Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quarta-feira, 12 de Maio de 2010
Os Estados-Membros da UE acordam novas regras sobre testes em animais
Informações Eurogroup for Animals - Imprensa
Bruxelas, 11 maio de 2010




Após anos de negociações, a UE aprovou novas regras sobre testes com animais na Europa.Estados-Membros da UE reuniram-se hoje para assinar um acordo político abrindo caminho para uma nova directiva. O novo conjunto de regras vai finalmente substituir o irremediavelmente ultrapassada Directiva 86/609/CE, relativa à protecção dos animais utilizados para fins científicos, que é quase um quarto de século.
Eurogroup for Animals congratula-se com a decisão do Conselho em que avança a revisão dos restos Directiva desatualizado, mas receia que a nova lei da UE não reflecte totalmente o elevado nível de preocupação pública sobre o uso de animais em experiências e não ir longe o suficiente na promoção o uso de alternativas não-animais.
O acordo é o resultado de um longo debate entre instituições da UE e as partes interessadas.
A revisão das regras sobre o uso de animais em experimentos era urgentemente necessário que a legislação 1986 não tem em conta os novos desenvolvimentos científicos, um maior conhecimento das necessidades físicas e comportamentais dos animais e novas aplicações de uso animal, que solicitou uma regulamentação mais rigorosa Os cientistas também encontraram cada vez mais testes em animais a não ser confiáveis.
"Nós acreditamos que o compromisso alcançado entre as instituições da UE é um passo positivo, mas ainda não o U-turn necessários para proteger adequadamente os animais utilizados na investigação. É decepcionante que as questões, incluindo um sistema adequado de autorização do uso de animais e de revisão ética e as normas mínimas para o alojamento e cuidado dos animais mostrou-se tão polêmica'', disse Sonja Van Tichelen, diretor do Eurogroup for Animals. Se os pesquisadores da indústria e continuar a usar os animais, eles devem fornecer-lhes um alojamento adequado e limitar seu uso ao mínimo "
"Nós realmente precisamos de uma mentalidade totalmente diferente e uma estratégia global europeia que visem a reduzir o sofrimento dos animais e do número de testes em animais, com metas claras, que substituem os testes mais controversos, em particular aqueles que envolvem a utilização de primatas não-humanos" , acrescentou.
Além disso, as regras propostas avançar para uma melhor promoção do princípio dos 3R de substituição, redução e refinamento dos testes em animais, mas Eurogrupo é muito desapontado por causa da remoção da obrigação de utilização de alternativas à experimentação animal, onde são "razoável e praticamente possível Este requisito deve ser central a toda a legislação a experimentação animal e sua remoção constitui um retrocesso em que a UE deve ter tido realmente um papel de liderança para a promoção da investigação humana.
"Precisamos de uma melhor protecção dos animais e pessoas através de uma melhor ciência.Alternativas à experimentação animal simplesmente oferecer resultados mais confiáveis e os pesquisadores precisam garantir que consideram que eles primeiro ", disse Kirsty Reid, Eurogroup for Animals" Política Oficial de Pesquisas Animais.
Ao nos aproximarmos da fase final da revisão desta legislação, é essencial que os Estados-Membros da UE a aplicar e aplicar corretamente a legislação aprovada para garantir que o bem-estar dos animais de investigação da Europa está protegida.



Fonte
Eurogroup for Animals








PLAY/PAUSE VIDEO











Chimpanzés, gorilas e orangotangos fora dos laboratórios científicos. Num projecto de directiva, a União Europeia quer proibir o uso de grandes primatas para fins científicos, excepto em casos de extrema importância para a saúde humana, se não houver metódo alternativo mas só com animais nascidos e criados em cativeiro.
O projecto de directiva foi aprovado por representantes dos Vinte e Sete mas tem ainda de passar no Parlamento Europeu.
Actualmente, na União são usados todos os anos 12 milhões de animais.
A União Europeia quer reduzir o número mas também limitar as pesquisas à investigação humana, animal e farmacêutica de algumas doenças, como Alzheimer ou Parkinson.
O objectivo último dos defensores dos animais é acabar com tais práticas. Bruxelas quer dar mais um passo.
Em 2009, proibiu o uso de animais para testes de produtos cosméticos, embora algumas derrogações estejam em vigor até 2013.
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Conselho de Ministros da UE restringe testes em animais

Todos os anos são usados 115 milhões de animais em experiências científicas no mundo

2010-05-12






UE vai proibir testes nos grandes símios
UE vai proibir testes nos grandes símios
O Conselho de Ministros da União Europeia (EU) concordou em apertar as normativas que regulam as experiencias com animais para reforçar o seu bem-estar.

Os 27 Estados-Membro têm que assegurar que os testes em animais são substituídos, sempre que possível, por um método alternativo“cientificamente satisfatório”.

O nível de dor e sofrimento causado aos animais deverá ser limitado ao mínimo.

Segundo especialistas citados pelo Conselho, 12 milhões de animais são usados todos os anos em experiências científicas na EU e calcula-se que 115 milhões de animais no mundo sejam vítimas da ciência.
O uso de primatas com fins científicos está sujeito a duras restrições: foram proibidos os testes com os grandes símios como chimpanzés, gorilas e orangotangos.

Contudo, o Conselho vai permitir “excepcionalmente” aos Estados o uso de grandes símios se existir uma “razão justificável”, como a sobrevivência da própria espécie ou devido a um inesperado crescimento de uma doença muito grave para o ser humano.

Também não serão permitidas experiências com animais capturados no seu habitat natural, salvo em casos concretos. Os primatas serão usados apenas se forem crias de animais que tenham crescido em cativeiro ou se forem provenientes de uma colónia que se mantém por si.

Larvas, fetos e lulas

A nova directiva abrange todos os animais vertebrados, inclusive certos tipos de larvas, fetos de mamíferos (desde o último trimestre de gestação do seu desenvolvimento normal) e cefalópodes, como lulas por exemplo.

Após o texto estar terminado, a decisão será aprovada formalmente na próxima reunião do Conselho de Ministros e segue para o Parlamento Europeu para uma segunda leitura.


publicado por Maluvfx às 08:31
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Domingo, 9 de Maio de 2010
Neste domingo (9) Programa Animal Press e a Manifestação Antivivissecção
programaanimalpress_8

Na edição nº 8 do Programa Animal Press você acompanha a reportagem sobre o Dia Mundial contra a Vivissecção, manifestação que aconteceu em São Paulo contra a utilização de animais vivos para fins científicos ou pedagógicos.
 
O programa irá ao neste domingo pela TV Aberta de São Paulo às 9h30 da manhã, e no site www.programaanimalpress.com.br a partir da próxima Quarta (12).
 
Entrevistas com Nina Rosa, Silvana Andrade, Mauricio Varallo, Christian Sabóia e George Guimarães.
 
 
 
TV Aberta da Cidade de São Paulo(somente transmissão a cabo no perímetro urbano de São Paulo)
pela NET sitema analógico ou digital - canal 9
pela TVA sistema analógico - canais 72 ou 99 (dependendo do bairro)
pela TVA sistema digital - canal 186

DOMINGOS - 9h30  


publicado por Maluvfx às 05:41
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
Histórias reais de verdadeiros monstros - Socialmente aceites
Dr. OZ tirou um curso de cirurgião e tornou-se vedeta televisiva, adepto de estranhas práticas pseudomédicas como as chamadas "terapias energéticas", que defendem a existência de de uma energia viva que anima os seres vivos. Numa ocasião, manteve durante 29 dias um cão de peito aberto, submetido a uma ablação por radiofrequência, que consiste em extirpar parte do sistema de condução eléctrica do coração (uma tecnica para tratar arritmias). Após ficar paralisado e sofrer dores intensas nas patas traseiras e quando urinava, foi submetido a eutanásia, segundo consta do registo, escrito um dia depois de Oz ter anotado que o cão estava "animado, atento e receptivo" - http://www.columbiacruelty.com/feat-pupkillings.asp

Em nome da acupunctura um macaco rhesus participa num estudo sobre a eficácia da acupunctura no alivio da dor. Para conhecer o reacção do símio ao tratamento, Hongchien Ha, da Universidade Médica da China, em Taichung, implantou-lhe eléctrodos no cérebro - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2516110/pdf/anesthprog00133-0004.pdf :: http://www2.cmu.edu.tw/~cmcshow/English_intro.htm

Em estudos sobre a privação, efectuados no Yerkes National Primate Research Center, em Atalanta, entre 1940 e 1960, a crueldade dos estudos é manifesta. Por exemplo, mantinham durante três anos chimpazés recém-nascidos num ambiente de total escuridão, e colocavam a outros ligaduras nos pés e nas mãos para imobiliza-los durante dois anos. Tudo isto para demonstrar algo tão evidente como o facto de um animal social se for privado de companhia começar a desenvolver comportamentos patológicos -http://www.yerkes.emory.edu/

Harry Harlow, psicólogo da universidade do Wisconsin em Madison, em 1970, recorreu a crias de macacos rhesus para lhes provocar depressão clinica. Durante seis semanas, deixava os símios bebés numa gaiola vertical de paredes escorregadias, baptizada pelo próprio psicólogo como "o buraco do desespero": passados alguns dias os pequenos macacos ficaram quietos, encolhidos a um canto. Depois de libertados, manifestaram inadaptação social e um comportamento violento; a maior parte nunca consegui recuperar por completo -http://www.muskingum.edu/~psych/psycweb/history/harlow.htm

Em 2003 tornaram-se publicas as experiências do neurocirurgião E. Sander Connolly da Universidade de Columbia, que simulava ataques cerebrais em babuínos retirando-lhes os globos oculares para poder, dessa forma, perfurar uma artéria do cérebro. Depois, dava-lhes um medicamento neuroprotector e mantinha-os vivos durante vários dias nesse estado de degradação, justificando a barbárie alegando que podia "obter resultados revelantes" - http://www.columbiacruelty.com/deathSquad_Connolly.asp

Referências: Revista Super Interessante - http://www.assineja.pt/Detalhe/tabid/111/itemID/SI/IdTipoItem/1/GrupoID/10/Default.aspx - Março 2010

"Médicos que defendem a vivissecção não merecem nenhum reconhecimento na sociedade, pois sua brutalidade é aparente não apenas durante os experimentos, mas em sua vidas, na prática médica. São homens que não se deixam deter por nada, para satisfazer seu desejo implacável e insensível de receber honras e ganhos." - Dr. med. Hugo Knecht, Otorrinolaringologista, Linz, 5 de Outubro de 1909

Independentemente destes casos extremos, que chegaram ao nosso conhecimento, a grande questão é: "Evolução" a QUALQUER preço?

A minha resposta é, convictamente, NÃO. (Por muito amor que tenha à vida, prefiro morrer uns anos mais cedo a sacrificar seres vivos a tais brutalidades. Até porque a população humana está a aumentar desmesuradamente e se continuarmos neste ritmo acabaremos por nos asfixiar a nós próprios por não haver “ar” que chegue para tanta gente)



Fonte: Susana Pereira


publicado por Maluvfx às 04:49
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Terça-feira, 20 de Abril de 2010
Alternativa ao uso de animais em laboratório é discutida por alunos e professores de todo o Brasil

05 de maio de 2009



O Dia Mundial dos Animais de Laboratório, 25 de abril, recolocou a polêmica sobre o uso de cobaias em cursos universitários. A questão divide pesquisadores, professores e alunos por todo o Brasil.
A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, em seu curso de Medicina Veterinária, não utiliza animais nas aulas. Em outras instituições, no entanto, como a Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), há o uso de ratos Ystar no curso de Psicologia.
Segundo o artigo III dos Princípios Éticos para o Uso de Animais de Laboratório,“procedimentos que envolvam animais devem prever e se desenvolver considerando-se sua relevância para a saúde humana ou animal, a aquisição de conhecimentos ou o bem da sociedade”. Esta questão divide opiniões entre diversos estudantes e professores de cursos voltados à área da Saúde.
Débora Schwab Branco é aluna do segundo ano de Psicologia da Universidade do Centro Oeste (Unicentro). Letícia Campos é estudante do terceiro ano de Odontologia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).
Ambas utilizam animais em seus cursos. Débora estuda o comportamento do rato, do tipo Ystar, na disciplina de Análise Experimental do Comportamento. Letícia estuda, em uma pesquisa, a relação do cigarro com os anestésicos locais através da análise dos órgãos dos animais.
Segundo Débora, as experiências que são realizadas nesta disciplina de Análise Experimental do Comportamento são as mesmas há anos. Ela explica que ”o desempenho da experiência varia um pouco de acordo com os experimentadores e as cobaias, mas os resultados a que se chega serão sempre os mesmos, neste caso. Portanto, é sim desnecessária a utilização dos animais para a visualização e compreensão desta disciplina”.
Débora conta ainda que, em seu curso, existem várias experiências antigas que foram realizadas com animais e seus resultados foram repassados em livros. Ela exemplifica: “como o condicionamento de Pavlov, em que ele utiliza cães para obter seus resultados. Não é necessário observar concretamente para concluir que o condicionamento existe realmente”.
No entanto, para Letícia, sem os animais, sua pesquisa não teria o mesmo significado. Para se chegar ao estudo, no ano passado, toda sua turma participou da pesquisa.
Foram utilizados cerca de oito ratos. Em um número x de animais foram injetadas soluções de água. Em outro número, foi injetada uma solução que tinha sido deixada por uma semana em um cigarro. Em outros animais, foi colocada uma solução deixada pelo mesmo período de tempo, com uma diferença: quatro cigarros.
Após uma hora, os alunos injetavam anestésico local nos ratos. Depois desse processo, foram retirados o fígado, baço e pâncreas de cada animal para análise da relação do cigarro com os anestésicos locais. O objetivo do trabalho era provar que o cigarro influencia clinicamente o paciente, até mesmo em situações cirúrgicas.
O trabalho de Letícia é a continuação deste projeto. “O uso dos animais é fundamental para essa pesquisa. É mais fácil fazer em animais do que em um ser humano”, ressalta a estudante.
Fonte: Portal Comunitário de Ponta Grossa
Logo da ANDA » Agência de Notícias de Direitos Animais


publicado por Maluvfx às 10:28
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Pesquisa em Modelos Animais

José Roberto Goldim
Márcia Mocellin Raymundo


A questão dos direitos dos animais e a sua utilização em pesquisas vem sendo discutida desde o século XVII. O filósofo Jeremy Bentham, em 1789, já questionava:


A questão não é podem eles raciocinar ?
Ou então, podem eles falar ?
Mas, podem eles sofrer ?
Claude Bernard, em 1865, também se pronunciou sobre este mesmo assunto:
    "Nós temos o direito de fazer experimentos animais e vivisecção? Eu penso que temos este direito, total e absolutamente. Seria estranho se reconhecessemos o direito de usar os animais para serviços caseiros e alimentação, mas proibir o seu uso para o ensino de uma das ciências mais úteis para a humanidade. Experimentos devem ser feitos tanto no homem quanto nos animais. Penso que os médicos já fazem muitos experimentos perigosos no homem, antes de estudá-los cuidadosamente nos animais. Eu não admito que seja moralmente aceitável testar remédios mais ou menos perigosos ou ativos em pacientes hospitalizados, sem primeiro experimentá-los em cães. Eu provarei, a seguir, que os resultados obtidos em animais podem ser todos conclusivos para o homem, quando nós sabemos como experimentar adequadamente. "
A pesquisa em animais deve ter como diretrizes mínimas:
  • a definição de objetivos legítimos;
  • a imposição de limites à dor e ao sofrimento;
  • a fiscalização de instalações e procedimentos;
  • a garantia de tratamento humanitário, e
  • a responsabilização pública.
O livro "Animal Liberation", de Peter Singer, publicado em 1975, causou uma polêmica mundial, principalmente nos relatos das condições que os animais eram submetidos pela indústria de cosméticos e no processo de produção de alimentos. Em consequência disto, nos EEUU, de 1980 a 1989, os grupos de defesa dos direitos dos animais realizaram mais de 29 ações contra instalações de pesquisa, roubando 2000 animais, causando um prejuízo de mais de 7 milhões de dólares em equipamentos e interrompendo pesquisas em andamento. No Brasil, a lei 6.638/79 foi a primeira a estabelecer normas para a prática didático-científica da vivissecção de animais. Esta Lei estipula que somente estabelecimentos de terceiro grau podem realizar atividades didáticas com animais, desde que não causem sofrimento aos mesmos. Código Estadual de Proteção aos Animais, (Lei 11915/2003), de 23 de maio de 2003, válido no Rio Grande do Sul, mantém estas características e acrescenta outras de âmbito mais geral. Este Código propõe a criação de Comissões de Ética para pesquisa em animais, a exemplo das já existentes para pesquisa em seres humanos. As Diretrizes para a utilização de animais em experimentos científicos, propostas em 2000, e utilizadas sob a forma de auto-regulamentação pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre, já contemplavam importantes questões agora transformadas em lei estadual. Dentre elas cabem destacar as relativas ao uso de anestésicos, relaxantes musculares e formas de morte para os animais. Após ter permanecido 13 anos em tramitação, em 8 de outubro de 2008, foi aprovada Lei 11.794/08, que regula os procedimentos para uso científico de animais. Este projeto  cria as Comissões de Ética para Uso de Animais em cada instituição de pesquisa e o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal - CONCEA, além de estabelecer as normas brasileiras para uso de animais em atividades científicas.
A utilização de animais em pesquisas deve guiar-se por alguns princípios orientadores, tais como:
  • que os seres humanos são mais importantes que os animais, mas os animais também tem importância, diferenciada de acordo com a espécie considerada;
  • que nem tudo o que é tecnicamente possível de ser realizado deve ser permitido;
  • que nem todo o conhecimento gerado em pesquisas com animais é plenamente transponível ao ser humano;
  • que o conflito entre o bem dos seres humanos e o bem dos animais deve ser evitado sempre que possível.
Desta forma, a utilização de animais em projetos de pesquisa deve ser uma alternativa ao uso de seres humanos e ser indispensável, imperativa ou requerida.


Fonte


publicado por Maluvfx às 10:23
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Sexta-feira, 9 de Abril de 2010
A Designbilidade do Design: sustentabilidade verde mas com um poquinho de sangue
Em este mundo do seculo 21, ser "sustentavel" justificará todo erro, omissão, ignorancia que será perdoado amém.

Grandes empresas ainda fazem testes em animais, e ocultam esse fato, usando descaradamente a responsabilidade social, meio ambiental, como fachada e um diferencial na construção e percepção "positiva" da marca assim conservando e ganhando novos nichos de mercado.


Essa contradição se deve a dois fatos basicamente:

-um problema de percepção e ignorancia do consumidor ( que elas sabem e aproveitam) cujo pensamento é logico mas errado:


"Se esta empresa extrai materia prima certificada, usa mão de obra local, recursos naturais controlados, construi uma escola, criando um beneficio social - economico para tal comunidade, consequentemente, naturalmente não é a favor de testes em animais"
Pensamento errado que leva a pessoa a consumir de maneira ingenua tal produto "sustentavel", acreditando piamente que está fazendo a sua parte, e a empresa ganhando em cima da sua suposta postura etica sustentavel no mercado. (propaganda enganosa)

-A empresa acredita que a sua a ação social e´mais do que suficiente, e qualquer incoerencia, omissao, posterior que seja descoberta sera então facilmente perdoada e esquecida; e principalmente, se os testes em animais melhoram consideravelmente a qualidade do produto com um custo baixo, esse beneficio para o consumidor justifica comercialmente e eticamente o teste.

No site PEA há uma relação de listas de empresas consideradas sustentaveis, mas que estão lá, para a surpresa de muitos, pois são marcas visiveis e fortes no tema meio ambiental, mas que tem praticas anti-eticas com animais.

Ainda que a empresa seja aparentemente a mais sustentavel possivel, o consumidor realmente interessado no tema e no produto deve pesquisar e conhecer a verdadeira etica "interna" da empresa e não aquela etica "externa" falsa ou parcial que ela divulga incansavelmente fora da empresa e que todo mundo acredita e aplaude.

O consumidor e´o unico que tem o poder de mudar a situação, a partir do momento que ele boicota produtos de tal empresa e há um impacto economico, a empresa muda porque muda, mas continuando esse consumo ingenuo, essa mudança não virá de dentro da empresa nunca.

Vejam como exemplo nos Estados Unidos:
corporate watch
corpwatch

O problema no fundo continua sendo de natureza humana, e não de natureza tecnica, ou tecnologica e como diz Ghandi:

Há o suficiente no mundo para as necessidades humanas de todos, mas não há o suficiente para a cobiça humana individual.
E Buckminster Fuller
Não há crise de energia, somente a crise da ignorância

O mais dificil nao é ser sustentável, e sim entender e aplicar a coerência etica total que ela exige, além de todo valor económico atual e futuro.

veja também

A Designbilidade do Design


publicado por Maluvfx às 06:07
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A Designbilidade do Design: sustentabilidade verde mas com um poquinho de sangue
Em este mundo do seculo 21, ser "sustentavel" justificará todo erro, omissão, ignorancia que será perdoado amém.

Grandes empresas ainda fazem testes em animais, e ocultam esse fato, usando descaradamente a responsabilidade social, meio ambiental, como fachada e um diferencial na construção e percepção "positiva" da marca assim conservando e ganhando novos nichos de mercado.


Essa contradição se deve a dois fatos basicamente:

-um problema de percepção e ignorancia do consumidor ( que elas sabem e aproveitam) cujo pensamento é logico mas errado:


"Se esta empresa extrai materia prima certificada, usa mão de obra local, recursos naturais controlados, construi uma escola, criando um beneficio social - economico para tal comunidade, consequentemente, naturalmente não é a favor de testes em animais"
Pensamento errado que leva a pessoa a consumir de maneira ingenua tal produto "sustentavel", acreditando piamente que está fazendo a sua parte, e a empresa ganhando em cima da sua suposta postura etica sustentavel no mercado. (propaganda enganosa)

-A empresa acredita que a sua a ação social e´mais do que suficiente, e qualquer incoerencia, omissao, posterior que seja descoberta sera então facilmente perdoada e esquecida; e principalmente, se os testes em animais melhoram consideravelmente a qualidade do produto com um custo baixo, esse beneficio para o consumidor justifica comercialmente e eticamente o teste.

No site PEA há uma relação de listas de empresas consideradas sustentaveis, mas que estão lá, para a surpresa de muitos, pois são marcas visiveis e fortes no tema meio ambiental, mas que tem praticas anti-eticas com animais.

Ainda que a empresa seja aparentemente a mais sustentavel possivel, o consumidor realmente interessado no tema e no produto deve pesquisar e conhecer a verdadeira etica "interna" da empresa e não aquela etica "externa" falsa ou parcial que ela divulga incansavelmente fora da empresa e que todo mundo acredita e aplaude.

O consumidor e´o unico que tem o poder de mudar a situação, a partir do momento que ele boicota produtos de tal empresa e há um impacto economico, a empresa muda porque muda, mas continuando esse consumo ingenuo, essa mudança não virá de dentro da empresa nunca.

Vejam como exemplo nos Estados Unidos:
corporate watch
corpwatch

O problema no fundo continua sendo de natureza humana, e não de natureza tecnica, ou tecnologica e como diz Ghandi:

Há o suficiente no mundo para as necessidades humanas de todos, mas não há o suficiente para a cobiça humana individual.
E Buckminster Fuller
Não há crise de energia, somente a crise da ignorância

O mais dificil nao é ser sustentável, e sim entender e aplicar a coerência etica total que ela exige, além de todo valor económico atual e futuro.

veja também

A Designbilidade do Design


publicado por Maluvfx às 06:07
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Quinta-feira, 18 de Março de 2010
Advogados pelos animais processam universidade americana por realizar testes com macacos
Um grupo pelos direitos dos animais alega que a Universidade da Dakota do Sul (USD) está violando leis estaduais por praticar maus-tratos durante os cruéis experimentos com os animais.
A PETA preencheu um processo de lei na semana passada na cidade de Clay, buscando informações como relatórios veterinários, vídeos dos experimentos e protocolos que explicam o que é feito com os macacos.
“Noventa por cento dos primatas que vivem em jaulas isoladas exibem comportamento neurótico e autodestrutivo, como se mover para frente e para trás, morder a si mesmo e arrancar o próprio pelo”, diz Justin Goodman, um supervisor de investigações de pesquisas em laboratório, que trabalha para a PETA.
O porta-voz da USD, Phil Carter, disse que a universidade não irá comentar o processo.
“Muito disso é privado”, diz uma representante da universidade. “Se o estudo não está terminado, não publicamos informações até serem liberadas por cientistas”.
Goodman disse que os pesquisadores da USD estão abrindo buracos nos crânios dos macacos e fazendo-os sofrer derrames, mexendo com veias em seus cérebros. Animais machucados são observados enquanto tentam se alimentar, ele diz.
A USD alega estar “estudando” a recuperação de funções motoras depois de um derrame ou outros problemas cerebrais.
Com informações de Argus Leader
Nota da Redação: Todos os procedimentos científicos que incluam a utilização de animais em laboratório são condenáveis. Devemos defender a abolição do uso de animais em laboratórios e nãoque sejam bem tratados dentro de jaulas e universidades. Animal nenhum deve servir aos interesses humanos – os laboratórios são lugares onde eles não devem estar – mesmo com tratamento exemplar, como defenderiam alguns grupos que dizem se preocupar com os direitos animais. Lugar de animal é no seu habitat.
Fonte: ANDA


publicado por Maluvfx às 05:27
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Advogados pelos animais processam universidade americana por realizar testes com macacos
Um grupo pelos direitos dos animais alega que a Universidade da Dakota do Sul (USD) está violando leis estaduais por praticar maus-tratos durante os cruéis experimentos com os animais.
A PETA preencheu um processo de lei na semana passada na cidade de Clay, buscando informações como relatórios veterinários, vídeos dos experimentos e protocolos que explicam o que é feito com os macacos.
“Noventa por cento dos primatas que vivem em jaulas isoladas exibem comportamento neurótico e autodestrutivo, como se mover para frente e para trás, morder a si mesmo e arrancar o próprio pelo”, diz Justin Goodman, um supervisor de investigações de pesquisas em laboratório, que trabalha para a PETA.
O porta-voz da USD, Phil Carter, disse que a universidade não irá comentar o processo.
“Muito disso é privado”, diz uma representante da universidade. “Se o estudo não está terminado, não publicamos informações até serem liberadas por cientistas”.
Goodman disse que os pesquisadores da USD estão abrindo buracos nos crânios dos macacos e fazendo-os sofrer derrames, mexendo com veias em seus cérebros. Animais machucados são observados enquanto tentam se alimentar, ele diz.
A USD alega estar “estudando” a recuperação de funções motoras depois de um derrame ou outros problemas cerebrais.
Com informações de Argus Leader
Nota da Redação: Todos os procedimentos científicos que incluam a utilização de animais em laboratório são condenáveis. Devemos defender a abolição do uso de animais em laboratórios e nãoque sejam bem tratados dentro de jaulas e universidades. Animal nenhum deve servir aos interesses humanos – os laboratórios são lugares onde eles não devem estar – mesmo com tratamento exemplar, como defenderiam alguns grupos que dizem se preocupar com os direitos animais. Lugar de animal é no seu habitat.
Fonte: ANDA


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