Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Terça-feira, 11 de Dezembro de 2012
Vegetarianos estritos e vegans

Os vegetarianos estritos excluem de sua alimentação carnes, peixes, aves, laticínios (leite, manteiga, queijo, iogurte, etc.), ovos, mel, gelatina, etc. Já os vegans, além de não consumirem nenhum alimento de origem animal também evitam, sempre que possível, o uso de couro, lã, seda e pele, e de outros produtos de origem animal, como óleos e secreções, presentes em sabonetes, xampus, cosméticos, detergentes, perfumes, filmes etc. (WINCKLER, 2004).

Por envolver todos esses fatores, o veganismo não é considerado somente uma dieta, mas sim um estilo de vida complexo, no qual uma série de características distintas estão envolvidas; tanto características externas (por exemplo padrões de consumo) como internas (considerações éticas amplas).
Os vegans não só não consomem alimentos de origem animal, mas também se preocupam em não usar roupas que foram feitas de animais, frequentar rodeios, circos que façam apresentação com animais e etc. (SOCIEDADE VEGETARIANA CHILENA, 2008).

Quase 3% da população afirma nunca comer carnes, aves, peixes ou frutos do mar. Evitar carnes e peixe costumava ser o limite de qualquer pessoa. Agora, os vegetarianos estritos, que não consomem nenhum tipo de produto animal, são tão comuns quanto os vegetarianos já foram um dia (SINGER, 2007).

Os vegans dizem que é mais saudável, tanto para nós mesmos quanto para o planeta, evitar comer produtos de origem animal. Os vegans consideram seu estilo de vida como fundamental para se considerar que são pessoas que tem ética e moral. Tendo a consciência de que suas ações têm consequências, percebem o impacto que suas ações têm sobre o mundo e restringem, portanto o máximo que podem atitudes que poderiam interferir na harmonia de qualquer ser e do planeta. Eles resumem essa ideologia em uma conhecida frase: “Se você quer mudar o mundo, mude a você mesmo” (SOCIEDADE VEGETARIANA CHILENA, 2008).

Quanto a ser saudável ou não seguir uma alimentação vegetariana estrita as opiniões são controversas.
A American Academy of Pediatrics, (academia norte-americana de pediatria), afirmou que as dietas vegetarianas estritas podem promover o crescimento normal das crianças. A American Dietetic Association diz que “Uma dieta vegetariana estrita bem planejada e outros tipos de dietas vegetarianas são adequadas para todas as fases do ciclo de vida, incluindo gravidez, lactação, infância e adolescência“,
Mas, para essas afirmações se realizarem na prática, vegetarianos estritos necessitam maior atenção para que não desenvolvam deficiências nutricionais, o que resultaria em efeitos negativos para a saúde e, consequentemente, para o desempenho atlético, para aqueles que praticam algum esporte. Vegetarianos estritos devem estar atentos a alguns micro nutrientes, em especial a vitamina B12, cálcio e ácidos graxos Ômega 3. Mas os vegetarianos estritos costuma consumir comidas que são fortificadas com estes nutrientes. Em alguns casos, minerais como o ferro e o zinco podem se apresentar em menor quantidade devido a baixa biodisponibilidade destes nutrientes na dieta vegetariana estrita (CRAIG, 2009).

Os vegetarianos estritos, como já citado, podem alcançar todos os nutrientes e ter uma dieta balanceada. Pois é seguro seguir uma alimentação vegetariana estrita, contanto que o adepto seja cuidadoso em relação à alimentação (SINGER, 2007; FERREIRA, BURINE e MARIA, 2006).

Se a dieta for bem plenejada, os vegetarianos estritos costumam ser mais magros, apresentar menor pressão sanguínea e menor nível de colesterol, tendo assim menos risco de adquirir uma doença cardíaca (CRAIG, 2009).

Fonte:  ***Nutrição Vegetariana***


Vegetarianismo estrito

Também chamado de vegetarianismo verdadeiro, é uma dieta que exclui todos os produtos de origem animal. Vegetarianos estritos não comem, assim, qualquer tipo de carne, ovos, laticínios, mel, etc., retirando da dieta todos os produtos de origem animal.

Essa forma de dieta é frequentemente confundida com o veganismo, mas, embora veganos sejam vegetarianos estritos, não são a mesma coisa:
"Apesar de [nutricionalmente] classificarmos os 'vegetarianos verdadeiros' apenas pela alimentação, existe uma diferença entre o vegano e o vegetariano estrito. Geralmente o vegano também não utiliza produtos não alimentícios provenientes de animais, como lã, couro, seda e pele. Quando falamos em termos [exclusivamente] nutricionais, não faz diferença essa classificação."
Enquanto o vegetarianismo estrito é apenas um regime alimentar, veganismo é respeito aos direitos animais - o que inclui o vegetarianismo estrito por razões éticas, mas não apenas (circo com animais, rodeios, produtos testados em animais, e qualquer outra forma de exploração animal é boicotada pelos veganos).

Existe também outras dietas semelhantes como o Crudivorismo e o Frugivorismo.

Vegetarianismo é uma palavra ambígua, ou seja, que tem mais de um sentido. No sentido de gênero, fala abrangendo todas as formas de vegetarianismo. No sentido de espécie, designa o verdadeiro sentido da palavra, o vegetarianismo estrito (que não consome nenhum produto de origem animal).

Nisso faz-se diversas confusões. As mais comuns são: simplificar o ovolactovegetarianismo por vegetarianismo; e confundir vegetarianismo estrito com veganismo. Devido a isso se emprega o termo "dieta vegana", para indicar a dieta vegetariana estrita. Veganismo não é dieta alimentar, vegetarianismo sim. O correto é sempre "dieta vegetariana". Ao referir-se à alguém que não se alimenta com nenhum produto de origem animal, usa-se o termo "dieta vegetariana estrita".

Fonte


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Vegetarianos estritos e Veganos

Os vegetarianos estritos excluem de sua alimentação carnes, peixes, aves, laticínios (leite, manteiga, queijo, iogurte, etc.), ovos, mel, gelatina, etc. Já os vegans, além de não consumirem nenhum alimento de origem animal também evitam, sempre que possível, o uso de couro, lã, seda e pele, e de outros produtos de origem animal, como óleos e secreções, presentes em sabonetes, xampus, cosméticos, detergentes, perfumes, filmes etc. (WINCKLER, 2004).

Por envolver todos esses fatores, o veganismo não é considerado somente uma dieta, mas sim um estilo de vida complexo, no qual uma série de características distintas estão envolvidas; tanto características externas (por exemplo padrões de consumo) como internas (considerações éticas amplas).
Os vegans não só não consomem alimentos de origem animal, mas também se preocupam em não usar roupas que foram feitas de animais, frequentar rodeios, circos que façam apresentação com animais e etc. (SOCIEDADE VEGETARIANA CHILENA, 2008).

Quase 3% da população afirma nunca comer carnes, aves, peixes ou frutos do mar. Evitar carnes e peixe costumava ser o limite de qualquer pessoa. Agora, os vegetarianos estritos, que não consomem nenhum tipo de produto animal, são tão comuns quanto os vegetarianos já foram um dia (SINGER, 2007).

Os vegans dizem que é mais saudável, tanto para nós mesmos quanto para o planeta, evitar comer produtos de origem animal. Os vegans consideram seu estilo de vida como fundamental para se considerar que são pessoas que tem ética e moral. Tendo a consciência de que suas ações têm consequências, percebem o impacto que suas ações têm sobre o mundo e restringem, portanto o máximo que podem atitudes que poderiam interferir na harmonia de qualquer ser e do planeta. Eles resumem essa ideologia em uma conhecida frase: “Se você quer mudar o mundo, mude a você mesmo” (SOCIEDADE VEGETARIANA CHILENA, 2008).

Quanto a ser saudável ou não seguir uma alimentação vegetariana estrita as opiniões são controversas.
A American Academy of Pediatrics, (academia norte-americana de pediatria), afirmou que as dietas vegetarianas estritas podem promover o crescimento normal das crianças. A American Dietetic Association diz que “Uma dieta vegetariana estrita bem planejada e outros tipos de dietas vegetarianas são adequadas para todas as fases do ciclo de vida, incluindo gravidez, lactação, infância e adolescência“,
Mas, para essas afirmações se realizarem na prática, vegetarianos estritos necessitam maior atenção para que não desenvolvam deficiências nutricionais, o que resultaria em efeitos negativos para a saúde e, consequentemente, para o desempenho atlético, para aqueles que praticam algum esporte. Vegetarianos estritos devem estar atentos a alguns micro nutrientes, em especial a vitamina B12, cálcio e ácidos graxos Ômega 3. Mas os vegetarianos estritos costuma consumir comidas que são fortificadas com estes nutrientes. Em alguns casos, minerais como o ferro e o zinco podem se apresentar em menor quantidade devido a baixa biodisponibilidade destes nutrientes na dieta vegetariana estrita (CRAIG, 2009).

Os vegetarianos estritos, como já citado, podem alcançar todos os nutrientes e ter uma dieta balanceada. Pois é seguro seguir uma alimentação vegetariana estrita, contanto que o adepto seja cuidadoso em relação à alimentação (SINGER, 2007; FERREIRA, BURINE e MARIA, 2006).

Se a dieta for bem plenejada, os vegetarianos estritos costumam ser mais magros, apresentar menor pressão sanguínea e menor nível de colesterol, tendo assim menos risco de adquirir uma doença cardíaca (CRAIG, 2009).

Fonte:  ***Nutrição Vegetariana***


Vegetarianismo estrito

Também chamado de vegetarianismo verdadeiro, é uma dieta que exclui todos os produtos de origem animal. Vegetarianos estritos não comem, assim, qualquer tipo de carne, ovos, laticínios, mel, etc., retirando da dieta todos os produtos de origem animal.

Essa forma de dieta é frequentemente confundida com o veganismo, mas, embora veganos sejam vegetarianos estritos, não são a mesma coisa:
"Apesar de [nutricionalmente] classificarmos os 'vegetarianos verdadeiros' apenas pela alimentação, existe uma diferença entre o vegano e o vegetariano estrito. Geralmente o vegano também não utiliza produtos não alimentícios provenientes de animais, como lã, couro, seda e pele. Quando falamos em termos [exclusivamente] nutricionais, não faz diferença essa classificação."
Enquanto o vegetarianismo estrito é apenas um regime alimentar, veganismo é respeito aos direitos animais - o que inclui o vegetarianismo estrito por razões éticas, mas não apenas (circo com animais, rodeios, produtos testados em animais, e qualquer outra forma de exploração animal é boicotada pelos veganos).

Existe também outras dietas semelhantes como o Crudivorismo e o Frugivorismo.

Vegetarianismo é uma palavra ambígua, ou seja, que tem mais de um sentido. No sentido de gênero, fala abrangendo todas as formas de vegetarianismo. No sentido de espécie, designa o verdadeiro sentido da palavra, o vegetarianismo estrito (que não consome nenhum produto de origem animal).

Nisso faz-se diversas confusões. As mais comuns são: simplificar o ovolactovegetarianismo por vegetarianismo; e confundir vegetarianismo estrito com veganismo. Devido a isso se emprega o termo "dieta vegana", para indicar a dieta vegetariana estrita. Veganismo não é dieta alimentar, vegetarianismo sim. O correto é sempre "dieta vegetariana". Ao referir-se à alguém que não se alimenta com nenhum produto de origem animal, usa-se o termo "dieta vegetariana estrita".

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publicado por Maluvfx às 03:04
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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012
Vegan? Com todo o Prazer!


Quem são os vegans Portugueses? Já viram a reportagem que saiu hoje na revista Tabu, do jornal Sol? Uma atriz que faz bolos veganos sem ovos, sem leite, sem gordura e sem açúcara campeã nacional de halterofilismo que não come carne desde os 13 anosum ilustrador que é ativista no Movimento Segundas Sem Carneuma analista da maior empresa de telecomunicações que criou uma marca de calçado vegan; um professor que divulga o veganismo e uma ex-professora e agora blogger a tempo inteiro que faz circular centenas de receitas vegetarianas e veganas na net

"Vegan? Com todo o prazer!"


Reportagem feita pela autora do livro "Alimentação Vegetariana para Bebés e Crianças" 


publicado por Maluvfx às 17:29
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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2012
Resistir a um bom bife para ajudar o planeta
Hoje em dia já existem muitas opções para os vegetarianos, quer nos supermercados, quer nos restaurantes
 Hoje em dia já existem muitas opções para os vegetarianos, quer nos supermercados, quer nos restaurantes

Adotar uma alimentação vegetariana já não é uma prática para poucos. Hoje em dia as ofertas são muitas e variadas e há cada vez mais pessoas que cortam a carne da sua dieta, não só por considerarem que é mais saudável mas também por ser mais sustentável.

Um estudo da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO na sigla inglesa) indica que a indústria pecuária é responsável pela emissão de mais gases de efeito de estufa do que o setor dos transportes.

Esta “questão ambiental e de sustentabilidade” foi um dos motivos que levou David Saraiva, professor de expressão plástica, a converter-se ao vegetarianismo no final do secundário.  Com uma irmã vegetariana, foi “natural” começar a cortar a carne da sua dieta. “Naquela altura, todo um conjunto de princípios éticos começaram a fazer sentido para mim”, explica ao SAPO Notícias David Saraiva.

Princípios não só ligados à “carnificina que é a matança animal para a alimentação humana”, mas também porque “toda a produção de carne implica direta e indiretamente uma série de questões brutais ao nível do ambiente”, salienta o professor.

David Saraiva é um exemplo de uma família vegetariana, já que tanto a mulher como o filho bebé do casal não consomem carne ou peixe. “Como já somos vegetarianos há tantos anos, nem sequer tínhamos isso em questão, de uma forma natural o meu filho é vegetariano”, diz.

Sofrimento dos animais

Dados da FAO dão conta de que atualmente a pecuária ocupa 33 por cento da superfície da Terra, não só para pastos permanentes, mas também território cultivado para a produção de alimentos para os diferentes tipos de gado.

Só nos Estados Unidos cerca de 42 milhões de vacas são abatidas por ano para serem utilizadas na indústria da carne e dos laticínios, segundo números da PETA, uma associação para defesa dos animais.

O sofrimento dos animais levou Vera Martins a cortar a carne dos seus hábitos alimentares. Foi exatamente no ano de 1999, depois de ler um artigo sobre direitos dos animais. “Este artigo mexeu muito comigo e nesse momento decidi deixar de comer carne”, conta a funcionária do restaurante vegetariano Nakité, no Porto.

Hoje em dia, Vera Martins é vegan, um estilo de vida que corta com todos os produtos de origem animal. Pode parecer radical abolir alimentos que estão tão enraizados nos nossos hábitos, como os laticínios, mas Vera Jardim considera que estes “fazem falta mais pelo hábito” e que existem substitutos. “Bebo leite de soja mas podemos também fazer leite em casa através da aveia ou do arroz”, exemplifica. “Não estamos restritos e acabamos por comer outros alimentos que a maioria das pessoas não conhece”, refere.

Francesinha vegetariana e tofu à lagareiro

Foi para “mostrar às pessoas que se podem alimentar com prazer, sem carências e sem matar animais” que Anabela Vidal fundou há 11 anos o restaurante Nakité. “Desde os 14 anos sou macrobiótica e sempre tive a orientação de contribuir para a cidade onde nasci com este projeto”, afirma.

O restaurante é conhecido na cidade por fazer uma releitura de pratos tradicionais mas 100 por cento vegetarianos. A francesinha vegetariana é um dos sucesso da casa na Rua do Breyner mas há também caldeiradas, chillis, moquecas e caris.

Anabela Vidal deixa mais alguns exemplos: nos pratos de bacalhau (à lagareiro ou à Gomes de Sá), o tofu (alimento produzido a partir da soja) é o substituto ideal, e depois basta seguir a receita. No caso do rolo de carne Wellington, a carne pode ser trocada pelo seitan (um alimento à base de glúten). “Fica muito parecido com o original”, garante a proprietária do restaurante Nakité.

Padaria do Suribachi vende bolos feitos com leite de soja
Padaria do Suribachi vende bolos feitos com leite de soja 
O Suribachi é outro espaço na cidade dedicado a hábitos alimentares e terapias alternativas. Surgiu “há 33 anos com o objetivo de ser uma escola para transmitir uma filosofia de vida para adquirir saúde através da alimentação”.

A proprietária, Maria Arminda Pereira, conseguiu superar um problema de saúde durante a primeira gravidez através da alimentação macrobiótica e a partir daí quis “contribuir para fornecer conhecimento” nesta área.

Na macrobiótica predominam “cereais integrais, vegetais, leguminosas, algas e soja”, explica Maria Arminda Pereira, lembrando que “não se proíbem produtos de origem animal mas é preciso ter consciência do que se come”.

Maria Arminda tem estudado muito sobre estes hábitos alimentares alternativos e considera que quando se quer adotar a dieta vegetariana ou macrobiótica é preciso ter “conhecimento” sobre a matéria e não sei deixar levar por “modas”. “Quando queremos tomar medicamentos, temos de ir ao médico, com os alimentos é igual”, conclui.

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publicado por Maluvfx às 13:19
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Sábado, 4 de Agosto de 2012
Vegetarianos rendem menos nos exercícios físicos?

Não comer carne afeta o rendimento nas práticas físicas? A polêmica foi reacesa com o novo livro Eat&Run (Comer & Correr, não publicado no Brasil), do recordista americano de ultramaratonas Scott Jurek, 39 anos. Desde 1997 ele é vegano — além de não comer carne, peixe ou frango, também deixa os derivados de leite e ovos fora da dieta. E defende que esse cardápio teve tudo a ver com seu desempenho excepcional: o atleta chegou a correr 266 km em 24 horas.

Diante dessa maratona sêxtupla, tudo bem ser esportista e vegetariano, certo? “Desde que a pessoa tenha uma alimentação balanceada e tome suplementos ou alimentos fortificados — como cereais matinais e leite de soja”, afirma Fabiana Honda, nutricionista especializada em esportes da PB Consultoria, de São Paulo. Mas se os cuidados não forem tomados, pode-se ficar para trás.

Devido à restrição de alimentos, os vegetarianos, de forma geral, têm mais dificuldade em ganhar massa muscular. A creatina, por exemplo, substância que garante o abastecimento de energia durante a contração do músculo (ver gráfico acima), só é encontrada na carne, frango e peixe. “O corpo até a produz naturalmente, mas em cerca de 1 g por dia. E a necessidade pode variar de 3 g a 5 g”, diz Bruno Gualano, pesquisador da Escola de Educação Física e Esporte da USP. A falta da substância só será compensada com o uso moderado de suplementos — indicados para vegetarianos que praticam esportes de alta intensidade, como futebol, basquete, musculação, corridas e natação de curta distância (até 50 m).

Proteínas, gorduras, ferro e vitaminas, como a B12, podem ser compensadas por doses extras de grãos, legumes, frutas, sementes e óleos vegetais. No fim das contas, seja vegetariano ou carnívoro, o que conta é uma dieta rica e balanceada. Aí, na união de forças, todo mundo ganha.

1 fonte de energia
A força de contração do músculo vem do ATP (trifosfato de adenosina), molécula que contém 3 grupos de fosfato (P). Para dar energia, ela se quebra, liberando um dos grupos. Vira, assim, ADP (difosfato de adenosina).

2 quebra tudo
Chega a creatina, vinda da carne vermelha, peixe e frango ou, em menor quantidade, produzida por nosso fígado. Ela contém fosfato e repõe o grupo perdido, permitindo um novo ciclo de energia.

3 super-molécula
O resultado é mais resistência e menos fadiga na contração do músculo ao longo do exercício.

Veja o menu saudável para esportistas vegetarianos e outro para carnívoros:


Dieta normalDieta vegana
Café da manhãPão integral
Queijo branco
Fruta com aveia
Suco de fruta natural 
Pão integral
Homus
Fruta com aveia e semente de linhaça
Suco de fruta natural ou leite de soja
Lanche da manhãFruta
Castanhas
Fruta
Castanhas
AlmoçoSalada crua temperada com sal, limão e azeite
Vegetais cozidos
Carne, frango, peixe ou ovo
Arroz
Feijão
Fruta de sobremesa
Evitar: frituras, preparações empanadas, feitas com farinha 
Salada crua temperada com sal, limão e azeite com semente de gergelim
Vegetais cozidos, sendo um tipo sempre um verde-escuro
Arroz
Feijão
Fruta de sobremesa
Evitar frituras e preparações feitas com farinha branca.
Adicionar oleaginosas ou grãos nas saladas 
Antes do exercícioIogurte
Cereal
Vitamina de leite de soja com frutas e cereal
Pós exercícioPão
Peito de peru
Suco de fruta natural com vegetais e gengibre 
Pão
Pasta de tofu
Suco de fruta natural com vegetais e gengibre
JantarSalada crua temperada com sal, limão e azeite
Vegetais cozidos
Massa com molho de tomate fresco e manjericão e mussarela de búfala
Salada crua temperada com sal, limão e azeite com soja em grãos
Vegetais cozidos
Macarrão de quinua com molho de tomate fresco e manjericão 

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publicado por Maluvfx às 15:31
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Terça-feira, 3 de Abril de 2012
VEGetariANISMO e Saúde!
Nutricionista questiona matéria publicada no portal R7 que condena alimentação vegetariana para crianças


Por George Guimarães | O teste de mito ou verdade lançado pelo R7 (veja aqui) traz informações equivocadas, fornecidas por profissionais claramente despreparados para comentar o assunto.

Especificamente na pergunta sobre a viabilidade nutricional da dieta vegetariana para crianças, o site afirma:

“A dieta vegetariana pode alterar o desenvolvimento infantil. As proteínas são muito importantes para a formação dos tecidos corporais e para o ganho de peso durante a infância. Roberto Navarro explica que o consumo de proteínas de origem exclusivamente vegetal não consegue suprir as necessidades de uma criança. A dieta precisa ser complementada com ovos e leite para evitar as carências. E, mesmo assim é indicado avisar o pediatra sobre a restrição para que ele avalie a necessidade de suplementação alimentar.”

As proteínas exclusivamente de origem vegetal podem suprir as necessidades de uma criança. Basta que a dieta seja minimamente planejada, planejamento esse que deveria justamente ser o trabalho dos profissionais que nesse caso em específico afirmam que isso não é viável, ou seja, estão apenas desinformados, o que se torna um erro de maior importância no momento em que passam a repercutir a sua desinformação para a população.

Já há duas décadas a Associação Dietética Americana afirma que é viável uma dieta vegetariana para crianças. No início desse ano, o Conselho Regional de Nutricionistas da 3a região (CRN-3) publicou um parecer afirmando que uma dieta vegetariana isenta de ovos e laticínio é viável desde que haja o planejamento nutricional adequado. Na minha prática clínica de 14 anos em consultório especializado em dietas vegetarianas já atendi centenas de crianças vegetarianas e posso afirmar que uma dieta vegetariana bem planejada, inclusive e especialmente aquela isenta do consumo de ovos e laticínios, não somente é viável, como também mostra diversas vantagens para a saúde da criança que a adota.

George Guimarães
Nutricionista especializado em dietas vegetarianas
www.nutriveg.com.br
nutriveg@nutriveg.com.br

ViSta-se



Adote este tipo de dieta sem sofrer com a carência de ferro ou de vitamina B12

A dieta vegetariana pode alterar o desenvolvimento infantil? MITO!
As proteínas exclusivamente de origem vegetal podem suprir as necessidades de uma criança. Basta que a dieta seja minimamente planejada, planejamento esse que deveria justamente ser o trabalho dos profissionais que nesse caso em específico afirmam que isso não é viável, ou seja, estão apenas desinformados, o que se torna um erro de maior importância no momento em que passam a repercutir a sua desinformação para a população.

Todo vegetariano terá anemia? MITO!
É verdade que a carne é fonte de ferro para o organismo, mas não é a única. É possível obter esse nutriente em outros alimentos, como as folhas verdes escuras, o feijão e a lentilha. A nutricionista Bruna Murta, da rede de lojas de produtos naturais Mundo Verde, dá a dica: o ferro encontrado nos alimentos de origem vegetal deve ser associado ao consumo de vitamina C para que a absorção do mineral aumente


Vegetarianos consomem pouca proteína? MITO
Isso é um mito, até quem é vegan tem boas fontes de proteínas à disposição. Bruna Murta explica que soja, quinua, amaranto, chia, leguminosas, cereais integrais e oleaginosas conseguem oferecer ao corpo as quantidades necessárias de proteínas.


Vegetarianos precisam de suplementação vitamínica? MITO
O único nutriente que o vegetariano não consegue em quantidades adequadas nas fontes vegetais é a vitamina B12 (presente na carne, nos ovos e nos peixes, por exemplo), mas isso é válido apenas para quem é vegan. Navarro explica que alguns alimentos de origem vegetal ajudam a manter níveis adequados de B12, como o levedo de cerveja e o gérmen de trigo, mas nem sempre eles são totalmente eficientes. O ideal é fazer acompanhamento médico e exames de sangue regularmente e avaliar a necessidade de consumir suplementos.


Mulheres vegetarianas podem ter problemas na gestação? MITO
Não existem provas de que o vegetarianismo atrapalhe a gravidez, desde que nenhuma carência nutricional seja diagnosticada. Roberto Navarro diz que faz parte do pré-natal o acompanhamento dos níveis de ferro, que costumam cair na gestação. "Mesmo as mulheres que comem carne, geralmente, precisam de suplementação deste mineral. O ferro é fundamental para o desenvolvimento saudável do bebê".



Vegetarianos podem praticar esportes regularmente? VERDADE!
Desde que o vegetariano faça a ingestão adequada de proteínas (0,8 mg a cada quilo de peso), não existem impedimentos para a prática de esportes. Roberto Navarro explica, porém, que deve haver atenção para a recuperação de lesões - o processo pode ser mais lento em pessoas que adotam o estilo vegan, pela ausência total de proteínas de origem animal na dieta.



Vegetarianismo causa queda de cabelo e deixa os fios brancos? MITO
Roberto Navarro explica que a deficiência de ferro pode causar a queda dos cabelos e a falta de vitamina B12 pode deixar os fios brancos. Como o vegetariano, principalmente do tipo vegan, pode ter falta desses nutrientes, se não seguir as recomendações nutricionais à risca, vale a pena ficar atento ao aparecimento desses sinais - o inconveniente estético indica dieta pobre.(*)

O vegetarianismo emagrece? MITO
O vegetarianismo não está relacionado diretamente ao emagrecimento. "Em alguns casos, o vegetariano come até mais carboidratos e gorduras que as outras pessoas, por ter restrição ao grupo alimentar das proteínas", explica Roberto Navarro. Por outro lado, aqueles que seguem uma filosofia de vida mais saudável tendem a se manter no peso ideal.


O vegetarianismo diminui o risco de doenças cardíacas? VERDADE!
Quem é vegetariano tem um risco menor de desenvolver doenças do coração devido à ingestão de menores quantidades de gordura saturada, que é rica em ácido aracdônico (substância que vem sendo relacionada a esse tipo de problema de saúde). Roberto Navarro explica ainda que o vegetariano tem menores chances de ter dislipidemias, como o colesterol elevado e triglicérides altos.

Fonte
(*)
Qualquer tipo de alimentação poder ser deficiente em ferro e/ou B12.

A maioria dos anémicos são omnívoros.


publicado por Maluvfx às 18:10
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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011
Por que protegemos uns e comemos outros


publicado por Maluvfx às 09:04
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Por que protegemos uns e comemos outros


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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011
Um estilo de vida
Foi assim, há um ano e três meses atrás que minha filosofia de vida mudou. Uma vida sem crueldade contra animais, uma vida que se importa mais com o planeta, com as minhas florestas e com toda a nossa água. Isso tudo sempre foi importante pra mim, sempre cuidei para o não desperdício e para o reaproveitamento. Mas, nesse tempo, descobri que posso fazer mais que isso. Posso cuidar mais, posso ter idéias e incentivar pessoas, posso ensinar, posso levar conhecimento...

Acredito que, para todas as coisas, temos exemplos em nossas vidas. Um exemplo de profissional, um professor, uma cozinheira, um fotógrafo... um estilo de vida!

Pessoas com idéias e atitudes que admiramos e tomamos por base para levarmos a nossa vida.

Mais importante que adotar essa filosofia é, também, disseminá-la por aí. Mostrar as pessoas e dar a elas um pouco mais de informação, assim como eu recebi.

Ouvi a palavra “vegana” a primeira vez de uma moça de sorriso lindo, que falava sobre suas crenças com um brilho magnífico no olhar. Impossível não se encantar, não acreditar. Pesquisei, colhi informações, li e reli sobre o assunto. Acreditei.

Dois meses depois conheci a idealizadora desse projeto lindo, por quem tenho toda a admiração. A pessoa que, todos os dias, me ensina sobre tudo.

Aprendi que não comer carne, não somente está livrando bichinhos de um sofrimento e vida cruel. É uma questão maior e que vai mais além. Estamos falando do planeta em que vivemos, do ar que (tentamos) respirar...

A quantidade de ração usada para alimentar gado, por exemplo, daria para alimentar quase toda a África, sem falar em toda a emissão de gás carbônico... mas as pessoas não sabem disso, ou, fingem não saber sua importância; e é muito triste.

Leio, escrevo, comento, reblogo, publico, falo... tudo que é informação, notícia, novidade...

E desde então, vou jogando essa sementinha que, um dia, jogaram em mim.

Essa semana veio a recompensa; meus alunos todos participando da Segunda Sem Carne. Em uma conversa aparentemente simples de um fim de estágio, sobre assuntos diversos, entramos no vegetarianismo e falando sobre isso ou aquilo, um deles disse: “Professora, vou participar dessa campanha” e o outro e o outro e no final, todos concordaram em tentar. Por vontade ou curiosidade, não sei.

Essa segunda agora, dia 31 foi a primeira e um professor, que também entrou na campanha veio me contar como foi sua experiência: “No almoço eu fiz ovo. Na hora do jantar, estava quase cortando um pedaço de carne quando lembrei... guardei tudo e fui fazer uma salada. Agora coloquei um recado na minha geladeira – Não comer carne na segunda-feira – “ Gente, quase chorei quando ele me contou isso...

... estão experimentando o novo. Um novo que o planeta e os animais agradecem.

Marlise Carvalho


profileProjeto Repensar


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Terça-feira, 1 de Novembro de 2011
Filosofia do veganismo
O vegano defende que o homem deve viver autonomamente, sem depender de outras espécies animais.
Por outro lado, o veganismo é uma filosofia e prática de vida e compaixão. Este caminho tem sido seguido por algumas pessoas em todos os tempos da historia da humanidade.

Só recentemente a palavra vegan (VEEGN) foi utilizada para distinguir os vegan dos vegetarianos, e o movimento vegano acabou por se tornar numa sociedade.
A primeira sociedade vegana foi organizada e fundada em 1944, em Inglaterra. E em 1960, H. Jay Dinshah, fundou a sociedade vegan Americana. Desde então mais de 50 sociedades foram criadas em todo o mundo.
Veganismo é muito mais do que uma questão de dieta. É, sobretudo, uma forma de vida que exclui todas as formas de exploração e crueldade contra o reino animal. Isto implica que um vegano se limite ao uso de apenas produtos derivados do mundo vegetal, não consumindo, por isso, leite e derivados, ovos e mel.
Os veganos escolhem viver de uma forma mais humana e compassiva em relação aos animais, são contra a morte e todo o tipo de exploração animal. Não usam produtos derivados de animais, como sejam a lã, couro, peles, roupas ou móveis, artesanatos, sabonetes ou cosméticos que contenham produtos de origem animal, nenhuma escova feita de cabelos, ou travesseiro de penas etc.
Os veganos não pescam, não caçam, e não aprovam o confinamento de animais nos circos ou zoológicos, rodeios ou touradas.
O veganismo lembra ao Homem a sua responsabilidade pelos recursos naturais e faz com que ele procure formas de manter o solo e o reino vegetal saudável, assim como o uso correcto dos materiais da terra.
Um vegano evita submeter-se a vacinação ou a soro feito de animais. Sempre que possível, e dentro do razoável, evita ainda o uso de medicamentos que foram testados em animais.
O veganismo é uma filosofia de vida, um caminho que procura a harmonia com o meio ambiente.
O vegano, em geral, também se interessa em ter um excelente padrão físico, emocional, mental e espiritual.

Talvez esta lista pareça à primeira vista difícil de seguir, mas serve principalmente para mostrar como é grande e extensa a lista de produtos ou substâncias derivadas de animais que normalmente usamos diariamente ao longo de nossas vidas.
Principalmente porque o mercado de vendas destes produtos só pensa em aumentar os seus lucros, independente da exploração animal ou dos efeitos nefastos que isso traga ao meio ambiente ou à saúde a médio prazo.
O curioso é que já existem muitas alternativas, mais humanas, para qualquer tipo de produtos de origem animal. E no entanto são poucas as empresas que as adoptam. Na América do Norte e na Europa tem crescido o comércio de produtos não derivados de animal, devido ao aumento da consciência do respeito ao meio ambiente e a compaixão por todas as formas de vida.

Embora a dieta vegana não contenha vitamina D, os seus seguidores podem consegui-la com a exposição ao sol das mãos e da face durante quinze minutos, cerca de três vezes por semana. Os outros nutrientes mais difíceis de conseguir seguindo uma dieta sem produtos animais, como a vitamina B12, podem facilmente ser obtidos ingerindo alimentos enriquecidos, ou, em último caso, recorrendo a suplementos vitamínicos.


publicado por Maluvfx às 12:39
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