feijão e soja, e nos oleaginosos, como castanhas e amêndoas. "Este tipo de alimento possui as proteínas, ferro e cálcio encontrados nos alimentos de origem animal", aponta o nutricionista (foto ao lado).

Considerando uma pessoa de altura e peso medianos e que realiza atividades leves ao longo do dia, uma dieta vegetariana balanceada precisa conter diariamente proteína de soja, queijo tofu, porções de leguminosos, oleaginosos, cerais integrais, vegetais - principalmente os de cor escura, pois são ricos em cálcio - e frutas. "Claro que a quantidade depende do biotipo de cada indivíduo", completa George Guimarães.

Pode até parecer mais caro consumir este tipo de refeições, mas, segundo o nutricionista, tudo não passa de impressão. "As carnes também são caras, e se o vegetariano consumir produtos pouco processados, a economia será garantida". Vale ressaltar, que nas prateleiras dos mercados há alimentos orgânicos e destinados a este tipo de dieta, porém o preço é saldado, já que estes produtos não são tão procurados.

Ao se tornar vegetariano, o organismo também passará por mudanças fisiológicas. "É normal um aumento na quantidade de gases, uma vez que toda a flora intestinal será alterada", destaca o nutricionista.

E depois de criar o cardápio em casa, que Ricardo mesmo passou a elaborar, o vendedor partiu em busca de locais onde vendesse comida vegetariana. "Quando eu não encontro, tento adequar as refeições que os estabelecimentos oferecem", conta. No Brasil, há aproximadamente 180 restaurantes especializados nesta dieta, "porém não há nenhum investimento em promover festivais ou encontros entre chefs deste segmento", sublinha Guimarães.


Em São Paulo, a rede Apfel vende há 26 anos comida vegetariana. Os destaques da casa são os hambúrgueres de cajú, a lasanha de abóbora e o nhoque de beterraba. "O sucesso das nossas casas é tão grande que resolvemos abrir à noite, na unidade Jardins", avisa Letícia Bressan, gerente da unidade. Com um cardápio assinado pela chilena Milene Signe, o local sempre apreseta pratos novos e atualmente desenvolve festivais com comida típica. "Em abril, estamos oferecendo um bufê rico em comida mineira, claro que inteiramente vegetariana", conta Letícia. A casa também oferece cursos voltados para os vegetarianos.

Depois de enfrentar a barreira nutricional, criando um cardápio balanceado e encontando restaurantes apropriados, a pessoa que quer eliminar as carnes da dieta, encontrarão um outro problema: a aceitação na sociedade. "Meus amigos passaram a reclamar das minhas refeições e muitos deixaram de me convidar para sair. Já minha família, torcia o nariz quando abria as minhas panelas", relata Ricardo Campos. Para o nutricionista Guimarães, muitos acabam desistindo do vegetarianismo, pois sofrem preconceito. "O vegetariano é uma pessoa comum e caso sofra discriminação, deve buscar por grupos vegetarianos, ampliar ou até mudar o seu ciclo de amizades. Os sites de relacionamento são boas saídas para conversar sobre a dieta", esclarece Guimarães.

Para o nutricionista, que também segue uma dieta vegetariana, o não consumo de carne não altera a cadeia alimentar. "É uma mentira dizer que o mundo entraria em colapso se a humanidade parar de consumir gordura animal. O processo é longo para ocorrer um desequilíbrio, e hoje, muitos dos animais são criados apenas para o abate", esclarece Guimarães.
Segundo ainda o profissional, a dieta vegetariana pode aumentar em até sete anos o tempo de vida do indivíduo. "Só tive benefícios em mudar meu cardápio", conclui Ricardo Campos.

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publicado por Maluvfx às 20:18
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Sexta-feira, 12 de Março de 2010
Ativista da VAL participa de programa na Record sobre limpeza ecológica

A nutricionista Claudia Lulkin, da Vanguarda Abolicionista, é uma esta entrevistadas do programa ‘Vida Orgânica’ – assim como Priscila Machado, outra conhecida ativista da Capital – a ser exibido neste sábado, 13, às 10h, na Rede Record RS – canal 2. As represises passam de segunda a sexta às 6h45min.


Release
“Você já parou para pensar sobre os efeitos dos produtos de limpeza no meio ambiente e na saúde humana? A gente foi conferir e no próximo sábado, dia 13, às 10h, no canal 2, mostramos para você. Desde a escolha dos alimentos até o consumo, a limpeza dos utensílios domésticos até o momento do descarte, influenciamos na limpeza do planeta e estamos, de alguma forma, gerando impacto ambiental. Nesse sentido, a proposta da faxina ecológica é utilizar produtos biodegradáveis e diminuir o descarte de resíduos, procurando reaproveitar ao máximo aquilo que consumimos.
Ao utilizar produtos menos impactantes à natureza ou até mesmo reutilizar materiais, você contribui para a saúde do planeta, pode evitar danos ao seu próprio bem-estar e também pode fazer uma boa economia.
Nesta edição, a gente ensina como fazer sabão caseiro e outros produtos, como detergente, lava-louças e aromatizador de ambiente. A partir de uma conversa com Denis Beauchamp, autor do livro ‘A Casa Limpa da Faxineira Ecológica’, iremos dar várias dicas para facilitar a faxina. Com a artesã Maria Isabel Bonotto, aprendemos a produzir uma vassoura de garrafa pet. Mariza Fernanda Powe Reis, responsável pelo projeto de coleta de óleo do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) e a química do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE), Adriana Cechin, falam da importância de cuidar do descarte de resíduos, e seus impactos para a cidade.
No quadro de gastronomia, a culinarista Priscilla Carniel Machado e a nutricionista Cláudia Lulkin ensinam uma refeição que realiza uma verdadeira faxina interior pela alimentação. Com uma refeição saudável (salada, suco de melancia e açaí na tigela), o corpo passa por uma desintoxicação e está mais preparado para assimilar os nutrientes. Não perca: É no próximo sábado, dia 13, às 10h ou de segunda a sexta, às 6h45min na Rede Record RS – Canal 2.

Acesse  e deixe suas sugestões, críticas e comentários”.
Fonte: VAL


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Domingo, 28 de Fevereiro de 2010
Rede TV entrevista Nina Rosa e Eric Slywitch neste domingo, 28

.
Assista à entrevista sobre vegetarianismo com a  ativista Nina Rosa Jacob e o médico nutrólogo Eric Slywitch, no programa “Deus médico dos médicos”

O (ótimo) bate papo vai ao ar na hora do almoço (12h) deste domingo, 28, na RedeTV.
Muito esclarecedor para aqueles que ainda não experimentaram a culinária sem crueldade, e para aqueles que já se alimentam de forma ética. 

ANDA


publicado por Maluvfx às 14:28
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