Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Terça-feira, 8 de Março de 2011
"Sagres, a cerveja que traiu os animais"

Sagres / Central de Cervejas está envolvida no patrocínio a eventos com touradas e associa constantemente a marca às touradas no Campo Pequeno Responsável da Administração da Sagres / Central de Cervejas afirma que tal faz parte do negócio

* Posição da Sagres / Central de Cervejas contrasta radicalmente com a posição positivamente tomada pela Super Bock / UNICER, que se afastou completamente das touradas, afirmou que respeita os direitos dos animais e adiantou que não quer mudar de posição

* BOICOTE a Sagres e todos os produtos da Central de Cervejas (Água do Luso, Água Cruzeiro, Schweppes, Joi, Spirit, Strongbow e cervejas Budweiser, Kilkenny, Guinness, Beamish, Grimbergen, John Smith´s e Foster´s) e DÊ PREFERÊNCIA à Super Bock e a todos os produtos da UNICER (águas Vitalis, Caramulo, 7 Fontes, Frisumo, Frutis, Snappy, cerveja Carlsberg e cafés Bogani e A Caféeira). Use o seu poder de consumidor/a para premiar as empresas que tomam boas decisões e para castigar as empresas que tomam más decisões.

Depois da Sagres ter sido apontada pelos defensores das touradas como “a cerveja que não traiu os aficcionados”, foi nestes termos que Nuno Pinto Magalhães, assessor da Administração da Central de Cervejas, que detém a Sagres, respondeu à mensagem que a ANIMAL enviou a esta empresa para que terminasse o seu envolvimento comercial e promocional com as touradas:

“ [...]

Nestes cerca 74 anos de história a nossa Empresa tem prestado ao País e aos Portugueses, nossos consumidores, apoios relevantes nomeadamente nas áreas culturais, sociais e desportivas.

O alinhamento de sponsorização, no sentido da promoção das nossas marcas, passa, entre outros, no Desporto pelo Futebol, Futsal e Rugby, na Cultura, por concertos musicais e outros eventos de expressão popular e no Social pelo apoio á comunidade mais carenciada envolvente á nossa Fábrica de Vialonga.

Em termos anuais estamos presentes em mais de 3000 eventos espalhados pelo Pais, onde se integram festas, feiras e romarias tão ao gosto das tradições e das raízes do nosso País, onde podem ocorrer e integrados nos programas desses eventos, entre outros, corridas de touros!

Outra situação e mais concretamente é a designada Praça do Campo Pequeno, que desde as obras ocorridas e a criação de espaço comercial adjacente, deixou de ser exclusivamente uma Praça de Touros, para se tornar maioritariamente um espaço para espectáculos. Daí e decorrente desta situação e de termos negociado um espaço para a Cervejaria Trindade, na altura por nós explorada, estamos presentes, como contrapartida negocial, em termos publicitários, num local de consumo de bebidas, cuja venda é o nosso negócio!

[...]”

Por favor, responda à Sagres / Central de Cervejas e diga a esta empresa que não só não voltará a consumir a Sagres, “a cerveja que traiu os animais”, ou quaisquer outros produtos da Central de Cervejas, como também aconselhará todas as pessoas que conhece a fazerem o mesmo, como meio de castigar esta empresa por aceitar e manter a sua presente associação comercial e promocional com a tortura de animais. Por favor, envie a mensagem abaixo sugerida – ou escreva a sua mensagem, se preferir – para: scc@centralcervejas.pt; servicocliente@centralcervejas.pt; ipereira@centralcervejas.pt; pportugal@centralcervejas.pt; slebre@centralcervejas.pt; ncalado@agualuso.pt; ncapela@centralcervejas.pt; provedor.scc@centralcervejas.pt; nuno.pinto.magalhaes@centralcervejas.pt; info@agualuso.pt; sal@agualuso.pt, Com Conhecimento (Cc) a campanhas@animal.org.pt.

Mensagem Sugerida

À Administração da Central de Cervejas:

Ex.mos Senhores,

Li a V. resposta, assinada pelo Senhor Nuno Pinto Magalhães, ao pedido para que terminassem a associação da marca SAGRES com as touradas, nomeadamente no Campo Pequeno, e a interpretação que faço das V. palavras é a mais objectiva e óbvia possível:

· A SAGRES / Central de Cervejas patrocina muitos eventos, entre os quais se contam eventos com touradas, e não tem – nem quer passar a ter – o cuidado de se certificar de que, de todos os eventos que patrocina, exclui destes aqueles que envolvem touradas. Essa é, muito claramente, uma opção que a SAGRES / Central de Cervejas tinha a fazer e que fez, para escolher continuar a manter-se envolvida como patrocinadora de eventos que podem incluir touradas, ao invés de se afastar disso, como oito grandes empresas o fizeram nos últimos dois meses (entre as quais a Super Bock / UNICER);

· A SAGRES / Central de Cervejas tem aceitado e continuará a aceitar que faixas publicitárias da marca sejam exibidas em plena praça de touros do Campo Pequeno, enquanto ali decorrem touradas, porque isso decorre “de uma contrapartida negocial, em termos publicitários, num local de consumo de bebidas, cuja venda é o nosso negócio [da SAGRES / Central de Cervejas]”, o que significa que, novamente, também neste aspecto particular, a SAGRES / Central de Cervejas escolhe manter a associação da sua marca às touradas ao invés de ter o cuidado de o não fazer, apesar destes serem eventos moralmente aberrantes, proibidos em quase todo o mundo e em vias de serem proibidos em Portugal, considerados por um tribunal como cruéis e susceptíveis de influírem negativamente na construção e desenvolvimento da personalidade de crianças e adolescentes, sendo que a SAGRES / Central de Cervejas decide tomar esta posição na mesma altura em que os defensores das touradas a apresentam como “a cerveja que não traiu os aficcionados”, enquanto eu e centenas de pessoas escreveram à V. empresa pedindo que tomasse a única posição eticamente correcta e comercialmente mais benéfica que poderia tomar, que seria afastar-se das touradas.

Felizmente, vivemos numa economia de mercado, livre, em que há muita concorrência e em que, enquanto umas empresas se colocam comercial e publicitária do lado errado, como a SAGRES / Central de Cervejas está a fazer, outras há, como a SUPER BOCK / UNICER, que se colocam do lado certo, do que se segue que todas as pessoas que se preocupam em estar do lado certo passarão, sem hesitações, a preferir todas as bebidas e produtos do grupo UNICER, ao mesmo tempo que passarão a rejeitar todas as bebidas e produtos do grupo Central de Cervejas, enquanto este não revir a sua posição nesta matéria. Felizmente, os consumidores têm aqui um poder que não se esgota nas decisões das empresas – mas que premeia ou castiga, sem dúvida alguma, as posições que estas decidem tomar.

Lamentando que a SAGRES / Central de Cervejas tenha decidido ficar do lado errado e deixando a certeza de que nem eu nem muitos daqueles com quem eu partilhar esta informação acompanharemos a V. empresa e os V. produtos neste erro,

Com os meus melhores cumprimentos,

Nome:
Cidade:
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Fonte
Em Defesa dos Direitos de Todos os Animais


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"Sagres, a cerveja que traiu os animais"

Sagres / Central de Cervejas está envolvida no patrocínio a eventos com touradas e associa constantemente a marca às touradas no Campo Pequeno Responsável da Administração da Sagres / Central de Cervejas afirma que tal faz parte do negócio

* Posição da Sagres / Central de Cervejas contrasta radicalmente com a posição positivamente tomada pela Super Bock / UNICER, que se afastou completamente das touradas, afirmou que respeita os direitos dos animais e adiantou que não quer mudar de posição

* BOICOTE a Sagres e todos os produtos da Central de Cervejas (Água do Luso, Água Cruzeiro, Schweppes, Joi, Spirit, Strongbow e cervejas Budweiser, Kilkenny, Guinness, Beamish, Grimbergen, John Smith´s e Foster´s) e DÊ PREFERÊNCIA à Super Bock e a todos os produtos da UNICER (águas Vitalis, Caramulo, 7 Fontes, Frisumo, Frutis, Snappy, cerveja Carlsberg e cafés Bogani e A Caféeira). Use o seu poder de consumidor/a para premiar as empresas que tomam boas decisões e para castigar as empresas que tomam más decisões.

Depois da Sagres ter sido apontada pelos defensores das touradas como “a cerveja que não traiu os aficcionados”, foi nestes termos que Nuno Pinto Magalhães, assessor da Administração da Central de Cervejas, que detém a Sagres, respondeu à mensagem que a ANIMAL enviou a esta empresa para que terminasse o seu envolvimento comercial e promocional com as touradas:

“ [...]

Nestes cerca 74 anos de história a nossa Empresa tem prestado ao País e aos Portugueses, nossos consumidores, apoios relevantes nomeadamente nas áreas culturais, sociais e desportivas.

O alinhamento de sponsorização, no sentido da promoção das nossas marcas, passa, entre outros, no Desporto pelo Futebol, Futsal e Rugby, na Cultura, por concertos musicais e outros eventos de expressão popular e no Social pelo apoio á comunidade mais carenciada envolvente á nossa Fábrica de Vialonga.

Em termos anuais estamos presentes em mais de 3000 eventos espalhados pelo Pais, onde se integram festas, feiras e romarias tão ao gosto das tradições e das raízes do nosso País, onde podem ocorrer e integrados nos programas desses eventos, entre outros, corridas de touros!

Outra situação e mais concretamente é a designada Praça do Campo Pequeno, que desde as obras ocorridas e a criação de espaço comercial adjacente, deixou de ser exclusivamente uma Praça de Touros, para se tornar maioritariamente um espaço para espectáculos. Daí e decorrente desta situação e de termos negociado um espaço para a Cervejaria Trindade, na altura por nós explorada, estamos presentes, como contrapartida negocial, em termos publicitários, num local de consumo de bebidas, cuja venda é o nosso negócio!

[...]”

Por favor, responda à Sagres / Central de Cervejas e diga a esta empresa que não só não voltará a consumir a Sagres, “a cerveja que traiu os animais”, ou quaisquer outros produtos da Central de Cervejas, como também aconselhará todas as pessoas que conhece a fazerem o mesmo, como meio de castigar esta empresa por aceitar e manter a sua presente associação comercial e promocional com a tortura de animais. Por favor, envie a mensagem abaixo sugerida – ou escreva a sua mensagem, se preferir – para: scc@centralcervejas.pt; servicocliente@centralcervejas.pt; ipereira@centralcervejas.pt; pportugal@centralcervejas.pt; slebre@centralcervejas.pt; ncalado@agualuso.pt; ncapela@centralcervejas.pt; provedor.scc@centralcervejas.pt; nuno.pinto.magalhaes@centralcervejas.pt; info@agualuso.pt; sal@agualuso.pt, Com Conhecimento (Cc) a campanhas@animal.org.pt.

Mensagem Sugerida

À Administração da Central de Cervejas:

Ex.mos Senhores,

Li a V. resposta, assinada pelo Senhor Nuno Pinto Magalhães, ao pedido para que terminassem a associação da marca SAGRES com as touradas, nomeadamente no Campo Pequeno, e a interpretação que faço das V. palavras é a mais objectiva e óbvia possível:

· A SAGRES / Central de Cervejas patrocina muitos eventos, entre os quais se contam eventos com touradas, e não tem – nem quer passar a ter – o cuidado de se certificar de que, de todos os eventos que patrocina, exclui destes aqueles que envolvem touradas. Essa é, muito claramente, uma opção que a SAGRES / Central de Cervejas tinha a fazer e que fez, para escolher continuar a manter-se envolvida como patrocinadora de eventos que podem incluir touradas, ao invés de se afastar disso, como oito grandes empresas o fizeram nos últimos dois meses (entre as quais a Super Bock / UNICER);

· A SAGRES / Central de Cervejas tem aceitado e continuará a aceitar que faixas publicitárias da marca sejam exibidas em plena praça de touros do Campo Pequeno, enquanto ali decorrem touradas, porque isso decorre “de uma contrapartida negocial, em termos publicitários, num local de consumo de bebidas, cuja venda é o nosso negócio [da SAGRES / Central de Cervejas]”, o que significa que, novamente, também neste aspecto particular, a SAGRES / Central de Cervejas escolhe manter a associação da sua marca às touradas ao invés de ter o cuidado de o não fazer, apesar destes serem eventos moralmente aberrantes, proibidos em quase todo o mundo e em vias de serem proibidos em Portugal, considerados por um tribunal como cruéis e susceptíveis de influírem negativamente na construção e desenvolvimento da personalidade de crianças e adolescentes, sendo que a SAGRES / Central de Cervejas decide tomar esta posição na mesma altura em que os defensores das touradas a apresentam como “a cerveja que não traiu os aficcionados”, enquanto eu e centenas de pessoas escreveram à V. empresa pedindo que tomasse a única posição eticamente correcta e comercialmente mais benéfica que poderia tomar, que seria afastar-se das touradas.

Felizmente, vivemos numa economia de mercado, livre, em que há muita concorrência e em que, enquanto umas empresas se colocam comercial e publicitária do lado errado, como a SAGRES / Central de Cervejas está a fazer, outras há, como a SUPER BOCK / UNICER, que se colocam do lado certo, do que se segue que todas as pessoas que se preocupam em estar do lado certo passarão, sem hesitações, a preferir todas as bebidas e produtos do grupo UNICER, ao mesmo tempo que passarão a rejeitar todas as bebidas e produtos do grupo Central de Cervejas, enquanto este não revir a sua posição nesta matéria. Felizmente, os consumidores têm aqui um poder que não se esgota nas decisões das empresas – mas que premeia ou castiga, sem dúvida alguma, as posições que estas decidem tomar.

Lamentando que a SAGRES / Central de Cervejas tenha decidido ficar do lado errado e deixando a certeza de que nem eu nem muitos daqueles com quem eu partilhar esta informação acompanharemos a V. empresa e os V. produtos neste erro,

Com os meus melhores cumprimentos,

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Em Defesa dos Direitos de Todos os Animais


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Domingo, 20 de Fevereiro de 2011
Uma Vida Interligada
Uma Vida Interligada: A questão não é se você consegue ou não fazer a diferença. Você está a fazer a diferença. Mas que diferença quer fazer? Cada uma das nossas escolhas do passado construiram o mundo em que vivemos agora. E cada uma das escolhas que estamos a fazer agora irão reflectir-se no mundo em que viveremos amanhã. Construiremos um mundo que reflicta os nossos valores apenas quando as nossas escolhas diárias estiverem alinhadas com esses valores.



VEGAN, A LIFE CONNECTED: For the Animals, For the Planet, For the People (Vegetarianism) - Translation and organization by: DocsPT + InfoNature.Org + A.V.P


VEGANISMO, UMA VIDA INTERLIGADA: Pelos Animais, Pelo Planeta, Pelas Pessoas (Vegetarianismo) - Tradução e organização por: DocsPT + InfoNature.Org + A.V.P.


 A Life Connected: The question isn't whether or not you can make a difference. You are making a difference. But what kind of difference are you making? What kind of difference do you want to make? Each of our choices in the past built the world we live in today. And each of our choices from this moment forward will build the world we live in tomorrow. We will build a world reflective of our values when our everyday choices are aligned with those values. Every Dollar Is A Vote: Every dollar you spend or choose not to spend is a vote. 
You voted yesterday. You'll vote today -- maybe hundreds of times. Will you vote for human rights, a clean environment and compassion for animals? If your words which plead for humanity are drowned out by the clamor of your coins, you're saying to unthinking businesses, "Yes, keep doing what you're doing... and do it in my name!" But if you make purchases, investments and life choices based on your values, you help build a better world reflective of those values. 
How to Live A Life Connected: We believe people are born with values that connect them to humanity and the rest of the world in which they live -- values of justice, kindness and compassion. 


Our task is to help each other reconnect. To live A Life Connected… 
1. Become re-aware of your values. 
2. Become aware of how your choices impact other people, the planet and animals. 
3. Align your choices to your values. http://alifeconnected.com


publicado por Maluvfx às 08:27
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Uma Vida Interligada
Uma Vida Interligada: A questão não é se você consegue ou não fazer a diferença. Você está a fazer a diferença. Mas que diferença quer fazer? Cada uma das nossas escolhas do passado construiram o mundo em que vivemos agora. E cada uma das escolhas que estamos a fazer agora irão reflectir-se no mundo em que viveremos amanhã. Construiremos um mundo que reflicta os nossos valores apenas quando as nossas escolhas diárias estiverem alinhadas com esses valores.



VEGAN, A LIFE CONNECTED: For the Animals, For the Planet, For the People (Vegetarianism) - Translation and organization by: DocsPT + InfoNature.Org + A.V.P


VEGANISMO, UMA VIDA INTERLIGADA: Pelos Animais, Pelo Planeta, Pelas Pessoas (Vegetarianismo) - Tradução e organização por: DocsPT + InfoNature.Org + A.V.P.


 A Life Connected: The question isn't whether or not you can make a difference. You are making a difference. But what kind of difference are you making? What kind of difference do you want to make? Each of our choices in the past built the world we live in today. And each of our choices from this moment forward will build the world we live in tomorrow. We will build a world reflective of our values when our everyday choices are aligned with those values. Every Dollar Is A Vote: Every dollar you spend or choose not to spend is a vote. 
You voted yesterday. You'll vote today -- maybe hundreds of times. Will you vote for human rights, a clean environment and compassion for animals? If your words which plead for humanity are drowned out by the clamor of your coins, you're saying to unthinking businesses, "Yes, keep doing what you're doing... and do it in my name!" But if you make purchases, investments and life choices based on your values, you help build a better world reflective of those values. 
How to Live A Life Connected: We believe people are born with values that connect them to humanity and the rest of the world in which they live -- values of justice, kindness and compassion. 


Our task is to help each other reconnect. To live A Life Connected… 
1. Become re-aware of your values. 
2. Become aware of how your choices impact other people, the planet and animals. 
3. Align your choices to your values. http://alifeconnected.com


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A TOURADA, RAZÃO DA EXISTÊNCIA DO TOURO BRAVO?
Um dos argumentos frequentemente mencionados em debates sobre touradas é o da importância em manter a espécie do touro bravo. Os proprietários das ganadarias mantêm os touros nos seus terrenos, não porque tenham uma grande consciência ecológica e ambiental, mas porque daí retiram dinheiro. Muito dinheiro. No dia em que os touros deixarem de ser vendidos a 2000 euros cada (sem contar com chorudos subsídios europeus), cerca de 2600 animais por ano (DN, 2007), os proprietários das ganadarias rapidamente se esquecerão de qualquer importância ecológica ou da biodiversidade do touro bravo. É esta a principal, senão a única, verdadeira razão para a continuação das touradas no nosso país - um forte interesse económico de um pequeno grupo de pessoas. É claro que, para desculpar o indesculpável, atiram para os olhos o argumento de se querer proteger uma espécie. Mas nem o touro bravo é uma espécie, porque é sim uma raça ou subespécie, nem a extinção desta raça é irremediável e obrigatória quando as touradas acabarem. A extinção desta raça não é irremediável nem obrigatória porque nada impede a criação parques naturais, santuários ou outras soluções viáveis para a conservação destes animais. O que não pode nunca acontecer é justificarmos a crueldade para com uma animal para o poder "conservar". Cabe na cabeça de alguém que a conservação do panda passe por lhe espetar bandarilhas no dorso? Que o repovoamento do lince ibérico na Península Ibérica passe por lhe cortar as orelhas e rabo? A conservação de espécies / raças, não é argumento para continuar as touradas. É um papel que tem de ser assumido pelos portugueses e pelo Estado e não por empresas que da exploração desses animais retiram avultados lucros. Existe outro argumento frequente, que é o da conservação dos ecossistemas, mas este é ainda mais frágil. É que estamos a falar de um animal totalmente domesticado, que só existe por selecção artificial de características de interesse, que no caso do touro bravo é essencialmente a bravura. Ou seja, o touro bravo não existe no campo por estar em total equilíbrio e conjugação com a Natureza. Está lá porque os ganadeiros assim o fizeram e ali o colocaram. Isto significa que um touro bravo é, no mínimo, um elemento supérfluo na manutenção dos montados portugueses. Voltamos então ao único argumento de peso para a manutenção das touradas. Os interesses económicos. Interesses esses que vivem de um espectáculo que promove a ideia de que existe justiça e igualdade em colocar um animal num local estranho e com regras definidas pelos humanos; que coloca animais numa luta que estes não desejam mas são forçados a entrar; que vive da diabolização da imagem de um herbívoro territorial e faz disso um espectáculo de entretenimento.

É vital rejeitarmos esta visão subversiva da realidade. É preciso dizer que a tourada não é uma fatalidade e que podemos acabar com uma das formas mais indignas e desumanas de tratamento dos animais da actualidade. O caso muito recente de Viana do Castelo dá-nos força e entusiasmo. É vital agora a maioria silenciosa que se opõe às touradas mostrar o seu descontentamento, de forma pró-activa e com um único compromisso: o respeito pelos animais e pela Natureza.

Hugo Evangelista – Biólogo


publicado por Maluvfx às 08:24
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A TOURADA, RAZÃO DA EXISTÊNCIA DO TOURO BRAVO?
Um dos argumentos frequentemente mencionados em debates sobre touradas é o da importância em manter a espécie do touro bravo. Os proprietários das ganadarias mantêm os touros nos seus terrenos, não porque tenham uma grande consciência ecológica e ambiental, mas porque daí retiram dinheiro. Muito dinheiro. No dia em que os touros deixarem de ser vendidos a 2000 euros cada (sem contar com chorudos subsídios europeus), cerca de 2600 animais por ano (DN, 2007), os proprietários das ganadarias rapidamente se esquecerão de qualquer importância ecológica ou da biodiversidade do touro bravo. É esta a principal, senão a única, verdadeira razão para a continuação das touradas no nosso país - um forte interesse económico de um pequeno grupo de pessoas. É claro que, para desculpar o indesculpável, atiram para os olhos o argumento de se querer proteger uma espécie. Mas nem o touro bravo é uma espécie, porque é sim uma raça ou subespécie, nem a extinção desta raça é irremediável e obrigatória quando as touradas acabarem. A extinção desta raça não é irremediável nem obrigatória porque nada impede a criação parques naturais, santuários ou outras soluções viáveis para a conservação destes animais. O que não pode nunca acontecer é justificarmos a crueldade para com uma animal para o poder "conservar". Cabe na cabeça de alguém que a conservação do panda passe por lhe espetar bandarilhas no dorso? Que o repovoamento do lince ibérico na Península Ibérica passe por lhe cortar as orelhas e rabo? A conservação de espécies / raças, não é argumento para continuar as touradas. É um papel que tem de ser assumido pelos portugueses e pelo Estado e não por empresas que da exploração desses animais retiram avultados lucros. Existe outro argumento frequente, que é o da conservação dos ecossistemas, mas este é ainda mais frágil. É que estamos a falar de um animal totalmente domesticado, que só existe por selecção artificial de características de interesse, que no caso do touro bravo é essencialmente a bravura. Ou seja, o touro bravo não existe no campo por estar em total equilíbrio e conjugação com a Natureza. Está lá porque os ganadeiros assim o fizeram e ali o colocaram. Isto significa que um touro bravo é, no mínimo, um elemento supérfluo na manutenção dos montados portugueses. Voltamos então ao único argumento de peso para a manutenção das touradas. Os interesses económicos. Interesses esses que vivem de um espectáculo que promove a ideia de que existe justiça e igualdade em colocar um animal num local estranho e com regras definidas pelos humanos; que coloca animais numa luta que estes não desejam mas são forçados a entrar; que vive da diabolização da imagem de um herbívoro territorial e faz disso um espectáculo de entretenimento.

É vital rejeitarmos esta visão subversiva da realidade. É preciso dizer que a tourada não é uma fatalidade e que podemos acabar com uma das formas mais indignas e desumanas de tratamento dos animais da actualidade. O caso muito recente de Viana do Castelo dá-nos força e entusiasmo. É vital agora a maioria silenciosa que se opõe às touradas mostrar o seu descontentamento, de forma pró-activa e com um único compromisso: o respeito pelos animais e pela Natureza.

Hugo Evangelista – Biólogo


publicado por Maluvfx às 08:24
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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011
O desafio de dispensar a carne e se entregar ao vegetarianismo
Para aderir, o segredo está na disciplina e na busca dos nutrientes necessários.

Novo Hamburgo - Seja por motivos religiosos, pela busca de uma vida mais saudável ou pela preservação da fauna, muita gente tem deixado de se alimentar com produtos de origem animal – leia-se carne vermelha, de aves, peixes e seus derivados. Os vegetarianos se abstém apenas do consumo de carnes enquanto que os veganos são conhecidos por excluírem de sua rotina também os laticínios, ovos, mel, gelatinas e artigos feitos em couro.

Há casos como o do consultor Luiz Jacintho, que segue a dieta vegetariana há 50 anos, numa experiência que, segundo ele, tem dado certo. Mas para repetir esse exemplo bem sucedido é preciso tomar alguns cuidados. A nutricionista Mônica Schneider alerta sobre a necessidade de uma alimentação equilibrada. "O ser humano precisa de proteínas, carboidratos e gorduras na devida proporção à sua faixa etária", explica. Conforme Mônica, um adulto saudável que deseja adotar o vegetarianismo deve ser orientado sobre as substituições necessárias para suprir a ausência dos nutrientes contidos nos alimentos de origem animal.

NUTRIENTES
A nutricionista Ana Harb salienta que adeptos do vegetarianismo podem, de fato, conquistar benefícios para a saúde. "Eles têm menor nível de colesterol, menores taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares, menor índice de obesidade, menor incidência de alcoolismo, constipação, câncer de pulmão e diabetes", afirma. E ela acrescenta que uma dieta bem planejada pode suprir a maioria dos minerais, vitaminas, carboidratos, lipídios e proteínas exigidos pelo organismo.

Porém, Ana também observa que é preciso tomar cuidado, pois os vegetarianos não abdicam apenas de comer carne. Eles também abrem mão de nutrientes importantes e, por este motivo, devem estar atentos à quantidade de proteínas e calorias ingeridas diariamente, evitando problemas como desnutrição e anemia. "Quando a dieta não é balanceada e a alimentação é muito restrita, pode ocorrer o surgimento de deficiências nutricionais", explica.
Antes das mudanças alimentares é preciso buscar orientação. A dieta vegetariana não é recomendada, por exemplo, para crianças e adolescentes, porque nessa idade a fisiologia encontra-se em desenvolvimento. "Se houver a real necessidade desta conduta alimentar, é interessante que a família seja acompanhada por um profissional competente, que irá indicar as devidas substituições e irá monitorar os níveis sanguíneos e a quantidade de ácido fólico e vitamina B12", conclui Mônica.

Cinco décadas

Há 55 anos, o consultor Luiz Jacintho (foto) pegou emprestado do amigo, o artista plástico Ernesto Frederico Scheffel, um livro sobre alimentação naturalista. Os argumentos do autor, um médico italiano, fizeram com que Jacintho refletisse sobre seus hábitos alimentares. "O doutor comparava carnívoros e herbívoros. Os carnívoros têm presas para rasgar a carne e começar a digestão, os herbívoros não", explica.

Conforme Scheffel, as leituras influenciaram Luiz Jacintho. "Eu entro como ponte, porque emprestei o livro ao Luiz. Como, na época, eu almoçava na casa do estudante do Rio de Janeiro, não tinha como seguir a dieta. Devo dizer que nós todos deveríamos ser preparados nesse campo", argumenta Scheffel que, mesmo não seguindo a dieta vegetariana, valoriza uma alimentação saudável.

Depois de ler a obra, Jacintho ficou predisposto a se tornar um vegetariano. "Todos me diziam que o médico italiano e eu estávamos loucos. Falavam que não era possível e que ninguém poderia viver sem carne", lembra. Mas foi nesse momento que Luiz Jacintho conheceu um vegetariano de Novo Hamburgo. "Conversei com esse senhor, que era funcionário dos Correios, e ele me disse que não ingeria carnes há anos", comenta.

Mas foi em um restaurante que o consultor decidiu abandonar de vez a carne. "Pedi um bife a pé. Quando trouxeram o prato, cortei a carne, olhei, coloquei de lado e disse para a minha esposa: a partir de agora, vou até o fim com a experiência", conta.

A decisão completará 50 anos na terça-feira, 15. Neste dia, Jacintho pretende reunir 50 amigos para homenageá-los e comemorar a data. Aos 83 anos de idade, o consultor afirma que a saúde está em dia. "Acredito que só tenha ganhado com essa decisão", diz.

Luiz Jacintho excluiu das refeições somente carnes. A alimentação balanceada faz parte da rotina de Jacintho. No café da manhã, ele ingere iogurtes, frutas e fibras. "Não como nada que voa, nada que nada e nada que anda", finaliza.

O segredo

O segredo dos vegetarianos está em alcançar a quantidade de nutrientes que o corpo exige, sem a ingestão de carnes, através de combinações de inúmeras fontes. Por isso, após a adoção da dieta, o ideal é fazer a compensação dos alimentos que foram excluídos das refeições. Essa substituição deve contemplar o equilíbrio do plano alimentar. Leguminosas, cereais, frutas, legumes e laticínios ajudam neste reparo.

"Caso a dieta não inclua leite e seus derivados, o ideal é ingerir vários tipos de legumes verdes, como brócolis, couves, espinafre, de modo a incluir alimentos que são fontes de cálcio e ferro na alimentação diária", explica a nutricionista Ana Harb.

Enquanto a dieta ovolactovegetariana, que permite a ingestão de ovos e derivados do leite, pode ser adotada sem risco significativo, uma dieta vegetariana radical apresenta ameaças de deficiência nutricional. "Torna-se essencial uma monitorização rigorosa e a correção de qualquer insuficiência, sempre com o acompanhamento de um especialista", conclui Ana.


publicado por Maluvfx às 03:55
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O desafio de dispensar a carne e se entregar ao vegetarianismo
Para aderir, o segredo está na disciplina e na busca dos nutrientes necessários.

Novo Hamburgo - Seja por motivos religiosos, pela busca de uma vida mais saudável ou pela preservação da fauna, muita gente tem deixado de se alimentar com produtos de origem animal – leia-se carne vermelha, de aves, peixes e seus derivados. Os vegetarianos se abstém apenas do consumo de carnes enquanto que os veganos são conhecidos por excluírem de sua rotina também os laticínios, ovos, mel, gelatinas e artigos feitos em couro.

Há casos como o do consultor Luiz Jacintho, que segue a dieta vegetariana há 50 anos, numa experiência que, segundo ele, tem dado certo. Mas para repetir esse exemplo bem sucedido é preciso tomar alguns cuidados. A nutricionista Mônica Schneider alerta sobre a necessidade de uma alimentação equilibrada. "O ser humano precisa de proteínas, carboidratos e gorduras na devida proporção à sua faixa etária", explica. Conforme Mônica, um adulto saudável que deseja adotar o vegetarianismo deve ser orientado sobre as substituições necessárias para suprir a ausência dos nutrientes contidos nos alimentos de origem animal.

NUTRIENTES
A nutricionista Ana Harb salienta que adeptos do vegetarianismo podem, de fato, conquistar benefícios para a saúde. "Eles têm menor nível de colesterol, menores taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares, menor índice de obesidade, menor incidência de alcoolismo, constipação, câncer de pulmão e diabetes", afirma. E ela acrescenta que uma dieta bem planejada pode suprir a maioria dos minerais, vitaminas, carboidratos, lipídios e proteínas exigidos pelo organismo.

Porém, Ana também observa que é preciso tomar cuidado, pois os vegetarianos não abdicam apenas de comer carne. Eles também abrem mão de nutrientes importantes e, por este motivo, devem estar atentos à quantidade de proteínas e calorias ingeridas diariamente, evitando problemas como desnutrição e anemia. "Quando a dieta não é balanceada e a alimentação é muito restrita, pode ocorrer o surgimento de deficiências nutricionais", explica.
Antes das mudanças alimentares é preciso buscar orientação. A dieta vegetariana não é recomendada, por exemplo, para crianças e adolescentes, porque nessa idade a fisiologia encontra-se em desenvolvimento. "Se houver a real necessidade desta conduta alimentar, é interessante que a família seja acompanhada por um profissional competente, que irá indicar as devidas substituições e irá monitorar os níveis sanguíneos e a quantidade de ácido fólico e vitamina B12", conclui Mônica.

Cinco décadas

Há 55 anos, o consultor Luiz Jacintho (foto) pegou emprestado do amigo, o artista plástico Ernesto Frederico Scheffel, um livro sobre alimentação naturalista. Os argumentos do autor, um médico italiano, fizeram com que Jacintho refletisse sobre seus hábitos alimentares. "O doutor comparava carnívoros e herbívoros. Os carnívoros têm presas para rasgar a carne e começar a digestão, os herbívoros não", explica.

Conforme Scheffel, as leituras influenciaram Luiz Jacintho. "Eu entro como ponte, porque emprestei o livro ao Luiz. Como, na época, eu almoçava na casa do estudante do Rio de Janeiro, não tinha como seguir a dieta. Devo dizer que nós todos deveríamos ser preparados nesse campo", argumenta Scheffel que, mesmo não seguindo a dieta vegetariana, valoriza uma alimentação saudável.

Depois de ler a obra, Jacintho ficou predisposto a se tornar um vegetariano. "Todos me diziam que o médico italiano e eu estávamos loucos. Falavam que não era possível e que ninguém poderia viver sem carne", lembra. Mas foi nesse momento que Luiz Jacintho conheceu um vegetariano de Novo Hamburgo. "Conversei com esse senhor, que era funcionário dos Correios, e ele me disse que não ingeria carnes há anos", comenta.

Mas foi em um restaurante que o consultor decidiu abandonar de vez a carne. "Pedi um bife a pé. Quando trouxeram o prato, cortei a carne, olhei, coloquei de lado e disse para a minha esposa: a partir de agora, vou até o fim com a experiência", conta.

A decisão completará 50 anos na terça-feira, 15. Neste dia, Jacintho pretende reunir 50 amigos para homenageá-los e comemorar a data. Aos 83 anos de idade, o consultor afirma que a saúde está em dia. "Acredito que só tenha ganhado com essa decisão", diz.

Luiz Jacintho excluiu das refeições somente carnes. A alimentação balanceada faz parte da rotina de Jacintho. No café da manhã, ele ingere iogurtes, frutas e fibras. "Não como nada que voa, nada que nada e nada que anda", finaliza.

O segredo

O segredo dos vegetarianos está em alcançar a quantidade de nutrientes que o corpo exige, sem a ingestão de carnes, através de combinações de inúmeras fontes. Por isso, após a adoção da dieta, o ideal é fazer a compensação dos alimentos que foram excluídos das refeições. Essa substituição deve contemplar o equilíbrio do plano alimentar. Leguminosas, cereais, frutas, legumes e laticínios ajudam neste reparo.

"Caso a dieta não inclua leite e seus derivados, o ideal é ingerir vários tipos de legumes verdes, como brócolis, couves, espinafre, de modo a incluir alimentos que são fontes de cálcio e ferro na alimentação diária", explica a nutricionista Ana Harb.

Enquanto a dieta ovolactovegetariana, que permite a ingestão de ovos e derivados do leite, pode ser adotada sem risco significativo, uma dieta vegetariana radical apresenta ameaças de deficiência nutricional. "Torna-se essencial uma monitorização rigorosa e a correção de qualquer insuficiência, sempre com o acompanhamento de um especialista", conclui Ana.


publicado por Maluvfx às 03:55
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Sábado, 12 de Fevereiro de 2011
Tourada é tortura, não é arte nem cultura.
Tourada é tortura, não é arte nem cultura.''A abolição das corridas de touros na Catalunha foi aprovada pelo Parlamento da Catalunha, em 28 de julho de 2010 a partir de uma iniciativa legislativa popular originária da Catalunha (Espanha) pela Plataforma Prou. Para obter a proibição de touradas na Catalunha. A votação foi 68 votos a favor, 55 contra e 9 abstenções. A comunidade autônoma da Catalunha, assim, se torna a segunda região da Espanha com proibição de corridas de touros após as Ilhas Canárias em 1991.

A adoção da ILP revoga a exceção do parágrafo segundo do artigo 6.º da Lei de Proteção Animal.’’
Fonte: Wikipedia.
Touradas é um absurdo!Vários animais morrem por causa dessa palhaçada do ser humano.
Pergunto-me como um ser humano pode ser tão cruel com os animais. Não é só o touro,mas diversos animais como:Cachorro,gato,vaca,pássaros,onças,etc...
Esses “sem alma”,(é como eu me refiro há esse tipo de ser humano)deve achar que o animal não deve sentir nenhum tipo dor,ou sofrimento.Mas pelo ao contrario eles sentem dor igual a gente,e por muita das vezes são bem mais sensíveis.
A questão é que estamos caminhando no caminho certo!Temos que parar de ir assistir esses ‘’espetáculos’’.E respeitar os animais.

Este vídeo faz uma demonstração de crueldade praticada em animais através das touradas, um "espetáculo" degradante e sangrento...

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publicado por Maluvfx às 05:51
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Tourada é tortura, não é arte nem cultura.
Tourada é tortura, não é arte nem cultura.''A abolição das corridas de touros na Catalunha foi aprovada pelo Parlamento da Catalunha, em 28 de julho de 2010 a partir de uma iniciativa legislativa popular originária da Catalunha (Espanha) pela Plataforma Prou. Para obter a proibição de touradas na Catalunha. A votação foi 68 votos a favor, 55 contra e 9 abstenções. A comunidade autônoma da Catalunha, assim, se torna a segunda região da Espanha com proibição de corridas de touros após as Ilhas Canárias em 1991.

A adoção da ILP revoga a exceção do parágrafo segundo do artigo 6.º da Lei de Proteção Animal.’’
Fonte: Wikipedia.
Touradas é um absurdo!Vários animais morrem por causa dessa palhaçada do ser humano.
Pergunto-me como um ser humano pode ser tão cruel com os animais. Não é só o touro,mas diversos animais como:Cachorro,gato,vaca,pássaros,onças,etc...
Esses “sem alma”,(é como eu me refiro há esse tipo de ser humano)deve achar que o animal não deve sentir nenhum tipo dor,ou sofrimento.Mas pelo ao contrario eles sentem dor igual a gente,e por muita das vezes são bem mais sensíveis.
A questão é que estamos caminhando no caminho certo!Temos que parar de ir assistir esses ‘’espetáculos’’.E respeitar os animais.

Este vídeo faz uma demonstração de crueldade praticada em animais através das touradas, um "espetáculo" degradante e sangrento...

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