Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Domingo, 30 de Outubro de 2011
Espanha: Como é uma Tourada?
TouradaQuando e Onde: a temporada vai de Março a Outubro, todos os domingos s 19:00 h (nota: em Madrid, nessa época, o sol se põe às oito da noite). Em Junho é altíssima temporada e há touradas diariamente. Essa é a época da "Feria de San Isidro'' (festa de touradas), quando acontecem as melhores touradas. A Plaza de Las Ventas é a 'Meca' das touradas, rivalizando com a Plaza de Sevilha. Tickets podem ser comprados diretamente nas bilheterias de Las Ventas, com até dois dias de antecedância. Os preços situam-se entre US$ 5 e 80, dependendo da localização e da posição (sol , sol e sombra , sombra). Na sombra, há ingressos por volta dos 20 a 30 dólares. São os que recomendo. Também recomendo o uso de binóculos pequenos.
A melhor época pra ser assistir touradas em Madri é justamente durante os mêses de maio e junho, quando acontece o famoso festival de touradas de San Isidro. O Festival de San Isidro traz os melhores toureiros e touros. Durante o festival, o ponto alto das touradas em Madri, que dura 20 dias, diariamente há corridas, que começam sempre às 7 da noite. O festival apresenta touradas com novillos (touros jovens), rejones (touradas a cavalo cavalo) e Goyesca (com roupas de época). Durante o festival é a única época em que se pode observar os touros de perto, em seus currais, antes de erem transportados para a plaza, em La Venta de Batán , perto da estação Batán do metrô.
A corrida normalmente dura cerca de 2 horas, mas não há limite de tempo, pois tudo depende de quantos touros são mandados de volta pro curral ou quaisquer outros incidentes que não estão programados, mas podem ocorrer. Uma tourada normal traz 3 matadores (os únicos que efetivamente matam o touro) acompanhados de suas respectivas trupes e de 6 touros. Cada toureiro luta com 2 touros. Os matadores lutam em turnos, os mais experientes lutam primeiro. Mas um toureiro iniciante sempre receberá do toureiro experiente, que lutaria primeiro, a preferência de abrir a corrida, lutar em seu lugar, caso esteja estreando. Isto é chamado de dar la alternativa .
Os matadores são distiguidos dos demais pelos trajes, traje de luces (roupa de luzes) trabalçhadas e bordadas em dourado. Cada matador atua em seções de 15 minute, chamadas faena , que são divididas em 3 secções. A primeira envolve a apresentação do touro, na qual o toureiro o recebe com uma grande capa. Aqui o toureiro reconhece o touro e faz seus próprios julgamentos e define como lutará com o animal, analisando sua coragem, sua força e a validade geral da luta.
A Segunda seção da luta, la suerte de varas , envolve os picadores e os banderilleros . Picadores, nos seus cavalos usam longas lanças e sua função é atacar o pescoço do touro em um újnico lugar. A coragem do animal será definitivamente testada e descoberto seu potencial, aqui nesta seção. Quanto maior sua decisão e desprendimento em atacar o cavalo, melhor será a luta. Depois diso, os banderilleros terão de enfiar três pares de banderillas nas costas do touro.
O matador, então, recebe o touro sozinho na arena, no terço final da luta (faena), a mais interessante para os aficcionados. Usando uma pequena capa vermelha agora, o matador deve passar pelo touro tantas vezes quanto possível, o mais próximo de seu corpo que conseguir, inclusive tocando e roçando seu corpo no do animal, numa postura rígida do ponto de vista da tradição do ´balé´ em que se compõe a luta. Os maneirismos usados pelo toureiro são sempre os mesmos, ainda que cada um tenha seu próprio estilo, mas variações não são permitidas.
Depois de efetuar uma série de passos e ´manobras´ ele pegará uma espada realmente cortante e afiada, de fina ponta, a qual será usada não mais como elemento que complementa o conjunto de passos e manobras, mas para efetivamente matar o touro. Para isso o toureiro deverá ficar o mais próximo possível do touro, a uma distáncia de cerca de duas ou três espadas, a fim de que ele concentre-se em acetar uma única e certeira enfiada da espada após o pescoço do touro, em suas costas, em um ponto específico e mortal.
A luta, então, será julgada pelo público, que pode aplaudir e assobiar ou silenciar-se. Dependendo do grau de aprovação do público, avaliada pelo presidente da tourada, será dado ao toureiro uma ou duas de suas orelhas. O presidente mostra um ou dois lenços brancos.
Se o toureiro receber duas orelhas na mesma tarde, ele será carregado nos ombros e transportado assim para fora da arena até o portão principal. Ele terá ´aberto´ a Puerta Grande , o prêmio máximo para um toureiro.
Algo muito raro pode também ocorrer: se o público julgar o touro excepcional animal em coragem, bravura, força, poderá indultá-lo, manifestando-se favorável a que ele sobreviva com nobreza. Se o touro for ( indultado ), você terá assistido a algo muito raro numa tourada.


publicado por Maluvfx às 10:26
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Terça-feira, 31 de Agosto de 2010
Ativistas são agredidos em manifestação contra festa de touro, na Espanha




Por Raquel Soldera (da Redação)
Os ativistas da organização em defesa dos animais AnimaNaturalis tiveram que suportar vaias, insultos e até cuspe e ovos em uma manifestação neste sábado, 28, contra o “correbou” de Fornalutx, em Maiorca, na Espanha.
O “correbou” é considerado uma festa tradicional, realizada na primeira semana de setembro, onde um jovem touro é amarrado por uma longa corda, e é segurado por cerca de dez a vinte homens.

Correbou de Fornalutx (Foto: Diario de Mallorca)
Durante a manifestação, um dos ativistas, tingido de marrom, simulava o que acontece no “correbou”, sendo puxado por cordas por outros ativistas. Além disso, cartazes eram mostrados, enquanto os ativistas pediam que não houvesse mais “espetáculos” deste tipo com a exploração de animais.
Cerca de 200 pessoas se revoltaram com a manifestação, pronunciando-se a favor do “correbou”. Entre os revoltosos estavam crianças, além de vários vereadores locais, usando camisetas da organização oficial do “correbou” do ano passado.
Os vinte ativistas da AnimaNaturalis foram protegidos por mais de dez agentes da Guarda Civil.
A tensão atingiu o seu ponto alto no final do ato de protesto, quando os ativistas deixaram a praça da cidade. Tiveram que ser escoltados por policiais até o estacionamento onde haviam deixado os carros, enquanto eram seguidos por mais de cinquenta pessoas, alguns dos quais jogaram água e outros objetos nos ativistas. Isso forçou a Guarda Civil a formar uma barreira para separar os dois grupos.

Ativistas durante manifestação (Foto: AnimaNaturalis)
No entanto, quando os jovens estavam deixando o estacionamento, um dos veículos em que viajavam foi atacado por um homem, que quebrou o vidro traseiro com um soco. Em seguida, houve vários confrontos com a guarda civil, que reduziram a força de alguns dos contramanifestantes. Ainda assim, ninguém foi preso.
Ismael Lopez, porta-voz da AnimaNaturalis, qualificou o contraprotesto de “desproporcional” e disse que aqueles que vaiaram “não tinham autorização legal para a manifestação”. “Essas pessoas são aquelas que gostam de assistir aos animais sofrerem”, disse ele.
Também neste fim de semana, dois eventos em prol do fim das festas com touros em Colmenar Viejo (Madrid) e Ampuero (Cantabria), resultaram na intervenção da Guarda Civil para proteger os ativistas pelos direitos dos animais da violência daqueles que defendem as touradas.
Assista à reportagem sobre o incidente da TV Mallorca (em espanhol):

via ANDA


publicado por Maluvfx às 19:08
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Ativistas são agredidos em manifestação contra festa de touro, na Espanha




Por Raquel Soldera (da Redação)
Os ativistas da organização em defesa dos animais AnimaNaturalis tiveram que suportar vaias, insultos e até cuspe e ovos em uma manifestação neste sábado, 28, contra o “correbou” de Fornalutx, em Maiorca, na Espanha.
O “correbou” é considerado uma festa tradicional, realizada na primeira semana de setembro, onde um jovem touro é amarrado por uma longa corda, e é segurado por cerca de dez a vinte homens.

Correbou de Fornalutx (Foto: Diario de Mallorca)
Durante a manifestação, um dos ativistas, tingido de marrom, simulava o que acontece no “correbou”, sendo puxado por cordas por outros ativistas. Além disso, cartazes eram mostrados, enquanto os ativistas pediam que não houvesse mais “espetáculos” deste tipo com a exploração de animais.
Cerca de 200 pessoas se revoltaram com a manifestação, pronunciando-se a favor do “correbou”. Entre os revoltosos estavam crianças, além de vários vereadores locais, usando camisetas da organização oficial do “correbou” do ano passado.
Os vinte ativistas da AnimaNaturalis foram protegidos por mais de dez agentes da Guarda Civil.
A tensão atingiu o seu ponto alto no final do ato de protesto, quando os ativistas deixaram a praça da cidade. Tiveram que ser escoltados por policiais até o estacionamento onde haviam deixado os carros, enquanto eram seguidos por mais de cinquenta pessoas, alguns dos quais jogaram água e outros objetos nos ativistas. Isso forçou a Guarda Civil a formar uma barreira para separar os dois grupos.

Ativistas durante manifestação (Foto: AnimaNaturalis)
No entanto, quando os jovens estavam deixando o estacionamento, um dos veículos em que viajavam foi atacado por um homem, que quebrou o vidro traseiro com um soco. Em seguida, houve vários confrontos com a guarda civil, que reduziram a força de alguns dos contramanifestantes. Ainda assim, ninguém foi preso.
Ismael Lopez, porta-voz da AnimaNaturalis, qualificou o contraprotesto de “desproporcional” e disse que aqueles que vaiaram “não tinham autorização legal para a manifestação”. “Essas pessoas são aquelas que gostam de assistir aos animais sofrerem”, disse ele.
Também neste fim de semana, dois eventos em prol do fim das festas com touros em Colmenar Viejo (Madrid) e Ampuero (Cantabria), resultaram na intervenção da Guarda Civil para proteger os ativistas pelos direitos dos animais da violência daqueles que defendem as touradas.
Assista à reportagem sobre o incidente da TV Mallorca (em espanhol):

via ANDA


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Touros têm seus chifres queimados e agonizam até a morte, em festa espanhola.
Tradução por Luciana Galastri

Se você acha que a tourada é uma crueldade sem tamanho, espere só até ver as fotos do festival “Touro de fogo”, e você vai perceber que há maneiras bem piores de matar um animal inocente.

Homens colocam fogo nos chifres do animal indefeso, durante evento (Foto: Reprodução/Oddity Central)
Todos os anos, no segundo fim de semana de novembro, um verdadeiro show de horrores acontece em Medinacelli, uma cidade espanhola que, nos outros dias do ano, é muito bonita. Assim que o sol se põe, os mais truculentos homens da cidade vão para a praça, colocam duas grandes bolas de piche nos chifres de um touro e colocam fogo na substância.

Fotos: Reprodução/Oddity Central
Enquanto o fogo consome os chifres do touro, fagulhas caem nos olhos dos animais, causando uma dor indescritível. O touro corre, desesperado, normalmente se machucando ainda mais, enquanto o povo grita.
Depois de horas de sofrimento, o touro morre de agonia e seu corpo é dividido entre os participantes do evento.
Leia mais informações aqui.
Com informações do Oddity Central
via ANDA



Tradição de crueldade e estupidez

Touros são torturados e têm seus chifres queimados em festa espanhola

Por Raquel Soldera (da Redação)
No segundo sábado de novembro, todos os anos, um touro é torturado durante a ”celebração” espanhola “Touro de fogo”, em Medinaceli, um município da Espanha localizado na província de Sória, comunidade autônoma de Castela e Leão.
Durante cerca de 23 horas, como em todos os anos, um grupo de jovens locais agarra um touro em nome da tradição e com uma corda retorce seus chifres até conseguir imobilizá-lo em um poste de madeira.
Mas isso é só o começo de uma longa noite para o animal. Em seguida, aproveitam-se de que o animal não pode se mover e colocam duas bolas em seus chifres. Como é feito a cada ano, o touro tenta resistir em vão. Ainda não sabe o que vai acontecer, mas já espera o pior.
Os jovens, então, ateiam fogo nas bolas presas aos chifres e ao redor do animal, e soltam o touro em nome do festejo nacional. O animal se contorce, aterrorizado, e com os olhos abrasados pelo calor das chamas e dos pedaços de brasa que saltam da coroa de espinhos que lhe colocaram.
O fogo brota dos chifres e a fogueira ilumina o rosto de centenas de espectadores, que aplaudem entusiasmados, assim como os governantes do município, que financiam essa tortura pública a um animal.
Imagem: Reprodução/Heraldo de Soria
Imagem: Reprodução/Heraldo de Soria
Essa cena terrível voltou a acontecer, como em todos os anos, neste sábado (14), apesar das 7 mil assinaturas que o Partido Antitaurino Contra os Maus-tratos aos Animais (PACMA) apresentou. Essas assinaturas são provenientes de cidadãos de mais de 90 países, repugnados pela única celebração do touro de fogo que ainda sobrevive em Castela e Leão.
Um vídeo registrou as terríveis cenas de tortura praticada contra o animal.
As assinaturas, reunidas em apenas três semanas, foram entregues na delegação territorial do governo regional em Soria, apoiadas por 150 manifestantes vindos de Bilbao, Madri, Logronho e Valhadolide.
Os manifestantes exibiram nas portas da sede regional vários panfletos com apelos contra os maus-tratos aos animais, entre eles ‘Parem com as touradas’ e ‘Tauromaquia, vergonha nacional’.
Durante o manifesto, o PACMA chamou a atenção para o fato de que, em pleno século XXI, em Medinaceli ainda se queima vivo um animal “como se fosse um herege”.


publicado por Maluvfx às 19:02
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Touros têm seus chifres queimados e agonizam até a morte, em festa espanhola.
Tradução por Luciana Galastri
Se você acha que a tourada é uma crueldade sem tamanho, espere só até ver as fotos do festival “Touro de fogo”, e você vai perceber que há maneiras bem piores de matar um animal inocente.
Homens colocam fogo nos chifres do animal indefeso, durante evento (Foto: Reprodução/Oddity Central)
Todos os anos, no segundo fim de semana de novembro, um verdadeiro show de horrores acontece em Medinacelli, uma cidade espanhola que, nos outros dias do ano, é muito bonita. Assim que o sol se põe, os mais truculentos homens da cidade vão para a praça, colocam duas grandes bolas de piche nos chifres de um touro e colocam fogo na substância.
Fotos: Reprodução/Oddity Central
Enquanto o fogo consome os chifres do touro, fagulhas caem nos olhos dos animais, causando uma dor indescritível. O touro corre, desesperado, normalmente se machucando ainda mais, enquanto o povo grita.
Depois de horas de sofrimento, o touro morre de agonia e seu corpo é dividido entre os participantes do evento.
Leia mais informações aqui.
Com informações do Oddity Central
via ANDA


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Sábado, 21 de Agosto de 2010
Ativistas pedem abolição das touradas na Espanha
Bilbao (Espanha), 21 ago (EFE).-. Vários ativistas em favor dos direitos dos animais protestaram, neste sábado, em frente ao Museu Guggenheim, em Bilbao (Espanha) para pedir a abolição das corridas de touros. Os participantes pintaram seus corpos de vermelho e negro e, deitados no chão, formaram uma figura gigante de um touro ensangüentado em conseqüência dos ferimentos produzido nas touradas. Segundo a organização do evento, o objetivo é que o País Basco possa ser no futuro, após as Canárias e Catalunha, a seguinte comunidade autônoma na qual se coloque o debate sobre a proibição dos espetáculos taurinos.

Fonte



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Ativistas pedem abolição das touradas na Espanha
Bilbao (Espanha), 21 ago (EFE).-. Vários ativistas em favor dos direitos dos animais protestaram, neste sábado, em frente ao Museu Guggenheim, em Bilbao (Espanha) para pedir a abolição das corridas de touros. Os participantes pintaram seus corpos de vermelho e negro e, deitados no chão, formaram uma figura gigante de um touro ensangüentado em conseqüência dos ferimentos produzido nas touradas. Segundo a organização do evento, o objetivo é que o País Basco possa ser no futuro, após as Canárias e Catalunha, a seguinte comunidade autônoma na qual se coloque o debate sobre a proibição dos espetáculos taurinos.

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Segunda-feira, 9 de Agosto de 2010
Confrontos entre activistas e defensores da festa brava em dia de corridas na Catalunha
Em dia de corridas de touros, viveram-se hoje em Barcelonaconfrontos entre ativistas antitaurinos e defensores da festa brava à porta da praça La Monumental.
Depois de o parlamento da Catalunha ter proibido em 28 de Julho as corridas de touros, medida que entrará em vigor a partir de 1 de janeiro de 2012, os dois grupos continuam a manifestar o seu descontentamento.
De um lado, os ativistas antitaurinos não querem esperar um ano e meio pela proibição das corridas de touros. Querem que "o massacre animal" termine o quanto antes.
Do outro lado, os defensores das festas de touros estão "indignados e revoltados com a injustiça" de terminarem com uma actividade que consideram fazer parte da cultura espanhola.
À porta da praça La Monumental, para além de muitos turistas que compravam entradas para a corrida, estava um ponto de recolha de assinaturas a favor das festas de touros.
"Estamos aqui a recolher assinaturas, como fazemos desde 2005, para demonstrar o apoio que as corridas de touros têm a nível popular", disse à Lusa, Luis Corrales, coordenador da plataforma para a promoção e difusão da festa de touros.
A plataforma para a promoção e difusão da festa de touros vai apresentar um recurso ao Tribunal Constitucional para modificar a medida e também quer atuar a nível político.
"Estamos nestes dias de agosto a preparar um plano para colocar em prática a partir de setembro do ponto de vista político," comentou Luis Corrales, que acredita que antes da data "podemos conseguir que a lei seja modificada".
"Perdemos a batalha, mas estamos longe de perder a guerra", acrescentou.
Do outro lado da rua, porque não estão autorizados a estar à porta da Praça La Monumental, estavam os ativistas antitaurinos, na sua maioria, vegetarianos e protetores dos animais, que gritavam "Basta de mau trato animal!".
"Estamos aqui há 6 anos, em todas as corridas de touros, porque não acreditamos no papel político. Anunciaram a proibição e continuam a matar", referiu à Lusa, Lluis Villacorta, organizador das concentrações antitaurinas que estava pintado de vermelho para simbolizar o sofrimento dos touros.
O grupo de ativistas e defensores dos animais reúne-se todas as sextas-feiras numa praça de Barcelona para recolher assinaturas contra os maus-tratos de animais.
"Queremos continuar a lutar, para terminar as touradas em Madrid e em todo o país. Em Madrid já temos mais de 50 mil assinaturas", referiu à Lusa Eliseo Brito, natural das Ilhas Canárias, a primeira região a proibir os touros em Espanha, em 1991.
A polícia esteve presente para evitar conflitos, mas não conseguiu evitar os confrontos verbais que se ouviram de um e outro lado da rua, antes de começar o espetáculo de touros, onde a maioria da plateia era constituída por turistas.
Fonte


publicado por Maluvfx às 05:08
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Confrontos entre activistas e defensores da festa brava em dia de corridas na Catalunha
Em dia de corridas de touros, viveram-se hoje em Barcelonaconfrontos entre ativistas antitaurinos e defensores da festa brava à porta da praça La Monumental.
Depois de o parlamento da Catalunha ter proibido em 28 de Julho as corridas de touros, medida que entrará em vigor a partir de 1 de janeiro de 2012, os dois grupos continuam a manifestar o seu descontentamento.
De um lado, os ativistas antitaurinos não querem esperar um ano e meio pela proibição das corridas de touros. Querem que "o massacre animal" termine o quanto antes.
Do outro lado, os defensores das festas de touros estão "indignados e revoltados com a injustiça" de terminarem com uma actividade que consideram fazer parte da cultura espanhola.
À porta da praça La Monumental, para além de muitos turistas que compravam entradas para a corrida, estava um ponto de recolha de assinaturas a favor das festas de touros.
"Estamos aqui a recolher assinaturas, como fazemos desde 2005, para demonstrar o apoio que as corridas de touros têm a nível popular", disse à Lusa, Luis Corrales, coordenador da plataforma para a promoção e difusão da festa de touros.
A plataforma para a promoção e difusão da festa de touros vai apresentar um recurso ao Tribunal Constitucional para modificar a medida e também quer atuar a nível político.
"Estamos nestes dias de agosto a preparar um plano para colocar em prática a partir de setembro do ponto de vista político," comentou Luis Corrales, que acredita que antes da data "podemos conseguir que a lei seja modificada".
"Perdemos a batalha, mas estamos longe de perder a guerra", acrescentou.
Do outro lado da rua, porque não estão autorizados a estar à porta da Praça La Monumental, estavam os ativistas antitaurinos, na sua maioria, vegetarianos e protetores dos animais, que gritavam "Basta de mau trato animal!".
"Estamos aqui há 6 anos, em todas as corridas de touros, porque não acreditamos no papel político. Anunciaram a proibição e continuam a matar", referiu à Lusa, Lluis Villacorta, organizador das concentrações antitaurinas que estava pintado de vermelho para simbolizar o sofrimento dos touros.
O grupo de ativistas e defensores dos animais reúne-se todas as sextas-feiras numa praça de Barcelona para recolher assinaturas contra os maus-tratos de animais.
"Queremos continuar a lutar, para terminar as touradas em Madrid e em todo o país. Em Madrid já temos mais de 50 mil assinaturas", referiu à Lusa Eliseo Brito, natural das Ilhas Canárias, a primeira região a proibir os touros em Espanha, em 1991.
A polícia esteve presente para evitar conflitos, mas não conseguiu evitar os confrontos verbais que se ouviram de um e outro lado da rua, antes de começar o espetáculo de touros, onde a maioria da plateia era constituída por turistas.
Fonte


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Terça-feira, 3 de Agosto de 2010
Arnaldo Jabor critica a proibição das touradas na Catalunha
Por Lobo Pasolini (da Redação)

Recentemente, o colunista e polemicista profissional Arnaldo Jabor resolveu nadar contra a corrente e defender as touradas na Espanha, criticando a decisão ética da Catalunha de proibir esse barbarismo em sua região (ouça aqui a declaração feita pelo jornalista a favor das touradas, na rádio CBN).


Ele começa sua fala se desculpando aos membros da proteção e defesa animal, e segue em tom debochado afirmando que “ama” as touradas.
Jabor utiliza os mesmos argumentos das forças conservadoras e corruptas que vivem de subsídio da União Europeia que têm interesse em manter esse derramamento de sangue: ele afirma que gosta das touradas, pois seriam um mito nacional espanhol, e que a decisão pela proibição teria sido apenas uma estratégia tola ou uma mera conveniência política.

Jabor esqueceu de fazer seu dever de casa ao escrever a coluna. Ele disse, por exemplo, que tanto o toureiro quanto o touro correm risco de morte. Mentira. Os touros são dopados e mantidos no escuro antes de entrar na arena. Eles não têm chance contra o toureiro; o jogo é armado contra eles. Além do mais, nos raros casos quando o toureiro é ferido, os paramédicos correm para salvar sua vida.

Jabor diz, também, que tourada é arte. Uma arte baseada na violência? Já pensou se o cinema precisasse fazer uma guerra real para produzir filmes sobre guerra? Arte tem a ver com imaginação, consciência e não com exibições kitsch de falocentrismo e violência.

Outro erro de raciocínio que Jabor faz em defesa das touradas ocorre ao afirmar que quem come carne não pode ser contra esse barbarismo. Esse é um recurso típico de quem pretende calar qualquer manifestação a favor dos animais e justificar uma violência com outra. Ele ignora o fato de que muitas pessoas que são contra touradas são veganas. Quem consome carne e é contra touradas não está sendo hipócrita, apenas incoerente. Não existe paralelo entre os mecanismos de condicionamento cultural que induzem as pessoas a comer carne e a escolha que um indivíduo faz de ir a uma arena assistir ao assassinato de um animal. São duas violências distintas.

A tourada nada mais é do que uma demonstração do fascismo humano sobre os animais não humanos. Não é à toa que Franco adorava touradas e via nela um elemento-chave da identidade do seu reino de terror. A Catalunha fez a coisa certa ao excluir essa violência do seu território, historicamente muito mais de vanguarda do que o resto da Espanha. Se foi por motivos de compaixão ou por proteção de sua identidade cultural, não importa. As vitórias de direitos civis em geral foram ganhas por motivação econômica e social, e não porque a humanidade é ‘boazinha’. O importante é o efeito prático da decisão, que será uma realidade de menos animais assassinatos nas arenas da Espanha.

Mais uma vez, parabéns à Catalunha pelo exemplo dado ao resto da ‘mãe Espanha’, como Jabor diz. Uma boa mãe trata bem seus filhos, inclusive os não humanos.
Fonte: ANDA


Proibição de touradas na Catalunha é uma provocação política?



publicado por Maluvfx às 16:45
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