Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011
«Sacos de plástico Reduzimos o consumo, reutilizamos mais e aprendemos a reciclar. Não chega!»
Continuam omnipresentes, mas há um novo cuidado na maneira como os gastamos: passaram a ser pagos, são biodegradáveis ou existem em formatos maiores para poderem ser utilizados várias vezes. Há menos desperdício, mas é só nos sacos de plástico. E o resto?
Por Nicolau Ferreira e Rui Gaudêncio

Até há poucos anos chegávamos a sentir-nos ultrajados quando ficávamos sem sacos de plástico na caixa de um supermercado e tínhamos de pedir mais um para guardar as últimas três latas de atum e a garrafa de óleo. O gesto automático do empregado que nos atendia era suficiente para nos sossegar. As mãos desapareciam por baixo do balcão onde passam as compras e voltavam a aparecer com mais um molho de sacos com um ar resistente, desinfectado e fresco – como se tivessem acabado de nascer ali, de propósito para nós. O atum e o óleo eram guardados, preenchendo um terço do saco, pagava-se a conta e a missão estava cumprida. Levávamos para casa muitos sacos de plástico com múltiplas funcionalidades, em que o único perigo era causar a asfixia de crianças.

Durante décadas, poucos se interrogaram do impacto que esta transacção tinha na natureza. Mas a onda ambiental que tem vindo a atravessar o globo viu neste objecto, representante da cultura do desperdício, um alvo para passar uma mensagem. Os sacos de plástico, tão omnipresentes como os carros de cinco portas e o ar condicionado, tornaram-se o símbolo da luta pelo ambiente.

Em Portugal ainda não há leis como na Irlanda, em Gales ou em algumas cidades dos Estados Unidos que taxaram universalmente o saco, mas notam-se diferenças. Apareceram no mercado sacos que se intitulam biodegradáveis, foram fabricados sacos encanastrados, resistentes e maiores, de longa duração. Supermercados que distribuíam livremente passaram a pedir taxas simbólicas por cada unidade. A situação mudou, os hábitos das pessoas também e já pensamos um segundo, quando o empregado de balcão nos pergunta o número de sacos que queremos.

“Enquanto não se pagava, era tudo nosso; agora, como é a pagar, as pessoas já se encolhem um bocadinho, como é normal”, diz Fátima Ribeiro, 43 anos, à saída de um Pingo Doce em Lisboa. A cadeia de supermercados da Jerónimo Martins teve uma vitória indiscutível, ao conseguir diminuir o consumo de 60 por cento dos sacos de plástico desde que, em 2006, introduziu a taxa de valor simbólico de dois cêntimos por saco.

Segundo a empresa, a aposta era ambiental. “O Pingo Doce acredita que deve assumir uma posição que motive a poupança de recursos naturais e de sensibilização do consumidor”, explica por e-mail Rita Cardoso, assessora da empresa. A aposta é bem intencionada, mas o plástico que se continua a levar para casa e a deitar fora em embalagens, invólucros, garrafas de água é em proporções absurdas. Já para não falar no sem-número de problemas ambientais e ecológicos que o mundo engendrou – no topo dos quais aparecem as alterações climáticas, a falta de água e a extinção de espécies.

Estamos a aprender a poupar nos sacos, e depois?

Toneladas de lixo

Desde passarem a ser identificados como flor nacional (não oficial) da África do Sul até serem os responsáveis pelas cheias no Bangladesh durante o final dos anos de 1990 por entupirem o sistema de esgotos (os séculos que demoram a degradar-se faz com que se acumulem rapidamente), os sacos de plástico costumam aparecer pelos piores motivos nas notícias relacionadas com o ambiente.

Não é só uma questão de serem fabricados a partir de um subproduto do petróleo, um recurso não renovável e por isso não sustentável, com emissões de CO2 associadas à sua síntese e transporte. Há o problema acrescido de muitos países não fazerem recolha dos sacos de plástico, que acabam dispersos na natureza. “Muitas aves e tartarugas acabam por ingerir esses elementos e os animais morrem sufocados,” exemplifica Rui Berkemeier, fundador e coordenador do Centro de Informação de Resíduos da Quercus.

Os primeiros compostos que precederam o plástico nasceram durante a segunda metade do século XIX, mas os sacos só começaram a ser introduzidos em massa cem anos depois. Jaime Festas é do tempo em que as pessoas não os usavam. O dono de uma das mercearias do Bairro da Graça, em Lisboa, tem 53 anos e mais de 40 a trabalhar no negócio. Recorda-se das almotolias de folha de metal para o transporte do azeite, dos garrafões de vidro para a água mineral, do papel onde se punha a quantidade de manteiga ou banha que se pesava. Para o transporte das compras serviam os sacos de papel, que continua a defender veementemente como uma indústria que se poderia desenvolver em Portugal, e os cestos de verga que as empregadas utilizavam. “Lembro-me da vinda dos sacos de plástico”, diz.

São indiscutíveis os benefícios que todos viram no objecto: é mais higiénico, não verte líquidos, é impermeável, leve mas com uma grande resistência, pode ser utilizado várias vezes. Hoje, Jaime Festas fornece gratuitamente os sacos de plástico aos clientes, e paga um euro e meio por quilo do material.

“Estima-se que a quantidade de sacos de plástico colocados no comércio retalhista varie entre 10 mil e 20 mil toneladas”, explica por e-mail Rui Toscano, que preside ao conselho de administração da Plastval, a sociedade anónima que foi criada há 13 anos por um conjunto de indústrias do plástico, depois de uma directiva comunitária estabelecer metas para a reciclagem.

Em 2008, reciclaram-se em Portugal 35 mil toneladas de plástico, cinco mil das quais eram sacos – cerca de metade de todo o tipo de plástico, na versão de filme, composto por uma substância chamada polietileno que é reciclado. Os sacos representam menos de 15 por cento de todo o plástico reciclado.

As normas europeias prevêem que em 2011, em Portugal, mais de um quinto (22,5 por cento) do plástico seja reciclado. “A taxa de reciclagem nacional do plástico situa-se nos 19,1 por cento; se estivéssemos em 2011, a meta não estaria atingida, razão pela qual continua a ser necessária a participação de todos os cidadãos na separação e deposição selectiva do material plástico”, observa Rui Toscano. Não se pense, contudo, que a tendência para a produção deste material sintético, capaz de ser moldado em milhares de objectos diferentes e que é utilizado para fazer tudo, desde carros até material para informática, vá diminuir.

Segundo o relatório The Compelling Facts about Plastics 2009, publicado há menos de um mês pela Plastics Europe, foram produzidos no ano passado 245 milhões de toneladas de plástico em todo o mundo, tendo havido uma diminuição em relação ao ano anterior como efeito directo da recessão mundial. No entanto, as estimativas – para 2015 – das necessidades dos cidadãos deverão exigir à indústria mundial uma produção de cerca de 328 milhões de toneladas. É provável que daqui a meia década levemos menos sacos para casa, mas mais plástico.

Opções diferentes

No dia-a-dia há quem veja as medidas que estão a ser tomadas pelos supermercados como o Pingo Doce um arranque positivo para uma cultura com menos desperdício. “Acho que nunca se deve chamar inútil a um esforço”, defende João Pedro Frazão, estudante do ensino superior, que diz ter alterado o seu comportamento desde que foi obrigado a pagar os sacos de plástico. “O facto de pagar, para além da parte financeira – não é que sejam muito caros -, obriga uma pessoa a pensar: se calhar é melhor reutilizar, comprar sacos para o lixo.” O jovem de 21 anos aponta para as alternativas que existem, como os sacos encanastrados, que são maiores e podem ser reutilizados.

Tanto o Pingo Doce como, entre outros, a cadeia de supermercados Continente (empresa pertencente ao grupo que detém o PÚBLICO) têm à disposição do consumidor este tipo de saco, que se pode adquirir a 50 cêntimos. Mas a filosofia do grupo da Sonae é diferente em relação aos sacos comuns. “Consideramos que os sacos são “embalagens de serviço”, sendo entendidas como parte da globalidade dos serviços que prestamos, para os quais não faz sentido introduzir pagamentos”, defende por e-mail a assessoria da empresa.

Esta opinião é partilhada por João Pereira Pestana, de 56 anos, que paga pelos sacos de plástico que leva. “Se vimos às compras, temos de levá-las. Tem de haver um saco de plástico – dado ou por uma quantia simbólica.” E para o pasteleiro a questão dos dois cêntimos cobrados pelo Pingo Doce “não é uma quantia simbólica, ao fim de muito tempo é um valor mesmo”. No caso do Minipreço, onde sempre se pagaram os sacos de plástico, o valor sobe para três cêntimos.

Ainda assim é uma quantia irrisória, quando comparada com o que se passa na Irlanda, onde o preço dos sacos de plástico, imposto pelo Estado, começou por ser de 15 cêntimos em 2002 e mais recentemente subiu para 22. Depois de a medida ter sido aplicada houve uma redução de 90 por cento no número de sacos de plástico utilizados.

A alternativa ambiental do Continente foi apostar nos sacos oxodegradáveis. “O novo saco-cliente [o saco comum] é fabricado através de um processo de inovação tecnológica que garante a degradação do plástico em apenas alguns meses, sem qualquer intervenção humana.” A composição do saco leva um aditivo que, supostamente, torna as ligações moleculares mais fracas e permite aos microrganismos uma degradação mais fácil. Segundo a Sonae, os sacos ficarão degradados totalmente “entre 18 a 24 meses”.

A Quercus está desde Janeiro a realizar uma experiência para comprovar a capacidade de degradação deste novo material. Quatro ambientes diferentes testam a resistência do plástico – água normal, água salgada, envoltos em lixo e em cima da terra. Em todas as experiências o material está submetido à luz natural. Até agora os sacos de plástico parecem continuar tão viçosos como no primeiro dia.

Rui Berkemeier, que questiona as novas propriedades do material, alerta que a grande discussão a nível mundial é o impacto do material. “Os oxoplásticos entram na natureza de uma forma perniciosa”, alerta, explicando que não se sabe que efeito vão ter nas cadeias alimentares.

O ambientalista argumenta que devem ser tomadas medidas de racionalização do plástico, preferindo que o material seja utilizado para fabricar objectos de longa duração: “O plástico tem propriedades fantásticas, não faz sentido ser utilizado em produtos descartáveis.” Quanto ao saco de plástico, defende que não seja oferecido. “Os dois maiores partidos têm no seu programa de Governo medidas explícitas para reduzir o consumo de sacos de plástico, defendemos que haja um consenso,” diz, explicando que uma medida destas seria um símbolo muito importante para a luta pelo ambiente.

Para Margarida Silva, ambientalista do Porto, apesar de útil, passar a pagar por cada saco de plástico teria um efeito meramente cosmético. “O plástico é um subproduto do refinamento do petróleo; o nosso grande problema é estarmos toxicodependentes do petróleo energeticamente. Isso é um tabu ainda maior do que o plástico.”

A Plastval confirma que apenas quatro por cento do petróleo bruto extraído anualmente é utilizado na produção de matérias-primas plásticas. Aos ambientalistas esta associação responde que “políticas ambientais baseadas na limitação do crescimento são falsas políticas ambientais” e deve-se apostar em dar mais valor aos produtos através de uma redução na produção e eliminação dos resíduos. “O desempenho ambiental da produção, uso e destino final dos sacos de plástico é superior, quando comparado com outros materiais alternativos”, lembra a Plastval.

No final do dia, o papel máximo do cidadão parece reduzir-se a separar o lixo correctamente.

Acreditar no gesto

Na Miosótis de São Sebastião, em Lisboa, os sacos de plástico são a excepção. O segundo supermercado de produtos biológicos da empresa tem uma filosofia clara assente na redução do consumo, reutilização e reciclagem. Os únicos sacos de plástico que o P2 viu foram junto aos frescos, para os legumes molhados. “Incentivamos as pessoas a trazerem um saco para o pão, um saco para os legumes”, explica Ângelo Rocha, um dos donos da Miosótis, acrescentando que as pessoas que vão ali fazer um consumo ecológico “devem ter um comportamento ecológico também em relação ao saco”.

Para quem se esquece de trazer sacos há à venda sacos de pano ou de papel. Se o cliente não quiser pagar, tem ainda disponíveis as caixas de cartão que vieram com os produtos e que já não são utilizadas. Dentro da loja o plástico não abunda ou está concentrado nos carrinhos das compras reciclados que são feitos a partir de 25 garrafas plástico de litro e meio. Há cereais a granel e os produtos frescos têm uma embalagem simples, com um tamanho mínimo, para reduzir o plástico utilizado. Segundo Ângelo Rocha, as marcas optaram por embalagens mais “justas” na sequência da pressão dos consumidores com maiores preocupações ecológicas.

Os clientes que vão à loja apreciam os produtos pela qualidade e o “sabor”, como é o caso de Dina Dima, que acrescenta ser também uma forma de poluir menos. “É menos prejudicial no futuro, sei que é mais caro, mas que traz vantagens para mim e para todos, no final”, explica a conservadora de museus, de 46 anos, que deixou de utilizar sacos de plástico desde que vai à Miosótis. E não acha que poupar nos sacos de plástico é uma gota no oceano? “É, mas eu acho importante, tenho de acreditar, se não, parava.”

Quando Dina passa pela caixa do supermercado, o diálogo não será assim tão diferente. “Às vezes, quando me esqueço dos sacos, tenho de comprar aqui. São muitas as vezes em que me esqueço.”»

In Jornal Público, 02 de Novembro de 2009


Sacos Plástico…Será Que Não Os Dão Por Questões Ambientais Ou Económicas??



publicado por Maluvfx às 05:36
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«Sacos de plástico Reduzimos o consumo, reutilizamos mais e aprendemos a reciclar. Não chega!»
Continuam omnipresentes, mas há um novo cuidado na maneira como os gastamos: passaram a ser pagos, são biodegradáveis ou existem em formatos maiores para poderem ser utilizados várias vezes. Há menos desperdício, mas é só nos sacos de plástico. E o resto?
Por Nicolau Ferreira e Rui Gaudêncio

Até há poucos anos chegávamos a sentir-nos ultrajados quando ficávamos sem sacos de plástico na caixa de um supermercado e tínhamos de pedir mais um para guardar as últimas três latas de atum e a garrafa de óleo. O gesto automático do empregado que nos atendia era suficiente para nos sossegar. As mãos desapareciam por baixo do balcão onde passam as compras e voltavam a aparecer com mais um molho de sacos com um ar resistente, desinfectado e fresco – como se tivessem acabado de nascer ali, de propósito para nós. O atum e o óleo eram guardados, preenchendo um terço do saco, pagava-se a conta e a missão estava cumprida. Levávamos para casa muitos sacos de plástico com múltiplas funcionalidades, em que o único perigo era causar a asfixia de crianças.

Durante décadas, poucos se interrogaram do impacto que esta transacção tinha na natureza. Mas a onda ambiental que tem vindo a atravessar o globo viu neste objecto, representante da cultura do desperdício, um alvo para passar uma mensagem. Os sacos de plástico, tão omnipresentes como os carros de cinco portas e o ar condicionado, tornaram-se o símbolo da luta pelo ambiente.

Em Portugal ainda não há leis como na Irlanda, em Gales ou em algumas cidades dos Estados Unidos que taxaram universalmente o saco, mas notam-se diferenças. Apareceram no mercado sacos que se intitulam biodegradáveis, foram fabricados sacos encanastrados, resistentes e maiores, de longa duração. Supermercados que distribuíam livremente passaram a pedir taxas simbólicas por cada unidade. A situação mudou, os hábitos das pessoas também e já pensamos um segundo, quando o empregado de balcão nos pergunta o número de sacos que queremos.

“Enquanto não se pagava, era tudo nosso; agora, como é a pagar, as pessoas já se encolhem um bocadinho, como é normal”, diz Fátima Ribeiro, 43 anos, à saída de um Pingo Doce em Lisboa. A cadeia de supermercados da Jerónimo Martins teve uma vitória indiscutível, ao conseguir diminuir o consumo de 60 por cento dos sacos de plástico desde que, em 2006, introduziu a taxa de valor simbólico de dois cêntimos por saco.

Segundo a empresa, a aposta era ambiental. “O Pingo Doce acredita que deve assumir uma posição que motive a poupança de recursos naturais e de sensibilização do consumidor”, explica por e-mail Rita Cardoso, assessora da empresa. A aposta é bem intencionada, mas o plástico que se continua a levar para casa e a deitar fora em embalagens, invólucros, garrafas de água é em proporções absurdas. Já para não falar no sem-número de problemas ambientais e ecológicos que o mundo engendrou – no topo dos quais aparecem as alterações climáticas, a falta de água e a extinção de espécies.

Estamos a aprender a poupar nos sacos, e depois?

Toneladas de lixo

Desde passarem a ser identificados como flor nacional (não oficial) da África do Sul até serem os responsáveis pelas cheias no Bangladesh durante o final dos anos de 1990 por entupirem o sistema de esgotos (os séculos que demoram a degradar-se faz com que se acumulem rapidamente), os sacos de plástico costumam aparecer pelos piores motivos nas notícias relacionadas com o ambiente.

Não é só uma questão de serem fabricados a partir de um subproduto do petróleo, um recurso não renovável e por isso não sustentável, com emissões de CO2 associadas à sua síntese e transporte. Há o problema acrescido de muitos países não fazerem recolha dos sacos de plástico, que acabam dispersos na natureza. “Muitas aves e tartarugas acabam por ingerir esses elementos e os animais morrem sufocados,” exemplifica Rui Berkemeier, fundador e coordenador do Centro de Informação de Resíduos da Quercus.

Os primeiros compostos que precederam o plástico nasceram durante a segunda metade do século XIX, mas os sacos só começaram a ser introduzidos em massa cem anos depois. Jaime Festas é do tempo em que as pessoas não os usavam. O dono de uma das mercearias do Bairro da Graça, em Lisboa, tem 53 anos e mais de 40 a trabalhar no negócio. Recorda-se das almotolias de folha de metal para o transporte do azeite, dos garrafões de vidro para a água mineral, do papel onde se punha a quantidade de manteiga ou banha que se pesava. Para o transporte das compras serviam os sacos de papel, que continua a defender veementemente como uma indústria que se poderia desenvolver em Portugal, e os cestos de verga que as empregadas utilizavam. “Lembro-me da vinda dos sacos de plástico”, diz.

São indiscutíveis os benefícios que todos viram no objecto: é mais higiénico, não verte líquidos, é impermeável, leve mas com uma grande resistência, pode ser utilizado várias vezes. Hoje, Jaime Festas fornece gratuitamente os sacos de plástico aos clientes, e paga um euro e meio por quilo do material.

“Estima-se que a quantidade de sacos de plástico colocados no comércio retalhista varie entre 10 mil e 20 mil toneladas”, explica por e-mail Rui Toscano, que preside ao conselho de administração da Plastval, a sociedade anónima que foi criada há 13 anos por um conjunto de indústrias do plástico, depois de uma directiva comunitária estabelecer metas para a reciclagem.

Em 2008, reciclaram-se em Portugal 35 mil toneladas de plástico, cinco mil das quais eram sacos – cerca de metade de todo o tipo de plástico, na versão de filme, composto por uma substância chamada polietileno que é reciclado. Os sacos representam menos de 15 por cento de todo o plástico reciclado.

As normas europeias prevêem que em 2011, em Portugal, mais de um quinto (22,5 por cento) do plástico seja reciclado. “A taxa de reciclagem nacional do plástico situa-se nos 19,1 por cento; se estivéssemos em 2011, a meta não estaria atingida, razão pela qual continua a ser necessária a participação de todos os cidadãos na separação e deposição selectiva do material plástico”, observa Rui Toscano. Não se pense, contudo, que a tendência para a produção deste material sintético, capaz de ser moldado em milhares de objectos diferentes e que é utilizado para fazer tudo, desde carros até material para informática, vá diminuir.

Segundo o relatório The Compelling Facts about Plastics 2009, publicado há menos de um mês pela Plastics Europe, foram produzidos no ano passado 245 milhões de toneladas de plástico em todo o mundo, tendo havido uma diminuição em relação ao ano anterior como efeito directo da recessão mundial. No entanto, as estimativas – para 2015 – das necessidades dos cidadãos deverão exigir à indústria mundial uma produção de cerca de 328 milhões de toneladas. É provável que daqui a meia década levemos menos sacos para casa, mas mais plástico.

Opções diferentes

No dia-a-dia há quem veja as medidas que estão a ser tomadas pelos supermercados como o Pingo Doce um arranque positivo para uma cultura com menos desperdício. “Acho que nunca se deve chamar inútil a um esforço”, defende João Pedro Frazão, estudante do ensino superior, que diz ter alterado o seu comportamento desde que foi obrigado a pagar os sacos de plástico. “O facto de pagar, para além da parte financeira – não é que sejam muito caros -, obriga uma pessoa a pensar: se calhar é melhor reutilizar, comprar sacos para o lixo.” O jovem de 21 anos aponta para as alternativas que existem, como os sacos encanastrados, que são maiores e podem ser reutilizados.

Tanto o Pingo Doce como, entre outros, a cadeia de supermercados Continente (empresa pertencente ao grupo que detém o PÚBLICO) têm à disposição do consumidor este tipo de saco, que se pode adquirir a 50 cêntimos. Mas a filosofia do grupo da Sonae é diferente em relação aos sacos comuns. “Consideramos que os sacos são “embalagens de serviço”, sendo entendidas como parte da globalidade dos serviços que prestamos, para os quais não faz sentido introduzir pagamentos”, defende por e-mail a assessoria da empresa.

Esta opinião é partilhada por João Pereira Pestana, de 56 anos, que paga pelos sacos de plástico que leva. “Se vimos às compras, temos de levá-las. Tem de haver um saco de plástico – dado ou por uma quantia simbólica.” E para o pasteleiro a questão dos dois cêntimos cobrados pelo Pingo Doce “não é uma quantia simbólica, ao fim de muito tempo é um valor mesmo”. No caso do Minipreço, onde sempre se pagaram os sacos de plástico, o valor sobe para três cêntimos.

Ainda assim é uma quantia irrisória, quando comparada com o que se passa na Irlanda, onde o preço dos sacos de plástico, imposto pelo Estado, começou por ser de 15 cêntimos em 2002 e mais recentemente subiu para 22. Depois de a medida ter sido aplicada houve uma redução de 90 por cento no número de sacos de plástico utilizados.

A alternativa ambiental do Continente foi apostar nos sacos oxodegradáveis. “O novo saco-cliente [o saco comum] é fabricado através de um processo de inovação tecnológica que garante a degradação do plástico em apenas alguns meses, sem qualquer intervenção humana.” A composição do saco leva um aditivo que, supostamente, torna as ligações moleculares mais fracas e permite aos microrganismos uma degradação mais fácil. Segundo a Sonae, os sacos ficarão degradados totalmente “entre 18 a 24 meses”.

A Quercus está desde Janeiro a realizar uma experiência para comprovar a capacidade de degradação deste novo material. Quatro ambientes diferentes testam a resistência do plástico – água normal, água salgada, envoltos em lixo e em cima da terra. Em todas as experiências o material está submetido à luz natural. Até agora os sacos de plástico parecem continuar tão viçosos como no primeiro dia.

Rui Berkemeier, que questiona as novas propriedades do material, alerta que a grande discussão a nível mundial é o impacto do material. “Os oxoplásticos entram na natureza de uma forma perniciosa”, alerta, explicando que não se sabe que efeito vão ter nas cadeias alimentares.

O ambientalista argumenta que devem ser tomadas medidas de racionalização do plástico, preferindo que o material seja utilizado para fabricar objectos de longa duração: “O plástico tem propriedades fantásticas, não faz sentido ser utilizado em produtos descartáveis.” Quanto ao saco de plástico, defende que não seja oferecido. “Os dois maiores partidos têm no seu programa de Governo medidas explícitas para reduzir o consumo de sacos de plástico, defendemos que haja um consenso,” diz, explicando que uma medida destas seria um símbolo muito importante para a luta pelo ambiente.

Para Margarida Silva, ambientalista do Porto, apesar de útil, passar a pagar por cada saco de plástico teria um efeito meramente cosmético. “O plástico é um subproduto do refinamento do petróleo; o nosso grande problema é estarmos toxicodependentes do petróleo energeticamente. Isso é um tabu ainda maior do que o plástico.”

A Plastval confirma que apenas quatro por cento do petróleo bruto extraído anualmente é utilizado na produção de matérias-primas plásticas. Aos ambientalistas esta associação responde que “políticas ambientais baseadas na limitação do crescimento são falsas políticas ambientais” e deve-se apostar em dar mais valor aos produtos através de uma redução na produção e eliminação dos resíduos. “O desempenho ambiental da produção, uso e destino final dos sacos de plástico é superior, quando comparado com outros materiais alternativos”, lembra a Plastval.

No final do dia, o papel máximo do cidadão parece reduzir-se a separar o lixo correctamente.

Acreditar no gesto

Na Miosótis de São Sebastião, em Lisboa, os sacos de plástico são a excepção. O segundo supermercado de produtos biológicos da empresa tem uma filosofia clara assente na redução do consumo, reutilização e reciclagem. Os únicos sacos de plástico que o P2 viu foram junto aos frescos, para os legumes molhados. “Incentivamos as pessoas a trazerem um saco para o pão, um saco para os legumes”, explica Ângelo Rocha, um dos donos da Miosótis, acrescentando que as pessoas que vão ali fazer um consumo ecológico “devem ter um comportamento ecológico também em relação ao saco”.

Para quem se esquece de trazer sacos há à venda sacos de pano ou de papel. Se o cliente não quiser pagar, tem ainda disponíveis as caixas de cartão que vieram com os produtos e que já não são utilizadas. Dentro da loja o plástico não abunda ou está concentrado nos carrinhos das compras reciclados que são feitos a partir de 25 garrafas plástico de litro e meio. Há cereais a granel e os produtos frescos têm uma embalagem simples, com um tamanho mínimo, para reduzir o plástico utilizado. Segundo Ângelo Rocha, as marcas optaram por embalagens mais “justas” na sequência da pressão dos consumidores com maiores preocupações ecológicas.

Os clientes que vão à loja apreciam os produtos pela qualidade e o “sabor”, como é o caso de Dina Dima, que acrescenta ser também uma forma de poluir menos. “É menos prejudicial no futuro, sei que é mais caro, mas que traz vantagens para mim e para todos, no final”, explica a conservadora de museus, de 46 anos, que deixou de utilizar sacos de plástico desde que vai à Miosótis. E não acha que poupar nos sacos de plástico é uma gota no oceano? “É, mas eu acho importante, tenho de acreditar, se não, parava.”

Quando Dina passa pela caixa do supermercado, o diálogo não será assim tão diferente. “Às vezes, quando me esqueço dos sacos, tenho de comprar aqui. São muitas as vezes em que me esqueço.”»

In Jornal Público, 02 de Novembro de 2009


Sacos Plástico…Será Que Não Os Dão Por Questões Ambientais Ou Económicas??



publicado por Maluvfx às 05:36
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010
Cadeiras de praia reformadas com sacolas plásticas
Vera Neujahr é uma senhora que encontrou uma forma de transformar cadeiras através da reciclagem de sacolas plásticas.

O interesse de Vera em utilizar o material plástico para fazer artesanato se deu em 2006, quando ela começou a estudar diferentes técnicas de reaproveitamento das sacolinhas. Depois disso, ela não parou mais.



A princípio a ideia era desenvolver o fio ideal para a fabricação de tapetes de crochê que fosse resistente. O fio foi desenvolvido e outros objetos também. Vera descobriu uma forma de utilizar as sacolas plásticas para revestir as cadeiras de praia que estavam quebradas em sua casa.

As cadeiras feitas pela moradora de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, têm feito sucesso. O mais legal é que a cada cadeira revestida, 350 sacolas deixam de ser descartadas no meio ambiente.



Vera passa a técnica adiante através de oficinas ministradas por ela, onde as pessoas também aprendem a fazer tapetes e almofadas.

Para encomendar cadeiras e outros produtos, basta contatá-la através do telefone: (55) 8414 – 4165 / 3211 – 3908 e os produtos serão enviados via Sedex.

Fonte: http://ciclovivo.wordpress.com


publicado por Maluvfx às 10:35
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Ecobags de plástico: leves, seguras, elegantes e ecológicas. Não esqueça: Reduza, reutilize e recicle as sacolinhas plásticas!
As sacolas ecológicas – também conhecidas como ecobags – estão na moda. Desde que se iniciaram campanhas para a conscientização sobre o uso responsável das sacolas plásticas, as ecobags ganharam espaço como alternativa ambientalmente adequada às necessidades cotidianas no transporte das compras. E, quando confeccionadas com plásticos, constituem-se numa opção que combina leveza, segurança, versatilidade, estilo, durabilidade e sustentabilidade.

Ecobag de PET Reciclado

Essas ecobags já se encontram nos supermercados. Elas são ecologicamente corretas por serem retornáveis e 100% recicláveis. A ráfia, o Nãotecido (o chamado TNT), o polipropileno, até mesmo o PET reciclado são variedades de plásticos que têm sido muito usadas na confecção dessas sacolas. Isso porque os plásticos levam vantagem sobre outros tipos de material: são higiênicos, fáceis de limpar - utiliza-se o mínimo de água, evitam contaminações de resíduos das compras e são impermeáveis, além de oferecerem diversas possibilidades de design e impressão.

Ecobag de Ráfia

A moda das ecobags se intensificou quando o uso excessivo das sacolinhas plásticas distribuídas pelo varejo começou a ser questionado. Ainda assim, as sacolas, quando utilizadas de forma consciente, tornaram-se indispensáveis à vida moderna.

Saber usar as sacolinhas plásticas de forma consciente, o que significa descartá-las corretamente (facilitando sua coleta seletiva) ou reutilizando-as, é a melhor solução. E esse uso responsável está intimamente ligado à qualidade do produto. Se forem resistentes, não precisam ser colocadas uma dentro da outra para carregar compras mais pesadas. Atenta a isso, a indústria tem trabalhado intensamente para que as sacolas sejam produzidas dentro de normas e adotadas pelos supermercados.

Em maio de 2007, foi lançado o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, uma iniciativa conjunta da Plastivida, do Instituto Nacional do Plástico e da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis, com as entidades de supermercados do país.
O Programa, que visa a conscientização da população sobre uso e descarte adequados de sacolas plásticas, chegou em São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Brasília e Goiânia, conta com o compromisso dos supermercados na distribuição de sacolas fabricadas dentro das normas de qualidade. Utilizadas adequadamente, as sacolinhas de supermercado otimizam suas várias funções, as quais já incorporadas ao cotidiano das pessoas. O Programa chegará ainda este ano também,em Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MT) e Belo Horizonte (MG).
Ecobag de Polipropileno


Para definir quando é melhor utilizar uma sacolinha ou uma ecobag de plástico, faça como a Plastivida: guie-se pela aplicação do conceito dos 3Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar. As opções de sacolas são variadas para cada aplicação. O importante é que sejam usadas com responsabilidade e que, na hora de seu descarte, esse seja feito adequadamente.

O Programa de Qualidade também confeccionou uma ecobag de plástico, não para comercializá-la, mas para demonstrar aos formadores de opinião, aos legisladores e ao público em geral as vantagens e a beleza do produto confeccionado com esse material.

Ecobag de Polietileno
Se cada um deve colaborar para a preservação do planeta, por que não fazê-lo com racionalidade, durabilidade e elegância? Ecobag de plástico. Compre esta ideia.

Ecobag de PET reciclado



publicado por Maluvfx às 10:31
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Caminhões feitos com embalagens plásticas tipo galão

Olha que legal o trabalho da artísta plástica Martine Camillieri. Fácil de fazer e sem custo nenhum!
Ela aproveitou embalagens plásticas tipo galão, para fazer lindos caminhões de vários modelos, sabem aquelas embalagens de amaciante que iriam para o lixo por exemplo, agora dá para reutilizar e criar o modelo de carrinho que a sua mente imaginar.
Além de reciclar você estará ajudando o planeta! Pode apostara que a diversão é garantida para você e a criançada.
Fonte: www.bocaberta.org


publicado por Maluvfx às 10:28
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Philips lança programa de reciclagem de seus produtos. Recicle também, as sacolinhas plásticas e ajude o planeta!

Aquele monitor velho ou o videocassete que não funciona mais poderá ter um destino mais nobre do que a garagem de casa ou algum terreno baldio pela cidade.
Em uma ação pioneira, a Philips lançou hoje um programa para reciclagem de seus eletroeletrônicos e eletrodomésticos – material que, se descartado incorretamente, pode causar muitos danos ao ambiente.

Por enquanto, serão 40 postos de coleta em 25 cidades brasileiras.  Três deles ficam no Rio Grande do Sul - dois em Porto Alegre e umem Novo Hamburgo. Segundo a empresa, o potencial de coleta para 2010 é de 200 toneladas em todo o país.
O programa, chamado de Ciclo Sustentável, já estava funcionando há cerca de um ano como projeto-piloto em Manaus, onde a Phillips se aproveitou da facilidade de logística por ter uma fábrica.
_ A sustentabilidade é um desafio de todos nós _ ressaltou o presidente da Philips, Marcos Bicudo.

Presente ao evento de lançamento, realizado em São Paulo, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ressaltou que a iniciativa é um exemplo para as demais empresas do setor, bastante resistente em aplicar a logística reversa – que, em breve, deve virar obrigação prevista por lei nacional.
Pode parecer pouco e, convenhamos, atrasado _ mas, como disse o ministro Minc, é um ponto de partida para que outras empresas façam a mesma coisa para não ficar atrás. E, assim, todo mundo ganha.

Aliás, a empresa pretende expandir o programa para outras cidades, de acordo com a demanda do consumidor. Ou seja, quanto mais gente da sua cidade ligar para a Philips dizendo que quer descartar seus produtos corretamente, mais chance há de um posto de coleta ser disponibilizado por perto.

Como funciona o programa

* O consumidor entra em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor pelo telefone 0800-701-0203 ou acessa www.sustentabilidade.philips.com.br para verificar qual é o posto credenciado mais próximo de sua residência.

* Em seguida, encaminha os aparelhos eletrônicos ou eletrodomésticos da marca Philips que não utiliza mais até o posto credenciado.

* O consumidor também pode adquirir o serviço de coleta domiciliar, com custo adicional (no máximo R$ 40 de acordo com a localização), e o produto será coletado pelo posto autorizado.

* O produto será encaminhado à empresa parceira da Philips, Oxil, responsável por desmontar e oferecer o destino mais adequado para os componentes que não serão reaproveitados.

Os postos

DORNELLES PCS E SERV  EL
RUA CANCIO GOMES, 201
FLORESTA-PORTO ALEGRE-RS
Tel: 51 32226941 / 32226225
padraors@cpovo.net

PREIS SERVICE COM SERV LT
RUA BORGES DE MEDEIROS., 111
RIO BRANCO-NOVO HAMBURGO-RS
Tel: 51 35823191 / 35939167
preiserv@terra.com.br

PREIS SERVICE COM SERV LT
AV.GAL.EMILIO LUCIO ESTEVES, 78
STA MARIA GORETTI-PORTO ALEGRE-RS
Tel: 51 33256653 / 33256655
preiserv@terra.com.br

Fonte: Blog Ar Puro - por Priscila De Martini


publicado por Maluvfx às 10:25
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ECOBag feita de sacolas plásticas! Siga o exemplo abaixo e faça já a sua!
ecobagdeplastico
Veja as imagens abaixo e comece a fazer agora sua ECOBag!
sacola
1 – Separe os sacos plásticos e dobre-os em formato de tiras
1
2 – Corte as pontas do saco, as sobras em destaque não serão usadas
2
3 – Corte o saco dobrado em pequenas tiras
3
4 – Desenrole as tiras, uma a uma
4
5 – Dê um nó, unindo uma tira à outra
5
6 – Para isso, passe uma por dentro da outra e puxe
puxe
7 – Enrole as tiras de plástico como se fosse um novelo de lã
7
8 – Você já pode começar o crochê utilizando o novelo de plástico
8
9 – Agora é só abusar da criatividade e produzir bolsas lindas, reutilizando as sacolas plásticas!
9
Mais informações acesse o site: Plastic Bag Bag

Fonte: EcoD 


publicado por Maluvfx às 10:10
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Você sabia?

  • As sacolas pláticas representam 2% do mercado de plásticos.
  • Em 2007 o Brasil reciclou 21,5% dos seus plásticos, enquanto que na União Européia este número foi 18,%.
  • Entre 2003 e 2007 o PIB cresceu na média anual de 3,4%, enquanto a reciclagem cresceu 8,2% por ano. A reciclagem cresceu duas vezes e meia mais que o crescimento do PIB.
  • A indústria da reciclagem mecânica trabalha com ociosidade de 30%.
  • 71% da população exige sacolas plásticas para transportar suas compras.
  • A rede de supermercados Pão de Açúcar reduziu 35% o uso das sacolas pelo fato de colocá-las nas normas.
  • Em 2007 o consumo de sacolas plásticas no Brasil era de 17,9 bilhões. Para este ano a estimativa é uma redução de mais de 10%.
  • Existem 850 unidade de reciclagem energética no Mundo: 249 só no Japão, 420 na União Européia, 98 nos Estados Unidos, 27 na Suíça e apenas uma unidade piloto no Brasil.


publicado por Maluvfx às 10:05
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Terça-feira, 4 de Maio de 2010
Cadeira de bebê feita apenas com papelão reciclado

Hoje em dia um dos assuntos mais comentados é o da sustentabilidade. Com o mundo cada vez mais inovando com suas tecnologias, é preciso pensar também na natureza que está cada vez mais sendo destruída.
E foi com esse espírito de preservação do meio ambiente, é que a empresa Belkiz criou a Feedaway, uma cadeira de bebê feita com 100% de papelão reciclado. A cadeira reciclável suporta uma criança de até 20 kg e ainda pode ser dobrada, facilitando a sua locomoção.
Ótima iniciativa!
Fonte e Foto: Hype Desire


publicado por Maluvfx às 06:40
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Daisy Vase: feito com uma caneta BIC

Daisy Vase
O Daisy Vase é um vaso feito com o aquecimento e moldagem de uma única caneta esferográfica BIC™. Após tornar a caneta flexível, ela é moldada para acomodar um pouco de água, que serve para nutrir uma única flor.
À venda aqui.
Fonte e fotos: Designboom


publicado por Maluvfx às 06:35
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