Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quarta-feira, 7 de Julho de 2010
Seja Vegetariano: Pelos Animais
Sabe quantas vidas de animais poupará sendo vegetariano? Ao não comer vacas, porcos, galinhas, cabras e peixes, entre outros animais, salvará, durante toda a sua vida, milhares de vidas. Por isso é que o passo mais importante que pode dar individualmente para salvar animais é não os comer.
Vegetarianismo Ético: Coma só Vegetais… Pelos Animais

- Se os porcos são ainda mais inteligentes e as vacas ainda mais afectuosas do que os cães (e olhe que os cães são mesmo muito inteligentes e mesmo muito afectuosos), e se nunca comeria um cão, por que razão há-de comer estes ou outros animais? Coma só vegetais!

- Porcos no seu prato? Vacas com pão? Cortar galinhas com faca e garfo? Não lhe soa bem, pois não? Então, coma só as batatas!

Se acha que os animais importam e merecem o seu respeito, se não concorda com a crueldade extrema a que eles são submetidos desde que nascem até que são mortos para acabarem num prato, e se quer fazer algo para mudar esta situação injusta, a resposta é fácil e começa na sua refeição – não queira animais na sua mesa. Veja porquê:

- Vacas, porcos e cabras são criados em unidades pecuárias onde não há a mínima consideração pelas suas necessidades mais básicas; o transporte é cruel e, içados por uma corrente que os puxa por uma das patas traseiras, estes animais são degolados, enquanto agonizam numa morte horrível, com outros animais a assistirem horrorizados a esta violência e a verem o que lhes acontecerá de seguida.

- Frangos e perus mantidos em aviários sobrelotados onde são levados à loucura pelo inferno em que vivem, vêem os seus bicos cortados, sem anestesia, por uma lâmina a ferver, enquanto ainda são bebés, para que não se matem entre si; atirados com violência para dentro de caixas de transporte onde serão levados em camiões para matadouros, vivem a experiência do terror, que se adensa quando, nas linhas de abate, são dependurados pelas patas, de cabeça para baixo, as suas cabeças são mergulhadas em água electrificada – e, muitas vezes, sem que isso os deixe inconscientes -, sendo depois degolados, sendo comum ver estas aves a contorcerem-se enquanto agonizam e a morte não chega.

- Peixes arrastados repentinamente por redes de pesca sofrem o impacto de uma descompressão tão violenta eOlhar de Patinho. Foto: (c) CIWF imediata, que é comum lhes saltarem os olhos das órbitas, por vezes ficando os seus restantes órgãos rebentados, sendo deixados, depois, a asfixiarem fora de água até que morram. E, sim, os peixes sofrem. E, não, os peixes não são vegetais.

- Lagostas, caranguejos e caracóis cozidos vivos são também uma prática comum, sendo igualmente comum pensar-se que estes animais não sofrem. Mas sofrem o horror de quererem fugir da água a ferver que os mata cozendo-os, sem o conseguirem fazer. Na verdade, e a título de exemplo, os caranguejos sofrem tanto quanto isto: quando apanhados, além de ser frequente ficarem com as pinças partidas, ficam confusos e tendem a lutar entre si, quando, no seu meio natural, nunca o fariam e até se ajudariam mutuamente a defender de intrusos.

- Vacas “leiteiras” inseminadas artificialmente vez após vez e seleccionadas geneticamente para produzirem leite incessantemente, estão permanentemente ligadas a máquinas que lhes sugam mecanicamente o leite que seria destinado aos seus bebés, os vitelos, que lhes são retirados frequentemente com apenas um dia de vida. É comum ouvir as mães a chorar e chamar pelos filhos, e ouvir os seus bebés, assustados e desesperados, a chorar e gritar pelas mães. Ainda lhe apetece beber leite?

- Galinhas “poedeiras” vivem permanentemente num espaço inferior a uma folha A4 sem poderem sequer estender uma das suas asas. Presas em “gaiolas de bateria” – gaiolas empilhadas umas em cima das outras e lado a lado, aos milhares, em aviários sobrelotados -, estas galinhas são constantemente manipuladas para produzirem a maior quantidade de ovos possível, enlouquecendo pela miséria em que vivem, e (tal como acontece às “vacas leiteiras” quando deixam de produzir muito leite) sendo mortas quando deixam de produzir os ovos que encontra nos supermercados.

Se pensa que comer animais é legítimo mas que as condições em que estes são criados é que são erradas e devem ser mais fiscalizadas, por favor reveja esta ideia. Em nenhum país do mundo existe verdadeira fiscalização da actividade das unidades pecuárias e de como os animais são tratados nestas. Num só país, existem centenas ou milhares de unidades pecuárias e não há inspectores suficientes para as fiscalizarem adequadamente. No caso português, a falta de fiscalização é a regra.

No entanto, mesmo com a mais apertada fiscalização possível, o tratamento cruel dos animais de “criação” é oOlhar de Vaca Holandesa. Foto: (c) CIWF princípio em que assenta a produção animal. As mutilações – cortes de caudas e de testículos a leitões e a ovelhas, cortes de bicos a aves, cortes de peles a perus, cortes de chifres a vacas, com os animais sempre conscientes -, a manipulação constante, a selecção genética de espécies de crescimento rápido, a saúde debilitada provocada por estas condições, a violência na condução dos animais, as linhas de abate e a morte por degolação, entre outros métodos, são práticas aceites pelas legislações dos diversos estados.

Mesmo em sistemas de produção extensiva ou biológica de animais, há crueldade e muitas destas práticas mantêm-se – como é o caso das mutilações. Há, aliás, práticas cruéis próprias destes sistemas alegadamente menos cruéis, como é o caso da aplicação de argolas nos narizes de porcos – o que lhes causa grande sofrimento – para evitar que explorem o solo, algo que tanto precisariam de fazer.

A única maneira de não participar nesta exploração tão violenta e injusta que vitima milhares de milhões de animais em todo o mundo, todos os anos, é seguir o passo que está a dar ao visitar este site – saber como tornar-se vegetariano, fazer a mudança e passar definitivamente a ter uma dieta livre de crueldade e, além disso, mais saudável!


publicado por Maluvfx às 06:50
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Seja Vegetariano: Pelo Planeta
Se atendermos ao modo como a produção agro-pecuária – como quer que aconteça, mas ainda mais especialmente a intensiva (que é a mais comum e que é a principal responsável por trazer a carne, os ovos e o leite às prateleiras dos supermercados e às nossas mesas de refeição) – tem impactos devastadores no ambiente, o caso ecológico a favor do vegetarianismo aparece como outra razão de peso para sermos vegetarianos.



Sabia que:
A produção animal é altamente poluente e desperdiçadora de recursos (a produção de carne, ovos e leite exige um consumo de água e energia muito superior à produção de vegetais) e é uma grande causadora da desflorestação (grandes áreas florestais são destruídas para dar lugar a pastos para criação de animais)? E que a pesca industrial é igualmente devastadora para a vida nos rios e nos oceanos, provocando um constante e progressivo desequilíbrio nestes ecossistemas?



Está preocupado com o equilíbrio ecológico do planeta? Então, seja vegetariano!
• Nas últimas décadas, a criação de animais para serem mortos e transformados em carne e para serem explorados pelos seus ovos e leite, assim como pela sua pele e lã, cresceu em todo o mundo de forma colossal, de um modo absolutamente não-sustentável, trazendo consigo efeitos ambientalmente devastadores;
• Num mundo onde a falta de água – recurso vital cada vez mais evidentemente esgotável – se intensifica progressivamente, afectando drasticamente a população humana na Terra, mas também os outros animais, manter – e, pior, aumentar – a produção animal é um erro de desperdício imenso: a produção de um quilo de carne exige muito mais água do que a produção de um quilo de vegetais, do que se segue que a opção mais correcta e sustentável para produzir mais alimentos gastando a menor quantidade possível de água é apostar exclusivamente na produção de vegetais;
• São usados cerca de 2000 litros de água para produzir um quilo de carne – enquanto são usados apenas cerca de 50 litros de água para produzir um quilo de trigo;
• A exploração de vacas, porcos, ovelhas, galinhas e outros animais com fins alimentares tem tido efeitos preocupantemente importantes no aquecimento global: 10% da emissão de todos os gases nocivos, incluindo cerca de 25% das emissões de gás metano (que é considerado um dos mais potentes gases que tão nefastamente influencia o aquecimento global), provêm da exploração pecuária;
• Estima-se que, todos os anos, cerca de 13 mil milhões de toneladas de dejectos sejam produzidos pelos animais explorados na indústria pecuária. Dependendo de qual seja o destino dado a estes dejectos – sendo que o destino destes são tantas vezes rios -, o seu impacto ambiental será extremamente profundo ou “apenas” muito grave. Facilmente se conclui que, ao contrário da produção vegetal – que não gera dejectos -, esta é uma actividade altamente poluente;
• Os níveis de poluição da terra, da água e do ar ficam ainda mais elevados considerando os milhares de milhões de dejectos acima referidos combinados com o uso excessivo de fertilizantes, adubos e pesticidas usados para cultivar os terrenos agrícolas;
• A exploração pecuária provoca também um grave desequilíbrio ecológico na Terra através da desflorestação. Na América Central e na América do Sul, imensas florestas tropicais de enorme importância ecológica, com uma enorme diversidade de espécies animais e vegetais que nelas habitam, têm extensas áreas dizimadas e desflorestadas para darem lugar a pastagens para vacas que serão transformadas em carne e a plantações de soja para alimentar estes animais;
• Uma área de terreno com as mesmas dimensões de sete campos de futebol é destruída a cada minuto que passa. 55m2 de floresta tropical podem ser destruídos para serem usados na produção de apenas cerca de 125g de carne. Cada vegetariano, pelo simples mas importante facto de ter uma dieta exclusivamente à base de produtos vegetais, salva cerca de 3.000m2 de floresta por ano, que já não serão destruídos e convertidos em explorações pecuárias;
• Em África, assim como noutras partes do mundo, dá-se também o fenómeno da desertificação (do solo), que resulta da pastagem excessiva de um solo que não suporta o acréscimo de animais que pastam e que são criados e explorados para corresponder ao recente aumento da procura da sua carne neste continente.


publicado por Maluvfx às 05:30
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Seja Vegetariano: Pela Humanidade

Actualmente, continua-se a apostar num sistema de produção alimentar onde a produção de carne tem um peso enorme. Este permite apenas gerar alimentos de origem animal que não chegam para alimentar nem sequer metade do total da população humana, implicando custos que tornam estes alimentos inacessíveis para os mais pobres. ”

A produção de vegetais poderia, com alguma facilidade, gerar uma quantidade de alimentos completos, de muito mais fácil, menos dispendiosa e de mais eficaz produção e distribuição. Poderia ser suficiente para alimentar todos os humanos que existem na Terra, tanto os famintos como os não famintos, gerando alimentos mais baratos, mais acessíveis, de mais fácil produção e mais saudáveis.
É sabido que as causas da fome no mundo são essencialmente políticas e não se devem, necessariamente, à falta de alimentos. Mas é também verdade que a produção animal dificilmente poderia gerar alimentos para os 6 mil milhões de humanos que existem no planeta – e o número não pára de crescer. Além disso, se se tentasse produzir alimentos animais para toda a população humana, as consequências ambientais e para os animais que daí decorreriam seriam assustadoras, afectando também drasticamente os humanos. O mesmo não se pode dizer da produção de vegetais, que poderia ser mais fácil e mais sustentável, e corresponder de forma equilibrada a estas necessidades.

Está preocupado com a sua saúde e com a saúde dos outros humanos com quem vive no planeta? Então, seja vegetariano!
• Para corresponder à imensa procura, assim como à busca cega do lucro que a indústria agro-pecuária sempre procura, a pressão para fazer com que os animais cresçam aceleradamente, fiquem demasiadamente grandes e subsistam aos ambientes sujos, sobrelotados e doentes das unidades pecuárias, tem sido imensa – para enorme prejuízo da saúde de quem come a carne destes animais, o seu leite e os seus ovos, e, claro, para tremendo prejuízo dos animais que são explorados, o uso massivo e sistemático de antibióticos nos animais tornou-se uma prática comum. Para impedir que um grande número de animais morra com as doenças que são provocadas pela maneira como são explorados, os produtores pecuários entopem estes animais de grandes quantidades de antibióticos, sem se preocuparem com questões de qualidade e segurança alimentar para humanos – e certamente não se preocupando com a saúde ou o bem-estar dos animais;
• Têm-se tornado cada vez mais comuns doenças muito graves que afectam os animais explorados pela indústria pecuária devido às condições em que são criados, e que escapam às tentativas de controlo destas por meio do uso massivo de antibióticos – gripe aviária, encefalopatia espongiforme bovina (BSE), brucelose, leucose, peste suína, febre aftosa, etc.. Além de terem consequências que se abatem violentamente sobre estes animais – que, além da violência a que são sujeitos e das pobres condições em que são mantidos, ainda ficam doentes e são depois massiva e brutalmente mortos em “abates sanitários” -, várias pessoas têm adoecido e muitas pessoas morreram depois de terem ficado contaminadas com estas doenças por terem consumido alimentos animais;
• Ao invés de lerem estes sinais como indicações muito claras de que devem mudar de métodos de produção (tanto por preocupação com o bem-estar animal quanto por preocupação com a saúde humana e a segurança e qualidade alimentar), os produtores pecuários insistem em manter os sistemas de produção intensiva o mais mecanizados e artificiais que consigam, sempre de modo a que dêem o máximo de lucro possível, o que deixa claro o quão (des)preocupada está esta indústria com os consumidores dos seus produtos;
• O consumo de alimentos animais está associado a uma variedade de problemas de saúde tão graves como várias formas de cancro, problemas cardíacos, obesidade e osteoporose; ainda assim, a indústria agro-pecuária e os seus promotores investem muitos milhões de euros em estratégias publicitárias com as quais procuram convencer o público de que mais saúde equivale a maior consumo de alimentos animais – algo que, cada vez mais, é fortemente desencorajado por médicos e especialistas em nutrição em todo o mundo;
• Uma parte muito importante dos orçamentos dos sistemas públicos de saúde é gasta no tratamento dispendioso de uma variedade de problemas de saúde que as pessoas contraem com frequência e que estão, muitas vezes, associados ao consumo de animais e de alimentos de origem animal. Se as autoridades públicas de saúde apostassem na prevenção destes problemas de saúde, nomeadamente na educação de crianças e jovens, assim como da população adulta, para terem uma alimentação mais equilibrada e saudável (necessariamente vegetariana), eliminarem o consumo de álcool e tabaco, e para fazerem exercício físico regular, conseguiriam diminuir drasticamente a taxa de incidência destes problemas de saúde, assim como as fatias dos orçamentos públicos que são actualmente gastas no tratamento – por oposição à prevenção -, libertando mais dinheiro para prestar assistência económica e social às comunidades mais pobres, dando-lhes a oportunidade de sairem do ciclo de pobreza e privação em que vivem.
Está preocupado com as pessoas que não têm o que comer? Então, seja vegetariano!
• Continuar a manter os animais e os alimentos de origem animal como as fontes principais de alimentos para a população humana do planeta é condenar milhares de milhões de pessoas à fome;
• Criar animais para serem transformados em carne ou para gerarem ovos e leite é um grande erro de economia alimentar. Os animais que são explorados com fins alimentares consomem muitas mais calorias do que aquelas que se produzem em forma de carne ou outros alimentos animais. A carne é o alimento mais caro, desde logo porque os animais precisam de muito mais energia para viver do que aquela em que são transformados em forma de alimento;
• Se os terrenos agrícolas actualmente usados na criação de animais fossem usados na produção de vegetais, gerariam uma quantidade substancialmente maior de alimentos para consumo humano do que actualmente geram, permitindo alimentar um número muito superior de humanos do que actualmente permitem fazer – e de modo ética e ecologicamente mais correcto.


publicado por Maluvfx às 05:10
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Seja Vegetariano: Pela Sua Saúde
Os vegetarianos – e especialmente os veganos – estão menos expostos a um variado número de doenças e problemas de saúde que estão associados ao consumo de alimentos de origem animal: várias formas de cancro (desde logo, cancro da próstata e cancro do cólon), problemas cardíacos, hipertensão, osteoporose, colesterol, impotência sexual e obesidade, entre outros.

- É mais fácil manter a linha seguindo uma dieta vegetariana?
Uma pessoa que tenha uma alimentação vegetariana, especialmente se for vegana, ingere, em princípio, menos gorduras e alimentos menos calóricos e de mais fácil digestão do que uma pessoa não-vegetariana. É claro que também é possível ser-se vegetariano e ter excesso de peso, se se tiver uma alimentação incorrecta e hiper-calórica, mas é um facto que os vegetarianos, especialmente os veganos, dificilmente sofrerão de obesidade e é improvável que tenham problemas sérios de excesso de peso. Numa altura em que a obesidade se tornou uma epidemia e começa a ser um problema de saúde cada vez maior também na sociedade portuguesa, o vegetarianismo apresenta-se como um bom meio de prevenção da obesidade.

O Vegetarianismo na Prevenção e no Tratamento de Doenças
As dietas vegetarianas têm um papel vital na prevenção de doenças, uma vez que uma alimentação vegetariana, em especial se for vegana, reduz muito significativamente a exposição a uma série de doenças. Ao mesmo tempo, adoptar e manter uma dieta vegetariana, e em especial se for vegana, pode ser muito benéfico mesmo para quem sofra já de certos problemas de saúde, ajudando no tratamento destes e na prevenção do agravamento que se poderia registar com uma alimentação não cuidada e muito dependente de alimentos de origem animal. Saiba porquê:

:: Doenças cardiovasculares
A dieta vegetariana previne o aparecimento de doenças cardíacas porque é pobre em gorduras saturadas e geralmente contém pouco colesterol (se for ovo-lactovegetariana) ou nenhum (se for vegana) – o colesterol é o principal factor desencadeador destas doenças e está presente apenas em produtos animais, tais como a carne, incluindo a carne de peixe, os lacticínios e os ovos.

:: A hipertensão
Os vegetarianos têm tendência para ter a tensão arterial mais baixa. Na maior parte das vezes, em casos graves deBeringela hipertensão, quando se faz a mudança para uma dieta livre de produtos de origem animal, a medicação para o controlo da tensão arterial pode deixar mesmo de ser necessária, devido ao baixo teor em sódio (elemento hipertensor e constituinte do sal) que todos os alimentos incluídos na alimentação vegetariana apresentam.

:: A diabetes
Os elevados níveis de açúcar no sangue podem ser facilmente controlados com uma dieta vegetariana. Uma dieta rica em hidratos de carbono complexos (presentes em vegetais, leguminosas e cereais) e simultaneamente pobre em gorduras é a melhor solução para controlar esta doença e minimizar as suas consequências. Ao evitar as gorduras e o colesterol, diminui as probabilidades de complicações cardíacas e, sendo este um dos principais objectivos da dieta diabética, o vegetarianismo assume um papel importante. Embora todos os insulino-dependentes tenham que tomar insulina, uma dieta baseada em vegetais e cereais na dose adequada pode ajudar a reduzir as suas necessidades desta substância.

:: O cancro
Estudos em indivíduos vegetarianos mostram que a taxa de mortalidade por cancro é apenas de ½ a ¾ em comparação com o resto da população. Tanto o cancro da mama, como do cólon e do pulmão são menos frequentes em vegetarianos. Uma alimentação pobre em gorduras e em açúcares naturais dos lacticínios (responsáveis pelo aumento do risco de cancro nos ovários) e rica em fibras e antioxidantes contribui muito para evitar o cancro.

:: A obesidade
O mais recente estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) revela que a obesidade está a aumentar. Não é só um problema estético, mas de saúde; é uma epidemia e é uma doença crónica que contribui para o aparecimento de hipertensão, aumento do colesterol, doenças cardiovasculares e diabetes, entre outras doenças. O peso médio dos veganos, comparado com o dos omnívoros, é, em geral, inferior em 5 a 10 kg.

:: A osteoporose
A alimentação vegetariana contribui para a manutenção do tecido ósseo durante todas a fases da vida. É tão importante ingerir cálcio como prevenir a perda de massa óssea. Sabe-se que, entre os factores responsáveis pela Caju. Foto: (c) Wikipediaperda de cálcio através da urina, fezes e suor, o mais importante é o consumo de proteína animal. Ao adoptar uma alimentação livre de proteína animal, contribui para reduzir a perda deste tão importante mineral e, ao mesmo tempo, consegue garantir o consumo de cálcio de que necessita através de fontes vegetais de cálcio, como os vegetais de folhagem verde-escura e o leite de soja enriquecido, entre outros.

Já percebi que é importante para os animais que eu deixe de beber leite e de comer ovos, mas não me farão falta?
Não. Veja a seguir porquê:

Não beba leite, pela sua saúde!
Tem-se verificado que existe uma relação estreita entre o consumo de produtos lácteos (leite, manteiga, queijo, etc.) e vários tipos de cancro, diabetes, osteoporose, doença coronária e outros problemas relacionados com intolerâncias e alergias graves. Tanto o cancro da mama como o da próstata estão relacionados com o consumo deste produto. Esta íntima relação explica-se através de um aumento da quantidade, no organismo humano, de uma substância designada de factor de crescimento semelhante à insulina-I (IGF-I) encontrada no leite de vaca. Esta substância pode também ser encontrada, em elevadas quantidades, na corrente sanguínea de indivíduos consumidores regulares deste tipo de leite. Estudos recentes comprovam que homens com elevadas concentrações sanguíneas de IGF-I, apresentam quatro vezes mais probabilidades de virem a sofrer de cancro da próstata do que outros indivíduos com concentrações sanguíneas de IGF-I mais baixas. Também o cancro do ovário está relacionado com o consumo de produtos lácteos: o açúcar do leite, quando desdobrado no organismo humano, dá origem a outro açúcar mais simples, designado por galactose, que, por sua vez, é também desdobrado por várias enzimas. Quando o consumo destes produtos excede a capacidade destas enzimas para desdobrarem a galactose, esta pode circular na corrente sanguínea, o que poderá, a longo prazo, afectar os ovários. Mulheres consumidoras de leite de origem animal apresentam três vezes mais probabilidades de virem a sofrer de cancro nos ovários.

A diabetes insulino-dependente está também relacionada com o consumo de leite e produtos lácteos. Pesquisadores encontraram uma proteína característica dos produtos lácteos que provoca uma reacção auto-imune, que, por suaTomates. Foto: (c) Xenia Morguefile vez, afecta as células do pâncreas, afectando, por isso, também, a capacidade do organismo de produzir insulina.
O leite e seus equivalentes e derivados são frequentemente recomendados para prevenir a osteoporose. Contudo, pesquisas e estudos demonstram que o risco de fractura óssea é igual em consumidores de leite de origem animal e em não consumidores deste produto. Assim, ficou provado por vários estudos que, na prevenção da osteoporose, é fundamental reduzir os factores descalcificantes, tais como o consumo de sal e de proteína animal – em vez de manter ou aumentar o consumo de cálcio através de lacticínios (que contêm proteína animal).

A doença cardiovascular é uma das doenças que está mais relacionada com o consumo de produtos lácteos, pois têm elevadas quantidades de gordura saturada e colesterol, aumentando imenso as probabilidades de quem consome estes produtos vir a sofrer de doença coronária.
Os sintomas da intolerância à lactose são diarreia, flatulência e distúrbios gastrointestinais, e surgem devido à ausência, no organismo humano, de enzimas capazes de actuar na digestão do açúcar do leite. Esta ausência é um processo natural que ocorre no organismo, pois os humanos são mamíferos e os mamíferos não necessitam de consumir leite durante a vida adulta (menos ainda de outras espécies). Humanos que insistem em consumir leite após o seu desmame forçam o organismo a continuar a produzir estas enzimas, daí ser tão comum encontrar pessoas intolerantes à lactose.
O consumo de lacticínios não está só relacionado com doenças e alergias – os agentes contaminantes encontrados em várias amostras de leite são um grave problema para a saúde humana. A indução artificial da produção de leite conduz a inflamações graves nas glândulas mamárias dos animais, que requerem tratamento à base de antibióticos. Vestígios destes antibióticos, bem como de pesticidas e outros medicamentos, são encontrados em leites e outros produtos derivados.
Uma dieta alimentar diária livre de produtos lácteos contribui para a redução da perda de cálcio, diminuindo o risco de osteoporose. A alimentação vegetariana oferece todo o cálcio necessário, a partir de alimentos ricos em antioxidantes, fibra, ácido fólico, hidratos de carbono complexos, ferro e outras vitaminas e minerais importantes, que não são encontrados em lacticínios.

Não coma ovos, pela sua saúde!
Apesar de serem um alimento altamente nutritivo, os ovos apresentam características que os impedem de ser alimentos de eleição, pois apresentam elevadas quantidades de proteína animal, o que contribui para a descalcificação óssea, e elevadas quantidades de colesterol e gordura, o que contribui para o aumento dos níveis de colesterol sanguíneo, aumentando, consequentemente, o risco de doença coronária.

O colesterol pode ser obtido pelo organismo não só através da alimentação diária, como também através da sua produção no fígado. Normalmente, o organismo humano produz em quantidade suficiente todo o colesterol de que precisa, não sendo por isso necessário incluir alimentos com colesterol na alimentação humana. A American Heart Associaton recomenda que o consumo máximo de colesterol diário deve ser de 300mg. Tendo em conta que, em apenas um ovo, existem cerca de 213 mg de colesterol, e sabendo que o limite diário recomendado para o consumo de colesterol é, então, de 300mg, torna-se extremamente difícil controlar as quantidades de outros produtos de origem animal que fornecem esta substância.

A escolha deste alimento como parte da dieta diária não é uma boa opção também porque é considerado um alimento de alto risco em relação a possíveis intoxicações alimentares. Devido à presença da bactéria Salmonella enteritidis no ovário da galinha, ou na trompa uterina antes da casca se formar à volta da gema e clara, pode ser possível a presença destas bactérias dentro de um ovo inteiro sem ranhuras, mesmo que a bactéria não provoque um estado de doença na galinha. A Salmonella é um género de bactéria pertencente à família Enterobacteriaceae e a transmissão para os humanos é feita a partir do consumo de alimentos contaminados com fezes animais. A maioria destes alimentos é de origem animal, sendo o ovo um dos alimentos principais de transmissão. Os sintomas causados pela Salmonelose são náuseas, vómitos e diarreia, e tendem a aparecer cerca de 24 horas após a ingestão de um alimento contaminado.

O Expert Technical Advisory Committee on Antibiotic Resistence tem vindo a alertar para o risco da imunidade a antibióticos poder ser adquirida por humanos através do consumo de carne de animais sujeitos à administração deste tipo de substâncias. Inúmeros avisos destes têm sido registados por vários cientistas. Os antibióticos administrados a galinhas e a vacas para as manter vivas em unidades pecuárias contribuem para o aparecimento de microrganismos adaptados com uma maior resistência a medicamentos usados por humanos.


publicado por Maluvfx às 04:57
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Domingo, 1 de Abril de 2007
Seja VEGetariANO: Em defesa de toda a Vida!!!



SEJA VEGETARIANO
EM DEFESA DE TODA A VIDA
Nossas ações tem o poder de mudar a nossa realidade e a realidade daqueles que nos cercam. Dentre elas, o ato de alimentar-se pode ser mais poderoso do que muitos imaginam. Cada vez que nos sentamos à mesa, plantamos a saúde que iremos colher no futuro, decidimos o destino de centenas de animais inocentes e ainda determinamos o impacto que causaremos no planeta.



FAÇA ISSO PELOS ANIMAIS!
A indústria de carne distorce os fatos e faz propagandas bonitinhas, mas a verdade é uma só: Todos os anos, bilhões de seres inocentes e sensíveis são submetidos a maus tratos, confinamento, manejo brutal e morte cruel, com a única finalidade de satisfazer à gula de uns e ao apetite financeiro de outros. Porcos, vacas, galinhas, perus, peixes, coelhos, cabritos... Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas eles sentem dor, medo, angústia...

FAÇA ISSO PELA SAÚDE!
Quem não come carne corre menos riscos de sofrer com doenças do coração, desenvolver câncer e enfrentar problemas como obesidade, diabetes e hipertensão. Também fica livre de outras doenças diretamente relacionadas ao consumo da carne, tais como a doença da vaca louca e a gripe aviária, que já fizeram milhares de vítimas no mundo todo.

FAÇA ISSO PELO MEIO-AMBIENTE!
Você sabia que florestas inteiras são devastadas para darem lugar a pastos? E que a emissão de gás metano contido nos arrotos, flatulências e fezes dos milhões de animais que ocupam as fazendas de criação, é uma das principais causas da poluição do ar e da destruição da camada de ozônio e consequentemente do aquecimento global? Pense nisso!

FAÇA ISSO CONTRA A FOME MUNDIAL!
A maior parte dos grãos e da soja produzida hoje no planeta destina-se à produção de rações utilizadas na engorda dos animais de corte. Se estes grãos fossem usados diretamente na alimentação humana, haveria comida mais do que suficiente para todas as pessoas do mundo. Parece utopia, mas não é!
Acabar com a fome é possível e o segredo é o uso racional de nossos recursos!

FAÇA ISSO PELOS SEUS FILHOS!
Ao livrar seus filhos do consumo de carne, você não estará beneficiando somente a saúde deles. Você também estará contribuindo para que eles vivam num planeta melhor: a indústria da carne é a maior poluidor das águas e destruidora do solo. Essa devastação pode comprometer de maneira irreversível a sobrevivência dos seus filhos e dos filhos dos seus filhos.

ABRA O SEU CORAÇÃO!
Junte-se aos ambientalistas, militantes da causa animal e outros ativistas do mundo todo. Esta é uma luta pela construção de um futuro livre de devastação, violência, dor e crueldade. Participe! Ao invés de consumir um 'alimento' que causa danos à saúde, aos animais e ao planeta, faça como milhões de pessoas em todo o mundo e escolha alimentar-se de frutas, verduras, grãos e legumes. De quebra, você ainda descobrirá as delícias que esta culinária tão rica oferece.


publicado por Maluvfx às 12:03
link do post | comentar | favorito
 O que é? |


mais sobre mim
pesquisar
 
Maio 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

12
13
14
16
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30
31


posts recentes

Seja Vegetariano: Pelos A...

Seja Vegetariano: Pelo Pl...

Seja Vegetariano: Pela Hu...

Seja Vegetariano: Pela Su...

Seja VEGetariANO: Em defe...

arquivos

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Setembro 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Setembro 2008

Agosto 2008

Junho 2008

Fevereiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Setembro 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Maio 2006

Dezembro 2005

Outubro 2003

Julho 2002

tags

todas as tags

favoritos

ANTI-TOURADAS

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds