Ética é o conjunto de valores, ou padrões, a partir dos quais uma pessoa entende o que seja certo ou errado e toma decisões. A ética é importante por que respeita os outros e a dignidade humana.

Quinta-feira, 2 de Junho de 2011
Animação Vegana do Instituto Nina Rosa
Animação Vegana do Instituto Nina Rosa 





Vegana, um filme do Instituto Nina Rosa



Sinopse: Luka é uma adolescente de 16 anos que aprendeu com sua tia Vera o valor e o respeito por cada ser vivo. Ela movimenta a família e a escola com suas restrições à exploração animal. Ela conseguirá fazer com que até seu pai, um homem resistente a novas idéias e às mudanças de hábitos, repense alguns valores e práticas. Abaixo, o filme completo.
Vegana, episódio Inspiração
Vegana, episódio Manifestação
Vegana, episódio Escola
Vegana, episódio Ninhada
Vegana, episódio Habitantes das Águas
Vegana, episódio Almoço Vegano
Vegana, episódio Circo
Vegana, episódio Compras
Vegana, episódio Abate Humanitário
Vegana, episódio Denúncia
Vegana, episódio Tradições
Vegana, episódio Despertar
Ficha Técnica:
Gênero: Animação
Duração: 55 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Classificação indicativa: 12 anos
Argumento e Roteiro: Instituto Nina Rosa
Produção Executiva e Realização: Instituto Nina Rosa
Direção: Airon Barreto
Estúdio: Cosmic Cartoons
Produção: Deise Ueda
Música: Fernando Feresin e Caio Petrônio
Dublagem: Mauro Castro (Reinaldo – pai da Luka), Selma Egrei (Ana – Mãe da Luka), Priscila Tessuto (Luka), Gabriela Veiga (Bia) e Fernando Fanitelli (Veterinário)
Fonte: Vista-se


publicado por Maluvfx às 04:36
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Animação Vegana do Instituto Nina Rosa
Animação Vegana do Instituto Nina Rosa 





Vegana, um filme do Instituto Nina Rosa



Sinopse: Luka é uma adolescente de 16 anos que aprendeu com sua tia Vera o valor e o respeito por cada ser vivo. Ela movimenta a família e a escola com suas restrições à exploração animal. Ela conseguirá fazer com que até seu pai, um homem resistente a novas idéias e às mudanças de hábitos, repense alguns valores e práticas. Abaixo, o filme completo.
Vegana, episódio Inspiração
Vegana, episódio Manifestação
Vegana, episódio Escola
Vegana, episódio Ninhada
Vegana, episódio Habitantes das Águas
Vegana, episódio Almoço Vegano
Vegana, episódio Circo
Vegana, episódio Compras
Vegana, episódio Abate Humanitário
Vegana, episódio Denúncia
Vegana, episódio Tradições
Vegana, episódio Despertar
Ficha Técnica:
Gênero: Animação
Duração: 55 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Classificação indicativa: 12 anos
Argumento e Roteiro: Instituto Nina Rosa
Produção Executiva e Realização: Instituto Nina Rosa
Direção: Airon Barreto
Estúdio: Cosmic Cartoons
Produção: Deise Ueda
Música: Fernando Feresin e Caio Petrônio
Dublagem: Mauro Castro (Reinaldo – pai da Luka), Selma Egrei (Ana – Mãe da Luka), Priscila Tessuto (Luka), Gabriela Veiga (Bia) e Fernando Fanitelli (Veterinário)
Fonte: Vista-se


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Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010
Reportagem da Revista Galileu afirma que o vegetarianismo é nocivo ao meio ambiente

Falácia e falta de informação

Por Paula Brügger  (da Redação)
É difícil rebater, ponto a ponto, todas as falácias e impropriedades apresentadas em uma matéria publicada na revista Galileu sem escrever um longo texto. Mas podemos começar pelo próprio título – “Vegetarianos fazem mal ao meio ambiente” (leia aqui a reportagem da Galileu)- que revela o viés maniqueísta e sensacionalista, característico da chamada imprensa marrom, que permeia o conteúdo da matéria, e me faz lembrar manchetes famosas como “Cachorro faz mal à moça!”.

Donal Murphy-Bokern é pesquisador
O autor, ou responsável pela matéria publicada em setembro deste ano, o pesquisador Donal Murphy-Bokern comete, já de início, o erro de não citar a referência bibliográfica do estudo que usa para fazer a afirmação extremamente polêmica de que uma dieta que se situa mais próxima do topo da cadeia trófica – isto é, que inclui carne – é mais sustentável do que as dietas que se encontram na base da cadeia, ou seja, as dietas vegetarianas. Tal afirmação viola os mais básicos preceitos ecológicos e termodinâmicos que postulam que, quanto mais nos distanciamos da base de uma cadeia trófica, menor é a disponibilidade energética, já que a fonte primeira de energia para garantir a perpetuação de todas as formas de vida no planeta – em ecossistemas terrestres ou aquáticos – é a fotossíntese.  Além de não citar a fonte do estudo que embasa a problemática conclusão sobre a sustentabilidade das dietas, a matéria faz também alusões genéricas do tipo “se todos os cidadãos do país deixassem de comer carne hoje, o ecossistema entraria em colapso”. Resta saber a que “ecossistema” se faz referência e quais seriam os tipos de colapso, já que estes podem ser os mais variados. A matéria também peca ao não esclarecer ao leitor que qualquer hábito de consumo, interrompido de forma abrupta, provocaria algum tipo de dano, social ou ambiental, haja vista o complexo grau de interconexões e interdependências de todos os tipos em nosso mundo globalizado.

O vegetarianismo é a única forma de revertermos os desequilíbrios ambientais (Foto: VegSource)
Mas o texto contém muitas outras afirmações bastante questionáveis, ou sem embasamento algum.  Algumas delas são: os vegetarianos substituem alimentos de origem animal por soja e lentilha (ou outros produtos importados, ou de alto custo ambiental); os substitutos da carne – como o tofu – são altamente industrializados, e isso demanda uma grande quantidade de energia; o tofu não é mais “verde” do que um prato de churrasco etc. Vários problemas podem ser detectados aqui. O primeiro é afirmar que os vegetarianos, genericamente falando, optam pelos substitutos citados pelo autor, ou que sempre escolhem substitutos com alto custo ambiental (como os não produzidos localmente), coisa que simplesmente não procede. O leque de opções para uma dieta vegetariana ou vegana saudável é muito amplo, o que desqualifica tal argumento. O segundo é generalizar uma questão supostamente verdadeira no contexto inglês ou britânico, como uma verdade universal, e daí afirmar que os vegetarianos fazem mal ao meio ambiente e são prejudiciais ao planeta! O autor se refere, também, à proteína de soja e ao tofu como se fossem a mesma coisa, além de praticamente reduzir os problemas ambientais à emissão de gases do efeito estufa, uma abordagem mecanicista e parcial. Mas há ainda uma afirmação no mínimo intrigante: a de que “a fabricação de proteína de soja consome mais energia do que a transformação de carne bovina em hambúrguer”. Quando li esta frase imaginei que estivesse havendo um problema de redação (ou será uma “pegadinha”?) uma vez que esta é uma afirmação óbvia: é lógico que partindo da carne bovina, como matéria prima (sic), a fabricação de um hambúrguer demandaria pouquíssima energia, pois envolveria, basicamente, apenas a quantidade de energia necessária para movimentar uma máquina de moer. Aliás, esse processo poderia ser feito até de forma  manual, movida por uma fonte renovável: ATP! Será que foi isso mesmo que quiseram dizer com a frase? Entretanto, o processo produtivo até chegar à matéria prima “carne bovina” (re-sic), gerador de tantas e tão bem documentadas externalidades e desperdícios de recursos naturais e energia, não foi levado em conta na argumentação do autor.
É lamentável que sejam ignorados, na matéria em questão, inúmeros estudos recentes, de grande envergadura, que comprovam os gigantescos impactos decorrentes da pecuária, tais como o Livestock´s Long Shadow – environmental issues and options, publicado pela FAO, em 2006;  o Livestock and Climate Change, de Robert Goodland e Jeff Anhang, de 2009;  o Global Biodiversity Outlook 3 (GBO-3), de 2010; e um interessante estudo da UNEP, também de 2010, intitulado Assessing the Environmental Impacts of Consumption and Production: Priority Products and Materials, que recomenda a adoção de uma dieta essencialmente vegana (p.82), para diminuir o impacto ambiental. Mesmo o GBO-3, que trata, em tese, apenas de biodiversidade, recomenda, na p.85, níveis mais moderados de consumo de carne. Estarão os autores e organizadores de todos esses estudos errados? É uma lástima que o autor do texto e os responsáveis pela matéria tenham perdido a oportunidade de – no Ano Internacional da Biodiversidade, 2010 – apresentar dados que apontam a pecuária como um dos principais vetores de perda e degradação de habitats, que são as principais causas de perda de biodiversidade, e de incontáveis outras catástrofes ambientais e sociais.
O texto, ao contrário de prestar essas valiosas informações, promove uma das principais miopias ecológicas que caracterizam a ideologia da sociedade industrial: a tese da “escassez tecnológica”, uma idéia que está diretamente ligada à afirmação da superioridade da técnica sobre a ética e à falácia de que a tecnologia pode resolver os graves problemas sociais, éticos e ambientais que temos hoje em escala global. Mais importante do que investir em tecnologia para reduzir a emissão de gases do efeito estufa ao longo de um processo produtivo, que é um problema entre tantos outros que envolvem a chamada “sustentabilidade”, é aceitar os limites da biosfera sobretudo no que diz respeito à sua parte senciente: animais e gente!
O conhecimento que temos no âmbito da Agroecologia, entre outras áreas, é mais do que suficiente para que tenhamos informações bastante precisas sobre a sustentabilidade de um produto: se ele é energointensivo ou não; qual seu conteúdo de água virtual; que aspectos éticos estão implicados numa cadeia produtiva etc. Tal visão sistêmica independe do tipo de produto e tampouco está necessariamente atrelada ao avanço da técnica. Sem entrar no mérito da veracidade da afirmação, também muito polêmica, de que cerca de um quarto da população mundial tem uma dieta predominantemente vegetariana, os avanços da ciência da Nutrição e a Ética nos ensinam que o consumo de produtos de origem animal é uma conduta moralmente repreensível: nenhum avanço técnico poderá justificar a continuação – ou seja, a sustentabilidade no plano ético – da exploração e morte de seres sencientes.
Salvar o planeta depende, sim, do tipo da dieta que adotamos e de muitas outras mudanças de cunho ético. Meios de produção mais sustentáveis são importantes, porém insuficientes  para a construção de um mundo melhor.
Finalmente, é fácil entender, ao ler o texto, a razão de haver tão poucos avanços em termos de políticas públicas que visem à sustentabilidade e ao consumo ético: são pessoas como o autor – tecnófilos inveterados – as que ocupam cargos de conselheiros em órgãos que poderiam promover mudanças nessa direção, incentivando novos valores éticos e hábitos de consumo não predatórios.
ANDA


publicado por Maluvfx às 15:51
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Vegetarianos fazem mal ao meio ambiente
Salvar o planeta não depende do tipo da dieta, mas dos meios de produção
Donal Murphy-Bokern*
Nik Neves
Algumas discussões sobre meio ambiente ainda estão presas a conceitos sem fundamento que, de tanto serem repetidos, passam por verdade. O caso da alimentação vegetariana é um deles. Sempre imaginamos que uma pessoa que não se alimenta de carne é mais amiga da natureza do que os carnívoros. Acontece que um estudo realizado na Universidade Cranfield, na Inglaterra, com apoio do grupo ambientalista WWF, comprovou que, se todos os cidadãos do país deixassem de comer carne hoje, o ecossistema entraria em colapso. 

Um vegetariano substitui os alimentos de origem animal por soja e lentilha, por exemplo. A Inglaterra, especificamente, importa boa parte desses produtos. Se precisasse plantá-los em seu território, o espaço dedicado à agricultura teria que aumentar muito — mesmo levando em conta a redução da área dedicada à plantação de grãos para alimentar animais de abate. Colocando na ponta do lápis, o impacto dessa mudança seria maior do que os atuais efeitos negativos dos pastos — e isso inclui a emissão de gás metano provocada pela flatulência dos animais. Além disso, os substitutos da carne passam por um processo industrial que consome uma grande quantidade de energia. A fabricação de proteína de soja, por exemplo, consome mais energia do que a transformação de carne bovina em hambúrguer, o que significa mais carvão queimado nas usinas. Ou seja: tofu não é mais verde do que um prato de churrasco. 

Claro que os pastos e abatedouros têm grande impacto. Existem no mundo 1,2 bilhão de cabeças de gado, uma quantidade absurda, que jamais haveria se nós não as criássemos para consumo. Reduzir essa quantidade de animais faria com que ocupássemos menos terras com pastos e plantação de grãos. O importante, portanto, é encontrar substitutos sustentáveis para a carne. Comer mais massas já teria algum efeito. Trocar a carne vermelha pela branca também é útil (frangos ocupam menos espaço, comem menos e emitem menos gases que vacas). Aumentar a ingestão de vegetais frescos causaria um resultado ainda melhor. Mas pesquisas nos países desenvolvidos indicam que, do total de vegetarianos, menos de 20% se limita a comer apenas folhas. 

Nik Neves
Hoje, cerca de um quarto da população mundial tem uma dieta predominantemente vegetariana — na Inglaterra, são 3,7 milhões de pessoas. De todos os químicos poluentes que o país lança na atmosfera a cada ano, 19% são gerados ao longo da cadeia de produção de alimentos. A questão é: não adianta discutir mudanças na dieta para resolver esse problema. Esse é um falso dilema. Importante mesmo é investir em tecnologia para reduzir a emissão ao longo do processo produtivo, seja de carne ou de proteína de soja. Temos que investir em maneiras de plantar mais em menores espaços e melhorar técnicas de irrigação. Tudo isso é mais importante para o meio ambiente que a dieta do consumidor final. 
* Donal Murphy-Bokern é pesquisador de políticas agrícolas, professor visitante da universidade de cranfield, foi consultor dos ministérios da agricultura da alemanha e da inglaterra e é um dos autores do estudo citado neste artigo.


Fonte:


publicado por Maluvfx às 15:48
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Quarta-feira, 14 de Julho de 2010
Zooey Deschanel no Top Chef Masters
Zooey Deschanel, é alérgica a ovos, leite, trigo e glúten, come comida vegana  o que foi apresentado no oitavo episódio da primeira temporada da série Masters Top Chef  onde ela pediu ao chefe para preparar um almoço vegano para sua família e amigos sem utilizar ovos, laticínios, soja ou glúten.



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Zooey Deschanel, é alérgica a ovos, leite, trigo e glúten, come comida vegana  o que foi apresentado no oitavo episódio da primeira temporada da série Masters Top Chef  onde ela pediu ao chefe para preparar um almoço vegano para sua família e amigos sem utilizar ovos, laticínios, soja ou glúten.<br /><br /><div style="text-align: center;"><object height="385" width="480"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HblaG9MV_QQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1?color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/HblaG9MV_QQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1?color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br /><object height="385" width="480"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/k6ZW-bTLX_Y&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/k6ZW-bTLX_Y&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br /><div style="text-align: center;"><object align="middle" height="385" width="480"><param name="allowScriptAccess" value="always" /> <param name="movie" value="http://widget.bravotv.com/singleclip/singleclip_v1.swf?CXNID=1000004.10035NXC&WID=4657041ec2a2cf53&clipID=1139849"/> <param name="quality" value="high" /><param name="allowFullScreen" value="true" /<param name="bgcolor" value="#ffffff" /> <embed src="http://widget.bravotv.com/singleclip/singleclip_v1.swf?CXNID=1000004.10035NXC&WID=4657041ec2a2cf53&clipID=1139849" quality="high" bgcolor="#ffffff" width="480" height="385" align="middle" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" type="application/x-shockwave-flash"></embed> </object></div></div>


publicado por Maluvfx às 19:26
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