Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Sábado, 17 de Março de 2012
Consumir carne vermelha aumenta risco de morte, afirma novo estudo de Harvard
Consumir carne vermelha aumenta risco de morte, afirma novo estudo de Harvard

Sinal vermelho para a carne 
Red meat raises red flags

Mais uma vez a universidade de Harvard, nos EUA, uma das mais respeitadas do mundo, divulga um estudo condenando a ingestão de carne. O trabalho, que companhou mais de 120 mil pessoas durante quase 30 anos, concluiu que o consumo diário de carne vermelha aumenta o risco de morte prematura em até 20%. Foram analisadas informações de 37.698 homens e 83.644 mulheres durante 22 anos e 28 anos, respectivamente. Os participantes foram entrevistados sobre seus hábitos alimentares a cada quatro anos.

Doenças cardíacas, diabetes e câncer

As doenças mais comuns constatadas entre as pessoas que comeram carne regularmente durante o estudo foram as relacionadas ao coração, a diabetes do tipo 2 e também ao câncer. 23.926 pessoas morreram durante o estudo. Destas, 5.910 de doenças cardiovasculares e 9.464 de algum tipo de câncer.

Ferro heme (presente na carne) e doenças crônicas

O ferro da carne, tão enaltecido pela mídia e pelos produtores de carne, foi apontado como um dos ingredientes contidos na carne que causam doenças crônicas como as cardíacas e o câncer.
“A carne vermelha, carne processada especialmente, contém ingredientes que têm sido associadas ao aumento do risco de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e câncer. Estes incluem o ferro heme, a gordura saturada, sódio, nitritos, e certos agentes cancerígenos que são formados durante o cozimento.” – Diz um trecho do documento.

Foi apontada a carne processada (linguiça, mortadela, salame, salsicha, patê, etc.) como grande vilã, mas outros tipos de carne considerados mais saudáveis como aves e peixes não se mostraram tão eficientes como os vegetais na busca de uma vida com mais saúde.
 
Substituindo a carne

Os cientistas de Harvard concluíram que a forma mais eficaz de substituir a carne no cardápio, com o intuito de evitar as doenças geradas por ela, é utilizar nozes. Substituir a carne vermelha por nozes provou que o risco de mortalidade cairia em 19%.

Redução da carne e economia com gastos de saúde pública

Incentivar a população a reduzir ou a deixar o consumo de carne traria uma economia de bilhões de dólares em saúde pública, segundo especialista.”Mais de 75% dos US$ 2,6 bilhões gastos anualmente com saúde nos Estados Unidos são por motivos de doença crônica”, disse Dean Ornish, médico e nutricionista da Universidade da Califórnia, em San Francisco. “Consumir menos carne vermelha pode ajudar a reduzir a mortalidade devido a essas doenças e reduzindo, assim, os custos com saúde”, complementa.

Ouça a notícia na CBN aqui.

Hand_605
Red meat raises red flags


Study: Red Meat Increases Risk of Premature Death



Red Meat Consumption Linked to Increased Risk of Total, Cardiovascular, and Cancer Mortality




The Risks of Red Meat

Red meat? It's food to die for:


publicado por Maluvfx às 17:37
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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011
Vencedor do Tour de France acusa carne de má qualidade por possível doping



O espanhol Alberto Contrador, tri-campeão do Tour de France, acusa uma carne de má qualidade por possível doping. Ele alega ter consumido um bife contaminado por Clenbuterol, uma substância às vezes aplicada ao gado para estimular seu crescimento e também para tratamento de asma, quando alguns atletas fazem uso da droga como estimulante.

"É um caso de contaminação de comida em que eu sou a vítima", disse Contrador em entrevista ao Wall Street Journal. Ele disse a um programa de rádio que pessoas que comeram com ele também reclamaram da qualidade da carne, que foi trazida da Espanha pela equipe dele.

Se for constatado que o ciclista fez uso de substância ilegal, ele poderá perder seu título de vencer de 2010 no Tour de France e ser banido do esporte por 2 anos. Entretanto, há evidências de que Contrador e outras pessoas podem ser vítimas dessa contaminação.

Em 1991, a Food and Drug Administration (FDA) alertou que a droga, normalmente em posse de veterinários, estava sendo usada para se conseguir certos benefícios nos animais. A FDA considerou que resíduos de Clenbuterol podem causar mau funcionamento do coração e pulmão nas pessoas que comerem carne contaminadas pela substância.

Vários casos de contaminação deste tipo foram diagnosticados na Europa. Na Espanha, onde Contrador consumiu a carne, o uso do Clenbuterol é bastande controverso. Em 1990, cerca de 135 pessoas que consumiram carne contaminada pela substância foram hospitalizadas com sintomas de taquicardia, espasmos musculares, dor de cabeça, náusea e febre.


publicado por Maluvfx às 10:20
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Vencedor do Tour de France acusa carne de má qualidade por possível doping



O espanhol Alberto Contrador, tri-campeão do Tour de France, acusa uma carne de má qualidade por possível doping. Ele alega ter consumido um bife contaminado por Clenbuterol, uma substância às vezes aplicada ao gado para estimular seu crescimento e também para tratamento de asma, quando alguns atletas fazem uso da droga como estimulante.

"É um caso de contaminação de comida em que eu sou a vítima", disse Contrador em entrevista ao Wall Street Journal. Ele disse a um programa de rádio que pessoas que comeram com ele também reclamaram da qualidade da carne, que foi trazida da Espanha pela equipe dele.

Se for constatado que o ciclista fez uso de substância ilegal, ele poderá perder seu título de vencer de 2010 no Tour de France e ser banido do esporte por 2 anos. Entretanto, há evidências de que Contrador e outras pessoas podem ser vítimas dessa contaminação.

Em 1991, a Food and Drug Administration (FDA) alertou que a droga, normalmente em posse de veterinários, estava sendo usada para se conseguir certos benefícios nos animais. A FDA considerou que resíduos de Clenbuterol podem causar mau funcionamento do coração e pulmão nas pessoas que comerem carne contaminadas pela substância.

Vários casos de contaminação deste tipo foram diagnosticados na Europa. Na Espanha, onde Contrador consumiu a carne, o uso do Clenbuterol é bastande controverso. Em 1990, cerca de 135 pessoas que consumiram carne contaminada pela substância foram hospitalizadas com sintomas de taquicardia, espasmos musculares, dor de cabeça, náusea e febre.


publicado por Maluvfx às 10:20
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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011
O conceito de “comer carne” redefinido
O que há num nome? Uma rosa com qualquer outro nome teria seu cheiro mais doce? Esta foi a questão famosa de Shakespeare, mas me pergunto se, por outro lado, esta mesma pergunta poderia ser aplicável ao ato flagrante de comer carne… O que há num nome? É uma maneira de esconder a realidade do que está por trás do que há no prato. Conhecemos exemplos em que a linguagem ajudou na distinção entre as classes. No passado, a aristocracia inglesa jantava carne de carneiro, mas os pobres comiam o cordeiro. As palavras não apenas distinguem o que é para os ricos e pobres, elas disfarçam a verdade por trás de comer animais.

O que aconteceria se chamássemos uma coisa do que ela realmente é? Será que teríamos uma mudança de atitude? Será que o véu seria levantado o bastante para que mudássemos nosso comportamento? E se em vez de nos referir à carne como alimento, deixássemos de considerar totalmente que os animais sejam incluídos na categoria de “comida”. Isso seria um grande começo. E se parássemos de usar a palavra “ovo” e o chamasse de “envoltório de reprodução que tem a capacidade de se transformar em um novo ente”? E se expuséssemos a realidade do “leite”, chamando-lhe “secreções das glandulas mamárias”? Eu me pergunto se ele alteraria o sabor percebido. E se chamássemos a carne de “músculo do animal morto”? E no caso em que a palavra para o animal vivo é igual à do animal consumido (como “frango, “camarão ou “peixe”)? Pergunto-me, por exemplo, se seria apetitoso distinguir os animais vivos como “galinha” do animal morto o qual as pessoas jantam, chamando-lhe “músculo de galinha morta”? Não estou dizendo que temos de ser melodramáticos em relação a isso. Nós não precisamos dizer “carne podre”, apenas apontar que se trata do músculo de um animal morto deve ser suficiente.

Pense em todas as palavras que são usadas para dissociar completamente o conceito de alimento da vida, dos animais sencientes dos quais é derivado: carne de vaca, porco, vitela, carneiro, veado, caviar. Poderíamos dizer o que mostra a realidade: o “cadáver de vaca”, “cadáver de porco”, “descendentes do sexo masculino de uma vaca produtora de leite”, “cadáver de ovelha”, “cadáver de veado”, “peixes potenciais não fertilizados”, respectivamente. Então, para ir um passo além, há nomes exóticos que o som faz parecer como se houvesse prestígio, em vez da realidade de que você apenas come animais mortos: bife de Nova York, Filet Mignon, Chicken Cordon Bleu.

É claro que não basta parar com a carne animal. Deve-se também aplicar a outros ingredientes de origem animal, pois são uma verdadeira fonte de confusão, mesmo para o mais bem-intencionado vegetariano: coalho (revestimento do estômago de uma vaca ou porco) ou gelatina (substância glutinosa da carne cozida, unhas, olhos, pele etc. de uma vaca ou porco).

Meu irmão e sua esposa acabaram de ter um bebê, e agora que Benjamin tem 8 meses, ele está lentamente conhecendo alimentos sólidos. Um por um, eles estão apresentando sabores diferentes para ver do que ele gosta e não gosta. Ele adora doce de abóbora e batata, mas não gosta tanto de feijão verde ou banana. No dia em que eles abriram o pote e lhe apresentaram a “carne”, ele fez uma cara de nojo e cuspiu. Eles riram e minha mãe disse: “Ah, ele odeia carne! Melissa vai ser tão feliz”. Quando a minha mãe me contou a história, eu me sentia triste e disse: “Nenhum bebê quer comer vaca reconstituída em um pratinho?” Não é exatamente o que é? Por que queremos continuar esta prática, bárbara, embora cultural, das crianças, em que elas são forçadas a comer animais mortos? Na defesa do meu irmão e cunhada, o bebê não gosta de bananas… então o meu ponto não é sobre o que os bebês “naturalmente” preferem. Eu não estou negando que, depois de algum tempo, o sabor da carne do animal cozida não se torne um hábito de tal forma que se torna “uma segunda natureza”. Admito que eu, também, infelizmente, comia animais mortos cozidos e ingeria secreções (que eu bebia e gostava, especialmente quando esta era reforçada pelo açúcar e chocolate), até que um dia, quando eu fiz a conexão surpreendente, já não podia fingir ignorância.

Agora, o simples pensamento da ideia de comer um animal morto é revoltante. Eu ouvi os argumentos sobre a nossa evolução, como comer animais mortos ajudou nosso cérebro a desenvolver-se, nos ajudou a sobreviver em condições duras, e nos ajudou a prosperar como espécie. Eu não estou debatendo o que é “natural” ou “antinatural”. O que estou propondo é nós realmente considerarmos a velha questão: “O que há num nome?”. E começarmos a criar uma nova e mais direta maneira aberta para se comunicar, chamando alguma coisa do que ela realmente é, de modo que possamos nos tornar responsáveis por nossas ações e para as consequências que delas resultem. Nós começaremos a perceber que ter esse animal num prato, infelizmente, significa que, para chegar lá, ele foi criado e teve uma vida de sofrimento, ou, por estar no prato, ele foi sacrificado após ter sido uma criatura viva, respirando até o momento em que foi morto e convertido em um pedaço de carne, que deve passar por uma série de processos para que seja palatável e digestível. Minha esperança é que nos tornemos mais conscientes de nossas ações, e isso vai resultar em uma mudança na consciência. Meu objetivo é que um dia a definição de “alimento” só se refira a frutas, legumes, grãos e nozes, e não aos animais nem partes deles. Eu realmente acredito que este é um primeiro passo na “redefinição” não só das palavras, mas do mundo que desejamos.

Soluções Vegetarianas
por Melissa Martin


publicado por Maluvfx às 11:09
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Repensando o consumo de carne...
Cada vez mais é imperioso uma séria mudança no consumo de carne que milhões de seres humanos apreciam ainda no seu dia a dia achando que é imprescindível para uma boa alimentação. 


O abate de milhões de animais diariamente, além de ser contrário à evolução do homem no verdadeiro sentido da vida como espécie pensante, obriga a que haja um grande consumo de energia na Industria da morte, além dos gastos de água exorbitante numa quantidade sempre crescente de milho, soja e outros grãos em áreas que levam à destruição de muitas florestas no mundo, especialmente no Brasil onde o presidente Lula da Silva já anunciou medidas emergenciais para refrear os desmatamentos e queimadas da floresta Amazónia que está sendo destruida para repasto e plantio de cereais para animais. Ali, nos últimos cinco meses mais de 2.000 quilômetros quadrados foram perdidos.


Segundo Mark Bittman, um estudioso na matéria, o total mundial de fornecimento de carne foi de 71 milhões de toneladas em 1961, sendo que em 2007 a produção aumentou para 284 milhões de toneladas, esperando-se que o consumo mundial de carne dobre até 2050 se nada fôr feito para alterar este “crescimento implacável da produção de gado”, como diz Henning Steingield. Isto já não não falando das 50 milhões de toneladas diárias de excrementos que se produzem actualmente. 


Há mesmo quem diga que a produção de gado gera cerca de um quinto dos gases responsáveis pelo efeito estufa no mundo, superando o transporte. Exagerada ou não, esta afirmação é feita pela United Nations’ Food and Agricultural Organization, não por mim.


Doutro modo, um estudo feito no ano passado pelo Instituto Nacional de Ciências da Criação de Gado e Áreas de Pastagem do Japão, estimou que 1 Kg de carne bovina é responsável pela quantia de dióxido de carbono equivalente à emitida pelo carro popular europeu a cada 250 quilômetros, e queima energia suficiente para manter acessa uma lâmpada de 100 watts por aproximadamente 20 dias.


Por fim, o impacto ambiental de se produzir tanto grão para alimentar os animais, é profundo, e a agricultura nos Estados Unidos contribui para quase três quartos de todos os problemas da qualidade de água dos rios e riachos nacionais, como afirma a Environmental Protection Agency. Embora aproximadamente 800 milhões de pessoas no planeta sofram de fome ou desnutrição, a maior parte do milho e da soja plantados no mundo inteiro alimenta o gado, porcos e galinhas. Ou seja, cerca de duas ou cinco vezes mais grãos são necessário para produzir a mesma quantidade de calorias através da criação de gado do que o consumo directo desses mesmos grãos pela população. 


Enfim, perante tudo isto o que pode ser feito? Não há uma resposta simples, mas uma mudança de mentalidade e hábitos de vida seria o mais acertado nos dias que correm, aprimorando práticas agrárias também. 


Pessoalmente, creio que a alimentação do futuro vai ser vegetariana, nem que seja por força das circuntâncias. A verdade é que os americanos e europeus comem cada vez mais carne e isso é a causa de tantos problemas de saúde nas últimas décadas, não só com o aumento de doenças cardiovasculares, como de cancer e até do Alzheimer e Esclerose Multipla. 


A soja será o maior substituto de proteina animal, com grande vantagem em relação à carne, pois que a mesma quantidade tem o dobro de proteinas de excelente qualidade e não tem colesterol, hormonas, vacinas, antibióticos, etc., nem qualquer doença animal. 


O bem-estar dos animais é também uma grande preocupação hoje em dia, pois já existem muito mais pessoas que amam os animais e deixaram de consumi-los na forma de refeição. O mundo seria um local bem melhor se toda a humanidade fosse vegetariana como dizia Albert Esinstein e Leon Tolstoi. Gandhi, também dizia que “o grau de cultura e de civilização de um povo, conhece-se pela forma como se alimenta e trata seus próprios animais”...


Vale a pena tentar, sensibilizando as pessoas do mundo inteiro para uma dieta mais saudável. Todos ganhariamos com isso, menos os produtores de gado, claro. A mudança de hábitos alimentares e de comportamentos é urgente e talvez um maior esclarecimento sobre as consequências do consumo de carne associado ao desflorestamento, poluição, mudanças climáticas, problemas de saúde, e crueldade com os animais, encoraje o acto de preferir cada vez mais proteinas vegetais.


O Sr. Rosegrant do Instituto de Pesquisa de Política Alimentar diz mesmo que devia haver “uma forte campanha política para a redução do consumo de carne” (tal como se faz contra o tabagismo e alcoolismo), “enfatizando a saúde pessoal, compaixão pelos animais e compaixão pelos pobres e pelo Planeta”, concluiu.


Fica aqui mais esta questão,


Pausa para reflexão!


publicado por Maluvfx às 10:30
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Domingo, 4 de Julho de 2010
Ecologia, Direitos dos Animais, Consumo de Carne e Fome no Mundo - Debate publico com Dr. Fernando Nobre
PPA - Almada on Vimeo.
A revista Cultura ENTRE Culturas agradece ao Dr. Fernando Nobre por ter aceite o convite para debater e expor publicamente as suas posições, enquanto candidato à Presidência da Republica, sobre questões de crucial importância no momento actual como é o caso da ecologia, dos direitos dos animais, do consumo de carne e da fome no mundo.

Este debate publico teve lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 24 de Junho de 2010, e foi moderado pelo Prof. Dr. Paulo Borges.

Foi uma iniciativa da revista Cultura ENTRE Culturas e teve o apoio do Partido Pelos Animais e do Movimento Outro Portugal.

Links relacionados
:
Cultura ENTRE Culturas - arevistaentre.blogspot.com/
PPA - partidopelosanimais.com/partido-pelos-animais/108-debate-publico-com-o-dr-fernando-nobre.html
Movimento Outro Portugal - umoutroportugal.blogspot.com/
Dr. Fernando Nobre - fernandonobre.blogs.sapo.pt/ :: fernandonobre.org/
Documentário Meat The Truth - meatthetruth.nl/index.html


publicado por Maluvfx às 05:47
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Ecologia, Direitos dos Animais, Consumo de Carne e Fome no Mundo - Debate publico com Dr. Fernando Nobre
PPA - Almada on Vimeo.
A revista Cultura ENTRE Culturas agradece ao Dr. Fernando Nobre por ter aceite o convite para debater e expor publicamente as suas posições, enquanto candidato à Presidência da Republica, sobre questões de crucial importância no momento actual como é o caso da ecologia, dos direitos dos animais, do consumo de carne e da fome no mundo.

Este debate publico teve lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 24 de Junho de 2010, e foi moderado pelo Prof. Dr. Paulo Borges.

Foi uma iniciativa da revista Cultura ENTRE Culturas e teve o apoio do Partido Pelos Animais e do Movimento Outro Portugal.

Links relacionados
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Cultura ENTRE Culturas - arevistaentre.blogspot.com/
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Documentário Meat The Truth - meatthetruth.nl/index.html


publicado por Maluvfx às 05:47
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Quinta-feira, 1 de Julho de 2010
Ecologia, Direitos dos Animais, Consumo de Carne e Fome no Mundo - Debate publico com Dr. Fernando Nobre
PPA - Almada on Vimeo.
A revista Cultura ENTRE Culturas agradece ao Dr. Fernando Nobre por ter aceite o convite para debater e expor publicamente as suas posições, enquanto candidato à Presidência da Republica, sobre questões de crucial importância no momento actual como é o caso da ecologia, dos direitos dos animais, do consumo de carne e da fome no mundo.

Este debate publico teve lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 24 de Junho de 2010, e foi moderado pelo Prof. Dr. Paulo Borges.

Foi uma iniciativa da revista Cultura ENTRE Culturas e teve o apoio do Partido Pelos Animais e do Movimento Outro Portugal.

Links relacionados
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Cultura ENTRE Culturas - arevistaentre.blogspot.com/
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publicado por Maluvfx às 14:36
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