Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.
Domingo, 30 de Janeiro de 2011
Os piores abusos da criação de animais em fábricas

  
Os porcos e porcas
Os porcos têm que ser mantidos no escuro cerca de 24 horas para estarem calmos.  A partir de 2002 os produtores de porcos serão obrigados a manter os porcos em pavimentos pelo menos por dois terços contínuos.  Um terço do pavimento é uma grade, para deixar o estrume esvaziar-se.  Por esta razão os porcos estão no cheiro da amoníaco o dia inteiro.  O pavimento gradeado  faz que sofram de feridas nas patas.  Como vivem quase permanente em meia ou completa escuridão  (para os manter calmos) e em jaulas muito pequenas, não estão habituados a nada e apavoram-se quando têm que ser transportados ao matadouro ou para a engorda num país distante (geralmente após 3 a 6 meses).  As piores situações são durante os transportes de longa distância. 
Sómente nos Países Baixos, cada dia aproximadamente 10,000 porcos e leitões sãotransportados ao matadouro ou para serem engordados num país distante.  Os porcos são maus viajantes. São muito sensíveis ao stress e adoecem muito fàcilmente durante a viagem.
Quando têm crias, as porcas estão entaladas entre duas barras, de modo a que não se possam voltar e cuidar dos leitões, mas apenas alimenta- los.  Isto é feito para impedir que a porca esmague os leitões, devido à falta do espaço.  Os leitões são levados à secção de desmamamento após um período de 3 a 4 semanas (em vez das 14 semanas naturais).  Na idade de aproximadamente 72 dias vão à quinta da engorda, onde 14 deles são postos num chiqueiro de 10m², geralmente num pavimento de grades sem palha.

Os machos são castrados sem anestesia, para satisfazer o mercado estrangeiro, por causa da alegada influência  das hormonas masculinas no cheiro da carne.  Este não é realmente o caso com porcos que são abatidos numa idade tão nova.
Os porcos sofrem de stress severo (sintomas por exemplo do coração e do estômago) por causa das restrições à sua liberdade de movimento.  Devido à frustração mastigam frequentemente nas redes da sua jaula.  Por sua natureza, os porcos são animais que gostam muito de brincar e são muito inteligentes.
Leia mais sobre os problemas do bem-estar dos porcos no local de CIWF (Compaixão no Mundo Pecuário).
No princípio do ano 2000, uma investigação do DAE (Serviço Holandês de Inspecções) (o serviço holandês que verifica o cumprimento da lei quanto aos animais na Holanda) mostrou que mais de 50% dos criadores de porcos violava até mesmo os regulamentos mínimos do bem- estar dos porcos e faz deliberadamente os animais sofrer.  Mais frequentemente do que não, os porcos são mantidos em cubículos muito apertados, em chiqueiros sombrios e escuros, com uma falta do material de distração. 
Mantendo os animais em gaiolas menores, os criadores de porcos podem evitar terem de comprar direitos de amoníaco.

  
As vacas leiteiras
As vacas leiteiras, em média, não vivem mais de quatro anos e meio.
Em circunstâncias normais podem viver uns trinta anos, mas o seu nível de produção diminui a partir da idade de aproximadamente seis anos.  Durante as suas vidas têm uma cria cada ano, porque esta é a única maneira de provocar a produção de leite.
A cria é removida imediatamente ou após uma semana no máximo, para impedir a formação duma ligação afectiva entre a mãe e a cria.  São mantidas em cabinas.  Estas são estruturas brancas, abobadadas, de tipo de igloo - como as  que alguns fazendeiros usam como "berçários ao ar livre".  A cabina mantem as crias isoladas umas das outras.  Nas suas primeiras oito semanas as crias têm uma tendência forte para sugar.
Como não podem beber o leite das suas mães sugariam nos corpos das outras crias.
10% das vacas têm que permanecer no estábulo a vida inteira, para obter um nível mais elevado da produção.  Se os fazendeiros não forem obrigados legalmente a levar os animais ao prado uma parte do ano, pelo ano 2015 (como esperado), 75% de todas as vacas nos Países Baixos serão sempre mantidas dentro de portas.
As crias cujo único destino é nascer para provocar a lactação das suas mães e que são escolhidas para a produção da carne, na sua maior parte alcançarão apenas a idade de 6 meses.  Alguns machos são reservado para viver mais tempo, porque alcançam o seu peso ideal para serem abatidos numa idade mais avançada (cerca de um ano e meio).
Em alguns países (p. ex. França, Alemanha, Bélgica) as crias são exportados com a idade de aproximadamente 2 semanas para serem criadas em quintas especializadas (p. ex. nos Países Baixos).
Algumas crias são colocadas em cabinas, caixas separadas ou as gaiolas toda a sua curta vida, algumas são mantidas até mais tarde em caixas pequenas.  As gaiolas são pouco maiores do que a própria vitela .  Após duas semanas a vitela já não se pode voltar na caixa pequena.  Desta maneira, os músculos da vitela não têm a possibilidade de se desenvolverem e a sua carne permanece macia.  Durante este cativeiro, a vitela não consume nenhum alimento verde, mas é alimentada com substitutos de leite com muita gordura e com gradualmente menos ferro e fibras, para manter a carne sem sangue (branca). 
Os animais frequentemente mastigam as grades das suas gaiolas e lambem nos pregos ou na sua própria pele, tentando assim obter algum ferro.
Imediatamente antes de serem abatidas, sofrem de anemia severa, têm diarreia crónica e são assim tão pouco saudáveis, que este tratamento faria que morressem eventualmente mesmo se não fossem abatidas.  As gaiolas deverão ser proibidas em 2004 na Europa.
  
Quando os pintos saem dos seus ovos na incubadora, são transportados para uma quinta de poedeiras ou de engorda, dependendo isto da sua raça e sexo.  Os pintos machos são 'inúteis' e são matados com dióxido de carbono num saco de plástico ou despedaçados.  Os pintos que vão para a bateria viverão num barracão com longas fileiras de gaiolas feitas do arames, com três ou mais andares por cima.  Os animais vivem em gaiolas pequenas, 4 galinhas atulhadas em cada;  as gaiolas têm uma dimensão de 45x50cm (como um monitor dum computador).  põem os seus ovos nos arames e não podem sequer abrir as asas.  Em consequência desta situação aflitivado debicam- se.  É para evitar isso que os seus bicos são queimados (sem anestesia).  As galinhas não têm um poleiro para dormirem e são forçadas a um ritmo disrompido de dia e noite, para as forçar a porem tantos ovos como possíveis. 
Piores ainda são as condições dos gansos e patos para a engorda:  alimentação forçada para "foie-gras" (rm-vídeo).
As galinhas de bateria vivem aproximadamente um ano, puseram entretanto uns 300 ovos e a única finalidade que lhes resta  é servir para sopa da galinha.  Veja também os fragmentos curtos de video.
Os pintos para a engorda vivem aproximadamente 6 semanas, e são então abatidos.  Neste curto período crescem de forma extremamente rápida de pintainho a galinha semi-crescida por meio de alimento especial.  A recolha das galinhas engordadas para a matançaSe vivessem  por mais tempo nestas circunstâncias, acabariam pesando demasiado e desta forma  morreriam Quando têm que ser transportados ao matadouro são pressionadas violentamente em grades, com uma grande possibilidade  de fracturas das asas e das patas. Nestas circunstâncias cheias de stress são transportadas em camiões semi-abertos até ao matadouro.  Para impedir que as galinhas tenham mais fracturas e que sangrem, muitos matadouros de aves domésticas usam uma tensão elétrica mais baixa para atordoar os frangos do que a que é legalmente obrigatória.  A carne destes frangos é vendida como carne de galinha, o que constitui um engano e crueldade. 
Na criação comercial dos perus, os animais são mantidos aos milhares num espaço pequeno e escuro.  Isto conduz frequentemente a agressões, problemas nas patas, stress, bicar de penas e a canibalismo.  Por causa da maneira intensiva de criação, não é incomum que na primeira semana de suas vidas, 40% dos perus morram!  O fim desta actividade é engordar tão rapidamente os perus como possível.  A política de produção está focada na velocidade rápida de crescimento.  Uma consequência radical desta selecção é o facto de ser impossível para estes animais copularem duma forma natural.  Os perus são demasiado pesados.  As peruas só podem ser fertilizadas por inseminação artificial.
Na Primavera os animais novos nascem nas gaiolas.  Após sete meses (quando os animais têm a sua pelagem de inverno) são mortas e esfoladas.  Durante as suas curtas vidas, os animais vivem em gaiolas que são demasiado pequenas.  Não podem correr, esconderem-se ou fugir.  Não têm nenhuma água para nadarem ou para pescarem.  Têm somente um bebedouro na sua gaiola.  As martas são predadores selvagens, e têm as mesmas tendências que as suas congéneres que vivem no estado natural.
Não é nenhuma surpresa que este tédio e frustração as enlouqueça.  Isto é demonstrado pelo comportamento  anormal que as martas desenvolvem.  Este comportamento consiste na repetição contínua de movimentos inúteis (pode ser comparado com o dos predadores que vivem em  maus jardins zoológicos, dão voltas continuamente para a frente e para trás).  Além disso, as martas mordem frequentemente na sua própria cauda ou pele.  Andam frequentemente em circulos ou giram constantemente com as suas cabeças em torno da torneira do bebedouro.
Os coelhos não são nada mais que materiais descartáveis.  Quando uma coelha já não pode ter sete criações por ano é posta de parte.  A percentagem da substituição é de cerca de 90%!  Além disso, anualmente aproximadamente 55% deles morrem por doenças.  Isto significa que há uma percentagem da substituição da coelha de 145%!  Há também uma taxa de morte elevada entre coelhos novos;  aproximadamente 15% das crias morrem antes serem afastados das suas mães.  Após isso, aproximadamente 10% delas morre.  Estas são figuras horríveis, causadas na maior parte pelo péssimo alojamento dos animais na criação intensiva do coelho. 
O transporte internacional de animais
Na nossa página de video são expostos todos os abusos durante os transportes internacionais, que duram dias.  Animais como os carneiros são transportados da Inglaterra para p. ex. a Grécia, onde são abatidos sem anestesia.  Os cavalos e os burros da Lituânia são abatidos na Itália.  Os porcos da Holanda são transportados também para países estrangeiros, p. ex. à Itália do Norte para lá serem abatidos - este único facto  fazendo que assim a sua carne retorne ao mercado holandês com a qualificação culinária de "Presunto de Parma".
Para impedir que vomitem nos camiões, os animais frequentemente não recebem nenhum alimento no dia antes ao qual são postos em transporte.
Os animais são forçados dos estábulos escuros ao camião, duma maneira muito rude.  Mesmo antes do princípio da viagem os animais já estão muito perturbados.  Na maior parte dos países  do Sul da Europa, os animais são abatidos sem anestesia ou sendo esta insuficiente.  Mas também nos matadouros na Holanda muitas galinhas sofrem esse destino. 
Também a matança ritual pelos Muçulmanos é feita frequentemente sem anestesia, o que faz que os animais sofram. 
 
A indústria pesqueira
Os golfinhos ficam presos frequentemente nas redes que têm um comprimento de algumas milhas, e não conseguem escapar à morte por afogamento lento.
Os mares são quase esvaziados e o que resta completamente perturbado .  Neste momento a quantidade total dos peixes na Terra é 50% do que costumava ser há algumas décadas.  O peixe  não é somente pescado;  é produzido também.  Alguns peixes, como os salmões, são criados em tanques flutuantes muito grandes;  esta maneira de produzir parece exactamente igual à criação em fábricas com todas suas desvantagens. 

Quando os pescadores usam redes de arrasto, não são sómente os peixes desejaveis que são pescados.  Mais do que 70% do pescado é atirado ao mar, porque os peixes são demasiado pequenos para a venda legal , ou porque a quota permitida foi alcançada, ou apenas porque o peixe não é interessante, comercialmente falando. 
Os peixes que são devolvidos ao mar já foram mortos frequentemente por esmagamento, sufocados, ou morreram doutra maneira.  Quem não está ainda chocado com o sofrimento dos peixes durante a pesca, pode referir-se à pesca adicional por exemplo de mamíferos como os golfinhos, que são pescados frequentemente na rede do atum.  As redes de arrastão destroem o fundo do mar, com a  consequência que o sistema ecológico fica completamente desiquilibrado, e perdido por muito tempo. 
http://www.animalfreedom.org/portuguese/informacao/abusos.html


publicado por Maluvfx às 03:28
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Há vários tipos de argumentos falaciosos.
Alguns argumentos são usados frequentemente, mas são inválidos. O uso destes argumentos - chamados falaciosos - É feito tanto pelos que são a favor como pelos que são contra. Colocamos estes argumentos numa coluna (à esquerda) e apresentamos (à direita) o contra-argumento. Para que a discussão seja clara e honesta.
Há vários tipos de argumentos falaciosos.

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<div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Alguns argumentos são usados frequentemente, mas são inválidos. O uso destes argumentos - chamados falaciosos - É feito tanto pelos que são a favor como pelos que são contra. Colocamos estes argumentos numa coluna (à esquerda) e apresentamos (à direita) o contra-argumento. Para que a discussão seja clara e honesta.</div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Há <a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/tipos_argumentos_falaciosos.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener">vários tipos de argumentos falaciosos</a>.</div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><br /></div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 9.02778px;"></span></div><table "="" border="0" cellpadding="4" cellspacing="4"><tbody><tr><td align="center" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><strong><span class="Apple-style-span" style="color: red;"><br /></span></strong></div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><strong><span class="Apple-style-span" style="color: red;">Exemplos</span></strong></div></td><td align="center" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"><span class="Apple-style-span" style="color: red;"><br /></span></td><td align="left" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="bottom" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><strong><span class="Apple-style-span" style="color: red;">Tipo de falácia</span></strong></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305">Não vale a pena fazer algo, porque ninguém vai cooperar</td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Raciocínio circular</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305">Só espero que você próprio nunca se encontre nessa situação</td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo ao poder</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Se a sua acção tiver sucesso, acabamos todos por ter de pagar as consequências</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo às consequências</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">É uma tolice preocupar-nos com estes casos, porque noutros casos a situação ainda é pior</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo a argumentos não-próprios</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Claro que os seres humanos podem fazer o que fazem aos animais porque são mais inteligentes</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo à ignorância</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Posso apresentar exemplos (de acções) que custaram a vida a animais, mas que salvaram muitas vidas humanas</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Falácia de indução (e generalização ilícita)</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Você diz que é a favor dos animais, mas também se aproveita deles</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Ataque pessoal como argumento (ad hominem)</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Eu estudo biologia médica e por isso sei porque razão as experiências com animais são necessárias</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo à autoridade</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Os animais não se importam de serem usados, porque você não pode provar que se importam</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo à ignorância</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Temos usado sempre animais e temos alcançado muitos sucessos</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo a uma relação não provada</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305">A maior parte das pessoas acha muito natural usarem-se animais</td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo à multidão</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Se deixarmos de poder usar animais, cai muita gente no desemprego</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo à misericórdia</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305">Toda a gente com juízo sabe que não faz mal usar os animais</td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Tentativa de invertir o ónus da prova</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Conceder que os animais têm direitos significa que os animais têm de ser tratados como se fossem pessoas</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Tentativa de distorcer os argumentos</div></td></tr></tbody></table>


publicado por Maluvfx às 03:21
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Há vários tipos de argumentos falaciosos.
Alguns argumentos são usados frequentemente, mas são inválidos. O uso destes argumentos - chamados falaciosos - É feito tanto pelos que são a favor como pelos que são contra. Colocamos estes argumentos numa coluna (à esquerda) e apresentamos (à direita) o contra-argumento. Para que a discussão seja clara e honesta.
Há vários tipos de argumentos falaciosos.

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<div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Alguns argumentos são usados frequentemente, mas são inválidos. O uso destes argumentos - chamados falaciosos - É feito tanto pelos que são a favor como pelos que são contra. Colocamos estes argumentos numa coluna (à esquerda) e apresentamos (à direita) o contra-argumento. Para que a discussão seja clara e honesta.</div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Há <a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/tipos_argumentos_falaciosos.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener">vários tipos de argumentos falaciosos</a>.</div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><br /></div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 9.02778px;"></span></div><table "="" border="0" cellpadding="4" cellspacing="4"><tbody><tr><td align="center" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><strong><span class="Apple-style-span" style="color: red;"><br /></span></strong></div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><strong><span class="Apple-style-span" style="color: red;">Exemplos</span></strong></div></td><td align="center" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"><span class="Apple-style-span" style="color: red;"><br /></span></td><td align="left" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="bottom" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><strong><span class="Apple-style-span" style="color: red;">Tipo de falácia</span></strong></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305">Não vale a pena fazer algo, porque ninguém vai cooperar</td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Raciocínio circular</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305">Só espero que você próprio nunca se encontre nessa situação</td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo ao poder</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Se a sua acção tiver sucesso, acabamos todos por ter de pagar as consequências</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo às consequências</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">É uma tolice preocupar-nos com estes casos, porque noutros casos a situação ainda é pior</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo a argumentos não-próprios</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Claro que os seres humanos podem fazer o que fazem aos animais porque são mais inteligentes</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo à ignorância</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Posso apresentar exemplos (de acções) que custaram a vida a animais, mas que salvaram muitas vidas humanas</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Falácia de indução (e generalização ilícita)</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Você diz que é a favor dos animais, mas também se aproveita deles</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Ataque pessoal como argumento (ad hominem)</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Eu estudo biologia médica e por isso sei porque razão as experiências com animais são necessárias</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo à autoridade</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Os animais não se importam de serem usados, porque você não pode provar que se importam</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo à ignorância</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Temos usado sempre animais e temos alcançado muitos sucessos</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo a uma relação não provada</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305">A maior parte das pessoas acha muito natural usarem-se animais</td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo à multidão</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Se deixarmos de poder usar animais, cai muita gente no desemprego</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Apelo à misericórdia</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305">Toda a gente com juízo sabe que não faz mal usar os animais</td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Tentativa de invertir o ónus da prova</div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Conceder que os animais têm direitos significa que os animais têm de ser tratados como se fossem pessoas</div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"> </td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;">Tentativa de distorcer os argumentos</div></td></tr></tbody></table>


publicado por Maluvfx às 03:21
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Argumentos inválidos quanto às touradas

Alguns argumentos são usados frequentemente, mas são inválidos. O uso destes argumentos - chamados falaciosos - É feito tanto pelos que são a favor como pelos que são contra. Colocamos estes argumentos numa coluna (à esquerda) e apresentamos (à direita) o contra-argumento. Para que a discussão seja clara e honesta.
Clique aqui para ler umas dicas sobre como influenciar comportamentos que maltratam os animais.
Há argumentos inválidos no que diz respeito aos seguintes grupos e assuntos:
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<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="font-family: Arial; font-size: 9.02778px; font-weight: 500;"><tbody><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><br /></td></tr><tr valign="top"><td height="54" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"><tbody><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top"><table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 650px;"><tbody><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Alguns argumentos são usados frequentemente, mas são inválidos. O uso destes argumentos - chamados falaciosos - É feito tanto pelos que são a favor como pelos que são contra. Colocamos estes argumentos numa coluna (à esquerda) e apresentamos (à direita) o contra-argumento. Para que a discussão seja clara e honesta.</span></div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Há <a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/tipos_argumentos_falaciosos.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener">vários tipos de argumentos falaciosos</a>.</span></div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Clique <a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/modelo_veganismo.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener">aqui</a> para ler umas dicas sobre como influenciar comportamentos que maltratam os animais.</span></div></td><td align="center" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Há argumentos inválidos no que diz respeito aos seguintes grupos e assuntos:</span></div><ul style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/comercarne.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">carnívoros</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/vegetarianos.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">vegetarianos</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/bioindustria.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">defesa da bio-indústria</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/desrespeito_direitos_animais.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">ignorando os direitos dos animais</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/exagerando_dereitos_animeis.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">a defesa dos direitos dos animais</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/caca_desportiva.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">a caça desportiva</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/experimencias_feitas_animais.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">experiências feitas em animais</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/pesca_desportiva.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener">pesca desportiva</a> <img align="textTop" border="0" height="25" src="http://www.animalfreedom.org/nietindehaak/images/hook_bullet.gif" width="15" /></span></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/circo.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">circo</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/touradas.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">touradas</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/caca_focas.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">caça às focas</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/animais_de_estimacao/maus_argumentos.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">animais de estimação</span></a></li></ul></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td align="center" colspan="3" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top"><table "="" border="0" cellpadding="4" cellspacing="4"><tbody><tr><td align="center" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Argumentos inválidos quanto às touradas</span></div></td><td align="center" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"><span class="Apple-style-span" style="color: black;"><img class="style3" height="18" src="http://www.animalfreedom.org/css/images/left_nav/witrechts.gif" style="font-size: 11px;" width="18" /></span></td><td align="center" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="305"><strong><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Reacção</span></strong></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">A tourada é um componente duma cultura, uma tradição milenar. Representa o último vestígio de culturas antiqissímas não-ocidentais. Querer excomunhá-la demonstra desprezo por este elemento não-ocidental no seio da cultura espanhola.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Todas as culturas ocidentais ou não ocidentais contêm tradições construtivas e destrutivas. A antiguidade duma tradição não pode servir para a justificar moralmente.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Um touro é tratado muito melhor até ser lidado do que um boi que foi criado pela bio-indústria apenas para produção de carne.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Pode ser verdade mas não é um argumento válido porque por existirem condições ainda mais cruéis não se torna esta menos cruel.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Uma tourada é uma prova de veneração e uma homenagem à força do animal.</span></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Veneração e homenagens não são prestadas ou mostradas por meio de torturas.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Uma tourada não é para ser vista como um desporto, mas como uma síntese de arte, dança, e dizem os aficionados, virilidade extrema (machismo).</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Que se possam ver nela outros aspectos, não faz que a sua crueldade seja menos cruel.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Uma tourada permite uma saudável descarga colectiva de sentimentos negativos e de agressividades.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Existem alternativas inofensivas (por exemplo o desporto) para uma tal descarga, e que não implicam sofrimentos para os animais.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">As touradas têm uma dimensão religiosa, representando a luta do bem e do mal, sendo os touros os representantes do mal.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Celebrações religiosas não são uma bula que permita reduzir os animais a um símbolo.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td></tr><tr><td colspan="3" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;"><img height="413" src="http://www.animalfreedom.org/slideshow/images/stierengevecht.jpg" width="600" /></span></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Deus criou os touros para lutarem na praça de touros com o toureiro e assim morrerem.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Demonstra muita pretensão  falar em nome de Deus sobre a finalidade dos animais.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Os touros bravos são apenas criados pelas suas qualidades de lide. A abolição das touradas significaria a perda definifitiva duma espécie animal com características únicas.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Os animais não ganham nada com a conservação da sua espécie se sofrem severamente por a ela pertencerem.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">As touradas são um componente importante da indústria turística espanhola.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Muitos turistas visitam as touradas apenas por curiosidade, e saem delas muito mal dispostos. O resultado final é um de publicidade negativa em relação à Espanha.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">As touradas não são apresentadas com o termo "Festa Nacional" sem razão, porque representam a essência da Espanha. As acções contra as touradas são certamente resultante de sentimentos anti-espanhóis.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">É completamente arbitrário identificar a Espanha com uma tradição específica. Um número crescente de espanhóis opõe-se às touradas e portanto não se podem considerar identificados por ela. Pode-se até afirmar o contrário: Quem realmente gosta da Espanha, anseia que a "Vergonha Nacional", como "a festa" é chamada pelos seus opositores, seja totalmente abolida</span></div></td></tr></tbody></table></td></tr></tbody></table></td></tr></tbody></table></td></tr></tbody></table><br /><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/touradas.html" rel="noopener">Fonte</a>


publicado por Maluvfx às 03:15
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Argumentos inválidos quanto às touradas

Alguns argumentos são usados frequentemente, mas são inválidos. O uso destes argumentos - chamados falaciosos - É feito tanto pelos que são a favor como pelos que são contra. Colocamos estes argumentos numa coluna (à esquerda) e apresentamos (à direita) o contra-argumento. Para que a discussão seja clara e honesta.
Clique aqui para ler umas dicas sobre como influenciar comportamentos que maltratam os animais.
Há argumentos inválidos no que diz respeito aos seguintes grupos e assuntos:
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<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="font-family: Arial; font-size: 9.02778px; font-weight: 500;"><tbody><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><br /></td></tr><tr valign="top"><td height="54" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"><tbody><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top"><table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 650px;"><tbody><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Alguns argumentos são usados frequentemente, mas são inválidos. O uso destes argumentos - chamados falaciosos - É feito tanto pelos que são a favor como pelos que são contra. Colocamos estes argumentos numa coluna (à esquerda) e apresentamos (à direita) o contra-argumento. Para que a discussão seja clara e honesta.</span></div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Há <a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/tipos_argumentos_falaciosos.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener">vários tipos de argumentos falaciosos</a>.</span></div><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Clique <a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/modelo_veganismo.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener">aqui</a> para ler umas dicas sobre como influenciar comportamentos que maltratam os animais.</span></div></td><td align="center" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Há argumentos inválidos no que diz respeito aos seguintes grupos e assuntos:</span></div><ul style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/comercarne.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">carnívoros</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/vegetarianos.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">vegetarianos</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/bioindustria.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">defesa da bio-indústria</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/desrespeito_direitos_animais.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">ignorando os direitos dos animais</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/exagerando_dereitos_animeis.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">a defesa dos direitos dos animais</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/caca_desportiva.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">a caça desportiva</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/experimencias_feitas_animais.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">experiências feitas em animais</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/pesca_desportiva.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener">pesca desportiva</a> <img align="textTop" border="0" height="25" src="http://www.animalfreedom.org/nietindehaak/images/hook_bullet.gif" width="15" /></span></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/circo.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">circo</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/touradas.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">touradas</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/caca_focas.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">caça às focas</span></a></li><li style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/animais_de_estimacao/maus_argumentos.html" style="font-family: Arial; text-decoration: none;" rel="noopener"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">animais de estimação</span></a></li></ul></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td align="center" colspan="3" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top"><table "="" border="0" cellpadding="4" cellspacing="4"><tbody><tr><td align="center" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Argumentos inválidos quanto às touradas</span></div></td><td align="center" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"><span class="Apple-style-span" style="color: black;"><img class="style3" height="18" src="http://www.animalfreedom.org/css/images/left_nav/witrechts.gif" style="font-size: 11px;" width="18" /></span></td><td align="center" height="41" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" valign="top" width="305"><strong><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Reacção</span></strong></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">A tourada é um componente duma cultura, uma tradição milenar. Representa o último vestígio de culturas antiqissímas não-ocidentais. Querer excomunhá-la demonstra desprezo por este elemento não-ocidental no seio da cultura espanhola.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Todas as culturas ocidentais ou não ocidentais contêm tradições construtivas e destrutivas. A antiguidade duma tradição não pode servir para a justificar moralmente.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Um touro é tratado muito melhor até ser lidado do que um boi que foi criado pela bio-indústria apenas para produção de carne.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Pode ser verdade mas não é um argumento válido porque por existirem condições ainda mais cruéis não se torna esta menos cruel.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Uma tourada é uma prova de veneração e uma homenagem à força do animal.</span></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Veneração e homenagens não são prestadas ou mostradas por meio de torturas.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Uma tourada não é para ser vista como um desporto, mas como uma síntese de arte, dança, e dizem os aficionados, virilidade extrema (machismo).</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Que se possam ver nela outros aspectos, não faz que a sua crueldade seja menos cruel.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Uma tourada permite uma saudável descarga colectiva de sentimentos negativos e de agressividades.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Existem alternativas inofensivas (por exemplo o desporto) para uma tal descarga, e que não implicam sofrimentos para os animais.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">As touradas têm uma dimensão religiosa, representando a luta do bem e do mal, sendo os touros os representantes do mal.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Celebrações religiosas não são uma bula que permita reduzir os animais a um símbolo.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td></tr><tr><td colspan="3" style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;"><img height="413" src="http://www.animalfreedom.org/slideshow/images/stierengevecht.jpg" width="600" /></span></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Deus criou os touros para lutarem na praça de touros com o toureiro e assim morrerem.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Demonstra muita pretensão  falar em nome de Deus sobre a finalidade dos animais.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Os touros bravos são apenas criados pelas suas qualidades de lide. A abolição das touradas significaria a perda definifitiva duma espécie animal com características únicas.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Os animais não ganham nada com a conservação da sua espécie se sofrem severamente por a ela pertencerem.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">As touradas são um componente importante da indústria turística espanhola.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">Muitos turistas visitam as touradas apenas por curiosidade, e saem delas muito mal dispostos. O resultado final é um de publicidade negativa em relação à Espanha.</span></div></td></tr><tr><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">As touradas não são apresentadas com o termo "Festa Nacional" sem razão, porque representam a essência da Espanha. As acções contra as touradas são certamente resultante de sentimentos anti-espanhóis.</span></div></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="20"></td><td style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;" width="305"><div style="background-repeat: no-repeat no-repeat; color: white; font-family: Arial; font-size: 13px; font-weight: 500;"><span class="Apple-style-span" style="color: black;">É completamente arbitrário identificar a Espanha com uma tradição específica. Um número crescente de espanhóis opõe-se às touradas e portanto não se podem considerar identificados por ela. Pode-se até afirmar o contrário: Quem realmente gosta da Espanha, anseia que a "Vergonha Nacional", como "a festa" é chamada pelos seus opositores, seja totalmente abolida</span></div></td></tr></tbody></table></td></tr></tbody></table></td></tr></tbody></table></td></tr></tbody></table><br /><a href="http://www.animalfreedom.org/portuguese/opiniao/argumentos/touradas.html" rel="noopener">Fonte</a>


publicado por Maluvfx às 03:15
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Sábado, 29 de Janeiro de 2011
"Todas as empresas nacionais testam cosméticos em animais"
por PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO ANIMAL, HELDER ROBALO
26 Janeiro 2011


A Coligação Europeia para o Fim das Experiências em Animais (ECEAE) quer evitar que seja adiada a entrada em vigor da directiva que proíbe a venda de todos os novos cosméticos e produtos de higiene pessoal que tenham sido testados em animais, mesmo fora do espaço UE. Ainda há muitas empresas a fazer experimentação animal?

Neste momento ainda é mais fácil dizer quais são as empresas que recorrem à experimentação animal do que aquelas que já deixaram de praticar esta crueldade para com os animais. Contudo, se qualquer pessoa escrever para uma L'Oréal a perguntar se eles fazem experimentação animal, eles não vão dizer que sim e ponto. Vão dizer que estão a fazer todos os esforços para não o fazer e que só recorrem em casos extremos. Apesar disso, a ECEAE tem publicada na sua página uma lista de empresas, que foram verificadas por serviços independentes, e que são cruelty free, isto é, livres de experimentação animal [www.gocrueltyfree.org/companies.php?cat=*14].


Isto acontece também em Portugal?
Em Portugal todas as empresa testam os seus produtos em animais.


O que é que está a acontecer neste momento com esta directiva?
O que está a acontecer é que desde 2003 que a União Europeia aceitou que fossem instituídas diversas proibições, como a de testar ingredientes para cosméticos em animais em toda a UE, independentemente de haver alternativa validada ou não, e a venda ou importação de quaisquer ingredientes para cosméticos, ou os próprios, que tivessem sido testados em animais depois daquela data. Medidas que seriam agora reforçadas.


Quais são as principais preocupações das associações de defesa dos direitos dos animais?
O que está a acontecer é que, apesar destas proibições, há países fora da UE que não têm qualquer legislação neste sentido. E, por isso, há empresas que estão já a instalar os seus laboratórios em países como a China. Uma das nossas lutas agora é que não possa ser importado qualquer ingrediente de países onde não há quaisquer regras.


É assim tão rentável para as empresas manter a experimentação animal?
Não é uma questão de ser rentável. Há aqui toda uma rede interessada nesta actividade. Desde o tipo que constrói as jaulas até às empresas que produzem cosméticos e produtos farmacêuticos. A experimentação animal é um dos mundos mais fechados. Estas classes são muito protectoras.
Mas as empresas não dispõem já de técnicas alternativas em que não é necessário recorrer aos testes em animais?
Elas podiam usar técnicas alternativas, que já estão validadas. Mas dá muito jeito testar em animais, até porque recebem bolsas milionárias para investigação. E falo desde o cientista individual até às próprias universidades e empresas.


Qual a situação em Portugal actualmente?
É muito pobre. Há um conhecimento muito reduzido desta realidade. Ainda há uns meses participei numa conferência em que uma investigadora dizia que esta directiva dos cosméticos já tinha entrado em vigor.

Fonte: DN Ciência 


publicado por Maluvfx às 17:49
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Dê um chega pra lá na ferrugem das panelas de ferro
ReproduçãoComidas feitas em panelas de ferro fundido são sem dúvida mais gostosas, especialmente saborosas. Este tipo de panela proporciona o cozimento de alimentos de forma diferenciada. O calor da chama do fogão não fica somente na base da panela, ele se propaga por inteiro, em torno de toda a panela, mantendo assim a temperatura em todos os alimentos por mais tempo.

Além de darem um sabor delicioso às receitas, as panelas de ferro possuem outras vantagens. Elas não deformam com o calor e propiciam uma economia de gás ao manterem por mais tempo o alimento quente. Estudos também mostram que este tipo de utensílio ajuda a evitar o aparecimento de anemia, sendo assim bastante recomendado a vegetarianos, mulheres em idade fértil e crianças.

Um dos únicos pontos negativos das panelas de ferro é a fácil tendência de enferrujarem. Saiba a seguir o que fazer para conservá-las ou como eliminar a ferrugem que já se impregnou na panela.


Evite a ferrugem

1. Ferva água e vinagre por uns 3 minutos e depois com sabão e palha de aço dê uma boa esfregada na panela.

2. Seque as panelas no forno para evitar umidade e pontos de ferrugem.

3. Após lavar e secar suas frigideiras e panelas de ferro coloque dentro delas, deixando em contato com o fundo, um filtro de café. O filtro irá absorver toda umidade, evitando que seu utensílio enferruje.

4. Você também pode, após secagem dos utensílios de ferro, limpá-los com um guardanapo de papel untado com óleo alimentar


Saiba o que fazer se já enferrujou

Opção I: Passe suco de limão rosa. Aguarde pelo menos 30 minutos, enxágue e lave novamente com palha de aço ou bombril com detergente.

Opção II: Lave com bicarbonato de sódio. Colocar no forno bem quente para secar, deixar esfriar e passar uma leve camada de óleo antes de guardar.


Dicas

- Tome cuidado ao lavá-la. Quando esfregada vigorosamente com a esponja de aço, um tipo de ferrugem passa para o alimento, que depois de absorvida, oxida a gordura do nosso corpo, favorecendo a obstrução das artérias.

- Prefira as que têm cabo de madeira, evitando as queimaduras e facilitando a manipulação dos alimentos.

Fonte: www.organizesuavida.com.br


publicado por Maluvfx às 07:48
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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011
Declaração de Principios e Objectivos do PAN
O texto que se segue é a Declaração de Princípios do Partido pelos Animais e pela Natureza entregue no Tribunal Constitucional e que agora partilhamos com os nossos apoiantes e demais interessados. Ao longo dos próximos meses continuaremos a trabalhar no seu desenvolvimento, com vista à definição de um programa político, para o qual contamos com as vossas sugestões e contribuições, que desde já agradecemos.


Declaração de Princípios do Partido pelos Animais e pela Natureza

1 – O PAN é uma associação política que visa transformar a mentalidade e a sociedade portuguesa e contribuir para a transformação do mundo de acordo com os fundamentais valores éticos e ambientais, tornados ainda mais imperativos no século XXI, quando o desenvolvimento tecnológico da humanidade permite um impacto sem precedentes na biosfera planetária que compromete as gerações futuras e a sobrevivência das várias espécies, incluindo a humana, conforme é cientificamente reconhecido. Pela sua maior capacidade de intervenção sobre a natureza, o meio ambiente e os seres sencientes, bem como pela sua possibilidade de livre arbítrio, memória, previsão e opção ética, o homem é o responsável pela harmonia ecológica e pelo bem-estar dos seres vivos. Assumindo que todos os seres sencientes, humanos e não-humanos, são interdependentes no seio de um mesmo ecossistema e têm um principal interesse comum, o de satisfazerem as suas necessidades vitais, não sofrerem e experimentarem sensações e sentimentos de prazer, segurança, bem-estar e felicidade, o PAN visa criar as condições jurídicas e políticas, na sociedade humana, para que esse direito lhes seja reconhecido e isso aconteça o mais possível.
Consciente de representar o surgimento na política nacional de um novo paradigma mental, ético, cultural e civilizacional, emergente em todo o mundo, o PAN rege-se pelo princípio da não-violência, mental, verbal e física, e lutará firmemente pelos seus princípios contra ideias e práticas e nunca contra pessoas. O PAN assume-se como um partido inteiro, que visa promover o bem de todos, humanos e não-humanos, e não apenas de alguns.

2 – O antropocentrismo e especismo dominantes na história da civilização, aliados ao egocentrismo individual e colectivo e acentuados e potenciados no mundo moderno e contemporâneo pelo poder tecnológico, com a exploração desenfreada dos recursos naturais e a instrumentalização dos animais não-humanos para fins alimentares, científicos, de trabalho, vestuário e divertimento, sem qualquer consideração pela sua qualidade de seres vivos e sencientes, têm vindo a causar um grande desequilíbrio ecológico, uma diminuição crescente da biodiversidade e um enorme sofrimento. Esta situação é inseparável de todas as formas de opressão e exploração do homem pelo homem, mas está longe do reconhecimento, denúncia e combate de que estas felizmente têm sido alvo. Considerar normal infligir sofrimento aos animais é uma situação moral e eticamente inaceitável e que lesa a própria humanidade, a todos os níveis, desde o plano ambiental e económico – os processos implicados na alimentação carnívora são uma das principais causas do aquecimento global, ao que se juntam os custos da produção intensiva de animais para abate, a poluição e o acelerado esgotamento dos recursos naturais - ao do seu bem-estar e saúde física e mental, pondo mesmo em risco a sua sobrevivência. Perante a interdependência de todas as formas de vida num único ecossistema, as agressões à natureza, ao meio ambiente e aos animais são agressões da humanidade a si mesma.

3 – Por este motivo, e embora não se limite a essa questão, o PAN considera ser central e urgente, por motivos éticos e para o bem da própria humanidade, uma mutação profunda da sua relação com a natureza, o meio ambiente e os animais, privilegiando-se a harmonia ecológica, o desenvolvimento sustentado e a diminuição progressiva da exploração, dor, medo e stress a que os animais são hoje sujeitos pelo homem, visando-se a sua total abolição. Defender a natureza, o meio ambiente e os animais não humanos é defender o homem, não fazendo qualquer sentido separar as duas esferas de interesses. A luta contra todas as formas de discriminação, opressão e exploração do homem pelo homem deve ampliar-se à libertação dos animais e à defesa da natureza e do meio ambiente, sem o que perde fundamentação, coerência e valor ético.
A diversidade da inteligência humana, permitindo-lhe uma maior antecipação do futuro e das consequências das suas acções, bem como uma maior distância reflexiva perante as emoções, os impulsos e os instintos vitais de sobrevivência, permite-lhe uma maior liberdade de decidir como agir, uma maior consciência dos resultados dessas decisões e acções para os outros seres sencientes e uma maior sensibilidade e abertura às necessidades e interesses dos membros de outras espécies. Tudo isto torna o ser humano responsável por optar pelo egocentrismo especista, ou por não questionar as suas ideias, comportamentos e hábitos especistas, sacrificando os não-humanos com prazer e indiferença. Ao fazê-lo, aceitando como normal e natural fazer sofrer outros seres sencientes, está a degradar a sua humanidade, reforçando hábitos e tendências que mais facilmente o levarão a agir do mesmo modo em relação aos seres humanos.
O PAN defende uma sociedade onde todos os seres sencientes, humanos e não humanos, possam viver numa harmonia tão ampla quanto possível, com bem-estar e felicidade. Os interesses humanos e animais devem ser igualmente tidos em consideração e procurar-se a solução eticamente mais justa quando pareçam estar em conflito, tendo em conta as suas especificidades. No que respeita às históricas tomadas de consciência moral e ética da humanidade, a recusa do esclavagismo, do racismo e do sexismo deve completar-se com a da discriminação baseada na espécie, pois os preconceitos esclavagistas, racistas, sexistas e especistas têm uma mesma natureza injustificável: presumir-se superior e com direito a maltratar, oprimir e explorar outros seres só por se ter mais poder, um diferente tipo de inteligência ou pertencer a uma raça, sexo ou espécie diferentes.

4 – Portugal tem uma legislação escandalosamente atrasada e deficiente no que respeita aos animais, cujo estatuto jurídico é o de meros objectos (maltratar ou tirar a vida a um animal é apenas atentar contra o património do seu proprietário, se o tiver, sendo objecto de uma mera contra-ordenação). Isto é contrário ao senso comum e à comprovação científica da senciência animal, bem como chocante em termos morais e éticos, além de contradizer a sensibilidade da maioria da população e o que está estatuído na lei fundamental da União Europeia, que exorta os estados-membros a ter “plenamente em conta as exigências em matéria de bem-estar dos animais” (Protocolo relativo à protecção e ao bem-estar dos animais, anexo ao Tratado de Amesterdão). O PAN defende a consagração na Constituição da República Portuguesa da senciência dos animais e do seu direito à vida e ao bem-estar, usufruindo do habitat e da alimentação adequados. Essa é a medida de fundo que tornará possíveis todas as suas consequências jurídicas - nomeadamente a criminalização dos atentados contra a sua vida, abandonos e maus-tratos - , políticas e económicas, em todas as actividades humanas que impliquem a relação com os animais.
Deve acontecer o mesmo em todas as leis fundamentais da União Europeia. O PAN apoia todas as iniciativas conducentes a uma Declaração Universal das Nações Unidas que consagre os direitos dos animais e a promoção de meios para a efectivação do seu respeito.
Enquanto a legislação portuguesa a respeito dos animais não for alterada, o PAN defende uma efectiva aplicação da lei existente, apesar das suas gritantes limitações, e a punição dos seus infractores, o que actualmente raramente se verifica por deficiente intervenção e motivação das autoridades policiais e jurídicas. Nesse sentido, propomos a criação de uma unidade policial especificamente voltada para as questões animais, a exemplo do que sucede com o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente.

5 - O PAN defende a proibição imediata de todas as actividades de entretenimento que causem sofrimento animal, tais como as touradas, as chegas de bois, os rodeos, entre outras. A tradição não pode ser vista como um argumento em si mesmo, já que é precisamente o abandono de tradições inadequadas que caracteriza a evolução das sociedades.
A proibição defendida pelo PAN estende-se aos produtos cuja origem implica sofrimento animal extremo, como é o caso do foie gras e das peles.

6 - É imperativo que Portugal, a Europa e o Mundo caminhem no sentido da abolição total da experimentação em animais, apostando fortemente no desenvolvimento de métodos alternativos e encorajando as empresas a assumirem o compromisso do abandono progressivo dos testes em animais, através da chamada política dos 3 R: Replacement (Substituição), Reduction (Redução), Refinement (Refinamento). É necessário definir uma estratégia clara, que inclua a determinação de prazos, de modo a que a progressiva redução dos testes em animais seja um verdadeiro objectivo e não apenas uma aspiração. Todo o processo deverá pautar-se pelo rigor e pela transparência e deverão ser criadas uma comissão de ética com poderes de fiscalização e uma comissão de estudo com o objectivo de avaliar e desenvolver métodos de experimentação alternativos, às quais deverá ser atribuído financiamento adequado.


7 – Consciente de não ser possível alterar imediatamente os hábitos alimentares da população portuguesa, o PAN defende uma progressiva diminuição dos seus efeitos negativos sobre o meio ambiente, a saúde pública e a vida e bem-estar de homens e animais mediante várias medidas:
a) divulgação da possibilidade de se viver saudavelmente com uma alimentação não-carnívora, vegetariana e vegan e das suas vantagens em termos de não causar sofrimento aos seres sencientes, do equilíbrio ambiental e do sabor, diversidade e riqueza.
b) Redução das taxas sobre os produtos de origem natural e biológica.
c) Obrigatoriedade dos restaurantes oferecerem pelo menos um prato vegetariano.
d) Opções vegetarianas em todas as cantinas escolares e das instituições públicas.
e) Incentivo e apoio ao surgimento de lojas de produtos naturais, biológicos e restaurantes vegan-vegetarianos, sobretudo no interior do país.
f) Incentivo e apoio à agro-pecuária extensiva.
g) Eliminação progressiva da produção de ovos em aviário, acompanhada de promoção das empresas com produção de ovos de galinhas criadas ao ar livre.

8 - Além do direito à vida e ao bem-estar que reclamamos para todos os animais, o PAN reclama o reconhecimento social e jurídico da posição dos animais de estimação nas famílias que os acolhem e a valorização dos comprovados benefícios do convívio com os mesmos a nível da saúde psicológica de crianças e adultos. É necessário assegurar, tanto quanto possível, que as famílias sejam capazes de manter os seus animais de estimação mesmo em situações de dificuldade financeira, até porque o seu abandono encerra preocupações a nível de saúde pública e representa um encargo para o Estado. Assim, propomos a criação de hospitais veterinários comparticipados pelo Estado em Lisboa e Porto, que sirvam as populações mais carenciadas, a possibilidade de dedução de medicamentos e cuidados veterinários, bem como despesas com alimentação de animais de estimação, em sede de IRS, e o apoio aos cidadãos com baixos rendimentos e idosos que pretendam manter um animal de estimação.
As responsabilidades dos cidadãos que tomam a seu cargo animais de estimação devem estar claramente estabelecidas na legislação e incluir a frequência de um curso e a avaliação psicológica regular dos donos de animais considerados de raça potencialmente perigosa.
Considerando a actual situação dos Centros de Recolha Oficiais de Animais – a maioria dos quais nem sequer se encontra licenciada pela Direcção-Geral de Veterinária – , o PAN propõe uma reestruturação total do seu funcionamento. É essencial a criação de uma divisão própria afecta ao pelouro do ambiente em todas as autarquias, deixando os centros de recolha de fazer parte da divisão de salubridade. A eutanásia de animais saudáveis é absolutamente inaceitável e deverá ser proibida, substituindo-se a actual política por uma estratégia baseada na esterilização e na adopção responsável, com os centros de recolha a assumirem essa responsabilidade, possivelmente em parceria com associações animalistas locais. Os centros de recolha não deverão ser apenas locais de alojamento de animais, mas pedras basilares na promoção do respeito pelos animais no respectivo concelho, com o compromisso de informar e sensibilizar a população para as questões animais, através de campanhas e outras iniciativas, devendo dispor de pessoal habilitado para esse efeito. Deve-se estudar a possibilidade dos centros de recolha oferecerem serviços ao público – consultas veterinárias, tosquias, incineração de cadáveres de animais, etc. – no sentido de se autofinanciarem, pelo menos parcialmente.

9 – Para que os objectivos anteriores sejam conseguidos, é necessário intervir a todos os níveis: cultural, jurídico, político, social e económico. Destaca-se todavia a necessidade de uma formação integral das gerações mais jovens numa consciência profunda da natureza dos actuais problemas ecológicos, bem como da vida animal e das questões éticas e bioéticas relativas ao homem e à sua relação com a natureza, o meio ambiente e os animais. O PAN defende a inclusão nos programas de ensino, desde o início e em todos os níveis, de uma disciplina obrigatória que contemple estas questões.
As crianças e jovens devem ser educados tanto quanto possível no contacto com a natureza e a vida animal, conhecendo as profundas vantagens disso para o seu desenvolvimento mental e afectivo, extensivo ao dos adultos e idosos. As crianças e jovens devem reconhecer tudo o que os animais oferecem voluntária e involuntariamente ao ser humano – afecto incondicional, companhia, divertimento, alimento, vestuário - e todos os abandonos, maus-tratos, opressão e exploração com que este lhes retribui. É fundamental que a natureza e a vida animal se não reduzam, desde início, sobretudo nas crianças nascidas nas grandes cidades, a imagens estereotipadas nos meios audiovisuais ou à alimentação asséptica disponível nos hipermercados, que oculta as condições dramáticas da sua origem, o modo como o animal foi maltratado, torturado, engordado à pressa e abatido, para satisfazer o prazer do consumidor e a avidez de lucro de pessoas ignorantes e insensíveis.

10 – Há que redignificar, com exigência, os professores e todos os profissionais ligados à educação, que deve ser, junto com a cultura – não só tecnológica, mas filosófica, literária, artística e científica - , um dos investimentos estratégicos do Orçamento do Estado e da governação. A educação e a cultura não devem estar dependentes de critérios economicistas e das flutuações do mercado de emprego. Os vários níveis de ensino visarão a formação integral da pessoa, não a sacrificando a uma mera funcionalização profissional. Neles estará presente a cultura portuguesa e lusófona, bem como as várias culturas planetárias. Um português culto e bem formado deve ter uma consciência lusófona e universal, não apenas europeia-ocidental.
Nos vários níveis de ensino deve ser introduzida, além da disciplina referida no ponto anterior, uma disciplina que progressivamente informe sobre a diversidade e multiplicidade de paradigmas culturais e religiosos que hoje coexistem nas sociedades, preparando para e mostrando o pertinente desafio do diálogo intercultural e inter-religioso.
As técnicas de atenção, conhecidas como meditação, com benefícios hoje científica e internacionalmente reconhecidos, em termos do equilíbrio e saúde psicofisiológicos, do aumento da concentração e da memória, da melhoria na aprendizagem e da harmonia nas relações humanas, devem ser facultadas em todos os níveis dos currículos escolares, em termos puramente laicos, sem qualquer componente religiosa.
Os vários níveis de ensino, do básico ao superior, devem ser acessíveis a todos.

11 – O PAN considera que o atraso da legislação portuguesa no que respeita à defesa da natureza, do meio ambiente e dos animais contrasta com vários aspectos da nossa história e cultura. Fomos pioneiros no desvendamento do mundo físico e no contacto com outros povos e paradigmas mentais e culturais, mais sensíveis à harmonia com a natureza e os seres vivos. Alguns nomes grandes da nossa cultura poético-filosófica – como Antero de Quental, Guerra Junqueiro, Sampaio Bruno, Teixeira de Pascoaes, José Marinho e Agostinho da Silva, entre outros – anteciparam quase um século a actual sensibilidade ecológica, bem como a crítica do antropocentrismo e do especismo, propondo uma ética cósmica. Fomos os primeiros a abolir a pena de morte e sensibilizámos a comunidade internacional para o drama de Timor. Devemos estar hoje à altura desta tradição e mobilizar-nos para os grandes desafios éticos, culturais e civilizacionais do nosso tempo. Portugal deve assumir-se sempre na primeira linha da expansão da cultura e da consciência, da luta por uma sociedade mais justa, da defesa dos valores humanos fundamentais e das causas humanitárias, ambientais e animais.
O PAN defende que Portugal, a par do desenvolvimento económico sustentado, que salvaguarde a harmonia ecológica e o bem-estar da população humana e animal, deve investir mais nos domínios da educação, ciência e cultura. O Orçamento do Estado deve reflectir isso, à custa da redução dos gastos com a Defesa, o Exército e as obras públicas de fachada, da moralização dos salários e reformas da administração pública e privada, bem como do aumento dos impostos sobre os grandes rendimentos.
Portugal deve reger-se pela Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948) e pela Carta da Terra (1994). Deve também consagrar na sua Constituição a renúncia a toda a forma de violência bélica, ou ao seu apoio, para a resolução de conflitos nacionais e internacionais.

12 – O PAN considera que a defesa da natureza, do meio ambiente e de todas as formas de vida senciente se integra hoje num novo e urgente paradigma mental, ético, cultural e civilizacional, que respeite a igualdade e diversidade biocêntrica e aponte um caminho para sair da crise do actual modelo e ciclo de civilização antropocêntrico, economicista e tecnocrático, que gera problemas, insatisfação e conflitos crescentes na própria humanidade, cavando fossos cada vez maiores, em termos culturais, sociais e económicos, no seio das sociedades e entre os povos e as nações. É urgente uma mutação da mentalidade e do comportamento, que torne possível uma outra globalização, a da satisfação das necessidades fundamentais das populações, do desenvolvimento mental e cultural da humanidade, do bem-estar animal e da harmonia ecológica. A produção de riqueza e os recursos materiais e científico-tecnológicos devem ser progressivamente postos ao serviço desses fins, numa alternativa ao círculo vicioso das sociedades de produção e consumo, mental e economicamente dependentes do consumismo desenfreado em nome do qual se instrumentalizam e exploram homens, animais e recursos naturais, numa degradação acelerada da qualidade de vida e do meio ambiente e num sacrifício do bem comum à avidez de lucros das grandes empresas e da grande finança mundial.

13 – Portugal deve aprofundar os aspectos positivos da sua integração na União Europeia e aprender com nações europeias mais evoluídas no que respeita às medidas de defesa da natureza, do meio ambiente e da vida animal. Deve todavia adaptá-las à realidade portuguesa, assegurar a soberania nacional e demarcar-se das orientações monoculturais, macropolíticas e macroeconómicas da União Europeia que promovam a centralização administrativa, a uniformidade cultural e o lucro desenfreado, com nítido sacrifício dos interesses humanos e animais e do equilíbrio ambiental, como acontece na agro-pecuária intensiva.
Em Portugal, embora tendo em conta as exigências da actual economia global, devem-se ensaiar e progressivamente privilegiar modelos de desenvolvimento alternativos, que preservem a diversidade cultural, biológica e ecoregional. Há que promover a sustentabilidade económica do país, desenvolvendo as economias locais. Devem substituir-se quanto possível as energias não-renováveis (petróleo, carvão, gás natural, energia nuclear) por energias renováveis e alternativas (solar, eólica, hidráulica, marmotriz, etc.), superando o paradigma, a vulnerabilidade e as dependências de uma economia baseada no petróleo e nos hidrocarbonetos.
Devem-se também explorar as potencialidades de formas de organização económica cujo objectivo fundamental não seja apenas o lucro financeiro. Deve-se assegurar o predomínio da ética e da política sobre a economia, de modo a que a produção e distribuição da riqueza vise o bem comum do ecossistema e dos seres sencientes, a satisfação das necessidades de homens e animais e a melhoria geral da sua qualidade de vida, bem como o acesso de todos os seres humanos à cultura, e não apenas os lucros dos particulares e dos grandes grupos económicos.
Deve-se investir num programa pedagógico que permita oferecer alternativas ao produtivismo e consumismo, fazendo do trabalho e do desenvolvimento económico não um fim em si, com o inevitável dano da harmonia ecológica, da biodiversidade e do bem-estar de homens e animais, mas um mero meio para a fruição de um crescente tempo livre de modo mais gratificante e criativo.
Os serviços de interesse público devem permanecer sob o controlo do Estado, autónomos à lógica comercial inerente ao sector privado e privilegiando a satisfação das necessidades dos cidadãos.

14 – Portugal, a par da integração europeia, deve cultivar a sua tradição de estabelecer pontes, mediações e diálogos entre todos os povos, nações, culturas, civilizações e religiões, promovendo uma cultura da paz, da compreensão, da fraternidade e do universalismo à escala planetária, extensiva não só aos homens mas a todos os seres sencientes. Deve também, para esse efeito, aprofundar as suas relações culturais, económicas e políticas com as nações de língua portuguesa, incluindo a região da Galiza, Goa, Damão, Diu, Macau e os outros lugares da nossa diáspora onde se fala o português, sensibilizando a comunidade lusófona, com 240 milhões de falantes, para as causas humanitárias, ambientais e animais.
Portugal deve promover a Lusofonia e os valores universalistas da cultura portuguesa e lusófona no espaço internacional, dando o seu melhor exemplo e contributo para converter a sociedade planetária na possível comunidade ético-cultural e ecuménica visada entre nós por Luís de Camões, Padre António Vieira, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. Portugal deve assumir-se e promover-se como um espaço multicultural e de convivência com a diversidade, um espaço privilegiado para o tão actual desafio do diálogo intercultural e inter-religioso, alargado ao diálogo entre crentes e descrentes.

15 – O PAN defende a criação de um serviço público de saúde eficiente e acessível a todos, que inclua a possibilidade de opção por medicinas e terapias alternativas, de qualidade e eficácia comprovada e exercidas por pessoas habilitadas, como a homeopatia, a acupunctura, a osteopatia, o shiatsu, o yoga, a meditação, etc. Estas opções, bem como os medicamentos naturais e alternativos, devem ser igualmente comparticipados pelo Estado.

16 – O PAN considera haver em Portugal e na Europa em geral uma grave crise de representação, patente na elevada abstenção e descrédito dos políticos, dos partidos e da política, os quais, segundo a opinião geral, apenas promovem o acesso ao poder de indivíduos e grupos que sacrificam o bem comum a interesses pessoais e particulares, com destaque para os dos grandes grupos económicos. As eleições são assim sistematicamente ganhas por representantes de minorias, relativamente à totalidade dos cidadãos eleitores, que governam isolados da maioria real das populações, que os consideram com alheamento, desconfiança e desprezo, tornando-se vítimas passivas das suas políticas. O actual sistema eleitoral também não promove a melhor justiça representativa, não facilitando a representação de uma maior diversidade de forças políticas e limitando-a às organizações partidárias, o que contribui para a instrumentalização do aparelho de Estado, dos lugares de decisão político-económica e da comunicação social pelos grandes partidos.
Esta é uma situação que compromete seriamente a democracia e que a história ensina anteceder todas as soluções ditatoriais. Há que regenerar a democracia em Portugal, reformando o estado e o sistema eleitoral segundo modelos que fomentem a mais ampla participação e intervenção política da sociedade civil, facilitando a representação de novas forças políticas e possibilitando que cidadãos independentes concorram às eleições. Deve-se recuperar a tradição municipalista portuguesa e promover uma regionalização e descentralização administrativa equilibradas, assegurando mecanismos de prevenção e controlo dos despotismos locais.
O PAN considera haver que colocar a política ao serviço da ética e da cultura e aposta na mobilização da população para a intervenção cívica e política em torno dos desafios fundamentais do nosso tempo, com destaque para a protecção da natureza, do meio ambiente e dos interesses fundamentais de homens e animais. Há que mobilizar os cidadãos indiferentes e descrentes da vida política, a enorme percentagem de abstencionistas e todos aqueles que se limitam a votar, para a responsabilidade de reflectirem, discutirem e criarem o melhor destino a dar à nação. Há que, dentro dos quadros democráticos e legais, promover formas alternativas de intervenção cultural, social e cívica, que permitam antecipar tanto quanto possível a realidade desejada, sem depender dos poderes instituídos. O PAN exorta à constituição de associações cívicas que sejam núcleos de discussão, divulgação e realização deste projecto.

17 – O PAN defende que as associações e movimentos cívicos, incluindo aqueles que se dedicam à defesa e protecção dos animais, deverão ser apoiados e valorizados, nomeadamente através do estabelecimento de parcerias, da sua inclusão na lei do mecenato, da possibilidade de consignação de 0,5% do IRS, da redução da burocracia associada à sua constituição e gestão, entre outras possibilidades. O empreendedorismo social deverá ser encorajado e recompensado.


Conheça o hino do Partido pelos Animais e pela Natureza


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Declaração de Principios e Objectivos do PAN
O texto que se segue é a Declaração de Princípios do Partido pelos Animais e pela Natureza entregue no Tribunal Constitucional e que agora partilhamos com os nossos apoiantes e demais interessados. Ao longo dos próximos meses continuaremos a trabalhar no seu desenvolvimento, com vista à definição de um programa político, para o qual contamos com as vossas sugestões e contribuições, que desde já agradecemos.


Declaração de Princípios do Partido pelos Animais e pela Natureza

1 – O PAN é uma associação política que visa transformar a mentalidade e a sociedade portuguesa e contribuir para a transformação do mundo de acordo com os fundamentais valores éticos e ambientais, tornados ainda mais imperativos no século XXI, quando o desenvolvimento tecnológico da humanidade permite um impacto sem precedentes na biosfera planetária que compromete as gerações futuras e a sobrevivência das várias espécies, incluindo a humana, conforme é cientificamente reconhecido. Pela sua maior capacidade de intervenção sobre a natureza, o meio ambiente e os seres sencientes, bem como pela sua possibilidade de livre arbítrio, memória, previsão e opção ética, o homem é o responsável pela harmonia ecológica e pelo bem-estar dos seres vivos. Assumindo que todos os seres sencientes, humanos e não-humanos, são interdependentes no seio de um mesmo ecossistema e têm um principal interesse comum, o de satisfazerem as suas necessidades vitais, não sofrerem e experimentarem sensações e sentimentos de prazer, segurança, bem-estar e felicidade, o PAN visa criar as condições jurídicas e políticas, na sociedade humana, para que esse direito lhes seja reconhecido e isso aconteça o mais possível.
Consciente de representar o surgimento na política nacional de um novo paradigma mental, ético, cultural e civilizacional, emergente em todo o mundo, o PAN rege-se pelo princípio da não-violência, mental, verbal e física, e lutará firmemente pelos seus princípios contra ideias e práticas e nunca contra pessoas. O PAN assume-se como um partido inteiro, que visa promover o bem de todos, humanos e não-humanos, e não apenas de alguns.

2 – O antropocentrismo e especismo dominantes na história da civilização, aliados ao egocentrismo individual e colectivo e acentuados e potenciados no mundo moderno e contemporâneo pelo poder tecnológico, com a exploração desenfreada dos recursos naturais e a instrumentalização dos animais não-humanos para fins alimentares, científicos, de trabalho, vestuário e divertimento, sem qualquer consideração pela sua qualidade de seres vivos e sencientes, têm vindo a causar um grande desequilíbrio ecológico, uma diminuição crescente da biodiversidade e um enorme sofrimento. Esta situação é inseparável de todas as formas de opressão e exploração do homem pelo homem, mas está longe do reconhecimento, denúncia e combate de que estas felizmente têm sido alvo. Considerar normal infligir sofrimento aos animais é uma situação moral e eticamente inaceitável e que lesa a própria humanidade, a todos os níveis, desde o plano ambiental e económico – os processos implicados na alimentação carnívora são uma das principais causas do aquecimento global, ao que se juntam os custos da produção intensiva de animais para abate, a poluição e o acelerado esgotamento dos recursos naturais - ao do seu bem-estar e saúde física e mental, pondo mesmo em risco a sua sobrevivência. Perante a interdependência de todas as formas de vida num único ecossistema, as agressões à natureza, ao meio ambiente e aos animais são agressões da humanidade a si mesma.

3 – Por este motivo, e embora não se limite a essa questão, o PAN considera ser central e urgente, por motivos éticos e para o bem da própria humanidade, uma mutação profunda da sua relação com a natureza, o meio ambiente e os animais, privilegiando-se a harmonia ecológica, o desenvolvimento sustentado e a diminuição progressiva da exploração, dor, medo e stress a que os animais são hoje sujeitos pelo homem, visando-se a sua total abolição. Defender a natureza, o meio ambiente e os animais não humanos é defender o homem, não fazendo qualquer sentido separar as duas esferas de interesses. A luta contra todas as formas de discriminação, opressão e exploração do homem pelo homem deve ampliar-se à libertação dos animais e à defesa da natureza e do meio ambiente, sem o que perde fundamentação, coerência e valor ético.
A diversidade da inteligência humana, permitindo-lhe uma maior antecipação do futuro e das consequências das suas acções, bem como uma maior distância reflexiva perante as emoções, os impulsos e os instintos vitais de sobrevivência, permite-lhe uma maior liberdade de decidir como agir, uma maior consciência dos resultados dessas decisões e acções para os outros seres sencientes e uma maior sensibilidade e abertura às necessidades e interesses dos membros de outras espécies. Tudo isto torna o ser humano responsável por optar pelo egocentrismo especista, ou por não questionar as suas ideias, comportamentos e hábitos especistas, sacrificando os não-humanos com prazer e indiferença. Ao fazê-lo, aceitando como normal e natural fazer sofrer outros seres sencientes, está a degradar a sua humanidade, reforçando hábitos e tendências que mais facilmente o levarão a agir do mesmo modo em relação aos seres humanos.
O PAN defende uma sociedade onde todos os seres sencientes, humanos e não humanos, possam viver numa harmonia tão ampla quanto possível, com bem-estar e felicidade. Os interesses humanos e animais devem ser igualmente tidos em consideração e procurar-se a solução eticamente mais justa quando pareçam estar em conflito, tendo em conta as suas especificidades. No que respeita às históricas tomadas de consciência moral e ética da humanidade, a recusa do esclavagismo, do racismo e do sexismo deve completar-se com a da discriminação baseada na espécie, pois os preconceitos esclavagistas, racistas, sexistas e especistas têm uma mesma natureza injustificável: presumir-se superior e com direito a maltratar, oprimir e explorar outros seres só por se ter mais poder, um diferente tipo de inteligência ou pertencer a uma raça, sexo ou espécie diferentes.

4 – Portugal tem uma legislação escandalosamente atrasada e deficiente no que respeita aos animais, cujo estatuto jurídico é o de meros objectos (maltratar ou tirar a vida a um animal é apenas atentar contra o património do seu proprietário, se o tiver, sendo objecto de uma mera contra-ordenação). Isto é contrário ao senso comum e à comprovação científica da senciência animal, bem como chocante em termos morais e éticos, além de contradizer a sensibilidade da maioria da população e o que está estatuído na lei fundamental da União Europeia, que exorta os estados-membros a ter “plenamente em conta as exigências em matéria de bem-estar dos animais” (Protocolo relativo à protecção e ao bem-estar dos animais, anexo ao Tratado de Amesterdão). O PAN defende a consagração na Constituição da República Portuguesa da senciência dos animais e do seu direito à vida e ao bem-estar, usufruindo do habitat e da alimentação adequados. Essa é a medida de fundo que tornará possíveis todas as suas consequências jurídicas - nomeadamente a criminalização dos atentados contra a sua vida, abandonos e maus-tratos - , políticas e económicas, em todas as actividades humanas que impliquem a relação com os animais.
Deve acontecer o mesmo em todas as leis fundamentais da União Europeia. O PAN apoia todas as iniciativas conducentes a uma Declaração Universal das Nações Unidas que consagre os direitos dos animais e a promoção de meios para a efectivação do seu respeito.
Enquanto a legislação portuguesa a respeito dos animais não for alterada, o PAN defende uma efectiva aplicação da lei existente, apesar das suas gritantes limitações, e a punição dos seus infractores, o que actualmente raramente se verifica por deficiente intervenção e motivação das autoridades policiais e jurídicas. Nesse sentido, propomos a criação de uma unidade policial especificamente voltada para as questões animais, a exemplo do que sucede com o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente.

5 - O PAN defende a proibição imediata de todas as actividades de entretenimento que causem sofrimento animal, tais como as touradas, as chegas de bois, os rodeos, entre outras. A tradição não pode ser vista como um argumento em si mesmo, já que é precisamente o abandono de tradições inadequadas que caracteriza a evolução das sociedades.
A proibição defendida pelo PAN estende-se aos produtos cuja origem implica sofrimento animal extremo, como é o caso do foie gras e das peles.

6 - É imperativo que Portugal, a Europa e o Mundo caminhem no sentido da abolição total da experimentação em animais, apostando fortemente no desenvolvimento de métodos alternativos e encorajando as empresas a assumirem o compromisso do abandono progressivo dos testes em animais, através da chamada política dos 3 R: Replacement (Substituição), Reduction (Redução), Refinement (Refinamento). É necessário definir uma estratégia clara, que inclua a determinação de prazos, de modo a que a progressiva redução dos testes em animais seja um verdadeiro objectivo e não apenas uma aspiração. Todo o processo deverá pautar-se pelo rigor e pela transparência e deverão ser criadas uma comissão de ética com poderes de fiscalização e uma comissão de estudo com o objectivo de avaliar e desenvolver métodos de experimentação alternativos, às quais deverá ser atribuído financiamento adequado.


7 – Consciente de não ser possível alterar imediatamente os hábitos alimentares da população portuguesa, o PAN defende uma progressiva diminuição dos seus efeitos negativos sobre o meio ambiente, a saúde pública e a vida e bem-estar de homens e animais mediante várias medidas:
a) divulgação da possibilidade de se viver saudavelmente com uma alimentação não-carnívora, vegetariana e vegan e das suas vantagens em termos de não causar sofrimento aos seres sencientes, do equilíbrio ambiental e do sabor, diversidade e riqueza.
b) Redução das taxas sobre os produtos de origem natural e biológica.
c) Obrigatoriedade dos restaurantes oferecerem pelo menos um prato vegetariano.
d) Opções vegetarianas em todas as cantinas escolares e das instituições públicas.
e) Incentivo e apoio ao surgimento de lojas de produtos naturais, biológicos e restaurantes vegan-vegetarianos, sobretudo no interior do país.
f) Incentivo e apoio à agro-pecuária extensiva.
g) Eliminação progressiva da produção de ovos em aviário, acompanhada de promoção das empresas com produção de ovos de galinhas criadas ao ar livre.

8 - Além do direito à vida e ao bem-estar que reclamamos para todos os animais, o PAN reclama o reconhecimento social e jurídico da posição dos animais de estimação nas famílias que os acolhem e a valorização dos comprovados benefícios do convívio com os mesmos a nível da saúde psicológica de crianças e adultos. É necessário assegurar, tanto quanto possível, que as famílias sejam capazes de manter os seus animais de estimação mesmo em situações de dificuldade financeira, até porque o seu abandono encerra preocupações a nível de saúde pública e representa um encargo para o Estado. Assim, propomos a criação de hospitais veterinários comparticipados pelo Estado em Lisboa e Porto, que sirvam as populações mais carenciadas, a possibilidade de dedução de medicamentos e cuidados veterinários, bem como despesas com alimentação de animais de estimação, em sede de IRS, e o apoio aos cidadãos com baixos rendimentos e idosos que pretendam manter um animal de estimação.
As responsabilidades dos cidadãos que tomam a seu cargo animais de estimação devem estar claramente estabelecidas na legislação e incluir a frequência de um curso e a avaliação psicológica regular dos donos de animais considerados de raça potencialmente perigosa.
Considerando a actual situação dos Centros de Recolha Oficiais de Animais – a maioria dos quais nem sequer se encontra licenciada pela Direcção-Geral de Veterinária – , o PAN propõe uma reestruturação total do seu funcionamento. É essencial a criação de uma divisão própria afecta ao pelouro do ambiente em todas as autarquias, deixando os centros de recolha de fazer parte da divisão de salubridade. A eutanásia de animais saudáveis é absolutamente inaceitável e deverá ser proibida, substituindo-se a actual política por uma estratégia baseada na esterilização e na adopção responsável, com os centros de recolha a assumirem essa responsabilidade, possivelmente em parceria com associações animalistas locais. Os centros de recolha não deverão ser apenas locais de alojamento de animais, mas pedras basilares na promoção do respeito pelos animais no respectivo concelho, com o compromisso de informar e sensibilizar a população para as questões animais, através de campanhas e outras iniciativas, devendo dispor de pessoal habilitado para esse efeito. Deve-se estudar a possibilidade dos centros de recolha oferecerem serviços ao público – consultas veterinárias, tosquias, incineração de cadáveres de animais, etc. – no sentido de se autofinanciarem, pelo menos parcialmente.

9 – Para que os objectivos anteriores sejam conseguidos, é necessário intervir a todos os níveis: cultural, jurídico, político, social e económico. Destaca-se todavia a necessidade de uma formação integral das gerações mais jovens numa consciência profunda da natureza dos actuais problemas ecológicos, bem como da vida animal e das questões éticas e bioéticas relativas ao homem e à sua relação com a natureza, o meio ambiente e os animais. O PAN defende a inclusão nos programas de ensino, desde o início e em todos os níveis, de uma disciplina obrigatória que contemple estas questões.
As crianças e jovens devem ser educados tanto quanto possível no contacto com a natureza e a vida animal, conhecendo as profundas vantagens disso para o seu desenvolvimento mental e afectivo, extensivo ao dos adultos e idosos. As crianças e jovens devem reconhecer tudo o que os animais oferecem voluntária e involuntariamente ao ser humano – afecto incondicional, companhia, divertimento, alimento, vestuário - e todos os abandonos, maus-tratos, opressão e exploração com que este lhes retribui. É fundamental que a natureza e a vida animal se não reduzam, desde início, sobretudo nas crianças nascidas nas grandes cidades, a imagens estereotipadas nos meios audiovisuais ou à alimentação asséptica disponível nos hipermercados, que oculta as condições dramáticas da sua origem, o modo como o animal foi maltratado, torturado, engordado à pressa e abatido, para satisfazer o prazer do consumidor e a avidez de lucro de pessoas ignorantes e insensíveis.

10 – Há que redignificar, com exigência, os professores e todos os profissionais ligados à educação, que deve ser, junto com a cultura – não só tecnológica, mas filosófica, literária, artística e científica - , um dos investimentos estratégicos do Orçamento do Estado e da governação. A educação e a cultura não devem estar dependentes de critérios economicistas e das flutuações do mercado de emprego. Os vários níveis de ensino visarão a formação integral da pessoa, não a sacrificando a uma mera funcionalização profissional. Neles estará presente a cultura portuguesa e lusófona, bem como as várias culturas planetárias. Um português culto e bem formado deve ter uma consciência lusófona e universal, não apenas europeia-ocidental.
Nos vários níveis de ensino deve ser introduzida, além da disciplina referida no ponto anterior, uma disciplina que progressivamente informe sobre a diversidade e multiplicidade de paradigmas culturais e religiosos que hoje coexistem nas sociedades, preparando para e mostrando o pertinente desafio do diálogo intercultural e inter-religioso.
As técnicas de atenção, conhecidas como meditação, com benefícios hoje científica e internacionalmente reconhecidos, em termos do equilíbrio e saúde psicofisiológicos, do aumento da concentração e da memória, da melhoria na aprendizagem e da harmonia nas relações humanas, devem ser facultadas em todos os níveis dos currículos escolares, em termos puramente laicos, sem qualquer componente religiosa.
Os vários níveis de ensino, do básico ao superior, devem ser acessíveis a todos.

11 – O PAN considera que o atraso da legislação portuguesa no que respeita à defesa da natureza, do meio ambiente e dos animais contrasta com vários aspectos da nossa história e cultura. Fomos pioneiros no desvendamento do mundo físico e no contacto com outros povos e paradigmas mentais e culturais, mais sensíveis à harmonia com a natureza e os seres vivos. Alguns nomes grandes da nossa cultura poético-filosófica – como Antero de Quental, Guerra Junqueiro, Sampaio Bruno, Teixeira de Pascoaes, José Marinho e Agostinho da Silva, entre outros – anteciparam quase um século a actual sensibilidade ecológica, bem como a crítica do antropocentrismo e do especismo, propondo uma ética cósmica. Fomos os primeiros a abolir a pena de morte e sensibilizámos a comunidade internacional para o drama de Timor. Devemos estar hoje à altura desta tradição e mobilizar-nos para os grandes desafios éticos, culturais e civilizacionais do nosso tempo. Portugal deve assumir-se sempre na primeira linha da expansão da cultura e da consciência, da luta por uma sociedade mais justa, da defesa dos valores humanos fundamentais e das causas humanitárias, ambientais e animais.
O PAN defende que Portugal, a par do desenvolvimento económico sustentado, que salvaguarde a harmonia ecológica e o bem-estar da população humana e animal, deve investir mais nos domínios da educação, ciência e cultura. O Orçamento do Estado deve reflectir isso, à custa da redução dos gastos com a Defesa, o Exército e as obras públicas de fachada, da moralização dos salários e reformas da administração pública e privada, bem como do aumento dos impostos sobre os grandes rendimentos.
Portugal deve reger-se pela Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948) e pela Carta da Terra (1994). Deve também consagrar na sua Constituição a renúncia a toda a forma de violência bélica, ou ao seu apoio, para a resolução de conflitos nacionais e internacionais.

12 – O PAN considera que a defesa da natureza, do meio ambiente e de todas as formas de vida senciente se integra hoje num novo e urgente paradigma mental, ético, cultural e civilizacional, que respeite a igualdade e diversidade biocêntrica e aponte um caminho para sair da crise do actual modelo e ciclo de civilização antropocêntrico, economicista e tecnocrático, que gera problemas, insatisfação e conflitos crescentes na própria humanidade, cavando fossos cada vez maiores, em termos culturais, sociais e económicos, no seio das sociedades e entre os povos e as nações. É urgente uma mutação da mentalidade e do comportamento, que torne possível uma outra globalização, a da satisfação das necessidades fundamentais das populações, do desenvolvimento mental e cultural da humanidade, do bem-estar animal e da harmonia ecológica. A produção de riqueza e os recursos materiais e científico-tecnológicos devem ser progressivamente postos ao serviço desses fins, numa alternativa ao círculo vicioso das sociedades de produção e consumo, mental e economicamente dependentes do consumismo desenfreado em nome do qual se instrumentalizam e exploram homens, animais e recursos naturais, numa degradação acelerada da qualidade de vida e do meio ambiente e num sacrifício do bem comum à avidez de lucros das grandes empresas e da grande finança mundial.

13 – Portugal deve aprofundar os aspectos positivos da sua integração na União Europeia e aprender com nações europeias mais evoluídas no que respeita às medidas de defesa da natureza, do meio ambiente e da vida animal. Deve todavia adaptá-las à realidade portuguesa, assegurar a soberania nacional e demarcar-se das orientações monoculturais, macropolíticas e macroeconómicas da União Europeia que promovam a centralização administrativa, a uniformidade cultural e o lucro desenfreado, com nítido sacrifício dos interesses humanos e animais e do equilíbrio ambiental, como acontece na agro-pecuária intensiva.
Em Portugal, embora tendo em conta as exigências da actual economia global, devem-se ensaiar e progressivamente privilegiar modelos de desenvolvimento alternativos, que preservem a diversidade cultural, biológica e ecoregional. Há que promover a sustentabilidade económica do país, desenvolvendo as economias locais. Devem substituir-se quanto possível as energias não-renováveis (petróleo, carvão, gás natural, energia nuclear) por energias renováveis e alternativas (solar, eólica, hidráulica, marmotriz, etc.), superando o paradigma, a vulnerabilidade e as dependências de uma economia baseada no petróleo e nos hidrocarbonetos.
Devem-se também explorar as potencialidades de formas de organização económica cujo objectivo fundamental não seja apenas o lucro financeiro. Deve-se assegurar o predomínio da ética e da política sobre a economia, de modo a que a produção e distribuição da riqueza vise o bem comum do ecossistema e dos seres sencientes, a satisfação das necessidades de homens e animais e a melhoria geral da sua qualidade de vida, bem como o acesso de todos os seres humanos à cultura, e não apenas os lucros dos particulares e dos grandes grupos económicos.
Deve-se investir num programa pedagógico que permita oferecer alternativas ao produtivismo e consumismo, fazendo do trabalho e do desenvolvimento económico não um fim em si, com o inevitável dano da harmonia ecológica, da biodiversidade e do bem-estar de homens e animais, mas um mero meio para a fruição de um crescente tempo livre de modo mais gratificante e criativo.
Os serviços de interesse público devem permanecer sob o controlo do Estado, autónomos à lógica comercial inerente ao sector privado e privilegiando a satisfação das necessidades dos cidadãos.

14 – Portugal, a par da integração europeia, deve cultivar a sua tradição de estabelecer pontes, mediações e diálogos entre todos os povos, nações, culturas, civilizações e religiões, promovendo uma cultura da paz, da compreensão, da fraternidade e do universalismo à escala planetária, extensiva não só aos homens mas a todos os seres sencientes. Deve também, para esse efeito, aprofundar as suas relações culturais, económicas e políticas com as nações de língua portuguesa, incluindo a região da Galiza, Goa, Damão, Diu, Macau e os outros lugares da nossa diáspora onde se fala o português, sensibilizando a comunidade lusófona, com 240 milhões de falantes, para as causas humanitárias, ambientais e animais.
Portugal deve promover a Lusofonia e os valores universalistas da cultura portuguesa e lusófona no espaço internacional, dando o seu melhor exemplo e contributo para converter a sociedade planetária na possível comunidade ético-cultural e ecuménica visada entre nós por Luís de Camões, Padre António Vieira, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. Portugal deve assumir-se e promover-se como um espaço multicultural e de convivência com a diversidade, um espaço privilegiado para o tão actual desafio do diálogo intercultural e inter-religioso, alargado ao diálogo entre crentes e descrentes.

15 – O PAN defende a criação de um serviço público de saúde eficiente e acessível a todos, que inclua a possibilidade de opção por medicinas e terapias alternativas, de qualidade e eficácia comprovada e exercidas por pessoas habilitadas, como a homeopatia, a acupunctura, a osteopatia, o shiatsu, o yoga, a meditação, etc. Estas opções, bem como os medicamentos naturais e alternativos, devem ser igualmente comparticipados pelo Estado.

16 – O PAN considera haver em Portugal e na Europa em geral uma grave crise de representação, patente na elevada abstenção e descrédito dos políticos, dos partidos e da política, os quais, segundo a opinião geral, apenas promovem o acesso ao poder de indivíduos e grupos que sacrificam o bem comum a interesses pessoais e particulares, com destaque para os dos grandes grupos económicos. As eleições são assim sistematicamente ganhas por representantes de minorias, relativamente à totalidade dos cidadãos eleitores, que governam isolados da maioria real das populações, que os consideram com alheamento, desconfiança e desprezo, tornando-se vítimas passivas das suas políticas. O actual sistema eleitoral também não promove a melhor justiça representativa, não facilitando a representação de uma maior diversidade de forças políticas e limitando-a às organizações partidárias, o que contribui para a instrumentalização do aparelho de Estado, dos lugares de decisão político-económica e da comunicação social pelos grandes partidos.
Esta é uma situação que compromete seriamente a democracia e que a história ensina anteceder todas as soluções ditatoriais. Há que regenerar a democracia em Portugal, reformando o estado e o sistema eleitoral segundo modelos que fomentem a mais ampla participação e intervenção política da sociedade civil, facilitando a representação de novas forças políticas e possibilitando que cidadãos independentes concorram às eleições. Deve-se recuperar a tradição municipalista portuguesa e promover uma regionalização e descentralização administrativa equilibradas, assegurando mecanismos de prevenção e controlo dos despotismos locais.
O PAN considera haver que colocar a política ao serviço da ética e da cultura e aposta na mobilização da população para a intervenção cívica e política em torno dos desafios fundamentais do nosso tempo, com destaque para a protecção da natureza, do meio ambiente e dos interesses fundamentais de homens e animais. Há que mobilizar os cidadãos indiferentes e descrentes da vida política, a enorme percentagem de abstencionistas e todos aqueles que se limitam a votar, para a responsabilidade de reflectirem, discutirem e criarem o melhor destino a dar à nação. Há que, dentro dos quadros democráticos e legais, promover formas alternativas de intervenção cultural, social e cívica, que permitam antecipar tanto quanto possível a realidade desejada, sem depender dos poderes instituídos. O PAN exorta à constituição de associações cívicas que sejam núcleos de discussão, divulgação e realização deste projecto.

17 – O PAN defende que as associações e movimentos cívicos, incluindo aqueles que se dedicam à defesa e protecção dos animais, deverão ser apoiados e valorizados, nomeadamente através do estabelecimento de parcerias, da sua inclusão na lei do mecenato, da possibilidade de consignação de 0,5% do IRS, da redução da burocracia associada à sua constituição e gestão, entre outras possibilidades. O empreendedorismo social deverá ser encorajado e recompensado.


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PAN quer incentivar portugueses a excluir carne da alimentação
A alteração dos hábitos alimentares dos portugueses, nomeadamente da carne industrial, a comparticipação de medicinas alternativas e a criação de uma polícia para as questões animais são propostas do futuro programa político do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN).

Os responsáveis do PAN, constituído este mês, apresentaram hoje em Lisboa a sua declaração de princípios e objetivos, que servirá de base ao programa político do partido, a aprovar no primeiro congresso, que deverá decorrer dentro de três meses.

"O PAN é um partido de causas, que abraça as três grandes causas – humanitária, animal e ecológico-ambiental -, considerando-as inseparáveis", anunciou Paulo Borges, da comissão coordenadora do partido, que assume como um dos objetivos a luta contra "todas as formas de discriminação e violência contra os animais, combatendo o especismo como parente próximo do esclavagismo, racismo, sexismo e classicismo".

O novo partido quer consagrar na Constituição da República a "senciência dos animais (capacidade deste sentirem) e o seu direito à vida e ao bem-estar" e alterar o Código Civil, "onde são reduzidos ao estatuto de coisas", e defende, para já, "uma efetiva aplicação da lei existente e a punição dos seus infratores", propondo a criação de uma "unidade policial especificamente voltada para as questões animais".

O partido sugere a realização de uma campanha educativa "no sentido da progressiva alteração dos hábitos alimentares dos portugueses, em particular o consumo de carne industrial", alertando para o impacto negativo da pecuária intensiva sobre a saúde pública e o ambiente, nomeadamente na desflorestação e maior emissão de gases que contribuem para o aquecimento global.

"Os animais são as grandes vítimas dessa aberração chamada indústria da carne, mas também somos todos nós, porque os animais que nós comemos são animais doentes", afirmou Paulo Borges, acrescentando que, segundo "estatísticas recentes feitas nos Estados Unidos", todo "o investimento de energia, de trabalho, de riqueza, de cereais e água que é feito para alimentar o gado bastaria para alimentar diretamente 800 milhões de pessoas".

A redução das taxas sobre os produtos de origem natural, o aumento das taxas sobre os produtos da agropecuária intensiva, a obrigatoriedade de existência de opções vegetarianas nas escolas, cantinas públicas e restaurantes são outras propostas do PAN.

O partido quer "redignificar os professores", considerando que a educação deve ser "um dos investimentos estratégicos" do Estado, em detrimento de "gastos com a defesa, exército e obras públicas de fachada".

Na saúde, o PAN propõe a criação de um serviço público "eficiente e acessível a todos, que inclua a possibilidade de opção por medicinas e terapias alternativas", e a sua comparticipação pelo Estado, tal como os medicamentos naturais.

A proibição de "todos os espetáculos que causem sofrimento físico e psicológico aos animais" e a "abolição total da experimentação" em animais são outros princípios defendidos pelo PAN, que pretende ainda a existência de hospitais veterinários comparticipados, a reestruturação dos canis e gatis.

Fonte:
Diário Digital / Lusa


publicado por Maluvfx às 02:22
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