Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Domingo, 24 de Fevereiro de 2013
Banana: Use e Abuse!



Nunca coloque sua banana na geladeira!
Isto é interessante.
Depois de ler isto, você nunca vai olhar para uma banana da mesma maneira novamente.

A banana contém três açúcares naturais - sacarose, frutose e glicose, combinados com fibra. A banana dá uma instantânea e substancial elevação da energia.

Pesquisas provam que apenas duas bananas fornecem energia suficiente para um treino de 90 minutos extenuantes. Não é à toa que a banana é a fruta número um dos maiores atletas do mundo.

Mas energia não é a única forma de uma banana poder nos ajudar a manter a forma. Pode também nos ajudar a curar ou prevenir um grande número de doenças. Tornando-se uma obrigação adicionar a banana à nossa dieta diária.

Depressão: De acordo com recente pesquisa realizada pela MIND, entre pessoas que sofrem de depressão, as pessoas se sentiam melhores após ter comido uma banana. Isto porque a banana contém triptofano, um tipo de proteína que o corpo converte em seratonina, reconhecida por relaxar, melhorar o seu humor e, geralmente, fazem você se sentir mais feliz.

TPM Esqueça as pílulas - coma uma banana. A vitamina B6 regula os níveis de glicose no sangue, que podem afetar seu humor.

Anemia: contendo muito ferro, bananas estimulam a produção de hemoglobina no sangue e ajudam nos casos de anemia.

Pressão Arterial: Este fruto tropical é muito rico em potássio, mas reduzido em sódio, tornando-a perfeita para combater a pressão alta. Tanto é assim, que a Food and Drug Administration nos Estados Unidos, permitiu que a indústria da banana oficialmente informasse ao publico, que ao comer essa fruta, ela poderá reduzir o risco de pressão alta e infarto.


Cérebro: 200 estudantes da escola Twickenham na Inglaterra tiveram ajuda nos exames este ano, comendo

bananas no café da manhã, lanche e almoço em uma tentativa de elevar sua capacidade mental. A pesquisa mostrou que o elevado teor de potássio na banana, pode ajudar a aprendizagem, tornando os alunos mais alertas.

Constipação: com elevado teor de fibra, incluir bananas na dieta pode ajudar a normalizar as funções intestinais, ajudando a superar o problema sem recorrer a laxantes.

Ressaca: uma das formas mais rápidas de curar uma ressaca é fazer uma vitamina de banana, adoçado com mel. A banana acalma o estômago e, com a ajuda do mel aumenta os níveis de açúcar no sangue, enquanto o leite suaviza e reidrata o sistema.

Azia: têm efeito antiácido natural no organismo, por isso, se você sofre de azia, experimente comer uma banana para aliviar.

Enjôo matinal: comer uma banana entre as refeições ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue elevado e evita as náuseas.

Picadas de mosquito: antes do creme para picada de inseto, experimente esfregar a zona afetada com a parte interna da casca da banana. Muitas pessoas acham excelentes para reduzir o inchaço e a irritação.



Nervos: Bananas são ricas em vitaminas do complexo B que ajuda a acalmar o sistema nervoso.

Excesso de peso e no trabalho? Estudos do Instituto de Psicologia na Áustria mostram que a pressão no trabalho leva à excessiva ingestão de alimentos como chocolate e biscoitos. Estudando 5000 pacientes em hospitais, pesquisadores concluíram que os mais obesos eram os que mais sofriam de pressão alta e ataques de ansiedade. O relatório desse estudo, concluiu que: para evitar que comamos biscoitos e doces quando estamos ansiosos, então é necessário que se coma alimentos ricos em carboidratos a cada duas horas para manter níveis estáveis de açúcar no sangue, e é aí que entra a nossa querida banana.

Úlceras: A banana é usada na dieta diária contra desordens intestinais pela sua textura macia e suavidade. É a única fruta crua que pode ser comida sem desgaste em casos de úlcera crônica. Também neutraliza a acidez e reduz a irritação, protegendo as paredes do estômago.

Controle de temperatura: Muitas culturas vêem a banana como fruta 'refrescante', que pode reduzir tanto a temperatura física como emocional de mulheres grávidas. Na Tailândia, por exemplo, as grávidas comem bananas para os bebês nascerem com temperatura baixa.

Seasonal Affective Disorder (SAD): a banana auxilia os que sofrem SAD, porque contêm a vitamina B6 e Triptofano, que nos acalma e nos faz ficar bem humorados.

Fumar e Uso do Tabaco: As bananas podem ajudar as pessoas que tentam deixar de fumar. Vitaminas - A, B6 e B12, assim como o potássio e magnésio, ajudam o corpo a recuperar dos efeitos da retirada da nicotina.

Stress: O potássio é um mineral vital, que ajuda a normalizar os batimentos cardíacos, levando oxigênio ao cérebro e regula o equilíbrio de água no corpo. Quando estamos estressados, nossa taxa metabólica se eleva, reduzindo os níveis de potássio que podem ser reequilibrado com a ajuda da banana, que é rica em potássio.

Infarto: de acordo com pesquisa publicado no New England Journal of Medicine, comer bananas como parte de uma dieta regular, pode reduzir o risco de morte por enfarto em até 40%!

Verrugas: os interessados em alternativas naturais juram que se quiser eliminar verrugas, pegar um pedaço de casca de banana e colocá-lo sobre a verruga, com o lado amarelo para fora. Segure cuidadosamente a casca no local com esparadrapo!

Assim, a banana é um remédio natural para muitos males. Quando você compará-lo com uma maçã, tem quatro vezes mais proteínas, duas vezes mais carboidratos, três vezes mais fósforo, cinco vezes mais vitamina A e ferro e o dobro das outras vitaminas e minerais. Também é rica em potássio e é um dos alimentos mais valiosos para nossa saúde. Então talvez seja hora de mudar essa frase em inglês, tão conhecida: 1 apple a day, keep the doctor away, e que nós traduzindo deveríamos usar: "Uma banana por dia mantém o doutor sem freguesia!"

PASSE PARA OS AMIGOS
PS: Bananas devem ser a razão pela qual os macacos são tão felizes o tempo todo! Vou acrescentar uma dica aqui; quer um brilho rápido nos sapatos? Pegue a parte de DENTRO da casca da banana e esfregue diretamente sobre o sapato... Passe após, um pano seco. Fruto incrível!


publicado por Maluvfx às 12:15
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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2012
Resistir a um bom bife para ajudar o planeta
Hoje em dia já existem muitas opções para os vegetarianos, quer nos supermercados, quer nos restaurantes
 Hoje em dia já existem muitas opções para os vegetarianos, quer nos supermercados, quer nos restaurantes

Adotar uma alimentação vegetariana já não é uma prática para poucos. Hoje em dia as ofertas são muitas e variadas e há cada vez mais pessoas que cortam a carne da sua dieta, não só por considerarem que é mais saudável mas também por ser mais sustentável.

Um estudo da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO na sigla inglesa) indica que a indústria pecuária é responsável pela emissão de mais gases de efeito de estufa do que o setor dos transportes.

Esta “questão ambiental e de sustentabilidade” foi um dos motivos que levou David Saraiva, professor de expressão plástica, a converter-se ao vegetarianismo no final do secundário.  Com uma irmã vegetariana, foi “natural” começar a cortar a carne da sua dieta. “Naquela altura, todo um conjunto de princípios éticos começaram a fazer sentido para mim”, explica ao SAPO Notícias David Saraiva.

Princípios não só ligados à “carnificina que é a matança animal para a alimentação humana”, mas também porque “toda a produção de carne implica direta e indiretamente uma série de questões brutais ao nível do ambiente”, salienta o professor.

David Saraiva é um exemplo de uma família vegetariana, já que tanto a mulher como o filho bebé do casal não consomem carne ou peixe. “Como já somos vegetarianos há tantos anos, nem sequer tínhamos isso em questão, de uma forma natural o meu filho é vegetariano”, diz.

Sofrimento dos animais

Dados da FAO dão conta de que atualmente a pecuária ocupa 33 por cento da superfície da Terra, não só para pastos permanentes, mas também território cultivado para a produção de alimentos para os diferentes tipos de gado.

Só nos Estados Unidos cerca de 42 milhões de vacas são abatidas por ano para serem utilizadas na indústria da carne e dos laticínios, segundo números da PETA, uma associação para defesa dos animais.

O sofrimento dos animais levou Vera Martins a cortar a carne dos seus hábitos alimentares. Foi exatamente no ano de 1999, depois de ler um artigo sobre direitos dos animais. “Este artigo mexeu muito comigo e nesse momento decidi deixar de comer carne”, conta a funcionária do restaurante vegetariano Nakité, no Porto.

Hoje em dia, Vera Martins é vegan, um estilo de vida que corta com todos os produtos de origem animal. Pode parecer radical abolir alimentos que estão tão enraizados nos nossos hábitos, como os laticínios, mas Vera Jardim considera que estes “fazem falta mais pelo hábito” e que existem substitutos. “Bebo leite de soja mas podemos também fazer leite em casa através da aveia ou do arroz”, exemplifica. “Não estamos restritos e acabamos por comer outros alimentos que a maioria das pessoas não conhece”, refere.

Francesinha vegetariana e tofu à lagareiro

Foi para “mostrar às pessoas que se podem alimentar com prazer, sem carências e sem matar animais” que Anabela Vidal fundou há 11 anos o restaurante Nakité. “Desde os 14 anos sou macrobiótica e sempre tive a orientação de contribuir para a cidade onde nasci com este projeto”, afirma.

O restaurante é conhecido na cidade por fazer uma releitura de pratos tradicionais mas 100 por cento vegetarianos. A francesinha vegetariana é um dos sucesso da casa na Rua do Breyner mas há também caldeiradas, chillis, moquecas e caris.

Anabela Vidal deixa mais alguns exemplos: nos pratos de bacalhau (à lagareiro ou à Gomes de Sá), o tofu (alimento produzido a partir da soja) é o substituto ideal, e depois basta seguir a receita. No caso do rolo de carne Wellington, a carne pode ser trocada pelo seitan (um alimento à base de glúten). “Fica muito parecido com o original”, garante a proprietária do restaurante Nakité.

Padaria do Suribachi vende bolos feitos com leite de soja
Padaria do Suribachi vende bolos feitos com leite de soja 
O Suribachi é outro espaço na cidade dedicado a hábitos alimentares e terapias alternativas. Surgiu “há 33 anos com o objetivo de ser uma escola para transmitir uma filosofia de vida para adquirir saúde através da alimentação”.

A proprietária, Maria Arminda Pereira, conseguiu superar um problema de saúde durante a primeira gravidez através da alimentação macrobiótica e a partir daí quis “contribuir para fornecer conhecimento” nesta área.

Na macrobiótica predominam “cereais integrais, vegetais, leguminosas, algas e soja”, explica Maria Arminda Pereira, lembrando que “não se proíbem produtos de origem animal mas é preciso ter consciência do que se come”.

Maria Arminda tem estudado muito sobre estes hábitos alimentares alternativos e considera que quando se quer adotar a dieta vegetariana ou macrobiótica é preciso ter “conhecimento” sobre a matéria e não sei deixar levar por “modas”. “Quando queremos tomar medicamentos, temos de ir ao médico, com os alimentos é igual”, conclui.

Fonte


publicado por Maluvfx às 13:19
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Terça-feira, 3 de Abril de 2012
VEGetariANISMO e Saúde!
Nutricionista questiona matéria publicada no portal R7 que condena alimentação vegetariana para crianças


Por George Guimarães | O teste de mito ou verdade lançado pelo R7 (veja aqui) traz informações equivocadas, fornecidas por profissionais claramente despreparados para comentar o assunto.

Especificamente na pergunta sobre a viabilidade nutricional da dieta vegetariana para crianças, o site afirma:

“A dieta vegetariana pode alterar o desenvolvimento infantil. As proteínas são muito importantes para a formação dos tecidos corporais e para o ganho de peso durante a infância. Roberto Navarro explica que o consumo de proteínas de origem exclusivamente vegetal não consegue suprir as necessidades de uma criança. A dieta precisa ser complementada com ovos e leite para evitar as carências. E, mesmo assim é indicado avisar o pediatra sobre a restrição para que ele avalie a necessidade de suplementação alimentar.”

As proteínas exclusivamente de origem vegetal podem suprir as necessidades de uma criança. Basta que a dieta seja minimamente planejada, planejamento esse que deveria justamente ser o trabalho dos profissionais que nesse caso em específico afirmam que isso não é viável, ou seja, estão apenas desinformados, o que se torna um erro de maior importância no momento em que passam a repercutir a sua desinformação para a população.

Já há duas décadas a Associação Dietética Americana afirma que é viável uma dieta vegetariana para crianças. No início desse ano, o Conselho Regional de Nutricionistas da 3a região (CRN-3) publicou um parecer afirmando que uma dieta vegetariana isenta de ovos e laticínio é viável desde que haja o planejamento nutricional adequado. Na minha prática clínica de 14 anos em consultório especializado em dietas vegetarianas já atendi centenas de crianças vegetarianas e posso afirmar que uma dieta vegetariana bem planejada, inclusive e especialmente aquela isenta do consumo de ovos e laticínios, não somente é viável, como também mostra diversas vantagens para a saúde da criança que a adota.

George Guimarães
Nutricionista especializado em dietas vegetarianas
www.nutriveg.com.br
nutriveg@nutriveg.com.br

ViSta-se



Adote este tipo de dieta sem sofrer com a carência de ferro ou de vitamina B12

A dieta vegetariana pode alterar o desenvolvimento infantil? MITO!
As proteínas exclusivamente de origem vegetal podem suprir as necessidades de uma criança. Basta que a dieta seja minimamente planejada, planejamento esse que deveria justamente ser o trabalho dos profissionais que nesse caso em específico afirmam que isso não é viável, ou seja, estão apenas desinformados, o que se torna um erro de maior importância no momento em que passam a repercutir a sua desinformação para a população.

Todo vegetariano terá anemia? MITO!
É verdade que a carne é fonte de ferro para o organismo, mas não é a única. É possível obter esse nutriente em outros alimentos, como as folhas verdes escuras, o feijão e a lentilha. A nutricionista Bruna Murta, da rede de lojas de produtos naturais Mundo Verde, dá a dica: o ferro encontrado nos alimentos de origem vegetal deve ser associado ao consumo de vitamina C para que a absorção do mineral aumente


Vegetarianos consomem pouca proteína? MITO
Isso é um mito, até quem é vegan tem boas fontes de proteínas à disposição. Bruna Murta explica que soja, quinua, amaranto, chia, leguminosas, cereais integrais e oleaginosas conseguem oferecer ao corpo as quantidades necessárias de proteínas.


Vegetarianos precisam de suplementação vitamínica? MITO
O único nutriente que o vegetariano não consegue em quantidades adequadas nas fontes vegetais é a vitamina B12 (presente na carne, nos ovos e nos peixes, por exemplo), mas isso é válido apenas para quem é vegan. Navarro explica que alguns alimentos de origem vegetal ajudam a manter níveis adequados de B12, como o levedo de cerveja e o gérmen de trigo, mas nem sempre eles são totalmente eficientes. O ideal é fazer acompanhamento médico e exames de sangue regularmente e avaliar a necessidade de consumir suplementos.


Mulheres vegetarianas podem ter problemas na gestação? MITO
Não existem provas de que o vegetarianismo atrapalhe a gravidez, desde que nenhuma carência nutricional seja diagnosticada. Roberto Navarro diz que faz parte do pré-natal o acompanhamento dos níveis de ferro, que costumam cair na gestação. "Mesmo as mulheres que comem carne, geralmente, precisam de suplementação deste mineral. O ferro é fundamental para o desenvolvimento saudável do bebê".



Vegetarianos podem praticar esportes regularmente? VERDADE!
Desde que o vegetariano faça a ingestão adequada de proteínas (0,8 mg a cada quilo de peso), não existem impedimentos para a prática de esportes. Roberto Navarro explica, porém, que deve haver atenção para a recuperação de lesões - o processo pode ser mais lento em pessoas que adotam o estilo vegan, pela ausência total de proteínas de origem animal na dieta.



Vegetarianismo causa queda de cabelo e deixa os fios brancos? MITO
Roberto Navarro explica que a deficiência de ferro pode causar a queda dos cabelos e a falta de vitamina B12 pode deixar os fios brancos. Como o vegetariano, principalmente do tipo vegan, pode ter falta desses nutrientes, se não seguir as recomendações nutricionais à risca, vale a pena ficar atento ao aparecimento desses sinais - o inconveniente estético indica dieta pobre.(*)

O vegetarianismo emagrece? MITO
O vegetarianismo não está relacionado diretamente ao emagrecimento. "Em alguns casos, o vegetariano come até mais carboidratos e gorduras que as outras pessoas, por ter restrição ao grupo alimentar das proteínas", explica Roberto Navarro. Por outro lado, aqueles que seguem uma filosofia de vida mais saudável tendem a se manter no peso ideal.


O vegetarianismo diminui o risco de doenças cardíacas? VERDADE!
Quem é vegetariano tem um risco menor de desenvolver doenças do coração devido à ingestão de menores quantidades de gordura saturada, que é rica em ácido aracdônico (substância que vem sendo relacionada a esse tipo de problema de saúde). Roberto Navarro explica ainda que o vegetariano tem menores chances de ter dislipidemias, como o colesterol elevado e triglicérides altos.

Fonte
(*)
Qualquer tipo de alimentação poder ser deficiente em ferro e/ou B12.

A maioria dos anémicos são omnívoros.


publicado por Maluvfx às 18:10
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Sábado, 17 de Março de 2012
Consumir carne vermelha aumenta risco de morte, afirma novo estudo de Harvard
Consumir carne vermelha aumenta risco de morte, afirma novo estudo de Harvard

Sinal vermelho para a carne 
Red meat raises red flags

Mais uma vez a universidade de Harvard, nos EUA, uma das mais respeitadas do mundo, divulga um estudo condenando a ingestão de carne. O trabalho, que companhou mais de 120 mil pessoas durante quase 30 anos, concluiu que o consumo diário de carne vermelha aumenta o risco de morte prematura em até 20%. Foram analisadas informações de 37.698 homens e 83.644 mulheres durante 22 anos e 28 anos, respectivamente. Os participantes foram entrevistados sobre seus hábitos alimentares a cada quatro anos.

Doenças cardíacas, diabetes e câncer

As doenças mais comuns constatadas entre as pessoas que comeram carne regularmente durante o estudo foram as relacionadas ao coração, a diabetes do tipo 2 e também ao câncer. 23.926 pessoas morreram durante o estudo. Destas, 5.910 de doenças cardiovasculares e 9.464 de algum tipo de câncer.

Ferro heme (presente na carne) e doenças crônicas

O ferro da carne, tão enaltecido pela mídia e pelos produtores de carne, foi apontado como um dos ingredientes contidos na carne que causam doenças crônicas como as cardíacas e o câncer.
“A carne vermelha, carne processada especialmente, contém ingredientes que têm sido associadas ao aumento do risco de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e câncer. Estes incluem o ferro heme, a gordura saturada, sódio, nitritos, e certos agentes cancerígenos que são formados durante o cozimento.” – Diz um trecho do documento.

Foi apontada a carne processada (linguiça, mortadela, salame, salsicha, patê, etc.) como grande vilã, mas outros tipos de carne considerados mais saudáveis como aves e peixes não se mostraram tão eficientes como os vegetais na busca de uma vida com mais saúde.
 
Substituindo a carne

Os cientistas de Harvard concluíram que a forma mais eficaz de substituir a carne no cardápio, com o intuito de evitar as doenças geradas por ela, é utilizar nozes. Substituir a carne vermelha por nozes provou que o risco de mortalidade cairia em 19%.

Redução da carne e economia com gastos de saúde pública

Incentivar a população a reduzir ou a deixar o consumo de carne traria uma economia de bilhões de dólares em saúde pública, segundo especialista.”Mais de 75% dos US$ 2,6 bilhões gastos anualmente com saúde nos Estados Unidos são por motivos de doença crônica”, disse Dean Ornish, médico e nutricionista da Universidade da Califórnia, em San Francisco. “Consumir menos carne vermelha pode ajudar a reduzir a mortalidade devido a essas doenças e reduzindo, assim, os custos com saúde”, complementa.

Ouça a notícia na CBN aqui.

Hand_605
Red meat raises red flags


Study: Red Meat Increases Risk of Premature Death



Red Meat Consumption Linked to Increased Risk of Total, Cardiovascular, and Cancer Mortality




The Risks of Red Meat

Red meat? It's food to die for:


publicado por Maluvfx às 17:37
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Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
Dicionário dos Alimentos - COUVE GALEGA
Existem alimentos que encerram em si várias dimensões daquilo que podemos idealizar como a alimentação perfeita… A couve-galega é parte da nossa identidade gastronómica (imortalizada no nosso caldo verde), tem produção nacional e apresenta um perfil nutricional único que a transformam num alimento perfeito.

Não é por acaso que a couve-galega em algumas regiões é chamada de “couve de todo o ano”. A sua produção é contínua resistindo a todos os climas, e é esta imagem de marca que a tornou sinónimo de força para todos os trabalhadores minhotos que não dispensavam o caldo verde antes da sua labuta diária nos campos.

A sua composição nutricional não se aparenta na totalidade a um “normal” hortícola parecendo que foi captar um a um, os pontos fortes de cada grupo de alimentos. O cálcio e o leite formam uma espécie de irmandade para o comum dos consumidores, mas é interessante constatar que a couve-galega tem o dobro da quantidade deste mineral (mesmo tendo em conta que os oxalatos da couve impedem que uma pequena parte deste cálcio seja absorvido). Fenómeno semelhante ocorre com a laranja e a vitamina C, sendo que a couve-galega é igualmente rica nesta vitamina. Mas não se fica por aqui, ao possuir metade do ferro de um bife (não tao bem absorvido, é certo) e uma quantidade de vitamina A de fazer inveja a alguns legumes coloridos como o tomate e o pimento. A análise de um hortícola sob o prisma das calorias é algo dispensável, no entanto, fica a indicação que todo este aporte nutricional nos “custa” apenas 26 kcal por 100 gramas!

Também em fitoquímicos, a couve-galega apresenta uma extensa variedade de carotenóides com a luteína em lugar de destaque pelo seu papel benéfico nas cataratas, aterosclerose e doença pulmonar crónica obstrutiva até aos glicosinolatos com evidência comprovada ao nível da diminuição do risco de alguns tipos de cancro.

É certo que o processo de cozedura destrói boa parte destes compostos e consequentes benefícios, por isso, adicionar a couve à sopa só no final da cozedura e cozê-la a vapor são indispensáveis para usufruir da couve-galega na sua plenitude!

A couve-galega não é assim apenas mais um hortícola, é uma dádiva da natureza, uma celebração à saúde…

Por Pedro Carvalho
Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto


publicado por Maluvfx às 10:07
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Dicionário dos Alimentos - COGUMELOS
Todos os anos, à chegada das primeiras chuvas de Outono, os cogumelos mostram-se ao mundo num espectáculo de inegável beleza. Apesar das suas cores e formas atractivas não serem necessariamente sinónimo de comestibilidade, é já um hábito em muitas aldeias do nosso país a apanha do cogumelo.

Este fungo, que há mais de dois mil anos é encarado na medicina tradicional chinesa como um alimento com grande potencial terapêutico, sofre de alguma impopularidade quer por alguns casos de envenenamento, quer pelo efeito alucinogénio de algumas espécies. Puro engano! De facto, das mais de dez mil espécies de cogumelos conhecidas, apenas duas mil são comestíveis e menos de dez são industrializadas.

O cogumelo é um autêntico prodígio nutricional. Na sua essência, é constituído basicamente por água (mais de 90 por cento), fibra e proteína, ou seja um super-alimento no que à promoção da saciedade diz respeito. Acresce ainda o facto de o cogumelo ser significativamente mais rico em vitaminas do complexo B e minerais do que a maioria dos hortícolas. Tudo isto em apenas 14 kcal por 100g nos cogumelos frescos. As opções em conserva são menos interessantes pois para além da perda de algumas características organolépticas, ficam igualmente pelo caminho algumas vitaminas e minerais sendo ainda de sublinhar a adição de sal.

O tão propalado e ancestral potencial terapêutico dos cogumelos tem sido alvo de inúmeras investigações ao longo dos anos. Os dois efeitos mais interessantes e bem documentados até agora prendem-se com a capacidade destes fungos ao nível do fortalecimento do sistema imunitário e na diminuição dos níveis de colesterol sanguíneo. Para além destes, os cogumelos têm sido associados a muitos outros benefícios ainda sem grande evidência científica como a diminuição da pressão arterial, prevenção da diabetes, efeitos anti-virais e anti-bacterianos e um interessante potencial antioxidante em parte explicado pela sua riqueza em compostos fenólicos, tocoferóis e carotenos. Alguns compostos bioactivos presentes nas espécies de cogumelos Maitake e Shiitake têm Sido recentemente utilizados com resultados bastante promissores no combate ao cancro da próstata e bexiga.

Em suma, é um alimento com enorme versatilidade culinária podendo ser utilizado em sopas, entradas, saladas, risotos, massas salteadas, entre muitos outros. Estão reunidas todas as condições para disfrutarmos dos benefícios que os cogumelos nos possam aportar.

Por Pedro Carvalho
Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto


publicado por Maluvfx às 10:06
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Dicionário dos Alimentos - CHOCOLATE
A combinação de sabor, textura, aroma e compostos bioactivos fazem-nos crer que o chocolate foi um projecto divino, mais do que uma simples criação da natureza.

É reconfortante a ideia de que os alimentos que nos dão mais prazer e estimulação sensorial podem igualmente trazer benefícios para a saúde. O chocolate quente, bebida de eleição e já com cheirinho a Natal, é um dos já falados healthy guilty pleasures que com a sua conta peso e medida poderá fazer perfeitamente parte integrante de um estilo de vida saudável.

Não existem dúvidas que o chocolate é um alimento extremamente calórico com grandes quantidades de gordura e açúcar. Sendo certo que uma boa parte dessa gordura é saturada o impacte no colesterol sanguíneo não é tão grande como seria de esperar. A verdadeira “desvantagem” da manteiga de cacau e fonte da gordura do chocolate acaba por ser a sua propriedade de derreter à temperatura corporal, fazendo do momento da ingestão não apenas um mero episódio alimentar mas uma experiência sensorial reconfortante.

Este conforto associado ao consumo de chocolate acaba por ser explicável à luz de muitos dos seus constituintes que vão desde a cafeína e teobromina com efeito estimulante a aminas biogénicas e ácidos gordos que poderão ser responsáveis por um certo efeito aditivo do chocolate ao mimetizarem o efeito de algumas drogas canabinóides no cérebro. Apesar destes fenómenos ocorrerem em ambos os sexos, existem outros mecanismos que fazem das mulheres um grupo alvo no que diz respeito aos desejos por chocolate. Se a fase pré-menstrual é em si fértil em desejos alimentares, o chocolate lidera indubitavelmente esta lista, constituindo-se porventura como um desejo inconsciente por magnésio, um mineral cuja concentração no organismo diminui no período pré-menstrual e no qual o chocolate é extremamente rico.

Os benefícios do consumo do chocolate estão intimamente associados ao seu teor de cacau e consequentemente à quantidade de polifenóis nele existente. A redução de processos inflamatórios, melhoria dos mecanismos antioxidantes e diminuição do risco de doenças cardiovasculares está dependente da quão criteriosa for a escolha do chocolate. As opções com adição de leite, amêndoas, passas, caramelo possuem menor percentagem de cacau que o chocolate negro sendo que o “chocolate” branco nem sequer possui cacau na sua constituição.

Assim, acrescente na sua receita de chocolate quente um bom chocolate negro com alto teor em cacau (acima de 70%) e outros ingredientes como canela, gengibre e malagueta para potenciar o seu efeito antioxidante.

É caso para dizer que o chocolate é uma associação perfeita de palatibilidade, propriedades farmacológicas e hormonais, e já os Mayas explicavam o seu culto pela sua "capacidade de despertar desejos insuspeitos e revelar destinos"...

Por Pedro Carvalho, nutricionista
Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto


publicado por Maluvfx às 10:03
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Dicionário dos Alimentos - CEREJA
Diz uma lenda japonesa que uma cerejeira secular, companhia de sempre de um famoso guerreiro, florescia no Inverno no aniversário da sua morte sendo então atribuído à cereja o dom da imortalidade. Se nos dias de hoje podemos constatar que este florescimento fora de época é algo que apenas à mitologia diz respeito, o mesmo não podemos dizer das propriedades "imortais" das cerejas.

Em boa verdade, os maiores benefícios nutricionais das cerejas residem na sua vasta quantidade de fitoquímicos com potencial anti-envelhecimento comprovado. A cereja consegue associar um perfil nutricional muito interessante à sua sazonalidade e produção local, factores a que deve ser dada especial importância na altura de comprar.

Com um valor calórico reduzido (cerca de 60 kcal por 100g), as cerejas são particularmente ricas em vitamina A e em outros compostos fenólicos e flavonóides nos quais se destacam a quercetina e as antocianinas, substâncias bioactivas que têm sido estudadas pelos benefícios para a saúde que o seu potencial antioxidante poderia exercer.

Neste contexto, alguns estudos apontam para um efeito protector de danos no ADN que poderá actuar de forma preventiva para alguns tipos de cancro, sendo que as suas propriedades anti-inflamatórias são igualmente úteis ao nível da prevenção de doenças cardiovasculares. Investigações mais recentes mostram que estes compostos existentes nas cerejas poderão reduzir a produção de β-amilóide e, como tal, reduzir o risco de aparecimento de doença de Alzheimer.

As cerejas são igualmente ricas em melatonina, uma hormona produzida pela glândula pineal que tem um papel central na regulação dos nossos ritmos circadianos (períodos de aproximadamente um dia nos quais se baseia todo o ciclo biológico humano sob a influência da luz solar). Deste modo, a ingestão de cerejas poderá ser uma boa alternativa para a redução do jet lag e melhoria da qualidade do sono.

Apesar de muitas destas substâncias manterem-se em alguns subprodutos das cerejas (como tartes, compotas ou cerejas cristalizadas), o ideal é a ingestão da fruta em natureza usufruindo assim de todos estes benefícios para a saúde sem a associação de uma quantidade excessiva de açúcar.

Por Pedro Carvalho, nutricionista
Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto


publicado por Maluvfx às 07:55
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Dicionário dos Alimentos - CASTANHAS
A castanha, mais do que um alimento, é um marco do nosso calendário. Sinónimo de chuva, frio e lareira, é interessante constituir-se como o ponto alto do magusto celebrado em comemoração do “Verão” de S. Martinho.

No séc. XVII, a castanha era dos “farináceos” mais consumidos na alimentação dos seus congéneres beirões e transmontanos, ocupando por vezes o lugar do pão e das batatas. Esta substituição será hoje quase impossível, não porque não existam castanhas durante todo o ano (a produção de castanha congelada é um mercado em expansão), nem tão pouco por apresentar uma menos valia do ponto de vista nutricional, mas sim por questões económicas. Apesar do valor comercial da castanha ser bastante superior ao do pão, batata e arroz - é inclusive apelidada por alguns de “petróleo da região transmontana” -, este fruto amiláceo apresenta benefícios nutricionais muitas vezes menosprezados.

A castanha sendo um fornecedor primordial de hidratos de carbono (50% da sua constituição), tem uma quantidade de fibra e proteína (de elevado valor biológico tendo em conta que se trata de um alimento de origem vegetal) muito apreciável e que a tornam num interessante alimento do ponto de vista do controlo do apetite. Muito pobre em gordura, possui ainda razoáveis quantidades de vitaminas do grupo B, vitamina C, cobre e manganésio.

Sendo certo que a castanha não tem as cores, o aspecto e a forma de alguns hortofrutícolas ricos em antioxidantes, em boa verdade esta pérola transmontana ocupa um honroso 11º lugar no top de alimentos com maior quantidade de polifenóis, recentemente elaborado pelo Phenol-Explorer, uma plataforma do Instituto Francês de Investigação Agrícola.

É então mais um produto nacional de excelente valor nutricional. Citando um sempre sábio provérbio popular “cruas, assadas, cozidas ou engroladas, com todas as manhas, bem boas são as castanhas!”

Por Pedro Carvalho, nutricionista
Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto


publicado por Maluvfx às 07:53
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Dicionário dos Alimentos - CANELA
Quando começa a cheirar a Natal e dentro de todos os abusos alimentares que se cometem nesta quadra existe uma boa notícia: não há sobremesa natalícia que dispense a canela!

A canela está intimamente ligada à nossa história, sendo o monopólio do lucrativo comércio desta especiaria (à época, a mais procurada na Europa) uma das razões para Portugal ter estado no centro do mundo durante o século XV. Não foi no entanto necessário esperar tantos séculos para o valor da canela ser reconhecido. Já na antiguidade egípcia a canela chegava a ser mais preciosa do que o ouro sendo utilizada como bebida, agente medicinal e embalsamante.

Os egípcios não estariam enganados pois são hoje reconhecidas as propriedades antimicrobianas da canela tal como o seu efeito anti-inflamatório resultante do seu elevado teor em polifenóis. Esta potencialidade terapêutica da canela é um dos tópicos de investigação emergente, algo que se traduz em muitas hipóteses e (ainda) poucas conclusões. Ainda assim, estas evidências preliminares são bastante optimistas quanto a um efeito benéfico da canela na prevenção de doenças cardiovasculares, na modulação do sistema imunitário e quiçá na actividade anti-tumoral.

Também ao nível da redução dos níveis de colesterol sanguíneo e pressão arterial, a canela tem mostrado resultados interessantes, mas é no seu potencial efeito antidiabético que se tem centrado a maioria das atenções. A sua capacidade para “imitar” os efeitos da insulina no organismo e potenciar a sua actividade traduzindo uma diminuição dos níveis de açúcar no sangue após as refeições, poderão constituir a canela como um sério adjuvante na terapêutica desta patologia a curto prazo.

Esta estratégia poderá fazer pouco sentido se analisarmos a utilização da canela quase exclusivamente em sobremesas e sempre associada ao açúcar. Em todo o caso, existem outros modos menos convencionais de a consumir seja no chá, café, fruta, pão, iogurtes e batidos, não existindo grandes preocupações com a dose, pois quer pelo escasso valor calórico associado, quer pela pequena quantidade normalmente ingerida, a canela nunca será um grande contributo do ponto de vista energético. Possui ainda a vantagem de ser uma excelente fonte de fibra, cálcio e ferro.

Fixe então a primeira dica de Natal: Use e abuse da canela… Mas prefira-a no leite-creme, aletria e arroz doce do que nas rabanadas, sonhos e azevias!

Por Pedro Carvalho, nutricionista
Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto


publicado por Maluvfx às 07:45
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