Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011
Anúncios sexistas
Hoje em dia os publicitários têm muito cuidado ao conceber as suas campanhas. Más experiências anteriores, com anúncios que ofendiam certas pessoas ou classes sociais, fizeram-nos aprender. Conheça alguns cartazes não muito antigos em que o objecto de humilhação era mais de metade da população mundial: a mulher. Humor de mau gosto...
 Anúncios sexistas
"Quer dizer que uma mulher consegue abri-lo?"
Publicidade enganadora, agressiva ou subliminar são conceitos que nos soam familiares. Efectivamente, não há muitas regras no mundo da publicidade para além dos limites éticos de quem a concebe e promove. Obcecados com as vendas e os lucros, promotores e publicitários não olham a meios para persuadir os consumidores a comprar os seus produtos. Todos temos memória de algumas campanhas chocantes, mas nem por isso menos eficazes. Até há cerca de 20 anos, mais ou menos, era possível ver em várias campanhas mensagens ofensivas para determinadas pessoas ou grupos sociais. Sempre que necessário recorria-se a conteúdos racistas e sexistas onde o objecto humilhado era frequentemente a mulher.
Esta utilização continuada da mulher em tom depreciativo explicava-se, na lógica fria da publicidade, porque o público alvo eram os homens - eram eles que ganhavam o dinheiro e, consequentemente, o gastavam. Eram, pois, os potenciais compradores, mesmo que os produtos se destinassem às mulheres. As situações criadas e os chavões comerciais dos publicitários serviam-se frequentemente do humor (ainda hoje se servem), mas um humor boçal, primitivo e de mau gosto, em que a mulher fazia literalmente de palhaço.
Felizmente hoje em dia já não é assim. Há mais respeito e cuidado com as mensagens publicitárias que se enquadram na linha do "politicamente correcto". Os publicitários e anunciantes aprenderam, dir-nos-ão. Se nos permitem, duvidaremos de tanta bondade. O que aconteceu simplesmente é que aqueles indivíduos e grupos que antes eram ridicularizados se tornaram também potenciais compradores. As mulheres deixaram de ser empregadas domésticas não remuneradas e abraçaram carreiras profissionais. Ganham os seus salários e gastam-nos, não necessariamente no mesmo que os homens. E os publicitários - e publicitárias - sabem-no bem.
 Anúncios sexistas
Toda a mulher tem um problema com a sua figura! Os simpáticos fabricantes de lingerie "Spirella" queriam convencer todos os indivíduos do sexo feminino que as suas linhas não eram... hum... ideais (nenhuma mulher gosta de se ver ao espelho, é sabido). Mas eles tinham a solução: não era necessário ir para o ginásio moldar o corpo; bastava vestir uma das suas peças milagrosas!
 Anúncios sexistas
O Chef faz tudo excepto cozinhar - é para isso que servem as mulheres! Este robô de cozinha da Kenwood podia fazer tudo excepto retirar às mulheres o imenso privilégio de cozinhar. Repare-se no ar feliz do casal (na altura não eram precisos psiquiatras).
 Anúncios sexistas
Se o seu marido alguma vez descobre... Que ela anda com outro? Não. Simplesmente que não comprou a nossa marca de café. Absolutamente imperdoável.
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Shhh! A mamã está no caminho da guerra! E porquê? Porque as lides domésticas a deixaram cansada e irritável. E então estraga o dia (ou a melhor parte dele) aos machos da casa. Mas se ela usasse o sabonete "New Ivory" acalmava os nervos...
 Anúncios sexistas
Sopre-lhe o fumo para a cara e ela segui-lo-á a qualquer parte. Concordamos em absoluto: não há nada mais irresistível do que alguém nos soprar o fumo para a cara, é evidente. Já o slogan Mantenha-a no lugar a que pertence nos deixa algumas dúvidas quando à sua eficácia na venda de sapatos para homem.
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"Se alguma vez partisses as unhas 14 vezes a limpar um forno saberias porque eu quero tanto este que se limpa sozinho." A mensagem deste anúncio era duplamente negativa. Por um lado transmitia a ideia de que a mulher era uma criatura desajeitada e fútil, obcecada com as suas unhas; por outro, de que o seu lugar era na cozinha. Ao afirmar Cuide da sua casa enquanto cuida do seu peso, o segundo anúncio pretendia apenas vender vitaminas. Certo.
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Quanto mais a mulher trabalha, mais bonita se torna! - desde que seja trabalhar em casa, claro, porque sempre É bom ter uma mulher por casa.




Fonte: obvious


publicado por Maluvfx às 21:33
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Quarta-feira, 7 de Julho de 2010
Ecologia? Não, obrigado, já escovei os dentes

Vanguarda Abolicionista - Marcio de Almeida Bueno


Gostaria que não fosse assim, mas há uma cisão aparentemente irremediável entre o movimento ambientalista e os defensores dos direitos animais. Quem olha de fora até imagina que se anda de braços dados, caminhando e cantando e seguindo a canção, mas a verdade é que há uma eterna rota de colisão.

Para quem é anti-especista, aceitar a pecuária mas elaborar projetos para salvar o ‘bibibó-do-bico-amarelo’ é contrasenso. Milhares de animais mortos no dia-a-dia, ok. Não se preocupar com alguns especimes de determinada área, errado.



Mas não foi o desmatamento que eliminou as moradias dos animais silvestres? Então eu procuro um ecologista que não coma carne ou laticínios, ou não fume. Geralmente é o pacote completo, e com orgulho. Mas os espaços para o gado, ou para a soja – que não é plantada para alimentar vegetarianos, para o fumo, já guardaram animais e plantas que, hoje, viraram fetiche para o bom ambientalista. Entretanto, e aí discurso e prática dão seta para dobrar esquinas diferentes, essa repetição do dia-a-dia traz resultados e exigências do agronegócio que contradizem a ideologia dos amigos da natureza. Cada tragada na chupeta do diabo, digo, no cigarro, são moedas que tilintam no saldo bancário de uma indústria que planeja mais área plantada para atender ‘o mercado’. Nessa hora, passa-se procuração para que locais onde antes ainda dava para animais se virararem nos 30, sejam patrimônio lavrado pelo agronegócio – tão odiado pelos eco-whatever.

Cada bife, ovo frito ou copo de leite geladinho veio de uma linha de montagem que começou, lá na ponta, com uma motosserra sendo ligada. Poderia ser diferente, se o consumidor ‘consciente’ abrisse mão dos hábitos que mamãe ensinou, e que a pressão do grupo lhe obriga a não sair do esquema já conhecido. Se detesta a destruição da Amazônia, a bancada ruralista, o agrobusiness, o aquecimento global e o imperialismo, que reveja o que recheia o prato.

Já ouvi um doutor em Ecologia dizer que a pecuária é necessária para a preservação da natureza. Sem rubor nas faces.

A dor dos animais não importa, a submissão durante toda a vida, a extração à força de ingredientes culinários, se isso passar por um funcionamento ecologicamente/ideologicamente correto, manejo adequado, que obviamente só poderia ser feita pela pureza de um camponês idealizado. Mas, rico ou pobre, o produtor apenas está acostumado a fazer render cada animal sob sua posse. Isso não muda muito para quem é escravo porque é de outra espécie.

Então se a idéia é não financiar o sistema vigente, que vem patrolando pandas, baleias, Mata Atlântica e Amazônia há séculos, porque já se pensou e debateu à exaustão essas questões, é cômodo ter surdez seletiva. Não escutar as máquinas que picotam a natureza para oferecer, vejam só, prato-feito–tipo-Jesus-me-chama e depois um cigarrinho para amenizar o tédio abissal da vida. São esquinas diferentes sendo dobradas.

Fonte: ANDA


publicado por Maluvfx às 16:23
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Terça-feira, 15 de Junho de 2010
Movimento combate o 'especismo'
Criada pelo filosofo australiano Peter Singer, a luta contra o "especismo" vem crescendo em todo o mundo. Trata-se de um movimento contra a discriminação dos animais, da mesma forma como se condena o racismo e o sexismo, entre os humanos.

Segundo especialistas no assunto, especismo é a discriminação baseada unicamente na diferença das espécies. "As pessoas pressupõem que os interesses de um indivíduo de outra espécie animal são de menor importância pelo mero fato de pertencer a um determinado grupo. Quem discrimina os animais acredita que a vida de um membro da espécie humana tem mais importância do que a vida de qualquer outro ser", defendem.

O movimento pelos direitos dos animais considera que todos os animais, humanos ou não, merecem viver de acordo com sua própria natureza, sem serem feridos ou abusados.

Seus principais objetivos são abolir a exploração e o abate de animais para consumo ou uso humano - recomendando o vegetarianismo-, fim da exploração de animais para entretenimento - circos, touradas, zoológicos -, e o fim da utilização de animais em experimentos científicos.

Fonte: odiario.com

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publicado por Maluvfx às 23:36
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Domingo, 6 de Junho de 2010
Especismo????



Estive pensando esses dias...

A perspectiva especista sempre me desagradou. Achava o cúmulo dar tratamento diferenciado à humanos em detrimento dos animais. Porém, percebi algo de contraditório na idéia, quando estava pensando sobre a questão da superpopulação mundial. Formou-se um certo paradoxo irreconciliável entre partes, e estou em uma... situação filosófica difícil.

Costumo atribuir à enorme população mundial os prejuízos não só ao ambiente natural, mas também às condições de vida humana individual. A super-população contribui para a escassez de recursos, para o desemprego, para a proliferação de doenças, além de nos atingir por ferir a nossa tendência intrínseca ao territorialismo. Definitivamente, um espaço mínimo de distância do outro é necessário para a manutenção de nossa sanidade mental.

Dentro das análises de causas X consequências do tema, me revoltava enxergar o tamanho da irresponsabilidade que é continuar a seguir esse caminho, ou seja, continuar a planejar filhos dentro do panorama em que estamos vivendo. Não que eu seja a favor de negar esse direito às pessoas, mas creio que é o bastante ter UM filho. Se cada casal tivesse apenas uma criança, dentro de alguns anos a população mundial seria reduzida à metade.

Entretanto, sabemos que QUALQUER espécie com vantagem seletiva sobre as outras irá crescer em progressão geométrica até que os recursos se esgotem. Porém, sendo o Homo sapiens dotado de consciência, somos capazes de reverter a situação, pois, como somos capazes de tomar conhecimento dela antes de seu ponto culminante, podemos reverter o quadro.

É aí que mora a minha dúvida... O anti-especismo reza a cartilha da igualdade de direitos entre espécies. Partindo dessa premissa, então sou obrigada a inocentar o Homem quanto à questão de seu impulso proliferativo, visto que, como já comentei anteriormente, qualquer outra espécie faria a mesma coisa que nós: Iria se proliferar até o alimento acabar e a população começar a decrescer por conta da mortalidade causada pela fome. Gafanhotos não pensam que estão sendo tiranos e estão tirando o direito de outras espécies sobreviverem quando atacam plantações e as destroem por completo. E ninguém dirá por aí que gafanhotos são egoístas por conta disso...

Porém, se eu resolver considerar o Homem culpado pela proliferação irresponsável que super povoa o mundo, terei de admitir que nossa espécie tem algo de especial, visto que nenhuma outra teria atitude diferente. Se eu cobro do Homem uma postura responsável, estou admitindo que ele difere das outras espécies, e, portanto, que está além delas em termos de planejamento inteligente, e então, estarei admitindo a superioridade do Homo sapiens frente a outras espécies.

O problema do anti-especismo é que, embora essa perspectiva dê à todas as outras espécies igualdade de direitos, dá ao Homem uma carga muito maior de deveres e cobranças. Por quê? Não somos, por acaso, todos iguais? Por que não nos revoltamos contra todas as espécies animais e vegetais que são parasitas, tais como carrapatos ou a Cuscuta racemosa(cipó-chumbo), já que estas também se valem da vida de outros para que possam existir? Vamos gritar para formigas e vespas que elas são especistas, visto que utilizam outros insetos, como escravos! Nossa, como elas são más, egoístas e sem coração! *

Será que se qualquer espécie adquirisse nossa capacidade intelectual, por conta de uma mutação aleatória (que justamente por ser aleatória, como defendem os evolucionistas, pode ocorrer a qualquer momento), os indivíduos que a compõem não fariam exatamente o que fizemos?

Talvez esse surto de “miguxice” (argh!) animal seja apenas o resultado da procura racional de razões para que as pessoas possam expressar suas tendências misantrópicas sem parecer esquisito àquele que está com raiva do mundo (e admito que eu mesma me encontro nesta posição várias vezes)... O Homem costuma buscar no intelecto soluções viáveis para dar vazão a seus pulsos emocionais, que por serem instintivos, possuem cunho intrinsecamente irracional. Na sociedade em que vivemos hoje, onde o sentir não é valorizado, mas sim o pensar, cobramos de nós mesmos motivos concretos e racionais para explicar nossos pulsos emocionais. É aí que na maior parte das vezes caímos na confusão. E no engano. Afinal de contas, não é porque a lógica está correta que a conclusão também o será, pois tudo dependerá das hipóteses iniciais escolhidas para ordenar o sistema lógico. Se partirmos da utilização de premissas erradas, ainda que a teoria resultante esteja bem ‘amarrada’ ela não passará de um monte de mentiras amontoadas de forma elegante. Nada mais nada menos que um delírio extravagante.

Estou cada vez mais inclinada a achar que tudo isso não passa de vaidade humana, pois, ao longo da História, parece que o principal passatempo do Homem é apontar o dedo para os outros, para poder afirmar sua superioridade frente a outros Homens, num dia colocando na cruz os negros, no outro judeus, pagãos, gays, etc. Não estou me excluindo desse grupo. Se eu me encarar segundo esta perspectiva, vejo que também sou bastante vaidosa e metida a Dona-da-Verdade, pois volta e meia aponto meu dedinho para aqueles que ainda insistem em ter uma penca de filhos, só que hoje já não sei mais se somos tão culpados assim, visto que somos tão animais quanto qualquer outro, e talvez a tão falada ‘consciência humana’ não passe de pretensão antropocêntrica. Mas eu estou ideologicamente ‘fora de moda’ nas minhas ‘perseguições’. Hoje pseudo-ambientalistas crucificam os que não partilham de seus dogmas ‘vegangélicos’. É o up to date do momento... Uau! É crème de la crème ser militante da causa animal.
(Sempre achei que tudo que se populariza se denigre. Será que assistiram muito Walt Disney e ficaram românticos com relação à maneira como olham para a Natureza, achando que todo animal é “bonzinho”?)**

Então das duas uma: ou me declaro anti-especista e usufruo de todos os direitos que os militantes da causa propõem aos animais, ou me declaro especista e me trato como um ser à parte dentro do ecossistema. Se declarar anti-especista e cobrar do Homem deveres que os animais não tem é constituir uma falácia.

Me pergunto, e amanhã, o que vai ser? Quem será o culpado dos males do mundo, o perseguido? A impressão que tenho é que mesmo nesta sociedade tão intelectualizada, lógica e racional em que vivemos, as pessoas nunca deixaram de acreditar no diabo. Ele só foi mudando de nome e forma ao longo do tempo... Hoje, se chama Homem.

De volta à Idade Média (se é que um dia saímos dela)...

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publicado por Maluvfx às 17:46
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Sexta-feira, 14 de Maio de 2010
Os Treze Especistas

Nesse artigo, venho mostrar casos tanto ordinários quanto extraordinários de especistas. São modelos baseados em pessoas que realmente conheci, pessoalmente ou através de seus escritos.
Qualquer semelhança poderá, ou não, ser mera coincidência.

1. O vegetariano que come carne

Ele não é radical. Na verdade, ele não é nem um pouco radical. Ele é flexível, bastante flexível. “Vegetariano” pela saúde ou pelo meio-ambiente. Afinal, os animais são inferiores, e quando a mais leve fome bate a porta e o “vegetarianismo” perde sua conveniência, ele é o primeiro a devorar o defunto que jaz no meio da mesa. Normalmente esse não vê nenhum problema num copo de leite, num ovo, ou até mesmo no peixe. Pois, nenhum animal morreu para se obter o leite ou o ovo, e peixe dá em árvore.

2. O humanista sádico

Cidadão de bem. Ele quer o bem da humanidade, a frente do bem aos animais naturalmente. Normalmente, esse tipo não faz nada além de falar e falar. No máximo, faz doações irrisórias importantes (sem brincadeira) para ONGs humanitárias. Porém, ele odeia defensores dos direitos animais. Afinal, animais são inferiores do que, os também animais, humanos. Não que isso tenha alguma ligação em abster-se da exploração institucionalizada que eles sofrem, ou seja, em não viver a custa dos sofrimentos deles. É uma questão de preferência, de semelhança, tal como o racismo e o sexismo. “Brancos preferem brancos, por isso lincham negros (ou vice-versa)”; “Homens preferem homens, por isso escravizam mulheres (ou vice-versa)”. Obviamente, não há nada de errado em desviar a comida e terra arável para alimentação animal enquanto milhões estão com fome em seu próprio país. O importante é manter a pose.

3. O orgulhosamente especista

Ele é humano, se orgulha de ser humano e de ser superior que as outras espécies. Não é a toa que ele não perde vaquejada, rodeio, circo, churrasco, campanha de vacinação, caçada, pescaria… a lista continua. Se tem animal sendo subjugado, ele está lá. Ele precisa demonstrar como é superior ao ver a agonia do animal, ou seu corpo morto já… ou até mesmo pegar ele, torturá-lo e jogar para seu habitat mais uma vez. Afinal, ele é humano, superior. Tem direito de torturar, esquartejar, matar quem quiser. Isso que é ser humano para ele.

4. O protetor de animais

O correto seria colocar “protetor de alguns animais”, mas para esses animais são apenas gatos e cachorros. No máximo, algumas outras espécies de aves ou roedores “fofinhos”. Por algum motivo, eles amam esses seres ao ponto de tratarem tão bem, ou até melhor, quanto os seres humanos. Naturalmente, as outras espécies não são animais. Na verdade, eles só os conhecem já mortos… carne, defunto? Que ofensa herética. Claro que não. Carne é carne. Defunto é defunto. Respeite-os.

5. O ignorante feliz

Ele tem medo dos veganos. Não, não é que nem os pecuaristas desesperados ou as pessoas que nada tem para fazer no orkut que ficam colocando notícias patéticas de terroristas veganos nos tempos de ouro da ALF. Eles têm medo da verdade que os veganos falam. Documentário? Não obrigado. Ética? Não obrigado. Gastronomia vegana? Não obrigado, eu gosto de carne, quero continuar gostando de carne, e não quero sair de meu maravilhoso mundo mágico da Sadia.

6. O creófilo Bem-Estarista

O problema não é o uso, mas sim a forma que os humanos usam os animais. Não tem nada errado em matá-los prematuramente, escravizá-los ou algo do gênero, se os tratemos bem. Claro, eu não sei se o bife que comi ontem viveu bem nos seus campos, mas… acho que sim. Bem, eu não gostaria de ser morto e tal… nem ser escravo de ninguém. Mas isso é irrelevante, enquanto eu me sinto com consciência limpa e o dinheiro continua entrando nos cofres da indústria.

7. O bom pescador ou caçador

Ele mata sim. Ele gosta de matar. Matar é divertido. Puxar aquele gatilho ou aquele anzol, depois de esperar minutos e minutos. Muito divertido. Além de ser divertido, é muito mais humano do que confiná-los numa vida miserável e depois matá-los. Matemos enquanto eles dão um passeio por aí, mais humano impossível.

8. O viciado

Para ele, carne e laticínios deveriam ser categorizados como narcóticos. Causam dependência. Se ficar sem, passa mal. Se a cidade onde ele passou as férias é vegetariana (e não me falou onde viajou, para não o abandonar de vez), ele viaja para ir numa churrascaria. Esse aí tenta, tenta. Até quer ser vegetariano, mas coitado, não consegue. Até que criem centros de reabilitação (ou habilitação) para creófilos, ele estará tragicamente servindo de cemitério.

9. O ex-vegetariano

Esse já foi vegetariano, de verdade, em uma etapa homérica da sua vida. Deixou o vegetarianismo depois de começar esquecer das coisas, de ficar anêmico, agressivo e apresentar outros sintomas de deficiência de vitamina B-12. Por sinal, o que é a vitamina B-12? Além disso, acabou enjoando daquela meia dúzia de receitas com soja. Soja assada, soja frita, soja cozida… soja aquilo, soja.

10. O naturista

O ser humano é naturalmente adaptado para comer carne. Basta ver nossos caninos… enormes, para delicerar carne. Claro, nós também podemos fumar, nossas bocas são adaptadas para o fumo. Okay, o fumo deixa broxa e dá câncer, mas a carne também… hum, hum. Os animais também comem uns aos outros, nós podemos os comer. Eles também estrupam, cometem infanticídio… mas bem, isso não vem ao caso. Onde é que estávamos mesmo?

11. O religioso

No começo, Deus criou o homem e a mulher, além de todos os animais que rastejam no chão, voam pelos céus e nadam nos mares. O homem e a mulher possuíam alma e o domínio sobre os animais. Por isso que o homem e a mulher podem fazer todo tipo de coisa típica do Satanás com os animais. Afinal, os animais não possuem alma nem salvação para poderem ir ao inferno. Que o inferno deles seja na Terra mesmo.

12. O cientista

Coelhos são fofos, mas são mais fofos ainda com substâncias químicas concentradas pingando em seus olhos. Não que sejam imprescindíveis, sempre há um modelo computadorizado ou novos testes mais eficazes e baratos. Mas mexer naqueles bichinhos é tão legal. Divertido e que dá satisfação é fazer os testes medicinais neles. É um absurdo questionar os testes nesses animais, tão diferentes de nós, pois eles são tão parecidos conosco. Sem eles, como poderemos criar aquela pílula cheia de contraindicações e efeitos colaterais, que precisarão de mais pílulas para amenizar? E como faremos para conseguir aquele financiamento do CNPq?

13. O ambientalista

Usam roupas recicladas, fazem coleta seletiva, protestam contra energia nuclear e os desmatamento da amazônia. Depois de qualquer grande evento como esses, vai à churrascaria comemorar com a fumaça do desmatamento e a terra cansada do cerrado entre os seus dentes.
Treze exemplos que provavelmente todo vegano já chegou a conhecer, treze exemplos onde o especismo se mostra nas suas formas mais irracionais, comuns e incoerentes. A maioria dos especistas são uma combinação desses. Ambientalistas naturistas, cientistas religiosos, pescadores bem-estaristas, protetor de animais viciado… uma gama vasta dessa patologia moral que inferniza a vida dos animais desde antes de Aristóteles.

Fonte: Opinião Vegana




via Coisas do Bem


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publicado por Maluvfx às 18:10
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010
Pasmem: trem é movido a carne bovina

Parece totalmente absurdo, mas é verdade: nos EUA, estão usando um combustível feito de carne bovina para movimentar um trem.
A operadora de trens Amtrak está fazendo testes com um biocombustível feito a partir de sobras da carne. O material mistura 80% de diesel e 20% de biocombustível. Em favor da iniciativa, a empresa argumenta que haverá o corte das emissões de hidrocarboneto e monóxido de carbono em 10%. Além disso, haveria uma redução de partículas de 15% e de sulfatos em 20%, numa comparação com o diesel.
O teste com o novo biocombustível vai durar 12 meses e será feito com o trem que vai diariamente das cidades de Oklahoma a Forth Worth.
Fonte: BlogAr Puro 


publicado por Maluvfx às 19:50
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Quinta-feira, 6 de Maio de 2010
Bicho não é gente



O colunista de Zero Hora Cláudio Moreno, em sua coluna de 4 de maio de 2010, conseguiu provar que é possível ser culto em uma área do conhecimento e ser curto em outras.
Para o articulista, em seu artículo “Bicho não é gente” (leia-o na íntegra, ao final desta mensagem), “Há gente pregando por aí o fim de qualquer limite, rebaixando o homem e endeusando o animal, a quem atribuem “direitos”. Mas são seres irremediavelmente diferentes! Eles têm lá seus sentimentos, desenvolvem algumas habilidades, trocam mensagens básicas com os demais membros da espécie – mas isso é tudo. Só nós temos a capacidade de dizer não a nossos instintos, só nós podemos ter consciência de nós mesmos (e disso o nosso rosto é a expressão mais visível) e só nós nos preocupamos em definir os limites éticos de nossa relação com os animais. Eles não têm direitos; nós é que temos deveres para com eles…”.


Se verdadeiros os argumentos arremessado, pode-se depreender que:
> Quem não tem a capacidade de dizer não a seus instintos, como uma criança faminta ou como um mãe que mesmo sob risco de morte tenta salvar a qualquer custo seu filho em perigo, está alguns degraus abaixo de “nós”, que “temos a capacidade de dizer não a nossos instintos”;
> Quem não tem consciência de si mesmo, como os portadores de distrofias mentais severas, também estão alguns degraus abaixo de “nós”, que “temos consciência de nós mesmos”;
> Quem se preocupa em definir os limites éticos de nossa relação com os animais está alguns degraus acima dos outros, mesmo que “definir os limites éticos” signifique “azar, stou com fome e minha barriga ronca mais alto que minha ética…
Partindo das premissas do curto articulista, é perfeitamente possível justificar o abuso de crianças, afinal, elas não tem, ainda – a “capacidade de dizer não a seus intintos”, quando bebês não “tem consciência de si mesmos”, e “não se preocupam em definir os limites éticos de sua relação com os animais” – isot é, ainda seguindo a linha de raciocínio perpetrada no artículo, os menores não tem direitos.
Mas o mais triste é que, apesar de ser um excelente articulista sobre questões do idioma pátrio (o articulista é professor de português) e de entender muito de mitologia, com excelentes artigos escritos a respeito de ambos os assuntos, o profeçor desconhece lições mínimas – e terríveis – de História: os mesmos argumentos por ele utilizados neste artículo já foram esgrimidos como verdades incontestáveis em outras épocas – leia-se o texto do rapaz, com a palavra “animal” trocada por outras palavras representativas de grupos então minoritários, e tem-se uma noção muito clara do quanto falta para evoluirmos.
O artigo original – preconceito atual Onde lê-se “bicho”, leia-se “índio” – preconceito passado Onde lê-se “animal”, leia-se “negro” – preconceito passado Onde lê-se “animal”, leia-se “negro” – preconceito passado
Bicho não é gente
“Infelizmente, essa confusão entre os dois mundos nem sempre é tão inofensiva. Há gente pregando por aí o fim de qualquer limite, rebaixando o homem e endeusando o animal, a quem atribuem “direitos”.
Mas são seres irremediavelmente diferentes! Eles têm lá seus sentimentos, desenvolvem algumas habilidades, trocam mensagens básicas com os demais membros da espécie – mas isso é tudo. Só nós temos a capacidade de dizer não a nossos instintos, só nós podemos ter consciência de nós mesmos (e disso o nosso rosto é a expressão mais visível) e só nós nos preocupamos em definir os limites éticos de nossa relação com os animais.
Eles não têm direitos; nós é que temos deveres para com eles…”.




Índio não é gente
“Infelizmente, essa confusão entre os dois mundos nem sempre é tão inofensiva. Há gente pregando por aí o fim de qualquer limite, rebaixando o homem e endeusando o índio, a quem atribuem “direitos”.
Mas são seres irremediavelmente diferentes! Eles têm lá seus sentimentos, desenvolvem algumas habilidades, trocam mensagens básicas com os demais membros da espécie – mas isso é tudo. Só nós temos a capacidade de dizer não a nossos instintos, só nós podemos ter consciência de nós mesmos (e disso o nosso rosto é a expressão mais visível) e só nós nos preocupamos em definir os limites éticos de nossa relação com os índios.
Eles não têm direitos; nós é que temos deveres para com eles…”.
Veado não é gente
“Infelizmente, essa confusão entre os dois mundos nem sempre é tão inofensiva. Há gente pregando por aí o fim de qualquer limite, rebaixando o homem e endeusando o veado, a quem atribuem “direitos”.
Mas são seres irremediavelmente diferentes! Eles têm lá seus sentimentos, desenvolvem algumas habilidades, trocam mensagens básicas com os demais membros da espécie – mas isso é tudo. Só nós temos a capacidade de dizer não a nossos instintos, só nós podemos ter consciência de nós mesmos (e disso o nosso rosto é a expressão mais visível) e só nós nos preocupamos em definir os limites éticos de nossa relação com os veados.
Eles não têm direitos; nós é que temos deveres para com eles…”.
Negro não é gente
“Infelizmente, essa confusão entre os dois mundos nem sempre é tão inofensiva. Há gente pregando por aí o fim de qualquer limite, rebaixando o homem e endeusando o negro, a quem atribuem “direitos”.
Mas são seres irremediavelmente diferentes! Eles têm lá seus sentimentos, desenvolvem algumas habilidades, trocam mensagens básicas com os demais membros da espécie – mas isso é tudo. Só nós temos a capacidade de dizer não a nossos instintos, só nós podemos ter consciência de nós mesmos (e disso o nosso rosto é a expressão mais visível) e só nós nos preocupamos em definir os limites éticos de nossa relação com os negros.
Eles não têm direitos; nós é que temos deveres para com eles…”.
Como pulou a história de Roma e seu legado jurídico durante seus estudos, o profeçor esquece que um dos preceitos básicos do Direito, herança dos romanos, é o de que a cada direito corresponde um dever, e vice-versa. Assim, ao afirmar que “Eles não têm direitos; nós é que temos deveres para com eles,”, dá a entender que já que temos deveres para com eles também temos direitos sobre eles.
O fecho de ouro, digno de quem domina gramaticalmente o idioma mas não avança muito nas idéias que fujam deste campo do conhecimento (como Ética e História), é do gênero ‘oração-final-que-mostra-que-apesar-de-tudo-eu-não-sou-mau’: … “uma responsabilidade que se tornou gravíssima no momento em que todos os animais deste planeta – da foca ao tigre, da anta ao canguru – passaram, tanto quanto o gato de nossa casa, a depender do bem ou mal que decidirmos fazer.”.
Restrinja-se a o Português à Mitologia, professor, faça este bem à humanidade. E aos animais.


O artículo, na íntegra:
Bicho não é gente
Plínio, o grande naturalista de Roma, dizia que o elefante era o mais humano dos animais – e por várias razões. Primeiro, porque entendia a língua do seu país, obedecia às ordens que recebia e lembrava muito bem de suas tarefas. Depois, porque era sensível aos prazeres do amor e da glória, e possuía, num grau raro até mesmo entre os homens, noções de honestidade e justiça. Além disso, demonstrava extraordinária prudência, pois, embora fosse corajoso, sempre procurava evitar as perigosas viagens por mar, recusando-se a subir em qualquer navio sem que antes seu tratador prometesse, solenemente, que um dia o traria de volta para casa.
Havia evidências indiscutíveis de que este nobre animal tinha uma inteligência fora do comum e dela se orgulhava. Plínio conta que Mutianus, que foi cônsul por três vezes, conheceu um elefante que, tendo aprendido a traçar com a tromba todo o alfabeto grego, fazia questão de riscar na areia macia a frase “Eu mesmo escrevi estas palavras” – e a este contrapõe o exemplo daquele outro que, envergonhado por ter nascido com o raciocínio mais lento, tinha sido surpreendido, à noite, revisando em segredo as lições que o treinador lhe ministrava durante o dia…
Os leitores do passado aceitavam candidamente esses relatos de Plínio. Não enxergavam o absurdo contido na simples ideia de um paquiderme alfabetizado, nem indagavam como é que se descobre quando um elefante está com vergonha, ou que método ele usa para revisar as lições do dia anterior. O romano de dois mil anos atrás imaginava que os animais eram muito mais próximos do homem do que realmente eles são, atribuindo-lhes a capacidade de pensar e de entender a linguagem humana – não muito diferente, aliás, de uma querida amiga minha que, ainda hoje, mantém “conversas sérias” com o cachorro, certa de que basta falar bem devagar para que o danado entenda frases repletas de orações condicionais e de verbos conjugados no futuro!
Infelizmente, essa confusão entre os dois mundos nem sempre é tão inofensiva. Há gente pregando por aí o fim de qualquer limite, rebaixando o homem e endeusando o animal, a quem atribuem “direitos”. Mas são seres irremediavelmente diferentes! Eles têm lá seus sentimentos, desenvolvem algumas habilidades, trocam mensagens básicas com os demais membros da espécie – mas isso é tudo. Só nós temos a capacidade de dizer não a nossos instintos, só nós podemos ter consciência de nós mesmos (e disso o nosso rosto é a expressão mais visível) e só nós nos preocupamos em definir os limites éticos de nossa relação com os animais. Eles não têm direitos; nós é que temos deveres para com eles, uma responsabilidade que se tornou gravíssima no momento em que todos os animais deste planeta – da foca ao tigre, da anta ao canguru – passaram, tanto quanto o gato de nossa casa, a depender do bem ou mal que decidirmos fazer.
VAL




Ativista responde a Claudio Moreno após artigo especista


Prezado Sr. Cláudio Moreno:
Em resposta a seu artigo ‘Bicho não é gente’, que li na Zero Hora de ontem (04/05), gostaria de citar um trecho da excelente reportagem publicada na revista Terra, edição 141, número1, janeiro de 2004: “Admitindo-se que a escala de inteligência animal é tão longa como os estudos recentes de etologia supõe, o problema passa a ser, então, identificar comportamentos que demonstrem habilidades superiores, como a autoconsciência e a manipulação lógica de símbolos. Para a surpresa de muitos pesquisadores, essas características estão sendo identificadas em praticamente todos os mamíferos pesquisados-de camundongos a elefantes. Pesquisas com cães, por exemplo, vêm demonstrando que esses animais têm habilidades cognitivas impressionantes. Embora eles convivam com seres humanos há cerca de 15 mil anos, tendo inclusive recebido o epíteto de ‘melhor amigo do homem’, somente agora os etólogos estão confirmando hipóteses que os donos de cães smpre desconfiavam: que eles pensam e sentem de uma maneira muito semelhante a nós”. E segue: “…O filósofo Kant afirmou que a razão humana não pode especular nada além do que a experiência permite. Agora somos obrigados a admitir que nem sequer a inteligência é um atributo somente humano. A muralha que um dia separou o homem dos outros animais já não parece inabalável e sua queda, preconizada por muitos etólogas, pode nos obrigar a mais uma vez rever nossa posção na natureza”, conclui assim brilhante matéria do jornalista VinÍcius Romanini, intitulada ‘Existo, Logo Penso’.
Então, Sr. Cláudio, os animais merecem ou não merecem ter direitos?

Cordialmente,
Marcio Vinharski



via VAL


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Quinta-feira, 18 de Março de 2010
Advogados pelos animais processam universidade americana por realizar testes com macacos
Um grupo pelos direitos dos animais alega que a Universidade da Dakota do Sul (USD) está violando leis estaduais por praticar maus-tratos durante os cruéis experimentos com os animais.
A PETA preencheu um processo de lei na semana passada na cidade de Clay, buscando informações como relatórios veterinários, vídeos dos experimentos e protocolos que explicam o que é feito com os macacos.
“Noventa por cento dos primatas que vivem em jaulas isoladas exibem comportamento neurótico e autodestrutivo, como se mover para frente e para trás, morder a si mesmo e arrancar o próprio pelo”, diz Justin Goodman, um supervisor de investigações de pesquisas em laboratório, que trabalha para a PETA.
O porta-voz da USD, Phil Carter, disse que a universidade não irá comentar o processo.
“Muito disso é privado”, diz uma representante da universidade. “Se o estudo não está terminado, não publicamos informações até serem liberadas por cientistas”.
Goodman disse que os pesquisadores da USD estão abrindo buracos nos crânios dos macacos e fazendo-os sofrer derrames, mexendo com veias em seus cérebros. Animais machucados são observados enquanto tentam se alimentar, ele diz.
A USD alega estar “estudando” a recuperação de funções motoras depois de um derrame ou outros problemas cerebrais.
Com informações de Argus Leader
Nota da Redação: Todos os procedimentos científicos que incluam a utilização de animais em laboratório são condenáveis. Devemos defender a abolição do uso de animais em laboratórios e nãoque sejam bem tratados dentro de jaulas e universidades. Animal nenhum deve servir aos interesses humanos – os laboratórios são lugares onde eles não devem estar – mesmo com tratamento exemplar, como defenderiam alguns grupos que dizem se preocupar com os direitos animais. Lugar de animal é no seu habitat.
Fonte: ANDA


publicado por Maluvfx às 05:27
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Advogados pelos animais processam universidade americana por realizar testes com macacos
Um grupo pelos direitos dos animais alega que a Universidade da Dakota do Sul (USD) está violando leis estaduais por praticar maus-tratos durante os cruéis experimentos com os animais.
A PETA preencheu um processo de lei na semana passada na cidade de Clay, buscando informações como relatórios veterinários, vídeos dos experimentos e protocolos que explicam o que é feito com os macacos.
“Noventa por cento dos primatas que vivem em jaulas isoladas exibem comportamento neurótico e autodestrutivo, como se mover para frente e para trás, morder a si mesmo e arrancar o próprio pelo”, diz Justin Goodman, um supervisor de investigações de pesquisas em laboratório, que trabalha para a PETA.
O porta-voz da USD, Phil Carter, disse que a universidade não irá comentar o processo.
“Muito disso é privado”, diz uma representante da universidade. “Se o estudo não está terminado, não publicamos informações até serem liberadas por cientistas”.
Goodman disse que os pesquisadores da USD estão abrindo buracos nos crânios dos macacos e fazendo-os sofrer derrames, mexendo com veias em seus cérebros. Animais machucados são observados enquanto tentam se alimentar, ele diz.
A USD alega estar “estudando” a recuperação de funções motoras depois de um derrame ou outros problemas cerebrais.
Com informações de Argus Leader
Nota da Redação: Todos os procedimentos científicos que incluam a utilização de animais em laboratório são condenáveis. Devemos defender a abolição do uso de animais em laboratórios e nãoque sejam bem tratados dentro de jaulas e universidades. Animal nenhum deve servir aos interesses humanos – os laboratórios são lugares onde eles não devem estar – mesmo com tratamento exemplar, como defenderiam alguns grupos que dizem se preocupar com os direitos animais. Lugar de animal é no seu habitat.
Fonte: ANDA


publicado por Maluvfx às 05:27
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Abolicionismo, Especismo, Direitos animais, Veganismo, Libertação Animal
ABOLICIONISMO




Direitos Animais. Teoria Abolicionista em 6 pontos principais
© Gary L. Francione


1. Todos os seres capazes de sentir (seres sencientes), humanos ou não-humanos, têm um direito: o direito básico de não ser tratados como propriedade dos outros.


2. Nosso reconhecimento desse direito básico significa que devemos abolir, em vez de simplesmente regulamentar, a exploração institucionalizada dos animais — porque ela pressupõe que os animais sejam propriedade dos humanos.


3. Assim como rejeitamos o racismo, o sexismo, a homofobia e o preconceito contra as pessoas de idade, rejeitamos o especismo. A espécie de um ser senciente não é razão para que se negue a proteção a esse direito básico, assim como raça, sexo, orientação sexual ou idade não são razões para que a inclusão na comunidade moral humana seja negada a outros seres humanos.


4. Reconhecemos que não vamos abolir de um dia para o outro a condição de propriedade dos não-humanos, mas vamos apoiar apenas as campanhas e posições que promovam explicitamente a agenda abolicionista. Não vamos apoiar posições que reivindiquem supostas regulamentações “melhores” da exploração animal. Rejeitamos qualquer campanha que promova sexismo, racismo, homofobia ou outras formas de discriminação contra humanos.


5. Reconhecemos que o passo mais importante que qualquer um de nós pode dar rumo à abolição é adotar o estilo de vida vegano e educar os outros sobre o veganismo. Veganismo é o princípio da abolição aplicado à vida pessoal. O consumo de carnes (vaca, ave, pescado, etc), de laticínio, ovo e mel, assim como o uso de animais para roupas, entretenimento, pesquisa ou qualquer outro fim, são incompatíveis com a perspectiva abolicionista.


6. Reconhecemos a não-violência como o princípio norteador do movimento pelos direitos animais.


____________________________________________________



O abolicionismo, dentro do movimento pelos direitos animais, é a ideia de que a posse legal de animais não-humanos é injusta e deve ser abolida antes que o sofrimento animal possa ser substancialmente reduzido. A postura abolicionista é a de que concentrar-se no bem-estar animal não apenas não questiona o sofrimento animal, mas também pode, na realidade, prolongar esse sofrimento, ao fazer com que o exercício do direito de propriedade sobre os animais pareça menos indesejável. O objetivo dos abolicionistas é assegurar uma mudança de paradigma no plano moral e legal, por meio da qual os animais deixem de ser considerados propriedade.
Um dos mais importantes escritores abolicionistas é Gary Francione, professor de Direito e Filosofia da Rutgers School of Law-Newark, Estados Unidos. Ele se refere a grupos pelos direitos animais que lutam pelas questões do bem-estar (tais como a PETA – People for the Ethical Treatment of Animals) como os “novos bem-estaristas” ou “neobem-estaristas”, argumentando que a intervenção desses grupos pode fazer o público se sentir mais à vontade quanto a usar animais, o que reforça mais ainda a condição dos animais como propriedade. A postura de Francione é a de que não há, de fato, um movimento pelos direitos animais, nos Estados Unidos.


____________________________________________________


“Especismo é errado porque, assim como racismo, sexismo e homofobia, exclui seres sencientes da plena participação na comunidade moral com base em características irrelevantes. Raça, sexo, orientação sexual e espécie é irrelevante para a capacidade de ser prejudicado. Mas a rejeição do especismo nesse grupo implica a rejeição da discriminação baseada em raça, sexo e orientação sexual.” 


____________________________________________________


A posição dos direitos animais é a de que não temos nenhuma justificativa moral para explorar os não-humanos, por mais “humanitariamente” que o façamos. O objetivo dos direitos animais é a abolição do uso dos animais.


____________________________________________________


Veganismo é uma filosofia de vida motivada por convicções éticas com base nos direitos animais, que procura evitar exploração ou abuso dos mesmos, através do boicote a atividades e produtos considerados especistas.

____________________________________________________





publicado por Maluvfx às 00:09
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