Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.
Domingo, 22 de Novembro de 2009
Paul McCartney no Parlamento Europeu: “Menos carne, menos calor”
Está marcado para o dia 3 de dezembro um encontro entre o ex-Beatle Paul McCartney e os líderes do Parlamento Europeu. Com o tema “Aquecimento Global e Política da Comida: Menos Carne, Menos Calor”, Paul espera discutir no encontro como diminuir o consumo de carnes pode contribuir no combate ao aquecimento global.





O encontro contará ainda com a presença do Dr. Rajendra K. Pachauri, representante do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, que mostrará aos líderes do Parlamento como encorajar as pessoas a lutarem contra o aquecimento global, o que também inclui comer menos carnes.

O evento acontece das 10h as 12h30 no plenário do Parlamento. Após o encontro, o Dr. Rajendra conversará com a imprensa.

Fonte:Vida Vegetariana

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publicado por Maluvfx às 15:59
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
Por que abolicionistas?


Por que abolicionistas?
por: Giulia Bauab Levai


“Os animais existem por suas próprias razões. Eles não foram feitos para humanos, assim como negros não foram feitos para brancos ou as mulheres para servir aos homens.” (Alice Walker)
A denominação abolicionista, no presente contexto, corresponde à postura daqueles que se opõem à escravidão animal em todas as suas formas. Sabe-se, afinal, que a exploração dos animais é institucionalizada pelo Poder Público e movimenta, mundialmente, poderosas corporações industriais na garantia de interesses econômicos dos mais diversos. Definir o ser humano como espécie superior, que subjuga animais a seu bel-prazer, é prestar uma infeliz homenagem à doutrina antropocêntrica dominante.
Nosso sistema social compactua com a opressão das outras espécies, legitimando a escravização de seres sencientes em meio a um cenário entremeado pela ganância, pela insensibilidade ou pela indiferença humana em relação ao sofrimento alheio. Torna-se o animal-objeto, assim considerado, mera propriedade privada ou recurso destinado à obtenção de determinados fins, sejam eles lícitos ou não. É como se, em nome do poder, triunfassem a espingarda e o chicote sobre as leis morais.
A crueldade humana parece não ter fim. Jaulas, armadilhas, rédeas, gaiolas, esporas, chibatas, correntes, ferro em brasa, granjas, matadouros, arenas e biotérios, dentre outras tantas formas de subjugação animal, tornam-se símbolos da violência humana que se perpetua ao longo dos séculos.
O imperialismo, o especismo, os regimes escravocratas, o classicismo, a exploração, etc., têm uma base comum: o antropocentrismo legitimado pela falácia da sociedade patriarcal. Daí porque a autêntica postura abolicionista revela que um movimento em favor dos direitos animais deve se fundamentar em sólidos postulados éticos, nos princípios essenciais da Justiça e na crítica aos atuais valores humanos. Inserido nesse contexto, o veganismo surge como opção mais coerente para buscar e obter transformações.
O chamado bem-estarismo animal, a exemplo do apartheid, da libertação sexual e do welfare state, não é uma forma de apoiar a luta abolicionista, e sim de silenciar a causa libertadora. Há de se incluir os animais no âmbito de nossas considerações morais, afastando deles o estigma de propriedade ou da pretensa relevância ambiental que possam vir a ter. Os animais, em síntese, merecem ser respeitados enquanto tais, não em função de sua suposta utilidade aos seres humanos.
É preciso enfrentar a raiz do problema, construindo uma sociedade que se assente em fundamentos filosóficos não-opressivos, que, acima de tudo, respeite as outras espécies, independentemente de sua condição ou serventia. Somente assim poderemos acreditar em um mundo mais justo para todos, em que a escravidão – seja ela qual for - esteja completamente abolida.
“Desconfiai do mais trivial, na aparência, singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual. Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.” (Bertolt Brecht)

Fonte: www.abolicionismoanimal.org.br





publicado por Maluvfx às 15:00
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
...
Sou só um hippie paz e amor que abraça árvore, diz Woody Harrelson
Folha de S.Paulo


O mundo acabou para Woody Harrelson em dois filmes que entram em cartaz no Brasil, hoje e daqui a três semanas. No primeiro, "2012", que estreia em 550 salas de cinemas, o ator faz um hippie apocalíptico que vê a chegada do fim do planeta Terra. Cena de "2012", filme em que Woody Harrelson interpreta um hippie apocalíptico No segundo, "Zumbilândia", que deve ser exibido a partir de 4/12, ele faz um caçador de zumbis nos Estados Unidos -cujos habitantes são transformados em mortos-vivos devido à doença da vaca louca. Para Harrelson, que já escalou a ponte Golden Gate, em São Francisco (EUA), para fazer um protesto ambiental, é mais provável que o mundo termine mesmo como em "2012", após desastres naturais, e não como em "Zumbilândia". Afinal, ele diz, "os zumbis já tiveram seus dias de glória nos EUA". "Você sabe, não é? É só olhar para a última administração [de George W. Bush]", diz o ator de 48 anos à Folha, por telefone. "E eles ainda continuam por aí." Foi essa a justificativa que achou para explicar um murro que deu num paparazzo do TMZ em abril, em Nova York: "Pensei que fosse um zumbi", disse, na época, o ator, que tem outro processo de agressão contra outro fotógrafo do mesmo site de celebridades. Mas Harrelson, famoso pelo sangrento "Assassinos por Natureza" e pelo papel de bartender na série "Cheers", prefere ficar com a fama de hippie em vez da de "bad boy". "Só sou um hippie paz e amor, feliz, que gosta de abraçar árvores", disse. "Às vezes eu faço esses papéis [violentos], mas depois volto para o Havaí." O ator vive numa comunidade rural na ilha, com suas três filhas e a mulher. Na hora da entrevista, Harrelson estava em Los Angeles para divulgar um terceiro filme, o drama "The Messenger", que estreia hoje nos EUA (sem data para o Brasil). Ele faz um oficial do Exército encarregado de dar más notícias a familiares de soldados mortos. Um quarto filme, "O Amor Pede Passagem", no qual ele faz uma ponta no triângulo amoroso de Jennifer Aniston e Steve Zahn, entra em cartaz no país na próxima sexta-feira. Além de hippie e defensor do cânhamo (planta usada para fabricação de tecidos e maconha), Harrelson é conhecido como vegetariano radical, cujos figurinos e comidas nos filmes têm de ser obrigatoriamente "verdes", como aconteceu em "Zumbilândia". Seu personagem, o solitário Tallahassee, usa botas e jaqueta de couro, "tudo falso", segundo ele. Seu chapéu foi fabricado com lonas de caminhão recicladas do Brasil. E o bolinho Twinkies (parecido com o bolinho Ana Maria), que vira uma raridade no país arrasado por zumbis e uma obsessão de Tallahassee, também foi feito especialmente para Harrelson.
"Fizeram um Twinkie "vegan" para que eu pudesse comer. Acho que eu não como um desde 1981", disse o ator.



Fonte: Evana
http://www.evana.org/index.php?id=50446&lang=pt


publicado por Maluvfx às 14:51
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Sábado, 14 de Novembro de 2009
"A carne das fazendas americanas é imoral"
Em seu novo livro, o escritor vegetariano intima o leitor a assumir sua responsabilidade sobre a matança cruel de animais confinados.
Francine Lima





"O menino Jonathan Safran Foer tinha 9 anos quando se deu conta de que o frango servido com cenouras em seu prato, receita favorita preparada por sua avó judia que sobrevivera ao nazismo, era feito de uma ave que dias antes estava viva. A revelação, feita por uma babá vegetariana, transformou sua maneira de encarar a comida. De lá para cá, Foer virou vegetariano e voltou a comer carne várias vezes, por vários motivos – do princípio ético ao desejo por belas garotas engajadas na proteção dos animais. A gangorra alimentar parou quando, perto dos 30 anos e já autor de um best-seller premiado, ele se tornou pai. Ele não queria que as memórias alimentares que seus filhos carregariam por toda a vida tivessem o mesmo sabor animal das suas. Foer resolveu então abandonar a carne em definitivo e começou a escrever sobre o assunto. Seu exercício filosófico resultou no livro Eating animals, recém-lançado nos Estados Unidos e ainda sem tradução para o português.
Para os americanos, como para os brasileiros, comer carne é uma paixão. Só em 2009, de acordo com Foer, eles digeriram 12 milhões de toneladas de carne de vaca, além de porco e aves em quantidades igualmente gigantescas. Mas a criação do gado americano é diferente da nossa. “As fazendas de gado brasileiras não são como as americanas”, disse Foer a ÉPOCA. “Os animais aí ainda pastam, ainda são criados de maneiras que a maioria das pessoas aceitaria.” Lá, não. A criação intensiva de animais e seu abate industrial são descritos no livro de modo nauseante. Entre as descrições mais impressionantes de suas visitas às fazendas está o confinamento de perus numa granja forrada com camadas sobre camadas de fezes acumuladas, em que os gases de amônia causam feridas na pele e nos pulmões das aves. Ou o “caldo fecal” em que frangos são mergulhados antes do abate para engolir água (suja) e ficar mais pesados – prática que seria uma das causas dos crescentes casos de contaminação pela bactéria Escherichia coli. São condições de vida que, diz Foer, seriam consideradas ilegais se aplicadas a cães ou gatos. Segundo seu relato, os animais das fazendas americanas consomem quase dez vezes mais antibióticos que os seres humanos. Em alguns momentos, o leitor pode pensar em parar de comer carne não por amor aos animais, mas por nojo e medo de adoecer.
"As fazendas de gado tratam os animais de maneiras que seriam ilegais se fossem aplicadas a cães ou gatos"Foer elenca ainda as consequências catastróficas atribuídas por ambientalistas e autoridades de saúde a esse sistema de produção de alimento. Apresenta dados abundantes sobre como a indústria de animais estaria secando a vida marinha. Segundo ele, para cada meio quilo de camarão pescado na Indonésia, 12 quilos de outros animais marinhos são mortos. E Foer acusa as fazendas industriais não apenas de agravar os problemas ambientais e o aquecimento global. Seu argumento central é de ordem moral: ele afirma que essas fazendas praticam a crueldade contra os animais e favorecem a contaminação alimentar. Ele incita o leitor a abandonar a inocência – que um dia ele mesmo teve – e tomar posição diante dos fatos.
Ele diz não esperar que os leitores ou mesmo seus filhos (que já não comem carne) sejam vegetarianos convictos, mas espera que conheçam a realidade e ajam com coerência. “Não sei se acho que comer carne é errado”, diz. Ele vê incoerência nos hábitos daqueles que não veem problema em chamar os amigos para um churrasco enquanto buscam o cachorro de estimação no pet shop. E afirma que quem come carne não poderia ser ambientalista. Foer reconhece, é verdade, o cuidado de uns poucos criadores humanitários, em pequenas propriedades, mas diz preferir abrir mão de aceitar o assassinato dos bichos que sentem dor. “Mudar o que a gente come e deixar sabores se esvair da memória é uma espécie de perda cultural, um esquecimento. Mas talvez um tipo de esquecimento que valha a pena aceitar – e até cultivar”, afirma."






ENTREVISTA - JONATHAN SAFRAN FOER


publicado por Maluvfx às 12:56
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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Dia Vegano
[DiaVegan.jpg]


publicado por Maluvfx às 14:27
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