Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010
URGENTE: Santuário das Fadas está sendo soterrado. Ajudem.
O Santuário das Fadas, que é responsável pelo resgate, junto aos Ativistas pelos Direitos Animais, pelo recebimento e manutenção de animais vítimas de atos de abuso e maus tratos, como caprinos, suínos, bovinos e galináceos, dentre outros, está precisando MUITO da SUA solidariedade.

Devido às chuvas, a área, de declive, desabou e muitos dos locais estão soterrados. O lado dos patos foi engolido pela terra. Os animais precisarão de abrigos provisórios e precisarão ser retirados. A entrada do local está coberta por terra.


Patrícia, mantenedora do Santuário, está sem dinheiro para contratar mão-de-obra para ajudá-la nos trabalhos no local. Ela está sem ajuda de custo.

Por favor, ajudem o Santuário das Fadas a continuar vivo. Ajudem os animais que, lá, encontraram liberdade e dignidade. Contribua com a recuperação do Santuário das Fadas, independentemente da região onde você more.

Divulgue para os seus amigos, familiares, colegas de trabalho. Juntos, podemos modificar a situação atual, que é caótica.

Contribua com qualquer quantia mas, por favor, vamos fazer uma corrente do bem.

Nome: Patrícia Fittipaldi
Banco: Itaú
ag. 0488
c/c: 59501-8

Telefone da Patrícia: (24) 2222-9665

Conheça o Santuário pelo site: www.santuariodasfadas.org

Pela Abolição da escravidão animal.
Pela Criação da Rede Solidária de Suporte à causa Animal.


publicado por Maluvfx às 12:20
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Terça-feira, 27 de Julho de 2010
Vá de férias sem abandonar os animais
Apelos na internet, nas clínicas veterinárias e até sensibilização nas escolas. A Associação Bracarense Amigos dos Animais - ABRA - desdobra-se em esforços e campanhas para que os animais sejam adoptados, mas as adopções têm sido “muito poucas” e com a chegada do Verão o número de abandonos aumenta.


Nos últimos dois meses, o número de animais deixados no canil/gatil municipal disparou. “Temos muitos dias da semana a serem entregues 10 cães por dia, entre os animais que são recolhidos pelas equipas da Agere e os animais entregues pelos donos”, confidenciou a vice-presidente da ABRA, Anabela Veloso. E, contrariamente aos anos anteriores, “nos últimos três meses o gatil tem estado lotado e não se consegue perceber porquê, porque os gatos são mais difíceis de capturar”.


Além disso, Anabela Veloso sublinhou o facto de cada vez mais pessoas entregarem os animais no canil/gatil. “Quando dizemos às pessoas que os animais podem ser abatidos, porque o tempo útil para arranjar um dono é muito curto, as pessoas acabam por levar de volta”, admitiu aquela responsável, informando que se coloca no site a fotografia do animal na tentativa de arranjar um novo dono.

As pessoas têm de estar conscientes de que quando entregam animais no canil, o seu destino é o abate. Só excepcionalmente eles são adoptados e isso é cada vez mais difícil”, referiu aquela responsável, evidenciando que no canil “80% dos animais são entregues pelos donos e 20% são recolhidos”.
Nesta altura do ano, lembrou Anabela Veloso, “já se vêem nas zonas limites da cidade, onde há montes, os animais pelas estradas fora. Há cada vez mais animais abandonados e cada vez menos adopções”, assegurou.

Donos mais responsáveis

Isto pode dever-se ao facto, acrescentou a vice-presidente, “das pessoas terem mais responsabilidade e estarem mais conscientes, que não podem ter um animal por ter, é preciso ter mais cuidados e por isso, preferem um animal que dê menos trabalho e com que gaste menos dinheiro. Nesse sentido nota-se que está a valer o trabalho”.

O apelo que Anabela Veloso deixou é que as pessoas antes de irem de férias que “tentem todas as possibilidades para não abandonarem os animais ou de os deixarem no canil”. E atirou: “enviem fotos e tentamos através do site encontrar famílias de acolhimento. Depois há outros serviços e hotéis ou até um vizinho ou familiar que não se importa de olhar e dar de comer”.
Entretanto, a ABRA durante o mês de Agosto continua com as campanhas de adopção, sendo no primeiro fim-de-semana do mês para cães e gatos e no terceiro sábado de cada mês para os gatos.

“Número de abates deve-se ao elevado número de abandonos”

A Associação Bracarense Amigos dos Animais (ABRA) repudia o teor das acusações feitas ao Canil Municipal de Braga, expressas numa petição on line, promovida pela Fraktal.
A ABRA reconhece, em comunicado, que “é imperioso promover a alteração de comportamentos e mentalidades, de modo a abandonar a prática de abate como forma de controlar o número de animais errantes”.

E vai mais longe: “é preciso contrariar o aumento do abandono e maus tratos dos animais, implementando medidas dissuasoras de tais práticas; além de promover e sensibilizar a população para a esterilização dos seus animais de estimação, com vista à dimi

nuição do número de animais errantes. E a ABRA defende ainda melhores condições para as infra-estruturas destinadas à recolha dos animais errantes, promovendo o seu acolhimento, consciencioso, por novos donos, em detrimento do seu abate e assegurar que se encontram preenchidas as condições fundamentais de higiene, alimentação, saúde e bem-estar de todos os animais que se encontram recolhidos nas referidas infra-estruturas.

Ainda em comunicado a direcção da ABRA sublinha que “os canis municipais existentes no nosso país são, maioritariamente de abate, não assegurando as mínimas condições de higiene, alimentação, saúde e bem-estar dos animais que se encontram depositados nos mesmos”.

Em contrapartida, acrescenta o mesmo documento, “a Câmara Municipal de Braga abriu as portas do canil municipal, permitindo que um grupo de voluntários se desloque diariamente às suas instalações para, em parceria com o município, acautelar, diariamente, que se encontram preenchidas as condições fundamentais de higiene, alimentação, saúde e bem-estar de todos os animais que aí se encontrem e, bem assim, zelar pela minimização do sofrimento de animais doentes, quando não for possível assegurar tratamento e/ou recobro adequados”.
Esta colaboração, ao longo dos últimos cinco anos, permitiu que inúmeros animais encontrassem novos donos.

Donos cada vez mais preocupados

O hotel canino da Quinta de St.ª Teresinha, em Merelim S. Pedro, é uma das várias opções existentes no concelho para deixar os animais, não só em tempo de férias.
César Sá, o proprietário daquele espaço com 12 anos, destaca o “ambiente familiar”, que ali se cria para os animais. “Apostamos num conceito familiar e, apesar de termos espaço e condições para crescer, optámos por ficar pelas 50 boxes disponíveis”.
A trabalhar no ramo por paixão, César confessa que é “gratificante o que os animais dão, até porque a interacção é fantástica”.

E em relação aos donos, o proprietário do hotel tem notado que “há uma grande preocupa- ção e respeito pelos animais, as pessoas têm consciência e querem deixar o cão bem tratado e telefonam diariamente para saber se os animais estão bem. Isso demonstra afecto e carinho”.

Numa quinta com cerca de dois hectares, César Sá garante que se pretende “dar férias aos animais. Eles aqui não estão presos, andam soltos e podem explorar todos os cheiros das várias árvores de fruto existentes”. E foi mais longe: “os cães brincam e socializam-se com outros animais, caso os donos autorizem. Há muita vegetação para proporcionar sempre sombra, sobretudo na época de calor”.

Mas César não recebe animais apenas nestes meses de Verão. “Temos animais durante todo o ano. Cada vez isso acontece mais por variados motivos, desde trabalho, divórcio, obras em casa, doença”, informou.
César admitiu que ainda não sentiu a crise. “As pessoas podem não ir tanto tempo de férias, em vez de irem um mês, já só vão 15 dias, e além disso já não vão só em Agosto, talvez por ser mais barato nos outros meses, mas continuam deixar os animais aqui”.

Por noite, cada animal paga 10 euros com tudo incluído. “Já tenho praticamente tudo reservado para o mês de Agosto”, assegurou o proprietário, referindo que chegam animais de famílias de várias localidades, desde Porto, Viana do Castelo, Barcelos, Esposende e Braga.


publicado por Maluvfx às 10:29
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Vá de férias sem abandonar os animais
Apelos na internet, nas clínicas veterinárias e até sensibilização nas escolas. A Associação Bracarense Amigos dos Animais - ABRA - desdobra-se em esforços e campanhas para que os animais sejam adoptados, mas as adopções têm sido “muito poucas” e com a chegada do Verão o número de abandonos aumenta.


Nos últimos dois meses, o número de animais deixados no canil/gatil municipal disparou. “Temos muitos dias da semana a serem entregues 10 cães por dia, entre os animais que são recolhidos pelas equipas da Agere e os animais entregues pelos donos”, confidenciou a vice-presidente da ABRA, Anabela Veloso. E, contrariamente aos anos anteriores, “nos últimos três meses o gatil tem estado lotado e não se consegue perceber porquê, porque os gatos são mais difíceis de capturar”.


Além disso, Anabela Veloso sublinhou o facto de cada vez mais pessoas entregarem os animais no canil/gatil. “Quando dizemos às pessoas que os animais podem ser abatidos, porque o tempo útil para arranjar um dono é muito curto, as pessoas acabam por levar de volta”, admitiu aquela responsável, informando que se coloca no site a fotografia do animal na tentativa de arranjar um novo dono.

As pessoas têm de estar conscientes de que quando entregam animais no canil, o seu destino é o abate. Só excepcionalmente eles são adoptados e isso é cada vez mais difícil”, referiu aquela responsável, evidenciando que no canil “80% dos animais são entregues pelos donos e 20% são recolhidos”.
Nesta altura do ano, lembrou Anabela Veloso, “já se vêem nas zonas limites da cidade, onde há montes, os animais pelas estradas fora. Há cada vez mais animais abandonados e cada vez menos adopções”, assegurou.

Donos mais responsáveis

Isto pode dever-se ao facto, acrescentou a vice-presidente, “das pessoas terem mais responsabilidade e estarem mais conscientes, que não podem ter um animal por ter, é preciso ter mais cuidados e por isso, preferem um animal que dê menos trabalho e com que gaste menos dinheiro. Nesse sentido nota-se que está a valer o trabalho”.

O apelo que Anabela Veloso deixou é que as pessoas antes de irem de férias que “tentem todas as possibilidades para não abandonarem os animais ou de os deixarem no canil”. E atirou: “enviem fotos e tentamos através do site encontrar famílias de acolhimento. Depois há outros serviços e hotéis ou até um vizinho ou familiar que não se importa de olhar e dar de comer”.
Entretanto, a ABRA durante o mês de Agosto continua com as campanhas de adopção, sendo no primeiro fim-de-semana do mês para cães e gatos e no terceiro sábado de cada mês para os gatos.

“Número de abates deve-se ao elevado número de abandonos”

A Associação Bracarense Amigos dos Animais (ABRA) repudia o teor das acusações feitas ao Canil Municipal de Braga, expressas numa petição on line, promovida pela Fraktal.
A ABRA reconhece, em comunicado, que “é imperioso promover a alteração de comportamentos e mentalidades, de modo a abandonar a prática de abate como forma de controlar o número de animais errantes”.

E vai mais longe: “é preciso contrariar o aumento do abandono e maus tratos dos animais, implementando medidas dissuasoras de tais práticas; além de promover e sensibilizar a população para a esterilização dos seus animais de estimação, com vista à dimi

nuição do número de animais errantes. E a ABRA defende ainda melhores condições para as infra-estruturas destinadas à recolha dos animais errantes, promovendo o seu acolhimento, consciencioso, por novos donos, em detrimento do seu abate e assegurar que se encontram preenchidas as condições fundamentais de higiene, alimentação, saúde e bem-estar de todos os animais que se encontram recolhidos nas referidas infra-estruturas.

Ainda em comunicado a direcção da ABRA sublinha que “os canis municipais existentes no nosso país são, maioritariamente de abate, não assegurando as mínimas condições de higiene, alimentação, saúde e bem-estar dos animais que se encontram depositados nos mesmos”.

Em contrapartida, acrescenta o mesmo documento, “a Câmara Municipal de Braga abriu as portas do canil municipal, permitindo que um grupo de voluntários se desloque diariamente às suas instalações para, em parceria com o município, acautelar, diariamente, que se encontram preenchidas as condições fundamentais de higiene, alimentação, saúde e bem-estar de todos os animais que aí se encontrem e, bem assim, zelar pela minimização do sofrimento de animais doentes, quando não for possível assegurar tratamento e/ou recobro adequados”.
Esta colaboração, ao longo dos últimos cinco anos, permitiu que inúmeros animais encontrassem novos donos.

Donos cada vez mais preocupados

O hotel canino da Quinta de St.ª Teresinha, em Merelim S. Pedro, é uma das várias opções existentes no concelho para deixar os animais, não só em tempo de férias.
César Sá, o proprietário daquele espaço com 12 anos, destaca o “ambiente familiar”, que ali se cria para os animais. “Apostamos num conceito familiar e, apesar de termos espaço e condições para crescer, optámos por ficar pelas 50 boxes disponíveis”.
A trabalhar no ramo por paixão, César confessa que é “gratificante o que os animais dão, até porque a interacção é fantástica”.

E em relação aos donos, o proprietário do hotel tem notado que “há uma grande preocupa- ção e respeito pelos animais, as pessoas têm consciência e querem deixar o cão bem tratado e telefonam diariamente para saber se os animais estão bem. Isso demonstra afecto e carinho”.

Numa quinta com cerca de dois hectares, César Sá garante que se pretende “dar férias aos animais. Eles aqui não estão presos, andam soltos e podem explorar todos os cheiros das várias árvores de fruto existentes”. E foi mais longe: “os cães brincam e socializam-se com outros animais, caso os donos autorizem. Há muita vegetação para proporcionar sempre sombra, sobretudo na época de calor”.

Mas César não recebe animais apenas nestes meses de Verão. “Temos animais durante todo o ano. Cada vez isso acontece mais por variados motivos, desde trabalho, divórcio, obras em casa, doença”, informou.
César admitiu que ainda não sentiu a crise. “As pessoas podem não ir tanto tempo de férias, em vez de irem um mês, já só vão 15 dias, e além disso já não vão só em Agosto, talvez por ser mais barato nos outros meses, mas continuam deixar os animais aqui”.

Por noite, cada animal paga 10 euros com tudo incluído. “Já tenho praticamente tudo reservado para o mês de Agosto”, assegurou o proprietário, referindo que chegam animais de famílias de várias localidades, desde Porto, Viana do Castelo, Barcelos, Esposende e Braga.


publicado por Maluvfx às 10:29
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Quarta-feira, 7 de Julho de 2010
África do Sul: ONG contra a crueldade com animais faz evento pró-Jabulani
Peta fará manifestação com modelos nus e corpos pintados com bandeiras dos países participantes da Copa para agradecer por bola sem couro animal

vaca preta placa
Muitos criticaram a Jabulani. Outros disseram que ela não era tão ruim assim. Elogios foram poucos, bem poucos, e vieram não de quem não joga futebol, mas de quem protesta contra a crueldade com os animais.
A organização Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, na sigla em inglês) vai promover na quinta-feira, em Joanesburgo, um evento para agradecer pelo fato de a bola da Copa do Mundo ter sido produzida sem utilizar couro de origem animal, com 32 modelos nus com o corpo pintado com as cores das bandeiras os países participantes do Mundial.



Vaca da Peta divulga evento pró-Jabulani em Joanesburgo (Foto: PH Peixoto / Globoesporte.com)
A Peta também agradeceu a algumas fornecedoras de material esportivo por produzirem chuteiras que também não são feitas com material de origem animal. A entidade também declarou-se "fã" de nove jogadores da Copa que calçam chuteiras de material sintético: Robinho, Cristiano Ronaldo, Deco, Steven Gerrard, Cesc Fabregas, Javier Mascherano, Mesut Özil e Andreas Iniesta.

- Nós parabenizamos a Fifa pela decisão de banir as bolas de couro bovino dos gramados - disse o diretor da Peta, Jason Baker.

Segundo a organização, a maior parte do couro utilizado na produção de bolas e chuteiras vem de países sem leis contra maus-tratos de animais, como China e Índia, e é retirado de bois e vacas submetidos a mutilações, queimaduras e exposição a doenças diversas.


publicado por Maluvfx às 16:42
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Sábado, 29 de Maio de 2010
ONG protetora dos animais compra ações de 80 empresas para influenciar em decisões


Kraft



A organização de proteção aos animais Peta (Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais, na tradução para o português) comprou ações de pelo menos 80 empresas cujas práticas a ONG condena, entre elas o McDonald's e a Kraft Foods.
O investimento faz parte de uma estratégia para diminuir a ocorrência de maus tratos a animais por parte da indústria de alimentos. Tornando-se acionista, a entidade tem o direito de apresentar suas ideias e seus estudos diretamente aos diretores e outros acionistas dessas companhias.
Segundo o jornal britânico Telegraph, a iniciativa parece estar funcionando. Os supermercados Safeway e os restaurantes Ruby Tuesday já concordaram em comprar produtos de fornecedores que pratiquem o abate de maneira mais 'humana', após terem sido apresentados às pesquisas da Peta. Essas empresas também optaram, desde então, por adquirir ovos de galinha e carne de porco de animais criados ao ar livre.
A organização é conhecida em todo o mundo por utilizar táticas pouco tradicionais e muito chamativas para protestar contra os maus tratos a animais. Uma de suas campanhas publicitárias, que condena a indústria de peles, traz celebridades nuas ao lado da frase 'Fique confortável na sua própria pele. E deixe os animais manterem a deles'. Pamela Anderson, Roger Moore e Sadie Frost são alguns dos famosos que já participaram da iniciativa.
Outras estratégias incluem mulheres semi-nuas tomando banho nas esquinas de ruas movimentadas, com o objetivo de chamar a atenção para a quantidade de água utilizada na produção de carne, além de pessoas espremidas em gaiolas para protestar contra a criação em confinamento.


Fonte

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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010
Após denúncia, Nestlé terá política contra desmatamento

A Nestlé anunciou dia 17 de maio a adoção de uma nova política interna que visa excluir o desmatamento de florestas tropicais de sua linha de produção, ao cortar de sua lista de fornecedores as empresas que destroem florestas para extrair matéria-prima da natureza.

A empresa tomou essa decisão após uma denúncia do Greenpeace sobre a procedência do óleo de dendê utilizado pela Nestlé para produzir chocolates como o KitKat. Segundo a ONG, o fruto era proveniente de áreas recém-desmatadas na Indonésia e sua extração estaria comprometendo a existência de espécies que já são ameaçadas de extinção, como os orangotangos. (Clique aqui e saiba mais.)

A ONG chegou a promover uma campanha mundial contra a ação da Nestlé. Em dois meses, milhares de pessoas contataram a empresa para avisar que não comprariam produtos ligados à destruição das florestas tropicais, o que fez com que a companhia alimentícia adotasse a política contra o desmatamento, anunciada ontem.

Segundo o diretor da campanha de Florestas do Greenpeace International, Pat Venditti, agora a ONG ficará de olho na Nestlé, para saber se a empresa de fato cumprirá sua promessa e adotará uma postura contra a destruição das florestas tropicais.

FontePlaneta Sustentável
via Planeta Vegetariano










Saiba mais sobre a Nestlé


publicado por Maluvfx às 23:22
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Sexta-feira, 14 de Maio de 2010
Quer ajudar os animais?

Eu quero ajudar os animais! O que eu faço??


Existem dezenas de bilhões de animais sofrendo consideravelmente enquanto você lê este blog. E muito pouca gente fazendo alguma coisa por eles. Qualquer iniciativa de ajudar os animais deve, então, ser bem aproveitada, informada e otimizada.

A primeira (e mais fácil, consome menos tempo) coisa que você pode fazer é mudar os seus hábitos de consumo. É verdade, todo hábito é um pouco difícil de mudar, mas se você quer fazer algo pelos animais, certamente essa opção lhe custará menos do que se dedicar a algum trabalho voluntário.

Por "hábitos de consumo" entenda-se principalmente os
alimentares ( seja vegetariano), mas também o hábito de comprar cães ou gatos em pet shops (não compre - adote), o nojento ato de abandoná-los quando tornam-se inconvenientes, a visita a um rodeio ou a um circo com animais, o engaiolamento de aves e até mesmo o pagamento da entrada do jardim zoológico. ( seja ético)

Portanto, esta primeira forma de ajudar os animais consiste, simplesmente, em 
deixar de ser cúmplice. Quase todos nós somos atores da exploração animal. Você pode - e deve - deixar de ser um ator da exploração animal, se quer ajudá-los. Então, a primeira oportunidade é a de deixar de fazer (o mal).

A segunda é a de fazer (o bem)Nesse caso existe um mundo de ativismo a ser descoberto, uma diversidade imensa de coisas que se pode fazer - desde ações independentes e inseridas no seu dia-a-dia (falar sobre o assunto para as pessoas, educar com o seu exemplo vegetariano, adotar animais, doar para ONGs atuantes, etc.) até ações em grupo e mais planejadas (panfletagem, voluntariado em ONGs, participação em eventuais manifestações, resgate e adoção de cães e gatos, etc.). 
Uma outra forma independente e eficiente de fazer algo pelos animais é produzir materiais que provoquem a reflexão a respeito da situação dos animais neste planeta, e soltá-los na internet. Pra quem gosta de escrever, programar, desenhar ou editar vídeos e imagens, é uma ótima idéia.

São importantes as informações a respeito de como se tornar vegetariano sem prejuízos nutricionais, como lidar com os clichês pró-exploração animal, como entrar em contato com ONGs que se encaixem no que você gostaria de fazer, entre outras informações de utilidade prática. Mas enquanto isso, você pode ir pesquisando no Google.


Texto de Argumento Animal e adaptado por mim.


publicado por Maluvfx às 11:26
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Quarta-feira, 5 de Maio de 2010
A ANIMAL Volta à Póvoa de Varzim para Protestar Mais Uma Vez Contra a Vergonhosa Garraiada Académica

Dia 9 de Maio, Domingo, entre as 14h30h e as 16h30m, em frente à Praça de Touros da Póvoa de Varzim
“Sou apenas uma, mas pelo menos sou uma. Não posso fazer tudo mas posso fazer algo; E não é porque não posso fazer tudo que vou recusar-me a fazer aquilo que posso fazer.” ~ Helen Keller.
Algumas pessoas insistem em acreditar que uma garraiada não é um evento cruel e indigno para os animais, mas esta crença é falsa, senão vejamos:
De acordo com o Decreto Regulamentar n.º 62/91, de 29 de Novembro, também designado por Regulamento do Espectáculo Tauromáquico, uma garraiada é uma variedade tauromáquica onde são lidados – quer por cavaleiros praticantes, quer por amadores – *garraios*. Ora, um *garraio* é um touro entre os dois e os três anos de idade (chamam-lhe vitelo desde que nasce até deixar de mamar, dessa altura e até aos dois anos de idade chamam-lhe bezerro, entre os dois e os três anos é chamado de garraio, entre os três e os quatro novilho, e depois touro), e se uma tourada já é um evento traumático para um animal adulto, mais será para um ainda jovem. Nas garraiadas, a dada altura, é comum uma série de estudantes saltarem para a arena e darem início ao que chamam “brincadeira” com o animal. A “brincadeira” passa por lhe puxarem o rabo, andarem com ele à roda, colocarem-se em cima dele, e por aí adiante. Estes e outros tipos de sevícias sucedem a um animal que não escolheu estar ali, não pertence ali, não faz ideia do que lhe está a acontecer, e só foi colocado nesta situação para divertir alguns daqueles que serão os decisores deste país num futuro próximo. Não é raro vermos estudantes ébrios a entrarem para as praças, o que faz com que a pouca-vergonha que ali se vai passar seja ainda mais descontrolada, e possa até culminar na morte do animal, como aconteceu há alguns anos com uma bezerra, que no meio de uma destas “brincadeiras”, foi morta por quebra de pescoço. Era a vida de uma jovem que a não pôde viver, apenas porque alguém de uma outra espécie precisou divertir-se e não encontrou outra forma menos doentia e primária para o fazer.
É especialmente chocante que as camadas mais jovens da sociedade, que deviam também ser as mais modernas e desenvolvidas intelectual e civilizacionalmente, participem neste tipo de diversão tão ancestral e vergonhoso.

  
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A ANIMAL Volta à Póvoa de Varzim para Protestar Mais Uma Vez Contra a Vergonhosa Garraiada Académica

Dia 9 de Maio, Domingo, entre as 14h30h e as 16h30m, em frente à Praça de Touros da Póvoa de Varzim
“Sou apenas uma, mas pelo menos sou uma. Não posso fazer tudo mas posso fazer algo; E não é porque não posso fazer tudo que vou recusar-me a fazer aquilo que posso fazer.” ~ Helen Keller.
Algumas pessoas insistem em acreditar que uma garraiada não é um evento cruel e indigno para os animais, mas esta crença é falsa, senão vejamos:
De acordo com o Decreto Regulamentar n.º 62/91, de 29 de Novembro, também designado por Regulamento do Espectáculo Tauromáquico, uma garraiada é uma variedade tauromáquica onde são lidados – quer por cavaleiros praticantes, quer por amadores – *garraios*. Ora, um *garraio* é um touro entre os dois e os três anos de idade (chamam-lhe vitelo desde que nasce até deixar de mamar, dessa altura e até aos dois anos de idade chamam-lhe bezerro, entre os dois e os três anos é chamado de garraio, entre os três e os quatro novilho, e depois touro), e se uma tourada já é um evento traumático para um animal adulto, mais será para um ainda jovem. Nas garraiadas, a dada altura, é comum uma série de estudantes saltarem para a arena e darem início ao que chamam “brincadeira” com o animal. A “brincadeira” passa por lhe puxarem o rabo, andarem com ele à roda, colocarem-se em cima dele, e por aí adiante. Estes e outros tipos de sevícias sucedem a um animal que não escolheu estar ali, não pertence ali, não faz ideia do que lhe está a acontecer, e só foi colocado nesta situação para divertir alguns daqueles que serão os decisores deste país num futuro próximo. Não é raro vermos estudantes ébrios a entrarem para as praças, o que faz com que a pouca-vergonha que ali se vai passar seja ainda mais descontrolada, e possa até culminar na morte do animal, como aconteceu há alguns anos com uma bezerra, que no meio de uma destas “brincadeiras”, foi morta por quebra de pescoço. Era a vida de uma jovem que a não pôde viver, apenas porque alguém de uma outra espécie precisou divertir-se e não encontrou outra forma menos doentia e primária para o fazer.
É especialmente chocante que as camadas mais jovens da sociedade, que deviam também ser as mais modernas e desenvolvidas intelectual e civilizacionalmente, participem neste tipo de diversão tão ancestral e vergonhoso.

  
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publicado por Maluvfx às 08:02
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Sexta-feira, 30 de Abril de 2010
Apoio à crueldade: ONG dos EUA financia comerciantes que exploram animais

Por Lobo Pasolini  (da Redação)
A ideia é boa e original. Kiva usa o alcance global da internet para conseguir empréstimos para pequenos comerciantes no terceiro mundo que precisam de ajuda para iniciar seu negócio. Quando eu descobri o website quatro anos atrás, gostei da ideia e me tornei um dos muitos credores. Você escolhe um pequeno negociante de sua preferência, transfere o crédito para ele e  quando o total é alcançado você recebe um e-mail avisando. O dinheiro é restituído como crédito quando o beneficiário faz o pagamento e o ciclo começa de novo. 
Porém, à medida que fui explorando melhor o website, percebi que a Kiva faz empréstimos para pessoas que exploram animais e isso entrou em conflito com o fato de que os animais não são propriedade humana e eles não devem ser explorados por ninguém e em nome de nenhuma causa, mesmo que aparentemente “filantrópica”. Compaixão, ética e solidariedade devem ser princípios básicos nas propostas de ajuda. Jamais a exploração deve estar embutida como parte da suposta solução.
Eu resolvi retirar o meu dinheiro da Kiva, quando percebi que um dos seus beneficiários era um homem na Bolívia que, além da atividade para a qual ele necessitava do empréstimo (cada comerciante ganha uma página com um perfil, na qual expõe o que quer fazer e quanto de dinheiro já conseguiu), ele cria “galos de briga”, ou seja, uma pessoa que fornece animais para rinhas de galo. O texto que descrevia essa atividade faz uma forte apologia  dessa atividade violenta:
“Seu principal trabalho é como motorista de táxi. Ele é solteiro e seu desejo de melhorar sua vida é evidenciado pelo fato de que ele também cria galos de briga. Rinhas de galo (…) foram criadas pelos humanos para sua diversão. A origem dessas lutas está na Ásia (…). Na Roma antiga, galos de briga era usados para inspirar coragem. Mais tarde, essa prática foi trazida para as Américas pelos conquistadores espanhóis.” Leia mais no site da Kiva.
Achei estranho que esse texto tivesse sido liberado para figurar no website da Kiva. Erros acontecem, por isso eu resolvi escrever para eles, alertando-os para o fato. Essa foi a resposta que eu recebi:
“Nós apenas proibimos empréstimos para atividades de negócios que são ilegais no país de origem ou empréstimos que, mesmo legais, violam as principais convenções da ONU. Nós confiamos que nossos parceiros de campo tomem suas decisões porque eles são familiarizados com as comunidades e culturas onde seus emprendedores vivem e trabalham. Ao passo que um empréstimo pode parecer ofensivo para uma pessoa, ele pode ser completamente normal em outro contexto cultural.”
Fiquei surpreso com essa política absolutamente questionável em relação à ética, por isso me sinto aliviado em ter me dissociado dessa ONG com um visão um tanto quanto limitada de justiça social. De fato, me arrependi de um dia ter apoiado essa organização que, no único contato que fiz com a qual, me deu uma resposta impessoal e que totalmente ignorou o meu motivo de preocupação.
Eu tive a impressão de se tratar de uma entidade com a mesma abordagem de uma empresa quando recebe uma reclamação: se não gostar, procura outra. Bem-estar animal não parece estar estar na agenda da Kiva. Por se tratar de uma empresa de ação global, usar a velha desculpa de ‘contextos culturais’ para ignorar o sofrimento alheio não cola. Então seria aceitável financiar alguém que forneça equipamento para mutilar genitalmente mulheres em um país onde isso é culturalmente aceito?
Justiça deve ser universal e ir além do que é tecnicamente legal. Ela tem que ser aplicada para todos os seres vivos que habitam este planeta e para a natureza que mantém esse organismo vivo em funcionamento. A perspectiva vegana não comporta essa visão parcial e excepcionalista do elemento humano na Mãe Terra. Por isso eu convido todos os veganos que estão lendo este texto a pesquisarem com muito cuidado a política de uma ONG antes de dar seu apoio a qualquer instituição. Você poderá estar apoiando a exploração animal por tabela.


publicado por Maluvfx às 00:52
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