Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Terça-feira, 13 de Julho de 2010
Hindus não querem bifes nos jogos da Commonwealth
Proposta do partido fundamentalista hindu BJP afectaria as ementas oficiais dos jogos de Outubro.

A Bharatiya Janata Party (BJP), o partido nacionalista hindu da Índia, defende que a remoção de carne de vaca das ementas dos eventos oficiais dos jogos da Commonwealth é uma forma de evitar problemas e de realçar a cultura e os valores indianos. “A vaca é sagrada na Índia. Este facto tem sido uma parte integral da nossa ética cultural durante séculos”, explicou Rajnath Singh, um alto dirigente da BJP.



As autoridades indianas aguardam a visita de mais de 100 mil estrangeiros durante os jogos, que decorrem entre 3 e 14 de Outubro, e nos quais competem todos os países que compõem a Commonwealth. A proposta ainda não foi comentada pela comissão organizadora dos jogos, mas já mereceu aprovação do Governo regional de Nova Delhi.

O hinduísmo é a religião tradicional da Índia e os cerca de 830 milhões de fiéis representam mais de 80% da população do país.
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Sábado, 10 de Abril de 2010
O QUE HÁ DE ERRADO EM COMER CARNE?
Existem várias razões:

1- ANATÔMICAS E FISIOLÓGICAS

A dieta de qualquer animal corresponde à sua estrutura fisiológica. Analisando a anatomia e a fisiologia dos animais carnívoros e seres humanos, percebemos grandes diferenças:

Os carnívoros...

· Ausência de dentes para trituração, pois a carne não precisa ser mastigada.
· Glândulas salivares pequenas.
· Saliva ácida: nenhuma Ptialina para pré digerir cereais.
· Ácido Muriático no estômago para digerir músculos animais, ossos duros, etc.
· Presença de garras afiadas.
· Sem poros na pele, transpiram pela língua.


Os seres humanos...

· Ausência de dentes caninos afiados e presença de molares para trituração de alimentos fibrosos, tais como cereais e vegetais.
· Glândulas salivares bem desenvolvidas, para a pré digestão de cereais e frutas.
· Saliva alcalina, com muita Ptialina, para pré digestão.
· Ácido estomacal 20 vezes mais fraco do que os carnívoros.
· Comprimento dos intestinos de 12 vezes o tamanho do corpo (frutas, cereais e legumes não apodrecem tão rápido, podendo ser eliminados do corpo mais lentamente).
· Ausência de garras.
· Transpiração através de milhões de poros na pele.
· Capacidade quase ilimitada para ingerir gorduras saturadas e colesterol.
· Capacidade limitada para desdobrar gorduras saturadas.

A presença ou ausência de poros está relacionada com os hábitos do indivíduo: os carnívoros tem o hábito de caçar durante a noite, quando é mais frio, e dormem durante o dia quando é mais quente (portanto não necessitam de glândulas sudoríparas), já os herbívoros, permanecem muito tempo no sol, colhendo seu alimento.

Além do acima citado, existe no ser humano uma total ausência de instintos carnívoros. A maioria das pessoas deixa que os outros matem os animais que lhe servirão de alimento, pois ficariam doentes se elas mesmas tivessem que executar tal tarefa. Ao invés de comer carne crua, como fazem os carnívoros, os homens a cozinham, assam, fritam, disfarçando-a com todos os tipos de molho e temperos, para que não tenha nenhuma semelhança com seu estado original.

Um carnívoro salivará ao simples cheiro de carne crua, mas nunca ao cheiro de uma fruta. Se fosse agradável ao homem atacar um animal e dilacerá-lo com os dentes ainda vivo, poderia se dizer que possui os instintos dos carnívoros. Por outro lado, um cacho de uvas suculenta lhe dá água na boca e, até mesmo sem fome, ele comerá um fruta, apenas porque lhe é saborosa.


2- QUESTAO DE SAÚDE

A carne não é um alimento adequado para o ser humano. Naturalmente é possível viver com ela, mas seu consumo desgasta prematuramente o organismo e lhe traz muitas doenças e problemas como:

Envenenamento...

Assim como nossos próprios corpos, também os corpos dos animas sofrem mudanças biológicas profundas em situações de perigo. No animal aterrorizado, antes e durante a agonia da morte são descarregados subprodutos tóxicos. Os níveis hormonais, especialmente de adrenalina, elevam-se, permanecendo em altos níveis na carne do animal abatido.

Câncer...

Pesquisas conduzidas entre grupos de vegetarianos, mostram que a incidência de câncer é surpreendentemente baixa entre eles comparando com outros grupos de idades e sexo correspondentes. A expectativa de vida nos vegetarianos também é maior.

Uma das razões é o fato de que a indústria da carne tenta encobrir a cor esverdeada, que esta adquire alguns dias depois do animal ter sido abatido, adicionando nitritos e nitratos na carne. Estas substâncias dão à carne uma aparência avermelhada, mas recentemente foram consideradas cancerígenas.

Diferenças na flora intestinal entre comedores de carne e vegetarianos também foram constatadas. As bactérias dos intestinos dos comedores de carne reagem com os sucos digestivos, formando substâncias químicas que são consideradas como causadoras de câncer. Isto pode explicar porque a incidência de câncer de intestino é maior em regiões onde é grande o consumo de carne, como na América do Norte e Europa Ocidental, enquanto que é extremamente raro em países vegetarianos como a Índia.

Doenças cardiovasculares...

Existe uma correlação entre o comer carne e a incidência de problemas cardiovasculares. As gorduras animais, tais como o colesterol, não são bem desdobradas no corpo humano. Tais gorduras começam a sedimentar-se nos vasos sangüíneos, e com a continuidade deste processo de acumulação ocorre uma diminuição da luz dos vasos sangüíneos, dificultando a circulação do sangue. Esta perigosa condição é chamada de arteriosclerose. Como conseqüência deste quadro temos uma grande sobrecarga no coração, que precisa trabalhar mais para bombear o sangue através das veias obstruídas, evoluindo para hipertensão arterial, enfartes e derrames.

Putrefação...

Assim que um animal é morto, as proteínas coagulam no seu corpo, e enzimas auto-destrutivas são liberadas (ao contrário das plantas, que se decompões lentamente, e que tem uma parede de células rígidas, e um sistema circulatório simples), em seguidas são formadas certas substâncias chamadas ptomaines, que vão levar a carne a um processo de decomposição e putrefação. Pelo tempo que leva um animal no processo de ser abatido, refrigerado, transportado para o açougue, comprado, trazido para casa, guardado, preparado e cozido, pode-se imaginar o estado de decomposição da carne servida no jantar. A carne passa lentamente através do sistema digestivo, que, como já foi citado acima, não foi feito para digeri-la. Este processo leva 5 dias, ao contrário dos vegetais, que são digeridos em 1 dia e meio. Durante este período, os órgãos digestivos estarão expostos aos produtos da decomposição da carne.

Além disto, a carne crua é extremamente contaminada por bactérias, podendo causa infecções. Freqüentemente bactérias patogênicas não são destruídas nem mesmo pelo cozimento, em especial se a carne for preparada "mal passada". E lesões cutâneas, produzidas com facas que estiveram cortando carne, podem produzir infecções.

Doenças renais, gota artrite...

Entre os produtos indesejáveis, acumulados no organismo pelos comedores de carne, destacam-se a uréia e o ácido úrico. Um médico americano, ao analisar a urina de comedores de carne e de vegetarianos, constatou que os rins dos comedores de carne tem que trabalhar 3 vezes mais do que os dos vegetarianos, para eliminar compostos de nitrogênio envenenados encontrados na carne. Enquanto jovens, os rins conseguem suportar esta carga extra, sem o surgimento de doenças ou lesões. Mas à medida que os rins envelhecem e se tornam prematuramente cansados, ficam incapacitados de realizar suas funções de forma eficiente, surgindo assim as doenças renais. Quando os rins não conseguem lidar com esta sobrecarga, o ácido úrico é depositado em todo o corpo. Nos músculos, podendo mais tarde endurecer e formar cristais, nas articulações, provocando os dolorosos problemas de reumatismo, artrite e gota, e nos nervos, resultando em neurites e ciática.

Eliminação deficiente...

Como o nosso sistema digestivo não foi projetado para uma dieta de carne, e esta tem um teor extremamente baixo de fibras, temos como conseqüência uma eliminação deficiente, surgindo assim a constipação. A carne move-se 4 vezes mais lentamente do que cereais e legumes através do sistema digestivo. Pesquisas concluíram que o padrão saudável de eliminação requer uma grande quantidade de fibra para previnir doenças tais como apendicite, diverticulite, câncer de colon, obesidade, etc...

 Química...

Animais de corte são tratados com muitos produtos químicos para aumentar seu crescimento, serem engordados rapidamente, melhorar o aspecto da cor da carne, etc.. A fim de produzir mais carne e de obter o máximo de lucro, os animais são forçados a comer, recebem injeções de hormônios para estimular o crescimento, estimuladores de apetite, antibióticos, sedativos e reações misturadas com substâncias químicas,

Animais doentes...

Um outro perigo da alimentação com carne, é a presença de doenças não detectadas, ou até mesmo ignoradas pelos produtores, em animais de corte. Freqüentemente, se uma animal tem algum tipo de tumor em algumas parte do corpo, esta parte é extraída, e o resto do corpo é colocado no mercado. Ou pior ainda, os próprios tumores são incorporados à preparação de salsichas e passam a ser chamados de "partes". Experimentalmente descobriu-se que se o fígado de uma animal doente for usado como alimento de peixe, este adquirirá câncer.

Cadeia alimentar...

Há na natureza uma longa cadeia de comedores. As plantas produzem o seu próprio alimento a partir da luz solar, da água e do ar, os animais comem plantas, animais maiores e os seres humanos alimentam-se dos animais menores. Situar-se no final da cadeia alimentar não é uma vantagem. Atualmente os campos estão sendo tratados com produtos químicos venenosos, e estes campos servem de alimento para os animais que come plantas. Estas substâncias químicas vão acumular-se no tecido gorduroso do animal durante toda sua vida. Quando o homem ingere esta carne recebe toda a concentração destas substâncias, acumuladas no organismo do animal durante anos.

Outra desvantagem é que, como a função de nutrição não se realiza com uma eficiência de 100%, isto é, nem todo o alimento ingerido é assimilado ou utilizado para produzir energia, e boa parte da energia transforma-se em calor, em cada nível de uma cadeia alimentar se verifica um perda de material e de energia.

3- SOCIAIS... ECONÔMICAS... ETICAS

A fome...

A carne é o alimento mais antieconômico e ineficiente que existe. O custo de meio quilo de proteína de carne é 20 vezes mais alto do que o de uma proteína de vegetal, de igual capacidade nutritiva. Das proteínas e calorias com que alimentamos nossos animais, apenas 10% é recuperada na carne que comemos, o que significa que 90% das mesmas são desperdiçadas. Várias extensões de terra são usadas para criação de animais de corte.

Estas terras poderiam ser muita mais produtivas se utilizadas para plantação de cereais e legumes para serem consumidos diretamente pelo homem. Por exemplo: um acre de terra usado para criar gado fornecerá apenas uma libra de proteína. No entanto, esta mesma terra, se usada para plantação de soja, produzirá 17 libras de proteínas.

Além disto, a criação de animais é mais prejudicial ao ecossistema, sendo que a quantidade de água necessária é 8 vezes maior do que a usada para irrigação de legumes e cereais.

Isto significa que, enquanto milhões de pessoas em todo o mundo estão morrendo de fome, alguns poucos ricos estão estragando várias extensões de terra, água e cereais, para poderem comer carne, que lentamente destroi seus corpos.

Não tirar a vida...

Uma das mais importantes razões para não comer carne é a de que não devemos tirar a vida, até mesmo de um animal, desnecessariamente. Até onde for possível, o alimento deverá ser colhido entre os grupos de itens onde o desenvolvimento da consciência é comparativamente pequeno, ou seja, se os vegetais forem acessíveis, os animais não devem ser abatidos. Além do mais, antes de matar qualquer animal que tenha consciência desenvolvida, considere repetidas vezes, se é possível viver com um corpo saudável sem tirar vidas.

Energia vital...

O princípio da energia vital afirma que certos alimentos contém mais força vital (prana) do que outras. A importância da vitalidade nos alimentos era reconhecida por Pitágoras, que dizia: "Apenas alimentos vivos e frescos podem dar condições ao homem de aprender a verdade". O romancista russo Tolstoy disse: "Alimentar-se da carcaça de um animal morto é algo de muito mau gosto".

Sabemos que toda a vida depende da energia do sol, e esta é armazenada nas plantas verdes, nas frutas, castanhas, cereais, etc. Quando comemos estes alimentos, consumimos energia solar diretamente. Em outras palavras, nos alimentamos de comida "viva" com quase toda energia solar ainda intacta.

Muitas plantas retém sua energia vital por muitos dias após serem colhidas, sendo ainda capazes de brotar e crescer. Por outro lado, a carne fica em processo de decomposição por diversos dias.

Por milhares de anos os iogues e os sábios tem nos ensinados que tanto a mente quanto o corpo são profundamente influenciados pelo que comemos.

"Você é o que come", é um ditado que se aplica tanto ao corpo quanto à mente.

Mas nossos antepassados, não comiam carne?

Não! Nossos primeiros ancestrais eram vegetarianos e não comiam carne, senão em período de extrema crise.

Alguns cientistas, inclusive Charles Darwin, concordam que os primeiros seres humanos eram comedores de frutas e legumes, e que nossa anatomia não mudou ao longo da história. O cientista sueco Von Linné afirma: "A estrutura interna e externa do homem, comparada a dos outros animais, mostra que legumes e frutas constituem seu alimento natural".

Foi apenas durante a última Era Glacial, quando sua dieta normal de frutas e legumes se tornou inacessível, que os primeiros seres humanos tiveram que começar a comer carne de animais para sobreviverem. Infelizmente o costume continuou depois da Era Glacial, seja por necessidade (caso dos esquimós e tribos que moram no extremo norte), ou por hábito e condicionamento (e também por falta de conhecimento).

Fonte: Autor Desconhecido
via Alimentação Viva






Por que não comer carne?

Desde criança aprendemos que não podemos viver sem as carnes devido ao seu alto teor protéico , sem ela o corpo “enfraquece ” até chegar a desnutrição , mas o que acontece é que milhares de pessoas conseguiram viver , e viver muito bem sem precisar sacrificar animais para se alimentar , exemplo disso é o Mahatma Gandhi , pacifista e homens inteligentes como Sócrates e Einsten .
Não quero negar o valor nutritivo desse alimento porém o mal que faz é muito maior , veja porquê :

- É um animal desvitalizado , pois está morto ,sem energia vital .
- O excesso de proteína é de baixo valor biológico, devido ao longo congelamento .
- Seu excesso de gordura saturada , provoca colesterol, porque não se dissolve no nosso sangue , ficam depositadas nas paredes , enrijecendo e vão contribuir na arteriosclerose .
- Antibióticos, proveniente das rações químicas, causam resistência bacteriana .
- Contém vacinas, resíduos de pesticidas , drogas alopáticas variadas , outros remédios além de DDT devido a ração , forração e carapaticidas.
- Hormônios sintéticos para aumentar a produção do leite como o dietiletilobestrol , hormônio feminino , provocando antecipação da menstruação e excesso de pêlos nas garotas . E nos garotos crescem seios e ficam afeminados .
- Contém ácido único , principalmente nas víceras , toxinas como escatol, fenol ,istamina ,putrescina, cadaverina, nitrosaminas , nitritos e nitratos (cancerígeno) ; sulfato de sódio para dar cor e aspecto “saudável” nos açougues ; salitre, para conservar e outros conservantes químicos como formol, adrenalina, adrenocomo e adrenolutina devido o abate ; chumbo, embora em pequenas quantidades , devido a proximidade dos pastos com estradas ; solitárias – tênia sagihate que é um verme intestinal perigoso ; bactérias e vírus diversos; brucelose, tuberculose bovina , humores plasmáticos bovinos ; substâncias linfocitárias ,alergenos, antigenos, benzoqureno ( l kg. De carne é igual a fumar 600 cigarros. Segundo o nutricionista mineiro Wilson Camargo , pós graduado em engenharia biorgânica pelo Instituto Finhorn (Escócia) .A fumaça da gordura que sai de um único bife contém tanto benzopireno quanto a fumaça de 600 cigarros – trinta maços) .
- Como nossos intestinos são muito compridos ( as carnes levam em média 6 horas para serem digeridas) acabam gerando reações químicas de putrefação dentro dele, provocando gases ,que fatalmente irão intoxicar o organismo , além de provocar alterações na fabricação de enzimas.

A CARNE E OS NUTRIENTES

Há uma diminuição do cálcio no consumo excessivo da proteína , provocando dentes fracos e mais tarde a osteoporose .
Está provado que o excesso de proteína cárnea não aumenta o rendimento físico . O trabalho muscular aumenta o teor de ácido lático ( fruto da degradação incompleta da glicose) nos tecidos , aumentando a fadiga, esse ácido deverá ser neutralizado com substâncias alcalinizastes ( frutas e verduras) . A carne é uma substância acidificante e por isso aumenta o cansaço .
É pobre em vitaminas ( exceto B6 que é essencial para o seu metabolismo ) e em minerais que são fatores alcalinizantes .
Pobre em fibras , a “vassoura “do intestino grosso , sem elas os resíduos das fezes vão se acumulando aí , putrefando , gerando gases , toxinas, divertículos e mais tarde qualquer inflamação tipo diverticulite, colite etc. além da prisão de ventre .

A CARNE E A IRIDOLOGIA

Quando olhamos a íris de uma pessoa , fica claro que toda doença nasce no intestino para depois ir para outras partes do corpo, mesmo que para o doente aparentemente não esteja demonstrando isso . E , ao limpar o corpo , começa também na área intestinal para depois chegar no órgão onde a doença está manifestada .
Na íris é possível perceber também se há falta de vitaminas e minerais , assim como tendências a ter colesterol , excesso de ácido úrico , etc.

VOCÊ AINDA VAI COMER CARNE ?

A carne vem acompanhada de substâncias tóxicas, frutos do metabolismo do animal quando ainda vivo (uréia – xixi – ácido láctico – ) , liberados no momento da morte (histemia, adrenalina) ou produtos de putrefação (fezes – suor) , iniciada logo após a morte. Vem acompanhadas de gorduras saturadas , provocando males coronários , câncer de intestino grosso, seios , pâncreas, próstata etc.
O ser vivo necessita de ambiente adequado onde encontre alimentação , clima, habitat , no caso das bactérias do cólon o “PH” é ácido , já o sangue necessita de meio alcalino .
A carne gera temperatura alta ( inadequada) , sangue ácido , intestino alcalino, consequentemente deixando as bactérias acidófilas com fome, gerando outras não acidófilas que aí encontrarão “PH”adequado para se desenvolver alterando a flora intestinal.
Existem demonstrações que portadores de câncer de cólon tem uma flora intestinal diferente dos não portadores , com excesso de clostridium paraputrificum e aumentos de substâncias carciongenéticas (que provocam câncer) nas fezes .
Vale à pena comer carne ? Dizer que é gostoso e dá prazer até parece conversa de drogado e toda droga gera vício estimulando ainda a ingestão de outras drogas como cigarro, álcool , muito sal , etc.
As papilas gustativas acostumam a determinado paladar mas a readaptação é possível e gratificante , descobre – se outros prazeres, não violentos mas desintoxicantes , em vez de dependência gerará liberdade, dizer que não consegue é estar numa escravidão , então :

SEJA LIVRE . NÃO USE DROGAS !!!



publicado por Maluvfx às 15:40
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"Sem carne, com grife"
Opções isentas de proteínas animais para todos os tipos de público e casas
Por Bruno Cesar Dias

Ovo-lacto, veggie, vegano. O que antes era apenas uma opção por não ingerir carne de nenhum tipo, hoje o modo de vida apresenta diversas matizes, bem como aumenta o número de pessoas que buscam força, vigor e saúde (significados diretos do termo latino vegetus) pela alimentação.

Esse público procura fazer substituições à altura das características nutricionais encontradas nas proteínas animais. Nos restaurantes específicos, as tribos veggies encontram esses pratos e se encontram para trocar receitas e informações. Infelizmente, a cultura gastronômica da maioria das casas ainda não dispõe de menus para esse público.

Mas é possível encontrar preparos feitos por grandes chefs em restaurantes de alta gastronomia. A maioria dos cardápios utilizam derivados de leite e ovos nos preparos, sendo bem recebida pelos ovo-lacto vegetarianos. Dessa forma, os adeptos podem conhecer pontos badalados e manter a dieta alimentar para além de uma simples salada. 

Le Brasserie Erick Jacquin



Um dos maiores nomes da cozinha francesa em terras nacionais, Erick Jacquin criou o tagliatelle vegetariano (foto) a pedido dos clientes. Para compor com a massa, o prato leva tomate confitado no azeite, aspargos, cogumelos shitake e Paris, abobrinha e manjericão verde e roxo. Segundo Caio Guerreiro Ottoboni, segundo chef da casa, o fundamental é garantir o tempo preciso do cozimento dos legumes e da massa, sendo que esta deve ser aberta na hora. O resultado é um prato leve, saboroso e que sacia qualquer estômago.
D.O.M
Alex Atala é um dos grandes responsáveis por resgatar em suas receitas legumes tradicionais do Brasil, como o quiabo e chuchu, antes mal vistos, além de e ervas como o poejo e priprioca, restritas ao Norte do país. Esses sabores são encontrados no meio do cardápio e em menu-degustações específicos promovidos regularmente no D.O.M.


Consomé de cogumelos com tucupi e jambu (foto) é um deles, utilizando uma variedade de tipo de fungo, ricos em proteínas, e ervas amazônicas. "Alguns dos grandes clássicos da cozinha são vegetarianos. Basta lembrar do espaguete ao molho de tomate, da sopa de cebola e do lámen".


Os restaurantes orientais são outra alternativa para os adeptos do vegetarianismo. "No ocidente temos a cultura de comer sempre com proteínas. Lá, a carne é acompanhamento, quando há", comenta o jovem chef Pablo Vidal, do Zazá Bistrô Tropical.



O prato principal veggie nessa casa carioca que mescla escolas tailandesa, indiana e brasileira é o 
Mini-penne com tomate assado, brócolis e amêndoas. Para os ovo-láctos, há uma opção de entrada: Tapioquinha com queijo coalho (foto),com molho de damasco e gengibre. "Para um bom prato vegetariano, a escolha dos legumes e vegetais precisa ser mais apurada", comenta Vidal.
Aprazível


Santa Tereza é o bairro mais hiponga do Rio. Mas, para provar um prato ovo-lacto cercado de muito charme, a pedida é o Aprazível. Lá é possível degustar  
Lasanha Campesina (foto), feita com lâminas shitake e cogumelo Paris entremeadas com molho bechamel de alho poró e molho caseiro de tomate. Para a chef e restaurantrice Ana Castilho, o prato junta as proteínas dos cogumelos com os sabores clássicos da Itália.

Localizado na badalada Dias Ferreira, que também abriga o restaurante de saladas Celeiro,  Sawasdee possui uma parte do menu unicamente para vegetarianos, uma das poucas casas que destacam essa parte do cardápio entre restaurantes de tíquete médio elevado.


"As cozinhas do Leste asiático prezam pelos vegetais, seja por questões religiosas e pela necessidade de alimentar os grandes contingentes populacionais", comenta o chef Marcos Sodré. Entre as opções, há para veganos, como o Arroz jasmim frito com legumes, nampla, shoyu e limão e o Curry verde de legumes com leite de coco, salpicado de coentro. Para os menos radicais, opções com um tempero comum na Tailândia, o molho de ostras, presente no Macarrão de arroz com legumes, molho de ostras, tomate cereja e manjericão (foto).

O hambúrguer, símbolo dos carnívoros mais apressadinhos, possui versões veganas em casas especializadas como General Prime Burger. A casa oferece saladas, massas e sanduíches como Prime Veggie, que leva cogumelos Paris e alho poró refogados no azeite com queijo brie gratinado. Mas o que chama a atenção é o Veggie Burger (foto) . O disco é feito da mistura  de arroz, grãos de feijão, cogumelos, berinjela e abobrinha, e tem fãs que vão às duas lojas da rede apenas para degustá-lo. "É um prato diferente, e todos gostam, seja por vegetarianos ou não", comenta Ulli Fuchsloch, diretor operacional e sócio. Um alívio para os fãs do junkie food vegano: comida com cara de fast food mas firme na proposta vegetal.
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publicado por Maluvfx às 15:15
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