Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quarta-feira, 16 de Junho de 2010
População deve comer menos carne, diz ONU

A opção pelo vegetarianismo, uma mudança profunda na agricultura mundial e a redução do uso de combustíveis fósseis - como o petróleo e carvão - são as prioridades para proteger o ambiente, segundo estudo das Nações Unidas.
O relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) afirma que a produção de alimentos e os combustíveis fósseis causam poluição, emissão de gases-estufa, doenças e destruição de florestas. "A produção agrícola consome 70% da água potável, 38% do uso da terra e 14% das emissões de gases-estufa", afirma Achim Steiner, chefe do Pnuma.
Os consumidores podem ajudar, diz a ONU, cortando o consumo de carne e reduzindo o uso de combustíveis fósseis para viajar e aquecer a casa.
"Produtos de origem animal são impactantes porque mais da metade das plantações do mundo são usadas para alimentar animais, não pessoas", diz Steiner. Para ele, uma redução substancial dos impactos só seria possível com uma mudança radical da dieta humana no mundo todo.
Mas só na China, por exemplo, o consumo per capita de carne cresceu 42% em oito anos, entre 1995 e 2003. "O modo como o mundo é alimentado e abastecido de energia irá em grande parte definir o desenvolvimento no século 21", diz o documento.

FAUNA
Ursos ganham festa de aniversário no interior
O Parque Ecológico de São Carlos, a 230 km da capital, fez ontem uma festa para comemorar 1 ano de vida dos dois ursos-de-óculos (Tremarctos ornatus) nascidos em cativeiro, Sara e Ney. O animal é natural de florestas de altitude da América do Sul (da Venezuela ao norte da Bolívia) e está classificado como vulnerável na lista vermelha de espécies ameaçadas.
CONSERVAÇÃO
Aprovadas mais 13 reservas da biosfera
O mundo ganhou mais 13 reservas da biosfera - 5 delas na América Latina - e soma agora 564 reservas em 109 países, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). Haviam 21 candidaturas de 15 países.
Foram aprovados também cinco projetos de ampliação de reservas já existentes. Dos 13 novos monumentos naturais escolhidos, 3 estão no México, 1 na Nicarágua e 1 no Peru (na região de floresta amazônica).
O objetivo do título é proteger a biodiversidade, melhorar as relações do homem com o seu entorno e promover pesquisas. Grã-Bretanha e Suécia tiveram duas reservas retiradas da lista.
AQUECIMENTO
Emissões da UE caem menos que o esperado
A União Europeia reduziu suas emissões de gases-estufa em 6,5% em 2008, em relação aos níveis de 1990. A queda, causada principalmente pela crise financeira - que reduziu a atividade econômica - ficou abaixo do estipulado pelo Protocolo de Kyoto, que era uma redução de 8% no período nos 15 países do bloco. /AFRA BALAZINA e ANDREA VIALLI, com AGÊNCIAS
Clima em risco
6,5%

foi o quanto a União Europeia reduziu suas emissões de gases-estufa em relação a 1990 



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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010
ONU recomenda dieta vegana para combater mudanças climáticas
Fazenda em Mato Grosso

Uma mudança global para uma dieta vegana é vital para salvar o mundo da fome, pobreza de combustíveis e os piores impactos da mudança climática, diz um novo relatório da ONU. A previsão é de que a populção mundial chegue a 9.1 bilhões de pessoas em 2050 e o apeite por carne e laticínios é insustentável, diz o relatório do programa ambiental da ONU (UNEP).



A agricultura, particularmente produtos de carne e laticínios, é responsável pelo consumo de cerca de 70% da água doce do mundo, 38% do uso de terra e 19% das emissões de gases estufa, diz o relatório que foi lançado para coincidir com o dia do meio ambiente no próximo sábado (05 de junho).

Diz o relatório: “Espera-se que os impactos da agricultura cresçam sustancialmente devido ao crescimento da população e o crescimento do consumo de produtos animais. Ao contrário dos combustíveis fósseis, é difícil producar alternativas: as pessoas têm que comer. Uma redução substancial de impactos somente seria possível com uma mudança de dieta, eliminando produtos animais.”

O painel de especialistas categorizou produtos, recursos e atividades econômicas e de transporte de acordo com seus impactos ambientais. A agricultura se equiparou com o consumo de combustível fóssil porque ambos crescem rapidamente com o mais crescimento econômico, eles disseram.

Professor Edgar Hertwich, o principal autor do relatório, disse: “Produtos animais causam mais dano que produzir minerais de construção como areia e cimento, plásticos e metais. Biomassa e plantações para animais causam tanto dano quanto queimar combustíveis fóssil.”

Ernst von Weizsaecker, um dos cientistas que lideraram o painel, disse: “Crescente afluência está levando a um maior consumo de carne e laticínios – os rebanhos agora consomem boa parte das colheitas do mundo e, por inferência, uma grande quantidade de água doce, fertilizantes e pesticidas.”

Fonte: Guardian
via Lobo Repórter


publicado por Maluvfx às 20:13
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Sábado, 27 de Março de 2010
Dia Internacional do Livro Infantil
A 2 de Abril, data do nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, comemora-se o Dia Internacional do Livro Infantil.

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Por outro lado, as Nações Unidas declararam 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Este ano, todos somos convidados a celebrar a vida na Terra e a proteger a diversidade biológica, tão importante para as nossas vidas.

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A 2 de Abril, data do nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, comemora-se o Dia Internacional do Livro Infantil.

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Por outro lado, as Nações Unidas declararam 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Este ano, todos somos convidados a celebrar a vida na Terra e a proteger a diversidade biológica, tão importante para as nossas vidas.

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Dia Internacional do Livro Infantil
A 2 de Abril, data do nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, comemora-se o Dia Internacional do Livro Infantil.

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Por outro lado, as Nações Unidas declararam 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Este ano, todos somos convidados a celebrar a vida na Terra e a proteger a diversidade biológica, tão importante para as nossas vidas.

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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010
Consumo de carnes e peixes representa desperdício, diz relatório da ONU

Acostumados ao título de “topo absoluto da cadeia alimentar”, os seres humanos se dão ao luxo de comer de tudo, mas a um preço elevado: a pesca está levando as espécies marinhas à extinção, e a piscicultura polui a água, o solo e a atmosfera. São importantes motivos para a mudança de hábitos.
Alimentar a humanidade – nove bilhões de indivíduos até 2050, segundo as previsões da ONU – exigirá uma adaptação de nosso comportamento, sobretudo nos países mais ricos, que precisarão ajudar os países em desenvolvimento.
Segundo um relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), publicado nesta terça-feira (23), a produção mundial de carne deverá dobrar para atender à demanda mundial, chegando a 463 milhões de toneladas por ano.
A situação se agrava com a ocidentalização de hábitos e o enriquecimento: um chinês que consumia 13,7 kg de carne em 1980, por exemplo, hoje come em média 59,5 kg por ano. Nos países desenvolvidos, o consumo chega a 80 kg per capita.
“O problema é como impedir que isso aconteça. Quando a renda aumenta, o consumo de produtos lácteos e bovinos segue o mesmo caminho: não há exemplo em contrário no mundo”, destacou o cientista Hervé Guyomard.
Ele é diretor científico em Agricultura do Instituto Nacional de Pesquisa Agrônima da França (INRA), responsável pelo relatório Agrimonde sobre “os sistemas agrícolas e alimentares mundiais no horizonte de 2050″.


Desperdício com ração
Atualmente, a agricultura produz 4.600 quilocalorias por dia e por habitante, o suficiente para alimentar seis bilhões de indivíduos.
Deste total, no entanto, 1.500 são dedicadas à alimentação dos animais – que só restituem em média 500 calorias na mesa –, 800 se perdem no campo (pragas, insetos, armazenamento), e 800 são desperdiçadas nos países desenvolvidos de outras formas.
O desperdício é grande, pois mais de um terço (37%) da produção mundial de cereais serve para alimentar o gado – 56% nos países ricos – segundo o World Resources Institute.
O gado custa caro ao ambiente: 18% das emissões de gases causadores do efeito estufa, segundo a FAO (mais que os transportes) ou 51%, segundo o World Watch Institute (mais que a geração de energia).
A pecuária também custa 8% do consumo de água e 37% do metano, que colabora para o aquecimento global 21% mais que o CO2 emitido pelas atividades humanas.

Não rentável
E, mesmo que seja uma possível fonte de proteínas, a carne bovina não é “rentável” do ponto de vista alimentar: “são necessárias três calorias vegetais para produzir uma caloria de carne de ave, sete para uma caloria de porco e nove para uma caloria bovina”, explicou Guyomard.
Substituir o consumo de carne de animais terrestres pela carne de peixe não seria ainda uma alternativa adequada.
“Os oceanos não podem ser considerados uma despensa inesgotável”, estimou Philippe Cury, diretor de pesquisas do Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD).
O número de pescadores é duas a três vezes superior à capacidade de reconstituição das espécies.
No atual ritmo, a totalidade das espécies comerciais terá desaparecido em 2050.
Ativistas como do grupo paulista Veddas defendem como solução o veganismo, abstenção de todo tipo de produto derivado de animais.
Justificam que, além de haver o impacto ambiental gerado pela pecuária, “animais têm o direito à vida e à liberdade, livres da exploração humana”.
Com informações da Folha Online

Fonte: ANDA

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publicado por Maluvfx às 22:53
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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010
Comer é um ato político
Por Samantha Buglione*

O aquecimento global está na nossa barriga. Estamos, literalmente, comendo demais e aquecendo demais o planeta. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), 18% dos gases que causam o aquecimento global decorrem da pecuária intensiva. Vacas, porcos e galinhas são os verdadeiros vilões dos dias de calor. As vacas, principalmente. Isso porque as pobres leiteiras liberam metano, gás 21 vezes mais poluidor que o dióxido de carbono. Das áreas desmatadas na Amazônia, 75% são ocupadas pela pecuária, onde vivem cerca de 70 milhões de bois.

Para além dos dados da FAO, estudo da Universidade de Brasília afirma que a pecuária, no Brasil, é responsável por 50% das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa (GEEs). Mercedes Bustamante, uma das coordenadoras do trabalho, afirma que a pecuária emitiu cerca de um bilhão de toneladas de gases do efeito estufa em 2005. O estudo leva em conta três grandes fontes de emissão relacionadas diretamente à pecuária: o desmatamento para abertura de pastagens (tanto no cerrado quanto na Amazônia), as queimadas para manejo de pastagens, e o metano exalado pela fermentação de biomassa no estômago dos animais.

O fator que mais pesa no bolso é o desmatamento da Amazônia, responsável por 65% das emissões do setor em 2005. A pesquisa também confirma a percepção de que a pecuária é responsável pela maior parte (75%) da área derrubada de floresta no bioma. No caso do cerrado, a abertura de pastagens foi responsável por 56% do desmatamento do bioma e 13% das emissões do setor em 2005. O cálculo considera apenas o carbono emitido imediatamente pela queima da vegetação superficial e das respectivas raízes. Não inclui outra grande fonte de emissão, que é a decomposição da matéria orgânica misturada ao solo – uma emissão lenta e gradual, mas que, com o tempo, pode chegar ao dobro do que é emitido pelo desmatamento.

A população mundial aumentou algumas centenas de milhares nos últimos 50 anos, mas nada se compara ao número de bovinos. Estima-se que, para cada humano, há mais ou menos cinco vacas espalhadas por aí. Entram no cálculo, inclusive, os humanos que passarão a vida sem comer qualquer grama de proteína animal. Ao final da vida, um carnívoro comeu cerca de 1,8 mil animais.

Comer é um ato político, com impacto na saúde humana, no meio ambiente e na vida de outros seres vivos. Equivocadamente acreditamos que no silêncio do lar, na frente da TV, com “big alguma coisa” e muito refrigerante com glutamato não causamos danos. Estamos enganados. Atualmente, nosso garfo mata mais que tsunamis. Até 2050, haverá entre 1 bilhão e 3 bilhões de refugiados por conta de catástrofes ambientais. O responsável? Nosso churrasquinho, nosso garfo e nossa faca, ou seja, nós. Comer é a versão nada romântica do bater das asas de uma borboleta no Sul que causa um terremoto no Norte. No caso da carne, é a produção de soja transgênica no Brasil – que acaba com a pequena propriedade e manda milhares de agricultores para a cidade, aumentando os bolsões de miséria –, que alimenta os bois e vacas europeus (e brasileiros também). 75% da produção de soja são para alimentar animais que não vão alimentar todo mundo. Boa parte da plantação de soja e pecuária no Brasil está onde um dia foi mata atlântica, cerrado e floresta amazônica.

Comer não é um ato privado ou inocente. Querendo ou não, a eleição do nosso alimento revela o tipo de moral que rege nossas condutas e o tipo de sociedade que estamos fomentando.

* Professora de direito, bioética e do mestrado em gestão de políticas públicas da Univali. Doutora em ciências humanas.

Contato: buglione@antigona.org.br

Fonte: A Notícia
via


publicado por Maluvfx às 23:39
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Glaciares dos Himalaias: Greenpeace exige demissão de responsável da ONU
John Sauven, director do Greenpeace no Reino Unido, exigiu a demissão de Rajendra Pachauri da presidência do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) da ONU, por causa das previsões erradas sobre o fim próximo dos glaciares dos Himalaias.

O dirigente ambientalista afirmou ao diário britânico "The Times" que o IPCC precisa de um novo presidente que recupere a credibilidade da instituição, cujos relatórios dão suporte científico às actuais negociações climáticas.

O Greenpeace tem sido um dos mais fortes aliados de Rajendra Pachauri no movimento ambientalista mundial.

O IPCC reconheceu há duas semanas que tinha errado ao assumir no seu último relatório que os glaciares dos Himalaias poderiam desaparecer em 2035, com base em afirmações especulativas e um estudo de um cientista indiano da Universidade de Jawaharlal Neru (Nova Deli).

Os glaciares dos Himalaias são a maior concentração de gelo da Terra depois da Antártida e do Árctico, e fornecem mais de metade da água potável a 40% da população mundial, através de sete grandes rios asiáticos.

O vice-presidente do IPCC, Jean-Pascal van Ypersele, já pediu desculpas públicas pelo sucedido e Rajendra Pachauri reconheceu que as previsões sobre os glaciares eram "um caso de erro humano", mas considerou um pedido de desculpas pessoal como uma atitude "populista", segundo o jornal britânico "The Daily Telegraph".

O cientista indiano e Nobel da Paz de 2007 com Al Gore, acrescentou que este erro "não altera a conclusão de que os glaciares estão a derreter" devido ao impacto do aquecimento global. E sublinhou que não tencionava demitir-se.

Fonte: Planeta Vegetariano
 Aeiou


publicado por Maluvfx às 15:00
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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010
Nações Unidas condenam ações do governo japonês contra ativistas do Greenpeace

Junichi Sato e Toru Suzuki estão com julgamento marcado para a próxima segunda-feira, dia 15.
A Organização das Nações Unidas pelos Direitos Humanos revelou que o governo japonês infringiu uma série de leis internacionais de Direitos Humanos ao manter detidos dois ativistas do Greenpeace que desvendaram uma rede de corrupção no programa baleeiro japonês.
Junichi Sato e Toru Suzuki, conhecidos como “Tokyo Two”, serão julgados no dia 15 de fevereiro. “Nossos ativistas agiram em prol de um interesse público ao expor o escândalo que envolve o programa de caça de baleias japonês. Agora está claro que essa não é apenas uma opinião do Greenpeace, mas também de um órgão das Nações Unidas.”, disse Kumi Naidoo, diretor executivo do Greenpeace Internacional.
O Grupo de Trabalho constatou que Sato e Suzuki “agiram considerando que suas ações eram de interesse público, já que diziam respeito a crimes com valores dos contribuintes japoneses”. Reconhece-se que ambos colaboraram voluntariamente com a polícia e com o Ministério Público e que essa cooperação não foi reconhecida. Apesar disso, o Governo se nega a aceitar qualquer tipo de informação relevante, como o trabalho de ambos como ativistas ambientais, a investigação que realizaram, as provas recolhidas ou a ajuda que deram às autoridades para investigarem formalmente as alegações.
Concluiu-se também que o direito dos ativistas de não serem arbitrariamente privados de suas liberdades, os seus direitos à liberdade de opinião e de expressão e ao exercício legítimo atividades, bem como o seu direito de participar em atividades pacíficas
sem intimidação ou assédio não foram respeitados pelo Sistema de Justiça japonês. Tais fatos violam os artigos 18,19 e 20 da Declaração Universal dos Direitos Humanos e artigos 18 e 19 do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos. Foi também considerado que Sato e Suzuki tiveram o direito de contestar a sua detenção negado.
“A decisão de se dedicar a esse processo político foi feita pelo governo japonês anterior. A nova administração pode remediar a vergonha do presente parecer, garantindo que o processo agora será justo, de acordo com padrões legais internacionais”, disse Naidoo, que está viajando para o Japão na próxima semana para observar o julgamento.
Desde a sua primeira prisão, em junho de 2008, mais de 250.000 pessoas assinaram uma petição cobrando justiça para Junichi e Toru. Grupos de direitos humanos como a Anistia Internacional questionaram a legitimidade do processo. Foi iniciada hoje uma semana de protestos nas embaixadas do Japão ao redor do mundo, à espera do julgamento de segunda-feira.
Fonte: ANDA



publicado por Maluvfx às 15:44
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