Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sábado, 7 de Agosto de 2010
Use plantas para reduzir a poluição dentro de casa
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Quando se fala em plantas que absorvem gás carbônico, logo pensamos em árvores frondosas, geralmente raras nos grandes centros urbanos. Porém, é possível melhorar a qualidade do ar de casa cultivando plantas pequenas. Além de minimizar o efeito da fumaça de cigarros, escapamentos e outros tóxicos exalados por tintas, gasolina e produtos de limpeza, elas ainda deixarão sua casa mais bonita e você em maior contato com a natureza.

Algumas plantas, como a gérbera, podem ajudar a reduzir a poluição dentro de casa

Conheça algumas dessas espécies:

Babosa (Aloe vera): Absorve o formaldeído. Mantenha-a na sombra e espere a superfície do solo secar antes da próxima rega. Propaga-se a partir de rebentos que nascem na base da planta-mãe.

Clorófito (Chlorophytum): Absorve o monóxido de carbono. Por isso, mantenha-o próximo a uma janela, já que gosta de luz solar direta, e conserve o solo sempre úmido. O clorófito produz pequenas mudas, que devem ser reenvasadas.

Crisântemo (Chrysanthemu morifolium): Absorve o benzeno. A reprodução pode ser feita tanto por divisão de touceiras quanto por sementes. Regue-o com freqüência, mas sem encharcar o solo. Conserve o vaso próximo a uma janela.

Espada-de-São-Jorge (Sansevieria): Absorve o formaldeído. É típica planta de interior, pois sobrevive em ambientes com pouca sombra e pouca rega. A propagação é por estacas de folhas.

Filiodendro (Philodendron oxycardyun): Absorve benzeno e monóxido de carbono. Regue-o sempre antes de a terra secar completamente e deixe-o à meia sombra. Gosta também de vasos só com água. Propaga-se por estacas de galho.

Gérbera (Gerbera jamensonii): Absorve benzeno. Dentro de casa só permite a utilização como flor de corte e pode durar até 15 dias.

Jibóia (Scindapsus piclus argymeus): Absorve o formaldeído. Cultive-a na água ou na terra.

Lírio-amarelo (Hemerocallis flava): Absorve o monóxido de carbono. Como necessita de bastante luz, o ideal é cultivá-lo numa jardineira ou próximo à janela. Mantenha o vaso sempre úmido. Propaga-se por divisão de touceiras.

E se você tiver espaço em seu jardim, não deixe de plantar uma árvore. Um estudo da Universidade de São Paulo indica que algumas espécies absorvem mais CO2 da atmosfera, como Feijão-do-mato, Guapuruvu, Pau-jacaré, Jacarandá-da-bahia e Jatobá.

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Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010
Ora-pro-nobis: a planta que dá pão
Uma planta rica em proteínas que pode ajudar a minimizar o problema da fome não só no Brasil.

Por: Rogélio Dosouto
Conhecida popularmente como “ora-pro-nobis”, a planta Pereskia aculiata pertence à família dos cactos. É uma cactácea nativa da região que vem desde a Flórida até o Brasil. Trata-se de uma trepadeira que apresenta folhas suculentas e comestíveis, cuja forma lembra a ponta de uma lança. Por apresentar ramos repletos de espinhos e crescimento vigoroso, a planta pode ser usada com sucesso como uma cerca-viva intransponível.
Do ponto de vista ornamental, a “ora-pro-nobis” apresenta uma florada generosa que ocorre entre os meses de janeiro a abril, produzindo um espetáculo surpreendente. O curioso é que poucas pessoas conhecem ou tiveram a oportunidade de presenciar sua floração que, embora seja exuberante, é efêmera, pois dura apenas um dia. Uma outra característica interessante é que suas flores são muito perfumadas e melíferas, tornando o seu cultivo indicado também aos apicultores.
Após a floração, o “ora-pro-nobis” produz frutos em forma de pequenas bagas amarelas e redondas, entre os meses de junho e julho. E aí vem um ponto importante a ser observado: nem todas as variedades desta planta são comestíveis; apenas a que tem flores brancas, com miolo alaranjado e folhas pequenas.

Pão e macarrão verdes
As folhas do ora-pro-nobis, desidratadas, contém 25,4% de proteína; vitaminas A, B e C; minerais como cálcio, fósforo e ferro. É uma planta que merece atenção especial por seu alto valor nutritivo e facilidade de cultivo, inclusive doméstico.
Por apresentarem fácil digestão, as folhas da planta podem ser usadas de diversas formas. Uma boa alternativa é triturá-las com água no liquidificador e juntar à massa do pão, acrescentando ao alimento mais nutrientes e uma atraente cor verde. O mesmo pode ser feito com a massa de macarrão. As folhas podem também enriquecer saladas, refogados, sopas, omeletes, tortas ou mesmo dar mais riqueza ao nosso velho arroz-com-feijão.
O cultivo mecanizado e o processamento industrial do ora-pro-nobis poderiam representar uma revolução nos recursos alimentícios da humanidade. No entanto, essa planta é pouco conhecida. Ela poderia integrar planos de governo na recuperação de áreas degradadas e no combate à fome, mas os políticos são cegos para o que o povo precisa. Assim, enquanto o ora-pro-nobis não desperta interesse no plano governamental, o cultivo doméstico pode representar o primeiro passo para a abertura de uma nova alternativa para as regiões áridas.
Os estudos para o desenvolvimento genético dessa planta poderiam trazer grandes benefícios, mas enquanto isso não acontece, o ora-pro-nobis pode ser cultivado em jardins e quintais, onde suas propriedades nutricionais e ornamentais têm a oportunidade de ser exploradas.


"pereskia aculeata mill"

Responsabilidade social

Nikolaos A. Mitsiotis e Sra. Tércia Veras Wootton; Depois de vinte anos, duas pessoas dinâmicas recomeçam a atuar juntas em novo trabalho de grande importância social, no município de São Lourenço da Serra-Vale do Ribeira, 50 km do centro de São Paulo.

No passado atuaram juntos, na apicultura, envolvidos com trabalhos do "PROJETO ILHA DA VITÓRIA", que tem por escopo, a produção de rainhas de abelhas de raças mansas, indispensáveis para a apicultura nacional.

Tércia soube, através das reportagens de "O Estado de Minas" e do jornal "Vida Integral", de que o seu mestre em apicultura, Sr. Nikolaos A Mitsiotis, vem pesquisando o ora-pro-nobis, desde o ano de 2000, e inventou a novidade gastronômica, a salada de flores de pereskia - a qual foi um sucesso - resolveu convida-lo, para que ele apresentasse publicamente, esse vegetal, para um grupo de moradores de sua cidade, por saber que Nikolaos, se dedicou a pesquisar, soluções pelas quais as nossas universidades não se interessaram até o presente momento; que é sobre as técnicas de cultivo racional, diversidade de aplicações etc. e sobre as quais ele acumulou conhecimento indispensável, para qualquer pessoa interessada, em cultivar esse vegetal.
As pesquisas do Dr. José Cambraia de UFV, MG, realizadas há trinta anos, revelou que a peréskia é um vegetal comestível e que em suas folhas adultas, em média possui, 25% de proteína, a qual é "digestível" em 85%. Por ter esse alto teor de proteínas digestíveis e ser de fácil incorporação a uma grande variedade de alimento e receitas, pães, bolos, cozidos, etc, é, o vegetal salva-vidas/erradicador-da-fome.

Nikolaos acompanhado de seus colaboradores; Srs. Antônio Imperatore e José Luiz Monti, apresentou fisicamente o vegetal, projetou partes de um documentário de sua pesquisa onde se aprende que o valor ecológico da pereskia é muito elevado. Mostrou na prática, como se enriquece o pão de farinha branca (a de trigo), com a proteína do ora-pro-nobis ( na frente do grupo, foi preparado pão, assado e degustado), e todos adoraram o novo sabor. No final do evento, os presentes ganharam mudas de pereskia para dar início ao cultivo em suas propriedades, e uma muda (pedra fundamental) foi plantada , no quintal da Sra. Tércia,

São Lourenço da Serra, é a partir daquele dia (18/06/2003), o Centro Nacional de Divulgação e Disseminação da Pereskia aculeata Miller - ora-pro-nobis. A foto do grupo diante da muda, documentou o começo de um grande movimento, que inicialmente se difundirá por todos os municípios do Vale do Ribeira onde vivem milhares de pessoas pobres, para se saciar a fome delas. Desde o lançamento desta pedra fundamental, as mudas plantadas, já suportaram variações de temperaturas de -3 até 32 graus (inverno) e se mantém em perfeitas condições de crescimento e vitalidade.

Tercia Veras Wootton, que já foi Secretária da Cultura em São Lourenço da Serra, ao constatar a satisfação dos presentes e ouvir os seus depoimentos, disse ela; "HOJE FOI UM DIA MUITO FELIZ".

Na próxima semana, o grupo vai se reunir no sítio da Tércia, para começar a implantação do primeiro canteiro com 1000 mudas, doadas por Nikolaos e cada pessoa do grupo dos "fundadores" desse movimento, ganhará mais uma dúzia de mudas. Com este projeto de plantio, São Lourenço da Serra-SP, estabelece uma destinação muito mais nobre, objetiva e oportuna no combate a fome). e ultrapassa Sabará na quantidade plantada para uso comercial da Pereskia.

Tércia V.W., que também é presidente da AMTESP (Associação de Mulheres Trabalhadoras do Estado de São Paulo - Núcleo São Lourenço da Serra), já conhecia o ora-pro-nobis dos festivais mineiros, mas foi a partir das pesquisas, informações, avaliações e explicações fornecidas por Nikolaos A. Mitsiotis, que compreendeu a real importância desta planta simples, como elemento fundamental para erradicação da fome; fato muito bem conhecido por Tércia e pela AMTESP em sua região.

Foi a partir desse encontro, que ela compreendeu, porque esse vegetal nativo, direta e indiretamente representa "O MANÃ, PARA 100.000.000 DE BRASILEIROS", E PARA OUTROS MILHÕES DA AMERICA DO SUL.

E com todas estas propriedades para alimentação humana, não podemos esquecer que também é excelente suplemento alimentar para os animais de criação e indispensável plantar a pereskia e tê-la em suas propriedades. Dela, se beneficiam cabras, ovelhas, vacas, galinhas, patos, gansos, avestruzes, porcos, coelhos e pode ser incorporada a diversas rações industrializadas, para animais.



GASTRONOMIA
MISTURADO A VÁRIOS TIPOS DE CARNE, "VEGETAL DOS POBRES" CONQUISTA O PALADAR DOS MINEIROS E ATRAI CENTENAS DE PESSOAS A FESTIVAL EM SABARÁ.
O VERSATIL ORA-PRO-NOBIS.

MARLYANA TAVARES.

Ora-pro-nobis. Em bom latim,orai por nós. A expressão acabou dando nome ao vegetal também chamado "carne do pobre", por seu alto teor de proteína e a planta , há sete anos, inspira a realização de um festival que atrai centenas de turistas a Sabará, a 25 quilômetros de Belo Horizonte, na região metropolitana, mais precisamente no bairro Pompeu. Neste fim de semana, a iguaria estará sendo vendida, de varias formas, na sétima edição do evento. O prato, típico da cidade e figurinha fácil nas mesas de municípios históricos mineiros, pode ser preparado de vários jeitos. Com lingüiça costelinha, frango, carne moída, e até marreco e bacalhau. O festival acontece na quadra poliesportiva do Pompeu (r. José Vaz Pedrosa), regado, claro a muita "branquinha", outro produto da terra.

Dizem que a planta passou a se chamar assim porque existia no quintal de um padre. Enquanto ele rezava a missa e dizia o seu ora-pro-nobis, os catadores faziam a festa. Quem conta a historia é José dos Santos Pinto, de 73 anos, um dos plantadores e dono de um alambique no bairro Pompeu, onde aliás, se concentra a tradição, os cultivos da planta e restaurantes. Como o Moinho d'Água e o Alambique Armazém JP, na rua Jose Vaz Pedrosa.

Dona Maria Torres da Fonseca, de 73, mãe do proprietário do Moinho d' Água e o Alambique Armazém JP, na rua Jose Vaz Pedrosa., nem se lembra quando começou a fazer e comer o ora-pro-nobis, tão entranhado está o costume em sua família. "O mais comum é comer com arroz, feijão e angu", diz. E é outra Maria, a Maria Madalena Pinto, mãe da proprietária do Alambique Armazém JP, quem ensina os macetes de fazer o ora-pro-nobis: "Pega as folhas, corta como couve, e afoga. O segredo é ter ao lado uma água fervente. Assim que estiver afogado, jogue a água fervendo. É assim que se tira a baba. Depois, é só misturar a carne e deixar ferver mais um pouco".

José, Maria e Maria Madalena estarão nas barraquinhas do festival oferecendo seus pratos de ora-pro-nobis com temperos especiais. Mas o principal é o gostinho de tradição, que ao longo do tempo, quase foi sepultada. "A planta não depende de grandes tratos culturais e era bastante usada para proteger cercas. Ela foi marginalizada e quase esquecida", diz, sem saber direito explicar porque o costume quase se perdeu.


SALADA DE FLORES

Uma novidade que não será mostrada no festival vem de longe, em São Paulo, desenvolvida e testada pelo pesquisador Nikolaos Argyrios Mitsiotis. O pesquisador, de origem grega, tenta descobrir os segredos do ora-pro-nobis há três anos. Em meio às suas andanças e observações sobre as propriedades do ora-pro-nobis aplicadas à apicultura, acabou criando um prato novo, desta vez com as flores da planta, que ostenta o nome cientifico de Pereskia aculeata.
Segundo Mitisiotis, as saladas de flores podem ser de dois valores nutritivos. Se colhidas pela manhã, bem cedo, antes de serem visitadas pelos insetos polinizadores, a salada guardará mais proteínas. Afinal, em cada flor existe, aproximadamente, de 15 a 20 miligramas de néctar.Se as flores forem coletadas mais tarde, depois de exploradas pelos insetos, a salada será saborosa, mas de valor nutritivo menor. O pólen é quase proteína pura, e, não sendo coletado, confere um sabor, levemente adocicado, o que é agradável ao paladar. "Tempera-se com limão ou vinagre de maçã. Eu, pessoalmente, prefiro temperá-la com limão cravo e, junto, uso algumas folhas de rúcula, para dar um sabor picante", diz.
As saladas também podem ser feitas com os botões das flores, ensina o pesquisador. Neste caso, colhe-se os botões até três dias antes de se abrirem em flores, mergulha-se na água fervente, durante, no máximo 30 segundos. Dá até para fazer conservas de botões de ora-pro-nobis, garante Mitsiotis. Um detalhe: é preciso cortar os ovários espinhentos dos botões, antes de os refogar, coar temperar e servir. Estes podem ser armazenados na geladeira por dias. Bem-humorado, o pesquisador conta que ainda não batizou sua iguaria. Pensa em chamá-la salada do apicultor, antossalada, antossalada grega, ou antossalada da elite. Quem quiser dar uma opinião e até mesmo saber mais detalhes sobre esta diferente forma de usar o ora-pro-nobis, pode escrever para nikeeper@ig.com.br


Ilha Solteira
poderá produzir espécie de flor comestível

Ilha Solteira em breve poderá Ter um grande empreendimento agrícola, que resolverá bastante os problemas relacionados com a fome, com a plantação da ora-pro-nobis, Pereskia aculeata miller, também chamada de "carne do pobre" pelo seu alto teor de proteínas, cerca de 25% e tendo uma digestibilidade de 85%.
Essa descoberta é do apicultor Nikolaos Argyrios Mitsiotis de origem grega que desenvolveu e testou a salada de flores da Pereskia. Conforme pesquisas da Universidade Federal de Viçosa (MG), o ora-pro-nobis (orai por nos, em latim) é uma planta da família das cactáceas cujas folhas podem ser utilizadas não somente na alimentação humana, como também animal.

A iniciativa de trazer essa espécie para a Ilha Solteira foi de Milan Vassilievitch, que está estudando uma possibilidade de produzir o ora-pro-nobis entre os apicultores locais e produtores rurais do cinturão verde.
"Uma das vantagens do ora-pro-nobis é que a planta pode ser utilizada como cerca viva, não utilizando outras áreas de cultivo", disse Milan Vassilievitch. "O início da produção depende do interesse dos produtores, pois a planta é da família das cactáceas e se desenvolve em climas semi-áridos, que é uma das características de Ilha Solteira", concluiu.
O novo alimento é uma sensação gastronômica e promete competir com alimentos conhecidos, levando vantagens em alguns aspectos, no caso do milho híbrido, milho opaco, couve, alface e espinafre, a ora-pro-nobis tem teores excepcionalmente elevados de certos aminoácidos essenciais e não possuir nenhum princípio tóxico.
"O interesse maior em trazer a ora-pro-nobis para a Ilha Solteira é que a planta é multifuncional, além de ser um alimento cultivado na cerca, serve como ração animal e também é utilizada por apicultores", finalizou Mílan Vassilievitch.
 Mais informações escreva para Nikolaos Mitsiotis


Novo Alimento
é sensação gastronômica

A descoberta promete competir na mesa dos brasileiros levando vantagens, em alguns aspéctos, na comparação com alimentos conhecidos, como o milho

Segundo o apicultor Nikolaos Argyrios Mitsiotis "as saladas feitas com flores da peréskia (nome científico do ora-pro-nobis), podem ser de dois valores nutritivos. Pode-se colher as flores, de manhã, bem cedo. Desse modo, o pólen não foi ainda coletado pelos insetos e, em cada flor podem ser colhidos aproximadamente 20 miligramas, e 15-20 mg de néctar". Nicolaos lembra que o pólen é quase proteína pura, tornando o valor nutritivo da salada mais alto.

Cuidado com espinhos

O néctar dessa flor confere um sabor levemente adocicado sendo muito agradável ao paladar. Tempera-se a salada com limão ou vinagre de maçãs. "Eu pessoalmente, prefiro temperá-la com limão cravo e junto algumas folhas de rúcula, por serem um tanto picantes", afirma Nikolaos.
É preciso ter cuidado com os espinhos: "Segura-se cada flor, por suas pétalas, e corta-se o óvário da mesma, que é esférico e espinhento, e se aproveita apenas pétalas, estames e pistilo", ensina Nikolaos.
Se as flores forem coletadas depois de serem exploradas pelos insetos polinizadores, a salada será saborosa, porém seu valor nutritívo um pouco inferior

Riqueza em proteínas

Os botões são consumidos crus ou ligeiramente refogados. Um simples mergulhar na água fervente, com duração de 20 a 30 segundos é suficiente.

Segundo infome técnico da Universidade Federal de Viçosa (1) (Prof. José Cambraia) o ora-pro-nobis (pereskia aculleata Miller), é uma planta da família das cactáceas cujas folhas podem ser utilizadas não somente na alimentação humana, como também animal.

Além de não possuir nenhum princípio tóxico, é extremamente rico em proteínas de boa qualidade. Análises feitas em folhas do ora-pro-nobis mostraram que este vegetal possui 25% de proteinas, sendo alta a sua digestibilidade (85%). Além de apresentar uma composição bem balanceada, apresenta certos aminoácidos essenciais, em teores excepcionalmente elevados, destacando-se a lisina, cujo teor no ora-pro-nobis foi superior ao de vários alimentos tomados para comparação - caso do milho híbrido, milho opaco, couve, alface e espinafre


Mais informações
Fonte: "Vida Integral


Sai da cerca para a mesa

O ora-pro-nobis já foi considerado apenas uma moita espinhenta, boa para cercas. Mas ganhou fama e nobreza. Suas folhas e flores são comestíveis e vêm sendo utilizadas com maior freqüência na culinária mineira.

O sucesso é comprovado. Tanto que o ora-pro-nobis começa a ser cultivado para fins comerciais com boa dose de lucratividade.

Na região de Sabará, a 25 quilômetros de Belo Horizonte, no distrito de Pompeu, o ora-pro-nobis está ganhando espaço e garantindo renda para produtores de hortaliças. José dos Santos Pinto, proprietário do Alambique JP, acredita na cultura e passou a desenvolvê-la de maneira mais efetiva. Ele conhece a planta, das cercas dos vizinhos, desde criança. Mas só recentemente ampliou sua produção, que começou com um único pé, para consumo próprio. Hoje, já tem 150 metros de ora-pro-nobis plantados em cercas.

Para José dos Santos, a planta complementa a renda gerada pelas hortaliças, pela cachaça que produz e pelo restaurante que abre nos fins de semana e também oferece o ora-pro-nobis como um dos pratos principais.

“Na feira, em Sabará tudo que eu levo vende”, diz. Um pacote de 200gramas da planta, já picada em tiras mais grossas que couve, sai por R$ 0,80. Um quilo custa R$ 4.

A pequena produtora Maria Torres da Fonseca prefere vender o ora-pro-nobis apenas nos pratos que oferece no restaurante Moinho D’Água, também em Pompeu. O negócio cresceu a partir das receitas feitas com a planta, como a de marreco com ora-pro-nobis, que foi ganhando do primeiro concurso relacionado com a espécie promovido em Sabará. “Tudo o que planto coloco no restaurante. A procura é tanta que não dá para vender de outro jeito”, conta Maria, que já tem 200 arbustos cercando sua propriedade.

Tendo em vista a rusticidade do ora-pro-nobis, “que não tem frescura e nasce em qualquer lugar ocioso”, a lucratividade é interessante. O maior custo envolvido no processo é o de mão-de-obra para colher e picar as folhas. Segundo José dos Santos, que produz entre 16-e 25 quilos por semana, a planta só precisa de adubo orgânico e água para crescer e atingir um bom porte em três anos. A melhor época para a colheita é no período chuvoso, mais especificamente em abril. “No inverno a planta fica meio parada”, explica.

O apicultor Nikolaos Argyrios Mitsiotis, pesquisador do ora-pro-nobis, acredita que o vegetal, “de alto valor econômico e ecológico” (o grifo é do melissotróficas), vai ser rapidamente difundido por todo o Brasil e países da América do Sul. Isso porque nasce bem em todos as regiões e é extremamente nutritivo.

O QUE É
O ora-pro-nobis (pereskia aculeata Miller), do latim “orai por nós”, é uma planta cactácea que nasce em formato de moita. Dizem que seu nome foi criado por pessoas que colhiam a planta no quintal de um padre, enquanto ele rezava o seu “ora-pro-nobis”.

ORA-PRO-NOBIS, ENTREVISTA


Conhecendo Ora-pro-nobis

De acordo com informe técnico da Universidade Federal de Viçosa (Prof. José Cambraia) o “ora-pro-nobis” (Pereskia aculeata Mill) , “é uma planta da família das cactáceas cujas folhas podem ser utilizadas não somente na alimentação humana, como também animal.Além de não possuir nenhum princípio tóxico, é extremamente rico em proteínas de boa qualidade. Análises feitas em folhas do Ora-Pro-Nobis mostram que este vegetal possui 25% de proteínas, sendo alta a sua digestibilidade (85%) . Além de apresentar uma composição bem balanceada, apresenta certos aminoácidos essenciais, em teores excepcionalmente elevados, destacando-se a lisina, cujo teor no "ora-pro-nobis" foi superior ao de vários alimentos tomados para comparação. A comparação do teor de lisina no em relação a outros alimentos, gramas/Kg de peso seco: Ora-Pro-Nobis (11,5) Milho híbrido comum (2,3) ; Milha opaco-2 (4,6); Couve (0,5); Alface (0,5) ; Espinafre (1,6) .

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publicado por Maluvfx às 22:43
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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010
Argumento(?)
 
Não, plantas não sentem dor. As pseudopesquisas do autor do livro "a vida secreta das plantas" já foram refutadas há séculos. Mas alguns ainda vem com este argumento da figura - que no caso é pura brincadeira - mas alguns falam à sério.
Para os que ainda acreditam em papai noel e estas firulas, posso lhes garantir que se voces estão preocupadíssimos com as plantas (que são móveis e não tem sistema nervoso), mas pouco preocupados com animais (que notavelmente sentem dor e tem sistema nervoso semelhante ao nosso, ou pelo menos parecido), deve deixar de comer carne mesmo assim, pois a maioria dos animais abatidos são herbívoros, ou seja, eles comem as plantas. Se voce se preocupa tanto com as plantinhas assim, por que será que ainda continua a comer animais e ajudar a reproduzir bilhões de herbívoros para abate, que devoram plantas - a maioria inclusive que servem à alimentação humana?
Desobediência Vegana

As Plantas, por Simone Nardi 

Plantas sentem dor? por Rose Freymann

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publicado por Maluvfx às 23:42
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Sexta-feira, 14 de Maio de 2010
A planta que recolhe dejetos de animais e recicla em alimento
planta (N.lowii ) que é típica da ilha de Bornéu é a única do mundo que recolhe dejetos de animais e recicla, transformando-os em uma substância açucarada, consumida pelo Tupaia Montana e outros animais.


A planta que recolhe dejetos de animas e recicla em alimento
O fotográfo capturou o animal alimentando-se da planta e usando o vaso coletor de dejetos que depois são reciclados (Daily Mail)


Aproveitando de um momento único, o fotógrafo conseguiu fotografar, pela primeira vez, uma Tupaia Montana, usando uma planta tanto para sua alimentação, quanto como banheiro.
A planta que é típica da ilha de Bornéu é a única do mundo que recolhe dejetos de animais e recicla, transformando-os em uma substância açucarada, consumida pelo Tupaia Montana e outros animais.
É uma situação onde todas as partes envolvidas saem ganhando, entre os quais o esquilo. Ele é atraído para a planta, quando sente o “ligeiro odor desagradável”, mas de sabor doce, quando exalado, conforme noticiado no Daily Mail.


Esta planta que inicia sua vida como carnívora, larga esta sua função, depois de alguns anos e passa a recolher e reciclar dejetos de animais.
Sua auto-suficiência significa que ela vive em um habitat conhecido por ser pobre em nutrientes. Tornou-se uma das máquinas de reciclagem da natureza, proporcionando o  melhor que os animais das montanhas precisam. Uma demonstração de “inteligência vegetal”, assim como outra planta cujas flores acenam para os insetos, a fim de atrair agentes polinizadores.


Uma lição que poderia ser aprendida por cada nação, que está em desvantagem no quesito reciclagem.


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publicado por Maluvfx às 19:44
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