Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sábado, 4 de Agosto de 2012
Vegetarianos rendem menos nos exercícios físicos?

Não comer carne afeta o rendimento nas práticas físicas? A polêmica foi reacesa com o novo livro Eat&Run (Comer & Correr, não publicado no Brasil), do recordista americano de ultramaratonas Scott Jurek, 39 anos. Desde 1997 ele é vegano — além de não comer carne, peixe ou frango, também deixa os derivados de leite e ovos fora da dieta. E defende que esse cardápio teve tudo a ver com seu desempenho excepcional: o atleta chegou a correr 266 km em 24 horas.

Diante dessa maratona sêxtupla, tudo bem ser esportista e vegetariano, certo? “Desde que a pessoa tenha uma alimentação balanceada e tome suplementos ou alimentos fortificados — como cereais matinais e leite de soja”, afirma Fabiana Honda, nutricionista especializada em esportes da PB Consultoria, de São Paulo. Mas se os cuidados não forem tomados, pode-se ficar para trás.

Devido à restrição de alimentos, os vegetarianos, de forma geral, têm mais dificuldade em ganhar massa muscular. A creatina, por exemplo, substância que garante o abastecimento de energia durante a contração do músculo (ver gráfico acima), só é encontrada na carne, frango e peixe. “O corpo até a produz naturalmente, mas em cerca de 1 g por dia. E a necessidade pode variar de 3 g a 5 g”, diz Bruno Gualano, pesquisador da Escola de Educação Física e Esporte da USP. A falta da substância só será compensada com o uso moderado de suplementos — indicados para vegetarianos que praticam esportes de alta intensidade, como futebol, basquete, musculação, corridas e natação de curta distância (até 50 m).

Proteínas, gorduras, ferro e vitaminas, como a B12, podem ser compensadas por doses extras de grãos, legumes, frutas, sementes e óleos vegetais. No fim das contas, seja vegetariano ou carnívoro, o que conta é uma dieta rica e balanceada. Aí, na união de forças, todo mundo ganha.

1 fonte de energia
A força de contração do músculo vem do ATP (trifosfato de adenosina), molécula que contém 3 grupos de fosfato (P). Para dar energia, ela se quebra, liberando um dos grupos. Vira, assim, ADP (difosfato de adenosina).

2 quebra tudo
Chega a creatina, vinda da carne vermelha, peixe e frango ou, em menor quantidade, produzida por nosso fígado. Ela contém fosfato e repõe o grupo perdido, permitindo um novo ciclo de energia.

3 super-molécula
O resultado é mais resistência e menos fadiga na contração do músculo ao longo do exercício.

Veja o menu saudável para esportistas vegetarianos e outro para carnívoros:


Dieta normalDieta vegana
Café da manhãPão integral
Queijo branco
Fruta com aveia
Suco de fruta natural 
Pão integral
Homus
Fruta com aveia e semente de linhaça
Suco de fruta natural ou leite de soja
Lanche da manhãFruta
Castanhas
Fruta
Castanhas
AlmoçoSalada crua temperada com sal, limão e azeite
Vegetais cozidos
Carne, frango, peixe ou ovo
Arroz
Feijão
Fruta de sobremesa
Evitar: frituras, preparações empanadas, feitas com farinha 
Salada crua temperada com sal, limão e azeite com semente de gergelim
Vegetais cozidos, sendo um tipo sempre um verde-escuro
Arroz
Feijão
Fruta de sobremesa
Evitar frituras e preparações feitas com farinha branca.
Adicionar oleaginosas ou grãos nas saladas 
Antes do exercícioIogurte
Cereal
Vitamina de leite de soja com frutas e cereal
Pós exercícioPão
Peito de peru
Suco de fruta natural com vegetais e gengibre 
Pão
Pasta de tofu
Suco de fruta natural com vegetais e gengibre
JantarSalada crua temperada com sal, limão e azeite
Vegetais cozidos
Massa com molho de tomate fresco e manjericão e mussarela de búfala
Salada crua temperada com sal, limão e azeite com soja em grãos
Vegetais cozidos
Macarrão de quinua com molho de tomate fresco e manjericão 

Fonte


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Domingo, 27 de Junho de 2010
Carl Lewis e o veganismo
File:Save The World Awards 2009 show06 - Carl Lewis.jpg
Quando eu cresci em Nova Jersey, eu sempre gostei de comer legumes e fui influenciado pela minha mãe, que acreditava na importância de uma dieta saudável, embora nós comêssemos carne regularmente, pois meu pai assim o queria. Na Universidade de Houston, comia carne e tentava controlar o meu peso de forma errada, abdicando de algumas refeições. Frequentemente, eu não tomava o café da manhã, comia um almoço leve, e depois satisfazia-me no jantar-pouco antes de ir para a cama. Não era só o fato de pular refeições que estava errado na dieta, mas a maneira como fiz é a pior forma porque o seu organismo precisa de quatro horas para digerir a comida antes de você se deitar.
Em maio de 1990, decidi mudar a maneira que eu comia depois que percebi que controlar meu peso por pular refeições não era bom para mim. No espaço de poucas semanas, eu conheci dois homens que mudaram minha maneira de pensar e comer. O primeiro foi Jay Cordich, o homem do suco, o qual encontrei na estação de rádio de Houston, onde trabalhei no início da manhã. Ele estava lá para falar sobre sua juicer, que faz sucos frescos de frutas e legumes. Ele disse que se uma pessoa beber pelo menos meio litro de suco espremido na hora, todos os dias, vai aumentar sua energia, fortalecer o seu sistema imunológico e reduzir o risco da doenças. Poucas semanas depois, ao fazer publicidade para uma competição em Minneapolis, encontrei Dr. John McDougall, um médico que ensina sobre a ligação entre a boa nutrição e saúde, o qual estava promovendo seu mais recente livro. Dr. McDougall me desafiou a assumir o compromisso de uma dieta vegetariana e, então, pô-la em prática.
Lembro-me claramente da decisão tomada em julho de 1990 para me tornar um vegano. Eu estava competindo na Europa e comi uma refeição de salsicha espanhola no sábado e na segunda-feira seguinte comecei a dieta vegana. A coisa mais difícil para mim,foi mudar os meus hábitos alimentares de pular refeições e passar a comer durante todo o dia, o que é muito mais saudável. Também cortei o sal e assim o substituí pelo suco de limão, para [realçar] o sabor.
Na primavera de 1991 – oito meses depois de começar a ser vegan – eu estava me sentindo apático e pensei que talvez fosse necessário adicionar a proteína da carne em minha dieta. Dr. McDougall, no entanto, explicou que minha apatia era devido à minha necessidade de mais calorias, porque eu estava treinando muitas horas por dia, e não porque eu precisava de mais proteína animal. Quando eu aumentei o consumo de calorias, eu recuperei minha energia. Eu estava bebendo cerca de 700 ml de suco por dia. Eu não comia lacticínios. E eu tive o meu melhor ano como atleta de toda minha vida!
Você tem controle total sobre o que você coloca em seu corpo. Ninguém pode forçá-lo a comer aquilo que você não quer comer. Eu sei que muitas pessoas pensam que uma dieta vegetariana – e, especialmente, uma dieta vegana – exigirá sacrifício e renúncia. Jannequin Bennett demonstra neste livro que a alimentação vegetariana não tem que ser insípida e enfadonha. Como ela diz, “comer uma dieta vegana é uma forma verdadeiramente indulgente de vida, porque os veganos regularmente partilham dos melhores alimentos que a natureza tem a oferecer.” Aqui estão receitas que vão animar o seu paladar. A propósito, algumas das minhas próprias receitas estão incluídas.
Tenha em mente que a alimentação vegetariana exige um compromisso de cuidar do seu próprio corpo e de agir de forma responsável para com o mundo ao seu redor. A maioria de nós não está ciente de quantos danos fazemos aos nossos corpos e ao nosso mundo por causa da maneira que nós comemos. Eu desafio você a escrever tudo o que comer e beber durante uma semana. Você provavelmente vai se surpreender com a quantidade de salgadinhos que você come, as diferentes formas em que o leite e o queijo são uma parte de sua dieta e, o pior de tudo, quanto fast food que você consome.
A maioria dos lanches tais como biscoitos, salgadinhos, doces, batatas fritas ou refrigerantes são alimentos altamente processados, que perderam muitos de seus nutrientes. Pior ainda, a maioria desses alimentos são carregados de gordura, sal e produtos químicos. Por exemplo, um saco de 1,5 gramas de batata frita sabor churrasco tem o mesmo número de calorias que uma batata média cozida, mas 70 vezes a quantidade de gordura e 20 vezes a quantidade de sal. Queijo e outros produtos lácteos são carregados de gordura saturada (obstruidora arterial) e colesterol. A maioria dos queijos recebe de 70 a 80 por cento de suas calorias da gordura.
Você tem que ter um cuidado especial quando comer em restaurantes de fast food. À medida que o consumo do não saudável fast food aumentou, também cresceu a obesidade, que está agora em segundo lugar, somente atrás do tabagismo, como principal causa de morte no Estados Unidos. Eric Schlosser relatou em Fast Food Nation [Nação Fast Food], que a taxa de obesidade entre as crianças americanas é duas vezes mais elevada hoje qua a vinte e cinco anos atrás. Além disso, parece que onde as pessoas comem o insalubre fast food, cinturas começar a se expandir. Entre 1984 e 1993, por exemplo, o número de restaurantes de fast food na Grã-Bretanha dobrou. De forma igual, cresceu a taxa de obesidade entre os adultos. Pessoas acima do peso eram uma raridade no Japão. O Fast food chegou há trinta anos atrás, e hoje um terço de todos os homens japoneses acima de trinta anos estão com sobrepeso.
Kenneth "Gogen" Williams: Click here to visit Vegan Muscle PowerSeu corpo é seu templo. Se você alimenta-lo corretamente, ele será bom para você e você vai aumentar a sua longevidade. Ser bom para seu corpo, porém, requer empenho e determinação. Comecei a comer uma dieta vegana por razões de saúde e continuei principalmente por causa disso. Outros adotaram essa dieta por razões de ordem ética ou espiritual. Quaisquer que sejam as suas razões para comer uma dieta baseada em vegetais, Very Vegetarian [o livro em que está contida esta introdução] vai ajudá-lo a fazê-lo com estilo e bom gosto.
Introdução de Carl Lewis para o livro Very Vegetarian, livro co-escrito com Jannequin Bennett.  Traduzido no Google, com alguns ajustes. Texto original
Willian Frederick Carlton Lewis ou simplesmente Carl Lewis (Birmingham, 1 de julho de 1961), é um ex-atleta dos Estados Unidos que ganhou 10 medalhas olímpicas, nove das quais de ouro, e 10 medalhas nos campeonatos mundiais de Atletismo, oito das quais de ouro, em uma carreira que se estendeu de 1979, quando ele alcançou uma posição na classificação mundial, até 1996, quando ele ganhou seu último título olímpico e subseqüentemente se retirou das pistas. Em 2009, foi nomeado embaixador da FAO – Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação ligada a ONU.


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Terça-feira, 25 de Maio de 2010
Ultramaratonista vegano conquista 3ª colocação no K42 Adventure Marathon


O Ultramaratonista vegano Daniel Meyer conquistou no último sábado a 3ª colocação geral com o tempo de 3h e 54min no K42 Adventure Marathon, uma maratona de montanha realizada na cidade de Bombinhas SC. A desafiadora Maratona de aventura faz parte do circuito mundial K42 Series composta por 6 etapas: K42 Gran Canaria, k42 Brasil, K42 Sahara, K42 Chile, K42 Espanha e a etapa Final realizada na Argentina.
Foi mais um grande resultado para o atleta e para o veganismo, mostrando mais uma vez que comer alimentos de origem animal é totalmente dispensável. “Derramar sangue não é uma necessidade, é somente uma péssima opção” diz o atleta.
Seus próximos desafios são: Desafrio Urubici SC 52km de montanha 19/06/2010 e a Ultramaratona de 24 horas no Rio de Janeiro 28 e 29/08/2010 onde pretende correr mais de 210km.

Mais informações sobre o atleta:

http://danielmeyerultramaratonista.blogspot.com

Mais informações sobre a corrida:
www.bombinhasrunners.com.br

Daniel Meyer
Triatleta IRONMAN, Ultramaratonista e Vegano

via Vista-se


publicado por Maluvfx às 12:09
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Segunda-feira, 17 de Maio de 2010
Ultramaratonista Scott Jurek é Vegano!
Vegano quebra recorde americano de quilometragem em corrida de 24 horas
O atleta vegano Scott Jurek quebrou o recorde americano na "Maratona Internacional de 24 Horas", que aconteceu em Brive, na França, ao correr 266 km durante um dia inteiro.

Mark Godale, que até então era o recordista na maratona, enviou um e-mail público a um jornal de Seattle, cidade-natal de Jurek, elogiando o novo recordista. "Marcar um novo recorde americano de 24 horas é uma grande conquista", disse Godale. "Jurek tem um grande coração e muita coragem. Parabéns a ele e a toda a equipe para seu grande sucesso em Brive".


E com certeza o novo recordista não deixou somente Godale ou os americanos felizes. Todos nós vegetarianos estamos muito orgulhosos!

Jurek sempre se alimentou de carne e batatas, mas pouco antes de ingressar na faculdade descobriu a dieta vegana e conseguiu, com sucesso, abandonar todas as carnes e derivados de animais.

O colunista do jornal The New York Times, Mark Bittman, decidiu fazer uma corrida curta com Jurek para ver qual é a preparação dele. Antes do exercício, os dois comeram uma salada grega com tomate, pepino, azeitona; um prato com tofu, vegetais e missô; e quinua com molho de caju.

O maratonista também declarou ao jornal que consome vitaminas de castanhas e frutas, que possuem em média mil calorias. Come bastante batata doce, tofu e tempeh, combinados com feijão.

"Nada disso é estranho", disse Jurek. "Se você voltar a 300 ou 400 anos, verá que carne era reservada para ocasiões especiais ou para aquelas pessoas que trabalhavam duro. Lembre-se: todo corredor de longa-distância precisa se tornar vegano, ao menos durante o período de competição. Seu corpo não consegue digerir muito bem gordura ou proteína", finaliza na entrevista.

Fonte: Ecorazzi


O Ultramaratonista  Scott Jurek foi apresentado recentemente pelo reporter do  New York TimesMark Bittman. Embora possa ser surpreendente encontrar um ultramaratonista que também é um vegan, Jurek diz que o seu segredo para ter sempre energia suficiente é simples: consumir calorias suficientes. 
Jurek, que venceu a Spartathlon 153 milhas em 2008, come salteados com legumes e tofu, misô, quinoa, tofu, tempeh, grãos integrais, batata doce e salada grega com azeitonas e algas. Comer devagar, o ultramaratonista concentra-se em consumir uma dieta "rica em carboidratos, com suficiente proteína e gordura". 
A dieta de Jurek não foi sempre saudável. Ele cresceu com produtos enlatados, massa de biscoitos e fast food. Jurek fez uma mudança na faculdade depois de perceber a relação entre o estilo de vida e doença.

Fonte


publicado por Maluvfx às 14:07
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Sexta-feira, 30 de Abril de 2010
Por que muitos profissionais de saúde têm preconceito contra o vegetarianismo? | ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais

Por Eric Slywitch
A falta de estudo e de atualização científica faz com que alguns profissionais de saúde não gostem da dieta vegetariana.
A formação acadêmica nas faculdades de nutrição e medicina deixa muito a desejar quando o assunto é vegetarianismo.
Muitos profissionais pensam que o vegetariano vive de salada. A maioria se sente perdido quando solicitado a montar um cardápio vegetariano.
O medo do desconhecido é natural para qualquer ser humano. Fica mais fácil dizer que é difícil ou nocivo ser vegetariano.
As alegações de que o vegetarianismo é uma dieta inadequada provêm de bases teóricas mal compreendidas a respeito de diversos nutrientes (ferro, proteína…), de estudos científicos mal desenhados ou mal interpretados e da falta de estudo de muitos profissionais de saúde.
Sobre as bases teóricas mal compreendidas:
Diversas teorias não se sustentam ao serem analisadas na prática. Dizer, por exemplo, que a proteína vegetal é inadequada para o organismo é uma teoria. A prática não demonstra isso. Estudos científicos (metanálise realizada em 2003) demonstram que não há diferença na assimilação da proteína em seres humanos quando ela provém de fonte animal ou vegetal.
O mesmo ocorre com o ferro. A ADA (American Dietetic Association), analisando os estudos bem desenhados, nos dá o parecer de que os vegetarianos não têm maior risco de apresentar deficiência de ferro quando comparados com não vegetarianos.
Sobre os estudos científicos:
Os estudos científicos antigos estavam preocupados em verificar se era possível a adequação nutricional com uma dieta vegetariana. Muitos profissionais ainda estão vivendo nesse passado. Atualmente não há dúvidas científicas quanto à adequação.
A comparação de artigos científicos que descrevem deficiências nutricionais em vegetarianos com artigos que demonstram o contrário mostra que a diferença está no planejamento da dieta e não na presença da carne.
Em 1997, a ADA (American Dietetic Association) revisou os trabalhos científicos bem desenhados sobre o vegetarianismo e se posicionou:
“O posicionamento da ADA (American Dietetic Association) é de que, quando planejada adequadamente, a dieta vegetariana é saudável, nutricionalmente adequada e resulta em benefícios à saúde e na prevenção e tratamento de certas doenças”.
Essa adequação é descrita para todos os estágios da vida (infância, idade adulta, senilidade, gestação e amamentação).
Em 2003, o parecer da ADA (American Dietetic Association) e nutricionistas do Canadá acrescenta a recomendação de que os profissionais de saúde têm o dever de incentivar e apoiar os indivíduos que expressam desejo de se tornarem vegetarianos.
Os estudos científicos atuais estão mais preocupados em demonstrar as implicações à saúde ao se adotar uma dieta vegetariana, visto que a adequação já está comprovada. Os benefícios são muitos .

Dr. Eric Slywitch é médico, coordenador do departamento científico da Sociedade Vegetariana Brasileira. Especialista em nutrologia (ABRAN) e nutrição enteral e parenteral (SBNPE). Pós graduado em nutrição clínica (GANEP). Especialista em nutrição vegetariana.


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Terça-feira, 27 de Abril de 2010
Anvisa regulamenta categoria de alimentos para atletas
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresenta, nesta terça-feira (27), nova regulamentação de alimentos para atletas. De acordo com recomendação da Agência, apenas atletas que praticam exercício físico de alta intensidade, com o objetivo de participação em esporte com esforço muscular intenso, devem consumir esse tipo de alimento.
Já para suprir as necessidades nutricionais de quem pratica atividades físicas como forma de lazer, estética ou promoção da saúde, uma dieta  saudável e balanceada é  suficiente. Participam da entrevista coletiva a diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito, e a gerente de Alimentos da Agência, Denise Resende.

A regulamentação de alimentos para atletas ficou em Consulta Pública por 90 dias e passou por duas reuniões técnicas de discussão sobre o tema.

FONTE: ANVISA


publicado por Maluvfx às 18:28
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Quarta-feira, 24 de Março de 2010
Medalhista dos Jogos Olímpicos de Inverno é vegetariano e tem fazenda de orgânicos
 Outro medalhista dos Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver revelou ser vegetariano e ainda: possui uma fazenda em que planta alimentos orgânicos. Estamos falando de Bode Miller, competidor americano no ski.

Numa entrevista, Miller declarou que cresceu num meio vegetariano. "Não tínhamos frango, nem carne, comíamos iogurte, granola e vegetais". Ele ainda continuou uma tradição familiar, quando comprou uma fazenda de produtos orgânicos em New Hampshire.


"Não comprei a fazendo com a intenção de produzir milhões de alimentos, eu só queria ter um pedaço de terra em que eu pudesse plantar o que eu quisesse", disse.

Vida vegetariana

  LEIA TAMBÉM  
 Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver têm competidora vegetariana no snowboard


publicado por Maluvfx às 15:46
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