Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quinta-feira, 2 de Junho de 2011
Não Matarás
Não Matarás é um documentário brasileiro produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre experimentação em animais e suas consequências para os próprios animais, para o homem, para a educação e para o mercado.


publicado por Maluvfx às 06:16
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Não Matarás
Não Matarás é um documentário brasileiro produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre experimentação em animais e suas consequências para os próprios animais, para o homem, para a educação e para o mercado.


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A carne é fraca!
A Carne É Fraca é um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre os impactos que o ato de comer carne representa para a saúde humana, para os animais e para o meio-ambiente.

Conta com a participação dos seguintes entrevistados, entre outros:
Éder Jofre, ex-pugilista brasileiro;
Dagomir Marquezi, jornalista brasileiro;
Washington Novaes, jornalista brasileiro.




Vídeo "A Carne é Fraca" mostra realidade de abatedouros


“A Carne é Fraca”, melhor documentário já realizado no Brasil sobre o consumo da carne e suas conseqüências, é essencial para aqueles que buscam informações e uma arma para nós, defensores dos animais."

O Instituto Nina Rosa - Projetos por Amor à Vida - lançou no dia 12 de novembro, durante o 36º Congresso Vegetariano Mundial - que aconteceu entre os dias 8 e 14 deste mês, no Costão do Santinho, em Florianópolis (SC) - o documentário “A Carne é Fraca".
Feito em quatro idiomas - português, francês, inglês e espanhol - o vídeo, que será distribuído para 400 organizações em todo o mundo, conta toda a "trajetória de um bife", desde o nascimento de bezerros e frangos até o abatedouro. “Muitas pessoas contribuem com a indústria da crueldade, que implica em danos sérios à saúde humana e ao meio ambiente, sem ter conhecimento disso. Nossa intenção é informar para que o cidadão possa fazer escolhas conscientes", explica Nina Jacob, presidente do Instituto.
Ao longo de 54 minutos, sob a direção de Denise Gonçalves, o documentário mostra aspectos da indústria da carne de aves e gado que normalmente não são divulgados. Além disso, também conta com depoimentos de técnicos ambientais, médicos, pediatras, de jornalistas como Washington Novaes, Dagomir Marquezi e Flávia Lippi; da socióloga Marly Winckler, presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira e da veterinária Rita de Cássia Garcia.
Um dos destaques do trabalho é o impacto ambiental. Segundo este documentário, a região amazônica tem sido seriamente prejudicada pela pecuária, que ocupa uma extensão de terra, cada vez maior acarretando desmatamento e poluição de recursos hídricos.
Foram oito meses de pesquisa e filmagens em abatedouros considerados "modelos" nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Quem assistir ao vídeo verá que os animais são criados em pequenos espaços para que não gastem energia e, assim, apressar a engorda do boi, antecipando o abate. E também vai conhecer o processo de produção do “baby beef", em que os bezerros são separados das mães logo ao nascer.
Na análise de Nina Jacob, este trabalho será um divisor de águas para o consumidor brasileiro. "As pessoas ainda acreditam que o gado, por exemplo, é criado livre nos pastos, sem causar danos ambientais. Este trabalho é um direito do consumidor", finaliza.


publicado por Maluvfx às 06:12
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A carne é fraca!
A Carne É Fraca é um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre os impactos que o ato de comer carne representa para a saúde humana, para os animais e para o meio-ambiente.

Conta com a participação dos seguintes entrevistados, entre outros:
Éder Jofre, ex-pugilista brasileiro;
Dagomir Marquezi, jornalista brasileiro;
Washington Novaes, jornalista brasileiro.




Vídeo "A Carne é Fraca" mostra realidade de abatedouros


“A Carne é Fraca”, melhor documentário já realizado no Brasil sobre o consumo da carne e suas conseqüências, é essencial para aqueles que buscam informações e uma arma para nós, defensores dos animais."

O Instituto Nina Rosa - Projetos por Amor à Vida - lançou no dia 12 de novembro, durante o 36º Congresso Vegetariano Mundial - que aconteceu entre os dias 8 e 14 deste mês, no Costão do Santinho, em Florianópolis (SC) - o documentário “A Carne é Fraca".
Feito em quatro idiomas - português, francês, inglês e espanhol - o vídeo, que será distribuído para 400 organizações em todo o mundo, conta toda a "trajetória de um bife", desde o nascimento de bezerros e frangos até o abatedouro. “Muitas pessoas contribuem com a indústria da crueldade, que implica em danos sérios à saúde humana e ao meio ambiente, sem ter conhecimento disso. Nossa intenção é informar para que o cidadão possa fazer escolhas conscientes", explica Nina Jacob, presidente do Instituto.
Ao longo de 54 minutos, sob a direção de Denise Gonçalves, o documentário mostra aspectos da indústria da carne de aves e gado que normalmente não são divulgados. Além disso, também conta com depoimentos de técnicos ambientais, médicos, pediatras, de jornalistas como Washington Novaes, Dagomir Marquezi e Flávia Lippi; da socióloga Marly Winckler, presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira e da veterinária Rita de Cássia Garcia.
Um dos destaques do trabalho é o impacto ambiental. Segundo este documentário, a região amazônica tem sido seriamente prejudicada pela pecuária, que ocupa uma extensão de terra, cada vez maior acarretando desmatamento e poluição de recursos hídricos.
Foram oito meses de pesquisa e filmagens em abatedouros considerados "modelos" nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Quem assistir ao vídeo verá que os animais são criados em pequenos espaços para que não gastem energia e, assim, apressar a engorda do boi, antecipando o abate. E também vai conhecer o processo de produção do “baby beef", em que os bezerros são separados das mães logo ao nascer.
Na análise de Nina Jacob, este trabalho será um divisor de águas para o consumidor brasileiro. "As pessoas ainda acreditam que o gado, por exemplo, é criado livre nos pastos, sem causar danos ambientais. Este trabalho é um direito do consumidor", finaliza.


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Animação Vegana do Instituto Nina Rosa
Animação Vegana do Instituto Nina Rosa 





Vegana, um filme do Instituto Nina Rosa



Sinopse: Luka é uma adolescente de 16 anos que aprendeu com sua tia Vera o valor e o respeito por cada ser vivo. Ela movimenta a família e a escola com suas restrições à exploração animal. Ela conseguirá fazer com que até seu pai, um homem resistente a novas idéias e às mudanças de hábitos, repense alguns valores e práticas. Abaixo, o filme completo.
Vegana, episódio Inspiração
Vegana, episódio Manifestação
Vegana, episódio Escola
Vegana, episódio Ninhada
Vegana, episódio Habitantes das Águas
Vegana, episódio Almoço Vegano
Vegana, episódio Circo
Vegana, episódio Compras
Vegana, episódio Abate Humanitário
Vegana, episódio Denúncia
Vegana, episódio Tradições
Vegana, episódio Despertar
Ficha Técnica:
Gênero: Animação
Duração: 55 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Classificação indicativa: 12 anos
Argumento e Roteiro: Instituto Nina Rosa
Produção Executiva e Realização: Instituto Nina Rosa
Direção: Airon Barreto
Estúdio: Cosmic Cartoons
Produção: Deise Ueda
Música: Fernando Feresin e Caio Petrônio
Dublagem: Mauro Castro (Reinaldo – pai da Luka), Selma Egrei (Ana – Mãe da Luka), Priscila Tessuto (Luka), Gabriela Veiga (Bia) e Fernando Fanitelli (Veterinário)
Fonte: Vista-se


publicado por Maluvfx às 04:36
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Animação Vegana do Instituto Nina Rosa
Animação Vegana do Instituto Nina Rosa 





Vegana, um filme do Instituto Nina Rosa



Sinopse: Luka é uma adolescente de 16 anos que aprendeu com sua tia Vera o valor e o respeito por cada ser vivo. Ela movimenta a família e a escola com suas restrições à exploração animal. Ela conseguirá fazer com que até seu pai, um homem resistente a novas idéias e às mudanças de hábitos, repense alguns valores e práticas. Abaixo, o filme completo.
Vegana, episódio Inspiração
Vegana, episódio Manifestação
Vegana, episódio Escola
Vegana, episódio Ninhada
Vegana, episódio Habitantes das Águas
Vegana, episódio Almoço Vegano
Vegana, episódio Circo
Vegana, episódio Compras
Vegana, episódio Abate Humanitário
Vegana, episódio Denúncia
Vegana, episódio Tradições
Vegana, episódio Despertar
Ficha Técnica:
Gênero: Animação
Duração: 55 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Classificação indicativa: 12 anos
Argumento e Roteiro: Instituto Nina Rosa
Produção Executiva e Realização: Instituto Nina Rosa
Direção: Airon Barreto
Estúdio: Cosmic Cartoons
Produção: Deise Ueda
Música: Fernando Feresin e Caio Petrônio
Dublagem: Mauro Castro (Reinaldo – pai da Luka), Selma Egrei (Ana – Mãe da Luka), Priscila Tessuto (Luka), Gabriela Veiga (Bia) e Fernando Fanitelli (Veterinário)
Fonte: Vista-se


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Quinta-feira, 21 de Abril de 2011
Direitos morais dos animais – a tese de Vitor Guerreiro
A tese que o leitor e amigo Vitor Guerreiro defendeu nos comentários está tão bem argumentada, que acho que vale a pena partilhá-la num post. Aqui vai:
Gastamos mais recursos vegetais para produzir um quilo de carne do que se consumíssemos directamente esses recursos vegetais. E a produção de muitos recursos vegetais que se gastam na produção de carne implicam devastação florestal e outras consequências. Por isso é falacioso pensar que deixar de comer carne ia provocar uma escassez de alimentos. Na verdade é o contrário. A produção industrial de carne é um processo lucrativo mas ecologicamente dispendioso, onde gastamos mais recursos para produzir um produto muito menor.
Ou bem que os animais têm importância moral ou não têm. Se têm, é ridículo dizer que não faz mal matar mas que já é muito mau matar cruelmente. É como ter dois donos de escravos a discutir, porque um deles gosta de violar as escravas e o outro fica escandalizado com isso. Vejamos: o pudor do outro em violar as escravas é indício de que ele pensa que elas são pessoas e que são moralmente importantes porque capazes de sofrer. Mas então este argumento impede-o, de todo em todo, de ter escravos. Assim, o dono de escravos humanista é um hipócrita de pior calibre do que o dono de escravos cruel, que é um nojo de ser humano mas é mais coerente logicamente.
Temos de nos decidir. Ou sim ou sopas. Se ficamos todos melindrados com a morte cruel é porque pensamos que os animais são moralmente importantes. Mas se são, então deixemos de ser como o dono de escravo que "trata bem" os seus escravos, mas não abdica de fazer deles meios para os seus fins. A definição básica de tratar imoralmente alguém é tratá-lo como meio para os nossos fins. A crueldade é apenas uma extensão disso e não algo de natureza diferente.
O argumento que afirma que se não fosse a pecuária algumas espécies deixariam de existir é idiota, porque nenhum de nós concordaria com uma civilização de extraterrestres que criasse seres humanos para os torturar e comer, sob o pretexto de que se não o fizessem, haveria muito menos seres humanos no universo ou nenhuns. Seria preferível não nascer do que existir continuamente numa unidade extraterrestre de produção de carne humana e ter uma vida superlativamente degradada, dolorosa e curta.
Não acredito que seja imoral comer carne em quaisquer circunstâncias, por exemplo, em muitas partes do mundo as pessoas não têm alternativas a uma dieta saudável se não comerem carne. Mas nas cidades do ocidente as pessoas têm alternativas. Só não têm se apesar dos argumentos querem continuar a agir da mesma maneira. Quer dizer, se não querem abdicar simplesmente do prazer de comer carne.
A ideia de que é tolo deixar de comer carne porque os animais comem é autoderrotante, vejamos: muitos comportamentos socialmente destrutivos e imorais têm uma base ou explicação natural, isso não significa que tenham justificação moral. Assim, não é pelo facto de alguns animais comerem as crias ou de o comportamento do violador ter uma explicação biológica ou neurológica que automaticamente passa a ser moral matar e violar. Nós temos a capacidade de raciocinar moralmente e isso impoe-nos escolhas morais. Podemos e´querer evitar essas escolhas morais e continuar a fazer o que íamos fazer de qualquer maneira. Mas então temos de ser honestos e dizer apenas que não nos apetece pensar nisso, e não fingir que temos uma justificação moral para o fazer.

Quanto à questão dos animais domésticos, pode haver as seguintes alternativas:
a) produzir comida para animais de estimação com os ingredientes necessários, mas sem carne, tal como nós próprios comemos alimentos com aditivos proteicos, por exemplo. Se isto for "veterinariamente" viável.
b) deixar de ter animais de estimação, de todo.
Vitor Guerreiro

Fonte


publicado por Maluvfx às 10:13
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Direitos morais dos animais – a tese de Vitor Guerreiro
A tese que o leitor e amigo Vitor Guerreiro defendeu nos comentários está tão bem argumentada, que acho que vale a pena partilhá-la num post. Aqui vai:
Gastamos mais recursos vegetais para produzir um quilo de carne do que se consumíssemos directamente esses recursos vegetais. E a produção de muitos recursos vegetais que se gastam na produção de carne implicam devastação florestal e outras consequências. Por isso é falacioso pensar que deixar de comer carne ia provocar uma escassez de alimentos. Na verdade é o contrário. A produção industrial de carne é um processo lucrativo mas ecologicamente dispendioso, onde gastamos mais recursos para produzir um produto muito menor.
Ou bem que os animais têm importância moral ou não têm. Se têm, é ridículo dizer que não faz mal matar mas que já é muito mau matar cruelmente. É como ter dois donos de escravos a discutir, porque um deles gosta de violar as escravas e o outro fica escandalizado com isso. Vejamos: o pudor do outro em violar as escravas é indício de que ele pensa que elas são pessoas e que são moralmente importantes porque capazes de sofrer. Mas então este argumento impede-o, de todo em todo, de ter escravos. Assim, o dono de escravos humanista é um hipócrita de pior calibre do que o dono de escravos cruel, que é um nojo de ser humano mas é mais coerente logicamente.
Temos de nos decidir. Ou sim ou sopas. Se ficamos todos melindrados com a morte cruel é porque pensamos que os animais são moralmente importantes. Mas se são, então deixemos de ser como o dono de escravo que "trata bem" os seus escravos, mas não abdica de fazer deles meios para os seus fins. A definição básica de tratar imoralmente alguém é tratá-lo como meio para os nossos fins. A crueldade é apenas uma extensão disso e não algo de natureza diferente.
O argumento que afirma que se não fosse a pecuária algumas espécies deixariam de existir é idiota, porque nenhum de nós concordaria com uma civilização de extraterrestres que criasse seres humanos para os torturar e comer, sob o pretexto de que se não o fizessem, haveria muito menos seres humanos no universo ou nenhuns. Seria preferível não nascer do que existir continuamente numa unidade extraterrestre de produção de carne humana e ter uma vida superlativamente degradada, dolorosa e curta.
Não acredito que seja imoral comer carne em quaisquer circunstâncias, por exemplo, em muitas partes do mundo as pessoas não têm alternativas a uma dieta saudável se não comerem carne. Mas nas cidades do ocidente as pessoas têm alternativas. Só não têm se apesar dos argumentos querem continuar a agir da mesma maneira. Quer dizer, se não querem abdicar simplesmente do prazer de comer carne.
A ideia de que é tolo deixar de comer carne porque os animais comem é autoderrotante, vejamos: muitos comportamentos socialmente destrutivos e imorais têm uma base ou explicação natural, isso não significa que tenham justificação moral. Assim, não é pelo facto de alguns animais comerem as crias ou de o comportamento do violador ter uma explicação biológica ou neurológica que automaticamente passa a ser moral matar e violar. Nós temos a capacidade de raciocinar moralmente e isso impoe-nos escolhas morais. Podemos e´querer evitar essas escolhas morais e continuar a fazer o que íamos fazer de qualquer maneira. Mas então temos de ser honestos e dizer apenas que não nos apetece pensar nisso, e não fingir que temos uma justificação moral para o fazer.

Quanto à questão dos animais domésticos, pode haver as seguintes alternativas:
a) produzir comida para animais de estimação com os ingredientes necessários, mas sem carne, tal como nós próprios comemos alimentos com aditivos proteicos, por exemplo. Se isto for "veterinariamente" viável.
b) deixar de ter animais de estimação, de todo.
Vitor Guerreiro

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Terça-feira, 31 de Agosto de 2010
CARTA DE UM CÃO

Muitos de vocês, humanos, não nos entendem, pois não usamos palavras para nos expressarmos. Mas alguns nos ouvem com o sentimento – e é através da tradução de um destes que me expresso agora.

Sou muito feliz, pois não tenho um dono e sim um responsável por mim que me oferta tudo que necessito para minha saúde: alimento de qualidade, higiene, vacinas,carinho, espaço e , principalmente, respeito e amor.Estão querendo acabar com meus irmãos Pit bulls. Que absurdo!!! Deviam era eliminar a irresponsabilidade de alguns de seus donos desamados, frustrados e materialistas.
Os Pit bulls, assim como os Dobermanns, os Rottweillers, os Filas, podem ser cães extremamente dóceis e nem por isso deixam de guardar seus lares e proteger seus donos.

As raças têm suas características como os seres humanos têm suas individualidades. Respeitem e aprendam a conviver conosco como somos – e olha que, dependendo da sua orientação, somos muito maleáveis!

Vocês geralmente nos adotam quando somos bebês – como também fazem com os seus filhotes . Lembrem-se que também existem meus irmãozinhos adultos, doentes e abandonados que têm o mesmo direito ao seu carinho. 
Nossa convivência com vocês é de mais ou menos 14 anos. Para nós, vocês são deuses e, por isso , não nos poupe do seu carinho e proteção quando ficarmos adultos, doentes ou velhos. 

O momento que mais precisamos da sua fidelidade é quando estamos frágeis, sentindo dores e aflitos. Esqueçam do ditado : “o que os olhos não vêem, o coração não sente” – afinal, somos só coração com vocês – ofertem-nos também os seus. Não nos entreguem a estranhos para curativos, injeções, remédios – fiquem conosco como sempre desejamos ficar com vocês seja lá como estejam! E, quando nossa viajem terminar, tenham certeza que , o que mais desejamos, é sentir seu cheiro na nossa última respiração.

Sabe, vocês deviam aprender mais conosco. Alguns de vocês pregam tanto o perdoar e são tão rancorosos! Aprendam conosco; Alguns pregam o amor ao próximo e vivem se separando por diferenças sexuais, classes sociais, níveis de escolaridade, cor da pele! Aprendam conosco; Outros se queixam tanto de solidão e se privam tanto de ofertar carinho ! Aprendam conosco; A maioria dos humanos se julgam superiores aos outros animais como se o tamanho do seu privilegiado cérebro pudesse ser mais importante que o tamanho dos nossos corações.
Somos filhos do mesmo CRIADOR, que nos fez diferentes para exercitarmos o respeito pelo diferente.O nosso CRIADOR nos permitiu a vida para crescermos – e só crescemos amando incondicionalmente a todos os seres vivos.

A lei da vida é o amor. O caminho do amor é o respeito. O respeito e o amor se manifestam através do carinho, nunca da agressividade. Amem-nos como amamos vocês.

Um afago especial,
SEU CÃO!!!! NÃO NOS ABANDONE




Nota:
Deveria ser Carta de TODOS os Animais.
Afinal dizem que:

"Somos filhos do mesmo CRIADOR, que nos fez diferentes para exercitarmos o respeito pelo diferente.O nosso CRIADOR nos permitiu a vida para crescermos – e só crescemos amando incondicio
nalmente a todos os seres vivos."

Onde está esse criador que permite injustiças?


publicado por Maluvfx às 18:09
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CARTA DE UM CÃO

Muitos de vocês, humanos, não nos entendem, pois não usamos palavras para nos expressarmos. Mas alguns nos ouvem com o sentimento – e é através da tradução de um destes que me expresso agora.

Sou muito feliz, pois não tenho um dono e sim um responsável por mim que me oferta tudo que necessito para minha saúde: alimento de qualidade, higiene, vacinas,carinho, espaço e , principalmente, respeito e amor.Estão querendo acabar com meus irmãos Pit bulls. Que absurdo!!! Deviam era eliminar a irresponsabilidade de alguns de seus donos desamados, frustrados e materialistas.
Os Pit bulls, assim como os Dobermanns, os Rottweillers, os Filas, podem ser cães extremamente dóceis e nem por isso deixam de guardar seus lares e proteger seus donos.

As raças têm suas características como os seres humanos têm suas individualidades. Respeitem e aprendam a conviver conosco como somos – e olha que, dependendo da sua orientação, somos muito maleáveis!

Vocês geralmente nos adotam quando somos bebês – como também fazem com os seus filhotes . Lembrem-se que também existem meus irmãozinhos adultos, doentes e abandonados que têm o mesmo direito ao seu carinho. 
Nossa convivência com vocês é de mais ou menos 14 anos. Para nós, vocês são deuses e, por isso , não nos poupe do seu carinho e proteção quando ficarmos adultos, doentes ou velhos. 

O momento que mais precisamos da sua fidelidade é quando estamos frágeis, sentindo dores e aflitos. Esqueçam do ditado : “o que os olhos não vêem, o coração não sente” – afinal, somos só coração com vocês – ofertem-nos também os seus. Não nos entreguem a estranhos para curativos, injeções, remédios – fiquem conosco como sempre desejamos ficar com vocês seja lá como estejam! E, quando nossa viajem terminar, tenham certeza que , o que mais desejamos, é sentir seu cheiro na nossa última respiração.

Sabe, vocês deviam aprender mais conosco. Alguns de vocês pregam tanto o perdoar e são tão rancorosos! Aprendam conosco; Alguns pregam o amor ao próximo e vivem se separando por diferenças sexuais, classes sociais, níveis de escolaridade, cor da pele! Aprendam conosco; Outros se queixam tanto de solidão e se privam tanto de ofertar carinho ! Aprendam conosco; A maioria dos humanos se julgam superiores aos outros animais como se o tamanho do seu privilegiado cérebro pudesse ser mais importante que o tamanho dos nossos corações.
Somos filhos do mesmo CRIADOR, que nos fez diferentes para exercitarmos o respeito pelo diferente.O nosso CRIADOR nos permitiu a vida para crescermos – e só crescemos amando incondicionalmente a todos os seres vivos.

A lei da vida é o amor. O caminho do amor é o respeito. O respeito e o amor se manifestam através do carinho, nunca da agressividade. Amem-nos como amamos vocês.

Um afago especial,
SEU CÃO!!!! NÃO NOS ABANDONE




Nota:
Deveria ser Carta de TODOS os Animais.
Afinal dizem que:

"Somos filhos do mesmo CRIADOR, que nos fez diferentes para exercitarmos o respeito pelo diferente.O nosso CRIADOR nos permitiu a vida para crescermos – e só crescemos amando incondicio
nalmente a todos os seres vivos."

Onde está esse criador que permite injustiças?


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