Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sexta-feira, 16 de Setembro de 2011
TOURADAS EM FRANÇA - Escolas de Tortura – A “ARTE” DE TORTURAR E MATAR
No sul de França existem 6 escolas de tauromaquia autorizadas pelo Ministério da Juventude e Desportos.






Desde os 5/6 anos de idade as crianças começam a frequentar estas “escolas” com a autorização dos pais.



As aulas práticas com bezerros são autênticas carnificinas.



Tal como nos outros países, as autoridades subsidiam estas escolas de tortura com o dinheiro dos contribuintes.


TOURADA Á ESPANHOLA

O espectáculo de tortura inicia-se com um desfile de toureiros, vestidos com trajes de taurotorcionários, ao som de música. Seguidamente a primeira vítima entra na arena. Expulso do curro com violência, o touro entra num ambiente totalmente desconhecido sem possibilidade de fuga: está cercado por todos os lados.

Vários toureiros provocam-no usando capas. A capa tem como finalidade enganar o touro que concentra os seus "ataques" contra este alvo móvel que representa para ele o perigo. Os passes de capa são utilizados para fazer o touro correr e para o fatigar.

Em seguida entra a figura do picador. Os cavalos dos picadores estão protegidos por uma espécie de capa, chamada peto. O obectivo desta figura é brutalizar o touro do alto do cavalo. Munido com uma garrocha (puya), espécie de lança terminada por uma piramide triangular de aço , cortante como uma lâmina, o picador espeta esta várias vezes no corpo do touro, muitas das vezes como se fosse um saca rolhas, abrindo enormes buracos e lesando os muscúlos do pescoço do animal para enfraquecer a sua resistência e para o obrigar a baixar a cabeça.

O touro tenta defender-se investindo á figura do picador, mas é sempre o cavalo que sofre os seus "ataques". Frequentemente o cavalo é derrubado; apesar do uso do peto, os cavalos sofrem diversas lesões e traumatismos. Os cavalos dos picadores, têm os olhos vendados, as orelhas tapadas e estão geralmente drogados.

Seguidamente entram os bandarilheiros. As bandarilhas tem um arpão de 5 a 7 cm. O touro reage ,devido ao seu enorme sofrimento, tentando por qualquer meio livrar-se das mesmas, mas a cada movimento que faz, as lâminas das bandarilhas destroem-lhe os muscúlos, aumentando o seu sofrimento. Os aficionados tentam fazer crer que a pele dos touros é tão espessa que as lâminas de aço das bandarilhas não lhes causam qualquer dor, o que obviamente é falso. Na verdade, a pele pouco espessa dos touros é muito sensível.

Depois das bandarilhas, entra em cena o matador que continua a carnificina. Provoca o touro agitando a muleta (pedaço de tecido vermelho). Com uma espada o matador tenta estoquear o touro, por diversas tentativas já que é raro que a primeira estocada seja mortal. Se o touro não cai, é golpeado com uma outra espada, com um ou vários golpes (descabello) atrás da cabeça perto da primeira vértebra cervical.

Os comparsas do matador provocam o touro com capas. Este moribundo, o corpo atravessado pela espada, os músculos destroçados pelos arpões das bandarilhas, sangrando, vacila e acaba por tombar. Logo que este tomba, um punhal (puntilla) é cravado atrás da sua cabeça, a lâmina é torcida e retorcida no interior.

O corpo do animal é arrastado pela arena, puxado por dois cavalos, ainda vivo.

No matadouro da praça é esquartejado, e muitas das vezes o touro ainda está vivo.

Cinco a seis touros são massacrados em cada tourada. O martírio de cada um dura em média 20 minutos.

TOURADA Á PORTUGUESA

Nas touradas ditas á portuguesa, os touros sofrem tanto como nas francesas e espanholas, embora os toureiros digam o contrário. Os cavaleiros que actuam nas touradas á portuguesa, treinam em praças privadas, torturando inúmeros touros. Também obrigam os cavalos a árduos treinos para que os mesmos se tornem dóceis e obedientes.

Nas touradas á portuguesa, o touro é brutalmente expulso do curro para a arena onde tem que enfrentar o cavaleiro que lhe espetará várias bandarilhas.

Devido ao enorme sofrimento, o touro tenta sem sucesso perseguir o cavaleiro , pois é a sua única defesa, mas claro que quem acaba por sofrer os seus "ataques"é o cavalo, apesar dos seus cornos estarem embolados.

Quando o touro está exausto, com o tórax perfurado por várias bandarilhas que lhe causam dores atrozes, uma vez que destroiem os muscúlos, entram na arena os forcados. Estes homens desafiam o touro e quando o mesmo investe , uma vez mais para se defender, atiram-se contra ele numa tentativa de o imobilizaram. Um deles agarra o rabo do touro , puxando o mesmo. Depois da pega, o touro regressa ao curro onde aguardará numa tremenda agonia a abertura do matadouro (as bandarilhas são arrancadas á força do seu corpo deixando enormes buracos e feridas).

REJONEO

Neste tipo de touradas são usados instrumentos chamados rejones que são espetados nos touros por rejoneadores (a cavalo). Tambem aqui, os rejoneadores, treinam em privado, torturando inúmeros touros.

Assim que entra na arena o touro é desafiado pelo rejoneador, mal este se aproxima , o cavaleiro espeta-lhe arpões que têm um comprimento de 5 a 7 cm. Neste tipo de touradas os cavalos são trocados várias vezes, porquanto os mesmos estão aterrorizados. Os arpões com uma lâmina de 15 ou 25 cm, rejones, também são usados.

A tortura do animal continua com o rejone da morte. Este arpão que tem uma lâmina de 65 cm é espetado no touro. É frequente neste tipo de touradas que os cavalos sofram profundas feridas na barriga, provocadas pelos cornos do touro, perdendo os intestinos e acabando por morrer.









CAPEIAS

Jovens touros são as vitimas. São toureados por aprendizes de toureiros, a pé ou a cavalo. São espetadas bandarilhas sem conta, num completo massacre.

COURSES CAMARGUESAS

Antes do espectáculo o touro é imobilizado dentro de um caixote, para lhe serem atados aos cornos várias fitas. Logo que é enviado para a arena, vários homens correm na sua frente tentando tirar essas fitas com um instrumento metálico com 16 pontas.

Durante o espectáculo o animal recebe vários golpes com este instrumento que acabam por o ferir na cabeça ou nos olhos. Estes animais que são usados mais que uma vez nos espectáculos, necessitam de vários meses para se recuperarem.

COURSES DE VACAS LANDAISES
Cada vaca é posta num caixote metálico para lhe atarem uma corda aos cornos, a outra extremidade da corda está fora do caixote. O animal é brutalmente expelido do mesmo para a arena onde 2 ou 3 homens puxam a vaca pelos cornos. Numa espécie de refúgio outro homem tem a corda provocando violentas dores na cabeça da vaca , porquanto a corda ao ser puxada fará com que a vaca bata violentamente contra a barricada feita de madeira. É também usada uma espécie de lança para obrigar a vaca a ir para o meio da arena. A cabeça do animal é sempre conduzida através da corda.

TOURADAS SEM A MORTE DO TOURO
Grupos compostos por toureiros, cavaleiros, etc, actuam em várias localidades usando praças desmontáveis. Cerca de 8 pequenos touros ou vacas da região de Camargue, alguns muito jovens, a maior parte deles muito magros são transportados em camiões que são usados como curros durante o espectáculo. Os animais são guiados dentro do reduzido espaço do camião através do uso de um tridente metálico.

A porta do camião é aberta e um dos animais é empurrado para a arena, onde o seu principal comportamento é medo e de onde tenta em vão escapar.

Depois de ser provocado com a capa. o toureiro espeta-lhe várias bandarilhas.

Devido á intensidade das dores o animal tenta em vão livrar-se das mesmas o que lhe provoca ainda mais dores. O animal volta para o camião onde lhe são arrancadas as bandarilhas.

Na arena além dos toureiros também actuam cavaleiros. Neste tipo de touradas o cavalo tem uma protecção especial. Os cavalos como sempre acabam por receber os ataques dos touros. Embora estes tenham os cornos embolados, isso não impede que os cavalos sofram feridas internas traumáticas.

MARCAÇÃO DE TOUROS COM FERROS
As marcações de animais com ferros em brasa são práticas cruéis usadas pelos ganadeiros e escandalosamente promovidas a espectáculos para turistas. Consistem na marcação de gado jovem com um ferro em brasa.

O animal é agarrado por vários homens que o atiram violentamente ao chão de modo a imobizá-lo, enquanto outro marca a sua pele com um ferro em brasa que lhe causa dores intensas, uma vez que a sua pele é lliteralmente queimada como se de um churrasco se tratasse.

LARGADAS DE TOUROS

O abrivado (largadas de touros) consiste na largada de jovens touros ou vacas nas ruas para serem perseguidos por uma multidão. São guiados por cavaleiros com lanças que os picam durante as largadas de modo a provocá-los e faze-los escorregar e cair.

Os encerros são também uma espécie de largadas de touros onde os mesmos são perseguidos por várias pessoas que os pontapeiam, torcem o rabo, atiram projécteis, etc. O animal ao tentar escapar acaba por se ferir e cair. Geralmente durante estes encerros ou largadas ocorrem diversos acidentes algumas vezes as pessoas acabam por ser feridas ou mortas.

TOURADAS PSEUDO-CÓMICAS

A hipocrisia é a regra. Não há sangue derramado mas os touros ou vacas são joguetes nas mãos de indivíduos, unicamente com a finalidade de divertimento.

Os animais usados nestes espectáculos são sempre os mesmos. Jovens vacas e touros, totalmente aterrorizados são perseguidos por grupos de indivíduos , que os atacam torcendo as caudas, pontapeando as cabeças, dando golpes e obrigando os mesmos a caminhar em duas patas, apesar de todo o sofrimento que les causam.

Durante estes espectáculos o público é convidado a saltar para a arena e participar, originando ataques violentos contra os animais.

Muitas vezes para entreter as crianças, uma pequena vaca é colocada na arena. As crianças após terem visto os adultos molestar os animais fazem o mesmo.

(Os excertos dos tipos de touradas realizadas em França foram traduzidos do livro "Le Grand Bluff Tauromachique " de Andrée Valadier.)




Fonte


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TOURADAS EM FRANÇA - Escolas de Tortura – A “ARTE” DE TORTURAR E MATAR
No sul de França existem 6 escolas de tauromaquia autorizadas pelo Ministério da Juventude e Desportos.






Desde os 5/6 anos de idade as crianças começam a frequentar estas “escolas” com a autorização dos pais.



As aulas práticas com bezerros são autênticas carnificinas.



Tal como nos outros países, as autoridades subsidiam estas escolas de tortura com o dinheiro dos contribuintes.


TOURADA Á ESPANHOLA

O espectáculo de tortura inicia-se com um desfile de toureiros, vestidos com trajes de taurotorcionários, ao som de música. Seguidamente a primeira vítima entra na arena. Expulso do curro com violência, o touro entra num ambiente totalmente desconhecido sem possibilidade de fuga: está cercado por todos os lados.

Vários toureiros provocam-no usando capas. A capa tem como finalidade enganar o touro que concentra os seus "ataques" contra este alvo móvel que representa para ele o perigo. Os passes de capa são utilizados para fazer o touro correr e para o fatigar.

Em seguida entra a figura do picador. Os cavalos dos picadores estão protegidos por uma espécie de capa, chamada peto. O obectivo desta figura é brutalizar o touro do alto do cavalo. Munido com uma garrocha (puya), espécie de lança terminada por uma piramide triangular de aço , cortante como uma lâmina, o picador espeta esta várias vezes no corpo do touro, muitas das vezes como se fosse um saca rolhas, abrindo enormes buracos e lesando os muscúlos do pescoço do animal para enfraquecer a sua resistência e para o obrigar a baixar a cabeça.

O touro tenta defender-se investindo á figura do picador, mas é sempre o cavalo que sofre os seus "ataques". Frequentemente o cavalo é derrubado; apesar do uso do peto, os cavalos sofrem diversas lesões e traumatismos. Os cavalos dos picadores, têm os olhos vendados, as orelhas tapadas e estão geralmente drogados.

Seguidamente entram os bandarilheiros. As bandarilhas tem um arpão de 5 a 7 cm. O touro reage ,devido ao seu enorme sofrimento, tentando por qualquer meio livrar-se das mesmas, mas a cada movimento que faz, as lâminas das bandarilhas destroem-lhe os muscúlos, aumentando o seu sofrimento. Os aficionados tentam fazer crer que a pele dos touros é tão espessa que as lâminas de aço das bandarilhas não lhes causam qualquer dor, o que obviamente é falso. Na verdade, a pele pouco espessa dos touros é muito sensível.

Depois das bandarilhas, entra em cena o matador que continua a carnificina. Provoca o touro agitando a muleta (pedaço de tecido vermelho). Com uma espada o matador tenta estoquear o touro, por diversas tentativas já que é raro que a primeira estocada seja mortal. Se o touro não cai, é golpeado com uma outra espada, com um ou vários golpes (descabello) atrás da cabeça perto da primeira vértebra cervical.

Os comparsas do matador provocam o touro com capas. Este moribundo, o corpo atravessado pela espada, os músculos destroçados pelos arpões das bandarilhas, sangrando, vacila e acaba por tombar. Logo que este tomba, um punhal (puntilla) é cravado atrás da sua cabeça, a lâmina é torcida e retorcida no interior.

O corpo do animal é arrastado pela arena, puxado por dois cavalos, ainda vivo.

No matadouro da praça é esquartejado, e muitas das vezes o touro ainda está vivo.

Cinco a seis touros são massacrados em cada tourada. O martírio de cada um dura em média 20 minutos.

TOURADA Á PORTUGUESA

Nas touradas ditas á portuguesa, os touros sofrem tanto como nas francesas e espanholas, embora os toureiros digam o contrário. Os cavaleiros que actuam nas touradas á portuguesa, treinam em praças privadas, torturando inúmeros touros. Também obrigam os cavalos a árduos treinos para que os mesmos se tornem dóceis e obedientes.

Nas touradas á portuguesa, o touro é brutalmente expulso do curro para a arena onde tem que enfrentar o cavaleiro que lhe espetará várias bandarilhas.

Devido ao enorme sofrimento, o touro tenta sem sucesso perseguir o cavaleiro , pois é a sua única defesa, mas claro que quem acaba por sofrer os seus "ataques"é o cavalo, apesar dos seus cornos estarem embolados.

Quando o touro está exausto, com o tórax perfurado por várias bandarilhas que lhe causam dores atrozes, uma vez que destroiem os muscúlos, entram na arena os forcados. Estes homens desafiam o touro e quando o mesmo investe , uma vez mais para se defender, atiram-se contra ele numa tentativa de o imobilizaram. Um deles agarra o rabo do touro , puxando o mesmo. Depois da pega, o touro regressa ao curro onde aguardará numa tremenda agonia a abertura do matadouro (as bandarilhas são arrancadas á força do seu corpo deixando enormes buracos e feridas).

REJONEO

Neste tipo de touradas são usados instrumentos chamados rejones que são espetados nos touros por rejoneadores (a cavalo). Tambem aqui, os rejoneadores, treinam em privado, torturando inúmeros touros.

Assim que entra na arena o touro é desafiado pelo rejoneador, mal este se aproxima , o cavaleiro espeta-lhe arpões que têm um comprimento de 5 a 7 cm. Neste tipo de touradas os cavalos são trocados várias vezes, porquanto os mesmos estão aterrorizados. Os arpões com uma lâmina de 15 ou 25 cm, rejones, também são usados.

A tortura do animal continua com o rejone da morte. Este arpão que tem uma lâmina de 65 cm é espetado no touro. É frequente neste tipo de touradas que os cavalos sofram profundas feridas na barriga, provocadas pelos cornos do touro, perdendo os intestinos e acabando por morrer.









CAPEIAS

Jovens touros são as vitimas. São toureados por aprendizes de toureiros, a pé ou a cavalo. São espetadas bandarilhas sem conta, num completo massacre.

COURSES CAMARGUESAS

Antes do espectáculo o touro é imobilizado dentro de um caixote, para lhe serem atados aos cornos várias fitas. Logo que é enviado para a arena, vários homens correm na sua frente tentando tirar essas fitas com um instrumento metálico com 16 pontas.

Durante o espectáculo o animal recebe vários golpes com este instrumento que acabam por o ferir na cabeça ou nos olhos. Estes animais que são usados mais que uma vez nos espectáculos, necessitam de vários meses para se recuperarem.

COURSES DE VACAS LANDAISES
Cada vaca é posta num caixote metálico para lhe atarem uma corda aos cornos, a outra extremidade da corda está fora do caixote. O animal é brutalmente expelido do mesmo para a arena onde 2 ou 3 homens puxam a vaca pelos cornos. Numa espécie de refúgio outro homem tem a corda provocando violentas dores na cabeça da vaca , porquanto a corda ao ser puxada fará com que a vaca bata violentamente contra a barricada feita de madeira. É também usada uma espécie de lança para obrigar a vaca a ir para o meio da arena. A cabeça do animal é sempre conduzida através da corda.

TOURADAS SEM A MORTE DO TOURO
Grupos compostos por toureiros, cavaleiros, etc, actuam em várias localidades usando praças desmontáveis. Cerca de 8 pequenos touros ou vacas da região de Camargue, alguns muito jovens, a maior parte deles muito magros são transportados em camiões que são usados como curros durante o espectáculo. Os animais são guiados dentro do reduzido espaço do camião através do uso de um tridente metálico.

A porta do camião é aberta e um dos animais é empurrado para a arena, onde o seu principal comportamento é medo e de onde tenta em vão escapar.

Depois de ser provocado com a capa. o toureiro espeta-lhe várias bandarilhas.

Devido á intensidade das dores o animal tenta em vão livrar-se das mesmas o que lhe provoca ainda mais dores. O animal volta para o camião onde lhe são arrancadas as bandarilhas.

Na arena além dos toureiros também actuam cavaleiros. Neste tipo de touradas o cavalo tem uma protecção especial. Os cavalos como sempre acabam por receber os ataques dos touros. Embora estes tenham os cornos embolados, isso não impede que os cavalos sofram feridas internas traumáticas.

MARCAÇÃO DE TOUROS COM FERROS
As marcações de animais com ferros em brasa são práticas cruéis usadas pelos ganadeiros e escandalosamente promovidas a espectáculos para turistas. Consistem na marcação de gado jovem com um ferro em brasa.

O animal é agarrado por vários homens que o atiram violentamente ao chão de modo a imobizá-lo, enquanto outro marca a sua pele com um ferro em brasa que lhe causa dores intensas, uma vez que a sua pele é lliteralmente queimada como se de um churrasco se tratasse.

LARGADAS DE TOUROS

O abrivado (largadas de touros) consiste na largada de jovens touros ou vacas nas ruas para serem perseguidos por uma multidão. São guiados por cavaleiros com lanças que os picam durante as largadas de modo a provocá-los e faze-los escorregar e cair.

Os encerros são também uma espécie de largadas de touros onde os mesmos são perseguidos por várias pessoas que os pontapeiam, torcem o rabo, atiram projécteis, etc. O animal ao tentar escapar acaba por se ferir e cair. Geralmente durante estes encerros ou largadas ocorrem diversos acidentes algumas vezes as pessoas acabam por ser feridas ou mortas.

TOURADAS PSEUDO-CÓMICAS

A hipocrisia é a regra. Não há sangue derramado mas os touros ou vacas são joguetes nas mãos de indivíduos, unicamente com a finalidade de divertimento.

Os animais usados nestes espectáculos são sempre os mesmos. Jovens vacas e touros, totalmente aterrorizados são perseguidos por grupos de indivíduos , que os atacam torcendo as caudas, pontapeando as cabeças, dando golpes e obrigando os mesmos a caminhar em duas patas, apesar de todo o sofrimento que les causam.

Durante estes espectáculos o público é convidado a saltar para a arena e participar, originando ataques violentos contra os animais.

Muitas vezes para entreter as crianças, uma pequena vaca é colocada na arena. As crianças após terem visto os adultos molestar os animais fazem o mesmo.

(Os excertos dos tipos de touradas realizadas em França foram traduzidos do livro "Le Grand Bluff Tauromachique " de Andrée Valadier.)




Fonte


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Segunda-feira, 6 de Junho de 2011
TOURADAS EM PORTUGAL - Escolas de Tortura - A “ARTE” DE TORTURAR E MATAR
ESCOLAS DE TOUREIO – APRENDER A TORTURAR

Os futuros toureiros começam de tenra idade a ser preparados nestes antros de tortura aos quais se dá o nome de "escolas" de toureio.
Nestas escolas com a conivência dos pais começam bem cedo 6/7 anos a aprender como se torturam animais. Muitos deles acabam por abandonar os estudos para se dedicarem a esta suposta profissão. Tendo em conta a alta taxa de abandono escolar que se verifica no nosso país, muitos deles não chegam a completar a escolaridade obrigatória.

Muitas destas crianças provêm de familías com escassos recursos económicos que veem nesta "profissão" um modo de os seus filho/as atingirem fama, posição social e sobretudo ganharem dinheiro, muito dinheiro.

Começam por aprender toureio de salão que consiste na simulação de uma lide de capote e muleta em que o candidato a toureiro desenha lances com o capote e passes com a muleta.
Para os treinos é usada a chamada “tourinha”.



Mais tarde começam a treinar com bezerras e novilhos nas chamadas aulas práticas.
As aulas práticas passam também por visitas a ganaderias para participação em tentas.
No nosso país não há idade limite para tourear e muitas destas crianças começam a tourear em praças de touros aos 12 anos de idade.

Foto gentilmente "oferecida" pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira 
De acordo com dados fornecidos pelos tauromafiosos o nosso país contabiliza 8 escolas de toureio, Vila Franca de Xira, Moita, Azambuja, Santarém, Golegã, Palmela, Almeirim e Coruche.
Estas escolas são financiadas com os nossos impostos, nomeadamente através das Câmaras Municipais.
Uma das "escolas" de toureio mais conhecidas é a de Vila Franca de Xira.

Transcrevemos a publicidade que a Câmara Muncipal têm o descaramento de fazer na sua website:

"A Escola de Toureio “José Falcão” de Vila Franca de Xira foi fundada em 11 de Agosto de 1984, ano do 10º aniversário da morte do matador de toiros vilafranquense, José Falcão.
Em Outubro de 1996, foi constituída uma Sociedade entre a Câmara Municipal de V. F. Xira, o Clube Taurino Vilafranquense e a Junta de Freguesia de V. F.X..
É a única Escola de Toureio Portuguesa que faz parte da Federação Internacional de Escolas Taurinas, desde 2001.
Devido a esse facto, os alunos da Escola têm levado o nome da Cidade às principais praças de toiros de Espanha e França.
A 13 de Junho de 2003, no Salão Nobre da Câmara Municipal, foi assinado um protocolo entre a Companhia das Lezírias, na pessoa do seu Presidente do Conselho de Administração, Dr. Salter Cid, e a Sra. Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Maria da Luz Rosinha, para a cedência das instalações do tentadero e casa do Cabo à Escola de Toureio.
No dia 1 de Maio de 2004, após as obras de recuperação, foram inauguradas as referidas instalações".



CONTACTOS
Cabo da Lezíria
Apartado 10113
2601-909 Vila Franca de Xira
Telefone: 263 200 770 (Alexandra Moura)
E-mail: freguesia@jf-vfxira.pt
Horário de Funcionamento: 2ª a 6ª feira, 10h-12h30



TOURADAS
Nas touradas ditas á portuguesa, os touros sofrem tanto como nas francesas e espanholas, embora os toureiros digam o contrário.
Os cavaleiros que actuam nas touradas á portuguesa, treinam em praças privadas, torturando inúmeros touros. Também obrigam os cavalos a árduos treinos para que os mesmos se tornem dóceis e obedientes.
Nas touradas á portuguesa, o touro é brutalmente expulso do curro para a arena onde tem que enfrentar o cavaleiro que lhe espetará várias bandarilhas.
Devido ao enorme sofrimento, o touro tenta sem sucesso perseguir o cavaleiro , pois é a sua única defesa, mas claro quem acaba por sofrer os seus "ataques" é o cavalo, apesar de o touro ter os cornos embolados.


Quando o touro está exausto, com o tórax perfurado por várias bandarilhas que lhe causam dores atrozes, uma vez que destroem os muscúlos, entram na arena os forcados. Estes homens desafiam o touro e quando o mesmo investe uma vez mais para se defender, atiram-se contra ele numa tentativa de o imobilizar. Um deles agarra o rabo do touro , puxando o mesmo.


Depois da pega, o touro regressa ao curro onde aguardará numa tremenda agonia a abertura do matadouro (as bandarilhas são arrancadas a força do seu corpo deixando enormes buracos e feridas).
É frequente o uso de sal nas feridas após a retirada das bandarilhas, como forma de tratamento! uma vez que muitos destes touros são posteriormente utilizados noutras touradas.




AÇORES
Nas touradas realizadas nos Açores aparece a figura do picador espanhol, tal como nas touradas espanholas. A lei portuguesa nº19/2002 de 31 de Julho, artigo 3º, nº 3 proíbe expressamente a sorte de varas , mas como habitualmente , as autoridades nada fazem.




"FESTAS POPULARES"

Touro á corda
Uma corda é atada aos cornos do touro e este é largado nas ruas. Uma multidão persegue o mesmo, usando todos os meios para o torturar. Como exemplo mais conhecido, o touro á corda de Ponte de Lima (zona norte).
Também os Açores primam pela mesma barbaridade.

Largadas de touros
Várias aldeias ou vilas no Ribatejo têm estas "festas" durante o Verão. Os touros são largados nas ruas para serem perseguidos e martirizados por populares. Não raramente vários acidentes ocorrem e várias pessoas são gravemente feridas ou mortas.

Capeias (região de Guarda)
As capeias são uma barbaridade muito sui generis praticada na região da Guarda.
Vários homens escudados por uma armação pontiaguda feita com toros de madeira, chamada forcão, enfrentam com "bravura" um touro.








Chegas de bois
Estas lutas, são prática comum na região de Trás-os-Montes, e a luta é travada entre dois bois de raça barrosã. A luta termina quando um dos bois vence o outro.




"Festas populares" em pequenas vilas com morte dos touros
Barrancos
Muito conhecida esta vila de 3000 habitantes, que todos os anos em Agosto , nas festas em honra da Santa Padroeira da vila, matam durante três dias 6 touros e uma vaca. A matança é sempre feita por aprendizes de matadores espanhóis. A tourada é feita na praça central da vila, numa arena montada para a ocasião. Os touros são toureados por toureiros/matadores espanhóis que após espetarem várias bandarilhas no touro, tentam matá-lo com a espada (algumas vezes após dez ou onze tentativas).
Estas touradas estavam proibídas desde 1928, no entanto em 11 de Julho de 2002, a Assembleia da República decidiu legalizá-las, após o recado dado pelo Presidente Aficionado da República Portuguesa , aquando da sua visita áquela vila.
Outras aldeias tais como Aldeia da Luz e Monsaraz, também matam o touro. Uma vez mais desrespeitando completamente a lei.

Monsaraz 2010



Elementos da Comissão de Festas escondem-se por debaixo de uma lona preta para matar o touro e assim evitarem ser identificados pela GNR.



Espectadores com crianças de tenra idade tocam o touro morto ilegalmente.

Câmaras Municipais que apoiam e patrocinam touradas em Portugal.
Protestem: Enviem emails/cartas/faxes

ALANDROAL
Câmara Municipal do Alandroal
Praça da República
7250 - 116 Alandroal
Portugal
Fax: 00 351 268440042
Email: cm-alandroal@mail.telepac.pt

ALBUFEIRA
Câmara Municipal de Albufeira
Rua do Município
8200-863 Albufeira
Portugal
Fax: 00-351- 289 599 511
Email: presidencia@cm-albufeira.pt
geral@cm-albufeira.pt

ALCACÉR DO SAL
Câmara Municipal de Alcácer do Sal
Praça Pedro Nunes
7580-125 Alcácer do Sal
Portugal
Fax: 00-351- 265 610 059
Email: chefe.gap@m-alcacerdosal.pt

ALCOCHETE
Câmara Municipal de Alcochete
Paços do Concelho - Largo de S.João
2894 - 001 Alcochete
Portugal
Fax: 00-351 - 212 348 690
Email: geral@cm-alcochete.pt

ALJUSTREL
Câmara Municipal de Aljustrel
Av. 1º de Maio
7600 - 010 Aljustrel
Portugal
Fax: 00 - 351 - 284 601 611
Email: jfaljustrel@mail.telepac.pt

ALMEIRIM
Câmara Municipal de Almeirim
R. 5 de Outubro
2080-052 Almeirim
Portugal
Fax - 00-351 - 243 594 138
Email: assembleia.cma@almeirimdigital.com

ALTER DO CHÃO
Câmara Municipal de Alter do Chão
Largo do Município
7440-026 Alter do Chão
Portugal
Fax: 00 - 351 - 245 612 431
Email: geral@cm-alter-chao.pt

ARRONCHES
Câmara Municipal de Arronches
Praça da República- Apartado 8
7340-012 Arronches
Portugal
Fax: 00 - 351 - 245 580 081
Email:cmarronches@ptnetbiz.pt

ARRUDA DOS VINHOS
Câmara Muncipal de Arruda dos Vinhos
Largo Miguel Bombarda
2630-112 Arruda dos Vinhos
Portugal
Fax: 00-351-263 976 586
Email: presidente@cm-arruda.pt
cm-arruda@cm-arruda.pt

AZAMBUJA
Câmara Muncipal da Azambuja
Praça do Município, nº 19
2050-315 Azambuja
Portugal
Fax: 00-351-263 401 271
Email : gap@cm-azambuja.pt
geral@cm-azambuja.pt

BARRANCOS
Câmara Municipal de Barrancos
Praça do Município, 2
7230 - 030 Barrancos
Portugal
Fax: 00-351-285 950 638
Email:geral@cm-barrancos.pt 

BEJA
Câmara Municipal de Beja
Praça da República
7800-427 Beja
Portugal
Fax: 00 - 351 - 284 322 300
Email:geral@cm-beja.pt

CARTAXO
Câmara Municipal do Cartaxo
Praça 15 de Dezembro
2070-050 Cartaxo
Portugal
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ELVAS
Câmara Municipal de Elvas
Rua Isabel Maria Picão - Apartado 70
7350-953 Elvas
Portugal
Fax: 00-351 - 268 624 334
Email:gabinete.informacao@cm-elvas.pt 

ESTREMOZ
Câmara Municipal de Estremoz
Rossio Marquês de Pombal
7100-513 Estremoz
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Fax: 00-351- 268 332 663 /268 334 010
Email:cmestremoz@cm-estremoz.pt

ÉVORA
Câmara Muncipal de Évora
Praça do Sertório
7000-509 Évora
Portugal
Fax: 00-351- 266 702 950
Email: cmevora@mail.evora.net

FIGUEIRA DA FOZ
Câmara Municipal da Figueira da Foz
Av.Engº Saraiva de Carvalho
3084-501 Figueira da Foz
Portugal
Fax: 00-351- 233 403 310
Email: municipe@cm-figfoz.pt

IDANHA-A-NOVA
Câmara Municipal de Idanha-a-Nova
Largo do Município
6060-163 Idanha-a-Nova
Portugal
Fax: 00 -351- 277 202 723/277 200 580
Email:cmidanha@iol.pt

LAGOS
Câmara Municipal de Lagos
Edifício dos Paços do Concelho
Praça Gil Eanes
8600-668 Lagos
Portugal
Fax: 00-351- 282 769 317
Email: cmlagos@mail.telepac.pt
expediente.geral@cm-lagos.pt

LISBOA
Câmara Municipal de Lisboa
Praça do Município,1º
1100-365 Lisboa
Portugal
Fax: 00-351-213 236 259
Email: aml@cm-lisboa.pt
gab.presidencia@cm-lisboa.pt

MOITA
Câmara Municipal da Moita
Praça da República
2864-007 MOITA
Portugal
Fax: 00-351-212894928
Email:cmmoita@cm-moita.pt

MONFORTE
Câmara Municipal de Monforte
Praça da República - Apartado 4
7450-115 Monforte
Portugal
Fax: 00-351- 245 573 423
Email:cmmonforte@mail.telepac.pt

MONTIJO
Câmara Muncipal do Montijo
R. Manuel Neves Nunes de Almeida
2870-352 Montijo
Portugal Fax: 00-351-212327608
Email:geral@mun-montijo.pt

MOURA
Câmara Municipal de Moura
Praça Sacadura Cabral
7860-207 Moura
Porugal
Fax: 00-351-285 251 702
Email:cmmoura@cm-moura.pt

NAZARÉ
Câmara Municipal da Nazaré
Av.Vieira Guimarães, 54
2450-951 Nazaré
Portugal
Fax: 00-351- 262 550 019
Email: presidente@cm-nazare.pt

NISA
Câmara Muncipal de Nisa
Praça do Municipio 6050-999 Nisa
Portugal
Fax: 00-351-245 412 799
Email:geral@cm-nisa.pt

PORTALEGRE
Câmara Muncipal de Portalegre
R.Guilherme Gomes Fernandes, n.72
7300 - 186 Portalegre
Portugal
Fax: 00-351-245 307 470
Email:municipio@cm-portalegre.pt

PÓVOA DO VARZIM
Câmara Municipal da Póvoa do Varzim
Praça do Almada
4490-438 Póvoa do Varzim
Portugal
Fax: 00-351- 252 611 140
Email: pvarzim@cm-pvarzim.pt

REGUENGOS DE MONSARAZ
Câmara Muncipal de Reguengos de Monsaraz
Praça da Liberdade
7200-370 Reguengos de Monsaraz
Portugal
Fax : 00-351- 266 508 059
Email:geral@cm-reguengos-monsaraz.pt

SABUGAL
Câmara Muncipal do Sabugal
Praça da República
6324-007 Sabugal Portugal
Fax: 00-351- 271 753 408
Email:geral@cm-sabugal.pt


SALVATERRA DE MAGOS
Câmara Municipal de Salvaterra de Magos
Praça da República
2120-072 Salvaterra de Magos
Portugal
Fax. 00-351- 263 500 029
Email: c.m.salvaterramagos@mail.telepac.pt

SANTARÉM
Câmara Municipal de Santarém
Praça do Município
2000-027 Santarém
Portugal
Fax: 00-351- 243 304 299
Email: press@cm-santarem.pt


SETÚBAL
Câmara Municipal de Santarém
Paços do Concelho
2901-866 Setúbal
Portugal
Fax: 00-351- 265 541 546
Email:gapc@mun-setubal.pt

SOBRAL DE MONTE AGRAÇO
Câmara Muncipal de Sobral de Monte Agraço
Praça Dr. Eugénio Dias, 4
2590-016 Sobral de Monte Agraço
Portugal
Fax: 00-351-261 940 310
Email:geral@cm-sobral-monte-agraco.pt

SOUSEL
Câmara Municipal de Sousel
Praça da República, 1
7470-220 Sousel
Portugal
Fax: 00-351-268 550 115
Email:geral@cm-sousel.pt

VILA FRANCA DE XIRA
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Praça Afonso de Albuquerque,2
2600-093 Vila Franca de Xira
Fax: 00-351- 263 276 002
Email: presidencia@cm-vfxira.pt
gap@cm-vfxira.pt
gabimprensa@cm-vfxira.pt

VILA NOVA DA BARQUINHA
Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha
Praça da república
2260-411 Vila Nova da Barquinha
Fax: 00-351- 249 720 368
Portugal
Email: presidente@cm-vnbarquinha.pt

VILA VIÇOSA
Câmara Municipal de Vila Viçosa
Praça da República
7160-207 Vila Viçosa
Portugal
Fax:00-351- 268 980 604
Email:geral@cm-vilavicosa.pt
cultura@cm-vilavicosa.pt

AÇORES

ANGRA DO HEROÍSMO
Câmara Municipal de Angra do heroísmo
Praça Velha
9701 - 857 Angra do Heroísmo
Açores
Portugal
Fax: 00-351- 295 212 107
Email:angra@cm-ah.pt

GRACIOSA
Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa
9880-352 Santa Cruz da Graciosa
Açores
Portugal
Fax. 00-351- 295 732 300
Email: presidente@cm-graciosa.pt
geral@cm-graciosa.pt

S.JORGE
Câmara Municipal da Calheta
Rua 25 de Abril
9850-032 Calheta (S.Jorge)
Açores
Portugal
Fax: 00 - 351- 295 416 437
Email:cmcalheta@hotmail.com


publicado por Maluvfx às 17:18
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Posição dos partidos sobre o vegetarianismo
Em final de Abril de 2011, o Centro Vegetariano questionou os vários partidos políticos, que irão concorrer às legislativas de 5 de Junho de 2011, sobre a sua posição relativamente a alguns assuntos de interesse da comunidade vegetariana (nomeadamente oferta de refeições vegetarianas em cantinas e eventos públicos, taxas de IVA mais reduzidas para alimentos mais saudáveis, desincentivo aos subsídios à pecuária).

Transcrevemos de seguida as respostas que recebemos dos partidos que responderam.



Resposta do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN):

"O Partido pelos Animais e pela Natureza gostaria, antes de mais, de felicitar o Centro
Vegetariano pelo fundamental papel que vem assumindo em prol do vegetarianismo e do veganismo em Portugal e no mundo lusófono, bem como pela iniciativa de questionar as forças políticas nacionais de modo a que esclareçam a população sobre as suas posições a respeito desta temática.

O PAN está ciente dos inúmeros problemas e riscos associados ao consumo de carne, peixe e outros produtos de origem animal, bem como dos benefícios de uma dieta vegetariana em termos de bem-estar animal, equilíbrio ecológico, saúde física e psicológica e distribuição eficiente de recursos alimentares no nosso planeta. Nesse sentido, não poderíamos deixar de assumir a promoção do vegetarianismo como uma das bandeiras do partido, incluindo no nosso programa político as seguintes propostas:

· Promoção de um regime alimentar mais variado, natural, saudável, ético e sustentável, nomeadamente através da alimentação biológica e do vegetarianismo, desmistificando mitos e preconceitos e divulgando as suas vantagens.

· Apoio a cidadãos que optem pelo vegetarianismo ou que o pretendam promover através da produção e distribuição de informação, consultoria, formação e debates, bem como a iniciativas que visem facilitar essa alimentação através do aumento da produção e/ou distribuição dos bens (alimentos e bebidas) a ela adequados.

· Realização e desenvolvimento de campanhas nacionais para promoção da adopção de um “Dia sem Carne” semanal, impulsionando, assim, a redução do consumo de carnes e derivados de origem animal.

· Adopção de menus vegetarianos e biológicos em cantinas de escolas, faculdades e empresas, entre outras entidades públicas e privadas, nomeadamente hotéis e restaurantes.

· Promoção, nos programas educativos de escolas e universidades, da introdução e discussão de temas sobre vegetarianismo/veganismo, ética animal, ecologia, agricultura biológica e permacultura.

· Sensibilização de crianças e jovens para a diminuição do consumo de carne e para os benefícios de uma alimentação vegetariana.

· Promoção da produção e consumo de alimentos biológicos produzidos localmente através da redução de taxas e impostos sobre eles incidentes e do incentivo ao empreendedorismo nesses sectores.

· Aplicação de uma taxa de pegada ecológica em produtos cuja produção/distribuição tenha fortes impactes ambientais, devendo as verbas cobradas ser encaminhadas para a promoção de estilos de produção sustentável.

· Eliminação de subsídios à produção de carne em regime intensivo.

· Proibição da produção e importação de foie gras.

· Fiscalização rigorosa e permanente de indústrias pecuárias, aviários, leitarias e matadouros com vista à garantia do efectivo cumprimento da legislação vigente quanto às condições de manutenção, alimentação e abate de animais para alimentação.

· Redução, tendente à eliminação, da produção de animais para consumo humano e promoção do consumo de produtos de origem vegetal.

Aproveitamos para sugerir a todos os associados do Centro Vegetariano e à comunidade vegetariana em geral a leitura do nosso programa político (disponível em www.partidoanimaisnatureza.com ), onde assumimos também a defesa e promoção do bem-estar animal nas suas mais diversas vertentes, do consumo ético, consciente e sustentável, da permacultura, do direito do consumidor à informação, do fim dos OGM em Portugal, entre muitas outras medidas arrojadas em todos os domínios da vida nacional, que visam repensar Portugal a partir da relação entre homens, animais e natureza, assumindo um novo paradigma mental, ético, cultural e civilizacional.
Gostaríamos ainda de sublinhar que o PAN se encontra sempre aberto a sugestões e críticas e promove activamente, através dos seus blogs e perfis em redes sociais, a discussão de todos os temas relevantes para a construção de um país e de um Mundo melhores para todos: humanos, animais e natureza.

Saudações fraternas, com votos de continuação e expansão do vosso belíssimo trabalho.

Paulo Borges
Presidente da Direcção Nacional
Partido pelos Animais e pela Natureza"



Resposta do Bloco de Esquerda (BE)

"No seguimento da vossa mensagem, seguem em baixo os nossos comentários aos vários pontos que levantaram, pedindo desculpa pelo atraso na resposta.

1) O Bloco de Esquerda partilha a posição de que a dieta vegetariana é adoptada por cada vez mais pessoas e reconhece as vantagens de uma alimentação vegetariana equilibrada tanto para o ambiente como para a saúde de quem escolhe este regime alimentar.
Relativamente à existência de alternativas vegetarianas em vários locais de restauração e eventos, o Bloco de Esquerda defende que devem existir alternativas vegetarianas, especialmente em locais com grande frequência de jovens, tais como as cantinas universitárias, de forma a permitir a livre escolha a quem precisa.
Por essa razão o BE manifestou-se contra a infeliz medida da Universidade de Lisboa em ter cancelado as refeições vegetarianas ao jantar na Cantina Velha da Universidade de Lisboa, conforme podem ler aqui:
http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePerguntaRequerimento.aspx?BID=59228

Salientamos ainda que em todos os eventos organizados pelo BE (jantares, acampamentos, fóruns) é sempre possível solicitar uma alternativa vegetariana/vegana.

2) Nos alimentos, as taxas mais reduzidas do IVA são atribuídas aos que são considerados essenciais ou de primeira necessidade, e não necessariamente aos alimentos mais saudáveis ou aqueles que respeitam mais o ambiente.
Por isso, consideramos que existem várias correcções a nível fiscal que são necessárias, nomeadamente quanto a alimentos não processados, como sementes, frutos secos ou flocos de cereais que, fazendo parte de uma alimentação equilibrada, pagam um IVA injusto.
De realçar que, desde 2008, houve uma redução do IVA de vários produtos alimentares vegetarianos (tofu, seitan, etc...) de 21% para 5% graças à iniciativa apresentada pelo Bloco de Esquerda, promovendo assim o acesso a uma dieta vegetariana.

3) De facto, a roda dos alimentos sugere um consumo de 5% de carne, peixe e ovos, mas o consumo de alimentos deste grupo em Portugal é de 15% e os respectivos subsídios na ordem dos 39%.
Esta enorme deturpação criada pelos subsídios dados à produção de animais para alimentação tem uma consequência na saúde pública e nos gastos do Estado com o Sistema Nacional de Saúde. Existe ainda um impacto directo nos nossos rios e solos uma vez que são frequentes os casos de poluição causada por explorações agro-pecuárias de grande dimensão, como na Ribeira dos Milagres, em Leiria.

Esta situação mostra que estes subsídios estão a responder aos interesses da agropecuária intensiva, preocupada apenas com a produção em massa de animais e seus derivados, e não com as necessidades das populações nem em pagar os prejuízos ambientais por si criados.

Por essa razão o Bloco de Esquerda mantêm todos os seus compromissos eleitorais apresentados nas últimas eleições legislativas,
• Fim da produção de ovos por galinhas de bateria (criação intensiva) promovendo a transição para produção de ovos “free-range” (criação extensiva);
• Subsidiar alimentos que promovam a saúde e as necessidades da população portuguesa e não os interesses dos produtores

O BE está atento às necessidades crescentes da comunidade vegetariana em Portugal e promoverá e defenderá todas as medidas que contribuam para uma melhoria das condições em Portugal que promovam um estilo de vida mais saudável, ecológico e ético.

Hugo Evangelista
Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda"


Resposta do Partido Comunista Português (PCP):

"Sobre as questões que nos colocam não temos programa específico. Registamos, no entanto, algumas das vossas preocupações, que teremos em atenção na nossa intervenção futura.
Com os nossos cumprimentos,
O Gabinete Eleitoral do PCP"


Centro Vegetariano


publicado por Maluvfx às 12:35
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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010
Cardápio sem sofrimento: O ator Woody Harrelson reivindica ao governo dos EUA opções veganas para as merendas escolares

Por Fernanda Franco  (da Redação)
O ator vegano Woody Harrelson está pressionando representantes do governo norte-americano para que apoiem um projeto de lei que promova uma alimentação saudável nas escolas de toda a América.
O ator exemplifica a importância de uma alimentação ética e saudável com sua própria dieta vegetariana. Ele é conhecido por promover refeições livres de carne nos bastidores dos filmes em que atua.
Atualmente, Harrelson e sua esposa Laura estão apelando ao Congresso para que sejam adotadas práticas vegetarianas nos refeitórios escolares, em apoio à campanha Healthy School Meals Act of 2010 (Ato pela Merenda Saudável nas Escolas 2010), cujo objetivo é incluir no cardápio escolar comida vegetariana e bebidas sem leite.
foto do ator com sua esposa
Harrelson ao lado de Laura, sua esposa (Foto: FayesVision/WENN.COM)
Em carta do casal para o Congresso, a importância de uma educação alimentar é enfatizada: “Como pais, pedimos aos senhores que apoiem este Ato pela Merenda Saudável nas Escolas. Ao observarmos nossos próprios filhos crescerem, sabemos que os hábitos que adquirem quando crianças seguem com eles pelo resto de sua vida. E com demasiada frequência, são oferecidos aos jovens alimentos processados, queijo, entre outras comidas gordurosas e com colesterol elevado.”
“O Healthy School Meals Act of 2010 ajudará as crianças a desenvolverem melhores hábitos alimentares, proporcionando-lhes opções saudáveis à base de vegetais, os quais não contêm colesterol, são ricos em fibras e possuem pouquíssima gordura saturada, permitindo assim que as escolas atinjam facilmente um bom padrão nutricional. A legislação oferece às escolas a chance e o incentivo para solucionar os problemas que estão prejudicando nossas crianças e toda a condição de saúde.”
A famosa atriz norte-americana Scarlett Johansson também prometeu seu apoio ao projeto em uma carta enviada a um congressista da Califórnia, em março deste ano.
Com informações de Canoe
via ANDA


publicado por Maluvfx às 01:21
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Domingo, 28 de Fevereiro de 2010
Projeto “Mens sana in corpore sano”
No ano de 2006, em uma escola pública da cidade de São Paulo, nascia da parceria de uma bióloga e um professor de Filosofia um projeto político-pedagógico entitulado “Mens sana in corpore sano”. O projeto tinha como objetivo conscientizar os jovens alunos sobre os malefícios e imoralidade do consumo de produtos de origem animal para seus corpos em formação, para os ecossistemas que compõe esse globo que co-habitamos e, principalmente, para os animais não-humanos que são privados da liberdade e da vida para satisfazer a insensatez humana.


Em São Paulo, projeto em escolas públicas continua vencendo barreiras especistas
O projeto continua a cada dia mais firme no seu objetivo. No entanto, os métodos de abordagem dos temas (Ética alimentar, ambiental e animal, Direitos Animais, Veganismo e Abolicionismo) desenvolvidos em sala de aula, tornaram-se mais desafiadores. E por desafiar os tradicionais hábitos alimentares, científicos e lúdicos, ou seja, a coisificação dos não-humanos; o projeto torna-se alvo de críticas – que até o momento, como todo palavrório especista, não tem a mínima base lógica e muito menos ética - , de todos os que não aceitam a possibilidade de mudança em nossos costumes em nível pessoal, local e fundamentalmente global.
Críticas ou convercê à parte, os frutos estão amadurecendo a cada ano. Novos adeptos juvenis adotam o vegetarianismo e depois o veganismo como estilo de vida e muitos já estão engajados no ativismo dos Direitos Animais. O projeto Mens sana in corpore sano transcendeu o mero status de mais um projeto pedagógico de uma escola. Já foi apresentado e trabalhado em várias escolas, além de ter atingido centenas de lares com a mensagem de que para se ter uma mente sã é necessário termos também um corpo são.


Fonte



publicado por Maluvfx às 14:11
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