Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quarta-feira, 26 de Maio de 2010
Cientistas e filósofos em defesa dos animais
Seja contra touradas, transgénicos, indústria alimentar ou cobaias, existe sempre alguém disposto a lutar pelo bem estar dos animais e defendê-los do seu maior inimigo: o Homem

A defesa dos animais em Portugal é cada vez mais notícia de primeira página e é também caracterizada por um movimento que não cessa de crescer. Há várias organizações a surgir e a alinharem-se para actividades de protesto, que ganham no nosso país mais protagonismo durante a época tauromáquica. Uma dessas organizações é o Centro de Estudos de Direito dos Animais ( CEDA ), criado em 2001 e que pretende ser diferente na forma e no agir em defesa dos animais.


O CEDA pretende apresentar à generalidade das pessoas conclusões sólidas, de cariz científico, que explicam porque é que os animais devem ser respeitados e protegidos. Este centro de estudos também quer provar porque é que o vegetarianismo ou o veganismo são formas possíveis e saudáveis de alimentação e que não prejudicam a integridade física das animais.



Demonstra também a sua repulsa em relação à indústria de entretenimento em que são usados animais, sendo a tourada o grande foco das atenções e alvo das críticas ferozes por parte das várias organizações desta natureza. Aliás, o CEDA aliou-se à ANIMAL (Associação Nortenha de Intervenção no Mundo Animal) numa vigília de protesto frente à Assembleia da República aquando do voto que acabou por legalizar os touros de morte de Barrancos. Na altura, Miguel Moutinho afirmou perante a comunicação social que “Portugal regrediu no tempo até à idade média”.


Para explicar melhor o papel da CEDA na sociedade portuguesa, Miguel Moutinho apela ao mandamento essencial de qualquer defensor dos animais: “Os animais cujas características físicas e psíquicas lhes permitam ter experiência do sofrimento têm interesses elementares, nomeadamente o interesse no seu bem estar, o interesse na preservação da sua liberdade física e o interesse na preservação da sua vida. Os animais são, portanto, merecedores de respeito e protecção, sendo o dever da espécie humana atribuir uma consideração moral justa e séria aos seus interesses elementares, devendo este princípio reflectir-se também na esfera política e jurídica”. É com este propósito que existe o CEDA, desta forma pretende ter um papel pioneiro em Portugal: “juntamente com Espanha e Grécia, encontra-se na cauda da Europa no que diz respeito ao direito dos animais”. Como actualmente os Estado português não tem nenhuma obrigação legalmente estipulada sobre os animais e como no Código Civil estes são considerado apenas como “coisas”, o CEDA tem actualmente uma proposta no parlamento que visa a inclusão na Constituição da República Portuguesa de uma lei que garanta aos animais uma “protecção séria, eficaz e adequada” e que obriga o estado a assegurar o “respeito que é devido aos animais sencientes”, revela Miguel Moutinho. Como exemplo, o CEDA aponta o caso do Brasil que tem uma referência à protecção dos animais na sua Constituição ou o caso da Alemanha que foi o primeiro estado da União Europeia a introduzir a questão até na sua Constituição.


O CEDA pretende ainda promover o estudo do Direito dos Animais nos cursos de graduação e pós-graduação em Direito nas universidades portuguesas, incentivando a redacção de artigos, trabalhos científico-jurídicos subordinados ao direito dos animais, bem como a tradução para língua portuguesa de obras importantes que possam constituir instrumentos de estudo. É uma estratégia que recorre a métodos mais intelectuais para que em manifestações ou outras formas de protesto o CEDA possa demonstrar “que quer se goste ou não de animais eles merecem todo o nosso respeito devido às suas necessidades elementares”.


Perfil
Defensor dos animais em acção


Miguel Moutinho, presidente do CEDA, nasceu em 1980. É estudante de Filosofia na Faculdade de Letras de Lisboa, onde coordena o Grupo de Análise Filosófica. Os seus estudos filosóficos são dirigidos sobretudo para a Ética, Filosofia Política e Filosofia do Direito, evidenciando o seu à vontade quando discute o direito dos animais. Além das funções que actualmente desempenha no CEDA, já presidiu ao MDA, foi dirigente e porta-voz do Movimento Anti-touradas de Portugal até Setembro de 2001 e em Julho de 2002 foi nomeado director da ANIMAL-Lisboa. O acumular de funções continua quando funda em Novembro de 2002 o Movimento Académico de Libertação Animal, do qual é coordenador nacional, e quando é membro fundador do Centro de Ética Aplicada da Sociedade Portuguesa de Filosofia.


Moutinho divide o seu quotidiano com as várias organizações a que pertençe com a ajuda que presta diariamente aos animais, seja a animais abandonados ou animais maltrados pela sociedade como foi o caso que se verificou aquando da realização da entrevista a este defensor da vida animal.


Miguel Moutinho surgiu no lugar combinado para a entrevista com um cão a coxear. Logo começou a contar a história infeliz daquele animal que mostrava feridas por várias partes do corpo. Uns dias atrás foi dito a Miguel Moutinho que na sua área de residência havia um cão, mais propriamente um uski siberiano que parecia estar abandonado e ferido, com uma fractura exposta na perna. Moutinho foi à sua procura e encontrou-o num bairro de lata na periferia de Lisboa, relativamente perto de sua casa. Depressa percebeu que aquele cão era usado pelos habitantes daquele bairro para lutas de cães. Mas o facto deste cão ser meigo e dócil levou-o a concluir que “era usado como saco de boxe para outros cães se treinarem”.


Entretanto a aventura de Moutinho ainda não tinha acabado. Encontrava-se ali naquele sinistro bairro, mais a sua irmã que ajudava nas buscas e um cão ferido quando surgiu um grupo de miúdos com cães, como os possantes pittbulls e rotweillers, e começaram a ameaçar “os intrusos”. “Pensei que se não fugisse, nem eu nem o cão saíamos dali”, lembra Moutinho. Gritou à irmã para correrem para o carro e acelararem dali “fosse de que maneira fosse”, acentua. No fim o cão foi resgatado, depois tratado e na altura desta entrevista encontrava-se em casa de Moutinho à espera que alguém o adoptasse.


publicado por Maluvfx às 20:04
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Por que razão dão tão importância aos animais que comemos?

ANIMAL não dá importância “aos animais que comemos”; pelo contrário, a ANIMAL mostra a importância destes animais, mostra quais as características que têm, e, ao fazê-lo, demonstra exactamente porque é que devemos deixar de olhar para estes animais como objectos e fontes dePorca com os seus leitões felizes e em liberdade. Foto: (c) CIWF alimento, uma vez que são tão complexos e especiais como são os cães, os gatos e outros animais que com justiça estimamos.









Mas isso significa que a ANIMAL defende que os animais de criação são mais importantes do que os animais de companhia?
Não, a ANIMAL defende que todos os animais que são sencientes – ou seja, que têm a capacidade consciente de sofrer e de ter desejos e intenções, entre as quais a de continuarem vivos e a de estarem livres da tortura – são igualmente importantes, sejam gorilas, cães, vacas, ratos, peixes ou gatos. A campanha “Animais Excepcionais” pretende levar ao reconhecimento do estatuto de importância moral dos animais de quinta, de modo a que fique claro que este estatuto é exactamente o mesmo que o de animais exóticos que tanta admiração nos despertam ou que o de animais de companhia que tanto carinho nos dedicam e despertam.





Qual a razão para esta campanha ser tão importante para a ANIMAL?
Em termos numéricos, os animais de quinta são os animais mais afectados no mundo pela actividade humana. Todos os anos, mais de 50 mil milhões de animais de quinta são explorados e mortos para serem transformados em comida para alimentar humanos (embora isso seja completamente desnecessário, dado que os humanos têm todas as vantagens do lado de uma dieta vegetariana). Em todos os processos pecuários, desde a reprodução, à criação e engorda, ao maneio e transporte, culminando na morte, estes animais são vítimas de vários actos constantes e sistematizados de violência física e emocional que fazem parte desta actividade e que estão estabelecidos por lei. A ANIMAL considera que expor, combater e tentar o mais possíver prevenir todo este sofrimento e todas as vidas que se perdem é uma das missões mais importantes que uma organização de defesa dos animais deve ter. Sem prejuízo do seu trabalho em todas as outras áreas na protecção dos animais, esta campanha passa a ter uma importância central na actividade da ANIMAL.





Olhar de ovelha curiosa. Foto: (c) CIWFMas temos que explorar e matar estes animais para comermos, quer porque precisamos, quer porque somos seres superiores na escala da evolução.
Em primeiro lugar, não temos que explorar e matar estes animais para comermos, desde logo porque podemos ser vegetarianos. Sendo vegetarianos, impedimos, automaticamente, que qualquer animal sofra ou morra para ser transformado numa refeição nossa; mas, ao mesmo tempo, adoptamos uma dieta mais saudável e equilibrada que beneficia grandemente a nossa própria saúde e bem-estar. Além disso, se quisermos acreditar que somos superiores em alguma coisa, então pelo menos que essa superioridade se exprima em preocupações éticas como esta, que nos deve levar a ser vegetarianos. Porém, deve ser dito que a ideia de superioridade na escala da evolução foi posta em causa há mais de um século pelas descobertas de Charles Darwin, precursor da biologia moderna. Com Darwin e com os biólogos que desde então têm desenvolvido o conhecimento da biologia animal e humana, percebemos que cada espécie animal – incluindo a humana (sim, nós também somos animais, é importante lembrar) – evoluiu de acordo com as suas necessidades específicas para sobreviver e se adaptar ao seu meio. Isso significa que a espécie humana precisou de seguir uma linha evolutiva completamente diferente dos porcos ou das galinhas, por exemplo – e não significa mais do que isso. Os porcos e as galinhas tornaram-se os melhores porcos e as melhores galinhas que precisavam de ser para sobreviver; e o mesmo aconteceu com os humanos. De resto, se a ideia que temos da nossa superioridade se baseia na crença de que temos a exclusividade da racionalidade ou de uma racionalidade ou consciência complexas, essa crença está errada – cada vez se sabe mais acerca da inteligência complexa e sofisticada de animais como os porcos e as galinhas (entre muitos outros) e de como as vidas mentais e emocionais destes animais são essencialmente como as vidas mentais e emocionais dos humanos – embora correspondendo, mais uma vez, às características que os porcos e as galinhas precisam de ter e não às características que os humanos precisam de ter. A comparação habitualmente feita é, pois, um erro.





Sim, devemos preocupar-nos com o modo como estes animais são tratados e devemos fazer tudo para proteger o bem-estar deles enquanto são explorados, mas, mesmo assim, é aceitável explorá-los e matá-los – é a lei da vida.
Para que isto seja verdade, é preciso explicar por que razão é aceitável explorar e matar estes animais – ou quaisquer outros. As razões fortes para não o fazermos pesam muito mais do que qualquer uma que se tente usar para fundamentar esta suposta aceitabilidade. Além disso, é importante destacar que, mesmo para quem acredita que os animais não têm direitos e que apenas devem ser protegidos do sofrimento “desnecessário”, a opção de continuar a comer animais e produtos animais não pode ser considerada. As provas de crueldade rotineira contra animais, incluindo em unidades de produção pecuária extensiva ou biológica, são mais do que muitas. O cumprimento da legislação de bem-estar é altamente irregular, assim como a fiscalização destas normas. Além disso, em muitos casos, as práticas pecuárias cruéis são estabelecidas pela legislação como aceites e rotineiras. É impossível defender, mesmo que seja só, o bem-estar animal e continuar, ao mesmo tempo, a comer animais que foram tratados sistematicamente de modo cruel.



Em Defesa dos Direitos de Todos os Animais


publicado por Maluvfx às 19:52
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Vacas felizes: Como são e do que precisam
Vaca feliz. Foto: (c) CIWF
 As vacas são animais muito dóceis, gentis, curiosos e extraordinariamente inteligentes. Com capacidade para anteciparem o futuro e terem preocupações com o que vai acontecer, não espanta que sejam muito comuns as histórias de vacas que fogem de matadouros. As vacas são animais muito sociáveis, que preferem passar o seu tempo juntos formando laços afectivos complexos, muito semelhantes aos que os cães formam em matilha. Num ambiente natural, vivem em grupos com uma hierarquia de dominância que assenta numa inteligente escolha de líderes. Os bezerros por vezes formam grupos pequenos. Os bois, já adultos, são animais essencialmente solitários, excepto em épocas de acasalamento. Seria raro ver animais desconhecidos do grupo juntarem-se a um grupo de vacas já formado. As vacas são tão diferentes umas das outras, como o são os cães, os gatos e os humanos. Umas são mais tímidas, outras são mais espertas, umas mais dominantes e outras mais aventureiras. Para além de terem personalidades distintas, as vacas são também animais muito inteligentes e com boa memória. São capazes de reconhecer entre 50 e 70 indivíduos, incluindo humanos. À semelhança dos porcos (e dos primatas, incluindo os humanos), tratam da higiene umas das outras e têm até uma postura especial para pedir aos seus que cuidem da
Vaca feliz em prado. Foto: (c) CIWFsua higiene. A comunicação visual e verbal entre as vacas e outros bovinos é muito importante.



Uma vaca grávida afasta-se do grupo antes de ter a sua cria e, quando tem o seu bebé, o laço que se form\a entre a mãe e a sua vitela é rapidamente estabelecido, sendo tão forte e importante para a mãe quanto para a bebé, que depende dela e que será amamentada pela mãe durante pelo menos 8 meses. Com a vaca mãe e com outros membros do grupo, incluindo com outros bezerros, a vitela aprenderá capacidades essenciais. A relação das mães com os seus vitelos é tão forte, que este laço emocional se mantém, mesmo quando um novo novilho nasce.


Vacas infelizes: Como a indústria agro-pecuária intensiva as trata...
... quando são criadas para produção de leite
As vacas criadas para produção de leite – conhecidas por “vacas leiteiras” – são engravidadas repetidamente, através de inseminação artificial, sendo habitualmente forçadas a ter uma cria uma vez por ano para terem leite nos dez meses seguintes. A criação de vacas leiteiras e toda a produção de leite dependem da separação da mãe e da sua cria. Os seus bebés são-lhes retirados para que os humanos bebam o leite que lhes era destinado, quando, importa lembrar, as vacas produzem leite pela mesma razão que as mulheres humanas o fazem: para alimentar os seus filhos, apenas.


As vitelas são retiradas às mães com apenas um dia de vida – os bebés machos são presos em celas, para serem transformados em carne de vitela, quando não são mortos imediatamente, e as fêmeas terão o mesmo destino que as mães, ou seja, serão criadas para se tornarem vacas leiteiras, ou para seremVacas leiteiras ligadas a mecanismo de sucção mecanizada de leite. Foto: (c) Colin Seddontransformadas em carne de vitela ou de vaca. As vacas podem chamar durante dias pelas suas crias recém-nascidas que lhes são retiradas. As vitelas também chamam continuamente pelas mães. Depois dos bebés lhes serem retirados, as vacas são “ordenhadas” por máquinas várias vezes ao dia, retirando-lhes o leite que devia ter sido o alimento dos seus filhos. Através da manipulação genética, de hormonas poderosas e de “ordenhas intensivas”, as vacas são forçadas a produzir dez vezes mais leite do que seria natural. Muitas destas vacas sofrem de mastites (infecções nas tetas) duradouras e de fraqueza crónica, sendo que muito do leite que lhes é retirado vem com pus e sangue. A sua vida é sempre esta, até que já não sejam capazes de produzir mais e nesse momento sejam enviadas para abate. As vitelas são muitas vezes sujeitas à amputação das caudas e dos chifres, e ao corte dos testículos, quando se trata de vitelos; são queimadas com ferros quentes para as marcarem, o que lhes provoca queimaduras de terceiro grau; as suas orelhas são furadas para ficarem com brincos de identificação e, aos machos, os cornos são-lhes serrados a sangue frio. Em todos estes procedimentos extremamente dolorosos (que não são feitos por veterinários), não são administrados quaisquer anestésicos ou analgésicos aos animais para os aliviar das dores extremas que lhes causam.


A esperança média de vida de uma vaca é de cerca de 25 anos, mas as vacas “leiteiras” são mortas quando têm apenas 4 ou 5 anos de vida. Depois de uma curta mas dolorosa vida sendo tratadas como máquinas de produção de leite, as vacas leiteiras são depois transformadas em caldos para sopas, ração para animais de companhia ou hamburguers de má qualidade.

... quando são criadas para serem transformadas em carne de vitela
Assim que são retirados às mães, os vitelos são colocados numa espécie de jaula minúscula, no escuro, onde ficam completamente imobilizados, para que a sua carne fique bastante tenra. É-lhes dada umaVitela em jaula de criação intensiva de vitelas para carne. Foto: (c) WSPA dieta líquida, pobre em ferro, de modo a que a sua carne fique branca, o que lhes provoca anemia, diarreia e pneumonia. São bebés entediados por não se poderem mexer, assustados e sozinhos, que choram pelas suas mães, mantidos propositadamente doentes e fracos durante o pouco tempo que têm de vida. São mortos com apenas alguns meses.

... quando são criadas para serem transformadas em carne
As vacas criadas para produção de carne passam o primeiro ano das suas vidas a pastar, embora com muitos limites de espaço e dependendo das condições da unidade de engorda onde são mantidas. Além das ovelhas, estes são os únicos animais usados com fins alimentares que alguma vez têm contacto mínimo com o que lhes é natural e tão essencial: ar fresco, sol e liberdade. Contudo, estes animais são sujeitos a abusos físicos rotineiros, que, se fossem cometidos contra cães e gatos, chocariam sem dúvida quem come a sua carne. A maioria destes animais recebe cuidados veterinários inadequados, e, como consequência disso, muitas morrem de infecções e doenças. A alimentação que lhes é dada não é a mais adequada, o que lhes provoca dores de estômago crónicas. Muitas vezes, os seus intestinos ulceram e rebentam. Outras vezes sofrem de inflamações hepáticas fatais. Mas, para a indústria agro-pecuária que as explora, o que importa é que cresçam e engordem, para ficarem com muita carne que se possa vender. O ar nas áreas onde se alimentam está saturado de amónia, metano e outros químicos nocivos, devido à acumulação de urina e fezes. Estes gases provocam graves problemas respiratórios crónicos às vacas, de tal forma que o simples respirar se torna doloroso. As vacas criadas para carne são também “entupidas” com químicos que as fazem crescer mais depressa e sobreviver nas condições miseráveis em que vivem. Em vez de, quando estão doentes, serem vistas por um médico-veterinário, é-lhes simplesmente dada uma quantidade ainda maior de medicamentos, só para que se mantenham vivas até chegarem ao matadouro, onde serão içadas por correntes pelas patas traseiras e mortas com uma faca que lhes rasgará a jugular e provocará um sangramento prolongado e fatal. Devido ao atordoamento tantas vezes ineficaz, muitas vacas estão ainda conscientes e lambem o seu próprio sangue enquanto agonizam de dores e esperam pela morte.



publicado por Maluvfx às 19:50
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