Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012
Como torturar um touro...
Touro á corda.
 O touro é atado com cordas e arrastado pela vila até que morre de exausão ou degolado pelos populares.
Tradição nos Açores





Touro de 'Coria'
O touro calcorreia e corre horas nas ruas enquando uma multidão atira dardos. Quando está demasiado cansado para continuar a fugir, é morto a tiro e cortam-lhe os testículos .


LOS TOROS DE CORIA SAN JUAN 2012



Touro De La Vega
Torneo del Toro de la Vega de Tordesillas (Valladolid)
Esta bárbara festa popular consiste na perseguição de um touro pela vila. Os homens que o perseguem empunham compridas lanças semelhantes ás usadas em torneios medievais. O touro é o alvo. As lanças são atiradas tantas vezes quantas forem precisas até o matar. A maior parte das vezes os testículos do touro são cortados ,estando o animal ainda vivo.


Acto del Partido Animalista en Tordesillas contra el Toro de la Vega

2012
Protestos em Portugal contra o "Toro de La Vega" - Set 2012





Torneo del Toro de la Vega de Tordesillas 2011



El Toro de la Vega resiste 20 minutos

Vídeo


Toro de la Vega de Tordesillas 2008


PACMA - Partido Animalista Contra el Maltrato Animal en España

Festival 'Toro de la Vega': uma estupidez religiosa.

Segundo informações divulgadas no site da organização espanhola em defesa dos animais AnimaNaturalis, todos os anos, na segunda terça-feira do mês de setembro, em Tordesilhas, município da província de Valladolid, na Espanha. Seguindo uma antiga tradição religiosa, que data do século XV, um touro é levado a atravessar o rio da aldeia para a planície de 'Vega' onde é perseguido a cavalo e a pé por centenas de pessoas, que o atingem com lanças até a sua morte em homenagem à 'Virgem da Penha'.

Ativistas pelos direitos dos animais, intelectuais espanhóis do mundo da arte, da cultura, dos negócios, do ensino, da veterinária e da proteção dos animais se uniram contra o festival sádico e cruel Toro de la Vega, pedindo a sua abolição, Segundo eles, não é possível que na Espanha se entenda como cultura religiosa a humilhação e a tortura de um ser vivo, que se chame de arte um derramamento de sangue.

“O Toro de la Vega representa apenas uma tortura pública, assim como os demais entretenimentos com touros na Espanha e em outros países latino americanos. Exigimos a abolição de tais aberrações, que nos recusamos a ser cúmplices de um amanhã que se horrorizará com a crueldade de alguns ante o silêncio de tantos”, concluíram os signatários do movimento


Touros de Fogo
Esta outra selvajaria consiste em colocar nos cornos do touro bolas de pez e atear fogo ás mesmas. Seguidamente o touro é largado nas ruas. Estas bolas ardem durante horas, queimando o interior do corno, que é extremamente sensível e causando um sofrimento indescritível, bem como queimam o corpo e os olhos. Muitas das vezes os touros tentam suicidar-se contra os muros devido ao horrível sofrimento e dor.
O touro de fogo de Medinacelli não é um caso isolado. Touros de fogo existem em numerosas vilas e cidades espanholas.


No segundo sábado de novembro, todos os anos, um touro é torturado durante a ”celebração” espanhola “Touro de fogo”, em Medinaceli, um município da Espanha localizado na província de Sória, comunidade autônoma de Castela e Leão.

Durante cerca de 23 horas, como em todos os anos, um grupo de jovens locais agarra um touro em nome da tradição e com uma corda retorce seus chifres até conseguir imobilizá-lo em um poste de madeira.

Mas isso é só o começo de uma longa noite para o animal. Em seguida, aproveitam-se de que o animal não pode se mover e colocam duas bolas em seus chifres. Como é feito a cada ano, o touro tenta resistir em vão. Ainda não sabe o que vai acontecer, mas já espera o pior.

Os jovens, então, ateiam fogo nas bolas presas aos chifres e ao redor do animal, e soltam o touro em nome do festejo nacional. O animal se contorce, aterrorizado, e com os olhos abrasados pelo calor das chamas e dos pedaços de brasa que saltam da coroa de espinhos que lhe colocaram.

O fogo brota dos chifres e a fogueira ilumina o rosto de centenas de espectadores, que aplaudem entusiasmados, assim como os governantes do município, que financiam essa tortura pública a um animal.

Essa cena terrível voltou a acontecer, como em todos os anos, neste sábado (14), apesar das 7 mil assinaturas que o Partido Antitaurino Contra os Maus-tratos aos Animais (PACMA) apresentou. Essas assinaturas são provenientes de cidadãos de mais de 90 países, repugnados pela única celebração do touro de fogo que ainda sobrevive em Castela e Leão.

Um vídeo registrou as terríveis cenas de tortura praticada contra o animal.

As assinaturas, reunidas em apenas três semanas, foram entregues na delegação territorial do governo regional em Soria, apoiadas por 150 manifestantes vindos de Bilbao, Madri, Logronho e Valhadolide.

Os manifestantes exibiram nas portas da sede regional vários panfletos com apelos contra os maus-tratos aos animais, entre eles ‘Parem com as touradas’ e ‘Tauromaquia, vergonha nacional’.

Durante o manifesto, o PACMA chamou a atenção para o fato de que, em pleno século XXI, em Medinaceli ainda se queima vivo um animal “como se fosse um herege”.
Fonte: Publico.ES



FonteMovimento Internacional Anti-Touradas


Vale a pena ler:
Chifres em fogo e o sadismo passando a língua nos lábios

por Marcio de Almeida Bueno
Vanguarda Abolicionista


Em 2011
Movimento quer acabar com "Touros de Fogo"
Movimento quer acabar com "Touros de Fogo"
Manifestação contra o "Touro de Fogo/Toro de Fuego" - Correbous
Domingo, 6 de Novembro de 2011, duas manifestações em Portugal integradas num movimento global para acabar com os "Touros de Fogo".
Participe, em frente ao consulado de Espanha no Porto ou da Embaixada em Lisboa.
Lisboa: https://www.facebook.com/event.php?eid=298854516810122
Porto: http://www.facebook.com/event.php?eid=163303777097259

Em 2007: Touro de fogo no Montijo



"Bous a la Mar"


Bous a la Mar (en valenciano: Toros al Mar) es una fiesta patronal de interés turístico nacional que se celebra en la localidad de Denia, Alicante, España, durante la segunda semana del mes de julio (casi coincidiendo con los Sanfermines de Pamplona) en honor de la Santísima Sangre. Aparte de los encierro de vaquillas que van desde la parte alta del pueblo (La Glorieta) hasta la semiplaza de toros montada temporalmente durante las fiestas en el puerto (la otra mitad imaginaria de plaza sería el propio mar), lo más pintoresco de estas fiestas son las corridas, en las que los participantes tratan que las vaquillas caigan al agua.

Además, la fiesta de los Bous se celebra en el marco de las Fiestas Mayores de la ciudad, que hasta hace unos pocos años estaban dedicadas a la Santísima Sangre. En estas Fiestas mayores se realizan conciertos, actuaciones, festivales, y diversos actos para todo tipo de públicos. La Oficina de Turismo de Denia actualiza la información de manera semanal. Tambien se celebran bous a la mar en otras localidades españolas como en Las Casas de Alcanar, en el municipio de Alcanar, Tarragona. Duran una semana durante el mes de agosto.Bous a la Mar (en valenciano: Toros al Mar) es una fiesta patronal de interés turístico nacional que se celebra en la localidad de Denia, Alicante, España, durante la segunda semana del mes de julio (casi coincidiendo con los Sanfermines de Pamplona) en honor de la Santísima Sangre. Aparte de los encierro de vaquillas que van desde la parte alta del pueblo (La Glorieta) hasta la semiplaza de toros montada temporalmente durante las fiestas en el puerto (la otra mitad imaginaria de plaza sería el propio mar), lo más pintoresco de estas fiestas son las corridas, en las que los participantes tratan que las vaquillas caigan al agua.

Además, la fiesta de los Bous se celebra en el marco de las Fiestas Mayores de la ciudad, que hasta hace unos pocos años estaban dedicadas a la Santísima Sangre. En estas Fiestas mayores se realizan conciertos, actuaciones, festivales, y diversos actos para todo tipo de públicos. La Oficina de Turismo de Denia actualiza la información de manera semanal. Tambien se celebran bous a la mar en otras localidades españolas como en Las Casas de Alcanar, en el municipio de Alcanar, Tarragona. Duran una semana durante el mes de agosto.

Touros vão a banhos em Alicante (fotogaleria) "Bous a la Mar" é o nome do ritual anual que arrasta centenas de pessoas a Denia, Espanha, para mergulharem no mar com uma companhia pouco comum: alguns touros.


publicado por Maluvfx às 11:28
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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012
Uma estranha forma de conservar...

Apesar dos aparentes benefícios que podem advir da manutenção de zoos, com animais em vias de extinção, as evidências de mal-estar dos animais em cativeiro são inequívocas.
Os jardins zoológicos voltaram a ser notícia em Agosto, pelas piores razões. Uma guarda do zoo de Colónia, Alemanha, foi morta por um tigre que escapou da sua cela e depois acabou por ser abatido pelo diretor do zoo.

A notícia poderia terminar com estas duas mortes infelizes, mas este incidente volta mais uma vez a levantar a velha discussão sobre as vantagens e desvantagens de manter zoos com animais selvagens em cativeiro.

A presença de animais em cativeiro nas sociedades humanas remonta há cerca de 25.000 anos, tendo sido os pombos os primeiros animais mantidos em cativeiro há 6.500 anos, no Iraque.

No antigo Egipto, surgiu o primeiro jardim zoológico, há 4.000 anos, possuindo 100 elefantes, 70 felinos e milhares de outros mamíferos, enquanto na China foi fundado há 3.000 anos um outro jardim zoológico enorme, conhecido como Jardins da Inteligência.

Os jardins zoológicos não tiveram sempre o suposto propósito conservacionista, que conhecemos hoje. Os primeiros zoos eram coleções particulares, promovidas pela realeza, que pretendia assim exultar o seu poder e glória em obras exuberantes e impossíveis para o homem comum. Nestes zoos, os animais eram treinados para entreterem o público, desvirtuando totalmente a sua natureza selvagem e instintos naturais.

Apesar dos aparentes benefícios que podem advir da manutenção de zoos, com animais em vias de extinção, as evidências de mal-estar dos animais em cativeiro são inequívocas: stress; comportamentos psicóticos e/ou apáticos por falta de estímulos naturais como procura de alimento, socialização e procriação; condições degradantes das jaulas; reduzido espaço das jaulas; maus tratos, danos físicos e psíquicos que impossibilitam a sua reintrodução nos habitats naturais, etc.

A missão recente dos zoos tem sido justificada pela necessidade de conservação de espécies em vias de extinção, mas é errado considerar que se conseguem salvar espécies animais, desenquadradas do seu habitat natural, muitas vezes a milhares de quilómetros de distância ou em condições climatéricas opostas às naturais. Os zoos devem funcionar localmente nas regiões onde os animais vivem, sem o aprisionamento a que os sujeitamos nos zoos.

A suposta salvação nos zoos tem sido assim um castigo para os animais cativos que dura normalmente toda a sua vida.

Os problemas de fundo na sobrevivência de espécies animais nos seus habitats naturais foi sempre o mesmo: caça regular excessiva e caça furtiva descontrolada, roubo territorial aos animais selvagens, que passaram a ter menos território de caça para obterem alimento ou a deterioração do habitat, que posteriormente promove a redução populacional e limita a reprodução não consanguínea.
Por outro lado, outro dos desafios recentes dos zoos é não contribuir para a morte acelerada das espécies animais que pretende proteger, com a proximidade excessiva de animais selvagens que nunca teriam qualquer contacto natural, como aconteceu com os dois ursos polares que faleceram com o vírus de herpes modificado EHV1 que ataca normalmente apenas as zebras. Assim, o novo risco criado pelos zoos é de estarem a criar novos vírus que podem contaminar espécies animais que nunca seriam afetadas desta maneira no seu território natural.

O caricato deste incidente na Alemanha, foi a inconsciência inicial de se ter trazido um tigre para a Europa para ser preservado e estudado, mas que acabou por ser morto como teria sido certamente no seu território natural por caçadores furtivos. A preservação da espécie e o princípio de conservação natural perderam-se pelo caminho e mais um animal foi morto, por vingança e incompreensão.

Não são zoos destes que devemos ter ou promover na nossa sociedade.

por João Pedro Santos
Ativista dos direitos dos animais



publicado por Maluvfx às 13:31
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Sexta-feira, 29 de Junho de 2012
RELAÇÃO ENTRE CRUELDADES COM SERES HUMANOS E COM ANIMAIS
Consciencializar é mais que preciso, é necessário!
Segundo o FBI, 80% dos assassinos começaram torturando animais!
Em 1998, Russell Weston entrou no Capitólio e começou a atirar ao redor, quando terminou dois policiais estavam mortos e um visitante ferido. Poucas horas antes, Weston já havia atirado em uma dúzia de gatos de rua alimentados por seu pai.



 …Albert de Salvo ( o Estrangulador de Boston) – Assassinou treze mulheres – Na juventude prendia cães e gatos em jaulas para depois atirar flechas neles.


David R. Davis – Assassinou a esposa para receber o seguro – Matou dois pôneis, jogava garrafas em gatinhos, caçava com métodos ilegais.
 …Edmund Kemper – Matou os avós, a mãe e sete mulheres – Cortou dois gatos em pedacinhos.



 …Henry L. Lucas – Matou a mãe, a companheira e um grande número de pessoas- Matava animais e fazia sexo com os cadáveres.


Jack Bassenty – Estuprou e matou três mulheres – Quando sua cadela deu cria enterrou os filhotes vivos.
 …Jeffrey Dahmer – Matou dezessete homens – Matava os animais deliberadamente com seu carro.
 (1) Esse é conhecido. É o “zumbiólogo” da psicopatia. 

Johnny Rieken – Assassino de Christina Nytsh e Ulrike Everts – Matava cães, gatos e outros animais quando tinha onze ou doze anos. 
 …Luke Woodham – Aos dezesseis anos esfaqueou a mãe e matou duas adolescentes- Incendiou seu próprio cachorro despejando um líquido inflamável na garganta e pondo fogo por fora e por dentro ao mesmo tempo.

Michael Cartier – Matou Kristen Lardner com três tiros na cabeça – Aos quatro anos de idade puxou as pernas de um coelho até saírem da articulação e jogou um gatinho através de uma janela fechada. 
 …Peter Kurten ( O monstro de Düsseldorf ) – Matou ou tentou matar mais de cinqüenta homens, mulheres e crianças – Torturava cães e fazia sexo com eles, enquanto os matava.


Randy Roth – Matou duas esposas e tentou matar a terceira – Passou esmeril elétrico em um sapo e amarrou um gato ao motor de um carro.
Richard A. Davis – Assassinou uma criança de doze anos – incendiava gatos.
 … Richard Speck – Matou oito mulheres – Jogava pássaros dentro do elevador.
(2) Esse é um daqueles casos raros em que o cara acaba assumindoseu homossexualismo – Emasculação – porque Richard Speck começou parecendo, segundo se fez crer, um “macho”, alguém que só poderia ter dois cromossomos Y, e acabou de peitinhos e calcinhas azuis, dando, assumidamente, para os presos com quem convivia. Felizmente essa desgraça já morreu! 
Richard. W. Leonard – Matava com arco e flecha ou degolando – Quando criança a avó o forçava a matar e mutilar gatos com sua cria. 
 …Rolf Diesterweg – O assassino de Kim kerkowe e Sylke Meyer – Na juventude matava lebres, gatos e outros animais.



 … Theodore R. Bundy – Matou trinta e três mulheres – Presenciava o avô sendo cruel com animais.
(3) Diga-se de passagem que ele “adorava” esse avô! 

…Nem precisamos ir muito longe para fazer as constatações acima, pois segundo o JORNAL ZERO HORA, do dia 01/06/2004, do RS, um menino de 11 anos matouMaicon Rodrigues dos Santos (menino de 6 anos), o menino assassino, confessou que matou Maicon da mesma maneira que estava habituado a matar gatinhos, degolando –o!
Entretanto, mais assustadores ainda são os recentes TIROTEIOS em diversos colégios dos Estados Unidos. Todos eles têm algo em comum:
Os adolescentes CRIMINOSOS já se haviam destacado anteriormente por atos de violência contra ANIMAIS.
Encarregados da Proteção aos Animais estão cientes desta tendência. Em São Francisco, os funcionários já estão orientados para reconhecerem o abuso infantil baseado na sua relação com o abuso animal.
Segundo dados da COMISSÃO DE COMBATE AO ABUSO INFANTIL, os moradores da cidade, muitas vezes, denunciam com maior rapidez o abuso contra animais porque são visíveis.
Segundo ALLY WALKER: 
“O abuso contra os animais é um crime a ser levado a sério com consequências graves para todos”.
Concordo plenamente com a afirmativa acima e…
Muito me surpreende, o espanto que as pessoas mostram com a nossa preocupação com a violência cometida contra os animais, espero que reflitam e que, como eu, cheguem a conclusão de que a violência contra os animais, é um grande indício de que pessoas com má índole, sempre preferem atacar primeiramente, aqueles que não falam, não podem se defender, como já foram noticiadas várias vezes, os ataques aos bebês por suas babás.
Acredito que cometer atos cruéis com os animais, é o primeiro passo para que o instinto perverso de muitos vá aos poucos se solidificando e sofisticando, ao ponto, de num dia qualquer, começar a colocar em prática com os de sua espécie, tudo o que já foi praticado anteriormente com os indefesos animais, pensando desta forma é que acredito que deve existir uma LEI DE CRIMES AMBIENTAIS:
MATAR UM ANIMAL, SEJA DE QUE MANEIRA FOR; ENVENENAR; MANTER ANIMAIS ACORRENTADOS OU AMARRADOS EM CORRENTES OU CORDAS CURTAS; DEIXÁ-LOS AO RELENTO; DEIXAR UM ANIMALSEM ÁGUA E/ OU COMIDA; DEIXÁ-LOS EM ESPAÇOS EM QUE NÃO POSSA SE MOVIMENTARABANDONÁ-LOS NA RUA OU EM QUALQUER OUTRO LUGAR; MANTER PASSARINHOS EM GAIOLAS PEQUENAS PARA O TAMANHO DELES; CASTIGAR UM ANIMAL DE FORMA CRUEL CAUSANDO DANOS FÍSICOS E/OU PSICOLÓGICOS; DEIXAR UM ANIMAL DOENTE SEM ASSISTÊNCIA VETERINÁRIA; OBRIGAR CAVALOS A CARREGAREM PESO ACIMA DE SUAS FORÇAS, CHICOTEAR CAVALOS, MACHUCÁ-LOS COM ESPORAS, ETC…
(4) Para mim, não há crueldade maior que manter passarinhos em gaiolas, seja do tamanho que for. Para mim, enquanto coisas desse tipo acontecer e acontecem no mundo inteiro, as pessoas serão permissivas com todo tipo de mal – como de fato são, no mundo inteiro.  

“HOJE VOCÊ ESTÁ SALVANDO UM ANIMAL, AMANHÃ PODERÁ SER TARDE PARA SALVAR UMA CRIANÇA, UM IDOSO, UMA MULHER, ENFIM… PESSOAS COMO NÓS!”
Por: Fátima Borges – Artista Plástica, Poetisa, Professora de Português e Teatro Infantil, Vice-presidente da Ong DAA- DEFESA ANIMAL E AMBIENTAL COM APOIO JURÍDICO.  
(5) Seu “garotinho” adora maltratar, machucar animais??  Cuidado. Ele pode ser mais que apenas um ‘mau caráter’…  

Fonte


publicado por Maluvfx às 02:52
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Sábado, 3 de Março de 2012
O circo não é diversão... para os animais!
“Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado, apenas a sombra de sua beleza perdida.”
1937, Julia Allen Field

O circo não é divertimento para todos

Para os menos atentos o circo transparece uma imagem de animação onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são torturados, abusados e mantidos prisioneiros para quase toda vida em nome do entretenimento.

Cães, elefantes, ursos, camelos, cobras, macacos, araras, papagaios, focas, cavalos, girafas, lamas, cabras, zebras, bovinos, póneis, tigres, pumas e leões, são as espécies animais que mais facilmente se podem encontrar em circos de todo o mundo. Estas mesmas espécies são maltratadas e mantidas famintas, em estado de desnutrição contínua. Passam a vida aprisionados em espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira, dolorosa e stressante. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat, e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas. Outros foram comprados a jardins zoológicos e a outros circos.

O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Para além da fome os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa, e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória). Todo o aborrecimento pelo qual os animais passam é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, muitas vezes superlotadas, nas quais mal se podem movimentar. A ansiedade e o stress resultantes das pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência dos treinos a que são submetidos fazem com que fiquem com distúrbios comportamentais (tornam-se apáticos e neuróticos). Repetem permanentemente movimentos estereotipados, auto mutilam-se e, por vezes, até ocorre canibalismo.

No seu meio selvagem, e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.

Os circos nada oferecem de pedagógico: crianças são ensinadas a olhar para os animais como objectos de exibição, que se expõem, se exploram e dos quais se abusa. As crianças podem aprender mais sobre os animais e o seu comportamento natural em documentários sobre a vida selvagem.


Apresentam-se de seguida algumas espécies animais e os abusos dos quais são vítimas:


Elefante amarradoElefantes:

- Antes de chegarem ao Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não se podem mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.

- Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
- Os elefantes são animais que vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto pelos seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.

- Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilómetros diariamente.

- No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características da depressão causada pelo cativeiro.

"Como fazer para conseguir a atenção de um elefante de 5 toneladas? Surre-o. Eis como".
Saul Kitchener, director do San Francisco Zoological Gardens



Tigre dentro de jaulaLeões, Tigres e outros Felinos:



- De acordo com Henry Ringling North, no seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a pedestais e são enroladas cordas nas suas gargantas, para que tenham a sensação de estarem a sufocar.

- São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.

- Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.

- Passam a maior parte de suas vidas dentro de pequenas jaulas.

Alguns circos alimentam os felinos com cães e gatos abandonados.


Ursos:


Urso numa bicicleta
- Têm o nariz partido durante o “treino”

- As suas patas são queimadas, para os forçar a ficar sobre duas patas

- São obrigados a pisar chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música

- Durante o “espectáculo” os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treino” e começam a movimentar-se, dando a impressão de estarem a dançar

- Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 da sua língua cortada

- Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro

- Alguns ursos auto mutilam-se, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas


Macacos:



Macaco atrás de grades
- Apresentam o mesmo comportamento das crianças que sofrem abusos

- Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano

- São agredidos de modo a obedecer e obedecem apenas por medo

- Roer unhas e auto mutilação são comportamentos frequentemente encontrados em macacos cativos

- Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.

Cavalos, camelos, bois, cabras, póneis, burros e lamas:


Cavalo esquelético
- São açoitados e impedidos de fazer caminhadas

- Não são alimentados devidamente

- São agredidos para aprender



Todos os animais de circo:
- Não têm férias nem assistência veterinária adequada

- São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilómetros sem descanso, etc..

- Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treino”: choques eléctricos, chicotadas, privação de água e comida.

- Encontram-se sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças


Como ajudar?
Há várias coisas que podes fazer para reduzir o sofrimento dos animais. Pode ser algo tão simples como escrever uma carta ou fazer um telefonema num esforço para alterar o modo como estas instituições tratam os animais.

O que acontece aos animais se saírem do circo?
O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes. Os animais resgatados dos circos são geralmente reinseridos nos seus habitats naturais e em parques protegidos (ou santuários), que reúnem as mesmas condições.

É possível um circo existir sem animais?
Perfeitamente! O circo “Cirque du Soleil”, que foi fundado em 1984 por Guy Laliberté, tem um misto de números de circo e entretenimento de rua. Ao longo das duas últimas décadas o Cirque du Soleil transformou-se num império de divertimento e deu a esta arte um novo sopro de vida, uma vez que defende um circo sem animais, “Não estamos bem certos se o lugar de um elefante ou de um tigre é ficar enjaulado metade da vida ou apresentar-se ao Mundo fazendo acrobacias.” Este circo tem actualmente 2400 empregados e 500 artistas de mais de 40 países. Cerca de 600 mil pessoas assistem às suas peripécias Mundo afora. O circo está muito mais saudável do que antes, porque as pessoas precisam de sonhar e ter esperança, e é disso que falamos!”.


Alguns circos com animais:
- Circo Victor Hugo Cardinalli
- Circo Roberto Cardinali
- Circo Atlas
- Circo Chen
- Circo Di Napoli
- Circo Stankowich
- Circo Garcia
- Circo Bim Bobo
- Circo Moscow
- Circo Beto Carreiro
- Circo Vostock
- Circo De Roma


Alguns circos SEM animais:
- Circolando - R. Pinto Bessa, 122, Armazém 8 (Porto) - junto à estação de Campanhã; telefones: 225189157 e 934182945
- Kopinxas - Grupo de animação circense (Aveiro) http://www.kopinxas.com/ telefones: 936277013 e 913677966
- Trupilariante Companhia de teatro-Circo (Lisboa) http://www.trupilariante.com , e-mail: trupilariante@trupilariante.com telefone: 218460738 fax: 218 150 688
- Kabong (Porto) - telefone: 962710061
- Cia
- Clawnesca Cara Melada
- Cia Pavanelli: http://www.ciapavanelli.com.br
- Circo da Alegria: http://www.circodaalegria.com.br
- Circo Dança Teatro Intrépida Trup: http://www.intrepidatrupe.hpg.ig.com.br
- Circo Girassol: http://www.circogirassol.com.br
- Circo Gran Bartholo
- Circo Mínimo: http://www.circominimo.com.br
- Circo Navegador: http://www.circonavegador.com.br
- Circo Popular do Brasil
- Circo Spacial: http://www.spacial.com.br
- Circo Teatro Musical
- Furunfunfum: http://www.furunfunfum.com.br
- Circo Trapézio: http://www.circotrapezio.hpg.ig.com.br
- Circo Vox: http://www.circovox.com.br
- Circodélico: http://www.circodelico.com
- Cirque Ahbaui: http://www.cirqueahbaui.com
- Cirque du Soleil http://www.cirquedusoleil.com/
- Companhia Teatral e Circence Trupe Sapeka: http://www.trupesapeka.cjb.net
- Parlapatões, Patifes & Paspalhões: http://www.terravista.pt/ilhadomel/5115


Referências:
http://animaisdecirco.freeservers.com/
http://www.animal.org.pt/
http://www.circuses.com/animals.html
http://www.wolfkatt.freeservers.com/custom3.html
http://fund.org/uploads/fs_ent1.pdf
http://www.urbi.ubi.pt/000530/edicao/emorb_circo.html
http://animaisdecirco.freeservers.com/circos_sem_animais.html


Centro Vegetariano


publicado por Maluvfx às 10:19
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O circo não é diversão... para os animais!
“Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado, apenas a sombra de sua beleza perdida.”
1937, Julia Allen Field

O circo não é divertimento para todos

Para os menos atentos o circo transparece uma imagem de animação onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são torturados, abusados e mantidos prisioneiros para quase toda vida em nome do entretenimento.

Cães, elefantes, ursos, camelos, cobras, macacos, araras, papagaios, focas, cavalos, girafas, lamas, cabras, zebras, bovinos, póneis, tigres, pumas e leões, são as espécies animais que mais facilmente se podem encontrar em circos de todo o mundo. Estas mesmas espécies são maltratadas e mantidas famintas, em estado de desnutrição contínua. Passam a vida aprisionados em espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira, dolorosa e stressante. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat, e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas. Outros foram comprados a jardins zoológicos e a outros circos.

O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Para além da fome os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa, e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória). Todo o aborrecimento pelo qual os animais passam é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, muitas vezes superlotadas, nas quais mal se podem movimentar. A ansiedade e o stress resultantes das pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência dos treinos a que são submetidos fazem com que fiquem com distúrbios comportamentais (tornam-se apáticos e neuróticos). Repetem permanentemente movimentos estereotipados, auto mutilam-se e, por vezes, até ocorre canibalismo.

No seu meio selvagem, e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.

Os circos nada oferecem de pedagógico: crianças são ensinadas a olhar para os animais como objectos de exibição, que se expõem, se exploram e dos quais se abusa. As crianças podem aprender mais sobre os animais e o seu comportamento natural em documentários sobre a vida selvagem.


Apresentam-se de seguida algumas espécies animais e os abusos dos quais são vítimas:


Elefante amarradoElefantes:

- Antes de chegarem ao Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não se podem mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.

- Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
- Os elefantes são animais que vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto pelos seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.

- Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilómetros diariamente.

- No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características da depressão causada pelo cativeiro.

"Como fazer para conseguir a atenção de um elefante de 5 toneladas? Surre-o. Eis como".
Saul Kitchener, director do San Francisco Zoological Gardens



Tigre dentro de jaulaLeões, Tigres e outros Felinos:



- De acordo com Henry Ringling North, no seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a pedestais e são enroladas cordas nas suas gargantas, para que tenham a sensação de estarem a sufocar.

- São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.

- Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.

- Passam a maior parte de suas vidas dentro de pequenas jaulas.

Alguns circos alimentam os felinos com cães e gatos abandonados.


Ursos:


Urso numa bicicleta
- Têm o nariz partido durante o “treino”

- As suas patas são queimadas, para os forçar a ficar sobre duas patas

- São obrigados a pisar chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música

- Durante o “espectáculo” os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treino” e começam a movimentar-se, dando a impressão de estarem a dançar

- Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 da sua língua cortada

- Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro

- Alguns ursos auto mutilam-se, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas


Macacos:



Macaco atrás de grades
- Apresentam o mesmo comportamento das crianças que sofrem abusos

- Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano

- São agredidos de modo a obedecer e obedecem apenas por medo

- Roer unhas e auto mutilação são comportamentos frequentemente encontrados em macacos cativos

- Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.

Cavalos, camelos, bois, cabras, póneis, burros e lamas:


Cavalo esquelético
- São açoitados e impedidos de fazer caminhadas

- Não são alimentados devidamente

- São agredidos para aprender



Todos os animais de circo:
- Não têm férias nem assistência veterinária adequada

- São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilómetros sem descanso, etc..

- Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treino”: choques eléctricos, chicotadas, privação de água e comida.

- Encontram-se sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças


Como ajudar?
Há várias coisas que podes fazer para reduzir o sofrimento dos animais. Pode ser algo tão simples como escrever uma carta ou fazer um telefonema num esforço para alterar o modo como estas instituições tratam os animais.

O que acontece aos animais se saírem do circo?
O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes. Os animais resgatados dos circos são geralmente reinseridos nos seus habitats naturais e em parques protegidos (ou santuários), que reúnem as mesmas condições.

É possível um circo existir sem animais?
Perfeitamente! O circo “Cirque du Soleil”, que foi fundado em 1984 por Guy Laliberté, tem um misto de números de circo e entretenimento de rua. Ao longo das duas últimas décadas o Cirque du Soleil transformou-se num império de divertimento e deu a esta arte um novo sopro de vida, uma vez que defende um circo sem animais, “Não estamos bem certos se o lugar de um elefante ou de um tigre é ficar enjaulado metade da vida ou apresentar-se ao Mundo fazendo acrobacias.” Este circo tem actualmente 2400 empregados e 500 artistas de mais de 40 países. Cerca de 600 mil pessoas assistem às suas peripécias Mundo afora. O circo está muito mais saudável do que antes, porque as pessoas precisam de sonhar e ter esperança, e é disso que falamos!”.


Alguns circos com animais:
- Circo Victor Hugo Cardinalli
- Circo Roberto Cardinali
- Circo Atlas
- Circo Chen
- Circo Di Napoli
- Circo Stankowich
- Circo Garcia
- Circo Bim Bobo
- Circo Moscow
- Circo Beto Carreiro
- Circo Vostock
- Circo De Roma


Alguns circos SEM animais:
- Circolando - R. Pinto Bessa, 122, Armazém 8 (Porto) - junto à estação de Campanhã; telefones: 225189157 e 934182945
- Kopinxas - Grupo de animação circense (Aveiro) http://www.kopinxas.com/ telefones: 936277013 e 913677966
- Trupilariante Companhia de teatro-Circo (Lisboa) http://www.trupilariante.com , e-mail: trupilariante@trupilariante.com telefone: 218460738 fax: 218 150 688
- Kabong (Porto) - telefone: 962710061
- Cia
- Clawnesca Cara Melada
- Cia Pavanelli: http://www.ciapavanelli.com.br
- Circo da Alegria: http://www.circodaalegria.com.br
- Circo Dança Teatro Intrépida Trup: http://www.intrepidatrupe.hpg.ig.com.br
- Circo Girassol: http://www.circogirassol.com.br
- Circo Gran Bartholo
- Circo Mínimo: http://www.circominimo.com.br
- Circo Navegador: http://www.circonavegador.com.br
- Circo Popular do Brasil
- Circo Spacial: http://www.spacial.com.br
- Circo Teatro Musical
- Furunfunfum: http://www.furunfunfum.com.br
- Circo Trapézio: http://www.circotrapezio.hpg.ig.com.br
- Circo Vox: http://www.circovox.com.br
- Circodélico: http://www.circodelico.com
- Cirque Ahbaui: http://www.cirqueahbaui.com
- Cirque du Soleil http://www.cirquedusoleil.com/
- Companhia Teatral e Circence Trupe Sapeka: http://www.trupesapeka.cjb.net
- Parlapatões, Patifes & Paspalhões: http://www.terravista.pt/ilhadomel/5115


Referências:
http://animaisdecirco.freeservers.com/
http://www.animal.org.pt/
http://www.circuses.com/animals.html
http://www.wolfkatt.freeservers.com/custom3.html
http://fund.org/uploads/fs_ent1.pdf
http://www.urbi.ubi.pt/000530/edicao/emorb_circo.html
http://animaisdecirco.freeservers.com/circos_sem_animais.html


Centro Vegetariano


publicado por Maluvfx às 10:19
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Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
O "sangue dos inocentes" também inclui os animais! ...
Hoje foi deixado este comentário numa das nossas páginas no Facebook Pele não é um símbolo de status e não posso deixar de partilhar. 
Agradecemos ao Ricardo Valério de Pina por tê-lo partilhado connosco.


Tanto se fala e se pede: "Saúde", "Felicidade", "Paz" & "Amor"; e para com a vida dos animais o que nós partilhamos? ...
Se me permitem dizer: Não me interessa religiosidades, ou meros discursos e ideologias cuja a essência efetivamente não busque melhorar a vida deles. Tomando sobre nossa consciência uma consideração às condições de destrato, desprezo e o espírito de maldade que se desenvolve, em algumas pessoas, com uma naturalidade vinda do “inferno”! Peço a todos que não permitam isto!
Que a “banalização da maldade” não chegue à natureza de nosso ser e passe de geração a geração.
E nem o senso de justiça se apague do meio de nós! Não deixem passar despercebido este “fogo destruidor” que permeia em nosso meio! E que ninguém negligencie o peso e parcela de responsabilidade! Enquanto isso, certamente ainda neste instante, animais continuam a ser maltratados de maneiras das mais diversas possíveis, desde as mais sutis e “aceitas” até aquelas mais brutais e horrendas. Onde o "lamento" ou massacre deles talvez não sensibilize mais a ninguém... “Zumbis” nos tornamos? ...Todas juntas compões histórias que muitos de nós não suportamos nem ouvir, quanto mais ver do que se trata. Pois, a possibilidade de encontrarmos “coisas desagradáveis ao coração” nos choca, imaginem vive-las na pele! Visto que cada um de nós já deve conhecer o nosso potencial não só para realizar o que é bom. Que não estejamos emudecidos, nem que “afoguemos” o nosso potencial para o bem e assim prevaleça a crueldade, a brutalidade ou qualquer tipo de maldade promovida pelo comportamento humano (o racional e dominante) sobre eles e até sobre nós mesmos. 
Pensem: Nunca teremos as “mãos limpas” pela ausência, mas pela participação ativa!
Tudo tem um propósito na Terra, como também nos Céus! São manifestação com seus mistérios. Os animais, como os homens, demonstram sentir prazer, dor, felicidade e sofrimento e diante destas coisas não há diferenças entre eles. E nisto se estruturam a saúde física e as faculdades mentais de todo ser vivo criado. Como “dominadores do planeta” é nossa responsabilidade estender, a todas as espécies, o nosso senso de justiça, a compaixão, a caridade e a mão amiga. Buscando sempre apagar o legado ou qualquer chama de crueldade que as mãos humanas fizeram ou possam vir realizar. ...Por favor, ajudem a parar com esta forma insana de muitos humanos serem! E mesmo que algumas justificativas apresentem resultados “lucrativos” para a raça humana, a dor que a eles aflige e sua incapacidade de defesa (visto o potencial humano) se tornam pilares de toda minha indignação contra elas e contra todos que em seus feitos se tornam repugnantes não só aos olhos, mas aos corações dos humanos e dos animais. Corações que batem, sangram, e sofrem nesta vida junto. 
Sem mais considerações faço destas minhas palavras e meus pensamentos, de forma a combinar minhas reflexões e outras favoráveis vindas de: Provérbios 12:10; Abraham Lincoln; Albert Schweitzer; Charles Darwin; Richard Gere e Mark Twain –Escritor.
(Autor: Sangue dos inocentes derramado!)


publicado por Maluvfx às 07:25
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O "sangue dos inocentes" também inclui os animais! ...
Hoje foi deixado este comentário numa das nossas páginas no Facebook Pele não é um símbolo de status e não posso deixar de partilhar. 
Agradecemos ao Ricardo Valério de Pina por tê-lo partilhado connosco.


Tanto se fala e se pede: "Saúde", "Felicidade", "Paz" & "Amor"; e para com a vida dos animais o que nós partilhamos? ...
Se me permitem dizer: Não me interessa religiosidades, ou meros discursos e ideologias cuja a essência efetivamente não busque melhorar a vida deles. Tomando sobre nossa consciência uma consideração às condições de destrato, desprezo e o espírito de maldade que se desenvolve, em algumas pessoas, com uma naturalidade vinda do “inferno”! Peço a todos que não permitam isto!
Que a “banalização da maldade” não chegue à natureza de nosso ser e passe de geração a geração.
E nem o senso de justiça se apague do meio de nós! Não deixem passar despercebido este “fogo destruidor” que permeia em nosso meio! E que ninguém negligencie o peso e parcela de responsabilidade! Enquanto isso, certamente ainda neste instante, animais continuam a ser maltratados de maneiras das mais diversas possíveis, desde as mais sutis e “aceitas” até aquelas mais brutais e horrendas. Onde o "lamento" ou massacre deles talvez não sensibilize mais a ninguém... “Zumbis” nos tornamos? ...Todas juntas compões histórias que muitos de nós não suportamos nem ouvir, quanto mais ver do que se trata. Pois, a possibilidade de encontrarmos “coisas desagradáveis ao coração” nos choca, imaginem vive-las na pele! Visto que cada um de nós já deve conhecer o nosso potencial não só para realizar o que é bom. Que não estejamos emudecidos, nem que “afoguemos” o nosso potencial para o bem e assim prevaleça a crueldade, a brutalidade ou qualquer tipo de maldade promovida pelo comportamento humano (o racional e dominante) sobre eles e até sobre nós mesmos. 
Pensem: Nunca teremos as “mãos limpas” pela ausência, mas pela participação ativa!
Tudo tem um propósito na Terra, como também nos Céus! São manifestação com seus mistérios. Os animais, como os homens, demonstram sentir prazer, dor, felicidade e sofrimento e diante destas coisas não há diferenças entre eles. E nisto se estruturam a saúde física e as faculdades mentais de todo ser vivo criado. Como “dominadores do planeta” é nossa responsabilidade estender, a todas as espécies, o nosso senso de justiça, a compaixão, a caridade e a mão amiga. Buscando sempre apagar o legado ou qualquer chama de crueldade que as mãos humanas fizeram ou possam vir realizar. ...Por favor, ajudem a parar com esta forma insana de muitos humanos serem! E mesmo que algumas justificativas apresentem resultados “lucrativos” para a raça humana, a dor que a eles aflige e sua incapacidade de defesa (visto o potencial humano) se tornam pilares de toda minha indignação contra elas e contra todos que em seus feitos se tornam repugnantes não só aos olhos, mas aos corações dos humanos e dos animais. Corações que batem, sangram, e sofrem nesta vida junto. 
Sem mais considerações faço destas minhas palavras e meus pensamentos, de forma a combinar minhas reflexões e outras favoráveis vindas de: Provérbios 12:10; Abraham Lincoln; Albert Schweitzer; Charles Darwin; Richard Gere e Mark Twain –Escritor.
(Autor: Sangue dos inocentes derramado!)


publicado por Maluvfx às 07:25
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Domingo, 5 de Junho de 2011
As pequenas BESTAS
Crónica por Rodrigo Guedes de Carvalho
"(...)

Dois miúdos, cada um com a sua câmara de vídeo. Um vai para o alto de um castelo, ou muralha, ou lá o que é. O outro fica lá em baixo. O lá de cima leva um gato nas mãos. Ri-se, mostra o animal à câmara e depois atira-o das alturas. Filma o seu gesto, o animal pelo ar. O de lá de baixo, já adivinharam, filma a parte final do voo do animal, o seu impacto no chão, a sua absurda morte emigalhada. Ri-se também para a câmara. Em ambos os casos, fazem comentários a condizer com a sua bestialidade.

Julgando ter graça, colocam sobre o voo do animal um som de gritos arábicos, jogando com a ideia de um gato-suicida. (...) Foi, digamos, a parte 'objectiva' desta crónica. Mas, na verdade, esclarecidos os factos, apetece-me ser pouco objectivo, e muito menos politicamente correcto. Porque em todos os casos em que falamos de miúdos vem logo a lengalenga da sua "condição sócio-económica", e do tipo de "referências que marcam a sua educação", mais o blá-blá de que não "há crianças más", e por aí a diante. Ouço estas explicações do costume, olho as imagens que não julgava possíveis, e só me apetece, confesso-vos, oportunidade de apanhar os miúdos e desabar-lhes uma chuva de estaladas até me fazer doer o braço, e fazê-los engolir ao pontapé o sorriso psicótico de imberbe homicida. Chocado com a minha afirmação? À vontade. Assumo-a e até a repetiria (...).

Acredito piamente que estes miúdos são umas bestas precoces, e quero lá saber do seu background. Quem faz isto dificilmente deixará de cometer outras crueldades. E não me venham, por favor, com a conversa que já ouvi de alguns amigos meus: "Ó pá, não me digas que quando eras puto nunca mandaste umas pedras aos gatos ou aos cães?..." Não, não mandei, desculpem lá. Não mandei nunca e não compreendi nunca quem o faça, embora viva num país onde uma das cançonetas para educar as criancinhas diz que "atirei o pau ao gato mas o gato não morreu". Sendo que a selvajaria de que falo não se compara com o atirar do calhau. Trata-se de uma maldade planeada, com um requinte de crueldade inimaginável.

(...)

Porque há uma certeza que ninguém me tira: quem é capaz de olhar nos olhos de um gato, ou qualquer outro animal, e prosseguir com o seu plano nojento e maquiavélico, será capaz de muitas coisas mais. Quem abusa, descarrega ou maltrata seres fracos ou indefesos, sejam gatos ou homens, só mosta que é uma besta cobarde. Tenha lá a idade que tiver. De pequenino se torce o pepino."

in TVmais


publicado por Maluvfx às 17:23
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Quinta-feira, 5 de Maio de 2011
Somos todos comida
João Ubaldo Ribeiro - O Estado de S.Paulo

Kimimasa Mayama/ReutersDepois da notícia de que, ao fim de prolongado debate jurídico, foi negado por um tribunal o habeas corpus impetrado em favor de um chimpanzé enjaulado em solidão no Zoológico de Niterói, vieram ao conhecimento público outras providências judiciais em nome de animais, pelo Brasil afora. Isso está ficando interessante. Antigamente, era fácil dizer que os animais não tinham direito nenhum, pois não são sujeitos de direito, não são pessoas, não podem acionar o poder judiciário, da mesma forma que não têm deveres, nem podem ser interpelados pela justiça. Direitos e deveres são província exclusiva do ser humano e, embora isso não soe bem, um cachorro, por exemplo, não tem o direito de não ser maltratado. O homem é que tem o direito de estabelecer em lei que maltratar um animal é criminoso e de protestar e intervir, quando a lei for descumprida.


Mas vivemos tempos mais complexos e em transformação quase frenética. As crenças antes estabelecidas e praticamente unânimes hoje mudam o tempo todo, somos intimidados pelas descobertas da física quântica, as certezas se tornam indagações e a eventual sensação de que ninguém sabe nada é inevitável. Já há quem sustente que pelo menos os chamados animais superiores, como o mencionado cachorro, têm consciência e emoções. Os donos de cachorros frequentemente acham que estes pensam, raciocinam e comunicam seus pensamentos, só faltando mesmo falar. Logo, têm direitos e talvez a única coisa que lhes negue a condição de sujeito de direito seja a circunstância de que a linguagem do cachorro ainda não tem tradutores oficializados. Mas talvez passe a ter no futuro e alguém venha a dizer que o Rex está se sentindo prejudicado pelo seu dono e quer constituir advogado, para o que aplicará a impressão de sua pata em uma procuração.

De certa forma, isso já começa a acontecer, como demonstra o caso do habeas corpus do chimpanzé. Seus advogados inferiram que, sem companhia e encarcerado, o chimpanzé é infeliz e consegue comunicar que, sim, gostaria de ser transferido para uma moradia condigna. Considerando a maravilhosa diversidade do ser humano, acho que, a partir desse precedente, viremos a testemunhar ações movidas não somente por cachorros, gatos, peixes de aquário e outros animais domésticos, mas também, antecipo eu, por bois de corte ou por frangos para abate. Não descarto até mesmo a possibilidade de medidas contra o que certamente se chamará "zoofobia", em cuja ilícita prática serão enquadrados, por exemplo, os que usarem as palavras "galinha", "vaca" ou "cadela" com intenção pejorativa.

A situação deverá evoluir, em futuro talvez não muito distante, para o estabelecimento dos níveis de consciência das espécies e a consequente maior ou menor abrangência de seus direitos. Não é descabido imaginar a promulgação de uma Declaração Universal dos Direitos dos Cães, ou do Estatuto do Gato e assim por diante, cada um deles definindo os critérios aplicáveis a cada espécie. É complicado, porque, por exemplo, o direito de latir, certamente parte indissolúvel da liberdade de expressão canina, pode conflitar com o direito ao silêncio de um vizinho humano, o que requererá imaginação e engenho da parte de legisladores e magistrados.

Questões éticas e morais, filosóficas mesmo, terão que ser encaradas, por mais incômodas que sejam. O morcego, em muitos casos inofensivo, amante das frutas e polinizador de pomares, pode ser discriminado apenas por ter, na opinião da maior parte das pessoas, uma aparência assustadora ou repulsiva? Nos desenhos animados e historietas infantis, serão adotadas cotas para a inclusão de animais normalmente marginalizados, a exemplo de lacraias, lesmas e piolhos? Aliás, é um direito do piolho infestar cabeleiras improdutivas e sugar uma cesta básica de sangue? Estará sujeito à acusação de omissão de socorro aquele que negar a uma futura mamãe mosquito da dengue o direito a uma picadinha que a ajudará a perpetuar sua espécie?

De propósito, deixei para o fim o direito mais básico, o direito à vida. Sem ele, evidentemente, os outros perdem o sentido. Pensando nele, argumentam os que se negam a consumir qualquer produto de origem animal. Nossa comida deveria ser apenas a que se consegue obter sem destruir nenhuma vida, nem mesmo, talvez, a das plantas. Nós somos os reis da Criação e não podemos agir como predadores.

Nós somos, isso sim, os reis da presunção. Imaginamos que a nossa moral é a moral da natureza, como se a natureza tivesse moral. Na natureza, continua um alegre come-come por tudo quanto é canto, um comendo o outro afanadamente, às vezes até de forma surpreendente, como no caso de um pelicano londrino que vi na internet. Esse pelicano, em seu andar balançado na grama de um parque, viu e fingiu nem notar um pombo a seu lado. Mas, num movimento rapidíssimo, engoliu o pombo, que ficou se agitando dentro daquele papo enorme, sem chance de escapar. Se as pessoas presentes à cena fossem do tamanho de pombos, o pelicano sem dúvida as comeria também, porque é assim a natureza. Nós achamos que somos os grandes comedores, só porque, do nosso ponto de vista, ocupamos o topo da cadeia alimentar. Ocupamos nada. Cada um de nós, mesmo os que não portam parasitas, é hospedeiro de uma infinidade de "ecossistemas", para não falar nos muitos animais que, por exemplo, vivem do sangue de mamíferos, inclusive nosso. Nós somos os favoritos de nós mesmos, não da natureza. Nossos corpos, biodegradáveis como são, para outras espécies não passam de simples comida e, homens, bichos ou plantas, a Terra acabará digerindo todos nós.
Foto: Kimimasa Mayama/Reuters


publicado por Maluvfx às 15:52
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Terça-feira, 31 de Agosto de 2010
Touros têm seus chifres queimados e agonizam até a morte, em festa espanhola.
Tradução por Luciana Galastri

Se você acha que a tourada é uma crueldade sem tamanho, espere só até ver as fotos do festival “Touro de fogo”, e você vai perceber que há maneiras bem piores de matar um animal inocente.

Homens colocam fogo nos chifres do animal indefeso, durante evento (Foto: Reprodução/Oddity Central)
Todos os anos, no segundo fim de semana de novembro, um verdadeiro show de horrores acontece em Medinacelli, uma cidade espanhola que, nos outros dias do ano, é muito bonita. Assim que o sol se põe, os mais truculentos homens da cidade vão para a praça, colocam duas grandes bolas de piche nos chifres de um touro e colocam fogo na substância.

Fotos: Reprodução/Oddity Central
Enquanto o fogo consome os chifres do touro, fagulhas caem nos olhos dos animais, causando uma dor indescritível. O touro corre, desesperado, normalmente se machucando ainda mais, enquanto o povo grita.
Depois de horas de sofrimento, o touro morre de agonia e seu corpo é dividido entre os participantes do evento.
Leia mais informações aqui.
Com informações do Oddity Central
via ANDA



Tradição de crueldade e estupidez

Touros são torturados e têm seus chifres queimados em festa espanhola

Por Raquel Soldera (da Redação)
No segundo sábado de novembro, todos os anos, um touro é torturado durante a ”celebração” espanhola “Touro de fogo”, em Medinaceli, um município da Espanha localizado na província de Sória, comunidade autônoma de Castela e Leão.
Durante cerca de 23 horas, como em todos os anos, um grupo de jovens locais agarra um touro em nome da tradição e com uma corda retorce seus chifres até conseguir imobilizá-lo em um poste de madeira.
Mas isso é só o começo de uma longa noite para o animal. Em seguida, aproveitam-se de que o animal não pode se mover e colocam duas bolas em seus chifres. Como é feito a cada ano, o touro tenta resistir em vão. Ainda não sabe o que vai acontecer, mas já espera o pior.
Os jovens, então, ateiam fogo nas bolas presas aos chifres e ao redor do animal, e soltam o touro em nome do festejo nacional. O animal se contorce, aterrorizado, e com os olhos abrasados pelo calor das chamas e dos pedaços de brasa que saltam da coroa de espinhos que lhe colocaram.
O fogo brota dos chifres e a fogueira ilumina o rosto de centenas de espectadores, que aplaudem entusiasmados, assim como os governantes do município, que financiam essa tortura pública a um animal.
Imagem: Reprodução/Heraldo de Soria
Imagem: Reprodução/Heraldo de Soria
Essa cena terrível voltou a acontecer, como em todos os anos, neste sábado (14), apesar das 7 mil assinaturas que o Partido Antitaurino Contra os Maus-tratos aos Animais (PACMA) apresentou. Essas assinaturas são provenientes de cidadãos de mais de 90 países, repugnados pela única celebração do touro de fogo que ainda sobrevive em Castela e Leão.
Um vídeo registrou as terríveis cenas de tortura praticada contra o animal.
As assinaturas, reunidas em apenas três semanas, foram entregues na delegação territorial do governo regional em Soria, apoiadas por 150 manifestantes vindos de Bilbao, Madri, Logronho e Valhadolide.
Os manifestantes exibiram nas portas da sede regional vários panfletos com apelos contra os maus-tratos aos animais, entre eles ‘Parem com as touradas’ e ‘Tauromaquia, vergonha nacional’.
Durante o manifesto, o PACMA chamou a atenção para o fato de que, em pleno século XXI, em Medinaceli ainda se queima vivo um animal “como se fosse um herege”.


publicado por Maluvfx às 19:02
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