Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Domingo, 9 de Maio de 2010
Moby no VEGETHUS e interação com o VEDDAS

O DJ e produtor musical Moby, que é vegano (não consome qualquer produto que seja derivado de animais), esteve em turnê pelo Brasil entre os dias 18 e 24 de abril, passando por Brasília, Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Por todas as cidades por onde passou, Moby e sua equipe visitaram os restaurantes vegetarianos e veganos que lhes foram recomendados pela NUTRIVEG www.nutriveg.com.br ) que deu apoio na orientação da alimentação do astro durante a sua turnê pelo Brasil.
 

Durante a sua estada em São Paulo, que durou da tarde de quinta-feira até o almoço de sábado, Moby fez as suas 5 refeições na unidade Consolação do VEGETHUS Restaurante Vegano ( www.vegethus.com.br ), onde se reuniu com George Guimarães, proprietário e ativista pelos direitos animais, para conversar sobre o movimento pelos direitos animais no Brasil e no mundo.


É impossível deixar de notar e comentar sobre a simpatia e receptividade do músico com aqueles que compartilham dos mesmos ideais que o dele. Moby sempre usa a sua exposição para divulgar a causa pelos direito animais. Exemplo disso é o álbum lançado em 1996 intitulado Animal Rights.


O relacionamento com Moby teve início em 2006 durante uma conferência sobre direitos animais realizada em Washington, DC, o que possibilitou essa oportunidade de encontro durante a visita ao Brasil.


Na sexta-feira, dia do show em São Paulo, Moby reuniu-se com ativistas do VEDDAS www.veddas.org.br ) que compartilham com ele a mesma causa.




publicado por Maluvfx às 13:13
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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010
Moby em POA * Feeling so real


Moby almoçou e jantou no Restaurante Casa Verde!


Moby toca hoje em Porto Alegre, sou fã de suas músicas eletrônicas maravilhosas.
É um ativista pelos direitos dos animais e um dos mais importantes músicos da música eletrônica.
Moby toca teclado, guitarra e baixo. A obra Moby Dick, de Herman Melville deu nome ao artista de música eletrônica Richard Melville Hall "Moby" em referência ao parentesco entre o autor da obra e o músico.(Ele é neto do escritor). E também pelo fato da baleia (Moby Dick é um cachalote macho) ser caçada na história. Como ativista pelos animais, ele é contra a caça de baleias.Suas músicas foram trilha sonora do Documentário Terráqueos (Earthlings). O mais contundente documentário até hoje feito denunciando a exploração dos animais do planeta. Narrado por Joaquin Phoenix, que ganhou o Oscar.
Moby é vegano e ativista pela causa animal, e hoje almoçou e jantou no restaurante Casa Verde.
É uma grande honra tê-lo aqui na cidade, sou fã de suas músicas profundas e interessantes. Com certeza o show será o máximo!
O Moby inovou ao usar em suas músicas trechos de gravações do folclore negro do início do século 20 nos Estados Unidos. Ficou tão perfeito que foi sucesso total. Músicas perdidas no tempo foram misturadas a toques eletrônicos muito bem bolados.
Ele mistura 
soulblues e electrônica em uma combinação perfeita.O mais legal de suas músicas é que elas são reflexivas, mas também podemos dançar até cair com suas batidas eletrônicas. É uma mistura de tudo o que é harmônico e moderno.Sou fã de suas músicas desde que vi o filme Terráqueos, no qual toda a trilha sonora é Moby, nos faz admirar o mundo, odiar a humanidade e amar a qualidade e profundidade de suas produções.Quando o filme acabou minha vida mudou. Tudo ao meu redor foi visto de uma maneira diferente. Minha vida mudou para melhor, novas pessoas entraram nela. Para ficar.
E Moby é o músico que marcou esta fase da minha vida com suas músicas limpas, claras e eletrônicas.


Este é um disco punk, não é muito meu estilo, mesmo assim é bom. Vale a pena conhecer este músico de muitas qualidades e estilos musicais.
O restante da discografia e músicas para ouvir podem ser encontradas no site do Moby

Visite seu site:http://www.moby.com/e saiba por que muitos adoram a música que ele faz.





Moby durante show em POAFoto: Félix Zucco
Félix Zucco
Foi genial (e não menos que isso) o show de Moby ontem à noite em Porto Alegre. Passados 17 anos desde sua primeira vinda à cidade, o norte-americano fez uma apresentação ainda mais espetacular do que aquela realizada em 1993, quando ainda era um ilustre desconhecido para a maior parte das pessoas. Neste 2010, Moby é um dos artistas mais importantes e influentes da música pop - e provou isso ao vivo. 


Dominando palco, público e banda o músico, DJ e produtor nova-iorquino orquestrou uma ode à cultura eletrônica a partir de instrumentos acústicos (bateria, percussão, cordas) e de elementos digitais (teclados, seqüenciadores) making us feeling so real. Com guitarra em punho, o multinstrumentista tornou-se em um guitar hero clubber, transformando o Pepsi On Stage em uma rave urbana clássica, as we were in 93 naquele galpão velho da zona norte onde rolou a L&M Music.


Depois do climão sacro criado com a instrumental A seated night, do último álbum,Wait for Me, o show dá início a uma sequência absurda de hits: Extreme ways,MistakeIn my heart (linda, com Joy Malcon perfeita no vocal), Bodyrock (explosiva),Go (atualizada e revitalizada), Why does my heart feel so bad?Pale horsesPorcelain(dedicada a todos que estavam no local e precedida por um pedido de desculpas feito por Moby “por ser um americano ignorante que não sabe falar português” aliado a acordes de All Apologies, do Nirvana) e We are all made of stars (com o músico mandando ver na guitarra).


Na segunda metade do show, Lift me up e Natural Blues levantaram a galera, que cantou junto uma versão de Walk on the wild side (do Velvet Underground; foi legal, mas achei deslocada no setlist). Também rolou um cover de Whole Lotta Love, do Led Zeppelin. Disco Lies e The stars (na mesma ordem em que aparecem em Last Night) fecharam o bloco.


O bis foi com In this world (mais um show dentro do show a cargo da vocalista), Honeye a urgente Feeling so real, promovendo uma total volta no tempo e uma grande homenagem aos early ravers de POA – uma época livre de playboys, pitboys, patricinhas eletrônicas, alpinistas sociais e paraquedistas da noite.


Ao final, uma crucificação simbólica do artista (Deus, fé e religião são temas frequentes na obra do músico) com direção de luz perfeita e alto grau de emoção. Se você não viu Moby na capital gaúcha em 93 tudo bem, ontem você viu algo muito mais inspirador e determinante. Forte candidato a show do ano na cidade!





A noite abriu com os DJs Ka-hara e Cevallos, da NEON, e com Mixhell. No encerramento, o povo se jogou com os DJs Landosystem e Chaves, da DISC-O-NEXO, e Schutz (I love discorock).


A turnê de Moby segue para Curitiba (hoje, dia 21), São Paulo (23) e Rio de Janeiro (24).


Vídeos: houve um erro no crédito das músicas. Os títulos corretos são os que estão escritos no post e não os que aparecem nas legendas das imagens. Correção em breve. Desculpae!


Extreme ways



Mistake



In my heart



>>>>> Leia e ouça uma entrevista com Moby


publicado por Maluvfx às 22:15
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Segunda-feira, 29 de Março de 2010
Moby fala sobre a sua escolha pelo veganismo
Moby fala sobre a sua escolha pelo veganismo e dá algumas dicas práticas sobre como guardar os alimentos em uma pequena cozinha urbana. (em inglês)


publicado por Maluvfx às 15:13
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Sexta-feira, 26 de Março de 2010
Animal Aid: SegundaSemCarne
 Acreditamos que este filme otimista, com uma trilha sonora de Moby, tem o mérito artístico e o conteúdo para fazer as pessoas RE-pensar no seu consumo de carne e de seu impacto no Planeta. Intitulado "Que diferença faz um dia", o seu objectivo é incentivar as pessoas a ter pelo menos UM dia livre de carne por semana.


 Veja o filme abaixo ou visite www.meat-free-monday.com e se gostou, pode enviá-lo a amigos, familiares e colegas.


Fonte


publicado por Maluvfx às 19:22
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Domingo, 14 de Março de 2010
Livro de Moby que expõe a indústria da carne é lançado nos EUA

Uma das grandes conquistas da indústria da carne moderna é o fato de que a grande maioria das pessoas (…) não faz a mínima ideia de como os animais são criados e abatidos.”
(Peter Cheeke, professor de Zootecnia, Universidade de Oregon)
Gristle: Da indústria da carne até segurança alimentar. (Pensando duas vezes sobre a carne que comemos) Imagem: The New Press
PAPERBACK ORIGINAL - FOR OMNIVORES AND VEGANS ALIKE, A HARD-HITTING AND EYE-OPENING GUIDE TO THE MEAT YOU EAT, BY THE WORLD’S MOST FAMOUS VEGAN


Onde está o bife? Hoje em dia está ocupando seu espaço nos jornais. Mais do que nunca, a carne está ocupando as manchetes diárias e cresce o número de pessoas buscando informações exatas sobre o que estão comendo.
Os fatos colaboram: casos de contaminação crescem, a obesidade se tornou uma pandemia nos EUA e o setor da indústria da carne é responsável por uma emissão de gás metano que supera todo o setor de transportes.Não é à toa que milhões de pessoas estão pensando duas vezes sobre consumir carne. Deste cenário nasceu Gristle, o livro  que promete expor a indústria alimentícia dos EUA.
Gristle pode ser definido como um pacote de informações bastante dinâmico, na forma de um pequeno guia, feito para todas as pessoas que estão pensando sobre as consequências da indústria da carne – de onívoros até veganos.
Os autores da obra são o premiado músico e ativista Moby e a especialista Miyun Park, que reuniram as 15 principais vozes do país para opinar sobre a questão. Trata-se de um grupo eclético de áreas diversas, incluindo pecuaristas, ativistas pelos direitos dos trabalhadores, atletas profissionais, cientistas, ambientalistas, empresários do ramo de alimentos e defensores do bem-estar animal. Todos discutem sobre como e por que a indústria da carne prejudica trabalhadores, comunidades, o meio ambiente, nossa saúde, nossa carteira e os animais.
Gristle combina fatos extremamente objetivos com um toque de esclarecimento e traz belos gráficos e ilustrações que mostram a realidade da indústria de alimentação nos EUA.
Moby faz música desde os seus nove anos de idade e já vendeu mais de 20 milhões de álbuns. Famoso pelo seu ativismo político e social, ele é vegano e abolicionista há quinze anos. Miyun Park é diretora de uma organização internacional que visa o bem-estar de animais explorados na indústria, além de ser ex-vice presidente da Humane Society International.
O livro foi lançado nesta quarta-feira (10) e pode ser adquirido através da New Press por U$ 14,95 (internacional).
Com informações de The New Press



publicado por Maluvfx às 12:55
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