Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
CURSO DE FORMAÇÃO "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide"
CURSO DE FORMAÇÃO "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide"
2010-11-27
Image

A Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa, em parceria com a AMVAT (Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas) está a organizar um curso de formação intitulado “O Médico Veterinário e o Toiro de Lide”. No conjunto, esta formação, com uma duração de 135 horas, é constituída por três cursos distintos, destinados a Médicos Veterinários e a alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária, para um total de 50 participantes. Cada curso confere 3 ECTS. A participação nos três cursos confere a atribuição de um Diploma: “O Médico Veterinário e o Toiro de Lide”.

Estes cursos serão realizados na Faculdade de Medicina Veterinária, da Universidade Técnica de Lisboa. Contudo, 50% do tempo corresponde a uma componente de formação prática, a decorrer em diferentes ganadarias.

Programa resumido e datas de realização:

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Maneio e Características Morfofuncionais do Toiro” Programa: Cultura taurina. História da tauromaquia. O toiro Bravo em Portugal. Associação de Criadores de Toiros de Lide. Padrão da raça. Particularidades morfo-funcionais. Melhoramento genético e diversidade genética na raça Brava. Comportamento animal. Fisiologia da dor. O stress no toiro de lide. Maneio alimentar e reprodutivo.
Datas: 19 e 20, 26 e 27 de Novembro e 3 e 4 de Dezembro de 2010

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Actividade Veterinária nos Espectáculos Taurinos” Programa: Cultura taurina. A evolução do toiro de lide. Espectáculos taurinos. Actuação do Médico Veterinários nos espectáculos taurinos. Regulamento. Exame clínico do toiro: causas de rejeição. Apreciação do toiro no campo e durante a lide.
Datas: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de Março de 2011

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Actividade Veterinária nas Ganadarias” Programa: Cultura taurina. Principais problemas clínicos no toiro. Estado sanitário do gado bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro bravo em Portugal.
Datas: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de Novembro de 2011.

por  Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa


O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias
Instituição: Universidade Técnica de Lisboa - UTL
Unidade: Faculdade de Medicina Veterinária
Área: Ciências Agrárias
Descrição: O exercício da actividade médico-veterinária na área da produção e utilização do Toiro de Lide exige dos profissionais um saber diferenciado sobre a raça Brava que as estruturas curriculares dos cursos de Medicina Veterinária normalmente não ministram. A Faculdade de Medicina Veterinária (FMV) e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas (AMVAT) uniram esforços para oferecer, pela primeira vez, um curso capaz de responder justamente a essa necessidade de formação. A realização deste curso representa uma oportunidade única de aquisição de conhecimentos indispensáveis ao exercício profissional nesta área. O Curso corresponde a 3 ECTS (Solicitação de avaliação final).
Tipo de Curso: Formação Continuada / Extensão
Acesso: Presencial
Custo: ¬ 250,00
Duração: 6 Dia(s)
Início do Curso: 18/11/2011
Fim do Curso: 03/12/2011
Temas: Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro.Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.
Público Alvo: Médicos Veterinários. Alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária.
Professores: Júlio Cavaco Faísca - FMV Luísa Mendes Jorge - FMV Daniel Patacho de Matos - AMVAT João Costa Ferreira - AMVAT
Fonte



O Médico Veterinário e o Toiro de Lide -Actividade Veterinária nas Ganadarias

Escrito por Teresa Inácio
13-Jul-2010
18 Nov-2011
Datas de realização do Curso:
18 e 19, 25 e 26 de Novembro de 2011 e 2 e 3 de Dezembro de 2011
Introdução:
O exercício da actividade médico-veterinária na área da produção e utilização do Toiro de Lide exige dos profissionais um saber diferenciado sobre a raça Brava que as estruturas curriculares dos cursos de Medicina Veterinária normalmente não ministram. A Faculdade de Medicina Veterinária (FMV) e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas (AMVAT) uniram esforços para oferecer, pela primeira vez, um curso capaz de responder justamente a essa necessidade de formação.
A realização deste curso representa uma oportunidade única de aquisição de conhecimentos indispensáveis ao exercício profissional nesta área.

O Curso corresponde a 3 ECTS (Solicitação de avaliação final).
Organização:
FMV e AMVAT

Coordenação:
Júlio Cavaco Faísca - FMV | jcfaisca@fmv.utl.pt
Luísa Mendes Jorge - FMV | lmjorge@fmv.utl.pt
Daniel Patacho de Matos - AMVAT
João Costa Ferreira - AMVAT

Conteúdo Programático:
Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro.Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.

Público Alvo
Médicos Veterinários.
Alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária.

Programa 6ªFeira (18.11.11)
13:30 | Entrega de documentação.
14:00 | Abertura do Curso.
14:30 | Cultura Taurina: O cavalo no mundo dos toiros.
João Costa Ferreira
15:30 | Doenças infecciosas. Tuberculose. Paratuberculose.
Fernando Boinas
17:00 | Doenças parasitárias.
Luís M. Carvalho
18:00 | Estado Sanitário do gado Bravo. Planos Sanitários Oficiais.
António Pina Fonseca
Sábado (19.11.11)
9:00 | Visita a Ganadaria. Lote de vacas para intervenção de sanidade.Almoço Treino de cavalos de toureio.
6ªFeira (25.11.11)
14:00 | Contenção e Anestesia.
António Albarran
16:00 | Apresentção e discussão de casos clínicos.
António Albarran
Francisco Lira
Vasco Brito Paes
Sábado (26.11.11)
9:00 | Visita a Ganadaria.
Resolução cirúrgica de casos clínicos.
6ªFeira (2.12.11)
14:00 | A produção de toiros nos Açores. Corrida à corda.
Vielmino Ventura
16:30 | A falta de força nos toiros.
Aniceto Méndez Sánchez
18:00 | Aspectos económicos da produção do toiro de lide.
António Veiga Teixeira
Sábado (3.12.11)
9:00 | Visita a Ganadaria.
Resolução cirúrgica de casos clínicos.
18:00 | Avaliação

Inscrições:
Médicos Veterinários: 250€
Médicos Veterinários sócios AMVAT: 200€
Médicos Veterinários recém-graduados e alunos de MIMV: 125€
Limite máximo de inscrições: 50
Limite minímo de inscrições : 30

Secretariado:
Teresa Inácio
telf. 213652805 | fax: 213652810
e-mail: tbaltazar@fmv.utl.pt
Fonte



Faculdade de Veterinária organiza Curso de Formação Contínua sobre o tema "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade veterinária nos espectáculos taurinos"
17 de Março, 2011

A Faculdade de Medicina Veterinária organiza, em parceria com a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas o Curso de Formação Contínua sobre o tema "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade veterinária nos espectáculos taurinos".

Fonte

........


Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas organizam o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide
Organizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas está a decorrer o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias.

O curso debruça-se, de acordo com o conteúdo programático, sobre a «Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro. Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.»

por Francisco Vieira
........



TENHAM VERGONHA, SENHORES VETERINÁRIOS! 

 FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E A ASSOCIAÇÃO DE MÉDICOS VETERINÁRIOS DE ACTIVIDADES TAURINAS ORGANIZAM O CURSO «O MÉDICO VETERINÁRIO E O TOIRO DE LIDE»

Organizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas está a decorrer o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias.

O curso debruça-se, de acordo com o conteúdo programático, sobre a «Cultura Taurina. Principais problemas clínicos no toiro. Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.»

***
Esta notícia chegou-me via e-mail, por Posterous Spaces.
Escusado será dizer que fiquei perplexa.
Indignada, até!
Porquê?

Porque um VETERINÁRIO que se preze não defende “toiros de lide”. Tem o DEVER, sim, de os defender das mãos dos seus torturadores – o homem predador.

Recuperar animais após os espectáculos taurinos? Para depois voltarem a ser massacrados?
Isto é uma anedota, ou quê?
Onde está a vossa ÉTICA ANIMAL?

RASGUEM os vossos diplomas e vão picar pedras, que é mais adequado à vossa vocação de verdugos.

TENHAM VERGONHA, senhores veterinariozinhos!

por Isabel A. Ferreira


publicado por Maluvfx às 06:15
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CURSO DE FORMAÇÃO "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide"
CURSO DE FORMAÇÃO "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide"
2010-11-27
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A Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa, em parceria com a AMVAT (Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas) está a organizar um curso de formação intitulado “O Médico Veterinário e o Toiro de Lide”. No conjunto, esta formação, com uma duração de 135 horas, é constituída por três cursos distintos, destinados a Médicos Veterinários e a alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária, para um total de 50 participantes. Cada curso confere 3 ECTS. A participação nos três cursos confere a atribuição de um Diploma: “O Médico Veterinário e o Toiro de Lide”.

Estes cursos serão realizados na Faculdade de Medicina Veterinária, da Universidade Técnica de Lisboa. Contudo, 50% do tempo corresponde a uma componente de formação prática, a decorrer em diferentes ganadarias.

Programa resumido e datas de realização:

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Maneio e Características Morfofuncionais do Toiro” Programa: Cultura taurina. História da tauromaquia. O toiro Bravo em Portugal. Associação de Criadores de Toiros de Lide. Padrão da raça. Particularidades morfo-funcionais. Melhoramento genético e diversidade genética na raça Brava. Comportamento animal. Fisiologia da dor. O stress no toiro de lide. Maneio alimentar e reprodutivo.
Datas: 19 e 20, 26 e 27 de Novembro e 3 e 4 de Dezembro de 2010

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Actividade Veterinária nos Espectáculos Taurinos” Programa: Cultura taurina. A evolução do toiro de lide. Espectáculos taurinos. Actuação do Médico Veterinários nos espectáculos taurinos. Regulamento. Exame clínico do toiro: causas de rejeição. Apreciação do toiro no campo e durante a lide.
Datas: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de Março de 2011

“O Médico Veterinário e o Toiro de Lide – Actividade Veterinária nas Ganadarias” Programa: Cultura taurina. Principais problemas clínicos no toiro. Estado sanitário do gado bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro bravo em Portugal.
Datas: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de Novembro de 2011.

por  Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa


O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias
Instituição: Universidade Técnica de Lisboa - UTL
Unidade: Faculdade de Medicina Veterinária
Área: Ciências Agrárias
Descrição: O exercício da actividade médico-veterinária na área da produção e utilização do Toiro de Lide exige dos profissionais um saber diferenciado sobre a raça Brava que as estruturas curriculares dos cursos de Medicina Veterinária normalmente não ministram. A Faculdade de Medicina Veterinária (FMV) e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas (AMVAT) uniram esforços para oferecer, pela primeira vez, um curso capaz de responder justamente a essa necessidade de formação. A realização deste curso representa uma oportunidade única de aquisição de conhecimentos indispensáveis ao exercício profissional nesta área. O Curso corresponde a 3 ECTS (Solicitação de avaliação final).
Tipo de Curso: Formação Continuada / Extensão
Acesso: Presencial
Custo: ¬ 250,00
Duração: 6 Dia(s)
Início do Curso: 18/11/2011
Fim do Curso: 03/12/2011
Temas: Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro.Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.
Público Alvo: Médicos Veterinários. Alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária.
Professores: Júlio Cavaco Faísca - FMV Luísa Mendes Jorge - FMV Daniel Patacho de Matos - AMVAT João Costa Ferreira - AMVAT
Fonte



O Médico Veterinário e o Toiro de Lide -Actividade Veterinária nas Ganadarias

Escrito por Teresa Inácio
13-Jul-2010
18 Nov-2011
Datas de realização do Curso:
18 e 19, 25 e 26 de Novembro de 2011 e 2 e 3 de Dezembro de 2011
Introdução:
O exercício da actividade médico-veterinária na área da produção e utilização do Toiro de Lide exige dos profissionais um saber diferenciado sobre a raça Brava que as estruturas curriculares dos cursos de Medicina Veterinária normalmente não ministram. A Faculdade de Medicina Veterinária (FMV) e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas (AMVAT) uniram esforços para oferecer, pela primeira vez, um curso capaz de responder justamente a essa necessidade de formação.
A realização deste curso representa uma oportunidade única de aquisição de conhecimentos indispensáveis ao exercício profissional nesta área.

O Curso corresponde a 3 ECTS (Solicitação de avaliação final).
Organização:
FMV e AMVAT

Coordenação:
Júlio Cavaco Faísca - FMV | jcfaisca@fmv.utl.pt
Luísa Mendes Jorge - FMV | lmjorge@fmv.utl.pt
Daniel Patacho de Matos - AMVAT
João Costa Ferreira - AMVAT

Conteúdo Programático:
Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro.Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.

Público Alvo
Médicos Veterinários.
Alunos de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária.

Programa 6ªFeira (18.11.11)
13:30 | Entrega de documentação.
14:00 | Abertura do Curso.
14:30 | Cultura Taurina: O cavalo no mundo dos toiros.
João Costa Ferreira
15:30 | Doenças infecciosas. Tuberculose. Paratuberculose.
Fernando Boinas
17:00 | Doenças parasitárias.
Luís M. Carvalho
18:00 | Estado Sanitário do gado Bravo. Planos Sanitários Oficiais.
António Pina Fonseca
Sábado (19.11.11)
9:00 | Visita a Ganadaria. Lote de vacas para intervenção de sanidade.Almoço Treino de cavalos de toureio.
6ªFeira (25.11.11)
14:00 | Contenção e Anestesia.
António Albarran
16:00 | Apresentção e discussão de casos clínicos.
António Albarran
Francisco Lira
Vasco Brito Paes
Sábado (26.11.11)
9:00 | Visita a Ganadaria.
Resolução cirúrgica de casos clínicos.
6ªFeira (2.12.11)
14:00 | A produção de toiros nos Açores. Corrida à corda.
Vielmino Ventura
16:30 | A falta de força nos toiros.
Aniceto Méndez Sánchez
18:00 | Aspectos económicos da produção do toiro de lide.
António Veiga Teixeira
Sábado (3.12.11)
9:00 | Visita a Ganadaria.
Resolução cirúrgica de casos clínicos.
18:00 | Avaliação

Inscrições:
Médicos Veterinários: 250€
Médicos Veterinários sócios AMVAT: 200€
Médicos Veterinários recém-graduados e alunos de MIMV: 125€
Limite máximo de inscrições: 50
Limite minímo de inscrições : 30

Secretariado:
Teresa Inácio
telf. 213652805 | fax: 213652810
e-mail: tbaltazar@fmv.utl.pt
Fonte



Faculdade de Veterinária organiza Curso de Formação Contínua sobre o tema "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade veterinária nos espectáculos taurinos"
17 de Março, 2011

A Faculdade de Medicina Veterinária organiza, em parceria com a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas o Curso de Formação Contínua sobre o tema "O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade veterinária nos espectáculos taurinos".

Fonte

........


Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas organizam o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide
Organizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas está a decorrer o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias.

O curso debruça-se, de acordo com o conteúdo programático, sobre a «Cultura Taurina. Principais problemas clinicos no toiro. Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.»

por Francisco Vieira
........



TENHAM VERGONHA, SENHORES VETERINÁRIOS! 

 FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E A ASSOCIAÇÃO DE MÉDICOS VETERINÁRIOS DE ACTIVIDADES TAURINAS ORGANIZAM O CURSO «O MÉDICO VETERINÁRIO E O TOIRO DE LIDE»

Organizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e a Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas está a decorrer o curso O Médico Veterinário e o Toiro de Lide - Actividade Veterinária nas Ganadarias.

O curso debruça-se, de acordo com o conteúdo programático, sobre a «Cultura Taurina. Principais problemas clínicos no toiro. Estado Sanitário do gado Bravo. Recuperação dos animais após os espectáculos taurinos. Aspectos económicos da produção do toiro Bravo em Portugal.»

***
Esta notícia chegou-me via e-mail, por Posterous Spaces.
Escusado será dizer que fiquei perplexa.
Indignada, até!
Porquê?

Porque um VETERINÁRIO que se preze não defende “toiros de lide”. Tem o DEVER, sim, de os defender das mãos dos seus torturadores – o homem predador.

Recuperar animais após os espectáculos taurinos? Para depois voltarem a ser massacrados?
Isto é uma anedota, ou quê?
Onde está a vossa ÉTICA ANIMAL?

RASGUEM os vossos diplomas e vão picar pedras, que é mais adequado à vossa vocação de verdugos.

TENHAM VERGONHA, senhores veterinariozinhos!

por Isabel A. Ferreira


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Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
CARTA ABERTA AOS DEPUTADOS DA NAÇÃO PORTUGUESA
Barrancos - Touro de morte, área da Cultura Portuguesa?...
Assunto: Massacre de Touros (vulgo “Arte Tauromáquica”) em Portugal

Deputados:

Não vou seguir a norma do “Exmos. Senhores”, porque estou tão indignada com o que se passa nessa Assembleia, que acho que não merecem esta consideração da minha parte. Vá lá, nem todos.
Mas os que podiam dizer algo mais, ficam calados. E isso é péssimo. É cumplicidade.

Pois sei que o meu País está atravessar uma grave crise provocada por gente sem qualquer dignidade, que em vez de governar, desgoverna, e depois o povo é que paga.

Sei, por isso, que o momento não será o mais apropriado, mas ainda assim vou aproveitá-lo, porque esporadicamente um ou outro deputado pega no assunto pela rama e lança a sua acha, muito mal achada, e as coisas ficam por ali mesmo.

De que têm medo, deputados da Nação?

Um deputado medroso não devia ter assento numa Assembleia onde se tem a obrigação de DEFENDER a DIGNIDADE do nosso País.

Vou referir uma intervenção feita por João Almeida, deputado do CDS/PP (um partido que promove Massacres de Touros e tem como principal aficionado o Dr. Paulo Portas), que interpelou o Secretário de Estado da Cultura (?), Francisco José Viegas, sobre esse assunto, disparando uma série de disparates, indignos na boca de um Deputado da Nação.

Primeiro, referiu-se à Tauromaquia como «cultura essencial; um sector da nossa cultura; uma área da Cultura Portuguesa». PASMEI!

Eu, que estudei História, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tive uma cadeira de Cultura Portuguesa, ministrada pelo Professor Doutor Silva Dias, já falecido, e nunca a Tauromaquia foi integrada no nosso estudo. Deveria?

Depois João Almeida falou num sector NÃO SUBSIDIADO (e repetiu-se).

MENTIU, o João Almeida. Porquanto sabemos que as autarquias (isto é público) subsidiam estes actos violentos e sangrentos que não dignificam a Nação. UMA VERGONHA!

A alturas tantas, falou em “gostar ou não gostar” destes massacres, assim como se estivesse a falar de gostar ou não gostar de gelado de baunilha.

Que inconsciência! Que vazio mental!


João Almeida falou em nome de quem? Do interesse de quem?

Dos ganadeiros? E isso interessa à Nação?

Então, como ficamos, senhor Secretário de Estado? Temos ou não temos de defender “este património cultural português”? Quis saber João Almeida.

Francisco José Viegas, intelectual da nossa praça, titubeou, e denominou a Tortura de Touros de “Arte Tauromáquica”, e depois não disse nada de interesse para aqui ser reproduzido.

Arte Tauromáquica, Francisco José Viegas? Arte comparável à Arte Musical? À Arte da Dança? À Arte Cinematográfica? À Arte Teatral? À Arte Literária? À Arte Pictórica?

O acto de torturar violentamente um ser vivo será “arte” que mereça ser tratada pelo Secretário de Estado da Cultura, quando a verdadeira Cultura da Nação está de rastos?... Nem Ministério da Cultura existe, porque num país de incultos que interesse terá um Ministério da Cultura? Será esse o raciocínio?

Um deputado que vá para a Assembleia da República defender a VIOLÊNCIA GRATUITA E O SADISMO sobre um ser vivo, não tem competência para representar a Nação Portuguesa e os Portugueses. Melhor será demitir-se, porque não se ajusta ao cargo para o qual foi eleito, isto é, para defender valores humanos, valores que dignifiquem a Nação, e não valores imorais e violentos.

Os deputados do Partido «Os Verdes» estão caladinhos. Já até houve um que defendeu a Tortura dos Touros. Serão tão “verdes” quanto dizem? Estou em crer que serão tão negros quanto os outros.
UMA VERGONHA.

Já ouvi falar em fazer um referendo sobre a questão.

Penso que a vida e os valores humanos são dados tão adquiridos que não são referendáveis. É uma indignidade perguntar: és pela morte ou pela vida? És pela paz ou pela violência e pela tortura? Que no fundo é isso que vai perguntar-se num referendo sobre Tauromaquia, pergunta que vai embrulhada em papel de prata, para não parecer mal.

QUE VERGONHA!

O Massacre de Touros deve ser abolido não porque o povo quer ou não quer, ou porque o povo gosta ou não gosta. Mas simplesmente porque é algo imoral, primitivo e indigno de uma sociedade civilizada, e porque os animais não humanos não são objectos nem propriedade dos ditos homens, para que estes decidam da sua vida ou da sua morte. Eles nascem livres e livres devem viver no seu habitat. Têm esse direito inalienável.

Por isso, DEPUTADOS DA NAÇÃO, tenham vergonha e acabem de uma vez por todas com esta nódoa negra da sociedade portuguesa, que de “cultura” não tem nada. Acabem com esta ABERRAÇÃO SOCIAL. Façam algo de positivo pelo nosso País, e coloquem-no na lista dos países civilizados.

Não queiram, igualmente, constar da lista dos ignorantes que não sabem que um Touro é um animal tal como todos nós. E que o seu SOFRIMENTO é real, tão real quanto o nosso.

Por que têm de ceder ao lobby tauromáquico? Não tenham medo de dizer NÃO. Não sejam MEDROSOS E COVARDES tal como são os TORTURADORES DE TOUROS (vulgo toureiros).

Ao defenderem a tauromaquia estão a defender a “festa” da ignorância, da crueldade, do tribalismo, da tradição retrógrada, do vazio de ética, da discriminação especista, assentando tudo no sofrimento atroz do Touro e também do Cavalo.

TENHAM VERGONHA, DEPUTADOS DA NAÇÃO.

Pelo menos uma vez na vida HONREM o lugar que ocupam, porque isto não é uma questão de gostar ou não gostar de Massacres de Touros.

ISTO É UMA QUESTÃO CIVILIZACIONAL.

CIVILIZEM-SE, DEPUTADOS DA NAÇÃO.

EVOLUAM!

ESTAMOS NO SÉCULO XXI, DEPOIS DE CRISTO. NÃO SABIAM?...

Barrancos - Arte Tauromáquica, sector da nossa cultura?...

por Isabel A. Ferreira in Arco de Medina


publicado por Maluvfx às 11:30
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CARTA ABERTA AOS DEPUTADOS DA NAÇÃO PORTUGUESA
Barrancos - Touro de morte, área da Cultura Portuguesa?...
Assunto: Massacre de Touros (vulgo “Arte Tauromáquica”) em Portugal

Deputados:

Não vou seguir a norma do “Exmos. Senhores”, porque estou tão indignada com o que se passa nessa Assembleia, que acho que não merecem esta consideração da minha parte. Vá lá, nem todos.
Mas os que podiam dizer algo mais, ficam calados. E isso é péssimo. É cumplicidade.

Pois sei que o meu País está atravessar uma grave crise provocada por gente sem qualquer dignidade, que em vez de governar, desgoverna, e depois o povo é que paga.

Sei, por isso, que o momento não será o mais apropriado, mas ainda assim vou aproveitá-lo, porque esporadicamente um ou outro deputado pega no assunto pela rama e lança a sua acha, muito mal achada, e as coisas ficam por ali mesmo.

De que têm medo, deputados da Nação?

Um deputado medroso não devia ter assento numa Assembleia onde se tem a obrigação de DEFENDER a DIGNIDADE do nosso País.

Vou referir uma intervenção feita por João Almeida, deputado do CDS/PP (um partido que promove Massacres de Touros e tem como principal aficionado o Dr. Paulo Portas), que interpelou o Secretário de Estado da Cultura (?), Francisco José Viegas, sobre esse assunto, disparando uma série de disparates, indignos na boca de um Deputado da Nação.

Primeiro, referiu-se à Tauromaquia como «cultura essencial; um sector da nossa cultura; uma área da Cultura Portuguesa». PASMEI!

Eu, que estudei História, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tive uma cadeira de Cultura Portuguesa, ministrada pelo Professor Doutor Silva Dias, já falecido, e nunca a Tauromaquia foi integrada no nosso estudo. Deveria?

Depois João Almeida falou num sector NÃO SUBSIDIADO (e repetiu-se).

MENTIU, o João Almeida. Porquanto sabemos que as autarquias (isto é público) subsidiam estes actos violentos e sangrentos que não dignificam a Nação. UMA VERGONHA!

A alturas tantas, falou em “gostar ou não gostar” destes massacres, assim como se estivesse a falar de gostar ou não gostar de gelado de baunilha.

Que inconsciência! Que vazio mental!


João Almeida falou em nome de quem? Do interesse de quem?

Dos ganadeiros? E isso interessa à Nação?

Então, como ficamos, senhor Secretário de Estado? Temos ou não temos de defender “este património cultural português”? Quis saber João Almeida.

Francisco José Viegas, intelectual da nossa praça, titubeou, e denominou a Tortura de Touros de “Arte Tauromáquica”, e depois não disse nada de interesse para aqui ser reproduzido.

Arte Tauromáquica, Francisco José Viegas? Arte comparável à Arte Musical? À Arte da Dança? À Arte Cinematográfica? À Arte Teatral? À Arte Literária? À Arte Pictórica?

O acto de torturar violentamente um ser vivo será “arte” que mereça ser tratada pelo Secretário de Estado da Cultura, quando a verdadeira Cultura da Nação está de rastos?... Nem Ministério da Cultura existe, porque num país de incultos que interesse terá um Ministério da Cultura? Será esse o raciocínio?

Um deputado que vá para a Assembleia da República defender a VIOLÊNCIA GRATUITA E O SADISMO sobre um ser vivo, não tem competência para representar a Nação Portuguesa e os Portugueses. Melhor será demitir-se, porque não se ajusta ao cargo para o qual foi eleito, isto é, para defender valores humanos, valores que dignifiquem a Nação, e não valores imorais e violentos.

Os deputados do Partido «Os Verdes» estão caladinhos. Já até houve um que defendeu a Tortura dos Touros. Serão tão “verdes” quanto dizem? Estou em crer que serão tão negros quanto os outros.
UMA VERGONHA.

Já ouvi falar em fazer um referendo sobre a questão.

Penso que a vida e os valores humanos são dados tão adquiridos que não são referendáveis. É uma indignidade perguntar: és pela morte ou pela vida? És pela paz ou pela violência e pela tortura? Que no fundo é isso que vai perguntar-se num referendo sobre Tauromaquia, pergunta que vai embrulhada em papel de prata, para não parecer mal.

QUE VERGONHA!

O Massacre de Touros deve ser abolido não porque o povo quer ou não quer, ou porque o povo gosta ou não gosta. Mas simplesmente porque é algo imoral, primitivo e indigno de uma sociedade civilizada, e porque os animais não humanos não são objectos nem propriedade dos ditos homens, para que estes decidam da sua vida ou da sua morte. Eles nascem livres e livres devem viver no seu habitat. Têm esse direito inalienável.

Por isso, DEPUTADOS DA NAÇÃO, tenham vergonha e acabem de uma vez por todas com esta nódoa negra da sociedade portuguesa, que de “cultura” não tem nada. Acabem com esta ABERRAÇÃO SOCIAL. Façam algo de positivo pelo nosso País, e coloquem-no na lista dos países civilizados.

Não queiram, igualmente, constar da lista dos ignorantes que não sabem que um Touro é um animal tal como todos nós. E que o seu SOFRIMENTO é real, tão real quanto o nosso.

Por que têm de ceder ao lobby tauromáquico? Não tenham medo de dizer NÃO. Não sejam MEDROSOS E COVARDES tal como são os TORTURADORES DE TOUROS (vulgo toureiros).

Ao defenderem a tauromaquia estão a defender a “festa” da ignorância, da crueldade, do tribalismo, da tradição retrógrada, do vazio de ética, da discriminação especista, assentando tudo no sofrimento atroz do Touro e também do Cavalo.

TENHAM VERGONHA, DEPUTADOS DA NAÇÃO.

Pelo menos uma vez na vida HONREM o lugar que ocupam, porque isto não é uma questão de gostar ou não gostar de Massacres de Touros.

ISTO É UMA QUESTÃO CIVILIZACIONAL.

CIVILIZEM-SE, DEPUTADOS DA NAÇÃO.

EVOLUAM!

ESTAMOS NO SÉCULO XXI, DEPOIS DE CRISTO. NÃO SABIAM?...

Barrancos - Arte Tauromáquica, sector da nossa cultura?...

por Isabel A. Ferreira in Arco de Medina


publicado por Maluvfx às 11:30
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011
Só o conhecimento libertará.

(Um excelente texto que subscrevo inteiramente, e passo a transcrever com a devida vénia)
Por Nazaré Oliveira

Os pró-touradas, os aficionados, sempre com os mesmos argumentos ao longo de séculos e séculos, seja cá ou noutro país, completamente alheados dos estudos e da investigação séria que tem sido feita nestes últimos anos, insistem na recusa de serem esclarecidos ou até de dialogarem seriamente sobre esta matéria.

Aliás, nem seria preciso, já que a barbaridade, tortura e sofrimento, quando e porque existem, são desde logo motivo e condição sine qua non para acabar com esse espectáculo degradante e inqualificável.

Que extraordinárias as intervenções de Pilar Rahola no vídeo que anexo!

É muito importante trocar informações e, obviamente, esclarecer, dar a conhecer, sendo esta a perspectiva em que me coloco sempre, como pessoa que defende a dignidade para animais humanos e não humanos, e que considera que o esclarecimento honesto será a única forma das pessoas tomarem posição e decidirem sobre o fim desse espectáculo macabro – a tourada – entre outros.

Mas as pessoas têm que querer conhecer a outra parte. Ouvir os depoimentos até ao fim, ler os artigos até ao fim, ver os documentários até ao fim por muito que lhes custe, tal o horror que sempre esconde quem torturado está a ser ou quem numa agonia e morte lenta se esvai em sangue ou procura, a todo o custo, um olhar de compaixão ou misericórdia.

Sei que é difícil para certas pessoas aceitarem estes esclarecimentos humanamente e cientificamente comprovados. Indesmentíveis. No entanto, é condição fundamental para uma partilha de opiniões sensata e desejável não nos tornarmos inamovíveis nas nossas crenças, quando achamos que nada mais há a não ser nós próprios. Desse modo, garantidamente, enquistaremos, daí resultando, com toda a certeza, a conflitualidade interior que os aficionados vêm demonstrando.

Alguns deles têm-me dito “ De facto às vezes pergunto como é possível eu adorar animais e gostar de touradas?", e isto, sem falar da velha e gasta resposta que é dizerem que as touradas devem existir porque é tradição! Como se o facto de ser tradição fosse, por si só, justificação para desumanidades, barbaridades, condenação ao sofrimento e à morte.

Isto vem, de alguma forma provar a sua insegurança quanto à questão fulcral, isto é, sabem que o touro sofre, reconhecem que sofre, mas, em nome da "arte", da “tradição”, da satisfação dos “seus prazeres”, aceitam as touradas, ali, e nem querem saber ou questionar, nem o antes nem o depois. Só o “agora”.

Arte? Porquê Arte?

Que concepção têm de Arte? Será que querem dizer Arte de Matar?

Um homicida, um assassino que mata "com requintes de malvadez" (e vocês sabem que muitos planeiam a morte lenta de alguém, tal como fazem com o touro) criando estratégias para esse fim, sedentas de sangue, cenários de horror, psicopatas, ditadores que planearam e planeiam genocídios, o holocausto, enfim, pessoas para quem torturar é e foi diversão e até excitação, exorcizando desse modo recalcamentos do foro sexual, gente que, com toda a certeza, transporta em si inadaptações várias, desajustamentos de toda a ordem e patologias e comportamentos desviantes que a psiquiatria tão bem sinaliza e a própria Psicologia vem demonstrando.

Em pessoas que conheço, que conheço muito bem, e mesmo nos comentários que tenho lido nos jornais, redes sociais e até nas afirmações de certas figuras (figurinhas!) na TV, vislumbra-se perfeitamente, até nos gestos e semblante dessas pessoas, sem falar da sua vida pública e dos relacionamentos pessoais, amorosos e familiares que tanto expõem descaradamente, que são pessoas com problemas de natureza afectivo-emocional, de sociabilização, escondendo-se por detrás das profissões que têm, das roupas de marca que usam, das festas “in” aonde vão, dos “amigos” com os quais posam, das revistecas onde saem, dos enquadramentos familiares claramente ensaiados pelo marketing que os consome e deles tudo faz, até gente infeliz, completamente rendidos ao brilho efémero de uma socialité podre e devassa, na qual, mais tarde ou mais cedo, sucumbirão.

Deixam transparecer uma dureza e uma força que não existe para esconder sentimentos de culpa ou uma vida de fingimento, esforçando-se por mostrar aquilo que na realidade não são nem nunca conseguirão ser – gente com ética, gente com humanidade.

Na realidade, vivem sempre de algo e com algo emprestado, copiado, imitado! As suas relações sociais e amistosas são interesseiras e tudo fazem para conseguir favores de outrem, nem que para isso vendam a alma ao Diabo ou ao diabo do lobby tauromáquico, ou mesmo, aos ditos “artistas” toureiros, bem instalados nas suas propriedades ou “maisons” ou rondando as propriedades dos mayorais engordados com o sangue dos inocentes que sádica e insistentemente preparam para o sacrifício final, desde que nascem até ao ferro em brasa que cobarde e cruelmente lhe aplicam, bebendo sofregamente o seu sangue com o mesmo sorriso que fazem para a fotografia quando, grotescamente, se arreganham os dentes e se auto-promovem, pavoneiam e vangloriam por terem sido o pior dos cruéis, os mais ousados na coragem de matar por matar, inebriados com a ideia de uma heroicidade nacional que nunca terão porque de cobardia a História nunca se fará.

Uma certa imprensa vende-os, como tal, num marketing de ocasião que enjoa e enoja.

Todos os meios justificam o fim, e é vê-los a entrar e a fotografar as suas casas, vê-los a abrir as portas das suas casas, bonacheirões, arrogantes, com gestos ensaiados e os sorrisos postiços de quem só de verdadeiro tem a falta de dignidade e sentido de humanidade.

Só o verdadeiro conhecimento das coisas e da realidade fará com que os amantes das touradas passem a condená-las. Os amantes das touradas que compram o bilhete para a ver, que comodamente, nas suas casas, a vêem na TV, porque, os cavaleiros tauromáquicos, os toureiros a pé, os forcados, os ganadeiros e tantos mais, esses, sabem bem o que se esconde e o que querem que se não saiba.

E a mudança começará aqui: no esclarecimento sobre a realidade total, frontalmente apresentada ao público, sem artimanhas ou meias-verdades.

As redes sociais têm sido fantásticas e continuarão a sê-lo cada vez mais relativamente à informação e esclarecimento que têm dado para que a verdade se saiba e se combata a ignorância e a repressão. Para a construção do Humanismo, que olhe o outro de igual para igual e o respeite até na diferença, vendo nessa diferença um meio de enriquecimento cultural e cívico e o fortalecimento de um diálogo civilizacional que não se fique pela teoria nem por acordos ou tratados.

Lamentavelmente, até uma certa Igreja, um certo clero, uns certos cristãos, de forma aviltante, despudorada e cínica, ovacionam a morte lenta do nobre animal na arena com as mesmas mãos que nas suas missas dominicais ou confessionários lhes permitem o mea culpa de uma catarse feita de mentiras e hipocrisias.

Eu já nem sei se alguém apresentará contas a alguém, se há ou não Julgamento Final, se há ou não Juiz, juízes, se passam pelo fundo de uma agulha ou se não passam. O que sei é que o sofrimento é tanto e cada vez maior "aqui na terra", que há impunidades, prepotência, humilhação, morte, que vemos partir os que amamos e que tanta falta nos fazem (a nós e à humanidade) e que temos viva e bem viva esta corja empoleirada a sorrir sarcasticamente com o mal dos outros e a safar-se cada vez mais com esse mal e a dor que nos causa.

Dá-me asco, tudo isto. Sei que nem todos são iguais (na Igreja Católica e não só) mas, não podemos continuar a "aceitar" pacificamente esta justiça do "Pai perdoai-lhe que eles não sabem o que fazem", porque estamos fartíssimos de saber que eles sabem o que fazem, eles, os que ainda cá andam a espalhar a dor e a morte, perfeitamente tranquilos quanto ao tal Julgamento Final, no qual serão, obviamente, amnistiados por Deus, caso mostrem arrependimento depois do lastro de sangue e de terror que construíram durante TODA a sua vida.

Cada vez, vejo mais sofrimento e injustiça na vida dos mais desfavorecidos e mais vulneráveis.

Temos que (continuar) a agir e a exigir. Em torno das Associações, na rua, no trabalho, em casa, nas redes sociais. Intervir, alertando a Assembleia da República e outros órgãos institucionais para a urgência de um referendo sobre o fim das touradas e para a urgência de legislação verdadeiramente exemplar que proteja os animais não humanos de algumas bestas humanas.

Fazem de conta que nada disto existe e que a cruel e sanguinária realidade da qual falamos e escrevemos é pura invenção.

 
O TOURO SOFRE. É INQUESTIONÁVEL.
VER, AQUI, DECLARAÇÕES DE ESPECIALISTA QUE PROVAM/COMPROVAM ESTA TERRÍVEL VERDADE QUE MUITOS SE RECUSAM A ACEITAR.


http://www.youtube.com/watch?v=xnZ2LQlb4Hs&feature=youtu.be


EXCELENTE DEBATE! 
AS PALAVRAS DE PILAR RAHONA DIZEM TUDO! 


http://www.youtube.com/watch?v=zB8nggDvy7s&feature=related

CUSTA VER MAS, COMO SÓ O CONHECIMENTO NOS LIBERTARÁ DA MENTIRA, AQUI DEIXO ALGUNS EXEMPLOS, VERÍDICOS, DE CRUELDADE SOBRE ANIMAIS:

http://youtu.be/WlkvSFhyEeM
http://youtu.be/xvEiZA1VESQ
http://youtu.be/uQEpIWyeg2w
http://youtu.be/eCNCaFuWRQM
http://youtu.be/l10VSpX-w9s
http://youtu.be/AKCblkTQCFU
http://youtu.be/7dOPnElQqKc
http://youtu.be/Hw0sajf07kA
http://youtu.be/BVirCMQaJQc

Fonte: Arco de Medina


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Só o conhecimento libertará.

(Um excelente texto que subscrevo inteiramente, e passo a transcrever com a devida vénia)
Por Nazaré Oliveira

Os pró-touradas, os aficionados, sempre com os mesmos argumentos ao longo de séculos e séculos, seja cá ou noutro país, completamente alheados dos estudos e da investigação séria que tem sido feita nestes últimos anos, insistem na recusa de serem esclarecidos ou até de dialogarem seriamente sobre esta matéria.

Aliás, nem seria preciso, já que a barbaridade, tortura e sofrimento, quando e porque existem, são desde logo motivo e condição sine qua non para acabar com esse espectáculo degradante e inqualificável.

Que extraordinárias as intervenções de Pilar Rahola no vídeo que anexo!

É muito importante trocar informações e, obviamente, esclarecer, dar a conhecer, sendo esta a perspectiva em que me coloco sempre, como pessoa que defende a dignidade para animais humanos e não humanos, e que considera que o esclarecimento honesto será a única forma das pessoas tomarem posição e decidirem sobre o fim desse espectáculo macabro – a tourada – entre outros.

Mas as pessoas têm que querer conhecer a outra parte. Ouvir os depoimentos até ao fim, ler os artigos até ao fim, ver os documentários até ao fim por muito que lhes custe, tal o horror que sempre esconde quem torturado está a ser ou quem numa agonia e morte lenta se esvai em sangue ou procura, a todo o custo, um olhar de compaixão ou misericórdia.

Sei que é difícil para certas pessoas aceitarem estes esclarecimentos humanamente e cientificamente comprovados. Indesmentíveis. No entanto, é condição fundamental para uma partilha de opiniões sensata e desejável não nos tornarmos inamovíveis nas nossas crenças, quando achamos que nada mais há a não ser nós próprios. Desse modo, garantidamente, enquistaremos, daí resultando, com toda a certeza, a conflitualidade interior que os aficionados vêm demonstrando.

Alguns deles têm-me dito “ De facto às vezes pergunto como é possível eu adorar animais e gostar de touradas?", e isto, sem falar da velha e gasta resposta que é dizerem que as touradas devem existir porque é tradição! Como se o facto de ser tradição fosse, por si só, justificação para desumanidades, barbaridades, condenação ao sofrimento e à morte.

Isto vem, de alguma forma provar a sua insegurança quanto à questão fulcral, isto é, sabem que o touro sofre, reconhecem que sofre, mas, em nome da "arte", da “tradição”, da satisfação dos “seus prazeres”, aceitam as touradas, ali, e nem querem saber ou questionar, nem o antes nem o depois. Só o “agora”.

Arte? Porquê Arte?

Que concepção têm de Arte? Será que querem dizer Arte de Matar?

Um homicida, um assassino que mata "com requintes de malvadez" (e vocês sabem que muitos planeiam a morte lenta de alguém, tal como fazem com o touro) criando estratégias para esse fim, sedentas de sangue, cenários de horror, psicopatas, ditadores que planearam e planeiam genocídios, o holocausto, enfim, pessoas para quem torturar é e foi diversão e até excitação, exorcizando desse modo recalcamentos do foro sexual, gente que, com toda a certeza, transporta em si inadaptações várias, desajustamentos de toda a ordem e patologias e comportamentos desviantes que a psiquiatria tão bem sinaliza e a própria Psicologia vem demonstrando.

Em pessoas que conheço, que conheço muito bem, e mesmo nos comentários que tenho lido nos jornais, redes sociais e até nas afirmações de certas figuras (figurinhas!) na TV, vislumbra-se perfeitamente, até nos gestos e semblante dessas pessoas, sem falar da sua vida pública e dos relacionamentos pessoais, amorosos e familiares que tanto expõem descaradamente, que são pessoas com problemas de natureza afectivo-emocional, de sociabilização, escondendo-se por detrás das profissões que têm, das roupas de marca que usam, das festas “in” aonde vão, dos “amigos” com os quais posam, das revistecas onde saem, dos enquadramentos familiares claramente ensaiados pelo marketing que os consome e deles tudo faz, até gente infeliz, completamente rendidos ao brilho efémero de uma socialité podre e devassa, na qual, mais tarde ou mais cedo, sucumbirão.

Deixam transparecer uma dureza e uma força que não existe para esconder sentimentos de culpa ou uma vida de fingimento, esforçando-se por mostrar aquilo que na realidade não são nem nunca conseguirão ser – gente com ética, gente com humanidade.

Na realidade, vivem sempre de algo e com algo emprestado, copiado, imitado! As suas relações sociais e amistosas são interesseiras e tudo fazem para conseguir favores de outrem, nem que para isso vendam a alma ao Diabo ou ao diabo do lobby tauromáquico, ou mesmo, aos ditos “artistas” toureiros, bem instalados nas suas propriedades ou “maisons” ou rondando as propriedades dos mayorais engordados com o sangue dos inocentes que sádica e insistentemente preparam para o sacrifício final, desde que nascem até ao ferro em brasa que cobarde e cruelmente lhe aplicam, bebendo sofregamente o seu sangue com o mesmo sorriso que fazem para a fotografia quando, grotescamente, se arreganham os dentes e se auto-promovem, pavoneiam e vangloriam por terem sido o pior dos cruéis, os mais ousados na coragem de matar por matar, inebriados com a ideia de uma heroicidade nacional que nunca terão porque de cobardia a História nunca se fará.

Uma certa imprensa vende-os, como tal, num marketing de ocasião que enjoa e enoja.

Todos os meios justificam o fim, e é vê-los a entrar e a fotografar as suas casas, vê-los a abrir as portas das suas casas, bonacheirões, arrogantes, com gestos ensaiados e os sorrisos postiços de quem só de verdadeiro tem a falta de dignidade e sentido de humanidade.

Só o verdadeiro conhecimento das coisas e da realidade fará com que os amantes das touradas passem a condená-las. Os amantes das touradas que compram o bilhete para a ver, que comodamente, nas suas casas, a vêem na TV, porque, os cavaleiros tauromáquicos, os toureiros a pé, os forcados, os ganadeiros e tantos mais, esses, sabem bem o que se esconde e o que querem que se não saiba.

E a mudança começará aqui: no esclarecimento sobre a realidade total, frontalmente apresentada ao público, sem artimanhas ou meias-verdades.

As redes sociais têm sido fantásticas e continuarão a sê-lo cada vez mais relativamente à informação e esclarecimento que têm dado para que a verdade se saiba e se combata a ignorância e a repressão. Para a construção do Humanismo, que olhe o outro de igual para igual e o respeite até na diferença, vendo nessa diferença um meio de enriquecimento cultural e cívico e o fortalecimento de um diálogo civilizacional que não se fique pela teoria nem por acordos ou tratados.

Lamentavelmente, até uma certa Igreja, um certo clero, uns certos cristãos, de forma aviltante, despudorada e cínica, ovacionam a morte lenta do nobre animal na arena com as mesmas mãos que nas suas missas dominicais ou confessionários lhes permitem o mea culpa de uma catarse feita de mentiras e hipocrisias.

Eu já nem sei se alguém apresentará contas a alguém, se há ou não Julgamento Final, se há ou não Juiz, juízes, se passam pelo fundo de uma agulha ou se não passam. O que sei é que o sofrimento é tanto e cada vez maior "aqui na terra", que há impunidades, prepotência, humilhação, morte, que vemos partir os que amamos e que tanta falta nos fazem (a nós e à humanidade) e que temos viva e bem viva esta corja empoleirada a sorrir sarcasticamente com o mal dos outros e a safar-se cada vez mais com esse mal e a dor que nos causa.

Dá-me asco, tudo isto. Sei que nem todos são iguais (na Igreja Católica e não só) mas, não podemos continuar a "aceitar" pacificamente esta justiça do "Pai perdoai-lhe que eles não sabem o que fazem", porque estamos fartíssimos de saber que eles sabem o que fazem, eles, os que ainda cá andam a espalhar a dor e a morte, perfeitamente tranquilos quanto ao tal Julgamento Final, no qual serão, obviamente, amnistiados por Deus, caso mostrem arrependimento depois do lastro de sangue e de terror que construíram durante TODA a sua vida.

Cada vez, vejo mais sofrimento e injustiça na vida dos mais desfavorecidos e mais vulneráveis.

Temos que (continuar) a agir e a exigir. Em torno das Associações, na rua, no trabalho, em casa, nas redes sociais. Intervir, alertando a Assembleia da República e outros órgãos institucionais para a urgência de um referendo sobre o fim das touradas e para a urgência de legislação verdadeiramente exemplar que proteja os animais não humanos de algumas bestas humanas.

Fazem de conta que nada disto existe e que a cruel e sanguinária realidade da qual falamos e escrevemos é pura invenção.

 
O TOURO SOFRE. É INQUESTIONÁVEL.
VER, AQUI, DECLARAÇÕES DE ESPECIALISTA QUE PROVAM/COMPROVAM ESTA TERRÍVEL VERDADE QUE MUITOS SE RECUSAM A ACEITAR.


http://www.youtube.com/watch?v=xnZ2LQlb4Hs&feature=youtu.be


EXCELENTE DEBATE! 
AS PALAVRAS DE PILAR RAHONA DIZEM TUDO! 


http://www.youtube.com/watch?v=zB8nggDvy7s&feature=related

CUSTA VER MAS, COMO SÓ O CONHECIMENTO NOS LIBERTARÁ DA MENTIRA, AQUI DEIXO ALGUNS EXEMPLOS, VERÍDICOS, DE CRUELDADE SOBRE ANIMAIS:

http://youtu.be/WlkvSFhyEeM
http://youtu.be/xvEiZA1VESQ
http://youtu.be/uQEpIWyeg2w
http://youtu.be/eCNCaFuWRQM
http://youtu.be/l10VSpX-w9s
http://youtu.be/AKCblkTQCFU
http://youtu.be/7dOPnElQqKc
http://youtu.be/Hw0sajf07kA
http://youtu.be/BVirCMQaJQc

Fonte: Arco de Medina


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O Aficionado Pablo Picasso

Muitas vezes os aficionados do Massacre de Touros, para justificar a afición deles, dão-nos exemplos de gente famosa, que foram grandes admiradores desse espectáculo primitivo, pensando com isso livrarem-se do peso de uma culpa que sabem que carregam mas não admitem.

Um dos exemplos que dão é Pablo Picasso. Grande aficionado desde criança, quando o habituaram a aplaudir a violência dos massacres de Touros..

Ora eu sempre achei que por detrás de um aficionado estaria algo que não bate certo. Os famosos, lá por serem famosos, também têm as suas taras. Por vezes, taras muito maiores do que o comum dos mortais. Isto é do domínio público. Toda a gente sabe disto, ou as revistas cor-de-rosa não venderiam tanto.

Este fim-de-semana ao ler uma revista apensa a um jornal semanal de grande tiragem (não lhe vou fazer propaganda, porque quando preciso também não ma fazem), li algo surpreendente sobre Picasso. Algo que eu intuitivamente já sabia. Só podia ser.

As palavras são de uma mulher que viveu com ele (a única que está viva e a única, das muitas que teve, que o abandonou para não ser esmagada pelo “génio”, assim como as outras foram. Por isso as suas palavras são credíveis. Não partem de um sentimento de rejeição.

Françoise Gilot é nome de mulher e de artista plástica.

Sobre o homem com quem viveu entre 1943 e 1953, Gilot diz que ele tinha umatendência sádica, pediu-lhe que lesse as obras do marquês de Sade, assim como o pediu às outras suas mulheres. Só que Gilot respondeu-lhe que não, e refere: «Disse ao Pablo que a crueldade do Marquês de Sade estava por toda a parte naquela guerra (a 2ª Grande Guerra), não precisava ler mais sobre isso».

Retenho aqui a ideia “tendência sádica” e a palavra “crueldade”.

Mais adiante, Gilot refere: «Picasso mentia (às mulheres com quem viveu) a todas continuamente, para as manter em órbita em volta dele, de uma forma perversa e possessiva».

Deste parágrafo retenho a expressão “forma perversa e possessiva”.

Sobre um filho de um dos casamentos de Picasso, Gilot contou: «Picasso nunca quis que o filho chegasse a ser alguém; rebaixava-o, transformando-o no seu motorista (Picasso não conduzia).

Quando foi viver para o sul de França, Paulo (o filho) levava-nos normalmente às touradas, a que Picasso adorava assistir porque para ele a vida era uma corrida,uma luta sangrenta até à morte. Ele identificava-se com todas as personagens na arena, inclusive com o touro».

Daqui retenho “rebaixar o filho” e “para ele a vida era uma corridauma luta sangrenta até à morte”.

Numa outra parte da entrevista, Gilot diz que o comportamento de Picasso podia ser muito primitivo. Salienta ela: «Pablo tinha a curiosidade primária de uma criança que pega num relógio e o destrói para ver o que está lá dentro.»

Daqui retiro o “comportamento de Picasso podia ser muito primitivo ”.

Segundo Gilot, o comportamento de Picasso tornava-se cada vez mais injusto e cruel, aumentando-lhe a preocupação sobre os efeitos que isso poderia ter nos filhos que ambos tiveram (Claude e Paloma).

Mantinham uma relação familiar do género: Picasso era um “deus”, a mulher e os filhos “seres humanos”.

Bem, daqui retiro as palavras “injusto”, “ cruel” e “deus”.

Diz Gilot que Picasso tinha-se vangloriado junto dela dizendo que gostava de fazer sofrer as pessoas que o amavam. «Só sou desagradável para as pessoas que amo. Para as pessoas que não me interessam sou simpático», dizia Picasso.

O que poderemos concluir deste retrato psicológico de Picasso?

O protótipo do aficionado. Dos aficionados de todos os tempos. Já Nero era assim, por isso, o seu nome está ligado às maiores barbaridades cometidas em arenas.

O que tento provar com este texto é que por detrás de um aficionado está, sem a menor dúvida, alguém que tem comportamentos “estranhos”, que fogem à normalidade. É uma questão de esmiuçar a vida dessa pessoa.

Por isso, quando um aficionado quiser dar exemplos de gente famosa adepta de Massacres de Touros, certifique-se primeiro, de que o “exemplo” que pretende dar é uma pessoa com comportamentos sociais normais.

Lembrem-se de que os famosos também têm as suas pancas.

por Isabel A. Ferreira


publicado por Maluvfx às 11:37
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O Aficionado Pablo Picasso

Muitas vezes os aficionados do Massacre de Touros, para justificar a afición deles, dão-nos exemplos de gente famosa, que foram grandes admiradores desse espectáculo primitivo, pensando com isso livrarem-se do peso de uma culpa que sabem que carregam mas não admitem.

Um dos exemplos que dão é Pablo Picasso. Grande aficionado desde criança, quando o habituaram a aplaudir a violência dos massacres de Touros..

Ora eu sempre achei que por detrás de um aficionado estaria algo que não bate certo. Os famosos, lá por serem famosos, também têm as suas taras. Por vezes, taras muito maiores do que o comum dos mortais. Isto é do domínio público. Toda a gente sabe disto, ou as revistas cor-de-rosa não venderiam tanto.

Este fim-de-semana ao ler uma revista apensa a um jornal semanal de grande tiragem (não lhe vou fazer propaganda, porque quando preciso também não ma fazem), li algo surpreendente sobre Picasso. Algo que eu intuitivamente já sabia. Só podia ser.

As palavras são de uma mulher que viveu com ele (a única que está viva e a única, das muitas que teve, que o abandonou para não ser esmagada pelo “génio”, assim como as outras foram. Por isso as suas palavras são credíveis. Não partem de um sentimento de rejeição.

Françoise Gilot é nome de mulher e de artista plástica.

Sobre o homem com quem viveu entre 1943 e 1953, Gilot diz que ele tinha umatendência sádica, pediu-lhe que lesse as obras do marquês de Sade, assim como o pediu às outras suas mulheres. Só que Gilot respondeu-lhe que não, e refere: «Disse ao Pablo que a crueldade do Marquês de Sade estava por toda a parte naquela guerra (a 2ª Grande Guerra), não precisava ler mais sobre isso».

Retenho aqui a ideia “tendência sádica” e a palavra “crueldade”.

Mais adiante, Gilot refere: «Picasso mentia (às mulheres com quem viveu) a todas continuamente, para as manter em órbita em volta dele, de uma forma perversa e possessiva».

Deste parágrafo retenho a expressão “forma perversa e possessiva”.

Sobre um filho de um dos casamentos de Picasso, Gilot contou: «Picasso nunca quis que o filho chegasse a ser alguém; rebaixava-o, transformando-o no seu motorista (Picasso não conduzia).

Quando foi viver para o sul de França, Paulo (o filho) levava-nos normalmente às touradas, a que Picasso adorava assistir porque para ele a vida era uma corrida,uma luta sangrenta até à morte. Ele identificava-se com todas as personagens na arena, inclusive com o touro».

Daqui retenho “rebaixar o filho” e “para ele a vida era uma corridauma luta sangrenta até à morte”.

Numa outra parte da entrevista, Gilot diz que o comportamento de Picasso podia ser muito primitivo. Salienta ela: «Pablo tinha a curiosidade primária de uma criança que pega num relógio e o destrói para ver o que está lá dentro.»

Daqui retiro o “comportamento de Picasso podia ser muito primitivo ”.

Segundo Gilot, o comportamento de Picasso tornava-se cada vez mais injusto e cruel, aumentando-lhe a preocupação sobre os efeitos que isso poderia ter nos filhos que ambos tiveram (Claude e Paloma).

Mantinham uma relação familiar do género: Picasso era um “deus”, a mulher e os filhos “seres humanos”.

Bem, daqui retiro as palavras “injusto”, “ cruel” e “deus”.

Diz Gilot que Picasso tinha-se vangloriado junto dela dizendo que gostava de fazer sofrer as pessoas que o amavam. «Só sou desagradável para as pessoas que amo. Para as pessoas que não me interessam sou simpático», dizia Picasso.

O que poderemos concluir deste retrato psicológico de Picasso?

O protótipo do aficionado. Dos aficionados de todos os tempos. Já Nero era assim, por isso, o seu nome está ligado às maiores barbaridades cometidas em arenas.

O que tento provar com este texto é que por detrás de um aficionado está, sem a menor dúvida, alguém que tem comportamentos “estranhos”, que fogem à normalidade. É uma questão de esmiuçar a vida dessa pessoa.

Por isso, quando um aficionado quiser dar exemplos de gente famosa adepta de Massacres de Touros, certifique-se primeiro, de que o “exemplo” que pretende dar é uma pessoa com comportamentos sociais normais.

Lembrem-se de que os famosos também têm as suas pancas.

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